Carcinóide do Apêndice
|
|
|
- Theodoro de Andrade Leal
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Apêndice
2 Tumores do Apêndice Extremamente raros Em geral o diagnóstico é intra-operatório com suspeita de apendicite aguda em pacientes mais velhos Carcinóide é o mais comum Adenocarcinoma do apêndice somente 0,5% das neoplasias intestinais Metade dos adenocarcinomas são da variedade mucinosa e cerca de ¼ produzem pseudomixoma peritonei
3 Tumores do Apêndice A sobrevida em 5 anos para o adenocarcinoma do apêndice é de 55% O tipo mucinoso tem melhor prognóstico que o tipo colônico Sobrevida com hemicolectomia direita é 58% versus 20% com apendicectomia somente Indicações para a hemicolectomia : tumor invasor; na base; mucossecretor; invasão linfática, serosa ou do mesoapêndice; pleomorfismo celular com alto índice mitótico Podem estar associados a outros tumores GI em 35%
4 Tumores do Apêndice Tumores adenocarcinóides do apêndice apresentando-se como tumor(es) de Krukenberg têm sido relatados A apendicectomia é obrigatória quando, mediante um tumor de Krukenberg não se localiza o tumor primário A radioterapia pode paliar doença locoregional extensa
5 Carcinóide do Apêndice É a malignidade mais comum do apêndice. Origem nas células argentafins (crista neural). Média de idade 42 anos mulheres. Uma das malignidades GI + comuns nas crianças 19% dos carcinóides localizam-se no apêndice. A maioria assintomática e < 1cm. <1cm = apendicectomia. 1-2 cm = colectomia se na base ou invasor >2cm = hemicolectomia
6 Carcinóide do Apêndice 35% já estão disseminados ao diagnóstico. Sobrevida de 94% em 5 anos para a doença localizada 85% em 5 anos para doença regional 35% em 5 anos para doença metastática 15% têm tumores sincrônicos não carcinóides.
7 Intussuscepção do Apêndice Entidade rara Diagnóstico difícil Sintomatologia inespecífica Costuma ocorrer cerca de 2 semana após a apendicetomia com bolsa (Parker Kehr) Dor + vômito + sangramento baixo + massa Diagnóstico com clister opaco ou CT Pode ser causado pela presença de tumor Tratamento conforme a causa
8
9 Doença Diverticular
10 Definições Protusões saculares de mucosa através da parede dos cólons Falsos ou adquiridos ( compostos por mucosa + serosa). Diverticulose : inúmeros divertículos Diverticulite : inflamação ou infecção no divertículo.
11 Classificação Congênitos ou verdadeiros (13%) Adquiridos ou pseudodivertículos (87%)
12 Epidemiologia 1 Incidência: 5% a 10% das pessoas acima de 45 anos 2/3 >80 anos têm divertículos 2 Dieta e Distribuição Geográficas: Dietas ricas em gorduras e pobre em fibras e mais incidentes em paises ocidentais.
13 Etiologia e Fisiopatogenia: Dietas pobres em fibras exigem maior pressão intraluminar ao nível das haustrações, causando os divertículos no cólon esquerdo (forma hipertônica do jovem). No velho a causa é a hipotonia. Os divertículos verdadeiros são pouco freqüentes e, provavelmente, são congênitos e mais comuns no cólon direito. Os divertículos são localizados habitualmente entre as tênias mesentéricas e anti mesentéricas. Hipóteses incluem: infiltração gordurosa, degeneração da parede do cólon com a idade, hipertrofia muscular e fraqueza da parede colônica.
14 Quadro Clínico Doença diverticular não complicada Dor discreta em hipogástrio e fossa ilíaca esquerda Distensão abdominal Flatulência Alteração discreta dos hábitos intestinais Doença diverticular com processo infeccioso Dor abdominal em fossa ilíaca esquerda Alteração do hábito intestinal Febre Suboclusão intestinal Náuseas e vômitos Disúria e pneumatúria (fístula vesical é a mais comum)
15 Diagnóstico Exame físico Exame proctológico Toque retal Retossigmoidoscopia Clister opaco Rx simples de abdome Arteriografia seletiva Colonoscopia TC de abdome Ultrasom de abdome
