Conceitos e ferramentas da qualidade. PROFESSORA: Erika Liz

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conceitos e ferramentas da qualidade. PROFESSORA: Erika Liz"

Transcrição

1 Conceitos e ferramentas da qualidade PROFESSORA: Erika Liz

2 Introdução e Definições As organizações, ao longo de suas existências, sempre buscaram, ainda que de modo empírico, caminhos para suas sobrevivência e manutenção no mercado competitivo. Eis aí o desafio: quais são as melhores metodologias e ferramentas de gestão aplicáveis às nossas organizações? COMO? Sistemas de Gestão e Ferramentas de Qualidade QUAL ou QUAIS???

3 Controle de Qualidade Total (TQC); Ciclo PDCA (planejar, fazer, verificar e atuar); Manual de BPF&C e Manual de BPL&B; Trabalhar Equipe Série ISO; Programa 5 S; Círculos de Controle de Qualidade; Reuniões Relâmpago e Brainstorming tempestade de idéias ; Método ou Diagrama de Ishikawa; Programas interlaboratoriais e controles internos; HACCP ou APPCC (Análise de perigos e pontos críticos de controle); etc..

4 Qualidade enquanto aplicação técnica Entendendo a qualidade na evolução do ferro de passar

5 Qualidade enquanto aplicação técnica Entendendo a qualidade com a escola de samba

6 Para entender e praticar qualidade Alguns conceitos básicos que devem ser entendidos e compreendidos.

7 Para praticar qualidade devemos conhecer nossa realidade...

8 O que devemos conhecer Organização ambiente de trabalho; Produtos químicos e seus efeitos; Vidrarias, equipamentos e reagentes; Normas e regras de segurança; Riscos e perigos; Importância e cuidados na amostragem

9 Organização e planejamento do trabalho Tendência à desordem; Em pouco tempo, um ambiente e, até mesmo, uma superfície de trabalho estarão totalmente desorganizados; A desordem é totalmente incompatível com as atividades que necessitam de muita atenção e, fundamentalmente, de qualidade; Planejamento prévio;

10 Planejamento básico do laboratório Verificar se todos os equipamentos e instrumentos necessários ao seu trabalho estão disponíveis e em perfeitas condições de uso; É muito importante que se avaliem as condições das vidrarias que serão utilizadas, principalmente no que diz respeito à limpeza das mesmas e possíveis trincas ou rachaduras;

11 Planejamento básico do laboratório Providenciar todas as substâncias químicas e as soluções necessárias para desenvolvimento do trabalho previsto, observando se as quantidades das soluções já preparadas e existentes no laboratório são suficientes e se as mesmas estão padronizadas e em boas condições de uso;

12 Avaliar se as condições do laboratório são favoráveis à execução das tarefas. Trabalhos, por mais simples que sejam, mas que envolvem a utilização de substâncias químicas tóxicas devem ser conduzidos em Gabinetes de Segurança Química (não confundir com cabine de fluxo laminar);

13 Verificar a existência de todos os equipamentos de proteção individual (EPI s ) e equipamentos de proteção coletiva (EPC s ). PLANEJAMENTO É QUALIDADE E TEMPO BEM EMPREGADO TEMPO = R$ R$ R$ R$ R$

14 O grande desafio: Quais são as melhores metodologias e ferramentas de gestão da qualidade que são aplicáveis às nossas organizações?

15

16 Como é um processo??? Processo é um conjunto de causas (maquinas, materiais primas, etc.), que provoca um ou mais efeitos (produtos).

17 Recursos de um processo...

18 Ferramentas da Qualidade...

19 Estruturação das BPL no Brasil IBAMA / INMETRO e ANVISA 1994 : Criação da Comissão Técnica BPL do INMETRO 1995 : Elaboração da primeira versão das BPL brasileiras baseadas na OECD 1995 : Formação de 50 Auditores 1995 : Ofício IBAMA criando o esquema IBAMA / INMETRO e a obrigatoriedade do credenciamento em BPL de laboratórios gerando dados para a análise do IBAMA.

20 Estruturação das BPL no Brasil 1997 : Portaria conjunta N o 66 IBAMA / INMETRO 1999 : Resolução 391 ANVISA: Regulamento técnico para medicamentos genéricos 2001 : Resolução ANVISA N o 10: Regulamento técnico para medicamentos genéricos, revogando a resolução anterior. Provas de biodisponibilidade de medicamentos genéricos conforme BPC na etapa clínica e BPL na etapa analítica.

21 Conceito BPL é um sistema da qualidade relativo ao processo organizacional e às condições sob as quais estudos não-clínicos referentes a saúde e meio ambiente são planejados, realizados, monitorados, registrados, arquivados e relatados.

22 ISO 17025:2005: Focado no controle do laboratório como um todo; Atua da área técnica à administrativa; Possui todos os requisitos que os laboratórios de ensaio e calibração têm que atender se desejarem demonstrar que têm implantado um sistema de gestão, que são tecnicamente competentes e que são capazes de produzir resultados tecnicamente válidos (ISO 17025, 2005)

23

24 ISO 9001:2000 e suas equivalentes nacionais e internacionais: refere-se principalmente à gestão da qualidade para instalações executando produção ou prestando serviços, incluindo análise química (ISO 9000, 2000);

25 Princípios OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development) de Boas Práticas de Laboratório (GLP): É um sistema da qualidade que abrange o processo organizacional e as condições em que os estudos são planejados, gerenciados, desenvolvidos, monitorados, registrados, arquivados e relatados.

