MANUAL DO UTILIZADOR BICICLETA DE ESTRADA

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1 PURE CYCLING MANUAL DO UTILIZADOR BICICLETA DE ESTRADA c a e d b Importante! Instruções de montagem pág. 12. Lea cudadosamente as págs. 7 a 11 antes da prmera utlzação.! A sua bccleta e este manual de nstruções estão conformes às exgêncas de segurança mpostas pela norma europea EN para bccletas de corrda.

2 Índce DESCRIÇÃO DAS PEÇAS 1 Quadro: a Tubo superor b Tubo nferor c Tubo do selm d Escora nferor e Escora superor 2 Selm 3 Espgão 4 Aperto de espgão de selm 5 Travão trasero 6 Cassete 7 Desvador dantero 8 Desvador trasero 9 Corrente 10 Pratos da corrente 11 Conjunto pedalero 12 Pedal NOTA INFORMATIVA SOBRE ESTE MANUAL DÊ ATENÇÃO ESPECIAL AOS SÍMBOLOS QUE SE SEGUEM: A descrção das consequêncas possíves não será repetda sempre que estes símbolos apareçam no manual! Este símbolo ndca uma possível ameaça à sua vda e à sua saúde, caso os procedmentos de segurança exgdos não sejam cumprdos e/ou não sejam tomadas as precauções adequadas. 13 Avanço 14 Guador 15 Manete de travão/mudança 16 Caxa de dreção 17 Travão dantero 18 Garfo 19 Pontera Roda: 20 Aperto rápdo 21 Aro 22 Rao 23 Pneu 24 Cubo 25 Válvula Este símbolo alerta para comportamentos! erróneos, que poderão resultar em danos materas e ambentas. Este símbolo dá nformações sobre a utl zação do produto, ou a parte relevante do manual de nstruções, à qual deverá ser prestada uma atenção especal. 2 Boas-vndas 4 O uso aproprado da bccleta 7 Antes da prmera utlzação 10 Antes de cada utlzação 12 A montagem: Ir trando as peças do BkeGuard 22 Como embalar a sua bccleta de estrada Canyon 23 Como ldar com o aperto rápdo 23 Método de fxação segura das rodas 25 O que devo ter em atenção, no caso de alteração de componentes ou adção de acessóros? 26 Característcas específcas do carbono como materal de construção 27 Característcas específcas das rodas de carbono 28 Cudados 29 Característcas específcas das bccletas de tratlo de contra-relógo e de psta 31 Após uma queda 33 Kt quadro - Indcações sobre a montagem e dados técncos 38 Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor 39 Ajuste da altura do selm 41 Ajuste da altura do guador 42 Avanços Aheadset, ou seja um sstema sem roscas 44 Sstema I-Lock 46 Dstânca selm/guador e ajuste do selm 47 Deslocação do selm e ajuste do ângulo do selm 51 Ajuste do guador e das manetes de travão 51 Ajuste da posção do guador, deslocando-o 52 Ajuste do alcance das manetes de travão 53 Os sstemas de pedas 53 Funconamento de város sstemas 55 Ajuste e manutenção 56 O dspostvo de travagem 57 Travões de aro da bccleta de estrada 57 Funconamento e desgaste 58 Controle e reajustamento dos travões de bccletas de estrada 58 Revsão do dspostvo de travagem 58 Regulação da altura dos calços 59 Reajustamento e sncronzação dos travões de tração lateral 60 Travões mecâncos e hdráulcos nas bccletas de cyclocross 60 Funconamento e desgaste 61 Ajuste da posção das mãos no guador 61 Controlo e reajustamento no caso de travões de dsco mecâncos 62 Controlo e reajustamento no caso de travões de dsco hdráulcos 64 As mudanças de velocdades 65 Funconamento e utlzação 67 Controle e reajustamento das mudanças 67 Desvador trasero 68 Ajuste do fm de curso 70 Desvador dantero 71 Shmano D2 73 Manutenção da corrente 74 Desgaste da corrente 75 Ajustar a tensão da corrente nas bccletas só com uma mudança (Snglespeed) 76 As rodas: Pneus, câmaras-de-ar e pressão 79 Concentrcdade dos aros, tensão dos raos 81 Reparação de um pneu danfcado 81 Desmontagem de rodas 82 Desmontagem de pneus com armação de arame ou klevar 83 Montagem de pneus com armação de arame ou klevar 85 Desmontagem de pneus tubulares 85 Montagem de pneus tubulares 89 Montagem de rodas 90 A caxa de dreção 90 Controlar e reajustar 91 Caxa de dreção Aheadset 92 Caxa de dreção sstema I-Lock 94 Como transportar a sua bccleta Canyon 96 Instruções geras: Cudados e nspeção 96 Lavar e cudar da sua Canyon 98 Conservação e guarda da sua Canyon 99 Manutenção e nspeção 102 Servço de assstênca e ntervalos de manutenção 104 Valores de torque recomendados 107 Exgêncas legas que regulam a partcpação no tráfego rodováro 108 Responsabldade por produtos defetuosos 110 Garanta 111 Crash Replacement

3 2 Boas-vndas BOAS-VINDAS 3 Prezado(a) clente da Canyon, complámos para s neste manual mutas nstruções sobre a forma de utlzar a sua bccleta Canyon e também uma quantdade de nformações relevantes em torno do funconamento técnco, manutenção e cudados. Lea este manual com muta atenção. Vale a pena, mesmo que pense já ter a experênca necessára, por ter andado toda a sua vda de bccleta. O desenvolvmento técnco das bccletas tem vndo a ntensfcar-se nos últmos anos. De modo a poder ter sempre prazer em pedalar com a sua Canyon e para sua própra segurança, deverá ler com cudado e ntegralmente o texto mpresso deste manual e segur as nstruções de montagem no capítulo A montagem: Ir trando as peças do BkeGuard com exatdão, consderar e segur as ndcações no capítulo Antes da prmera utlzação ler no capítulo O uso aproprado da bccleta, para que tpo de utlzação a sua nova bccleta fo concebda e qual o peso total permtdo (cclsta, roupa, bagagem) e também testar a funconaldade básca antes de cada utlzação. Como o fazer encontra-se no capítulo Antes de cada utlzação neste manual. Não utlze a bccleta, caso o teste não seja 100% postvo! No dspostvo dgtal de dados, em anexo, encontramse uma sére de operações de manutenção e reparação descrtas detalhadamente. Quando as realzar, tenha sempre presente, que estas nstruções e ndcações apenas se aplcam a esta bccleta Canyon. Não as empregue, por sso, noutras bccletas. Devdo à grande varedade de versões e alternânca de modelos, poderá acontecer que as operações descrtas não estejam completas. É por sso ndspensável que examne as ndcações dos nossos fornecedores de componentes. Estas acompanham a bccleta dentro do BkeGuard. Tenha em atenção que as explcações e conselhos, devdo a nfluêncas váras, como p. ex. a experênca acumulada e a habldade técnca de quem os põe em prátca, ou às ferramentas a usar, podem necesstar de ser complementados, quer adconalmente através de ferramentas (especas), quer através de métodos não descrtos. No nosso webste encontra dsponíves város flmes de assstênca técnca. Estes podem ajudá-lo a efectuar pequenas reparações e trabalhos de manutenção. Para sua própra segurança, não se aventure demas. Se não tver certeza absoluta ou se tver alguma questão, lgue para a nossa Servce-Hotlne ! Note que: Este manual não poderá atrbur-lhe as capacdades de um mecânco de bccletas. Até mesmo um manual extenso, tão grande como uma encclopéda, não podera cobrr todas as combnações possíves de bccletas e componentes. Por esta razão, este manual trata essencalmente da bccleta que acabou de comprar e dos seus componentes usuas, procurando apresentar-lhe as nstruções e advertêncas mas mportantes. Também não tem como objectvo mostrar a montagem completa de uma bccleta a partr do kt de quadro Canyon! Este manual não poderá ensnar-lhe a andar de bccleta. Por esta razão, este manual trata essencalmente da bccleta que acabou de comprar e das nstruções e advertêncas mas mportantes. No entanto, não poderá ensnar-lhe nem a andar de bccleta nem as regras de trânsto Sempre que andar de bccleta, deverá estar cente de que esta é uma actvdade potencalmente pergosa e que o cclsta sempre deverá manter a sua bccleta sob controlo. Como em qualquer outro desporto, também pode ferr-se ao andar de bccleta. Sempre que montar uma bccleta, deverá estar cente deste pergo potencal e acetá-lo. Tenha sempre presente que uma bccleta não dspõe do mesmo equpamento de segurança que um carro, como, p. ex., a carroçara ou o arbag. Portanto, ao andar de bccleta seja sempre cudadoso e respete os outros partcpantes do trânsto. Nunca conduza sob a nfluênca de medcamentos, drogas, álcool, ou quando estver fatgado. Nunca transporte um passagero na sua bccleta e mantenha sempre as mãos no guador. Para fnalzar, alguns peddos da nossa parte: Crcule sempre de modo a não pôr os outros em pergo nem a s mesmo e respete a natureza ao pedalar por florestas ou campos. Use sempre equpamento adequado para andar de bccleta, pelo menos um capacete aproprado, óculos de proteção, calçado bem justo e roupa adequada para cclsmo e bem clara, para que se veja bem ao longe. A equpa da Canyon deseja-lhe boas pedaladas com a sua Canyon! Este não é um manual de utlzação para montar bccletas a partr de peças soladas ou para as reparar. É reservado o dreto de alteração de detalhes técncos, em relação às nformações e lustrações deste manual de nstruções. Este manual está de acordo com os requstos da norma CE EN Este manual de utlzação obedece à legslação europea. Na entrega, a bccleta deverá ser acompanhada por guas de nstruções complementares do fabrcante. Encontrará guas de nstruções complementares ao vstar o nosso webste Texto, concepção, fotografa e cração gráfca: Zedler Insttut für Fahrradtechnk und -Scherhet GmbH Versão: julho de 2013, edção 4 A publcação, rempressão, tradução e duplcação, quer seja só em parte e recorrendo à gravação electrónca, como também outro tpo de utlzação, não são permtdas sem a préva autorzação escrta do autor. Na estrada Sempre de capacete e com óculos Por favor, vste o nosso webste sempre que necessáro. Por s esperam novdades, nstruções e conselhos útes, tal como os endereços dos nossos dstrbudores. Para sua própra segurança, não se aven-! ture demas em trabalhos de montagem e ajuste. Em caso de dúvdas, lgue para a nossa Servce-Hotlne E-mal: [email protected]

4 4 USO APROPRIADO DA BICICLETA USO APROPRIADO DA BICICLETA 5 O uso aproprado da bccleta Para defnr as fnaldades de utlzação dos dferentes tpos de bccletas, dvdmos as nossas bccletas em dversas categoras. Isto tem como fnaldade defnrmos logo no momento do desenvolvmento das nossas bccletas dversos requstos a testar adequados ao esforço respetvo, para garantr desta manera posterormente a maor segurança possível durante a utlzação das nossas bccletas. É por sso da maor mportânca que as bccletas não sejam movdas para outros fns que não sejam os aproprados, uma vez que o lmte do esforço das bccletas, de outro modo, pode ser ultrapassado e o quadro ou outros componentes podem fcar danfcados. Tal pode dar orgem a quedas graves. O peso máxmo do condutor, ncl. bagagem não devera ultrapassar 120 kg. Este peso máxmo permtdo, sob certas crcunstâncas, pode ser anda mas lmtado pelas recomendações relatvas à utlzação fetas pelos fabrcantes dos componentes. Pode conhecer a que categora pertence a sua bccleta com a ajuda da marcação no quadro de acordo com os seguntes símbolos. Se não tver a certeza a que categora pertence a sua bccleta, drja-se em qualquer altura à nossa estação de servços. Condção 0 Esta categora está prevsta para bccletas de crança. As cranças não devem andar de bccleta perto de precpícos, escadas ou pscnas assm como em camnhos utlzados por veículos automóves. De uma manera geral, sto dz respeto a bccletas com tamanhos de pneus de polegadas. Condção 1 As bccletas desta categora são concebdas para vagens sobre estradas pavmentadas, permtndo que as rodas estejam em permanente contacto com o solo. Isto são, regra geral, bccletas de estrada com guadores de corrda ou dretos, bccletas de tratlo ou de contrarrelógo. O peso máxmo do condutor, ncl. bagagem não devera ultrapassar 120 kg. Este peso máxmo permtdo, sob certas crcunstâncas, pode ser anda mas lmtado pelas recomendações relatvas à utlzação fetas pelos fabrcantes dos componentes. Condção 2 Bccletas da categora 1 e para estradas bem pavmentadas com brta e pstas de Offroad com lgero declve, nas quas os pneus perdem aderênca por breves nstantes devdo à exstênca de pequenos desnvelamentos. Contdas nesta categora estão as bccletas urbanas e de cdade (Ctybkes), assm como bccletas de Cyclocross com volante de bccleta de estrada e travões Cantlever ou de dsco. Condção 3 Bccletas desta categora englobam as bccletas das categoras 1 e 2 e são, além dsso, própras para terrenos mas acdentados e não pavmentados. Também se enquadram no âmbto de utlzação destas bccletas saltos esporádcos com uma altura máx. de aprox. 60 cm. Mas, no caso de cclstas sem experênca, também os saltos desta altura podem provocar aterragens não exatas, através das quas aumentam consderavelmente as forças atuantes provocando danos e fermentos. As MTB Hardtals e bccletas de suspensão total com cursos de suspensão curtos encaxam-se nesta categora. Condção 4 Esta categora engloba bccletas das categoras 1-3. Que, além dsso, são própras para terrenos muto acdentados e em parte rochosos, com descdas mas fortes e com sso, velocdades mas altas. Saltos regulares e moderados dados por cclstas expermentados não representam qualquer problema para esta bccleta. Devera exclur-se, no entanto, a utlzação regular e duradoura destas bccletas nas estradas North-Shore e em Bke Parks. Por causa de serem submetdas a esforços mas fortes, estas bccletas deveram ser controladas no fm de cada saída para detetar possíves danfcações. As bccletas com suspensão total com curso de suspensão médo são típcas desta categora.

5 6 USO APROPRIADO DA BICICLETA ANTES DA PRIMEIRA UTILIZAÇÃO 7 Condção 5 Este tpo de utlzação sgnfca terrenos com nclnações extremamente grandes, muto dfíces e extremamente rochosos, que só podem ser percorrdos por cclstas tecncamente expermentados e bem trenados. São típcos para esta categora, saltos maores a velocdades muto altas assm como a utlzação ntensa de Bkeparks ou pstas de Downhll dentfcadas. Nestas bccletas é mprescndível ter em conta que após cada percurso há que ser efetuado um exame ntenso quanto a possíves danfcações. Estragos precoces podem causar falhas se a bccleta contnuar a ser submetda nem que seja apenas a esforços muto menores. Também devera ser consderada uma troca regular de componentes mportantes para a segurança. É absolutamente aconselhável o uso de protetores especas. As bccletas de suspensão total com longos cursos de suspensão, mas também bccletas de Drt caracterzam esta categora. Antes da prmera utlzação 1. Já andou alguma vez numa bccleta de estrada, de contra-relógo, de tratlo ou de psta? Tenha em conta que se trata de aparelhos de desporto que exgem habtuação e treno. Famlarze-se pouco a pouco num local com pouco movmento com a sua nova bccleta e vá explorando lentamente as caraterístcas de condução. Frequente um curso técnco. Mas nformações em 2. Está famlarzado com o dspostvo de travagem? Normalmente as bccletas Canyon são fornecdas com a manete de travão esquerda a controlar o travão dantero. Verfque se consegue atvar o travão dantero com a manete de travão a que está normalmente habtuado. Caso tal não se verfque, deverá trenar o uso do novo dspostvo de travagem, pos um uso ncorrecto do travão dantero pode provocar uma queda! Se necessáro, mande um mecânco especalzado reajustar o dspostvo de travagem. Travagem total. Não mtar Repare que a combnação manete travão! pode varar de país para país! Confrme qual o travão que cada uma das manetes acona. Se esta não for a nstalação com a qual está famlarzado, mande se necessáro renstalar.! No geral, caderas de crança não são permtdas. Travões modernos podem ter uma potênca de travagem muto mas forte do que os travões da bccleta que possuía até agora! É ndspensável que faça prmero alguns testes aos seus travões numa zona lvre de trânsto! Famlarze-se lentamente com a capacdade de travagem até atngr o seu máxmo. Informação adconal sobre travões encontra no capítulo O dspostvo de travagem. Mudanças com transmssão por desvador! No geral, não é permtdo puxar um atrelado para crança. Vste também o nosso webste que se encontra sempre atualzado. Al encontra os nossos modelos ordenados por áreas de atuação e representados grafcamente. A nstalação de um porta-bagagens não é! permtdo. Se quser transportar bagagem, deve fazê-lo exclusvamente com uma mochla especal para bccletas. É ndspensável que lea também o Manual de nstruções Speedmax complementar, caso tenha adqurdo uma Speedmax CF Evo. 3. Está famlarzado com o tpo de mudanças e o seu modo de funconamento? Famlarze-se com as mudanças numa zona pouco movmentada. Tenha o cudado de não aconar os desvadores dantero e trasero paralelamente e de reduzr a velocdade quando aconar as mudanças. Consulte o capítulo As mudanças de velocdades, para obter mas nformação sobre as mudanças. Se andar de bccleta com as mãos nos extensores aerodnâmcos (guador de tratlo), não va poder aconar as manetes de travão tão rapdamente como em outras colocações das mãos. A resposta de travagem será mas demorada. Crcule com muta precaução e tenha em conta respostas de travagem mas demoradas.

6 8 ANTES DA PRIMEIRA UTILIZAÇÃO ANTES DA PRIMEIRA UTILIZAÇÃO 9 4. O quadro tem a altura correta e o selm e guador estão ajustados? Coloque-se sobre o tubo superor e assegure-se de que resta uma altura de entrepernas de pelo menos a largura de 2 a 3 dedos da mão juntos. Se tal não se verfcar, contacte a nossa Servce-Hotlne Andar de bccleta com um quadro demasado grande aumenta o rsco de lesões, ao desmontar repentnamente! O selm deve ser fxado de tal modo, que consga alcançar o pedal na sua posção mas baxa com o calcanhar. Verfque se anda consegue alcançar o chão com a ponta dos pés, quando está sentado no selm. Para mas nformações sobre a posção do selm, consulte o capítulo Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor. 5. Já pedalou alguma vez com pedas de encaxe, nomeadamente pedas automátcos, usando os sapatos adequados? Antes de dar as prmeras pedaladas com este tpo de pedas, pratque cudadosamente o mecansmo de encaxe e desencaxe sem andar de bccleta. A melhor forma de trenar é encostando-se a uma parede, evtando assm car. Ajuste, se necessáro, a força de encaxe ou desencaxe. Deve ler prmero as nstruções de uso, que acompanham a bccleta dentro do Bke- Guard. Para obter nformações adconas sobre o tema pedas, consulte o capítulo Os sstemas de pedas. Verfque a altura de entre-pernas Sapatos para pedas com sstema de encaxe 6. Utlze a sua Canyon uncamente de acordo com as fnaldades prevstas para ela! Bccletas de estrada e de tratlo só devem ser utlzadas em estradas e camnhos com pso lso, como, p.ex., alcatroados ou calcetados. As bccletas de psta são puros aparelhos de desporto e só foram concebdas para pstas de corrdas fechadas. Não é permtda a utlzação das bccletas de psta em estradas ou camnhos públcos. Normalmente as bccletas de estrada Canyon estão preparadas para suportar um peso total (cclsta mas bagagem) de 120 kg. Para as bccletas de estrada com rodas de sstema Mavc, o peso total permtdo é de 100 kg. Não ultrapasse nunca estes lmtes. Lea mas pormenores sobre a utlzação correta da bccleta no capítulo O uso aproprado da bccleta. 7. A sua bccleta tem componentes em carbono? Note que este materal requer cudados especas e uso prudente. Lea sem falta o capítulo Característcas específcas do carbono como materal de construção. As bccletas de estrada da Canyon são construídas para percursos em asfalto Bccleta de psta V-Drome Pedal com sstema de encaxe O carbono como materal de construção Em caso de pouca experênca ou posção apertada dos pedas com sstema de encaxe, pode acontecer fcar preso aos pedas! Pergo de queda! As bccletas de estrada, de contrarelógo, de tratlo e de psta da Canyon são aparelhos para desportos Hgh End (alta competção), apresentando construção leve na mas alta arte de engenhara. Seja também um profssonal na manera como lda com o materal. Uso ncorreto, montagem defcente ou manutenção errada podem tornar pouco segura a sua máquna de corrda. Pergo de acdente!