16 Doença Diverticular do Cólon
17 Obs: Clister opaco e colonoscopia são contra-indicados na crise devido ao risco de perfuração.
18 Colonoscopia: Importante para afastar lesões concomitantes como carcinoma e pólipos e visualização do óstios diverticulares. Doença Diverticular Complicada - Rotina de Abdome Agudo - USG de abdome: Ajuda na detecção de abcessos - Tomografia Computadorizada: è o melhor método
19 Diagnóstico Diferencial CA de cólon Apendicite aguda Doença inflamatória do cólon Endometriose Cólica uretral esquerda
20 Complicações Hemorragia Infecção (abscessos) Perfuração Fístulas Obstrução intestinal
21 Tratamento Doença não complicada Dieta rica em resíduo Tratamento da obstipação intestinal Doença diverticular sintomática Dieta + Tratamento da obstipação intestinal Antiespasmódicos Diverticulite Aguda Repouso no leito Dieta sem resíduos Antibióticos
22 Indicações Cirúrgicas Relativas: Jovens Falha no tratamento clínico Hemorragia ou infecção reincidente Absolutas: Perfurações livres ou bloqueadas Obstrução aguda (alça fechada) ou crônica Fístulas Infecções urinárias frequentes Associação com câncer
23 Cirurgias mais indicadas Ressecção com anastomose primária Doença diverticular não complicada Perfurações localizadas Fístulas internas ou externas Obstrução crônica Hemorragias agudas Ressecção e anastomose primária com colostomia de proteção Abdome agudo perfurado com peritonite localizada Hemorragias graves com divertículos em todo o cólon, onde o paciente foi submetido a colectomia total Colostomia sem ressecção e drenagem Processo inflamatório extenso grave Grandes abscessos Perfurações em que o estado geral do paciente seja ruim Obstrução intestinal aguda Cirurgia de Hartmann Ressecção com colostomia e fístula cutânea
24 Volvo As partes móveis do cólon são o ceco, o transverso e o sigmóide Todos têm o potencial de rodar ao redor do meso produzindo um volvo Mais frequente no sigmóide e no ceco O infarto colônico se deve à obstrução vascular e à alça fechada O principal fator predisponente é a estase com distensão crônica, comum em idosos acamados
25 VOLVO CECAL : É o último segmento a rodar na vida embrionária A distensão do ceco provavelmente é o fator a induzir a rotação do volvo Quadro clínico : dor abdominal súbita e distensão A dor progride com o infarto colônico Massa palpável (QSE ou mesogástro) Diagnóstico diferencial extenso Ceco distendido com imagem de bico de pássaro Tratamento conservador não tem vez Cecopexia ou ressecção com reconstrução em 1 ou 2 tempos
26 VOLVO DE SIGMÓIDE : Tamanho variável Constipação e laxantes podem cusar distensão Predisponentes : Ogilvie, Hirschprung, Chagas, Hipotireoidismo, Parkinson, Esclerose múltipla, Amiloidose, Miopatias, Uso de anticolinérgicos Tratamento conservador em todos que não tiverem sinais de isquemia Motivos : estado geral prévio ruim; mesmo que a cirurgia eteja indicada (recorrência) ela será melhor com o cólon preparado ; completar a investigação para melhor planejamento cirúrgico (Aganglionose x inércia colônica global)
27 VOLVO DE SIGMÓIDE : Métodos conservadores de redução do volvo : Retossigmoidoscopia Colonoscopia Clister Remover o tubo retal somente horas após Taxa de sucesso em torno de 50%
28 VOLVO COLÔNICO : TRATAMENTO CIRÚRGICO : Ceco : Isquemia = colectomia direita (reconstrução imediata ou tardia) Sem isquemia, mas paciente grave = cecostomia * Sigmóide: Esvaziamento via retal do volvo e pexia sob o peritônio* Hartmann Sigmoidectomia com reconstrução imediata * (literatura americana - Schwartz)
29
30 Questões 1- Quais das opções abaixo não é uma complicação da diverticulite aguda: a- perfuração b- obstrução intestinal c- fístula d- hematêmese
31 SUS ) Na obstrução em "alça fechada", o risco de ruptura é maior no seguinte segmento intestinal: a) cólon transverso b) cólon esquerdo c) sigmóide d) ceco
32 UERJ - 1ª ETAPA - PROVA GERAL ) O "bico de pássaro" ou "ás de espadas" é uma imagem radiológica que constata indicativa de: a) neoplasia retal b) volvo de sigmóide c) invaginação cecal d) cisto ovariano esquerdo e) diverticulose de cólon direito
33 UERJ ) Mulher de 53 anos apresenta quadro de parada de eliminação de gazes e fezes, associada a dor abdominal, principalmente em fossa ilíaca esquerda. Os exames complementares sugeriram lesão estenosante tumoral no nível do cólon sigmóide, de confirmado em uma laparotomia realizada em regime urgência. A conduta cirúrgica a ser adotada nesse paciente deverá ser: a) exteriorização da lesão + colostomia proximal b) hemicolectomia esquerda + anastomose término-terminal c) ressecção da massa tumoral com margens apropriadas + colostomia proximal d) ressecção da massa tumoral com margens apropriadas + drenagem da cavidade e) ressecção da massa tumoral com margens apropriadas + anastomose término-terminal
34 Fesp 2003 Até 25% dos pacientes com diverticulite ativa desenvolvem complicações que levam ao tratamento cirúrgico. Metade deles são operados devido à: a) Formação de abscesso b) Perfuração livre c) Fistulização d) Obstrução intestinal
35 Considerando que a patogenia da apendicite aguda depende principalmente da obstrução da luz do apêndice, é correto citar como primeiro sintoma deste quadro: a) Febre b) Náuseas c) Vômitos d) Dor abdominal Fesp 2003
36 Fesp 2003 Um homem de 77 anos com historia de diverticulose é admitido com pneumatúria. O melhor método para localizar a fistula e: a) Cistoscopia b) Colonoscopia c) Arteriografia d) Retossigmoidoscopia
37 Considerando que a patogenia da apendicite aguda depende principalmente da obstrução da luz do apêndice, é correto citar como primeiro sintoma deste quadro: a) Febre b) Náuseas c) Vômitos d) Dor abdominal Fesp 2003
