INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA BÁSICA AULA 4
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1 INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA BÁSICA AULA 4 Dr. Pedro Giovâni da Silva (Ecologia UFC) MSc. Juliano André Bogoni (Ecologia UFSC) Florianópolis, agosto de 2015
2 Aula 4: Wilcoxon-Mann-Whitney; Kruskall-Wallis; Wilcoxon; Exercícios em Excel e em R
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4 Teste não paramétricos Métodos de distribuição livre, que não dependem de suposições extraídas dos dados fornecidos por uma distribuição normal de probabilidade. É o oposto de estatística paramétrica. Inclui estatística descritiva, modelos estatísticos, inferência estatística e testes de hipóteses não paramétricos.
5 Teste de Wilcoxon-Mann- Whitney
6 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) É aplicado em situações em que se tem um par de amostras independentes e se quer testar se as populações que deram origem a essas amostras podem ser consideradas semelhantes ou não. O teste de Wilcoxon-Mann-Whitney é baseado nos postos (ranques) dos valores obtidos combinando-se as duas amostras. Isso é feito ordenando-se esses valores, do menor para o maior, independentemente do fato de qual população cada valor provém. O teste U pode ser considerado a versão não-paramétrica do teste t de Student, para amostras independentes.
7 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) A estatística U, que é a base para a decisão sobre aceitação ou não da hipótese de nulidade, é calculada da seguinte maneira: 1. É formado um conjunto com os dados das amostras A e B 2. O conjunto é ordenado de forma crescente 3. Anota-se a ordem de cada elemento deste conjunto 4. Separam-se novamente as amostras A e B 5. O valor de U é a soma das ordens (ranques) da amostra com menor U Havendo empate nos valores, o ranque será a média da soma dos ranques. Quanto menor o valor de U, maior a evidência de que as populações são diferentes.
8 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) Por exemplo: Consideremos duas populações P1 e P2 das quais não temos informações a respeito de suas distribuições, mas as variáveis envolvidas tenham uma escala de medida pelo menos ordinal. Ou seja, podemos abordar o caso de variáveis aleatórias qualitativas ordinais ou quantitativas. Consideremos também duas amostras independentes das duas populações. Queremos testar se as distribuições são iguais em localização, isto é, estaremos interessados em saber se uma população tende a ter valores maiores do que a outra, ou se elas têm a mesma mediana. O teste utilizado será o teste U.
9 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) No caso de termos uma variável aleatória qualitativa ordinal, comumente associamos números às diversas categorias (ou classes, ou atributos), segundo as quais a variável é classificada. Por exemplo, podemos ter 1 para bom, 2 para muito bom e 3 para ótimo. Vemos, então, que esses valores são postos. Neste caso e em outras situações é preferível trabalhar com postos do que com valores arbitrários associados à variável qualitativa. U1 e U2 = Estatística U n1 e n2 = número de dados em cada amostra R1 e R2 = soma dos ranques de cada amostra
10 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) Por exemplo: Será que há diferenças entre as amostras? Primeiro passo: Juntar e ranquear todos os valores.
11 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) Havendo empate nos valores, o ranque será a média da soma dos ranques. U calc = 51 < U 0.05;12;16 = 53 H0 é rejeitada se o menor valor de U entre as amostras for menor ou igual ao valor crítico tabelado.
12 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) U calc = 51 < U 0.05;12;16 = 53 H0 é rejeitada se o menor valor de U entre as amostras for menor ou igual ao valor crítico tabelado.
13 Mesmo exemplo no Excel... Exercício 1
14 Mesmo exemplo no Excel... Exercício 1 Conclui-se que a amostra 1 difere da amostra 2.
15 Mesmo exemplo no R... Exercício 1 Conclui-se que a amostra 1 difere da amostra 2.
16 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 2 O diretor de recursos humanos de uma empresa crê que os operadores de um call-center com treino de competências sociais, deixam uma impressão mais favorável nos clientes do que os operadores sem este tipo de treino. Num grupo de 22 operadores, foi avaliado a impressão de simpatia registada por 22 clientes após uma chamada de controle. O grau de simpatia, avaliado numa escala ordinal com 5 pontos (1 nada simpático, a 5 muito simpático) para cada operador é registado na tabela seguinte. Existe diferença entre as amostras?
17 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 2 U calc = 30.5 < U 0.05;10;12 = 29???