7 10 ANTES DE CADA UTILIZAÇÃO ANTES DE CADA UTILIZAÇÃO 11 Antes de cada utlzação Antes de crcular com a sua bccleta, deverá verfcar os seguntes pontos: 1. Os apertos rápdos das rodas trasera e dantera, do espgão do selm e dos demas componentes, estão bem fechados? Mas pormenores no capítulo Como ldar com o aperto rápdo. 2. Os pneus estão em bom estado e possuem pressão sufcente? Dexe ambas as rodas rodarem, a fm de testar a sua concentrcdade. Deste modo é possível detetar pneus rebentados lateralmente, exos quebrados e raos fssurados. Mas pormenores no capítulo As rodas: Pneus, câmaras-de-ar e pressão. 3. Faça um teste de travagem com a bccleta parada, puxando com força a manete de travão no sentdo do guador. A manete deverá oferecer resstênca pouco tempo após ter sdo aconada; esta não deve poder ser puxada até ao guador. A superfíce dos calços dos travões de aro deverá tocar por completo os flancos do aro. Estes não devem tocar os pneus. Mas nformações sobre o tema Travões, no capítulo O dspostvo de travagem. Confra a pressão do pneu A manete do travão não deve poder ser puxada até ao guador Se os apertos rápdos não estverem corretamente fechados, podem lbertar-se partes da bccleta. Pergo de queda! Não pedale se a sua Canyon tver algum defeto num destes pontos! 4. Examne as luzes, caso pretenda crcular à note ou em vas públcas. Veja o capítulo Exgêncas legas. 5. Dexe a sua bccleta car no chão de uma altura baxa. Em caso de ruídos metálcos, verfque as causas. Verfque, se necessáro, rolamentos e parafusos. 6. O acessóro mas mportante para um percurso de bccleta bem suceddo, é um pequeno estojo de ferramenta que poderá levar debaxo do selm. Dentro, este estojo deverá ter duas alavancas de montagem de plástco, as habtuas chaves sextavadas nterores, uma câmara de ar sobresselente, remendos, o seu telemóvel e algum dnhero. Leve também consgo uma bomba de ar que pode fxar no quadro. 7. Leve consgo um cadeado robusto, se quser estaconar a sua bccleta. Somente sendo presa a algo fxo, é que a Canyon poderá fcar segura relatvamente a estranhos. Para evtar danos na sua Canyon, não! ultrapasse o peso total máxmo e cumpra as nstruções de transporte de bagagem e cranças no capítulo O uso aproprado da bccleta. Para além dsso, aconselha-se, antes do transporte da bccleta de carro ou de avão, a letura do capítulo Como transportar a sua bccleta Canyon. Nunca crcule à note sem luz Kt para emergêncas A sua Canyon é sujeta a grandes esforços, resultantes da psta de rodagem e das forças por s desencadeadas na bccleta. Destas forças dnâmcas resulta o desgaste e fadga dos dferentes componentes. Procure regularmente snas de desgaste na sua Canyon, mas também arranhaduras, dobras, marcas de descoloração ou fssuras. Componentes, cujo tempo útl de vda fo ultrapassado, podem falhar de repente. Leve a sua Canyon regularmente à nspeção, para que as partes nseguras possam ser, se necessáro, substtudas. Para nformações adconas sobre manutenção, segurança e fabldade, lea o capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção, Valores de torque recomendados e Servço de assstênca e ntervalos de manutenção.

8 12 A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD 13 A montagem: Ir trando as peças do BkeGuard EXAMINAR O CONTEÚDO DO BIKEGUARD MONTAGEM DA Bccleta de estrada A montagem do BkeGuard não é nenhum bcho de sete cabeças, mas você devera proceder com sensatez e cudado. Uma montagem defcente do ponto de vsta técnco pode tornar a bccleta pouco segura. Em prmero lugar, gostaríamos de torná-lo famlar com as peças da sua bccleta. Para sso, comece por desdobrar a capa desta brochura. Aqu encontra uma bccleta de montanha da Canyon, na qual todos os componentes mportantes estão presentes. Dexe esta págna aberta durante toda a letura. Desta manera poderá localzar rapdamente as peças menconadas no texto. No BkeGuard encontra-se o quadro já montado com todos os componentes. Separadas estão as rodas, possvelmente embaladas em sacos especas para rodas, o selm e um cartão com pequenas peças, como, p.ex., apertos rápdos, refletores e, se for o caso, também pedas. DESEMBALAR Tre o selm de dentro do BkeGuard. Em prmero lugar retre, eventualmente, a folha protetora do espgão do selm. Em baxo, será descrta a montagem apenas resumdamente. Se não estver devdamente nformado ou se não tver experênca sufcente, lea, por favor, o capítulo mas detalhado, à frente no manual, ou no CD em anexo. A lustração mostra uma das bccletas de estrada Canyon nem todas se parecem com ela. Abra prmero o BkeGuard. É melhor que use para tal uma faca de cortar alcatfa. Remova, eventualmente, os cartões protetores e retre cada uma das rodas, possvelmente embaladas separadamente em sacos especas para rodas, do BkeGuard. Levante com cudado o quadro e o cartão com as pequenas peças, que se encontra por baxo ou de lado, do BkeGuard. Para montar a sua Canyon, prenda-a exclusvamente pelo espgão de selm de alumíno num suporte de montagem, ou peça a alguém que segure a sua Canyon, enquanto a monta. Se trabalhar com uma faca de cortar alcatfa, tenha cudado para não danfcar o componente ou para não se ferr a s mesmo. Corte sempre no sentdo contráro a s mesmo e ao componente! Guarde todas os elementos de embalagem e todo o BkeGuard num síto seco. Assm terá tudo o que necessta à mão, se tver que envar a sua bccleta ou r de vagem. Não prenda a sua Canyon, para monta-! gem, pelos tubos do quadro ou pelo espgão de selm de carbono num suporte de montagem! O mas fácl e seguro para se fazer a mon tagem é ter um suporte de montagem ou um ajudante. Nem todas as bccletas ncluem sacos especas para rodas. Segure o guador, ao elevar o quadro, para que este não se vre para baxo e se estra-! gue. Utlze para a montagem a chave dnamo métrca da Canyon, que acompanha o Bke- Guard.

9 14 A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD 15 Montagem do selm Montagem do guador Solte o parafuso de fxação do tubo do selm. Antes, lea o capítulo Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor. Antes de colocar o espgão no quadro, certfque-se de que o tubo do selm se encontra completamente lvre de cantos afados ou rebarbas. Insra o espgão do selm no tubo do selm, até atngr a altura necessára do selm. Alnhe o selm e aperte, não com muta força, o parafuso de fxação do tubo do selm. Espalhe um pouco de pasta de montagem Canyon na parte nferor do espgão de selm e por dentro do tubo do selm do quadro. Solte os parafusos de aperto da tampa do avanço e remova a tampa. O caso especal da Canyon Speedmax Lmpe e remova as rebarbas do tubo do selm, se necessáro. O espgão do selm deve deslzar com leveza para dentro do quadro, sem ser necessáro pressonar ou vrar. Aplque uma camada fna de pasta de montagem Canyon dentro do tubo do selm e no espgão do selm. Sga as ndcações do capítulo Ajuste da! altura do selm e também os valores de torque prescrtos no capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção e respete, do mesmo modo, as recomendações do fabrcante de componentes. Város modelos da Canyon (p.ex. a Speedmax CF e a Speedmax AL) têm um espgão de selm oval. A montagem de um outro espgão de selm, não pertencente à sére, não é, assm, possível. Solte ambos os parafusos de sextavado nteror da fxação do espgão do selm. Não prenda o seu quadro de carbono,! pelos tubos do quadro ou pelo espgão de selm de carbono num suporte de montagem. Os tubos poderam ser amachucados. O melhor é usar um suporte de montagem, que ou prenda o quadro em três pontos, na parte nteror, ou com encaxes para o garfo e para a caxa de movmento pedalero. Insra o espgão do selm no tubo do selm, até atngr a altura desejada, e aperte ambos os parafusos de sextavado nteror da fxação do espgão do selm com uma chave dnamométrca. Não ultrapasse os valores de torque máxmos! Estes encontram-se no capítulo! Valores de torque recomendados, nscrtos nas própras peças e/ou nos guas de nstruções dos fabrcantes de componentes. Retre a folha protetora e o nvólucro protetor das manetes/manípulos do guador. Segure ao mesmo tempo no guador, para que este não tombe e se estrague. Tente fazê-lo, em prncípo, com a mão. Se não resultar, use, com cudado, uma faca de cortar alcatfa ou uma tesoura. Se trabalhar com uma faca de cortar alcatfa, tenha cudado para não danfcar o componente ou para não se ferr a s mesmo. Corte sempre no sentdo contráro a s mesmo e ao componente!

10 16 A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD 17 Poscone o guador no centro da área de fxação do avanço. Assegure-se, para mas, de que os cabos Bowden não estão torcdos ou dobrados e de que o seu curso, no sentdo dos batentes ou dos travões, tem um rao de dstânca unforme. Aperte de novo os parafusos de aperto da tampa, até o guador prender levemente. O ajuste fnal será feto quando as rodas estverem montadas. Retre o aperto rápdo para a roda dantera de dentro do cartão com as pequenas peças. Solte a contra-porca e puxe uma das molas do aperto rápdo. Aperte a contraporca do aperto rápdo até sentr que a alavanca do aperto rápdo ao fechar começa a oferecer resstênca. Feche o aperto rápdo. Informações adconas sobre apertos rápdos encontram-se no capítulo Como ldar com o aperto rápdo ; tenha também em atenção os guas de nstruções acompanhantes do fabrcante de componentes. Monte a roda dantera, ntroduzndo o aperto rápdo nas ponteras e fechando o aperto rápdo. Antes, lea o capítulo Como ldar com o aperto rápdo. Montagem das rodas MONTAR A RODA DIANTEIRA Retre a roda dantera do saco especal para rodas e remova os dos tampos de proteção do exo da roda dantera. Enfe o aperto rápdo no exo oco da roda dantera. De cada lado do cubo tem que ser ntroduzda uma mola. Certfque-se de que a mola com o dâmetro pequeno está vrada, dos dos lados do aperto, para o exo do cubo. A alavanca do aperto rápdo é montada do lado esquerdo (do lado contráro da corrente). Abra o travão da roda dantera, soltando a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM) ou deslocando o pno da undade travão/mudança (Campagnolo), de modo a que a alavanca possa nclnar-se para trás. Feche a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM) medatamente, outra vez, ou mova o pno da undade travão/mudança (Campagnolo) para a posção ncal. Comprove, por fm, se a roda dantera está assente no meo das pernas do garfo. Verfque se o aperto rápdo e o encaxe de segurança do garfo estão bem assentes. Verfque se o aro se encontra no meo do travão. Utlze para a montagem a chave dínamométrca da Canyon, que acompanha o BkeGuard. Encontra nformação adconal sobre tra vões de bccletas de estrada no capítulo O dspostvo de travagem. Avergúe se os calços dos travões tocam por completo as superfíces de travagem. Encontra nformação adconal no capítulo O dspostvo de travagem.

11 18 A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD 19 MONTAR A RODA TRASEIRA Abra o aperto rápdo do exo trasero, retre a tábua de madera e puxe o aperto rápdo para fora da tábua. Atue exatamente da mesma manera que na montagem da roda dantera. Também aqu deve certfcar-se da posção correta das molas pequenas. Informações adconas sobre apertos rápdos encontram-se no capítulo Como ldar com o aperto rápdo. Abra o travão da roda trasera, soltando a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM) ou deslocando o pno da undade travão/mudança (Campagnolo), de modo a que a alavanca possa nclnar-se para trás. Feche o aperto rápdo de tal modo que a roda fque presa com segurança. Antes, lea o capítulo Como ldar com o aperto rápdo. Confra se assentou completamente ambas as rodas nas ponteras e se estas gram centradas entre as barras do garfo, ou entre as escoras da parte trasera. Ponha as duas rodas a grar e examne, se as rodas gram de forma concêntrca. Encontra nformação adconal no capítulo As rodas: Pneus, câmarasde-ar e pressão. Retre a folha protetora de ambas as escoras e remova, se necessáro, a fta autocolante das ponteras. Tente fazê-lo, em prncípo, com a mão. Se não resultar, use, com cudado, uma faca de cortar alcatfa ou uma tesoura. Acone o manípulo dreto das mudanças tantas vezes, até o desvador trasero fcar completamente de fora. Puxe o desvador trasero um pouco para trás, poscone a corrente no pnhão mas exteror da cassete e monte a roda trasera. Certfque-se de que a roda assenta corretamente nas ponteras. Feche a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM) medatamente, outra vez, ou mova o pno da undade travão/mudança (Campagnolo) para a posção ncal. Controle o funconamento das mudanças. Vá aconando todas as mudanças, para se assegurar de que o desvador trasero não pode entrar em contacto com os raos, quando a corrente anda sobre o pnhão maor. Informação adconal sobre o ajuste das mudanças, encontra no capítulo As mudanças de velocdades. Se trabalhar com uma faca de cortar alcatfa, tenha cudado para não danfcar o componente ou para não se ferr a s mesmo. Corte sempre no sentdo contráro a s mesmo e ao componente! Encontra nformação adconal sobre tra vões de bccletas de estrada no capítulo O dspostvo de travagem. Avergúe se os calços dos travões tocam por completo as superfíces de travagem. Após ter montado as rodas, faça um teste dos travões, sem andar. A manete deve atngr um ponto de tensão, e não se deve dexar retrar até ao guador.

12 20 A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD A MONTAGEM: IR TIRANDO AS PEÇAS DO BIKEGUARD 21 Montagem dos pedas Controle e ajustes Antes de montar os pedas, repare nas nscrções marcadas nos exos. Um R sgnfca pedal dreto e um L sgnfca pedal esquerdo. Repare que o pedal esquerdo tem uma rosca para a esquerda, assm, tem que ser enroscado ao contráro da dreção de enrosque normal, ou seja ao contráro do sentdo do relógo. Enrosque os pedas à mão na rosca do pedalero, as prmeras duas ou três voltas. Só depos deve recorrer à ajuda de uma chave de pedas, apertando-os bem. Faça os ajustes da posção de assento, posção das manetes e manípulos, e também o controle do assento do guador, dos punhos e do espgão, como descrto no capítulo Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor deste manual. Enrosque o parafuso de fxação do tubo do selm, após ter encontrado a altura desejada do assento. Não enrosque o parafuso de fxação do tubo do selm com muta força. Sga os valores de torque recomendados. Lubrfque levemente a rosca do pedal antes de proceder ao enrosque. Alguns tpos de pedas têm que ser sempre apertados com uma chave allen. Coloque agora o refletor branco, no guador, o refletor vermelho, no espgão do selm, e os refletores dos raos. O seu espgão do selm tem que estar nserdo no quadro, pelo menos até estar abaxo do tubo superor, nomeadamente até à marca de nserção mínma do espgão. Não ande jamas com a sua Canyon, se a marca de nserção mínma no espgão for vsível. Encha ambos os pneus com a pressão de ar máxma nscrta nos flancos dos pneus. Mas sobre o tema pneus e câmaras-de-ar no capítulo As rodas. Após a conclusão da montagem, efetue, como descrto no capítulo Antes da prmera utlzação, os exames respetvos com exatdão. Controle outra vez o assento fxo dos pedas, após um percurso de 100 km. Os pedas poderam soltar-se, destrur a rosca e, possvelmente, provocar uma queda. Examne também o assento fxo dos parafusos restantes, de acordo com os valores de torque recomendados. Cumpra os requstos legas que regulam a! partcpação no trânsto em vas públcas, do país onde está a usar a bccleta de estrada. Controle novamente, após ter feto entre 100 e 300 km de percurso, o aperto de todos os parafusos, segundo os valores de torque recomendados. Informação adconal encontra-se nos capítulos Instruções geras: Cudados e nspeção, Valores de torque recomendados e Servço de assstênca e ntervalos de manutenção. Após a montagem e os trabalhos de controle, teste a sua Canyon, sem falta, andando com ela sobre um terreno plano e sem trânsto (p.ex. num parque de estaconamento)! Se surgrem falhas na montagem ou no ajuste, durante a crculação com trânsto nas vas públcas, ou durante o uso em terreno, tal pode orgnar a perda de controle sobre a condução.

13 22 EMBALAR APERTO RÁPIDO 23 Como embalar a sua bccleta de estrada Canyon Se embalar a sua Canyon, p. ex., para a mandar para nspeção na nossa ofcna especalzada, ou se for vajar, tem de tomar alguns cudados, para que a bccleta possa chegar lesa ao seu destno. No seu BkeGuard encontram-se as nstruções de embalagem É assm que embala a sua bccleta de estrada. Cumpra sempre estas nstruções com exatdão, ao embalar a sua bccleta. As nstruções de embalagem, os quas lhe ensnam, passo a passo, a embalar a sua Canyon, também encontra no nosso webste Se vajar de avão, embale a sua bccleta no Bke- Guard da Canyon, ou então utlze uma mala aproprada, p. ex. a BkeShuttle da Canyon. No transporte com veículo a motor, certfque-se que a bccleta está acomodada com segurança e sem poder escorregar. Se não tver a certeza absoluta ou se tver questões a fazer, lea por favor os capítulos com mas detalhes, à frente no manual ou no CD em anexo. Pode também contactar a nossa Servce-Hotlne Não coloque a bccleta ou partes dela no nteror do seu veículo sem a prender. Partes soltas podem ameaçar a sua segurança. Se para o envo a sua Canyon não for em-! balada, de acordo com as nstruções de embalagem acompanhantes, não terá dreto a receber ndemnzação da Canyon Bcycles GmbH, por danos de transporte que eventualmente possam surgr. A BkeShuttle da Canyon O BkeGuard da Canyon Tubos de quadro de maores dmensões! correm o rsco de esmagamento, no caso da maor parte das pnças dos suportes de bccletas! Os quadros de carbono podem assm, se contnuarem em uso, falhar de repente. Quadros de alumíno amolgam-se com facldade. Mas exstem modelos, especalmente adequados, nas casas de acessóros para veículos a motor. Ao transportar a bccleta no automóvel, assegure-se de que não exstem na bccleta nenhumas peças (ferramenta, sacos para bagagem, cadernhas de crança, etc.) que se possam soltar. Pergo de acdente! Como ldar com o aperto rápdo Apesar do manuseo do aperto rápdo ser bastante smples, sempre se dão acdentes devdo a manuseos nadequados. O aperto rápdo é composto essencalmente por dos componentes: A alavanca de fecho ajustável, num dos lados do cubo: Esta transforma o movmento para a posção de fechado, através de um exo excêntrco, em força de aperto. A porca de aperto, na outra extremdade: Ela permte ajustar no exo a pré-tensão. Método de fxação segura das rodas Abra o aperto rápdo. Agora devera a nscrção open (aberto) ser legível. Volte a mover a alavanca em drecção à posção de engate; faclmente dentfcável, pos na alavanca por fora pode-se ler close (fechada). Do níco do movmento para a posção de fechado, até aproxmadamente metade do curso da alavanca, esta deverá ser muto fácl de mover, ou seja, sem tensão de aperto. Na segunda metade do curso, a força de resstênca da alavanca deverá aumentar sgnfcatvamente. No fm, é muto dfícl mover a alavanca. Use o tenar do polegar e puxe, para ajudar, o garfo ou o quadro com os dedos. Abertura do aperto rápdo Fecho do aperto rápdo Rodas montadas de forma ncorreta podem provocar quedas e acdentes graves! Certfque-se de que as alavancas de ambos os apertos rápdos se encontram sempre do lado esquerdo (no lado oposto da corrente) da sua Canyon. Assm evta montar a roda dantera ao contráro. Prenda as rodas, fxadas com apertos rá pdos, juntamente com o quadro a algo fxo, quando estacona a bccleta.