38 Fesp 2003 Até 25% dos pacientes com diverticulite ativa desenvolvem complicações que levam ao tratamento cirúrgico. Metade deles são operados devido à: a) Formação de abscesso b) Perfuração livre c) Fistulização d) Obstrução intestinal
39 2 Qual é a composição do divertículo verdadeiro? a- mucosa b- mucosa e muscular circular c- serosa d- mucosa, muscular circular e serosa
40 3 Qual é o local mais comum do divertículo verdadeiro: a colon descendente b - cólon transverso c - reto d ceco
41 4- Qual dos exames abaixo é contra- indicado na diverticulite aguda: a- tomografia computadorizada b- radiografia de abdome c- USG de abdome d- Clister opaco
42 5- Qual é o melhor exame para diagnóstico de diverticulite aguda: A- Rotina de abdome agudo B- USG de abdome C- Clister opaco D- Tomografia Computadorizada
43 HCPM RJ Fístula enterocutânea espontânea é mais comumente causada por: a) colite ulcerativa b) doença de Crohn c) defeito congênito do intestino delgado d) diverticulite e) trauma abdominal
44 FESP Paciente de 42 anos apresenta diarréia acompanhada de febre, dor abdominal em cólica e hematoquezia. Ao exame, o médico assistente notou a presença de fístula retovaginal. O diagnóstico provável é: a) câncer de colo uterino b) retocolite ulcerativa c) doença de Crohn d) colite amebiana
45 FESP Constitui um dos sinais macroscópicos mais precoces da doença de Crohn: a) granuloma b) úlcera aftosa c) inflamação transmural d) inflamação focal crônica
46 HSPESP Assinale a alternativa correta: a) a retocolite ulcerativa é mais comum em fumantes do que em não fumantes b) o exame histológico do cólon demonstra características específicas das doenças inflamatórias intestinais c) a presença de sangue nas fezes, febre e taquicardia caracteriza a forma grave da retocolite ulcerativa inespecífica d) em pacientes com retocolite ulcerativa a elevação do nível de fosfatase alcalina deve ser considerado o diagnóstico de colangite esclerosante e) eritema nodoso, artropatia periférica ou episclerite não se relacionam à atividade das doenças inflamatórias intestinais
47 A apresentação grave de retocolite ulcerativa cursa com as alterações dentre outras opções. Observe o quadro. Grave 6 ou evacuações/dia com sangue; febre, anemia e VHS >30 mm/h. Opção D Nível elevado de fosfatase alcalina nos faz pensar nas manifestações extraintestinais de origem HEPATOBILIAR esteato-hepatite, colelitíase, pericolangite, hepatite auto-imune e colangite esclerosante.
48 HSPESP Um paciente de 35 anos refere diarréia mucossanguinolenta há 12 meses, com emagrecimento de 3 kg neste período. Há duas semanas apresentou prurido generalizado e há sete dias icterícia. Nega história familiar de neoplasia. Ao toque retal não se observam massas e na retossigmoidoscopia nota-se presença de intensa hiperemia de toda mucosa avaliada, com ulcerações freqüentes. O diagnóstico mais provável é: a) neoplasia retal com metástase hepática b) colite amebiana com abscesso hepático c) retocolite ulcerativa com colangite esclerosante d) colite pseudomembranosa e hepatite reacional e) doença de Crohn e coledocolitíase
49 UNICAMP Paciente com retocolite ulcerativa inespecífica apresenta piora súbita caracterizada por exacerbação do quadro disentérico, distensão e timpanismo abdominais, e febre. Com a suspeita de megacólon tóxico, o primeiro exame que deve ser solicitado é: a) retossigmoidoscopia b) colonoscopia c) edema opaco d) tomografia computadorizada e) exame radiológico simples do abdome
50 UFRJ Mulher, 26 anos, com colite ulcerativa, é admitida no hospital com febre, diarréia sanguinolenta e abdome doloroso, iniciou tratamento clínico que incluiu o uso de corticosteróide parenteral. No terceiro dia apresentou piora acentuada. A radiografia de abdome mostrou o cólon transverso acentuadamente dilatado, sem pneumoperitônio. O tratamento de escolha deve ser: a) colectomia total + ileostomia b) transversostomia c) colectomia do transverso d) cecostomia
51 IPSEMG O tratamento de escolha para infecção pelo C. difficile com quadro clínico de colite moderada é: a) amicacina b) vancomicina c) metronidazol d) eritromicina
52 UFF A manifestação clínica inicial mais freqüente na colite ulcerativa é: a) tenesmo b) febre c) dor abdominal d) perda de peso e) diarréia sanguinolenta
53 SUS/ RJ Com relação ao megacólon tóxico, é correto afirmar que: a) pode ser desencadeado por uso de opiáceos. b) a terapêutica medicamentosa resolve 90% dos casos c) o corticosteróide endovenoso está contra-indicado nesta situação d) ocorre em cerca de 20 30% dos portadores de retocolite ulcerativa e) hemicolectomia direita pode ser requerida em 40 60% dos casos
54 UFMG O megacólon tóxico ocorre mais freqüentemente associado a: a) colite pseudomembranosa b) doença de Crohn c) megacólon chagásico d) retocolite ulcerativa
55 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA/PR São características da colite ulcerativa, com EXCEÇÃO: a) atinge essencialmente a mucosa b) presença de massa inflamatória abdominal c) estenoses colônicas ou retais benignas raras d) comprometimento retal em 95% dos casos e) ausência de fístulas internas ou para a parede abdominal
56 SANTA CASA DE MISERICÓRDIA/RJ Qual das afirmativas abaixo não corresponde a retocolite ulcerativa? a) é uma doença com tendência a remissões e exacerbações b) envolve principalmente o cólon esquerdo c) cursa com ulcerações superficiais e contínuas d) a complicação hepática mais freqüente é a colangite esclerosante Esteatose hepática é a complicação hepática mais associada.