26 Pirâmide da Qualidade

27 Fluxo do Sistema de Qualidade

28 Requisitos do Sistema de Qualidade Ambiente Laboratorial O ambiente laboratorial deve apresentar instalações adequadas para execução de ensaios de acordo com a necessidade para obtenção dos resultados. Sendo separado por áreas de atividades físico-químico, microbiológica, biológica e instrumental.

29 Requisitos do Sistema de Qualidade Descarte de Resíduos A maioria dos ensaios laboratoriais geram resíduos que devem ser manuseados e descartados de maneira a não colocar em risco a integridade dos estudos em curso, contaminar o meio ambiental e provocar danos a saúde dos analistas. O manuseio e descarte de resíduos gerados durante a condução do estudo devem ser efetuados de acordo com a legislação vigente.

30

31 Requisitos do Sistema de Qualidade Pessoal Todo o pessoal designado para atividades laboratoriais deve compreender e possuir capacidade para desempenhar as atividades proposta.

32 Requisitos do Sistema de Qualidade Equipamentos

33 Requisitos do Sistema de Qualidade Materiais e reagentes - Procedência; - Qualidade; - Identificação adequada; - Armazenamento e uso adequado (controle de armazenamento e uso);

34 Requisitos do Sistema de Qualidade Documentação - Manual da qualidade (política); - Procedimentos operacionais; - Metodologias, protocolos e relatórios; - Dados brutos, registros e logbooks; Controle, armazenamento, revisões periódicas, adequabilidade!!!

35 Requisitos do Sistema de Qualidade Não conformidade Qualquer evento em dasacordo com a política da qualidade. identificar, investigar (causas), elaborar plano de ação, verificar eficácia, registrar todo processo!

36 Requisitos do Sistema de Qualidade Auditorias O objetivo da Auditoria da Qualidade é inspecionar e avaliar as atividades desempenhadas, assegurando a confiabilidade dos ensaios realizados, e verificando a aplicação do Sistema de Qualidade designado pelo Manual da Qualidade.

37 Requisitos do Sistema de Qualidade Análises Críticas A Análise Crítica do Sistema da Qualidade avalia as não conformidades e outros parâmetros do Sistema propondo sugestões para garantir a qualidade dos Estudos realizados, englobam aspectos como avaliação de reclamações, verificação de treinamentos, ações corretivas e preventivas, Relatório de não conformidade, entre outros.

38 Requisitos do Sistema de Qualidade Biossegurança É um conjunto de procedimentos, ações, técnicas, metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de eliminar ou minimizar riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos tendo como fundamento básico da biossegurança assegurar o avanço dos processos tecnológicos e proteger a saúde humana, animal e o meio ambiente.

V COBRADAN. A Importância dos Atores BPL no Processo de Registro de Produtos Agrotóxicos Segundo a Legislação Vigente

V COBRADAN. A Importância dos Atores BPL no Processo de Registro de Produtos Agrotóxicos Segundo a Legislação Vigente Elisa Rosa dos Santos Assessoria Técnica - DICLA/CGCRE/INMETRO Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre V COBRADAN A Importância dos Atores BPL no Processo de Registro de Produtos Agrotóxicos

Leia mais

ÍNDICE DO MÓDULO Atendimento ao cliente Reclamações dos clientes Controle de ensaios e calibrações não conformes

ÍNDICE DO MÓDULO Atendimento ao cliente Reclamações dos clientes Controle de ensaios e calibrações não conformes MÓDULO 4 REQUISITOS 4.7 - Atendimento ao cliente 4.8 - Reclamações dos clientes 4.9 - Controle de ensaios e calibrações não conformes 4.10 - Melhoria continua 4.11 - Ação corretiva 4.12 - Ação preventiva

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade em Laboratórios - Norma ISO/IEC 17025

Sistema de Gestão da Qualidade em Laboratórios - Norma ISO/IEC 17025 Sistema de Gestão da Qualidade em Laboratórios - Norma ISO/IEC 17025 Prof. Dr. Igor Renato B. Olivares Professor IQSC/USP Avaliador Cgcre (Inmetro) www.qualilab.net Evolução Histórica da Qualidade Pré-História

Leia mais

RESOLUÇÃO N 10, DE 22 DE MAIO DE 2003

RESOLUÇÃO N 10, DE 22 DE MAIO DE 2003 RESOLUÇÃO N 10, DE 22 DE MAIO DE 2003 Publicada no DOU de 28/05/2003, seção 1, págs 4 e 5. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL, DA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO

Leia mais

Módulo 8. NBR ISO Interpretação dos requisitos: 4.4.6, 4.4.7, 4.5.1, 4.5.2, 4.5.3, 4.5.4, 4.5.5, 4.6 Exercícios

Módulo 8. NBR ISO Interpretação dos requisitos: 4.4.6, 4.4.7, 4.5.1, 4.5.2, 4.5.3, 4.5.4, 4.5.5, 4.6 Exercícios Módulo 8 NBR ISO 14001 - Interpretação dos requisitos: 4.4.6, 4.4.7, 4.5.1, 4.5.2, 4.5.3, 4.5.4, 4.5.5, 4.6 Exercícios 4.4.6 Controle Operacional A organização deve identificar e planejar aquelas operações

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA Revisão/Ano: 01/2018 Classificação SIGDA: SUMÁRIO 01. OBJETIVO 02. CAMPO DE APLICAÇÃO 03. RESPONSABILIDADES 04. DEFINIÇÕES 05.