14 24 APERTO RÁPIDO ALTERAÇÃO DE COMPONENTES E ADIÇÃO DE ACESSÓRIOS 25 Na sua posção fnal a alavanca tem que fcar paralela à roda. Não pode fcar em pé lateralmente. A alavanca deverá estar de tal modo ajustada ao quadro da bccleta, que não possa ser aberta acdentalmente. Verfque a fxação, tentando torcer a alavanca na posção fechada. Se a alavanca de aperto se dexar grar, é porque a roda não está devdamente segura. Volte a abrr a alavanca e aumente a pré-tensão. Para tal, gre a porca na extremdade oposta uma mea volta no sentdo dos ponteros do relógo. Volte a fechar a alavanca e verfque de novo o ajuste. Caso a alavanca de aperto não se dexe mas grar, é snal de que o aperto está bem fxo à roda. Por fm, eleve a roda alguns centímetros do chão e dê-lhe um golpe de cma para baxo. Uma roda fxada corretamente permanece nas ponteras do garfo. Para verfcar o aperto rápdo do espgão de selm, tente rodar o selm contra o quadro. Certfque-se de que as alavancas de ambos os apertos rápdos se encontram sempre do lado esquerdo (no lado oposto da corrente) da sua Canyon. Assm evta montar a roda dantera ao contráro. Se o aperto rápdo não estver devdamente fechado, as rodas podem-se soltar. Grande pergo de acdente! A alavanca do aperto rápdo deve estar mas ou menos paralela relatvamente à roda e não deve fcar em pé lateralmente Tente rodar o selm contra o quadro Pode substtur os apertos rápdos por um dspostvo ant-roubo. Necessta para tal de uma chave aproprada com códgo ou de uma chave allen. Se não tver a certeza absoluta ou se tver alguma questão, lgue para a nossa Servce- Hotlne ! O que devo ter em atenção, no caso de alteração de componentes ou adção de acessóros? As bccletas Canyon são aparelhos de desporto, equpados devdamente consoante o uso. Repare que a montagem de guarda-lamas ou artgos semelhantes pode nfluencar o funconamento da sua bccleta e assm também o grau de segurança da drgbldade. Antes da compra e nstalação de acessóros deverá certfcar-se de que estes são compatíves com a sua Canyon. Avergúe com exatdão se acessóros, tas como campanhas adconas, buznas ou equpamento de lumnação, são permtdos ou foram testados e, por sso, aprovados para uso nas vas públcas. Farós a plhas ou acumulador têm que estar assnalados coma uma lnha ondulada e com a letra K (consulteo capítulo Exgêncas legas ). Se pretender montar um portabagagens, uma cadera de crança, ou puxar um atrelado para crança com a sua bccleta, lea prmero o capítulo O uso aproprado da bccleta para ver se tal é possível. Se este for o caso, nforme-se sobre os modelos aproprados contactando a nossa Servce-Hotlne ! Faça só arranjos na sua bccleta, se tver a certeza absoluta do que está a fazer. Os guadores, avanços e garfos devem ser sempre mudados por um mecânco qualfcado. Examne em todos os casos o gua de nstruções do fabrcante de acessóros. Você é responsável pela nstalação profssonal de componentes adconas e acessóros. À mas pequena dúvda, mande a sua Canyon para a nossa ofcna especalzada. Guarda-lamas Porta-bagagens Acessóros que não sejam de orgem, como, p. ex., guarda-lamas, porta-bagagens, etc., podem nfluencar o funconamento da sua Canyon: use por sso, de preferênca, acessóros da nossa lnha de produtos. Assm fca garantdo o uso de peças compatíves. Numa nstalação errada, as peças que se soltam ou estragam podem orgnar quedas graves. Faça os aparafusamentos mportantes para a segurança com o valor de torque prescrto. Se tver questões a fazer sobre montagem de acessóros e compatbldade ou alterações de componentes, lea por favor os capítulos com nformação adconal mas à frente, no manual ou no CD em anexo. Pode também contactar a nossa Servce-Hotlne

15 26 O CARBONO COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO O CARBONO COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO 27 Característcas específcas do carbono como materal de construção O materal de carbono, mas exatamente a fbra de carbono, dstngue-se dos outros materas de fabrco leves através das suas característcas partculares. É mprescndível que conheça estas propredades, para que o prazer que tem na sua Canyon, de alta qualdade, perdure e para que possa confar no seu materal de construção. A aplcação da fbra de carbono no cclsmo de alta competção tem dado provas da sua aptdão, através de váras vtóras. Com a devda técnca de fabrco, elaboração e tratamento, este materal permte produzr peças extremamente rígdas, resstentes e muto leves. Uma das suas propredades muto característcas é no entanto o facto de ser quebradça. Esta desvantagem faz com que o carbono após um mpacto tenha baxa deformação, apesar da estrutura nteror já poder estar danfcada. As fbras podem separar-se umas das outras. É o chamado fenómeno de delamnação, através da qual a resstênca da peça fca extremamente reduzda A hpotétca grande tensão, que já provocou uma ruptura das fbras, não se dexa dentfcar por torção ou flexão, como é o caso do alumíno e do aço. Assm, após uma sobrecarga, a peça de carbono pode falhar completamente ao voltar a ser usada, o que pode resultar numa queda com consequêncas mprevsíves. Queremos sensblzá-lo para a mportânca que tem levar a peça, ou melhor dzendo a sua Canyon ntera, para nspeção na nossa ofcna especalzada, após ter sofrdo um mpacto. Estacone a sua Canyon sempre com cudado e de modo a que não caa. Basta já uma smples queda para provocar estragos nos quadros e outros componentes de carbono. O carbono como materal de construção Tome atenção ao andar de bccleta. Se a sua peça de fbra de carbono fzer ruídos, sso pode ser um snal de uma mnente deteroração do materal. Não volte a utlzar a sua bccleta, sem antes telefonar para a Hotlne da nossa ofcna, nformando-se como há-de proceder a segur. É do seu própro nteresse, jamas reparar componentes de carbono! Substtua medatamente uma peça danfcada e mpeça que outras pessoas usem a bccleta. Componentes de carbono não devem jamas ser sujetos a temperaturas elevadas, como é o caso do revestmento por pulverzação e do envernzamento endurecdo a quente. O calor aí necessáro podera destrur a peça. Evte também guardar a bccleta em veículo a motor exposto a luz solar forte ou em sítos perto de fontes de calor. Tubos de quadro de maores dmensões! correm o rsco de esmagamento, no caso da maor parte das pnças dos suportes de bccletas! Quadros de carbono podem assm, se contnuarem em uso, falhar de repente. Exstem modelos, especalmente adequados, nas casas de acessóros para veículos a motor. O peso total máxmo do cclsta, juntamen te com a bagagem (mochla) e bccleta, não deve ultrapassar os 100 kg. No geral, reboques não são permtdos! Característcas específcas das rodas de carbono Rodas de carbono caracterzam-se, devdo à aplcação de fbra de carbono, pelas suas qualdades aerodnâmcas partculares e leveza. Partculardes da travagem com rodas de carbono Já que as superfíces de travagem são de carbono, é necessáro ter algumas partculardades em consderação. Use calços de travão especas para rodas de carbono. Aconselhamos a que use sempre os calços do fabrcante da bccleta! A Shmano e a Campagnolo também têm calços de travões para rodas de carbono, estas estão, no entanto, ajustadas às exgêncas da Shmano, respetvamente da Campagnolo, no que respeta aos aros. Calços para rodas de carbono gastam-se normalmente mas depressa que os calços tradconas. Repare que o tpo de travagem dos aros, especalmente sobre pso molhados, requer habtuação. Pratque as técncas de travagem numa área lvre de tráfego, até controlar a bccleta com segurança. As superfíces de travagem dos aros de carbono são sensíves ao calor. Em terrenos montanhosos, não deve por sso fazer travagens contínuas. Se descer a montanha, p. ex. com o travão trasero contnuamente aconado, pode acontecer que o materal aqueça até se deformar. O aro pode fcar danfcado e a câmara-de-ar pode rebentar, provocando um acdente. Desacelere, em prncípo, atvando os dos travões, depos largue durante algum tempo até voltar a travar. Vá sempre alternando, permtndo que o materal arrefeça. Bccletas com aros de carbono têm um comportamento de travagem especal Não fxe quadros ou espgões de selm de! carbono em suportes de montagem! Isso pode nutlzá-los. Monte um espgão do selm (de alumíno) estável e fxe-o, ou use um suporte que prenda o quadro em três pontos, na parte nteror, ou com encaxes para o garfo e para a caxa de movmento pedalero. Retfque o estado dos travões e tenha a preocupação de crcular apenas com calços aproprados para aros de carbono! Retfque o estado dos calços dos travões em ntervalos de tempo curtos, já que o desgaste é neste caso maor do que nos aros de alumíno. Note que o poder de travagem dmnu consderavelmente em caso de humdade. Evte, se possível, pedalar em tempo de chuva ou em caso de humdade. Se, de qualquer modo, crcular em psos molhados ou húmdos, aja com muta precaução e crcule mas devagar do que em psos secos.

16 28 O CARBONO COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DAS BICICLETAS DE TRIATLO de CONTRA-RELÓGIO 29 Cudados Lmpe as peças de fbra de carbono com um pano maco e água lmpa, se necessáro com um pouco de detergente. Excessos de óleo ou gordura, dfíces de remover, podem ser lmpos com um produto à base de petróleo. Não utlze jamas produtos à base de acetona, trcloroetleno, cloreto de metlo, etc. ou dssolventes, nomeadamente portadores de dssolventes, e produtos químcos de lmpeza, não neutras, que corroam a superfíce. Se pretender proteger a superfíce, pode usar cera para carros. Produtos para polr ou para lmpar vernz são portadores de partículas duras que podem arranhar a superfíce. Mantenha as superfíces de travagem de rodas de carbono lvres de produtos de lmpeza e lubrfcantes! Não fxe quadros ou espgões de selm de! carbono em suportes de montagem! Isso pode nutlzá-los. Monte um espgão do selm estáve (de alumíno) e fxe-o ou use um suporte, que prenda o quadro em três pontos, na parte nteror, ou com encaxes para o garfo e para a caxa de movmento pedalero. Componentes de carbono têm, tal como todas as peças de fabrco muto leve, um tempo útl de vda lmtado. Substtua, por essa razão, perodcamente o guador, os espgões do selm, as rodas de carbono e os avanços, em função do desgaste e do esforço, por ex., de 3 em 3 anos ou todos os km, mesmo que estes não tenham sofrdo qualquer acdente ou acontecmento semelhante. Proteja as partes mas fráges do seu qua-! dro de carbono, p. ex. a parte de baxo do tubo nferor, com autocolantes especas contra danos, provocados por frcção de cabos ou pedradas. Use cera para carros, para proteger a superfíce Autocolantes especas protegem o carbono de danos Evte, no geral, lubrfcar peças de carbo-! no. A gordura fca agarrada à superfíce e mpede, através dos baxos valores do coefcente de atrto entre as superfíces, uma força de tensão segura, dentro dos valores de torque prescrtos. Componentes de carbono, que tenham sdo lubrfcados uma só vez, não podem mas, no geral, ser fxados. Verfque perodcamente, p. ex., durante a lmpeza da sua bccleta, se as peças de carbono apresentam danos vsíves, como rscos, rachas, arqueamentos, descolorações, etc. Se ao passar o pano pela bccleta este prender, deve nspeconar esse síto. Não ande mas com a sua Canyon. Contacte medatamente a nossa Servce-Hotlne Característcas específcas das bccletas de tratlo de contrarelógo e de psta Guador de contra-relógo No tratlo e no contra-relógo, onde uma posção bastante aerodnâmca do assento é relevante, são usados os chamados guadores aerodnâmcas (tratlo). Nestes modelos aerodnâmcos, os manípulos das mudanças estão mutas vezes stuados nas extremdades, e as manetes de travão estão stuadas nas pontas do guador-base (guador bullhorn). Quando anda com os antebraços no plano horzontal, as manetes dos travões estão dstantes, a rapdez da reação decresce e a resposta de travagem torna-se mas demorada. Crcule, por sso, com muta precaução. É possível, dentro de determnados lmtes, adaptar a posção do guador às preferêncas pessoas do cclsta. Tal sgnfca que, a parte dreta do guador só deve, no máxmo, estar um pouco nclnada para baxo ou 30 graus para cma. Garanta que o apoo dos seus antebraços seja sempre cómodo, ou seja que os cotovelos espretem um pouco, para trás do apoo de ante-braço. A condução de bccletas de contra-relógo exge habtuação Os cotovelos devem espretar um pouco, para trás do apoo de ante- -braço As bccletas para tratlo e para contra-! relógo possuem caraterístcas especas de condução. Expermente a bccleta um síto sem movmento e vá explorando lentamente as caraterístcas de condução.

17 30 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DAS BICICLETAS DE TRIATLO E CONTRA-RELÓGIO APÓS UMA QUEDA 31 Manípulos de mudanças stuados nas extremdades do guador da bccleta de contrarelógo Os manípulos de mudanças Shmano, Sram e Campagnolo, para tratlo e contra-relógo, stuados nas extremdades do guador, pressonam-se para baxo, para engatar os pnhões pequenos atrás, ou seja para se aconar uma mudança mas alta, e para engatar as rodas dentadas pequenas à frente, ou seja para aconar uma mudança mas baxa. Puchando os manípulos para cma, engatam-se, à frente e atrás, as rodas dentadas maores. O manípulo da mudança transmte a ordem de ação para o desvador trasero, através de um cabo Bowden. O desvador trasero gra, a corrente sobe para o pnhão segunte. Importante para o aconamento das mudanças, é contnuar a pedalar de forma homogénea e sem grande esforço, enquanto a corrente se movmenta entre os pnhões! Através de guas especas nas rodas dentadas, o aconamento das mudanças, das bccletas modernas, funcona também sob pressão. Contudo, o aconamento sob pressão reduz bastante o tempo útl de vda da corrente. Para além dsso, a corrente pode assm fcar presa entre a escora nferor e os pratos da corrente (o chamado Chan-suck ). Evte por sso o aconamento das mudanças, quando pedala com força, especalmente o aconamento com o desvador dantero. BICICLETAS DE PISTA As bccletas de psta não apresentam travões.o cubo da roda trasera não apresenta mecansmo de roda lvre.os pedaleros rodam sempre também enquanto rodarem as rodas. Por sso, é precso trenar a condução com uma bccleta de psta sob as nstruções de um trenador experente. Manípulos de mudanças stuados nas extremdades do guador aconam o desvador trasero e o desvador dantero Desvador trasero Bccleta de psta Não se esqueça de que o trajeto de paragem aumenta se conduzr com um guador tratlo. O alcance das manetes de travão não é favorável. As bccletas de psta são completamente dferentes das bccletas de estrada habtuas. Famlarze-se cudadosamente com a condução sem roda lvre e sem travões. Após uma queda 1. Verfque se as rodas estão frmemente encaxadas nos apoos (ponteras) e se os aros se encontram no centro geométrco do quadro, mas especfcamente do garfo. Ponha as rodas em andamento e examne o espaço entre os calços dos travões e os flancos do aro. Se este espaço se alterar consderavelmente e não for possível centrar a roda naquele momento, você deverá abrr levemente os travões, para que o aro possa passar por entre os calços sem frcconar. Note que, não é possível aplcar mas a força total de travagem. Informações adconas encontram-se no capítulo O dspostvo de travagem e no capítulo As rodas. 2. Verfque se o guador e o avanço não estão tortos, se não têm rachas e se anda estão dretos. Verfque se o avanço está soldamente preso ao garfo, tentando rodar o guador contra a roda dantera. Apoe-se também brevemente sobre as manetes dos travões, para verfcar se o guador está frmemente montado no avanço. Informações adconas encontram-se no capítulo Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor e no capítulo A caxa de dreção. 3. Verfque se a corrente anda se encontra sobre os pratos da corrente e sobre os pnhões. Se a bccleta tver caído sobre o lado das mudanças, deverá verfcar o seu funconamento. Peça a alguém que ajude a levantar a bccleta pelo selm e acone as velocdades, uma a uma. Especalmente para as mudanças baxas, quando a corrente sobe para os pnhões maores, você deverá observar, até que ponto o desvador trasero se aproxma dos raos. Um desvador trasero entortado ou uma pontera entortada podem levar a que o desvador se enfe nos raos Pergo de queda! Desvador trasero, roda trasera e quadro podem ser danfcados Controle o desvador dantero. Caso este se tenha deslocado, a corrente pode car, a bccleta perde o mpulso (consulte também o capítulo As mudanças de velocdades ). Verfque se as rodas anda estão bem fxadas nas ponteras Tente rodar o guador contra a roda dantera Verfque se a corrente anda se encontra sobre os pratos da corrente e sobre os pnhões Consdere também as ndcações do capítulo Característcas específcas do carbono como materal de construção.

18 32 APÓS UMA QUEDA KIT QUADRO INDICAÇÕES SOBRE MONTAGEM Examne o selm e o tubo superor com o olhar, ou a caxa de movmento pedalero, para garantr que o selm não está desalnhado. 5. Levante a bccleta alguns centímetros e dexe-a car no chão. Se houver ruídos, é necessáro procurar por parafusos eventualmente soltos. 6. Para conclur, observe mas uma vez toda a bccleta, para descobrr possíves deformações, descolorações ou fssuras vsíves. Volte para trás com a bccleta muto cudadosamente, mas só se esta não mostrar pontos de crítca. Evte acelerações e travagens fortes e não pedale de pé. Se não estver seguro de que a bccleta está em perfeto estado de funconamento, volte para trás de carro, em vez de correr rsco de acdente. Assm que chegar a casa, volte a examnar a bccleta de modo mas mnucoso. Lea, por favor, os capítulos com mas detalhes, à frente no manual ou no CD em anexo. Se tver dúvdas pode contactar a nossa Servce-Hotlne Examne o selm e o tubo superor atentamente com o olhar, para garantr que o selm não está desalnhado Examne componentes de carbono com uma atenção especal e substtua-os, para sua própra segurança Kt quadro - Indcações sobre a montagem e dados técncos A Canyon também tem à dsposção quadros de carbono e alumíno de alta qualdade, cuja montagem pode ser feta com peças ndvduas. A compatbldade das peças e a qualdade da montagem devem ser garantdas por quem monta e completa o quadro. Devdo ao vasto leque de peças, não é possível à Canyon abranger completamente neste manual a larga faxa de possbldades. A Canyon não pode ser responsablzada por todas as combnações possíves de peças. Aconselhamos-lhe também que lea sem falta os guas de nstruções dos fabrcantes de componentes. No geral, uma combnação errada de peças pode reduzr o grau de segurança da sua Canyon. É por sso aconselhável que um mecânco qualfcado ou a nossa ofcna especalzada faça a montagem. Para sua própra segurança, não tente efectuar trabalhos mas complexos sem ajuda profssonal. Kt quadro da Canyon Ultmate CF Mande montar a sua bccleta na nossa ofcna especalzada! Peças de carbono que tenham sofrdo um mpacto, tal como peças arqueadas de alumíno, podem quebrar subtamente. Estas peças não devem ser endretadas, ou seja, não podem ser desentortadas, já que, também depos, permanece um grave pergo de rotura. Isto aplca-se partcularmente ao garfo, ao guador, ao avanço, aos pedaleros, ao espgão do selm e aos pedas. Em caso de dúvdas, a troca destas peças é sempre a melhor opção, pos a sua segurança está em prmero lugar. Para sua própra segurança, após uma queda, substtua os componentes de construção leve Consoante a experênca e a habldade técnca de quem monta a bccleta, pode ser necessára nformação que complemente o manual. Alguns trabalhos poderão requerer ferramentas (especas), como, p. ex., um extrator mecânco, ou nstruções adconas. Não prenda os quadros pelos tubos a um! suporte de montagem! Os tubos com paredes fnas podem ser danfcados. Monte prmero um espgão de selm estável (de alumíno) e fxe-o ao suporte ou use um suporte de montagem, que prenda o quadro em três pontos, na parte nteror, ou com encaxes para o garfo e para a caxa de movmento pedalero.

19 34 KIT QUADRO INDICAÇÕES SOBRE MONTAGEM KIT QUADRO INDICAÇÕES SOBRE MONTAGEM 35 Os quadros estão prontos a montar. Isto sgnfca que as roscas estão cortadas, a base dos rolamentos e o tubo do selm estão poldos. O arranjo posteror do quadro não é necessáro. Não modfque o quadro e os seus componentes, p. ex. guas de cabos reguláves, etc., lmando, perfurando ou algo semelhante. Aplque todos os componentes (Exceção: Espgões de selm de carbono, avanços sobre garfos com tubos de carbono e todos os espgões nos quadros de carbono) com massa lubrfcante de alta qualdade ao quadro. Assm evta corrosão. Caso contráro, daí a algum tempo não consegurá mas desmontar a sua Canyon. Os quadros das bccletas de estrada Canyon têm a caxa de dreção e o garfo já montados. Vá-se aproxmando sempre lentamente dos valores de torque máxmos e comprove se o componente está fxado com segurança, tal como o descrto nos capítulos correspondentes. Em componentes para os quas não são dadas as margens dos valores de torque, vá-se aproxmando lentamente do torque máxmo e comprove sempre, pelo meo, se o componente está bem apertado. Sga sempre os valores de torque recomendados Utlze sempre uma chave dnamométrca Caxa de dreção Todos os quadros são fornecdos com casqulhos de montagem forçada caxa de dreção ntegrada (ntegrated headset). Os quadros das bccletas de estrada Canyon são preparadas para a entrega com avanço e garfo montados, e caxa de dreção afnada. Movmento pedalero Todos os quadros (com exceção do Aeroad CF):BSA / BSC 1.370x24T, (lado dreto, rosca para a esquerda!) Aeroad CF: Pressft BB 91 com 86,5 mm Os rolamentos de cartrdge normas podem ser montados dretamente com massa lubrfcante de alta qualdade. Sga os valores de torque recomendados pelo fabrcante da caxa de movmento pedalero. Largura da parte trasera Todos os quadros da bccleta de estrada: 130 mm Bccleta de psta V-Drome: 120 mm Caxa de dreção afnada e montada com avanço e garfo Caxa de movmento pedalero! Só é permtdo usar o avanço que acompanha a bccleta. Quem monta a Canyon, desde o quadro até à bccleta completa, tem que garantr que a montagem das peças obedeça às exgêncas do fabrcante, às normas em geral e à evolução técnca e centífca. Se tver alguma questão sobre a compatbldade entre certos componentes e o quadro, lgue para a nossa Servce-Hotlne ! Nos quadros Canyon F10 todas as fbras! de carbono foram preparadas para suportarem otmamente grandes tensões durante a condução. Os termnas cravados dos cabos de tração só devem ser pressonados no sentdo do curso dos cabos dos travões e das mudanças. Não puxe os cabos na dagonal, contraramente ao sentdo do curso, ou seja separando-os do quadro, por ex., para os estcar prevamente. Uma lesão do quadro não pode aqu ser excluída. Em alguns componentes os valores de torque estão gravados ou colados. Sga estes valores. Lea sem falta os guas de nstruções acompanhantes, dos fabrcantes de componentes!

20 36 KIT QUADRO INDICAÇÕES SOBRE MONTAGEM KIT QUADRO INDICAÇÕES SOBRE MONTAGEM 37 Dropout do desvador trasero substtuível Espgão do selm Os dropouts substtuíves estão sufcentemente fxados em todos os quadros. Sga um valor de torque de 1,5 Nm. Nunca, em stuação alguma, deve exceder o torque máxmo de 1,5 Nm. Suporte para garrafas Sga um valor de torque máxmo de 4,5 Nm. Nunca exceda o valor de torque máxmo 4,5 Nm. Termnas dos cabos Pressone os termnas dos cabos, cravados no sentdo do curso da força no quadro da Canyon Ultmate CF, somente no sentdo do curso dos cabos dos travões, ou das mudanças. Força exercda na dagonal, ou contraramente ao sentdo do curso, pode provocar lesões no quadro. Quando troca de dropout substtuível, não deve ultrapassar de forma alguma o valor de torque máxmo de 1,5 Nm Sga um valor de torque máxmo de 4,5 Nm, ao nstalar o suporte para garrafas O seu novo espgão do selm tem que ter o mesmo dâmetro nomnal que o tubo do selm do seu quadro. O espgão tem que, sem pressão ou vrar, entrar faclmente no quadro. Meddas dferentes do quadro e espgão podem conduzr a uma falha do espgão. Antes de colocar o espgão no quadro, certfque-se de que o tubo do selm se encontra completamente lvre de cantos afados ou rebarbas. Ao utlzar um espgão de selm ou tubo do selm de carbono, ambos os componentes devem estar lvres de massa lubrfcante ou óleo. Se necessáro, lmpe e remova as rebarbas do tubo do selm. Não aperte o parafuso ou o aperto rápdo da fxação do tubo do selm com demasada força. Lea as ndcações do capítulo Ajuste da altura do selm e também os valores de torque prescrtos no capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção e respete, do mesmo modo, as recomendações do fabrcante de componentes. O forçar da rosca pode provocar uma danfcação do espgão do selm e, assm, dar orgem a um acdente e/ou fermento do condutor. Certfque-se de que o espgão do selm se adapta exatamente ao quadro Não aperte o parafuso de fxação do espgão do selm com demasada força Se os dâmetros do tubo do selm e do espgão do selm não corresponderem exatamente, o quadro ou o espgão de selm de carbono podem quebrar. Um acdente ou fermento podem ser o resultado. Quando troca de dropout, não se esqueça de aplcar massa lubrfcante entre o dropout e o quadro! Tenha em conta as nstruções relatvas aos dâmetros dos espgões do selm em Utlze a pasta de montagem especal de carbono da Canyon, para fxar um espgão de selm com segurança. Aos espgões de selm ou tubos de selm de carbono, não devem jamas ser aplcadas substâncas gordurosas. O seu espgão do selm tem que estar nserdo no quadro, pelo menos até estar abaxo do tubo superor, nomeadamente até à marca de nserção mínma do espgão. Não ande jamas com a sua Canyon, se a marca de nserção mínma for vsível no espgão do selm.