57 UFRJ Constitui indicação cirúrgica na retocolite ulcerativa a associação dos seguintes aspectos: a) displasia grau I, pseudopolipose e acometimento até o ângulo esplênico do cólon b) displasia grau II, início na infância e evolução crônica contínua c) colite universal, início dos sintomas aos 50 anos e ulcerações visíveis à endoscopia d) pseudopolipose, manifestações extracolônicas e abundante eliminação de sangue e muco pelo reto
58 Indicações cirúrgicas da RCUI: hemorragia maciça megacólon tóxico perfuração intestinal colite fulminante displasia de alto grau intratabilidade clínica A opção B é a correta, pois o grau de displasia é mais acentuado e um fator de risco para o desenvolvimento de câncer está presente: doença de longa duração (início na infância).
59 UFRJ O esquema antibiótico mais apropriado para o tratamento da diverticulite de sigmóide é: a) ceftriaxone + vancomicina b) ciprofloxacina + metronidazol c) oxacilina + ampicilina d) sulfametoxazol + trimetoprim
60 Esquemasdeasociaçãodeantibióticosusadosnotratamentodadiverticulite. CIPROFLOXACINAASOCIADAAMETRONIDAZOL CIPROFLOXACINAASOCIADAACLINDAMICINA AMINOGLICOSÍDEOASOCIADOAMETRONIDAZOL AMINOGLICOSÍDEOASOCIADOACLINDAMICINA CEFTRIAXONAASOCIADAAMETRONIDAZOL Ceftriaxonaasociadaaclindamicina Existem alguns relatos recentes de eficácia no tratamento da diverticulite aguda com amoxicilina associada ao ácido clavulânico.
61 UFRJ A complicação mais freqüente da doença diverticular do sigmóide é: a) perfuração b) hemorragia c) inflamação d) obstrução
62 77 (C) As principais complicações da doença diverticular são hemorragia e diverticulite. Devemos lembrar que a principal causa de hematoquezia em pacientes acima da quinta década de vida é proveniente do sangramento de divertículos colônicos. Quinze por cento dos pacientes com doença diverticular do cólon apresentam hemorragia. Dez a 25% dos pacientes com doença diverticular do cólon desenvolvem sinais e sintomas de diverticulite. As complicações como formação de abscesso ou a fistulização desenvolvem-se em aproximadamente 20% dos pacientes após uma crise isolada de diverticulite, enquanto a taxa de complicação aproxima-se de 60% nos pacientes que tiveram episódios prévios.
Anatomia e Fisiologia do apêndice cecal
APENDICITE AGUDA Histórico Descrita pela primeira vez por Lorenz Heister em 1755. Em 1827, Melin publicou artigo sobre inflamação aguda do apêndice, recomendado sua retirada cirúrgica. Anatomia e Fisiologia
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Doenças comuns no intestino: - Úlcera Duodenal: semelhante à gástrica; Sintomas: Dor epigástrica que alivia com os alimentos
Doença Diverticular do Cólon
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto Doença Diverticular do Cólon Prof. Dr. João Gomes Netinho Disciplina de Coloproctologia Hospital de Base - FAMERP Doença Diverticular do Cólon Conceito Considerações
Profª. Thais de A. Almeida
Profª. Thais de A. Almeida Acometimento inflamatório crônico do TGI Mulheres > homens Pacientes jovens (20-30 anos) Doença de Crohn Retocolite Ulcerativa Causa idiopática: Fatores genéticos; Resposta imunológica
Funcional - Pressão intracólica aumentada - Motilidade basal e propulsiva aumentada - Lume estreito contracções segmentares
Doença Diverticular Fisiopatologia Estrutural - Parede cólica: mucosa, submucosa muscular - circular - longitudinal - Teniae coli serosa - Falsos divertículos - Hipertrofia da camada muscular: da elastina
Complicações na Doença Inflamatória Intestinal
1 Complicações na Doença Inflamatória Intestinal Esta é uma iniciativa do GEDIIB de favorecer o acesso dos Médicos especialistas em DII a uma forma lúdica de informar seus pacientes sobre aspectos decisivos
03/05/2012. Abdome Agudo. Abdome Agudo obstrutivo. Dor de início súbito (de horas até 7 dias), não traumática.
Abdome Agudo Dor de início súbito (de horas até 7 dias), não traumática. Demanda intervenção médica imadiata, cirúrgica ou não 2 Abdome Agudo obstrutivo Gastro-intestinal Vólvulo Hérnias Aderências Genito-urinário
ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO. Dario A. Tiferes
ABDOME AGUDO INFLAMATÓRIO Dario A. Tiferes [email protected] ABDOME AGUDO Apendicite Colecistite Diverticulite Colites pancreatite Ileítes (DII) Apendagite Doença péptica Isquemia intestinal
Caso Clínico. Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome.
Caso Clínico Paciente do sexo masculino, 41 anos. Clínica: Dor em FID e região lombar direita. HPP: Nefrolitíase. Solicitado TC de abdome. Apendicite.
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em
DOENÇA DIVERTICULAR DO CÓLON
DOENÇA DIVERTICULAR DO CÓLON 1. Definição Divertículos = protusões em forma de saco da parede colónica, c/ tamanho variável. Divertículos verdadeiros contêm todas as camadas da parede do cólon; são congénitos;
HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 05/2015 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS
HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 05/2015 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 45 MÉDICO I (Coloproctologia) 01. C 11. C 02. D 12. D 03. A 13. E 04. E 14. E 05.