Leia mais

3/5/2010. Prof. Jean Berg / UFERSA 9. Prof. Jean Berg 12 / UFERSA. IPOA/Veterinária. IPOA/Veterinária. IPOA/Veterinária.

3/5/2010. Prof. Jean Berg / UFERSA 9. Prof. Jean Berg 12 / UFERSA. IPOA/Veterinária. IPOA/Veterinária. IPOA/Veterinária. PROJETO PADRÃO DE HIGIENE OPERACIONAL - PPHO Regulamento MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO RESOLUÇÃO Nº 10, DE 22 DE MAIO DE 2003. Prof. Jean Berg / UFERSA Prof. Jean Berg / UFERSA 2

Leia mais

Sistemas de segurança na produção de alimentos

Sistemas de segurança na produção de alimentos 6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados Sistemas de segurança na produção de alimentos Profa. Dra.Vanerli Beloti Universidade Estadual de Londrina [email protected] www.uel.br/laboratorios/inspecao CONSUMO

Leia mais

FORMULÁRIO - ILMD. ROTEIRO DE AUIDTORIAS LABORATORIAIS Revisão/Ano: 00/2018 CLASSIFICAÇÃO DOS ITENS DO CHECK LIST

FORMULÁRIO - ILMD. ROTEIRO DE AUIDTORIAS LABORATORIAIS Revisão/Ano: 00/2018 CLASSIFICAÇÃO DOS ITENS DO CHECK LIST FORMULÁRIO - ILMD Identificação de referência: ANEXO E - ILMD-SGQ-POP.005 ROTEIRO DE AUIDTORIAS LABORATORIAIS Revisão/Ano: 00/2018 Classificação SIGDA: Período de execução: Número do relatório: CLASSIFICAÇÃO

Leia mais

RDC de outubro de Produção Controle de Qualidade Amostragem

RDC de outubro de Produção Controle de Qualidade Amostragem RDC 48 25 de outubro de 2013 Produção Controle de Qualidade Amostragem Amostragem de materiais item 16 Denifição: Conjunto de operações de retirada e preparação de amostras. Amostragem de materiais item

Leia mais

CGCRE / INMETRO. Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório - BPL

CGCRE / INMETRO. Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório - BPL CGCRE / INMETRO Reconhecimento da Conformidade aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório - BPL Rio de Janeiro, 10 de maio de 2012 Elisa Rosa dos Santos Assessoria Técnica - DICLA/CGCRE/INMETRO INMETRO:

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL Requisitos gerais, política para SSO, identificação de perigos, análise de riscos, determinação de controles. CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE

Leia mais

Implementação de BPF e APPCC Responsabilidade

Implementação de BPF e APPCC Responsabilidade Implementação de BPF e APPCC Responsabilidade 1 PORQUE QUALIDADE? A MAIORIA DOS CLIENTES NÃO SE QUEIXA DA MÁ QUALIDADE Eles mudam de fornecedor Sem qualidade não se sobrevive! 2 As legislações vigentes

Leia mais

Módulo 5 Requisito 8 Validação, verificação e melhoria do Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos Etapas para implementação do APPCC e da ISO

Módulo 5 Requisito 8 Validação, verificação e melhoria do Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos Etapas para implementação do APPCC e da ISO Módulo 5 Requisito 8 Validação, verificação e melhoria do Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos Etapas para implementação do APPCC e da ISO 22000 Processo de Certificação 8 Validação, verificação

Leia mais

10) Implementação de um Sistema de Gestão Alimentar

10) Implementação de um Sistema de Gestão Alimentar Módulo 5 11 2 2 5 5 APPCC 3 3 4 4 10) Implementação de um Sistema de Gestão Alimentar 1. Escopo 2.Responsabilidade da direção 3.Requisitos de documentação 4.Gestão de recursos 5.Realização do produto 6.Medição,

Leia mais

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes

Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2012.2 INTRODUÇÃO Principais ferramentas - garantia da inocuidade,

Leia mais

Ensaio de Proficiência em Alimentos

Ensaio de Proficiência em Alimentos Simpósio de Metrologia para a Gestão da Qualidade dos Alimentos Ensaio de Proficiência em Alimentos Alice M. Sakuma Instituto Adolfo Lutz [email protected] Ensaios de Proficiência É uma das ferramentas

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade no Setor Público

Sistema de Gestão da Qualidade no Setor Público Sistema de Gestão da Qualidade no Setor Público SGQ no Centro de Pesquisas e Análises Tecnológicas da ANP ENQUALAB 2013 São Paulo-SP, 29/08/13 CPT Atribuições (dentre outras) Coordenar e desenvolver estudos

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO. AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Auditados. Tipo de Auditoria: Auditoria Interna: Data Realização: Responsável:

LISTA DE VERIFICAÇÃO. AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Auditados. Tipo de Auditoria: Auditoria Interna: Data Realização: Responsável: Tipo de Auditoria: Auditoria Interna: Data Realização: LISTA DE VERIFICAÇÃO AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Auditados Responsável: Norma de Referência: RDC 16:2013 Auditores: Requisito Descrição

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Normas da série ISO 9000 Foram lançadas pela ISO (International Organization for Standardization) Entidade não governamental criada em 1947, com sede em Genebra - Suíça.