21 38 ADAPTAR AO CONDUTOR ALTURA DO SELIM ADAPTAR AO CONDUTOR 39 Adaptar a bccleta de estrada Canyon ao condutor Uma cosa é querer conduzr de forma aerodnâmca e outra cosa é querer conduzr descontradamente uma bccleta de estrada Canyon. A posção (do assento) da sua Canyon é essencal ao seu bem estar e ao desenvolvmento da sua performance. Deve, por sso, ajustar o selm e o guador da sua Canyon, o mas exatamente possível, às suas necessdades. Em prncípo, uma bccleta de estrada é um aparelho de desporto que fo concebdo para velocdade. Só por sso, a bccleta de estrada pressupõe certas condções báscas da musculatura do tronco, dos ombros e da nuca. O tamanho do corpo do condutor é crucal para a escolha da altura do quadro da sua Canyon. Com a escolha do tpo de bccleta, a postura corporal está pratcamente defnda. No entanto, dferentes componentes da sua bccleta foram concebdos de tal modo, que até certo ponto poderão ser ajustados às proporções do seu corpo. Esses componentes são o espgão do selm, o avanço e as manetes de travão. Ao escolher o volume do quadro, deve ter em consderação, se a altura de entre-pernas lhe dá lberdade de movmento sufcente, evtando assm tocar no tubo superor magoando-se. Com o Canyon Perfect Poston System (PPS) tem à sua dsposção um nstrumento, que lhe permtrá escolher o tamanho exatamente necessáro da sua Canyon, sem nunca a ter montado. Encontra o PPS no webste A altura de entre-pernas deve proporconar lberdade de movmento sufcente Posção característca de um cclsta Todas as operações descrtas a segur requerem alguma experênca, ferramentas apropradas e habldade técnca. Faça um exame breve após a montagem (capítulo Antes de cada utlzação ) e teste a bccleta numa zona sem movmentação ou numa rua solada. Desta forma, poderá controlar novamente o seu estado geral de funconamento. Caso não se snta seguro, é preferível lmtar-se ao controlo da posção. Dexe, se necessáro, a sua Canyon ser controlada por especalstas. Ajuste da altura do selm A altura correta do selm é determnada pelo processo de pedalagem. Importante: Ao pedalar, os joanetes devem estar posconados sobre o centro do exo do pedal. A perna não deve estar estcada completamente, na posção mas baxa do pedalero. Se o selm estver alto demas, o pedalar torna-se neste ponto mas baxo relatvamente dfícl, ou seja não é redondo. Se o selm estver baxo demas, os joelhos poderão doer. Verfque por sso a altura correta do selm, através da aplcação do segunte método smples. Use para tal sapatos de sola plana. Sente-se sobre o selm e coloque o calcanhar sobre o pedal, o qual se encontra na posção mas baxa. Nesta posção, a perna tem que estar totalmente estcada. Certfque-se de que os quadrs permanecem retos. Para ajustar a altura do selm, tem que desapertar o parafuso do aperto do espgão do selm ou abrr o aperto rápdo (antes, lea o capítulo Como ldar com o aperto rápdo ). Solte o parafuso do aperto do espgão do selm com uma ferramenta aproprada, grando-o contraramente ao sentdo do relógo. Não puxe o espgão do selm acma da marcação gravada no tubo! Em quadros com tubo de selm mas longo, cuja altura ultrapassa bem o tubo superor, o espgão do selm tem que ser nserdo no quadro, pelo menos até estar abaxo do tubo superor. Isso pode resultar numa nserção mínma de 10 centímetros e mas. Para ajustar a altura do selm, tem que soltar o parafuso do espgão do selm do aperto do selm Quando o calcanhar está sobre o pedal, o qual se encontra na posção mas baxa, a perna tem que estar completamente estcada Espgões de selm e quadros podem reque-! rer marcas dferentes de nserção mínma. Escolha a profunddade de nserção maor correspondente. Controle por sso regularmente a posção do selm no caso de pessoas em crescmento, todos os dos a três meses. Não lubrfque jamas o tubo de selm de um quadro de carbono, se este não estver revestdo por uma proteção de alumíno. Se usar um espgão de selm de carbono, não deve sequer lubrfcar quadros de metal. Os componentes de carbono, que tenham sdo lubrfcados uma só vez, não podem mas, no geral, ser fxados com segurança.

22 40 ADAPTAR AO CONDUTOR ALTURA DO SELIM ALTURA DO GUIADOR ADAPTAR AO CONDUTOR 41 Agora a altura do espgão do selm solto poderá ser ajustada. Certfque-se de que a parte do espgão do selm, que se encontra nserda no nteror do tubo do selm, se encontra sempre bem lubrfcada. (Exceções: Quadros e espgões de selm de carbono). Se o seu espgão não deslzar faclmente no tubo do selm, não nssta com volênca. Recorra, se necessáro, à nossa Servce-Hotlne Alnhe novamente o selm, olhando da ponta do selm até à caxa de movmento pedalero, ou ao longo do tubo superor. Em seguda, volte a apertar o espgão. Gre o parafuso de fxação do espgão do selm no sentdo do relógo. Uma tensão de aperto sufcente deve já fazer-se sentr, sem ser necessáro fazer grande força com a mão. Caso contráro, o espgão do selm não cabe bem no quadro. Em caso de dúvdas, lgue para a nossa Servce-Hotlne Verfque se o espgão está bem fxado. Agarre com força no selm, à frente e atrás, e tente rodá-lo. Se este não se mover, é porque está bem fxo. Ao fazer um novo teste, a posção das pernas contnua correcta? Faça um teste, colocando o pé na posção deal para pedalar. Se o joanete se encontrar a meo do pedal, o joelho tem que estar levemente dobrado. Se assm for, é snal de que ajustou o selm na altura correcta. Verfque se anda consegue apoar as pernas de forma segura no chão. Se esse não for o caso, deverá baxar novamente um pouco o selm. Examne o selm e o tubo superor atentamente com o olhar, para garantr que o selm não está desalnhado Tente rodar o selm contra o quadro Tenha o cudado de não apertar o parafuso de fxação do tubo do selm com demasada frmeza. O forçar da rosca pode provocar uma danfcação do espgão do selm ou do quadro. Pergo de acdente! Ajuste da altura do guador A altura do guador nfluencía a nclnação das costas. Quanto mas baxo o guador estver, mas nclnado estará o tronco. Aqu a posção do assento é mas aerodnâmca e o peso sobre a roda dantera é superor, mas a forte nclnação do corpo torna-se mas cansatva e desconfortável, pos o esforço dos pulsos, dos braços, do tronco e da nuca aumenta. A altura do guador nfluenca a nclnação das costas A condução de bccletas de contra-relógo exge habtuação Vá-se aproxmando lentamente (meo me tro newton) do valor de torque máxmo prescrto, comprovando de vez em quando, se o componente está bem fxado. Não ultrapasse o valor de torque máxmo prescrto pelo fabrcante. Nunca ande de bccleta, sempre que o espgão ultrapassar as marcações de Fm, Mínmo, Máxmo, Lmte ou Stop! Este poderá quebrar ou o quadro poderá ser danfcado. Em quadros com tubo de selm mas longo, cuja altura ultrapassa bastante o tubo superor, o espgão do selm devera ser nserdo no quadro, pelo menos até estar abaxo do tubo superor, nomeadamente abaxo da escora superor! Avanços têm meddas dferentes de comprmento, de dâmetro do tubo e do orfíco onde entra o guador. A escolha errada pode tornar-se numa fonte de pergo: Guadores e avanços podem quebrar e provocar um acdente. Na substtução de componentes, use apenas peças de marca de orgem adequadas. As bccletas de psta são puros aparelhos de desporto descomprometdos Repare que a combnação guador avanço é aprovada pelo fabrcante de guadores e avanços.

23 42 ADAPTAR AO CONDUTOR ALTURA DO GUIADOR ALTURA DO GUIADOR ADAPTAR AO CONDUTOR 43 Avanços Aheadset, ou seja um sstema sem roscas (Aheadset é uma marca patenteada da frma Da- Compe) Nas bccletas com sstema Aheadset, é também com base no avanço, que a caxa de dreção é ajustada. No caso de o avanço ser modfcado, a caxa tem que ser ajustada de novo (ver aqu também o capítulo A caxa de dreção ). A regulação da altura só é possível através da mudança das anlhas espaçadoras, as chamadas Spacer, ou então da revravolta do avanço, nos chamados modelos Flp-Flop. Desenrosque o parafuso da pré-tensão da caxa, em cma, no tubo do garfo, e remova a tampa. Solte os parafusos lateras do avanço. Separe o avanço do garfo. Agora pode retrar as anllhas espaçadoras. Espalhe um pouco da pasta de carbono para montagem, da Canyon, sobre a área onde o avanço rá ser preso. Ponha o avanço completamente sobre o tubo do garfo e coloque todas as anlhas espaçadoras extraídas, de novo, na parte superor do avanço. Solte os parafusos lateras do avanço Extraa as anlhas espaçadoras e coloque-as de novo na parte superor do avanço Se quser revrar o avanço, tem que, para além dsso, remover o guador. Para além dsso, solte os parafusos do avanço, à frente, com os quas o guador é preso, e extraa-o com cudado. Espalhe também nesta área de fxação, massa de carbono para montagem, da Canyon, e fxe de novo o guador, após ter revrado o avanço. Alnhe, para além dsso, o guador na área de fxação do avanço, ou seja a barra nferor deve estar na horzontal, ou, no máxmo, levemente nclnado para baxo. Enrosque todo os parafusos de fxação do avanço com uma chave dnamométrca, segundo as recomendações. Repare que, se utlzar massa de carbono para montagem, o valor de torque máxmo não tem que ser necessaramente atngdo. É sufcente apertar os parafusos com valores de torque cerca de 20 a 25 % mas baxos, por exemplo 6 Nm em vez de 8 Nm. Deste modo o materal é poupado. Ajuste de novo a caxa. Poscone o avanço de tal modo, que, este se encontre alnhado com a roda dantera e o guador forme um ângulo reto, em relação à dreção da condução. Puxe o avanço com força, depos de o ter alnhado e teste-o, tentando revrá-lo (ver o capítulo A caxa de dreção ). Ajuste de novo a caxa Aperte novamente o avanço com os valores de torque prescrtos Consdere também os guas de nstruções, em anexo, dos fabrcantes de componentes. Os avanços fazem parte dos suportes báscos da bccleta. Alterações podem ameaçar a sua segurança. Garanta que o aparafusamento do guador e avanço está correto. Os valores prescrtos encontram-se no capítulo Valores de torque recomendados. Se planear alterações, recorra, se necessáro, à nossa Servce- Hotlne Espalhe massa de carbono para montagem sobre o tubo de garfo A remoção de anlhas espaçadoras só é possível, se o tubo do garfo for encurtado. Esta operação não tem mas retrocesso. Só deve por sso ser levada a cabo, quando estver absolutamente seguro da posção do seu selm. Dexe que um especalsta realze esta operação. O melhor é drgr-se à nossa ofcna Canyon especalzada, através da Servce-Hotlne Certfque-se de que a área de fxação do avanço não tem cantos afados. Se planear alterações, recorra à nossa Servce-Hotlne Se o tubo do garfo da sua bccleta de estrada Canyon é de carbono (reconhecível através da cor preta ou preta brlhante na ranhura do avanço), então tem que ter bastante cudado no aperto do avanço. É um trabalho para especalstas! Lembre-se que, os aparafusamentos do guador e do avanço devem ser fetos segundo os valores de torque prescrtos. Os valores correspondentes encontram-se no capítulo Valores de torque recomendados, ou nos guas de nstruções acompanhantes, dos fabrcantes de componentes. Recorra, se necessáro, à nossa Servce-Hotlne Senão, o guador ou o avanço podem soltar-se ou quebrar. Tal pode dar orgem a um acdente grave!

24 44 ADAPTAR AO CONDUTOR ALTURA DO GUIADOR ALTURA DO GUIADOR ADAPTAR AO CONDUTOR 45 Sstema I-Lock Nas bccletas com sstema I-LOCK de caxa de dreção, o avanço fxa também a caxa de dreção. Se a posção do avanço for modfcada, a caxa também tem que ser ajustada (ver aqu também o capítulo A caxa de dreção ). Ajustar a altura só é possível, se as anlhas espaçadoras, as conhecdas spacer, forem mudadas da parte nferor do avanço para cma, ou então através da revravolta do avanço, nos chamados modelos Flp- Flop. Desaperte os parafusos lateras do avanço, dando 2 a 3 voltas. Gre o parafuso do ajuste da caxa de dreção no sentdo contráro, ou seja ao contráro do sentdo do relógo. Desmonte a tampa termnal, em cma, no avanço. Agarre no garfo com frmeza e puxe o avanço do garfo. Agora pode retrar as anllhas espaçadoras. Espalhe um pouco da pasta de carbono para montagem, p. ex. da Canyon, sobre a área onde o avanço rá ser preso. Ponha o avanço completamente sobre o tubo do garfo e coloque todas as anlhas espaçadoras extraídas, de novo, na parte superor do avanço. Este ajuste é provsóro, só para testar a! posção, pos possvelmente as anlhas espaçadoras vbram, quando crcula. Quando tver encontrado a posção certa, mande encurtar o tubo do garfo por um especalsta. No melhoramento do avanço, use apenas peças de marca de orgem adequadas. Devdo ao tpo de aperto, o uso de outros modelos, especalmente no caso de garfos de carbono, podera provocar danos. Pergo de queda! A Canyon não assume qualquer tpo de responsabldade, no caso da combnação com outros modelos de avanço. Tal conduz à extnção da garanta. Solte os parafusos lateras do avanço Gre agora o parafuso do ajuste da caxa de dreção no sentdo contráro Retre a tampa termnal O tubo do garfo da sua bccleta de estrada Canyon é de carbono, reconhecível através da cor preta ou preta brlhante na ranhura do avanço. Trabalhos na área da condução da sua Canyon têm que ser fetos com muto cudado. Esta é uma tarefa para especalstas! Em caso de dúvdas, mande fazer as adaptações na nossa ofcna Canyon da especaldade. Recorra, se necessáro, à nossa Servce-Hotlne Se quser revrar o avanço, tem que, para além dsso, remover o guador. Para além dsso, solte os parafusos do avanço, à frente, com os quas o guador é preso, e extraa-o com cudado. Espalhe, também nesta área de fxação, massa de carbono para montagem, e fxe de novo o guador, após ter revrado o avanço. Enfe a tampa termnal no tubo do garfo, em cma, agarre no garfo com frmeza e carregue no avanço e na tampa para baxo, de modo a que não reste mas folga. Poscone o avanço de tal modo, que este se encontre alnhado com a roda dantera e o guador forme um ângulo reto exato, em relação à dreção da condução. Alnhe, para além dsso, o guador na área de fxação do avanço, ou seja a barra nferor deve estar na horzontal, ou, no máxmo, levemente nclnado para baxo. Enrosque todo os parafusos de fxação do avanço com uma chave dnamométrca, segundo as recomendações. Repare que, se utlzar massa de carbono para montagem, o valor de torque máxmo não tem que ser necessaramente atngdo. É sufcente apertar os parafusos com valores de torque cerca de 20 a 25 % mas baxos, por exemplo 6 Nm em vez de 8 Nm. Deste modo o materal é poupado. Ajuste a folga dos rolamentos, tal como em baxo descrto, e efetue também todos os controles de aperto al descrtos. Lembre-se que, os aparafusamentos do guador e do avanço devem ser fetos segundo os valores de torque prescrtos. Os valores correspondentes, encontram-se nscrtos no própro componente, ou nos guas de nstruções acompanhantes, dos fabrcantes de componentes. Senão, o guador ou o avanço podem soltar-se ou quebrar. Tal pode dar orgem a um acdente grave. Retre as anllhas espaçadoras Espalhe massa de carbono para montagem sobre o tubo do garfo Coloque a tampa termnal, carregue-a de encontro ao garfo, agarrando-o, e aperte depos o avanço ajustado com os valores de torque prescrtos Enrosque todo os parafusos de fxação do avanço com uma chave dnamométrca, segundo as recomendações

25 46 ADAPTAR AO CONDUTOR DISTÂNCIA SELIM/GUIADOR E SELIM DISTÂNCIA SELIM/GUIADOR E SELIM ADAPTAR AO CONDUTOR 47 Dstânca selm/ guador e ajuste do selm Quer a dstânca entre os punhos do guador e o selm, quer a nclnação do selm, têm ambos nfluênca sobre a nclnação das costas e, assm, também sobre o conforto e dnâmca da condução. Através da armação do espgão do selm é possível alterar esta dstânca mnmamente. Mas com a deslocação da armação do selm, no espgão do selm, o processo de pedalagem é nfluencado. Consoante a dstânca selm/guador, assm também é a dstânca do condutor relatvamente aos pedas. Se o selm não estver nvelado horzontalmente, o cclsta não poderá pedalar de modo descontraído. Ele terá que se apoar constantemente no guador, para não escorregar do selm. A dstânca entre os punhos do guador e o selm tem nfluênca sobre a nclnação das costas De modo nenhum o selm deve fcar tombado para trás Deslocação do selm e ajuste do ângulo do selm Mecansmo de aperto ntegrado com dos parafusos paralelos Em espgões de selm com mecansmo de aperto ntegrado com dos parafusos paralelos, a cabeça que fxa a nclnação e a posção horzontal do selm é mantda por dos parafusos de sextavado nteror. Desenrosque os dos parafusos na cabeça do espgão do selm. Para sso gre os parafusos, no máxmo 2 a 3 vezes, caso contráro todo o mecansmo poderá desmanchar-se. Recue ou avance o selm, conforme desejar. Normalmente é necessáro uma pequena palmada. Tome atenção às marcações na armação e não as ultrapasse. Certfque-se de que o canto superor do selm permanece na posção horzontal, à medda que va apertando de novo, homogeneamente e alternadamente, os parafusos. Durante estas operações, a bccleta deve permanecer na horzontal. Aperte os dos parafusos alternadamente e de forma homogénea, não exceda jamas o valor de torque máxmo prescrto Verfque se o selm, agora reapertado, se nclna Verfque se o selm, agora reapertado, se nclna, usando as mãos para pressonar alternadamente a ponta e a trasera do selm. Lembre-se que, os aparafusamentos do espgão do selm devem cumprr os valores de torque prescrtos. Utlze para tal uma chave dnamométrca e não exceda os valores de torque máxmos! Estes encontram-se no capítulo Valores de torque recomendados, nas própras peças e/ou nos guas de nstruções dos fabrcantes de componentes. Não fxe jamas o selm na parte arqueada da armação do selm, mas sm sempre na parte plana. O curso do movmento do selm é muto pe queno. Avanços com dferentes comprmentos, no entanto, possbltam uma alteração do comprmento em mas de dez centímetros Na maor parte dos casos, também o comprmento dos cabos tem que ser ajustado. Dexe fazer este tpo de alterações somente numa ofcna da especaldade. Para mas questões e para marcações, encontra-se a nossa Servce-Hotlne à sua dsposção. Avanços têm meddas muto dferentes de comprmento, de dâmetro do tubo e do orfíco onde entra o guador. A escolha errada pode tornar-se numa fonte de pergo: Guadores e avanços podem quebrar e, assm, provocar um acdente. Controle os aparafusamentos, todos os meses, com a chave dnamométrca, obedecendo aos valores que encontra no capítulo Valores de torque recomendados, nos guas de nstruções acompanhantes e/ou nas própras peças. VCLS Post 2.0 É ndspensável que lea também o Manual VCLS Post 2.0 complementar, caso tenha adqurdo um VCLS Post 2.0.