ESTADO ATUAL DO TRATAMENTO DA MUCOCELE DE APÊNDICE CECAL
ESTADO ATUAL DO TRATAMENTO DA MUCOCELE DE APÊNDICE CECAL UNITERMOS CISTOADENOMA MUCINOSO, APÊNDICE, MUCOCELE. Fernanda Simões Guimarães Marcelo Garcia Toneto KEYWORDS MUCINOUS CYSTADENOMA, APPENDIX, MUCOCELE.
Bárbara Ximenes Braz
Bárbara Ximenes Braz Identificação Sexo masculino 26 anos Universitário Americano Queixa principal Dor abdominal há 1 semana. HDA O paciente apresentou queixa de dor latejante, constante há uma semana,
Doença de Crohn. Grupo: Bruno Melo Eduarda Melo Jéssica Roberta Juliana Jordão Luan França Luiz Bonner Pedro Henrique
Doença de Crohn Grupo: Bruno Melo Eduarda Melo Jéssica Roberta Juliana Jordão Luan França Luiz Bonner Pedro Henrique A doença de Crohn (DC) é considerada doença inflamatória intestinal (DII) sem etiopatogenia
Diverticulite aguda: Como manejar? Paula Arruda do Espirito Santo Orientação: Professor Antonio Jose Carneiro
Diverticulite aguda: Como manejar? Paula Arruda do Espirito Santo Orientação: Professor Antonio Jose Carneiro CASO CLÍNICO Paciente de 67 anos, masculino, branco, natural do RJ, engenheiro. Procura atendimento
CHEGOU UMA CRIANÇA NO PLANTÃO
CHEGOU UMA CRIANÇA NO PLANTÃO EMERGÊNCIAS CIRURGICAS PEDIÁTRICAS CAUSAS INFLAMATÓRIAS APENDICITE - MAIS FREQUENTE. DIVERTICULITE DE MECKEL. COLECISTITE. CAUSAS INFLAMATÓRIAS PERITONITES RELACIONADA A VÁLVULAS
Doença Diverticular dos Cólons
Doença Diverticular dos Cólons C A P Í T U L O Orcina Fernandes Duarte Joviliano Aníbal Sudário Guimarães José Joaquim Ribeiro da Rocha INTRODUÇÃO A doença diverticular dos cólons (DDC) é caraterizada
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ. CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA RESIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES [email protected] 2008 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência
APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O QUE É APENDICITE E PORQUE OCORRE
APENDICITE AGUDA O QUE É APÊNCIDE CECAL? O apêndice vermiforme ou apêndice cecal é uma pequena extensão tubular, com alguns centímetros de extensão, terminada em fundo cego, localizado no ceco, primeira
SUS A causa mais comum de estenose benigna do colédoco e:
USP - 2001 89 - Paciente de 48 anos, assintomática, procurou seu ginecologista para realizar exame anual preventivo. Realizou ultra-som de abdome que revelou vesícula biliar de dimensão e morfologia normais
Questões das aulas teóricas de Propedêutica Cirúrgica II
Questões das aulas teóricas de Propedêutica Cirúrgica II 2010-2011 Semiologia do Esófago 1. Doente do sexo masculino, de 30 anos de idade; apresenta dificuldade na deglutição, com evolução de 2 meses,
Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.
INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,
APE P NDICITE T A GUDA MARCELO LINHARES
APENDICITE AGUDA MARCELO LINHARES APENDICITE AGUDA INTRODUÇÃO Primeira descrição de apendicite Heister, 1683 Reconhecida como entidade patológica em 1755 Patologia mais importante do apêndice cecal Principal
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006
COLECISTITE AGUDA ANDRÉ DE MORICZ CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA PARA REWSIDENTES COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIÕES 2006 COLECISTITE AGUDA OBJETIVOS 1- Introdução - incidência -definição 2- Etiopatogenia
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho
ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Waldemar Prandi Filho NÁUSEAS VÔMITOS DOR ABDOMINAL LEUCOCITOSE ABDOME AGUDO NA GRAVIDEZ Raro 1/500 Diagnóstico Difícil: Sinais e Sintomas Fisíológicos Alterações Anatômicas e
Cuidados no Tratamento Cirúrgico da Colecistite Aguda
Cuidados no Tratamento Cirúrgico da Colecistite Aguda Serviço de Cirurgia Hepatobiliopancreática e Transplantes Hospital Nossa Senhora das Graças Dr. Eduardo José B. Ramos [email protected] Colelitíase
DIAGNÓSTICO E MANEJO DA DIVERTICULITE AGUDA
UNITERMOS DIAGNÓSTICO E MANEJO DA DIVERTICULITE AGUDA DIVERTICULITE/terapia, DIVERTICULITE/diagnóstico, ABDOME AGUDO/terapia. Rebeca Regert Gabriela A Bergmann Lucio S Fillmann KEYWORDS DIVERTICULITIS/therapy,
CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL DO CBC-SP ABDOME AGUDO VASCULAR
CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL DO CBC-SP ABDOME AGUDO VASCULAR TCBC Wilson Rodrigues de Freitas Junior Dept. de Cirurgia Santa Casa SP SÃO PAULO 27/09/2014 ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA RELATIVAMENTE
COLECISTITE AGUDA TCBC-SP
Colégio Brasileiro de Cirurgiões Capítulo de São Paulo COLECISTITE AGUDA Tercio De Campos TCBC-SP São Paulo, 28 de julho de 2007 Importância 10-20% população c/ litíase vesicular 15% sintomáticos 500.000-700.000
AVALIAÇÃO APARELHO DIGESTIVO TC E RM
AVALIAÇÃO APARELHO DIGESTIVO TC E RM! Mauricio Zapparoli DAPI - Diagnóstico Avançado por Imagem / Curitiba-PR Disciplinas de Radiologia Médica e Recursos Diagnósticos - Hospital de Clínicas UFPR Enterografia
DESAFIO DE IMAGEM Aluna: Bianca Cordeiro Nojosa de Freitas Liga de Gastroenterologia e Emergência
DESAFIO DE IMAGEM Aluna: Bianca Cordeiro Nojosa de Freitas Liga de Gastroenterologia e Emergência Caso Clínico Paciente sexo feminino, 68 anos, comparece à unidade de emergência queixando-se de dor e distensão