Leia mais

LISTA DE REQUISITOS PALC Versão 2004

LISTA DE REQUISITOS PALC Versão 2004 LISTA DE REQUISITOS PALC Versão 2004 A. INTRODUÇÃO: O Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos PALC, foi criado pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial (SBPC/ML) em

Leia mais

BPF BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PARA EXCIPIENTES FARMACÊUTICOS. RDC nº 34/2015 ANVISA

BPF BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO PARA EXCIPIENTES FARMACÊUTICOS. RDC nº 34/2015 ANVISA Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 10 de Agosto a RDC nº 34/2015 que determina o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação para empresas fabricante de excipientes farmacêuticos. A

Leia mais

Atribuições do farmacêutico na logística de medicamentos

Atribuições do farmacêutico na logística de medicamentos Consulta Pública: Atribuições do farmacêutico na logística de medicamentos O Conselho Federal de Farmácia também abriu a Consulta Pública 07/2018 para coletar opiniões sobre as atribuições do farmacêutico

Leia mais

MA 3 DIAGNÓSTICO E TERAPEUTICA. Flávia Miranda Fabíola Raimundo

MA 3 DIAGNÓSTICO E TERAPEUTICA. Flávia Miranda Fabíola Raimundo MA 3 DIAGNÓSTICO E TERAPEUTICA Flávia Miranda Fabíola Raimundo MA 3 Diagnóstico e Terapêutica MA 3/1 Processos pré-analíticos MA 3/2 Processos analíticos MA 3/3 Processos pós-analíticos Laboratório MA

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

USO DE LABORATÓRIOS PELO OCP

USO DE LABORATÓRIOS PELO OCP USO DE LABORATÓRIOS PELO OCP NORMA Nº: NIT-DICOR-021 APROVADA EM FEV/2010 Nº 01 01/08 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da Revisão 5 Documentos Complementares 6 Siglas

Leia mais

PROCEDIMENTO DE SISTEMA AUDITORIA INTERNA DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DE SISTEMA AUDITORIA INTERNA DA QUALIDADE 1 de 5 0. Situação de revisão: Situação Data Alteração 0.0 28.09. 2010 Versão inicial 0.1 25.10.2010 Revisão da descrição/formatação 0.2 01.02.2011 Inclusão do Plano de auditoria 0.3 15.12.2016 Atualização

Leia mais

MÓDULO 3 REQUISITOS 4.3- CONTROLE DE DOCUMENTOS 4.4 ANÁLISE CRÍTICA DE PEDIDOS PROPOSTAS E CONTRATOS 4.5 SUBCONTRATAÇÃO DE ENSAIOS E CALIBRAÇÕES 4

MÓDULO 3 REQUISITOS 4.3- CONTROLE DE DOCUMENTOS 4.4 ANÁLISE CRÍTICA DE PEDIDOS PROPOSTAS E CONTRATOS 4.5 SUBCONTRATAÇÃO DE ENSAIOS E CALIBRAÇÕES 4 MÓDULO 3 REQUISITOS 4.3- CONTROLE DE DOCUMENTOS 4.4 ANÁLISE CRÍTICA DE PEDIDOS PROPOSTAS E CONTRATOS 4.5 SUBCONTRATAÇÃO DE ENSAIOS E CALIBRAÇÕES 4.6- AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS E SUPRIMENTOS 1 ÍNDICE DO MÓDULO

Leia mais

Pontos críticos na avaliação de um Laboratório Ambiental o ponto de vista de um avaliador de laboratórios

Pontos críticos na avaliação de um Laboratório Ambiental o ponto de vista de um avaliador de laboratórios Oficinas Analíticas 2015 Meio Ambiente Pontos críticos na avaliação de um Laboratório Ambiental o ponto de vista de um avaliador de laboratórios Maria Teresa Raya Rodriguez Este ensaio seria Reconhecido?