26 48 ADAPTAR AO CONDUTOR DISTÂNCIA SELIM/GUIADOR E SELIM DISTÂNCIA SELIM/GUIADOR E SELIM ADAPTAR AO CONDUTOR 49 Mecansmo de aperto ntegrado com dos parafusos em fla Desaperte os dos parafusos, dando no máxmo 2 a 3 voltas, caso contráro todo o mecansmo poderá desmanchar-se. Mova o selm na horzontal, para ajustar a dstânca selm/guador. Aperte ambos os parafusos de forma homogénea, para que o selm mantenha o seu ângulo. Se deseja a ponta do selm nclnada para baxo, aperte o parafuso à frente. Possvelmente, tem até que soltar um pouco o parafuso atrás. Para pôr o selm mas baxo atrás, tem que apertar o parafuso trasero. Após ter encontrado a posção perfeta, verfque se as pnças de aperto, assentam bem na armação do selm, antes de aumentar o valor de torque, para o valor dado pelo fabrcante de espgões de selm. Consdere aqu os valores de torque recomendados no capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção. Verfque se o selm, agora reapertado, se nclna, usando as mãos para pressonar alternadamente a ponta e a trasera do selm. Desaperte os dos parafusos, dando no máxmo 2 a 3 voltas Aperte os parafusos, alternadamente e de forma homogénea, com os valores de torque prescrtos Poscone o selm de tal manera, que a armação seja fxada dentro da marcação Aperto de selm Speedmax Introduza o espgão de selm Speedmax no tubo do selm, até atngr a sua altura desejada. Enrosque ambos os parafusos de sextavado nteror, que se encontram atrás, com um valor de torque recomendado de 3 Nm. Para fxar o selm, encontra-se, de cada lado, um parafuso de sextavado nteror à dsposção (veja I na fg. ao lado). Avergúe se, na fxação do selm, o suporte superor está em contacto frme com a armação do selm e enrosque, então, ambos os parafusos de sextavado nteror com um valor de torque de 5 Nm. Os dos parafusos de sextavado nteror, em baxo (veja II na fg. ao lado), servem para ajustar a nclnação e a posção horzontal do selm. Com estes dos parafusos pode alterar a nclnação e a posção horzontal do selm, sem ter que soltar o mecansmo de aperto. Para alterar a posção horzontal do selm, desenrosque ambos os parafusos de sextavado nteror, em baxo, dando no máxmo 2 a 3 voltas. Agora pode mover o selm na horzontal e ajustar a nclnação como desejar. Aperte ambos os parafusos de sextavado nteror, de forma homogénea, para que o selm mantenha o seu ângulo. Utlze uma chave dnamométrca. No caso de o espgão do selm, com um valor de 5 Nm, anda não estar bem fxado, vá-se aproxmando lentamente de um valor de torque máxmo de 8 Nm. Não ultrapasse este valor! Verfque se o selm, agora reapertado, se nclna, usando as mãos para pressonar alternadamente a ponta e a trasera do selm. Enrosque ambos os parafusos com uma chave dnamométrca II Parafusos de sextavado nteror usados para apertar e ajustar o aperto de selm Speedmax Nunca ande de bccleta, sempre que o espgão do selm ultrapassar a marcação de Máxmo. Este poderá quebrar ou ser danfcado. Pergo de queda! Poscone a armação do selm de tal manera, que o aperto do espgão do selm se mantenha na área especfcada. Se nenhuma área estver marcada, o aperto só pode estar apertado na parte plana e, jamas, na parte arqueada, atrás e à frente. Pergo de rotura! I Poscone a armação do selm de tal manera, que o aperto do espgão do selm se mantenha na área especfcada. Se nenhuma área estver marcada, o aperto só pode estar apertado na parte plana e, jamas, na parte arqueada, atrás e à frente - Pergo de rotura! Tome em consderação que na substtução do selm, os espgões dos selns normalmente são fetos para uma armação de selm com um dâmetro de 7 mlímetros. Armações com outras característcas podem conduzr à danfcação do espgão e, consequentemente, à queda do condutor. Utlze para tal uma chave dnamométrca e não exceda os valores de torque máxmos! Controle os aparafusamentos, todos os meses, com a chave dnamométrca, obedecendo aos valores que encontra no capítulo Valores de torque recomendados, nos guas de nstruções acompanhantes e/ou nas própras peças.

27 50 ADAPTAR AO CONDUTOR DISTÂNCIA SELIM/GUIADOR E SELIM GUIADOR E MANETES DE TRAVÃO ADAPTAR AO CONDUTOR 51 Aperto de selm Aerorad Introduza o espgão de selm no tubo do selm, até atngr a sua altura do selm desejada. Aperte ambos os parafusos de sextavado nteror, que se encontram atrás, com o valor de torque recomendado de 5-7 Nm. Ajuste do guador e das manetes de travão Espgão de selm Monoral O sstema de selm Monoral da empresa Selle Itala possu uma cabeça especal de espgão em que é montado o selm. O selm não dspõe, como habtualmente, de uma armação tradconal do selm, mas sm de uma barra de carbono centrada por baxo da capa do selm. Isto possblta uma grande margem de ajuste horzontal do selm. Enrosque ambos os parafusos com uma chave dnamométrca Nas bccletas de estrada, a parte dreta da barra nferor deve estar, ou paralela ao chão, ou levemente nclnada para baxo. As extremdades das manetes de travão estão stuadas aproxmadamente, numa prolongação magnára da borda nferor do arco da barra nferor. O ajuste das manetes de travão é um trabalho que deve ser feto por um especalsta, já que a fta do guador tem que ser depos aplcada novamente. A parte dreta da barra nferor deve estar, ou paralela ao chão, ou levemente nclnada para baxo Depos do desaperto de ambos os parafusos na cabeça do espgão, o selm pode ser deslocado para dante ou para trás. Com os dos parafusos pode ser ajustada também a nclnação do selm (por ex. a ponta do selm mas para baxo). Aperte os parafusos com um valor de torque máxmo de 8 Nm. com 8 Nm. Espgão de selm Monoral Ajuste da posção do guador, deslocando-o Solte o(s) parafuso(s) de sextavado nteror na parte da frente do avanço. Desloque o guador até este assumr a posção desejada por s. Certfque-se que o guador é preso pelo avanço exatamente no meo. Aperte agora os parafusos novamente com cudado usando uma chave dnamométrca. Consdere os valores de torque recomendados (veja o capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção ). Aperte novamente os parafusos com os valores de torque prescrtos Espgão de selm Monoral Lea o manual de nstruções no CD-Rom em anexo. Verfque se o guador está bem fxado, colocando-se em frente à sua Canyon e agarrando no guador pelas manetes de travão. O guador não deve mover-se, nem mesmo com um empurrão forte para baxo. Volte a apertar cudadosamente, se necessáro, os parafusos do aperto. O guador não deve mover-se com um empurrão forte para baxo Lembre-se que, os aparafusamentos do avanço, do guador e dos travões devem ser fetos segundo os valores de torque prescrtos. Os valores correspondentes encontram-se no capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção ou nos guas de nstruções dos fabrcantes de componentes, acompanhantes. De outro modo, é possível que os componentes se soltem ou quebrem. Tal pode dar orgem a um acdente grave.

28 52 ADAPTAR AO CONDUTOR ALCANCE DAS MANETES SISTEMAS DE PEDAIS 53 Ajuste do alcance das manetes de travão A margem de ajuste, da dstânca entre manípulos/ manetes e guador das bccletas de estrada, é mínma. Se tver dfculdade em chegar aos manípulos/ manetes, consulte, por favor, a nossa Servce-Hotlne ! Informações adconas sobre os guadores de contra-relógo das bccletas de tratlo e contra-relógo encontram-se no capítulo Característcas específcas das bccletas de tratlo de contra-relógo e de psta. Alcance da manete do travão Com a porca serrlhada é possível alterar mnmamente o curso lvre necessáro da manete Os sstemas de pedas Nem todo o tpo de sapatos é aproprado para andar de bccleta. Os sapatos usados no cclsmo, devem ter uma sola rígda e proporconar um bom apoo. Se a sola for demasado maca, há o pergo de os pedas se fazerem sentr nos pés, provocando dores. Na área do calcanhar, a sola não deve ser muto larga, senão o pé fca mpeddo de tomar a sua posção natural ao pedalar, batendo nas escoras do quadro, atrás. As consequêncas podem ser dores nos joelhos. Funconamento de város sstemas Aconselháves são pedas, nos quas o pé encaxa através de um mecansmo com mola, o chamado pedal automátco, ou pedal de encaxe. O encaxe permte que o pé, ao pedalar com rapdez, ou em percursos sobre terreno acdentado, não escorregue. O pedal, estando preso ao pé, pode ser empurrado ou puxado, o que contrbu para a fludez da pedalagem. Uma outra vantagem, consste no facto de o joanete fcar bem posconado sobre o exo do pedal e de a ponta do pé não bloquear, por dstração, a roda dantera na condução. Pedal com sstema de encaxe Sapatos para pedas com sstema de encaxe Exstem manípulos/manetes, de város fa brcantes, especalmente concebdos para mãos pequenas. Não se esqueça de que, se andar com as mãos sobre a parte dreta e superor do guador-base ou numa posção aerodnâmca, a resposta de travagem será mas demorada. O alcance das manetes de travão não é favorável. Lembre-se que, os aparafusamentos do avanço, do guador e dos travões devem ser fetos segundo os valores de torque prescrtos. Os valores correspondentes encontram-se no capítulo Instruções geras: Cudados e nspeção ou nos guas de nstruções dos fabrcantes de componentes, acompanhantes. De outro modo, é possível que os componentes se soltem ou quebrem. Tal pode dar orgem a um acdente grave. A manete do travão não deve poder ser puxada até ao guador. A força total de travagem tem que ser atngda antes! O pedal de encaxe exge sapatos especas para cclsmo. Lea o gua de nstruções do fabrcante de pedas ou recorra à nossa Servce-Hotlne

29 54 SISTEMAS DE PEDAIS SISTEMAS DE PEDAIS 55 No pedal de encaxe, um sapato especal para cclsmo fca lgado ao pedal através de um mecansmo de encaxe, semelhante ao usado no sk. Prmero vra-se o pedal com a ponta da preslha de engate (cleat) e depos carrega-se sobre o corpo do pedal, o qual se encontra na horzontal. Na maor parte dos pedas, o mecansmo de encaxe encontra-se em ambos os lados. Não é por sso necessáro vrá-lo. Quando o sapato encaxa ouve-se e sente-se um nítdo Clck. É por sso que este tpo de pedas também é muto conhecdo por pedas Clck. Em todos os sstemas usuas, o desencaxe é feto vrando o calcanhar para fora. Nas prmeras tentatvas de encaxe e desencaxe, apoe-se a uma parede ou a alguém. O funconamento dos dversos sstemas de pedas dfere devdo à forma da preslha e ao ângulo e força do encaxe. Cclstas, com tendênca para sofrer dos joelhos, devam ter um sstema de pedas que proporcone lberdade de movmento dos pés, onde o calcanhar do sapato encaxado possa mover-se de um lado para o outro. A vantagem de alguns pedas de encaxe é o facto de o cleat se encontrar enterrado no sapato, podendo-se andar a pé sem qualquer problema. O desencaxe dos pedas é feto vrando o calcanhar para fora Nas solas encontram-se as preslhas ( cleats ) ntegradas Ajuste e manutenção Os város sstemas de pedas dferencam-se, por vezes ntdamente, na parte técnca. Todos os fabrcos possuem algumas regras báscas de ajuste em comum: Prenda a preslha no sapato de tal forma, que o joanete fque sobre o exo do pedal. O pé tem que assumr a sua posção natural na pedalagem. Na maor parte das pessoas o calcanhar nclna-se lgeramente para dentro. Assegure-se de que os parafusos de aperto se encontram sempre bem enroscados, pos com uma preslha solta torna-se quase mpossível desmontar da bccleta! Pergo de queda! Ajuste a força de encaxe dos pedas às suas necessdades. No níco aconselha-se uma fraca prétensão. Enrosque, ou desenrosque, o pequeno parafuso de sextavado nteror e vá expermentando a tensão, encaxando e desencaxando o pedal. Molas e outros mecansmos sem proteção, devem ser lmpos e lubrfcados com regulardade. Se as preslhas de pedal rangerem ou charem, aplque lubrfcante nos pontos de contacto entre a preslha do sapato e o pedal. Controle regularmente o grau de desgaste das preslhas dos pedas. Uma sensação de osclação no pedal ndca um desgaste da preslha ou da sola do sapato. O pé tem que assumr a sua posção natural na pedalagem Ajuste da força de encaxe dos pedas Pratque prmero, parado, o uso dos pedas, o encaxe e o desencaxe vrando os pés para fora, antes de aperfeçoar a técnca numa rua pouco movmentada. Lea cudadosamente todo o gua de nstruções do fabrcante de pedas e sapatos de cclsmo. Para mas questões, encontra-se a nossa Servce-Hotlne à sua dsposção. Mantenha os pedas e a sola dos sapatos sempre lmpos e sem resíduos, e lubrfque, com regulardade, o mecansmo de encaxe com óleo. Se o encaxe e desencaxe dos pedas não funconar bem, ou se a preslha estver gasta, há pergo de queda, pos o sapato pode lbertar-se soznho do pedal, ou então sar com dfculdade.

30 56 DISPOSITIVO DE TRAVAGEM TRAVÕES DE ARO DISPOSITIVO DE TRAVAGEM 57 O dspostvo de travagem Geralmente, os travões da sua Canyon são necessáros para que possa adaptar a velocdade da condução à stuação do trânsto. Mas sempre que a sua Canyon tem que parar bruscamente, os travões têm que mostrar o seu poder de travagem. Em tas travagens a fundo, entram váras forças físcas em ação. Durante a travagem, o peso é transferdo de trás para frente, a roda trasera é alvada. A ntensdade da travagem da bccleta, em psos secos e de alta aderênca, está, em prmero lugar, dependente do pergo da bccleta dar uma cambalhota e, apenas secundaramente, dependente da aderênca dos pneus. O problema acentua-se, prncpalmente em descdas de montanha. Ao efetuar uma travagem a fundo, deverá tentar transferr o seu peso o mas possível para trás. Manete do travão Travões de aro da bccleta de estrada Funconamento e desgaste Através de uma manete, um calço de travão estátco é pressonado contra uma superfíce de travagem gratóra, frcconando-a. Através deste atrto, a roda desacelera. Para além da força, com a qual o calço é pressonado contra a superfíce de travagem, é também relevante o valor do chamado coefcente de atrto das duas superfíces que se tocam. Se água, sujdade ou óleo atngrem as superfíces de atrto, o valor de atrto é alterado e a força de travagem dmnu. Esta é a razão pela qual um travão à chuva demora a reagr e o efeto de travagem dmnu. O atrto provoca o desgaste dos calços de travão e também dos aros. Pedalar mutas vezes com tempo de chuva contrbu para o desgaste dos componentes dos travões. Calços dos travões, nos quas as ranhuras (ndcadores de desgaste) estão gastas (em baxo), têm que ser substtuídos Acone os travões smultaneamente e não se esqueça que o travão dantero, em psos aderentes e através da transferênca de peso, poderá gerar as forças maores de travagem. A correspondênca entre manete e travão, p. ex. a manete esquerda acona o travão dantero, pode varar. É mportante que aprenda qual é o travão que cada uma das manetes da sua bccleta acona, ou mande ajustar o dspostvo de travagem como desejar. Nos travões de aro, travagens muto prolongadas ou zonas de atrto permanente podem conduzr a um sobreaquecmento do aro, danfcando assm a câmarade-ar, ou a um deslocamento do pneu sobre o aro. Uma fuga de ar súbta, durante o percurso, pode dar orgem a um acdente grave. No caso dos travões de dsco, travagens constantes durante muto tempo ou em zonas de atrto permanente provocam um sobreaquecmento do sstema de travagem. O resultado pode r desde uma dmnução da força de travagem até a uma falha completa, dando orgem a um acdente grave. Verfque o seu estlo de condução e habtue-se a uma travagem breve, mas forte, e a soltar os travões de vez em quando. Se se sentr nseguro, pare a bccleta por um momento e dexe o aro arrefecer, sem puxar a manete do travão. Pnça do travão Durante a travagem, o peso é transferdo de trás para frente Famlarze-se cudadosamente com os seus travões. Exercte paragens de emergênca numa zona sem tráfego, até ter o controlo total sobre a sua bccleta. Assm poderá evtar acdentes nas vas públcas. A humdade reduz o poder de travagem.! Em tempo de chuva, conte com dstâncas de paragem maores! Os aros estão marcados com ndcadores de desgaste (p.ex. ranhuras ou pontos). Quando as ranhuras ou pontos não são mas reconhecíves, os aros têm que ser trocados. Quando as bordas de um aro atngrem uma medda crítca, a pressão do pneu pode levar o aro a romper-se. A roda pode bloquear, ou a a câmara-de-ar pode rebentar. Pergo de queda! O mas tardar, quando já tver gasto o segundo jogo de calços de travões, está na hora de nspeconar a grossura da parede do aro. Na substtução de componentes, use apenas calços de marca e de orgem adequa- dos ao aro. Garanta uma superfíce de travagem com-! pletamente lvre de ceras, gorduras ou óleos. Mande nspeconar o aro por um mecânco profssonal, o mas tardar após ter mudado o segundo jogo de calços de travões. Aros gastos podem fazer rebentar a câmara-de-ar e provocar a uma queda! Para desacelararem com efetvdade, os travões têm que ser examnados de vez em quando e eventualmente reajustados. Controle os aros e meça-os com regulardade Os aros de carbono requerem calços de travão especas de acordo com as nstruções do fabrcante das rodas Cabos de travão danfcados, nos quas, p.ex., os fos afrouxam, deverão ser substtuídos medatamente. Isto poderá resultar numa falha dos travões e, assm, numa queda.

31 58 DISPOSITIVO DE TRAVAGEM TRAVÕES DE ARO TRAVÕES DE ARO DISPOSITIVO DE TRAVAGEM 59 Controle e reajustamento dos travões de bccletas de estrada Reajustamento e sncronzação dos travões de tração lateral Nos travões de tração lateral os braços de travagem estão montados conjuntamente através de um únco pvot, formando assm um sstema fechado. Se a manete for aconada, os braços contraem-se através de uma tração por cabos e os calços frcconam os flancos dos aros. Revsão do dspostvo de travagem Verfque se os calços dos travões estão exatamente alnhados com os aros e se possuem espessura sufcente (ver o capítulo O dspostvo de travagem ). Quando a manete é aconada, os braços de travagem entram smultaneamente em contacto com o aro? A manete de travão oferece resstênca, a partr de um determnado ponto de tensão, numa travagem a fundo e não se dexa puxar até ao guador? O calço do travão tem que estar exatamente alnhado com o aro Gre o pequeno parafuso, lateral ou oblíquo, stuado no cmo dos travões dual pvot, até os calços, à esquerda e à dreta, terem a mesma dstânca relatvamente ao aro. Controle, para além dsso, se o parafuso que fxa o travão ao quadro anda está bem enroscado, ou seja, se segue o valor de torque recomendado no capítulo Valores de torque recomendados. Enrosque a porca serrlhada, através da qual o cabo atravessa o corpo do travão, até o curso da manete obedecer às sua exgêncas. Para sncronzar, gre o pequeno parafuso, lateral ou oblíquo, stuado no cmo dos travões. Gre o pequeno parafuso, até os calços, à esquerda e à dreta, terem a mesma dstânca relatvamente ao aro Se o travão funconar adequadamente em todos estes pontos, está corretamente ajustado. Para o ajuste em altura, aperte o parafuso de fxação do calço com o valor de torque prescrto Ajuste o curso necessáro da manete no guador com a porca serrlhada Regulação da altura dos calços Desaperte o parafuso de fxação do calço, dando 1 ou no máxmo 2 voltas. Coloque-o na altura certa, alnhe-o com o flanco do aro e aperte o parafuso de fxação com os valores de torque prescrtos. Os fabrcantes de travões fornecem mas nstruções detalhadas. Por favor, lea-as cudadosamente antes de desmontar uma roda ou de efetuar trabalhos de manutenção. Na substtução, use apenas peças de reposção orgnas! Após o reajuste, teste os travões com a bccleta de pé. Certfque-se de que, se o cabo for puxado com força, toda a superfíce dos calços é pressonada contra as bordas do aro, mas sem tocar o pneu e de que, para além dsso, a manete não pode ser puxada até ao guador. Senão, uma falha dos travões ou um pneu defetuoso poderam provocar um acdente. Cabos de travão danfcados, nos quas, p.ex., os fos afrouxam, deverão ser substtuídos medatamente. De outra forma, corre o rsco de os travões falharem ou de car. O ajuste dos calços dos travões aos aros exge muta habldade técnca. Mande fazer a substtução dos calços, ou o ajuste, por um especalsta.