PRINCÍPIOS PARA O CUIDADO DOMICILIAR POR PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR - FECALOMA: ABORDAGEM CLÍNICA, PRINCÍPIOS E INTERVENÇÕES
PRINCÍPIOS PARA O CUIDADO DOMICILIAR POR PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR - FECALOMA: ABORDAGEM CLÍNICA, PRINCÍPIOS E INTERVENÇÕES Apresentação da Unidade Nesta unidade são abordados conceito, causas e
Imagens de adição -úlceras
Tracto Digestivo 8 -Estudos contrastados do tubo digestivo (conclusão) Imagens de adição (cont.) os processos ulcerativos A radiologia digestiva na era da endoscopia 9 -A imagiologiaseccional no estudo
Ingestão de cáusticos - avaliação de factores preditivos de gravidade. Ver PDF
POSTERS I Ingestão de cáusticos - avaliação de factores preditivos de gravidade. Ver PDF Termocoagulação com argon plasma no tratamento da protopatia rádica hemorrágica. Ver PDF Perfil clínico, imagiológico
Estéfane Lorraine Martins Vasconcelos
Estéfane Lorraine Martins Vasconcelos APENDICECTOMIA ABERTA Incisão transversa do quadrante inferior direito ou incisão oblíqua sobre o ponto de McBurney; A base do apêndice é esqueletizada na junção com
Diagnóstico e Tratamento da Doença Inflamatória Intestinal
1 Diagnóstico e Tratamento da Doença Inflamatória Intestinal Esta é uma iniciativa do GEDIIB de favorecer o acesso dos Médicos especialistas em DII a uma forma lúdica de informar seus pacientes sobre aspectos
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13
DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13 Doença Inflamatória Intestinal Acometimento inflamatório crônico do TGI. Mulheres > homens. Pacientes jovens (± 20 anos). Doença
Planilha do Internato em Cirurgia - 1º / 2014
Planilha do Internato em Cirurgia - 1º / 2014 DATA hora AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 21/03/2014 14:00-14:55 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 14:55-15:50 Abdome
9º Imagem da Semana: Radiografia Tórax
9º Imagem da Semana: Radiografia Tórax Enunciado Paciente do sexo masculino, 39 anos, atendido no Pronto Atendimento com quadro de dor abdominal difusa, intensa e de início súbito, com cerca de 3 horas
Partes constituintes. Irrigação Drenagem Inervação. Movimentos de mistura. Haustrações. Movimentos propulsivos. Mov. de massa.
Partes constituintes Movimentos de mistura Haustrações Irrigação Drenagem Inervação Movimentos propulsivos Mov. de massa Defecação Apêndice Ceco Ânus Bolsa intestinal cega ( 7,5/7,5 cm); Localização; Envolvido
HEMORRAGIAS DIGESTIVAS
HEMORRAGIAS DIGESTIVAS ABORDAGEM 1. ESTABILIZAR 2. LOCALIZAR 3. TRATAR E PREVENIR NOVOS SANGRAMENTOS. HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA (80%). HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA (ângulo de Treitz) COMO LOCALIZAR? Utilizar
Doenças Inflamatórias Intestinais. Luiz Augusto de Moraes Pinheiro Filho 2014
Doenças Inflamatórias Intestinais Luiz Augusto de Moraes Pinheiro Filho 2014 Aspectos Históricos São Doenças antigas com primeiros relatos datando de IV a.c por Hipócrates para a RCUI e 170 a.c por Soranus
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 6/2/2015 13:15-14:10 Tratamento do
SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO
SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO ANAMNESE - 1º PASSO SABAA Caracterização da dor abdominal: Evolução (início e duração) Localização Irradiação Intensidade e tipo Agravo Alivio
INVERSÃO DO CÓLON DIREITO: PROPOSIÇÃO TÉCNICA PARA RECONSTRUÇÃO DO TRÂNSITO COLÔNICO EM RESSECÇÕES AMPLAS DE CÓLON ESQUERDO
INVERSÃO DO CÓLON DIREITO: PROPOSIÇÃO TÉCNICA PARA RECONSTRUÇÃO DO TRÂNSITO COLÔNICO EM RESSECÇÕES AMPLAS DE CÓLON ESQUERDO MÁRIO LUIZ MACEDO XAVIER - TSBCP DEIL ARTHUR CANEDO LIMA - FSBCP FRANCISCO LOPES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI CAMPUS CENTRO OESTE Planilha de aulas - Internato em Cirurgia 1º semestre de 2015 DATA SALA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 6/2/2015 102. D 13:15-14:10 Tratamento
Concurso Público UERJ 2012 Prova discursiva Médico Ccirurgião Geral
01 Uma mulher de 50 anos de idade, branca, relata dor nos ossos há um ano. Apresenta um quadro de artrite reumatoide, em investigação na reumatologia. Relata identificação de processo de osteoporose precoce
RESUMO INTESTINOS DELGADO E GROSSO DOENÇAS INTESTINAIS NÃO NEOPLÁSICAS
DOENÇAS INTESTINAIS NÃO NEOPLÁSICAS Obstrução intestinal: Intestino delgado é o mais atingido graças a sua luz estreita. Causas: Obstruções mecânicas herniação, aderência, vólvulo e intussuscepção (80%
Seminário Grandes Síndromes
Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 26/01/18 17:00 Apresentação do internato Fernanda + Joao Marcos + Denny
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR 26/01/18 17:00 Apresentação do internato + Joao Marcos + Denny 23/02/18 13:15 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica Fábio 14:10 Abdome Agudo
Endo Digestiva Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ENDOSCOPIA DIGESTIVA. Situação-Problema 1
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ENDOSCOPIA DIGESTIVA Situação-Problema 1 A) Esofagite eosinofílica B) Microabscessos eosinofílicos Agregados de eosinófilos. Concentração
Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) HDB é o sangramento agudo que ocorre com origem distal ao ângulo de Treitz.