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DE NÃO- CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS. Bárbara Pereira Albini

INVESTIGAÇÃO DE NÃO- CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS. Bárbara Pereira Albini INVESTIGAÇÃO DE NÃO- CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS Bárbara Pereira Albini Mini currículo Farmacêutica Industrial e Bioquímica pela UFPR Especialista em Gestão e tecnologia farmacêutica Engenharia farmacêutica

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades

Leia mais

PROCEDIMENTO DO GRUPO LET PGL 12 MELHORIA CONTÍNUA

PROCEDIMENTO DO GRUPO LET PGL 12 MELHORIA CONTÍNUA Página: 1 de 5 1. OBJETIVO. Este procedimento estabelece as diretrizes para a melhoria contínua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade do. 2. REFERÊNCIAS. ABNT NBR ISO 9001:2008 Sistema de gestão

Leia mais

Odilaine Mara Eufrásio Barbosa Engenheira de Segurança do Trabalho e de Produção Auditora Líder ISO 9001 /2015 ISO /2015 e OHSAS OMEB

Odilaine Mara Eufrásio Barbosa Engenheira de Segurança do Trabalho e de Produção Auditora Líder ISO 9001 /2015 ISO /2015 e OHSAS OMEB Odilaine Mara Eufrásio Barbosa Engenheira de Segurança do Trabalho e de Produção Auditora Líder ISO 9001 /2015 ISO 14001 /2015 e OHSAS OMEB Treinamentos e Engenharia de Segurança do Trabalho Perita Oficial

Leia mais

HACCP UM EXEMPLO PRÁTICO

HACCP UM EXEMPLO PRÁTICO O HACCP Hazard Analysis and Critical Control Points Análise dos Perigos e Pontos Críticos de Controle - é um sistema de segurança alimentar concebido para prevenir a ocorrência de potenciais problemas

Leia mais

Grupo: Andressa, Carla e Thalita. Sequência lógica de aplicação do sistemas de APPCC

Grupo: Andressa, Carla e Thalita. Sequência lógica de aplicação do sistemas de APPCC Grupo: Andressa, Carla e Thalita Sequência lógica de aplicação do sistemas de APPCC Equipe responsável: A equipe destinada a aplicação de Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle (APPCC) é composta

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade laboratorial: DICQ/SBAC BRASIL

Sistemas de gestão da qualidade laboratorial: DICQ/SBAC BRASIL Sistemas de gestão da qualidade laboratorial: BRASIL Sistemas de gestão da qualidade laboratorial - Brasil História - Fundado em 1997 (Departamento de Inspeção e Credenciamento da Qualidade - DICQ) - Objetivo:

Leia mais

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle

Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Carina Branta Lopes Rios Engenheira de Alimentos 10 de outubro de 2016 História Desenvolvido pela Pillsburry Company em resposta as solicitações da NASA;

Leia mais

Faculdade de Imperatriz FACIMP

Faculdade de Imperatriz FACIMP Faculdade de Imperatriz FACIMP Disciplina: Controle de Qualidade de Medicamentos Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 5 o Período de Farmácia e Bioquímica 1 o Semestre de 2007 Prof. Dr. Paulo Roberto

Leia mais

RADIOLOGIA PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM EM RADIOLOGIA

RADIOLOGIA PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM EM RADIOLOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DINÂMICA DAS CATARATAS RADIOLOGIA PROCEDIMENTOS DE ENFERMAGEM EM RADIOLOGIA Prof.ª Dr.ª Ana Lúcia Billig Foz do Iguaçu, fevereiro 2017 Bacharelado: Enfermagem e Obstetrícia UPF Licenciatura:

Leia mais

SISTEMA DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL.

SISTEMA DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL. OBJETIVO DO CURSO Capacitar os participantes no entendimento dos conceitos fundamentais de qualidade pertinentes aos requisitos da Norma OHSAS 18000 e interpretar cada um dos requisitos do SISTEMA DE SEGURANÇA

Leia mais

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para

Leia mais

4. PROCESSAMENTO DE MATRIZES BIOLÓGICAS PARA ANÁLISE ANTIDOPING

4. PROCESSAMENTO DE MATRIZES BIOLÓGICAS PARA ANÁLISE ANTIDOPING Programa de Pós-Graduação em Metrologia da PUC-Rio 58 4. PROCESSAMENTO DE MATRIZES BIOLÓGICAS PARA ANÁLISE ANTIDOPING O presente capítulo descreve a rotina das atividades desenvolvidas no laboratório para

Leia mais

Lista de Verificação de Auditorias Internas do SGI - MA - SST

Lista de Verificação de Auditorias Internas do SGI - MA - SST 4.1 Requisitos Gerais 4.2 Política: Ambiental e de SST A empresa possui uma Política Ambiental e de SST? A Política é apropriada a natureza, escala, impactos ambientais e perigos e riscos das suas atividades,

Leia mais

Segurança da Informação ISO/IEC ISO/IEC 27002

Segurança da Informação ISO/IEC ISO/IEC 27002 Segurança da Informação ISO/IEC 27001 ISO/IEC 27002 ISO/IEC 27001 Prover um modelo para estabelecer, implantar, operar, monitorar, rever, manter e melhorar um Sistema de Gestão da Segurança da Informação.

Leia mais

Sumário. 1. Política de Sustentabilidade Declaração Implementação da política Sistema de Gestão Ambiental (SGA)...

Sumário. 1. Política de Sustentabilidade Declaração Implementação da política Sistema de Gestão Ambiental (SGA)... Sumário 1. Política de Sustentabilidade...05 1.1. Declaração...05 1.2. Implementação da política...05 2. Sistema de Gestão Ambiental (SGA)...06 3. Estrutura do SGA...06 3.1. Agenda Ambiental Operacional...08

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 626 DE 18 DE AGOSTO DE 2016

RESOLUÇÃO Nº 626 DE 18 DE AGOSTO DE 2016 RESOLUÇÃO Nº 626 DE 18 DE AGOSTO DE 2016 Ementa: Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico na logística, no transporte e acondicionamento de material biológico em suas diferentes modalidades e formas.