32 60 DISPOSITIVO DE TRAVAGEM TRAVÕES DE DISCO TRAVÕES DE DISCO DISPOSITIVO DE TRAVAGEM 61 Travões mecâncos e hdráulcos nas bccletas de cyclocross Funconamento e desgaste Através de uma manete, um calço de travão estátco é pressonado contra uma superfíce de travagem gratóra, frcconando-a. Com este atrto, a roda desacelera. Para além da força, com a qual o calço é pressonado contra a superfíce de travagem, é também relevante o valor do chamado coefcente de atrto entre as superfíces de atrto que se tocam. Com humdade, os travões de dsco respondem muto mas depressa que os travões de aro. Para mas, necesstam, comparatvamente, de menos cudados de manutenção e não gastam os aros. A desvantagem é que, os travões de dsco tendem a fazer ruídos, quando húmdos. Se água, sujdade ou óleo atngrem a superfíce de atrto, altera-se o coefcente de atrto. Esta é a razão pela qual um travão de dsco no caso de chuva demora a reagr e o efeto de travagem dmnu. O atrto provoca desgaste dos calços de travão e também do dsco de travão! Andar de bccleta mutas vezes com tempo de chuva contrbu para um desgaste dos componentes de atrto. Garanta dscos e calços de travão com-! pletamente lvres de ceras, gorduras ou óleos. Os calços de travão que entrem uma vez em contacto com óleo já não podem mas ser lmpos. Têm de ser substtuídos! Em caso de muta sujdade e/ou humdade podem ocorrer rangdos. Ao proceder à sua substtução, use uncamente peças de reposção orgnas marcadas e que sejam própras para o travão. Travão de dsco Fugas nos tubos dos travões hdráulcos, podem torná-los nefcazes. Fugas devem ser medatamente reparadas, caso contráro, há pergo de acdente! Cabos danfcados devem ser medatamente substtuídos, pos podem partr-se. Pergo de acdente! Travões de dsco aquecem bastante ao travar. Por sso, não toque logo nem no dsco nem na pnça do travão medatamente após um percurso longo, se travou mutas vezes, por ex. depos de ou em descdas longas. Ajuste da posção das mãos no guador Para poder otmzar o uso dos travões, é possível ajustar as manetes dos travões de dsco ao tamanho das mãos. Normalmente sto é feto por meo de um parafuso sextavado nteror stuado dretamente na manete. Depos do ajuste, controle o funconamento e se os calços não apresentam atrto, quando larga a manete do travão e faz grar a roda. Controlo e reajustamento no caso de travões de dsco mecâncos Controle regularmente o ponto de tensão do travão e o estado dos cabos do travão com a manete puxada. A manete de travão oferece resstênca, a partr de um determnado ponto de tensão, numa travagem a fundo e não se dexa puxar até ao guador? Cursos mas prolongados da manete devdo a desgaste da pastlha podem ser compensados dretamente na pnça do travão de forma lmtada. Desaperte a porca de capa no parafuso através da qual o cabo passa pela pnça do travão e desaperte o parafuso até o curso da manete estar de acordo com o que pretende. Volte a apertar a contraporca com força, reparando se a fenda do parafuso não esteja nem para cma nem para a frente, caso contráro, entra desnecessaramente muta sujdade e humdade. Controle perodcamente se as pastlhas anda apresentam espessura sufcente. Pode controlar o estado de desgaste, verfcando as orelhas ou narzes de metal, que espretam por baxo da pnça do travão, ou por cma, na vga na pnça do travão. Se estes se aproxmarem até cerca de um mlímetro do dsco, tem de desmontar as pastlhas, segundo as nstruções do fabrcante, examná-las bem e, se necessáro, substtuí-las. Alcance da manete do travão Em todo o caso, lea as nstruções org nas do fabrcante dos travões antes de afnar os travões. Reafnações frequentes só na manete do travão ou nas pnças do travão podem reduzr fortemente o efeto máxmo de travagem possível. Cabos de travão danfcados, nos quas, por ex. alguns fos apontam para fora, devem ser medatamente substtuídos. Caso contráro, sto poderá resultar numa falha nos travões e, assm, provocar uma queda. As pastlhas de travão novas têm de ser utlzadas algumas vezes, para que possam ser alcançados os valores de desaceleração deas. Para tal, acelere a sua Canyon cerca de 30 a 50 vezes, até atngr os 30 km/h e, em seguda, trave até à paragem total. Em alguns sstemas, o desgaste tem de ser! reajustado dretamente na pnça do travão. A este respeto, lea as nstruções do fabrcante dos travões.

33 62 DISPOSITIVO DE TRAVAGEM TRAVÕES DE DISCO TRAVÕES DE DISCO DISPOSITIVO DE TRAVAGEM 63 Depos da reafnação, controle o funconamento e se os calços não apresentam atrto, quando larga a manete do travão e faz grar a roda. Se proceder a váras reafnações, a posção da alavanca na pnça de travão altera-se. O efeto de travagem torna-se mas fraco. Em casos extremos, o travão pode falhar por completo. Pergo de acdente! Em alguns modelos, exstem outras possbldades de afnação dretamente na pnça do travão, mas que, no entanto exgem períca técnca. Controlo do desgaste das pastlhas No caso de alguns fabrcantes de travões exstem entalhes fechos de segurança para transporte que fazem parte do fornecmento. Se as pastlhas couberem nos entalhes, é o momento certo de as substtur. Utlze exclusvamente pastlhas sobresselentes orgnas e sga as nstruções do manual do fabrcante de travões. Ao mínmo de dúvdas, mande fazer este trabalho por um especalsta qualfcado. Pastlhas de travão Controlo e reajustamento no caso de travões de dsco hdráulcos Verfque regularmente, com a manete aconada, se os cabos e os termnas apresentam fugas. Se houver uma fuga de óleo hdráulco, ou de líqudo de travão, tome medatamente as meddas adequadas, pos uma tal fuga pode tornar o travão nefcaz. Contacte, se necessáro, a nossa Servce-Hotlne Um ponto de fuga pode tornar o travão nefcaz. Pergo de acdente! O desgaste das pastlhas de travão, na maor parte dos modelos, é compensado automatcamente. Avergue, antes de cada percurso, se estes atngem um determnado ponto de tensão, antes da manete ser retraída até ao guador. Controle perodcamente se as pastlhas anda apresentam espessura sufcente. Pode controlar o estado de desgaste, verfcando as orelhas ou narzes de metal, que espretam por baxo da pnça do travão, ou por cma, na vga na pnça do travão. Se estes se aproxmarem até cerca de um mlímetro do dsco, tem de desmontar as pastlhas, segundo as nstruções do fabrcante, examná-las bem e, se necessáro, substtuí-las. Se o seu sstema de travagem for usado com líqudo de travões DOT, este tem de ser mudado regularmente de acordo com os ntervalos prescrtos pelo fabrcante. Não abra os tubos do travão. Se o fzer, o! líqudo de travão pode escapar. Este é prejudcal para a saúde e ataca a pntura. Termnas a descoberto ou tubos com fugas fazem com que o efeto de travagem dmnua fortemente. Se o sstema apresentar fugas ou os tubos tverem vncos, drja-se a um especalsta, ou recorra à nossa Servce-Hotlne Pergo de acdente! As pastlhas de travão novas têm de ser utlzadas algumas vezes, para que possam ser alcançados os valores de desaceleração deas. Para tal, acelere a sua Canyon cerca de 30 a 50 vezes, até atngr os 30 km/h e, em seguda, trave até à paragem total. Cumpra também as nstruções nos sítos da nternet: Se tver desmontado as rodas, não pode puxar as manetes dos travões. Senão, as pastlhas são empurradas uma contra a outra e a montagem da roda torna-se dfícl. Após a desmontagem das rodas, monte os fechos de segurança para transporte que fazem parte do fornecmento. Não transporte a sua Canyon com selm e guador voltados para baxo, pos sso pode tornar os travões nefcazes. Em todo o caso, lea as nstruções org nas do fabrcante dos travões antes de afnar os travões.

34 64 MUDANÇAS DE VELOCIDADES FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO MUDANÇAS DE VELOCIDADES 65 As mudanças de velocdades As mudanças da sua Canyon servem para adaptar a capacdade de pedalagem às condções do terreno e à velocdade de condução desejada. O esforço físco a ter não é reduzdo através da utlzação das mudanças, pos este mantém-se o mesmo, para um mesmo percurso e velocdade. O que é dferente é a energa que se nveste em cada pedalada. Smplfcando, sto sgnfca que: Com uma mudança mas baxa, você poderá subr terrenos íngremes, como p. ex. montanhas, com um uso moderado de energa. Por outro lado terá que dar mas pedaladas. Mudanças com transmssão por desvador Funconamento e utlzação Nas bccletas de estrada, os manípulos estão ntegrados nas manetes de travão. Na undade travão/ mudança Campagnolo, é com uma alavanca pequena, stuada atrás da manete de travão, que as rodas dentadas maores são engatadas e que se roda para dentro com o ndcador ou com o dedo médo. Pressonando o botão, stuado na parte nteror da undade travão/mudança, com o polegar, a corrente engata nas rodas dentadas menores. Na undade travão/mudança Shmano, as rodas dentadas grandes são engatadas, rodando o conjunto da manete de travão para dentro. Se apenas a alavanca pequena for movda para dentro, a corrente passa para as rodas dentadas pequenas. Undade travão/mudança Campagnolo Em descdas de montanha, é usada uma mudança mas elevada. Aqu poderá percorrer mutos metros com apenas uma pedalada, sendo a velocdade correspondentemente elevada. Para poupar energa na sua pedalagem, tem que usar as mudanças com frequênca. Tal como num automóvel, tem que manter o motor em movmento, para atngr uma boa performance. Em superfíces planas, o valor médo das rotações do pedalero, aconselhadas por mnuto, a chamada cadênca de pedalada, deve ser superor a 60. Em terrenos planos, os cclstas profssonas atngem cerca de 90 a 110 rotações por mnuto. Em subdas de montanha, a cadênca dmnu. Apesar de tudo, deve pedalar com fludez. A graduação pormenorzada e a utlzação fácl das engrenagens modernas, cram as condções deas para uma condução efcente. Adconalmente, o desgaste da corrente e pnhões e o esforço, ao qual são sujetas as artculações dos joelhos, são muto menores. As mudanças com transmssão por desvador são a forma mas efetva de tranferênca de força da bccleta. Entre 97 e 98%, aproxmadamente, da atvdade desenvolvda, stua-se, com uma engrenagem cudada e lubrfcada, na roda trasera. Tanto o manejo das mudanças, como a efetvdade dos travões, são quase perfetas. Desvador trasero Desvador dantero Com a forma dentada dos pnhões, com a flexbldade das correntes, e com manípulos que possbltam a passagem exata de mudanças, aconar as mudanças tornou-se numa brncadera. Use sempre calças com pernas estretas,! ou prenda-as com molas, ou algo semelhante. Assm evta que as pernas das suas calças se enfem na corrente, ou na roda dentada, levando a uma queda. Na undade travão/mudança SRAM só há um manípulo de mudanças, que se encontra atrás da manete de travão. Através de um curto movmento, a corrente muda para a roda dentada menor segunte. Se se contnuar a rodar o manípulo, são engatadas duas ou trêz rodas dentadas adconas. Nos manípulos de mudanças Shmano, SRAM e Campagnolo para tratlo e contra-relógo, stuados nas extremdades do guador, tem que pressonar o manípulo das mudanças para baxo, para engatar os pnhões pequenos atrás, ou seja para se aconar uma mudança mas alta, e para engatar as pequenas rodas dentadas à frente, ou seja para aconar uma mudança mas baxa. Puxando o manípulo das mudanças para cma, engata, à frente e atrás, as rodas dentadas maores. Durante o aconamento das mudanças pedale só com leveza. Tal permte uma boa performance das mudanças, evta ruídos e reduz o desgaste. Se a sua bccleta de estrada estver equpada com um grupo de comutação elétrco Shmano D2, lea também o capítulo Shmano D2. Undade travão/mudança Shmano Undade travão/mudança SRAM Manípulos de mudanças stuados nas extremdades do guador

35 66 MUDANÇAS DE VELOCIDADES FUNCIONAMENTO E UTILIZAÇÃO CONTROLE E REAJUSTAMENTO MUDANÇAS DE VELOCIDADES 67 O manípulo da mudança transfere a ordem de ação para o desvador trasero, através de um cabo Bowden. O desvador trasero gra, a corrente sobe para os pnhões seguntes. Importante para o aconamento das mudanças, é contnuar a pedalar de forma homogénea e sem grande esforço, enquanto a corrente se movmenta entre os pnhões! Através de guas nas rodas dentadas, o aconamento das mudanças funcona também sob pressão. Contudo, o aconamento sob pressão reduz o tempo útl de vda da corrente. Evte por sso o aconamento das mudanças, quando pedala com força, especalmente o aconamento com o desvador dantero. As bccletas de estrada Canyon têm normalmente 20 a 30 mudanças de velocdade, com dos ou três pratos de corrente, no pedalero à frente, e dez pnhões, no cubo da roda trasera. Algumas destas posções não devem ser aconadas. Mudanças, nas quas a corrente é obrgada a uma posção oblíqua extrema, provocam mas atrto no nteror. O grau de efcênca dmnu e o desgaste é mas rápdo. O ncorreto andamento da corrente verfca-se, quando a corrente engata smultaneamente na roda dentada menor, à frente, e nos dos ou três pnhões exterores (pequenos) atrás, ou quando engata no prato maor, à frente, e no pnhão nteror (grande) da roda trasera. Trene as mudanças numa zona sem trânsto. Famlarze-se com o funconamento dos dferentes manípulos ou punhos rotatvos. Exerctar o aconamento das mudanças nas vas de tráfego, pode desvar a sua atenção de pergos que possam surgr. Incorreto andamento da corrente - corrente engata no prato menor à frente, e no pnhão menor atrás Incorreto andamento da corrente - corrente engata no prato maor à frente, e no pnhão maor atrás Evte o aconamento de mudanças, nas quas a corrente rode de modo muto oblíquo. O engate das mudanças sob pressão reduz bastante o tempo útl de vda da corrente. Para além dsso, a corrente pode fcar presa entre a escora nferor e os pratos da corrente ( Chansuck ). Evte por sso o aconamento das mudanças, quando pedala com força, especalmente o aconamento com o desvador dantero. Controle e reajustamento das mudanças As suas mudanças com transmssão por desvador foram ajustadas cudadosamente pela equpa da Canyon, antes da sua Canyon lhe ter sdo envada. Ao andar os prmeros qulómetros, no entanto, os cabos Bowden podem estcar, fazendo o engate das mudanças seja mprecso e a corrente pule para o próxmo pnhão de forma mas lenta. Desvador trasero Nas bccletas de estrada, reajuste com o parafuso de ajuste, no termnal de cabo à dreta, no tubo nferor. Um outro parafuso de ajuste encontra-se dretamente no desvador trasero. Volte a estcar o cabo no parafuso de ajuste, através do qual o cabo Bowden passa no manípulo ou no desvador trasero. Comprove, após ter estcado o cabo, se a corrente sobe, quando aconada, para o pnhão maor segunte. Para tal, rode a manvela do pedalero com a mão, ou dê uma volta com a sua bccleta. Se a corrente subr com facldade, verfque se a corrente, ao aconar uma mudança mas baxa, também passa com facldade para o pnhão menor. Para se atngr um ajuste exato, podem ser necessáras váras tentatvas. Nas bccletas de estrada, não se encontram no própro manípulo das mudanças, normalmente, possbldades de ajuste. Em compensação, no tubo nferor, encontram-se termnas ajustáves. Desaperte os parafusos, de ntrodução fácl, dando meas-voltas. O ajuste do desvador trasero e do desvador dantero deve ser feto por um mecânco experente. Reajuste da tensão do cabo das mudanças com o parafuso de ajuste, no desvador trasero Observe por detrás o corpo da cassete e repare se as roldanas do desvador se encontra exactamente debaxo dos dentes afados do pnhão certo Se quser tentar soznho, lea o gua de nstruções adconal do fabrcante das mu- danças. Se surgr algum problema, recorra à nossa Servce-Hotlne ! Se alguém o ajudar a levantar a parte de trás da bccleta, é mas fácl testar o funconamento, rodando o pedalero e aconando as mudanças.

36 68 MUDANÇAS DE VELOCIDADES CONTROLE E REAJUSTAMENTO CONTROLE E REAJUSTAMENTO MUDANÇAS DE VELOCIDADES 69 Ajuste do fm de curso Para evtar que o desvador trasero, ou a corrente, se enfem nos raos, ou que a corrente caa do pnhão menor de todos, o curso do desvador trasero está delmtado pelos chamados parafusos de fm de curso. Com um uso regular, estes não se modfcam: Se a sua Canyon car, exste, no entanto, o pergo do desvador trasero ou da sua fxação se entortarem. Após acontecmentos deste tpo, ou se forem montadas outras rodas na sua Canyon, deve examnar o curso do desvador. Engate a mudança maor de todas, com o manípulo (pnhão menor de todos). Depos o cabo das mudanças relaxa e a corrente salta automatcamente para o pnhão menor de todos. Observe, por detrás, o conjunto das rodas dentadas e repare se as roldanas do desvador trasero se encontram exactamente debaxo dos dentes afados do pnhão correspondente. Se esse não for o caso, tem que emendar a posção com o parafuso de fm de curso. Nos desvadores traseros, os parafusos estão normalmente assnalados com um h para hgh gear e um l para low gear. A mudança de velocdade maor sgnfca, neste caso, a engrenagem maor, ou seja o pnhão menor. Em parafusos que não estão marcados, tem que se r tentando. Gre um parafuso qualquer, contando as voltas e observe o desvador trasero. Se este não se mover, é porque está a mexer no parafuso errado. Gre agora o parafuso no sentdo contráro, repetndo o mesmo número de voltas. Gre o parafuso para a dreta, se as roldanas tverem que r mas para dentro, ou gre o parafuso para a esquerda, se as roldanas tverem que r mas para fora. Acone a passagem da corrente para o pnhão maor de todos. Aqu é precso ter cudado, para que o desvador trasero não se enfe medatamente nos raos. Se a corrente estver sobre a maor roda dentada, deve aconar a próxma mudança propostadamente e depos empurrar o desvador trasero com a mão, em dreção aos raos. Ponha a roda a grar. Delmte o curso do desvador trasero com os parafusos de fm de curso Certfque-se de que o desvador trasero não pode entrar em contacto com os raos Parafusos do fm de curso Um ajuste ncorreto dos fns de curso ou o entorte da fxação do desvador trasero, podem danfcar bastante a bccleta e conduzr ao bloqueamento da roda trasera. Pergo de acdente! Se a caxa das roldanas entrar em contacto com os raos, ou se a corrente subr para o pnhão, tem que delmtar o curso. Gre o parafuso com um L marcado, até não poder haver mas contacto. Observe agora a dstânca da caxa das roldanas relatvamente à cassete. Entre a roldana e o maor pnhão deve haver espaço para, pelo menos, um ou dos elos. O desvador trasero tem um parafuso para ajustar esta dstânca, que está apoado na testa da pontera. Enrosque o parafuso, até atngr a dstânca desejada. Para controle, pedale para trás; a roldana não deve tocar o pnhão, mesmo com este movmento. Se a dstânca anda for nsufcente e a falta de espaço mpedr o engate das mudanças, só resta encurtar a corrente, extrando um elo. O desvador trasero fca com um pouco mas de tensão. Por outro lado, tem que garantr que a corrente, à frente e atrás, possa engatar ao mesmo tempo na roda dentada maor. Esta mudança não deve ser usada, devdo ao andamento oblíquo extremo da corrente. Para ajustar a dstânca entre a caxa das roldanas e a cassete, enrosque o parafuso que está apoado na testa da pontera Se alguém o ajudar a levantar a parte de trás da bccleta, é mas fácl testar o funconamento, rodando o pedalero e aconando as mudanças. Faça um teste, sem falta, após ter ajustado as mudanças, dando uma volta numa zona sem trânsto.

37 70 MUDANÇAS DE VELOCIDADES CONTROLE E REAJUSTAMENTO CONTROLE E REAJUSTAMENTO MUDANÇAS DE VELOCIDADES 71 Desvador dantero Shmano D2 O ajuste do desvador dantero exge muta experênca. A área, na qual o desvador dantero anda consegue manter a corrente sobre o prato, sem tocar, é extremamente pequena. Normalmente faz mas sentdo, gnorar um leve frcconar da corrente no desvador dantero, do que arrscar, que a corrente caa do prato e a sua Canyon fque sem propulsão. Com o desvador dantero pode acontecer o mesmo que com o desvador trasero, no qual o cabo pode estcar e por sso fazer com que o engate das mudanças seja mprecso. Reajuste da tensão do cabo das mudanças com o parafuso de ajuste, no quadro O D2 é a versão eletrónca dos grupos de transmssões de alta qualdade da Shmano. Em vez da tração por cabos Bowden, a transmssão do snal faz-se por meo de cabos elétrcos. O desvador trasero e o desvador dantero são movdos por pequenos motores elétrcos. No caso de uma corrente em posção oblqua, o desvador dantero D2 é até reafnado automatcamente, para evtar ruídos de frcção e desgaste desnecessáro. A almentação de energa é feta pela batera recarregável que está fxada no quadro. Desvador dantero D2 Estque o cabo no parafuso de ajustagem, através do qual o cabo Bowden passa no manípulo. Isto funcona de modo semelhante ao descrto em Controle e reajustamento das mudanças. Delmte o curso do desvador dantero com os parafusos de fm de curso. Ajuste do curso do desvador dantero O ajuste do desvador dantero requer muta sensbldade. O ajuste ncorreto, pode levar ao desengate da corrente e à consequente falha da propulsão. Pergo de queda! O ajuste deve ser feto por um mecânco qualfcado. Operação Em vez de, como nas manetes de mudanças tradconas Dual Control da Shmano, mover a manete de travão completa ou em vez de grar a manete que está por trás para dentro, com a D2 basta premr os botões de operação. Para lgar as rodas dentadas maores basta premr o botão alongado de operação na parte lateral da manete de travagem. Prma o botão trangular de operação que se encontra por trás da manete de travagem, e a corrente passa para as rodas dentadas mas pequenas. Se o desejar, na loja especalzada em bccletas pode mandar trocar a função dos botões de operação. Para sso, é precso um aparelho especal de teste da Shmano, também usado para detetar falhas. Desvador trasero O reajuste total do desvador trasero e do! desvador dantero deve ser feto por um mecânco experente. Ajustes ncorretos podem provocar falhas mecâncas graves! Examne aqu o gua de nstruções do fabrcante das mudanças. Se surgr algum problema com as mudanças, recorra à nossa Servce-Hotlne ! Depos dos trabalhos de ajustamento das! mudanças, e corrente, teste a sua Canyon andando com ela num terreno plano e sem trânsto (p.ex. um parque de estaconamento)! Falhas no ajuste, ao crcularem zonas com trânsto, podem ter por consequênca, a perda de controle sobre a bccleta. Verfque, após uma queda, se a roldana do! desvador dantero mantém a sua posção exatamente paralela em relação aos pratos da corrente! Antes de utlzar o seu novo sstema de mudanças D2, é mprescndível que realze uma marcha de teste fora do trânsto da estrada. Lea as nstruções de operação do fabrcante das mudanças envadas em anexo.