18 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 2 Quando há muitos empates (caso do exercício 2), e ambas as amostras tem tamanhos iguais ou superiores a 10, pode fazer-se a aproximação à função de distribuição normal, com parâmetros:
19 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 2 Efetuando a correção no Exercício 2 quanto aos empates:
20 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 3 Consideremos as duas amostras abaixo representadas graficamente; a partir deste gráfico é possível estabelecer os números de ordem (não interessam os valores x, mas sim a ordem ou lugar que cada observação ocupa) de cada uma das amostras (cada ponto representa uma observação). É possível supor que existe diferença estatística entre as amostras? Para confirmar, vamos testar...
21 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 3
22 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 3
23 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 4 Mattos (1994) estudou a morfologia das regiões organizadoras do nucléolo (RON) em células da cérvice uterina de mulheres com neoplasias cervicais e de mulheres sem esta característica (controles). De cada uma delas, foram examinadas 100 células e computou-se um escore (porcentagem observada) para cada padrão morfológico. No padrão 1A, as RONs apresentavam-se como manchas sólidas, redondas e de tamanhos diferentes. Há diferenças entre mulheres com neoplasias e controle? Há dados iguais: o ranque será a média da soma dos ranques.
24 Teste de Wilcoxon-Mann-Whitney (teste U) - Exercício 4 Conclui-se que a população com carcinoma difere da população controle quanto ao escore 1A.
25 Teste pareado de Wilcoxon
26 Teste pareado de Wilcoxon Substitui o teste t de Student para amostras pareadas quando os dados não satisfazem as exigências deste último. Foi também desenvolvido por E. Wilcoxon em 1945 e baseia-se nos postos das diferenças intrapares, dando maior importância às diferenças maiores. A ideia que norteia o teste é a de que se o tratamento A produz valores maiores do que o tratamento B, as diferenças (A B) de sinal positivo serão em maior número e grau do que as diferenças de sinal negativo. Se ambos os tratamentos têm o mesmo efeito, as diferenças positivas e negativas devem se anular.
27 Teste pareado de Wilcoxon Este teste pressupõe que: 1. Os dados são dependentes dentro do par (isto é, pareados), mas são independentes entre pares. 2. A variável foi medida no mínimo em uma escala de intervalo. No entanto, este teste é também usado para dados medidos em uma escala ordinal. 3. As diferenças intrapares constituem uma variável contínua, de distribuição simétrica ao redor da mediana.
28 Teste pareado de Wilcoxon Passo a passo: 1. Calcular a diferença entre as amostras pareadas, conservando o sinal. 2. Ranquear os valores de diferença ignorando os valores negativos (mas mantendo o sinal). 3. Calcular a soma total dos ranques, do valores positivos e dos valores negativos. Rejeita-se H0 se T calc (menor valor absoluto) for menor ou igual ao T crítico tabelado
29 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 5 Um pesquisador mediu a colinesterase sérica em agricultores que aplicaram inseticida em plantas de interesse comercial. Foram feitas duas coletas de sangue em cada pessoa: uma antes da aplicação do inseticida e outra 24 h após. O que pode ser afirmado quanto ao efeito da exposição ao inseticida sobre o nível de colinesterase no sangue desses agricultores? A hipótese nula que se deseja testar é: H0: o nível de colinesterase é o mesmo antes e após a aplicação do inseticida. Rejeita-se H0 se T calc (menor valor absoluto) for menor ou igual ao T crítico tabelado
30 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 5 Um pesquisador mediu a colinesterase sérica em agricultores que aplicaram inseticida em plantas de interesse comercial. Foram feitas duas coletas de sangue em cada pessoa: uma antes da aplicação do inseticida e outra 24 h após. O que pode ser afirmado quanto ao efeito da exposição ao inseticida sobre o nível de colinesterase no sangue desses agricultores?
31 Valores críticos para o teste pareado de Wilcoxon
32 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 5
33 Valores críticos para o teste pareado de Wilcoxon
34 Teste pareado de Wilcoxon Quando o número de diferenças n for superior a 25, a distribuição deste teste aproxima-se de uma distribuição normal e o teste de significância pode ser feito usando-se essa distribuição. A fórmula para testar a significância da estatística T de Wilcoxon por meio da distribuição normal é a seguinte: CE = correção a ser usada se houver empates; não havendo empates, CE = 0. Esta correção é CE = Σ(t 3 t), onde t é o número de empates por posto.