Leia mais

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO REGULAMENTO DO BIOTÉRIO JOSÉ MANOEL LOPES CAPÍTULO I DO OBJETO Art. 1º O disposto neste Regulamento reger-se-á pelo Estatuto e Regimentos da Univás, considerando a LEI Nº 11.794 de 08 outubro de 2008 e

Leia mais

Definição. Sistema de Gestão Ambiental (SGA):

Definição. Sistema de Gestão Ambiental (SGA): Definição Sistema de Gestão Ambiental (SGA): A parte de um sistema da gestão de uma organização utilizada para desenvolver e implementar sua política ambiental e gerenciar seus aspectos ambientais. Item

Leia mais

ANEXO B CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE LABORATÓRIOS NÃO ACREDITADOS

ANEXO B CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE LABORATÓRIOS NÃO ACREDITADOS Rev. Outubro/2011 Página 1 de 6 Conforme anexo B da NIT DICOR 024 rev. 03 de fevereiro/2010 - Critérios para a Acreditação de Organismo de Certificação de Produto e de Verificação de Desempenho de Produto.

Leia mais

INCQS Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde

INCQS Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde INCQS CAMINHOS DA ACREDITAÇÃO Maio/2011 1994 Lançamento formal do Programa da qualidade Criação da Coordenação do Programa da Qualidade Criação da Comissão Interna da Qualidade Escolha da norma apropriada:

Leia mais

A revisão da ISO/IEC Mas o que muda afinal? Etiene Benini Mendes

A revisão da ISO/IEC Mas o que muda afinal? Etiene Benini Mendes A revisão da ISO/IEC 17025 Mas o que muda afinal? Etiene Benini Mendes Andamento da revisão Processo iniciado em 2015; Aguardando a publicação da ISO/IEC 17025 (a qualquer momento); Aguardando a versão

Leia mais

PORTARIA Nº 40 DE 20 DE JANEIRO DE 1997 MAPA Diário Oficial da União de 21/01/1998.

PORTARIA Nº 40 DE 20 DE JANEIRO DE 1997 MAPA Diário Oficial da União de 21/01/1998. PORTARIA Nº 40 DE 20 DE JANEIRO DE 1997 MAPA Diário Oficial da União de 21/01/1998. Aprova o Manual de Procedimentos no Controle da Produção de Bebidas e Vinagres, em anexo, baseado nos princípios do Sistema

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Aula 09 Prof. Ewerton Monti Objetivo principal das empresas: Satisfação das necessidades das pessoas. Incluindo consumidores, empregados, acionistas, sociedade, fornecedores

Leia mais

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original Sistema da Gestão da Qualidade Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original 1 CONCEITO QUALIDADE O que é Qualidade? 2 Qualidade Conjunto de características de um objeto ou

Leia mais

MÓDULO CONTROLE DE REGISTROS 4.14 AUDITORIAS INTERNAS ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO

MÓDULO CONTROLE DE REGISTROS 4.14 AUDITORIAS INTERNAS ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO MÓDULO 5 4.13 - CONTROLE DE REGISTROS 4.14 AUDITORIAS INTERNAS 4.15 - ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO 1 ÍNDICE DO MÓDULO - 5 4.13 - Controle de registros 4.13.1 - Generalidades 4.13.1.1 - Procedimento para

Leia mais

Módulo Contexto da organização 5. Liderança 6. Planejamento do sistema de gestão da qualidade 7. Suporte

Módulo Contexto da organização 5. Liderança 6. Planejamento do sistema de gestão da qualidade 7. Suporte Módulo 3 4. Contexto da organização 5. Liderança 6. Planejamento do sistema de gestão da qualidade 7. Suporte Sistemas de gestão da qualidade Requisitos 4 Contexto da organização 4.1 Entendendo a organização

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA LABORATÓRIO DE METROLOGIA DE ACORDO COM A NBR ISO/IEC 17025:2005

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA LABORATÓRIO DE METROLOGIA DE ACORDO COM A NBR ISO/IEC 17025:2005 IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PARA LABORATÓRIO DE METROLOGIA DE ACORDO COM A NBR ISO/IEC 17025:2005 José Leonardo Noronha (UNIFEI) [email protected] João Gabriel de Magalhães (UNIFEI) [email protected]

Leia mais

PONTOS CRÍTICOS NAS INSPEÇÕES SANITÁRIAS

PONTOS CRÍTICOS NAS INSPEÇÕES SANITÁRIAS PONTOS CRÍTICOS NAS INSPEÇÕES SANITÁRIAS RDC 48/2013 Importante: Os produtos cosméticos não podem ter indicação ou menções terapêuticas. O Fabricante/Importador (detentor do registro/notificação) é responsável

Leia mais

Implementação do programa 5S na gestão de resíduos na FCAV - Unesp

Implementação do programa 5S na gestão de resíduos na FCAV - Unesp 1 CICLO DE PALESTRAS COM FOCO NA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS Implementação do programa 5S na gestão de resíduos na FCAV - Unesp Eng. Agron. Jairo O. Cazetta Professor Adjunto Departamento de Tecnologia