38 72 MUDANÇAS DE VELOCIDADES CONTROLE E REAJUSTAMENTO CORRENTE MUDANÇAS DE VELOCIDADES 73 Batera Manutenção da corrente Com uma batera nova e com carga plena pode percorrer aprox qulómetros. Se a batera tver somente 25% da carga, sto anda dá para mas ou menos 250 km. A regra anteror contnua a ser válda: Quem bem lubrfca, bem anda. Decsvo não é a quantdade de lubrfcante, mas sm a dstrbução correta e a frequênca da aplcação. Se a batera estver fraca, dexa de funconar prmero o desvador dantero e depos o desvador trasero. Neste estado, anda pode percorrer alguns qulómetros e meter as mudanças com o desvador trasero. No entanto, devera carregar a batera o mas rapdamente possível. Se a batera estver completamente descarregada, o desvador trasero fca na últma mudança metda. Dexa então de ser possível meter outra mudança! Pode verfcar sempre que quera o estado da carga da batera. Para sso, pressone um dos botões de operação e mantenha-o premdo durante, pelo menos, 0,5 segundos. O LED na undade de controlo ndca-lhe o estado do carregamento: Batera da D2 Lmpe a sua corrente, de vez em quando, com um pano mbuído em óleo, removendo toda a sujdade e óleo al sedmentados. Não é necessáro utlzar lubrfcantes especas para correntes. Aplque óleo, gordura ou cera para correntes aos elos, o mas possível lmpos. Vá grando o pedalero ao mesmo tempo e ponha umas gotas na roldana. Faça depos rodar a corrente algumas vezes. Depos não use a sua Canyon durante alguns mnutos, para que o lubrfcante possa penetrar na corrente. Por fm pode lmpar os restos de lubrfcante com um pano, para que não salte para outros lados, ou atraa sujdade. Lmpe a corrente de sujdade e óleo com um pano Aplque óleo aos elos, que devem estar o mas lmpos possível - a luz verde acende-se durante aprox. 2 segundos a carga da batera está a 100% - a luz verde psca 5 vezes: a carga da batera está a aprox. 50% - a luz vermelha acende-se durante aprox. 2 segundos: a carga da batera está a aprox. 25 % - a luz vermelha psca 5 vezes: a batera está descarregada No decurso do tempo, a capacdade da batera e com ela também o percurso que pode ser feto vão dmnundo. Isto é nevtável. Quando dexa de ser possível percorrer a sua dstânca pretendda, deverá substtur a batera. Para carregar a batera, use exclusvamente o carregador em anexo! Quando a batera não é usada durante um período prelongado de tempo, esta tem de ser amplamente carregada (50% ou mas) em local seco e fresco e fora do alcance de cranças. Passados, o mas tardar, ses meses, devera controlar o estado da carga. Para a armazenar, monte sempre a cobertura de proteção fornecda sobre a zona dos contatos da batera. O carregamento da batera (vaza) dura mas ou menos 1,5 horas. Proteja o ecosstema, usando lubrfcantes de apenas decomposção bológca, pos durante o funconamento ca sempre algum óleo da corrente para o chão. Evte, ao máxmo, que restos de lubrfcante entrem em contacto com as superfíces de travagem dos aros ou calços de travão. Os travões fcaram nutlzados!

39 74 MUDANÇAS DE VELOCIDADES CORRENTE CORRENTE MUDANÇAS DE VELOCIDADES 75 Desgaste da corrente As correntes fazem parte dos componentes da sua Canyon que estão sujetos a desgaste, mas o condutor pode contrbur para aumentar o seu tempo útl de vda. Lembre-se, por sso, de perodcamente lubrfcar a sua corrente, em especal após ter andado à chuva. Tente usar mudanças, nas quas o grau de oblqudade da corrente é baxo. Crcule com uma cadênca de pedalada alta (superor a pedaladas por mnuto). As correntes das mudanças com transmssão por desvador, das bccletas de estrada, atngem o lmte de desgaste entre, aprox., os e os km. Correntes com muta folga estragam o engate das mudanças. Consequentemente, os pnhões e os pratos da corrente têm que trabalhar muto mas. A substtução destes componentes é mas cara do que substtur a corrente por completo. Controle, assm, regularmente, o grau de desgaste da corrente. Adconalmente, engate a corrente no prato grande. Puxe a corrente do prato, com o polegar e o ndcador. Se a corrente se dexar levantar bastante, é porque o comprmento aumentou muto. Tem que ser substtuída. Exstem aparelhos para medr a corrente. A substtução da corrente deve ser feta por mãos experentes, já que as correntes modernas não possuem juncão de corrente. Estas não têm duas pontas; são contínuas. Se for necessáro, o revendedor pode ajudá-lo a escolher a corrente adequada e a montá-la. Averguação do estado da corrente Medção profssonal do desgaste Ajustar a tensão da corrente nas bccletas só com uma mudança (Snglespeed) Funconamento e utlzação As chamadas bccletas Snglespeed, como a V-Drome, só dspõem de uma mudança, dspensando assm tanto o desvador trasero como o desvador dantero. Além dsso, dspõem de um cubo fxo ( Fxe ). Nestes modelos, a coroa dentada da roda trasera está dretamente lgada com a roda trasera. Desta manera movem-se juntamente os pedas sempre que a roda trasera se move - e vce-versa. Frequentemente, estas bccletas não têm travões! Controlar e reajustar Nas bccletas Snglespeed, a tensão da corrente tem de ser controlada e, se necessáro, reajustada a todos os qulómetros ou 50 horas de servço. Rode o pedalero para trás e procure encontrar a posção em que a correa fca mas tensonada. Quando, nesta posção, for possível levantar a corrente no meo entre o prato da corrente e o pnhão claramente mas de 1 cm, devera proceder a um reaperto da corrente. Solte as porcas da roda trasera com as ferramentas adequadas. Ajuste a tensão da corrente, puxando a roda para trás ou soltando/apertando o estcador da corrente. Segudamente, o pedalero deve poder grar-se sem haver resstênca. Snglespeed Não se esqueça que a utlzação de bccletas Snglespeed sem travões não é permtda nas vas públcas segundo o Códgo da Estrada alemão! Depos centre a roda trasera nas escoras Use para tal, se necessáro, o estcador da corrente como fxação. Aperte as porcas com a chave dnamométrca. Os estcadores da corrente só servem para tensonar a corrente e como pré-ajuste da roda trasera. Eles não mantêm a roda em posção e também não mpedem que esta se solte. Uma corrente mal cravada pode partr e provocar uma queda. Mande substtur a corrente por um mecânco especalzado. Se a corrente estver dstendda a todo o perímetro de forma muto dversa, esta terá de ser substtuída.

40 76 RODAS PNEUS E CÂMARAS-DE-AR PNEUS E CÂMARAS-DE-AR RODAS 77 As rodas: Pneus, câmaras-de-ar e pressão São as rodas da sua Canyon, que estabelecem o contacto com a rua. Estas estão sujetas a fortes cargas, como o peso do condutor, da bagagem e as rregulardades do terreno. Apesar das rodas, antes da entrega, terem sdo fabrcadas e centradas com cudado, os raos afrouxam nos prmeros qulómetros. Logo após um curto percurso de 100 a 300 qulómetros, pode por sso ser necessáro, que as rodas sejam novamente centradas. Após estes prmeros qulómetros, controle perodcamente as rodas, apesar de, normalmente, não ser necessáro tornar a centrar. Roda Um pneu só poderá funconar bem, se tver a pressão de ar adequada. A pressão correta de ar assegura, também, uma maor resstênca a avaras. Prncpalmente a grande pressão exercda sobre a câmara-dear ao passar sobre uma salênca pontaguda, o chamado Snake Bte (morddela de cobra em português), é provocado por uma baxa pressão de ar. A pressão do ar recomendada pelo fabrcante está geralmente ndcada na borda do própro pneu, ou na etqueta de dentfcação do tpo. A nscrção com o valor mas baxo, permte uma suspensão mas confortável, ótma para percursos em terrenos dfíces. Com o aumento da pressão, a resstênca ao rolamento dos pneus dmnu, mas o conforto também dmnu. Pneus com uma pressão de ar elevada, e, assm, mas rígdos, adequam-se mas a percursos sobre asfalto lso. Válvula Presta A roda é composta pelo cubo, pelos raos e pelo aro. Sobre o aro é montado o pneu, dentro do qual é colocada a câmara-de-ar. Para proteger a sensível câmara-de-ar, o aro tem uma fta de aro sobre as cabeças dos raos e sobre o chão, do aro, o qual mutas vezes tem pontas afadas. Se quser montar um pneu, tenha em atenção o tamanho do pneu quando montado. Esta ndcação está nscrta nos flancos. Exstem duas ndcações: a mas exata é a que está em mlímetros. A combnação numérca sgnfca que: O pneu, quando cheo, tem 23 mm de largura e um dâmetro (nteror) de 622 mlímetros. Um pneu grande demas pode roçar no garfo ou nas escoras. Sga, por sso, os valores dos pneus montados. Tamanho do pneu Fta de aro, no aro A pressão é, mutas vezes, dada em ps (pounds per square nch), a undade de medda nglesa. Na tabela estão os valores mas comuns convertdos. O pneu e o aro não são hermétcos só por s. Exceções: Pneus tubulares das bccletas de estrada. O pressão de ar é mantda dentro do pneu através da câmara-de-ar. Este enche-se através de uma válvula. A Canyon utlza a válvula Presta. A válvula fo concebda para grandes pressões, mas o seu manuseo requer habtuação. A válvula está protegda de sujdade por uma tampa de plástco. Âmbto da pressão de ar do pneu ps bar kpa ps bar kpa 80 5, , , , , , , , ,3 830 Pressão de ar em ps, bar e kpa Pneus que suportam uma tensão de cnco bar, têm que ser montados em aros com perfl de gancho. Se montar um pneu mas largo ou mas alto do que o aconselhado nesta sére, pode acontecer que, ao pedalar devagar, bata com o pé na roda da frente. Pergo de acdente! Se crcular com uma pressão de ar baxa, o pneu pode saltar do aro. Nunca encha o pneu para além da pressão máxma recomendada! Os pneus poderam saltar do aro ou rebentar durante o percurso. Pergo de queda!

41 78 RODAS PNEUS E CÂMARAS-DE-AR AROS E RAIOS RODAS 79 Tome atenção aos dferentes dâmetros das válvulas. Use só câmaras-de-ar com válvulas que srvam no aro. A utlzação de uma válvula naproprada pode dar orgem a fugas de ar e, assm, provocar um acdente. Se a válvula Presta não estver bem enroscada, pode haver uma fuga de ar contínua. Controle a fxação do corpo da válvula no tubo longo. Bombas de mão, normalmente, não se apropram para gerar uma elevada pressão. Bombas de mão vertcas, com manómetro, com as quas se pode controlar a pressão em casa, são mas adequadas. Para todo o tpo de válvulas exstem adaptadores. Com o adaptador certo, é possível encher uma câmara-dear com uma válvula Presta nas bombas de gasolna. Desenroscar da tampa de plástco Concentrcdade dos aros, tensão dos raos Os raos unem o aro ao cubo, no meo da roda. A homogenedade da tensão dos raos garante a concentrcdade. Se a tensão de alguns dos raos se modfcar, p.ex. ao se passar por cma de um degrau com velocdade, ou se um rao se partr, as forças de tensão fcam desequlbradas e o aro perde a sua concentrcdade. Já antes de se aperceber destas rregulardades, através do andamento aos esses, é possível que o funconamento da sua Canyon tenha já sdo afetado. A superfíce dos lados dos aros é, quase sempre, também a superfíce de travagem. Se a concentrcdade tver sdo afetada, então, o poder de travagem também pode ter sdo nfluencado desfavoravelmente. Controle a concentrcdade através dos calços dos travões Na válvula Presta a válvula tem que ser desenroscada Descanso de centrar rodas Na válvula Presta, antes de se dar à bom ba, a porca com serrlha tem que se desenroscar um pouco e, por um momento, ser pressonada no sentdo da válvula, até que saa um pouco de ar. Crcule sempre de acordo com a pressão! de ar recomendada e controle-a, em ntervalos regulares, pelo menos uma vez por semana. Certfque-se de que o dâmetro da válvula! corresponde ao buraco do aro e de que a válvula se encontra sempre dreta! Pneus com o perfl gasto, ou com os flancos quebradços, devem ser trocados. A estrutura nteror dos pneus pode ser danfcada, com a entrada de humdade ou sujdade. Adaptador de válvula Ftas de aro danfcadas devem ser substtuídas medatamente. Exceções: As rodas Mavc não necesstam de ftas de aro. Danfcações nos pneus podem, em casos extremos, conduzr ao rebentar súbto da câmara-de-ar e a um consequente acdente! Raos soltos devem ser medatamente! reajustados. De outro modo, a pressão exercda nesta área, sobre o restante equpamento, é muto maor. Centrar rodas (reajustar a tensão) é um! trabalho dfícl, que deve ser feto por um especalsta! Não crcule com rodas, que não estejam centradas. No caso de empenos extremos, os calços dos travões das bccletas de estrada podem falhar o aro e rem-se enfar nos raos! Tal conduz, normalmente, a uma súbta paragem das rodas. Pergo de queda! Controle, assm, de vez em quando, o grau de concentrcdade das rodas. Eleve a roda do chão e ponha-a a rodar com a mão. Observe o espaço entre o aro e os calços. Se este espaço se modfcar mas de um mlímetro, leve a roda a um mecânco qualfcado, para este reajustar a fxação.

42 80 RODAS APERTO RÁPIDO PNEU DANIFICADO RODAS 81 Fxação das rodas com apertos rápdos As rodas são fxadas com os exos do cubo ao quadro e são apertadas com apertos rápdos nas chamadas ponteras. Estes trabalhos não necesstam de ferramentas. Tem que smplesmente nverter uma alavanca, eventualmente dar algumas voltas para desenroscar e pode trar a roda (lea o capítulo Como ldar com o aperto rápdo ). Apertos rápdos também facltam o furto! Se quser ter mas segurança, pode substtur os apertos rápdos por um dspostvo ant-roubo, só possível de abrr com uma chave aproprada com códgo ou com uma chave allen. Desbloqueo do aperto rápdo Reparação de um pneu danfcado A danfcação de um pneu pode acontecer a qualquer cclsta. O furo não tem que sgnfcar, obrgatoramente, o fm do percurso, se tver consgo as ferramentas necessáras para mudar pneus e câmarasde-ar e uma câmara-de-ar sobresselente ou uma caxa de remendos. Para mudar a câmara-de-ar de rodas com aperto rápdo, necessta smplesmente de duas alavancas de montagem e uma bomba de ar. Em rodas com fxação por porcas ou dspostvo antroubo, é necessára anda a chave correspondente. Desmontagem de rodas Antes da desmontagem da roda trasera, engatar a corrente no pnhão menor de todos Fecho do aperto rápdo A alavanca do aperto rápdo deve estar mas ou menos paralela relatvamente à roda e não deve fcar em pé lateralmente No caso dos travões de aro das bccletas de estrada, abra a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM) do travão, ou mova o pno da undade travão/mudança (Campagnolo) no guador. Nas rodas traseras, com mudanças com transmssão por desvador, deve, antes da desmontagem, engatar a corrente no pnhão menor de todos. Assm, o desvador trasero fca na parte exteror, sem nterferr na desmontagem. Abra o aperto rápdo, tal como descrto no capítulo Como ldar com o aperto rápdo. Se a roda, apesar de estar solta, anda não puder ser retrada, é muto possível que tal se deva aos encaxes de segurança nas ponteras. Trata-se dos suportes das ponteras. Nestas stuações, tem que soltar a porca da prétensão do aperto rápdo, dando algumas voltas, e desencaxar a roda dos encaxes de segurança. Para facltar a desmontagem da roda trasera, puxe o desvador trasero, com a mão, um pouco para trás. Levante a sua Canyon e dê um pequeno golpe à roda, que cará para o chão. Abertura da alavanca de lberação rápda do travão Encaxes de segurança do garfo Nunca ande com uma bccleta sem antes ter examnado a fxação das suas rodas! Se, ao crcular, a roda se soltar, você ca! Prenda as rodas, fxadas com apertos rá-! pdos, juntamente com o quadro a algo fxo, quando estacona a bccleta. Na desmontagem da roda trasera, puxar o desvador trasero um pouco para trás

43 82 RODAS PNEU DANIFICADO PNEU DANIFICADO RODAS 83 Desmontagem de pneus com armação de arame ou klevar Desenrosque a tampa da válvula e as porcas de fxação, e dexe sar o ar por completo. Pressone o pneu de lado, para o meo do aro. Faclta a desmontagem, se fzer o mesmo a toda a volta. Coloque a alavanca de montagem cerca de 5 cm à dreta ou à esquerda ao lado da válvula, na borda nferor do pneu e alavanque o flanco do pneu sobre o frso do aro. Mantenha a alavanca nesta posção. Enfe a segunda alavanca, cerca de 10 cm afastada da prmera, entre o aro e o pneu e alavanque o flanco do pneu, novamente, sobre o frso do aro. Após uma parte do flanco do pneu ter sdo alavancado sobre o frso do aro, o flanco pode, empurrando normalmente com a ajuda da alavanca de montagem, ser lbertado completamente. Agora pode trar a câmara-de-ar. Certfque-se de que a válvula não fca presa no aro e de que a câmara-de-ar não é danfcada. Remende a câmara-de-ar, segundo as nstruções do fabrcante de remendos. Pressonar o pneu para o meo do aro Aplcação da alavanca de montagem e alavancar do flanco do pneu sobre o frso do aro Puxar a câmara-de-ar do pneu para fora Se o tecdo do pneu tver sdo danfcado, através de perfuração por um objecto, é melhor trocá-lo, por razões de segurança. Se desmontou o pneu, deve nspeconar a fta do aro. A fta de aro deve ser posta unformemente, não deve estar estragada nem ter rachas e deve tapar todas as cabeças dos raos e perfurações. Em aros com chão duplo - chamados aros de parede dupla - a fta de aro tem que tapar o chão por completo. Nestes aros só se deveram usar, exclusvamente, ftas de aro de tecdo ou de plástco rígdo. Exceções: As rodas Mavc não necesstam de ftas de aro. Se não tver a certeza absoluta, no que respeta às ftas de aro, lgue para a nossa Servce-Hotlne ! O segundo flanco do pneu pode, se necessáro, ser smplesmente puxado para fora do aro. Montagem de pneus com armação de arame ou klevar Tenha cudado para que, durante a montagem do pneu, não entrem mpurezas, como sujdade e area, para o nteror e para que estes não estraguem a câmara-de-ar. Coloque o aro, com um frso, no pneu. Pressone o flanco com o polegar, completamente por cma do frso do aro. Esta operação deva ser possível, sem ferramentas, para todos os pneus. Coloque a válvula da câmara-de-ar na perfuração do aro. Encha levemente a câmara-de-ar, de modo a que esta tome uma forma redonda, e coloque-a completamente no nteror do pneu. Certfque-se de que esta não tem dobras. Comece com a montagem fnal no lado oposto ao da válvula. Pressone o pneu, o mas possível, com o polegar, por cma do flanco do aro. Certfque-se de que a câmara-de-ar não fca presa ou apertada entre o pneu e o aro. Empurre por sso a câmara-de-ar, com o dedo ndcador, para dentro do pneu. Fta de aro, no aro Colocar a válvula na perfuração do aro Empurrar o pneu, com a mão, para cma do aro Examne o gua de nstruções dos fornecedores de travões e mudanças que acompa- nham o BkeGuard. Ftas de aro estragadas têm que ser medatamente trocadas.

44 84 RODAS PNEU DANIFICADO PNEU DANIFICADO RODAS 85 Vá avançando, homogeneamente, a toda a volta do pneu, dos dos lados. Aproxmadamente no fm, tem que puxar o pneu com força para baxo, para que a parte já montada escorregue para o chão do aro. Tal faclta vsvelmente a montagem até aos últmos centímetros. Controle novamente a nstalação da câmara-de-ar e empurre o pneu com o tenar da mão por cma do frso. Se não funconar, tem que usar a alavanca de montagem. Garanta que a parte não afada esteja vrada para a câmara-de-ar e que a câmara-de-ar não seja danfcada. Pressone a válvula para o nteror do pneu, para que a câmara-de-ar não fque entalada debaxo do rebordo do pneu. A válvula está dreta? Se assm não for, tem que desmontar outra vez um dos flancos do pneu e endretar de novo a câmara-de-ar. Se quer ter a certeza, de que a câmara-de-ar não será esmagada debaxo do flanco, deve, com os pneus meo cheos, acalcar para cá e para lá a toda a volta da roda, ou seja perpendcularmente á crculação da roda. Desta forma consegue também controlar, se a fta de aro fo deslocada. Agora encha o pneu até atngr a pressão desejada. A pressão máxma está, normalmente, nscrta no flanco do pneu. Verfque se o assento do pneu no flanco do aro está correto, controlando o alnhamento do anel de controle do pneu. Importante é que o anel tenha, a toda a volta, uma dstânca unforme relatvamente ao frso do aro. Pressone o pneu, para ter a certeza que a câmara-de-ar não está entalada Anel de controle do pneu Se tver uma avara pelo camnho, pode tentar repará-la, mesmo sem desmontar a roda e sem remover a câmara-de-ar. Encha a câmara-de-ar, dexe fcar a válvula enfada no aro e procure prmero o furo, por onde sa o ar. Gre a câmara-de-ar, aproxmando-a dos ouvdos, e tente ouvr sblar. Quando encontrar o furo, procure o síto correspondente no pneu e examne-o gualmente. Mutas vezes anda se encontra o objecto que provocou o furo no pneu. Remova-o também. Desmontagem de pneus tubulares Esvaze o pneu por completo. Para desmontar o pneu, empurre o pneu para o lado, na parte oposta à válvula, até se formar um ntervalo e o pneu se soltar. Se o pneu resstr, ntroduza uma alavanca de montagem no ntervalo, com a qual depos remove o pneu, alavancando-o. A substtução de apenas uma câmara-de-ar não é possível, pelo contráro, tem que revestr o aro com um pneu tubular completo. Durante o percurso não pode colar o pneu, o qual, mesmo após nflado, não assenta com segurança sobre o aro. Por sso, volte para casa, andando só lentamente e com precaução e segundo pelo camnho mas curto. Quando chegar a casa, deve colar o pneu tubular da forma descrta em baxo. Montagem de pneus tubulares Uma montagem cudadosa, que garanta uma fxação segura e duradoura do pneu tubular, tem que ser efetuada progressvamente e pode demorar algum tempo. Algum treno e experênca relatvamente à cola utlzada e ao modelo do pneu tubular em causa podem acelerar a reparação. Para colar os pneus, pode escolher entre fta autocolante e cola líquda para pneus. O aspeto postvo da fta, é o facto de a montagem ser rápda. Mas o assento do pneu não é sufcentemente seguro em todas as stuações. No caso de uma avara pelo camnho, a fta fca, quase sempre, agarrada ao pneu desmontado. O pneu sobresselente não va pode assentar de forma segura no aro. É por sso que se aconselha fazer um leto de váras camadas de cola cmento líquda para pneus. Esta técnca não só permte fxar melhor os pneus, como também, na desmontagem do pneu, as camadas fcam, no geral, agarradas ao aro. Empurre o pneu para o lado até se formar um ntervalo Com uma alavanca de montagem consegue-se alavancar o pneu Cola para pneus tubulares Para aros de carbono há cola cmento es pecal para pneus tubulares (p.ex. da Contnental). Se pretender utlzá-la, lea sem falta o gua de nstruções do fabrcante da cola cmento para pneus tubulares para aros de carbono. Uma colagem ncorreta do pneu, pode conduzr a que o pneu se solte do aro. Pergo de acdente!