35 Teste pareado de Wilcoxon Exemplo: Uma médica mediu a pressão arterial sistólica de 96 recém-nascidos em dois momentos: quando tinham entre h (A) e quando tinham h (B) de vida. Deseja-se testar a hipótese de que a pressão arterial sistólica apresenta valores diferentes nesses dois momentos. Usando α = Os dados foram analisados por um programa de computador, que forneceu os seguintes resultados: Diferenças iguais a zero = 6 Soma das diferenças positivas T+ = 73 Soma das diferenças negativas T- = -17 z = 5.23 (P = 0.000) Mediana momento A = 67.0 Mediana momento B = 70.5 Para se realizar o teste usando diretamente a tabela de valores críticos de Wilcoxon, determina-se primeiro que T calc = 17, pois -17 < +73. Retirando as diferenças iguais a zero, resulta n = 96 6 = 90. Então o valor crítico para α = é T 0.001;90 = Logo, T calc = 17 < T 0.001;90 = Conclui-se que os níveis de pressão arterial sistólica diferem nos dois momentos, sendo mais elevado após 24 h a contar do nascimento.
36 Teste pareado de Wilcoxon α = é T 0.001;90 = Logo, T calc = 17 < T 0.001;90 = 1240.
37 Teste pareado de Wilcoxon Exemplo: Uma médica mediu a pressão arterial sistólica de 96 recém-nascidos em dois momentos: quando tinham entre h (A) e quando tinham h (B) de vida. Deseja-se testar a hipótese de que a pressão arterial sistólica apresenta valores diferentes nesses dois momentos. Usando α = Os dados foram analisados por um programa de computador, que forneceu os seguintes resultados: Diferenças iguais a zero = 6 Soma das diferenças positivas T+ = 73 Soma das diferenças negativas T- = -17 z = 5.23 (P = 0.000) Mediana momento A = 67.0 Mediana momento B = 70.5 Conforme foi visto, para um tamanho amostral superior a 25 podese usar a distribuição normal para testar a significância de T. O valor de z calc fornecido pelo programa de computador que realizou os cálculos foi de 5.23, que é muito maior do que 3.29 o valor crítico de z para o valor de significância Portanto, rejeita-se a hipótese de igualdade para os valores dos dois momentos. O valor-p associado a z = 5.23 confirma a decisão, aparecendo no relatório do programa como P =
38 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 6 Existem diversos métodos de estimação do volume de madeira produzido pelas árvores, nomeadamente modelos de estimação baseados no diâmetro basal e modelos de estimação baseados no diâmetro à altura do peito (dap). Pretende-se comparar um método de estimação baseado no diâmetro basal com outro método baseado no dap. Para tal, os volumes (m 3 ) de madeira dos mesmas 15 pinheiros foram estimados pelos dois métodos:
39 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 6 Método: cálculo das somas dos postos Método: cálculo com correção dos empates dos postos
40 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 6
41 Teste pareado de Wilcoxon Exercício 6
42 Teste Kruskal-Wallis
43 Teste Kruskal-Wallis O teste de Kruskal-Wallis (KW) é uma extensão do teste de Wilcoxon-Mann-Whitney. É um teste não paramétrico utilizado para comparar três ou mais populações. Ele é usado para testar a hipótese nula de que todas as populações possuem funções de distribuição iguais contra a hipótese alternativa de que ao menos duas das populações possuem funções de distribuição diferentes. William Henry Kruskal ( ) e Wilson Allen Wallis ( ).
44 Teste Kruskall-Wallis O teste de Kruskal-Wallis é o análogo ao teste F utilizado na ANOVA 1 fator. Enquanto a análise de variância dos testes dependem da hipótese de que todas as populações em confronto são independentes e normalmente distribuídas, o teste de Kruskal-Wallis não coloca nenhuma restrição sobre a comparação. Suponha que os dados provenham de k amostras aleatórias independentes com tamanhos amostrais n1, n2,..., nk sendo N = n1 + n nk o número total de elementos considerados em todas as amostras.