Hemorragia Digestiva Baixa (HDB) HDB é o sangramento agudo que ocorre com origem distal ao ângulo de Treitz. Epidemiologia o Menos freqüente que a HDA o Mais em idosos o 24% de tds as HDs o 20-27 casos
Afecções Sistema Digestório. Aula 03 EO Karin Bienemann
Afecções Sistema Digestório Aula 03 EO Karin Bienemann Úlcera Péptica Lesão ulcerada que pode ocorrer: esôfago, estômago e duodeno devido o suco gástrico. Sem ácido, não há úlcera" Uma vez ulceroso, sempre
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 EDITAL N. 001/2014 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 25 EDITAL N. 0/24 CRITÉRIOS DA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás coloca à disposição
Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM COLOPROCTOLOGIA
CONHECIMENTOS EM COLOPROCTOLOGIA A polipose adenomatosa familiar é uma doença autossômica dominante, cuja anomalia genética está localizada no braço longo do cromossomo: A) 12 B) 7 C) 10 D) 4 E) 5 A síndrome
Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2006 CONHECIMENTOS EM COLOPROCTOLOGIA
CONHECIMENTOS EM COLOPROCTOLOGIA A polipose adenomatosa familiar é uma doença autossômica dominante, cuja anomalia genética está localizada no braço longo do cromossomo: A) 12 B) 7 C) 5 D) 10 E) 4 A síndrome
2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCTOLOGIA. Questão nº: 21 O cancróide é uma DST ulcerativa causada por qual agente?
2ª PARTE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROCTOLOGIA Questão nº: 21 O cancróide é uma DST ulcerativa causada por qual agente? a) Calymmatobacterium ganulomatis b) Clamydia trachomatis c) Haemophilus ducreyi
Sessão TOMOGRAFIA. Diego S. Ribeiro Porto Alegre - RS
Sessão TOMOGRAFIA Diego S. Ribeiro Porto Alegre - RS Caso 1 Feminino, 48 anos, história de HAS, DM e pancreatite prévia recente (há 1 mês), reinternou com dor abdominal, náuseas e vômitos. Nega história
Semiologia do Intestino Delgado
Semiologia do Intestino Delgado Anatomia e embriologia Fisiologia Digestão e absorção de hidratos de carbono, proteínas e gorduras. Absorção de água electrólitos e vitaminas. Motilidade, funções endócrinas
Disciplina de Cirurgia Geral. Carlos Augusto Real Martinez
São Paulo 28 de junho de 2008 Disciplina de Cirurgia Geral Carlos Augusto Real Martinez DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS TRATAMENTO CIRÚRGICO Doenças inflamatórias intestinais Doença de Crohn Colite Ulcerativa
GAMEDII HISTÓRIA EQUIPE GAMEDII AGRADECIMENTOS:
GAMEDII HISTÓRIA A formação de uma equipe de profissionais interessados na assistência aos pacientes portadores de doença de Crohn e retocolite ulcerativa iniciou-se em outubro de 2005. Através da equipe
GABARITO PROVA TEÓRICA QUESTÕES DISSERTATIVAS
CONCURSO PARA TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PATOLOGIA Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo SÃO PAULO/SP Departamento de Patologia, 1º andar, sala 1154 20 e 21 de MAIO DE 2016 GABARITO PROVA TEÓRICA
(a) Isquemia mesentérica (b) Retocolite ulcerativa (c) Doença de Crohn (d) Doença de Paget (e) Linfoma
1 - A hidroadenite supurativa origina-se de : (a) Infecção do folículo piloso (b) Infecção nas glândulas de Chiare (c) Fístula decorrente de abscesso isquiorretal (d) Infecção nas glandulas apócrinas sudoríparas
RASTREAMENTO E DIAGNÓSTICO PRECOCE DE CÂNCER COLORRETAL
RASTREAMENTO E DIAGNÓSTICO PRECOCE DE CÂNCER COLORRETAL UNITERMOS NEOPLASIAS COLORRETAIS/diagnóstico Yuri Zamban Vieira Carolina Lançanova Duré Lucio Sarubbi Fillmann KEYWORDS COLORECTAL NEOPLASMS/diagnosis
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR SALA 26/07/ :00 Apresentação do internato Denny
DATA HORA AULA PROGRAMADA MÓDULO PROFESSOR SALA 26/07/2018 17:00 Apresentação do internato Denny 30/07/2018 Apresentação do internato - para todos alunos HSJD Apresentação do internato - para todos alunos
Plano de Ensino-Aprendizagem Roteiro de Atividades Curso: Medicina
Plano de Ensino-Aprendizagem Roteiro de Atividades Curso: Medicina CÓDIGO RCG0432 Sistema Digestivo NOME DA DISCIPLINA Período(s) de oferecimento PRESENCIAL ESTUDO DIRIGIDO TOTAL 6º semestre 195 horas
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA
ASSISTÊNCIA E FUNCIONAMENTO NA SÍNDROME ESOFÁGICA Principal função do ESÔFAGO : conduzir o alimento da faringe para o estômago, peristaltismo primário e secundário Peristaltismo Primário: continuação da