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE MANUAL DE PROCEDIMENTOS DA QUALIDADE ALTERAÇÕES: ÚLTIMA(s) ALTERACÃO(s) REV: DATA: Alteração geral do documento 01 12/02/2018 ANALISE CRÍTICA E APROVAÇÃO: ANALISADO CRITICAMENTE E APROVADO POR: DATA: 02/02/2018

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC NÃO CONFORMIDADES MAIS FREQUENTES

ABNT NBR ISO/IEC NÃO CONFORMIDADES MAIS FREQUENTES ABNT NBR ISO/IEC 17025 NÃO CONFORMIDADES MAIS FREQUENTES Item 4.1 Organização Legalidade do laboratório Trabalhos realizados em instalações permanentes Atendimento aos requisitos da Norma, necessidades

Leia mais

Código Revisão Área Aprovação Data Página PS 12 3 Gestão Diretor Técnico 17/04/2017 1

Código Revisão Área Aprovação Data Página PS 12 3 Gestão Diretor Técnico 17/04/2017 1 PS 12 3 Gestão Diretor Técnico 17/04/2017 1 1. OBJETIVO Estabelecer uma sistemática para análise das causas de não conformidades e implementação de ações corretivas, com o intuito de eliminar a reincidência

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO

LISTA DE VERIFICAÇÃO LISTA DE VERIFICAÇÃO Tipo de Auditoria: AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Auditados Data Realização: Responsável: Norma de Referência: NBR ISO 9001:2008 Auditores: 4 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

Leia mais

Qualificação de Desempenho de Autoclaves A visão da Enfermagem

Qualificação de Desempenho de Autoclaves A visão da Enfermagem Qualificação de Desempenho de Autoclaves A visão da Enfermagem Rosa Mª Pelegrini Fonseca Enfermeira supervisora do Centro Cirúrgico e Centro de Material e Esterilização do Hospital Paulistano. Mestre em

Leia mais

Pilar: Empresa (Rotina)

Pilar: Empresa (Rotina) Resolução RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária Pilar: Empresa (Rotina) 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.10 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS PARA OS MANIPULADORES:

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA. Controle de Qualidade no Laboratório de Análises Clínicas

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA. Controle de Qualidade no Laboratório de Análises Clínicas CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA Controle de Qualidade no Laboratório de Análises Clínicas Profa. Dra. Ângela Líbia M. P. Cardoso www.ufam.edu.br [email protected] Fone: 9254 6673 02 QUALIDADE NO LAC

Leia mais

CGCRE/INMETRO. Metrologia e Qualidade em Laboratório

CGCRE/INMETRO. Metrologia e Qualidade em Laboratório CGCRE/INMETRO Metrologia e Qualidade em Laboratório Alexandre Dias de Carvalho Chefe da Equipe de Avaliação de Laboratórios [email protected] Metrologia Ciência da medição É uma das funções básicas

Leia mais

Percepção geral da Cgcre em relação às avaliações na nova versão da ABNT NBR ISO/IEC 17025

Percepção geral da Cgcre em relação às avaliações na nova versão da ABNT NBR ISO/IEC 17025 Percepção geral da Cgcre em relação às avaliações na nova versão da ABNT NBR ISO/IEC 17025 Patricia Weigert de Camargo Chefe Substituta da Divisão de Acreditação de Laboratórios (CGCRE/DICLA) POLÍTICA

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA DATA DA AUDITORIA: 24 de abril 2015 AUDITOR: Carlos César Fiocchi Farmacêutico RG:15.726.026-4 CRF-SP: 14093 EMPRESA: Razão Social: Mader Comercial Importadora Química e Farmacêutica Ltda Nome Fantasia:

Leia mais

e-book Manual da Qualidade X Sistema da Qualidade

e-book Manual da Qualidade X Sistema da Qualidade e-book Manual da Qualidade X Sistema da Qualidade Resolução RDC nº 16:2013 - ANVISA Desmistificando a confusão criada pela exigência de apresentação de um Manual da Qualidade feita pelos Órgãos de Regulamentação

Leia mais

Questões sobre a IS014001

Questões sobre a IS014001 Professor: Carlos William Curso/ Disciplina/Período: Administração/ Gestão Ambiental/ 2º ano Aluno: Lázaro Santos da Silva Questões sobre a IS014001 1. A NBR ISO 14001:2004 foi concebida para estabelecer

Leia mais

FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1

FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1 FORMAÇÃO DE AUDITORES INTERNOS DE GESTÃO DA QUALIDADE PARTE 1 Curso realizado de 23 a 26 de agosto /2010 OBJETIVO PARTE 1: Capacitar os participantes para: Ter habilidade para avaliar os requisitos da

Leia mais

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Dúvidas em auditoria Sistema Nacional de Acreditação. Dr. André Valpassos

Dúvidas em auditoria Sistema Nacional de Acreditação. Dr. André Valpassos Dúvidas em auditoria Sistema Nacional de Acreditação Dr. André Valpassos O que é Acreditação - Acreditação significa outorgar a uma organização um certificado de avaliação que expressa a conformidade

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 18 Checklist 1. I/F 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. I/F Existe uma política da qualidade na empresa?