45 Teste Kruskal-Wallis Para aplicar o método de Kruskal-Wallis, primeiramente ordenamos todas as N observações das k amostras da menor para a maior observação e consideramos r ij como sendo o posto de X ij. Deste modo, temos por exemplo, que R 1 é a soma dos postos dos elementos da amostra 1 e R i. é o posto médio destas mesmas observações. A estatística de Kruskal-Wallis H, será dada por onde t j é o tamanho do grupo de elementos repetidos j e g é o número de grupos. Uma observação que não se repete é considerada como um grupo de tamanho 1. Esta estatística tem, aproximadamente, uma distribuição qui-quadrado com k-1 graus de liberdade. H0 é rejeitada quando H calc > H crítico
46 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 Os dados a seguir são de uma experiência clássica agrícola para avaliar o rendimento de culturas divididas em quatro grupos diferentes. Para manter a simplicidade, identificamos os tratamentos usando os números inteiros {1,2,3,4}. Queremos avaliar se os dados provém de distribuições igualmente distribuídas. 1. Estabelecemos as hipóteses: 2. A partir dos dados da tabela, relacionando os postos de cada elemento, os tamanhos amostrais de cada grupo e os valores R i para cada grupo:
47 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7
48 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 3. Cálculo da estatística H. 4. Cálculo dos valores críticos. Fixando o nível de significância α = 0.05 e sabendo que k = 4, temos que o valor crítico corresponde ao ponto Q 0,95 = Critério de rejeição. Como H obs = > Q 0,95 = 9.48, rejeitamos a hipótese nula.
49 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7
50 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 6. Neste caso, o p-valor é dado por Via tabela normal: < Quanto maior o valor de X 2 para GL=3, menor a probabilidade
51 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7
52 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 Valores críticos para distribuição de Kruskal-Wallis
53 Teste Kruskal-Wallis Quando rejeitamos a hipótese nula H0 no teste de Kruskal-Wallis, indica que ao menos um dos grupos é diferente dos demais. Porém, não temos a informação de quais são diferentes. Neste sentido, um procedimento de comparações múltiplas nos permite determinar quais grupos são diferentes. Suponha que a hipótese de não haver diferença entre os k grupos foi testada e rejeitada ao nível de significância α.
54 Teste Kruskal-Wallis
55 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 No procedimento de comparações múltiplas, vamos seguir os seguintes passos: 1. Calcular as diferenças observadas. Média simples
56 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 No procedimento de comparações múltiplas, vamos seguir os seguintes passos: 1. Calcular as diferenças observadas
57 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 2. Consultar o valor de Z na tabela dos valores críticos da distribuição Q para testes de comparações múltiplas não paramétricos.
58 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 3. Calcular as diferenças críticas.
59 Teste Kruskal-Wallis Exercício 7 4. Decisão: Se diferença observada > diferença crítica = há diferença significativa
60 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8 Considere os seguintes 3 tratamentos, A, B, C, cada um com 7 repetições. Pretende-se averiguar se três tratamentos conduzem a resultados iguais, isto é: H0: Os três tratamentos têm a mesma distribuição; H1: Os três tratamentos não têm a mesma distribuição.
61 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8 Considere os seguintes 3 tratamentos, A, B, C, cada um com 7 repetições. Pretende-se averiguar se três tratamentos conduzem a resultados iguais, isto é: Passos: 1. Juntar e ranquear 2. Calcular partes da fórmula individualmente N = número total de amostras ni = número de amostras por tratamento Ri = soma dos postos de cada amostra t = número de empates por posto
62 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8 Significância do teste baseado no valor de H, graus de liberdade e α.
63 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8
64 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8
65 Teste Kruskal-Wallis Exercício 8 Valores críticos de Kruskal-Wallis H calc < H tabelado = aceita H0
66 Teste Kruskal-Wallis Exercício 9 Uma empresa de cosméticos criou um pequeno ensaio de um novo creme para o tratamento de manchas da pele. É medida a eficácia do novo creme em comparação com o creme preeminente no mercado e um placebo. Trinta pessoas foram classificadas em três grupos de 10 pessoas aleatórias, embora pouco antes do início da amostragem duas pessoas do grupo de controle e uma pessoa do grupo de teste para o creme desistiram. A tabela mostra o número de manchas removidas de cada pessoa durante o ensaio. N = número total de amostras ni = número de amostras por tratamento Ri = soma dos postos de cada amostra t = número de empates por posto
67 Teste Kruskal-Wallis Exercício 9
68 Teste Kruskal-Wallis Exercício 9
69 Teste Kruskal-Wallis Exercício 10 Num estudo de limnologia mediu-se o ph de oito amostras de água de cada uma de quatro barragens. Os valores são os seguintes: Pretende-se averiguar se as águas das quatro origens têm o mesmo valor de ph, isto é:
70 Teste Kruskal-Wallis Exercício 10
71 Teste Kruskal-Wallis Exercício 10
72 Extras Para achar o valor tabelado: Funções INV. Para achar a probabilidade: Funções DIST.
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