ENFERMAGEM DOENÇAS HEPÁTICAS. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS HEPÁTICAS Profª. Tatiane da Silva Campos - Consideradas por muitos profissionais da área da saúde como pouco expressivas. - Porém, são altamente prevalentes na população e algumas como
Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses
Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic
- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular
Doenças Vasculares Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação
Serviço de Radiologia FMUP HSJ
Serviço de Radiologia FMUP HSJ Janeiro 2006 Espessamento parietal e diminuição do calibre do colon descendente e sigmóide, com dilatação a montante - inespecífico - neste casos associado a colite isquémica,
A PREVENÇÃO faz a diferença
O cancro do colón e reto é um dos cancros mais comuns a nível mundial. A maioria está associada à idade avançada e a fatores dietéticos/ambientais e só uma pequena percentagem está associada a fatores
M. F. M., sexo feminino, caucasiana 68 anos Reformada da função pública Viúva, natural e residente no Porto. Recorreu ao SU Setembro de 2006
Identificação M. F. M., sexo feminino, caucasiana 68 anos Reformada da função pública Viúva, natural e residente no Porto Recorreu ao SU Setembro de 2006 Clínica Dor no quadrante inferior esquerdo do abdomén
CIRURGIA DO PÂNCREAS
UNIFESP CIRURGIA DO PÂNCREAS PANCREATITE CRÔNICA Educação Continuada - 2007 Cirurgia Geral CBC-SP EJL PANCREATITE CRÔNICA Alterações pancreáticas parenquimatosas e ductais evolutivas e de caráter irreversível
Hemangioma hepático: Diagnóstico e conduta. Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Núcleo de Estudos do Fígado
Hemangioma hepático: Diagnóstico e conduta Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Núcleo de Estudos do Fígado Lesões benignas do fígado Tumores Epiteliais Hepatocelular Hiperplasia nodular
GASTROINTESTINAL CAUSES OF RIGHT LOW QUADRANT ABDOMINAL PAIN - HANDLING, AND TREATMENT ACCORDING TO CT IMAGE
GASTROINTESTINAL CAUSES OF RIGHT LOW QUADRANT ABDOMINAL PAIN - HANDLING, AND TREATMENT ACCORDING TO CT IMAGE CAUSAS GASTROINTESTINAIS DE DOR ABDOMINAL EM QUADRANTE INFERIOR DIREITO MANEJO, TRATAMENTO E
Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA
Hemangiomas: Quando operar e quando observar Orlando Jorge M.Torres Nucleo de Estudos do Fígado F - UFMA Lesões Benignas do FígadoF Tumores Epiteliais Hepatocelular Hiperplasia nodular focal Hiperplasia
Secretaria de Saúde de Pernambuco SES Processo Seletivo à Residência 2007
QUESTÃO 01 Em relação ao seguimento pós-radioquimioterapia dos tumores epidermóides do canal anal, é correto afirmar: A) Dosagens repetidas do antígeno carcinoembrionário ajudam a detectar recidiva precoce.
Mulher jovem, 29 anos, nulípara, com quadro de sangramento retal, sem outras queixas, submetida a colonoscopia para investigação.
Mulher jovem, 29 anos, nulípara, com quadro de sangramento retal, sem outras queixas, submetida a colonoscopia para investigação. Achados: No reto, em topografia de terceira válvula de Houston, nota-se
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA ANATOMIA IRRIGAÇÃO Artérias gástricas esquerda (ramo do tronco celíaco) e direita (ramo da a. hepática própria), ao longo da curvatura menor. Artérias gastroepiplóica
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ENDOSCOPIA
Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS ENDOSCOPIA Situação-Problema 1 A) Esofagite eosinofílica B) Microabscessos eosinofílicos Agregados de eosinófilos. Concentração
INTESTINO DELGADO E INTESTINO GROSSO
E Profa. Dra. Juliana Peloi Vides Projeções: lateral esquerda, lateral direita e ventrodorsal Preparo do paciente: se possível jejum 24 horas e enema 2 horas antes do exame quadro agudo sem preparo!! observação:
3ª PROVA CLINICA CIRURGIA II -1 PARTE
3ª PROVA CLINICA CIRURGIA II -1 PARTE 1 - Qual das doenças citadas não é causa de Hemorragia Digestiva Baixa? (a) Doença de Crohn (b) Doença hemorroidária de primeiro grau (c) Condiloma acuminado (d) Fissura
ENTENDENDO A Doença Inflamatória Intestinal
ENTENDENDO A Doença Inflamatória Intestinal APRESENTAÇÃO Caro leitor, Essa cartilha foi desenvolvida a partir de um projeto de pesquisa, realizado no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia,