Leia mais

PROGRAMAS DE AUTOCONTROLE (PAC) Ives Tavares Médico Veterinário Auditor Fiscal Federal Agropecuário DAE/DIPOA/SDA/MAPA

PROGRAMAS DE AUTOCONTROLE (PAC) Ives Tavares Médico Veterinário Auditor Fiscal Federal Agropecuário DAE/DIPOA/SDA/MAPA PROGRAMAS DE AUTOCONTROLE (PAC) Ives Tavares Médico Veterinário Auditor Fiscal Federal Agropecuário DAE/DIPOA/SDA/MAPA Conceitos Programas de autocontrole: Programas desenvolvidos, procedimentos descritos,

Leia mais

CHECK-LIST ISO 14001:

CHECK-LIST ISO 14001: Data da Auditoria: Nome da empresa Auditada: Auditores: Auditados: Como usar este documento: Não é obrigatório o uso de um check-list para o Sistema de Gestão. O Check-list é um guia que pode ser usado

Leia mais

INSPEÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. Agradecimentos à Prof. Luciana Neves pela Concepção da apresentação original

INSPEÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. Agradecimentos à Prof. Luciana Neves pela Concepção da apresentação original INSPEÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Agradecimentos à Prof. Luciana Neves pela Concepção da apresentação original 1 INSPEÇÃO Quando e por quê? Motivações Concessão de licença; Certificação; denúncias; notificações

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos, Produtos de Higiene e Saneantes COORDENAÇÃO DE INSUMOS FARMACÊUTICOS, SANEANTES E COSMÉTICOS Gerência de Inspeção e Certificação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL AULA 13 AUDITORIA DE SISTEMAS

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL AULA 13 AUDITORIA DE SISTEMAS SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL AULA 13 AUDITORIA DE SISTEMAS Conceitos sobre auditorias Requisito da norma ISO 14.001: Auditoria interna: A organização deve assegurar que as auditorias internas do sistema

Leia mais

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES 19.09.16 São procedimentos higiênicos, sanitários e operacionais aplicados em todo o fluxo de produção, desde a obtenção dos

Leia mais

ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO PARA FABRICANTES DE PRODUTOS PARA SAÚDE (CORRELATOS)

ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO PARA FABRICANTES DE PRODUTOS PARA SAÚDE (CORRELATOS) PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ SECRETARIA DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO PARA FABRICANTES DE PRODUTOS PARA SAÚDE (CORRELATOS) Processo nº / Estabelecimento: Proprietário/Responsável

Leia mais

Grupo de Extensão em Sistemas de Gestão Ambiental. Sistema de Gestão Ambiental

Grupo de Extensão em Sistemas de Gestão Ambiental. Sistema de Gestão Ambiental Grupo de Extensão em Sistemas de Gestão Ambiental Sistema de Gestão Ambiental 10 SIGA 25 de agosto de 2013 PANGeA O grupo iniciou suas atividades em 2005. Constituído por alunos da ESALQ Projetos internos

Leia mais

Mudanças na acreditação de laboratórios

Mudanças na acreditação de laboratórios Mudanças na acreditação laboratórios Uma visão geral das principais mudanças na mais recente versão da norma ISO / IEC 17025: 2017 através infográficos. Por Tim Alcock A ISO / IEC 17025: 2017- Requisitos

Leia mais

Boas Práticas em Pesquisa Clínica. Good Clinical Practices GCPs. Dra. ELIANA G. LORDELO

Boas Práticas em Pesquisa Clínica. Good Clinical Practices GCPs. Dra. ELIANA G. LORDELO Boas Práticas em Pesquisa Clínica Good Clinical Practices GCPs Dra. ELIANA G. LORDELO ICH International Conference on Harmonisation (Conferência Internacional da Harmonização) Documento acordado entre

Leia mais

LABORATÓRIO ANÁLISE PROCEDIMENTO OPERACIONAL DE APOIO

LABORATÓRIO ANÁLISE PROCEDIMENTO OPERACIONAL DE APOIO Código: POA.GQL.04 Versão: 06 Data da Revisão: 06/02/2018 Página 1 de 10 Elaboração Análise Crítica Aprovação NOME: Ananda Leite NOME: Marcelo Villar NOME: Marcelo Villar FUNÇÃO/CARGO: Controle de Documentos

Leia mais

Módulo 5. Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 6.1, 6.2, 7.1, 7.2 e 7.3

Módulo 5. Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 6.1, 6.2, 7.1, 7.2 e 7.3 Módulo 5 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 6.1, 6.2, 7.1, 7.2 e 7.3 Estrutura da norma Sistema de Gestão da Qualidade 4 C L I E N R E Q U I S 5 Responsabilidade

Leia mais

PPHO. Profª Me. Tatiane da Silva Poló

PPHO. Profª Me. Tatiane da Silva Poló PPHO Profª Me. Tatiane da Silva Poló PPHO Procedimento Padrão de Higiene Operacional SSOP ( Standard Sanitizing Operating Procedures ) Circular nº 369/2003-DCI/DIPOA Elaboração e implantação dos sistemas

Leia mais