45 86 RODAS PNEU DANIFICADO PNEU DANIFICADO RODAS 87 Também aqu, apesar de tudo, o pneu sobressalente tem que ser novamente removdo. O leto exstente e no pneu levam novamente uma camada de cola cmento para pneus e depos procede-se à montagem, para fxar o assento. Aguarde, até os dssolventes se terem evaporado completamente, antes de ncar a colagem do pneu. A cola é mas fácl de aplcar, prendendo a roda num descanso de centrar rodas, ou num garfo sem uso, no torno de apertar. No caso das rodas com flancos de aro muto altos, extraa o núcleo de válvula, com ferramentas especas de montagem, e monte no seu lugar uma extensão de válvula. Enrosque outra vez o núcleo de válvula na extensão. A válvula com extensão pode ser utlzada, como habtualmente, para encher ou esvazar. Encha o pneu até que este tome a sua forma redonda e ntroduza a válvula no orfíco do aro. Empurre o pneu unformemente, dos dos lados, para o leto do aro, começando a partr da válvula. Se não consegur empurrar o pneu tubular para o meo do aro, completamente ou apenas com grande esforço, não se poderá fazer uma montagem exata. Ponha a roda, revestda com o pneu tubular, a grar e examne, se o pneu roda de forma concêntrca. Mutas vezes, a área na qual a válvula emerge do pneu está nchada, provocando um empeno vertcal, o que leva a que a roda saltte durante o percurso. Remova as rebarbas, nomeadamente rebaxe o orfíco da válvula de um aro de alumíno com uma broca, um rascador de três qunas ou uma lma redonda. No caso dos aros de carbono, remova as rebarbas das bordas do orfíco, cudadosamente, com uma lma redonda. Movmente a lma apenas de fora para dentro e não o contráro, de outro modo podem lbertar-se fbras da matrz plástca. Vede esta área com cola rápda. A área da válvula adapta-se, após esta operação anteror, melhor ao aro. Se tver tempo, pode dexar o pneu cheo sobre o aro durante alguns das, o que faclta mas tarde a montagem. Lmpe o leto do aro, possvelmente de gordura resstente ou óleo, com um pano mbuído em álcool ou essênca de petróleo. Montagem de extensão de válvula Controle da concentrcdade recorrendo aos travões A propósto, as colas especas para pneus! aderem muto bem, não só aos aros e pneus, mas também a dedos e roupa. Aconselhase, por sso, o uso de roupa velha de trabalho. Antes de montar pneus sobre aros já antes em uso, remova restos de cola velhos e sujdade cudadosamente com uma lxa. Tome atenção, para não danfcar o carbono. Por fm, lmpe o aro com um pano maco e essênca de petróleo. Utlze essênca de petróleo e cola cmento para pneus, faclmente nflamável, apenas em espaços com muta crculação de ar. Guarde estes produtos devdamente e sem estarem ao alcance de cranças. Para preparar uma base bem aderente, com cola cmento líquda para pneus, são necessáras váras camadas de cola. Espalhe a cola cmento para pneus de modo unforme em toda a extensão do aro, formando camadas o mas fnas possível. No lado oposto à válvula, deve dexar uma área sem cola cmento, com cerca de cnco a dez centímetros, para que, mas tarde, tenha um síto onde possa agarrar quando tver que remover o pneu de novo. Com alguma experênca, consegue-se espalhar a cola dretamente com o tubo. Se não resultar, um pncel de pêlo rjo pode ajudar. O uso de um pncel é, de qualquer modo, nevtável, quando se usa cola de lata. Dexe secar a cola cmento para pneus, pelo menos até não se sentr um colar líqudo. Este processo pode demorar váras horas. Só depos deve, segundo o mesmo procedmento, aplcar mas duas camadas fnas de cola, que, por sua vez, deve dexar secar. Dexe fcar o aro neste estado, pelo menos durante a note. Antes de montar o pneu, espalhe também cola sobre a cnta protetora da costura do pneu tubular. Conclua depos o leto de colagem, aplcando uma últma camada de cola cmento para pneus. Quando a últma camada tver arejado um pouco, mas anda se sentr pastosa, coloque o aro no chão com o orfíco da válvula vrado para cma. Introduza a válvula do pneu levemente cheo, e por sso com uma forma redonda, no orfíco da válvula do aro e pressone. Não dexe que os flancos do pneu entrem em contacto com o leto de colagem, senão o pneu fca medatamente com um aspeto sujo. Aplcação da cola cmento para pneus, dretamente com o tubo Coloque a válvula, do pneu levemente cheo, na perfuração do aro Antes de desmontar uma roda, lea n-! tegralmente o capítulo As rodas e o capítulo Como ldar com o aperto rápdo. Veja o vídeo sobre colagem segura de pneus tubulares Contnental em

46 88 RODAS PNEU DANIFICADO PNEU DANIFICADO RODAS 89 Se tver dexado a área em frente à válvula sem cola cmento, não precsa recear, ao colocar o aro no chão, que o leto ou a cola se sujem. Agarre no pneu com as mãos, unformemente, à esquerda e à dreta da válvula, puxe-o com força para baxo e empurre-o pouco a pouco para o leto do aro. Contnue, de modo unforme, até só restarem 20 centímetros. Puxe o pneu novamente para baxo, começando em cma, perto da válvula, até chegar com as mãos à área que falta montar. Mantenha o pneu estcado, apoando os dedos no aro e o polegar no pneu e apoando a roda nos quadrs. Empurre o pneu com ambos os polegares por cma do frso do aro. Empurrar o pneu para o leto do aro Montagem de rodas A montagem da roda funcona na ordem nversa à desmontagem. Certfque-se de que a roda assenta exatamente nas ponteras e crcula centrada entre as barras do garfo ou entre as escoras. Assegure-se de que o aperto rápdo assenta corretamente (veja o capítulo Como ldar com o aperto rápdo ) e volte a nstalar medatamente o travão, se necessáro, ou feche a alavanca de lberação rápda! Controle da concentrcdade recorrendo aos calços dos travões Após o pneu estar assente no leto do aro, tem que ser alnhado, já que é raro que este ande logo de forma concêntrca. Para tal, prenda novamente a roda no descanso para centrar e ponha-a a grar. Se a superfíce de rodagem não estver centrada ou se tver um empeno lateral, a área em causa tem que ser levantada, deslocada levemente e largada outra vez. Empurre o pneu com os polegares por cma do frso do aro Anel de controle do pneu Quando a roda não tver empenos lateras, retre-a do descanso e encha o pneu até atngr metade da pressão recomendada. Pressone a roda através da ponta do exo e dos apertos rápdos e empurre-a alguns metros sobre o chão. Dexe aqu a roda grar na vertcal, mas também dar algumas voltas, nclnando para ambos os lados. Se o pneu, após o controle fnal, rodar de forma concêntrca, encha-o com a pressão máxma e aguarde pelo menos oto horas antes de andar pela prmera vez. Melhor anda será esperar um da ntero. Antes, adapte a pressão do pneu às suas necessdades, de acordo com as recomendações do fabrcante. Controle da concentrcdade com os travões Tenha em atenção que, o pneu tubular, após a montagem durante o percurso, não assenta mas com segurança. Crcule, por sso, com muta precaução. O pneu tubular tem que ser novamente colado com exatdão. Feche a alavanca de lberação rápda (Shmano, SRAM), ou mova o pno da undade travão/mudança (Campagnolo), e controle, antes de contnuar o percurso, se os calços dos travões tocam por completo as superfíces de travagem. Controle a base de fxação das rodas. Controle se as superfíces de travagem, após a montagem, se encontram lvres de gordura ou de outros lubrfcantes. Teste os travões, sem falta! Montagens ncorretas podem provocar dsfunções ou danfcações nos pneus. Atue por sso, sem falta, de acordo com as as nstruções do fabrcante no gua acompanhante. Uma montagem ncorreta pode provocar dsfunções ou mesmo a avara dos travões. Atue por sso, sem falta, de acordo com as nstruções do fabrcante no gua acompanhante. Se o tecdo do pneu tver sdo danfcado, através de perfuração por um objecto, é melhor trocá-lo, por razões de segurança.

47 90 CAIXA DE DIREÇÃO CAIXA DE DIREÇÃO 91 A caxa de dreção O garfo, o avanço, o guador e a roda dantera estão, através da caxa de dreção, montados de forma rotatva no quadro. Para que a sua Canyon se establze e possa andar dreta, esta área de dreção tem que se poder vrar faclmente. As pancadas com mpacto, resultantes de camnhos com altos e baxos, exgem muto da caxa de dreção. Por sso, é possível que as fxações relaxem e se desloquem. Controlar e reajustar Controle a folga, colocando os dedos à volta do casqulho superor da caxa de dreção. Carregue no selm com o tronco, acone com a outra mão o travão dantero e empurre a sua Canyon com força, para a frente e para trás. Quando a caxa tem folga, o casqulho superor desloca-se ntdamente em relação ao nferor. Uma outra possbldade consste em levantar um pouco a roda dantera do chão e dexá-la car. Quando a caxa tem folga, ouve-se um bater nesta regão Para examnar a facldade de vragem da caxa, tem que levantar o quadro com uma mão, até a roda dantera não ter mas contacto com o chão. Movmente o guador da esquerda para a dreta A roda dantera tem que se poder ondear faclmente, e sem encaxar, da ponta-dreta à ponta-esquerda. Se o guador for tocado ao de leve, a roda tem que, a partr da sua posção central, rodar soznha. A condução com folga na caxa de dreção aumenta extremamente a tensão exercda sobre o garfo e a caxa. Uma caxa danfcada ou um garfo quebrado podem ter graves consequêncas! Controle a folga na caxa de dreção, colocando os dedos à volta do casqulho, e empurre a sua Canyon para a frente e para trás, com o travão aconado Examne a facldade de vragem da caxa, levantando a roda dantera e verfcando se se dexa vrar com facldade O ajuste da caxa de dreção exge uma! certa experênca. Este servço deve, por sso, ser feto por um especalsta. Se quser tentar soznho, lea, por favor, antes do ajuste, o gua de nstruções do fabrcante da caxa de dreção, com muta atenção! Verfque se o avanço está bem assente, após ter ajustado a caxa, prendendo a roda dantera entre as pernas e tentando torcer o guador. Senão, a folga na caxa de dreção pode provocar uma queda. Caxa de dreção Aheadset Este sstema é caracterzado por ter um avanço que não está ntroduzdo nos tubos do garfo, mas sm fxado exterormente, à volta dos tubos do garfo, aqu sem rosca. O avanço é uma parte ntegrante e essencal da cabeça da caxa de dreção. O seu aperto fxa o ajuste da caxa. Solte os parafusos de aperto do avanço, que se encontram nos lados ou atrás. Reaperte, um pouco, o parafuso de ajuste ntroduzdo por cma, cudadosamente, com uma chave allen. Ajuste novamente o avanço, para que o guador esteja dreto ao avançar em lnha reta. Reaperte os parafusos lateras de aperto do avanço com a chave dnamométrca. Utlze para tal uma chave dnamométrca e não exceda os valores de torque máxmos! Estes podem ler-se no capítulo Valores de torque recomendados, nas própras peças e/ou nos guas de nstruções dos fabrcantes de componentes. Execute o teste de controle da folga, descrto em baxo. Também aqu, a caxa não deve ser apertada com demasada frmeza. Para controlar, coloque-se em frente à sua Canyon e prenda a roda dantera com os joelhos. Agarre no guador, pelas manetes de travão, e tente rodá-lo contra a roda dantera. Reaperte, um pouco, o(s) parafuso(s) de aperto do avanço, se o guador se mover. Controle o assento ant-rotante do avanço, após ter ajustado a caxa! Um avanço solto pode provocar uma queda grave! Ajuste a folga dos rolamentos com o parafuso de ajuste, ntroduzdoo por cma, após ter soltado os parafusos lateras de aperto Reaperte os parafusos lateras de aperto do avanço com a chave dnamométrca Tente rodar o guador contra a roda dantera! Não aperte o parafuso de ajuste com força. Ajuste, com ele, a folga! Note que, o avanço pode amachucar o tubo do garfo, se apertar demasado os parafusos.

48 92 CAIXA DE DIREÇÃO CAIXA DE DIREÇÃO 93 Caxa de dreção sstema I-Lock Este sstema é caracterzado por ter um avanço que é fxado exterormente, à volta do tubo do garfo, aqu sem rosca. O avanço é uma parte ntegrante e essencal da cabeça da caxa de dreção. O seu aperto fxa o ajuste da caxa. Ao contráro do, muto conhecdo, sstema Aheadset, a caxa é ajustada com o avanço já fxado. Controle os parafusos lateras de aperto do avanço, atrás, com uma chave dnamométrca, segundo as recomendações escrtas. Não exceda, de forma alguma, o valor de torque máxmo. Gre o pno roscado da tampa da caxa com uma chave allen de 2 mm, cudadosamente, no sentdo do relógo. Comece com um quarto de volta. Execute o teste de controle da folga, descrto em cma. A caxa não deve ser apertada com demasada frmeza. Gre, se necessáro, mas um quarto de volta e controle novamente. Por fm, como forma de controle, coloque-se em frente à sua Canyon e prenda a roda dantera com os joelhos. Controle os parafusos lateras de aperto do avanço com uma chave dnamométrca, segundo as recomendações escrtas Ajuste a folga dos rolamentos com o parafuso lateral de ajuste Agarre no guador, pelas manetes de travão, e tente rodá-lo contra a roda dantera. Tente também mover o guador para baxo. Se o guador, ou o avanço, se mover, desaperte os parafusos, ajuste de novo o componente e enrosque os parafusos do aperto do avanço com o valor de torque recomendado. Se o guador e o avanço anda se consegurem mover, mesmo com o valor de torque máxmo, tem que desmontar os apertos, remover a gordura e montá- -los de novo, com pasta de carbono para montagem. Tente rodar o guador contra a roda dantera e contra o avanço Aplque, se necessáro, massa de carbono para montagem no tubo do garfo ou no guador Controle novamente a folga Não aperte o parafuso de ajuste com for-! ça. Ajuste, com ele, somente a folga com cudado! Controle o assento ant-rotante do avanço e do guador, após ter ajustado a caxa! Um guador, ou um avanço, solto pode provocar uma queda grave!

49 94 TRANSPORTE TRANSPORTE 95 Como transportar a sua bccleta Canyon Os suportes traseros, cada vez mas em uso, têm a vantagem, relatvamente aos suportes de tejadlho, de a bccleta, para ser transportada, não ter que se elevar tanto. Tenha cudado com o tpo de fxação utlzado, para que o garfo e o quadro não sofram danos. Pergo de rotura! Tranporte de automóvel Há váras possbldades para transportar a sua Canyon de carro. A Canyon aconselha exclusvamente o transporte na mala do carro. Nas malas dos carros as bccletas ocupam muto espaço, mas estão mas bem protegdas de sujdade, roubo e danfcações. Tenha cudado para que os cabos, as luzes e lgações, e especalmente o desvador trasero não sejam danfcados. Proteja a sua Canyon com coberturas, ou cosas semelhantes. Se a sua Canyon estver muto suja, deve pôr uma cobertura por baxo, para que o revestmento do carro não se suje. Prenda a sua bccleta, de modo a que esta não escorregue. Se não puder transportar a bccleta na mala do carro, quase todas as lojas de acessóros para automóves e lojas de carros têm sstemas de suporte, para o transporte de bccletas, para que estas não tenham que ser desmontadas, à venda. Geralmente, as bccletas são colocadas no tejadlho sobre um carrl de sustentação e presas, com uma mola, que agarra no tubo nferor. Puxe as manetes do travão e proteja-as! com um elástco forte de borracha, quando transporta uma bccleta de Cyclocross. Prenda a sua Canyon com segurança no! nteror do carro. Carga solta pode, em caso de acdente, consttur uma ameaça adconal para os passageros. Mutas vezes, para se transportar a bccleta dentro do carro, tem que se desmontar a roda dantera, ou até ambas as rodas. Sobre a desmontagem das rodas, lea sem falta o capítulo As rodas, e o parágrafo Reparação de um pneu danfcado! Transporte em automóvel No caso dos travões de dsco, monte os! fechos de segurança para transporte, quando transporta a sua bccleta de Cyclocross sem as rodas. Se, para o envo, a sua Canyon não for! embalada de acordo com as nstruções de embalagem acompanhantes, não terá dreto a receber uma ndemnzação da Canyon Bcycles GmbH, por danos de transporte que eventualmente possam surgr. Não utlze sstemas de suporte, nos quas a sua Canyon seja presa, nvertda, ao suporte, ou seja com o guador e o selm vrados para baxo. Neste método de fxação, o guador, o avanço, o selm e o espgão do selm estão sujetos a grandes esforços durante a vagem. Pergo de rotura! Não utlze sstemas de suporte, nos quas a sua Canyon é presa ao garfo, sem ter a roda dantera. O transporte de bccletas de estrada da! Canyon, em suportes convenconas com pnças, não é permtdo. Quadros com tubos volumosos correm o rsco de serem amachucados pelas pnças! Especalmente quadros de carbono podem sofrer danos rreparáves. Ao mesmo tempo, podem ocorrer danos não vsíves, que podem conduzr a acdentes graves. Certfque-se, na compra, de que as regras de segurança do seu país são cumprdas, como p.ex. o selo de segurança comprovada, ou outras regras semelhantes. Tranporte de avão Se quser vajar de avão com a sua Canyon, embale-a no BkeGuard ou no BkeShuttle. Embale as rodas em sacos especas para rodas, para que estas estejam protegdas na mala ou no cartão. Leve consgo as ferramentas necessáras à montagem, uma chave dnamométrca, bts, e este manual, a fm de poder, de acordo com as prescrções técncas, pôr a bccleta a funconar, quando chegar ao destno. No caso dos travões de dsco, monte os! fechos de segurança para transporte, quando transporta a sua bccleta de Cyclocross sem as rodas. Embale as rodas em sacos especas para! rodas, para que estas estejam protegdas na mala ou no cartão. Tenha cudado para que os dspostvos de lumnação e a matrícula do carro não fquem tapados. Em certas stuações, um segundo espelho retrovsor é obrgatóro. Lea o gua de nstruções do fabrcante dos suportes e não ultrapasse a carga permtda e a velocdade máxma aconselhada, ou até obrgatóra. O BkeGuard da Canyon O BkeShuttle da Canyon Controle a fxação da bccleta, antes de cada percurso, e também, com regulardade, durante o percurso. Se a bccleta se soltar do suporte do tejadlho, os outros partcpantes do trânsto podem ser postos em pergo. Consdere a maor altura do seu carro.! Meça a altura total do seu automóvel e coloque-a, de forma vsível, perto do tabler ou sobre o volante.

50 96 CUIDADOS E INSPEÇÃO CUIDADOS E INSPEÇÃO 97 Instruções geras: Cudados e nspeção A sua Canyon é um produto de qualdade. No entanto, tem que, tal como com outros veículos, cudar da sua Canyon com regulardade e mandar fazer os trabalhos de manutenção peródcos por um especalsta. Bccletas de fabrco leve necesstam, para além dsso, regularmente de trocar peças mportantes (ver o capítulo Servço de assstênca e ntervalos de manutenção ). Só assm é possível garantr um funconamento duradouro e seguro de todos os componentes. Só assm é possível preservar o prazer e segurança na condução, durante mutos anos. Lavar e cudar da sua Canyon Suor seco, sujdade e sal resultante da condução durante o nverno ou do ar marítmo prejudcam a sua Canyon. A lmpeza habtual e a proteção dos componentes da sua Canyon de corrosão, são trabalhos que devem fazer parte das suas tarefas obrgatóras. Lavagem da Canyon com pano e água Controle todos os componentes de construção leve A lavagem da bccleta com um jato de água suave e/ ou um balde de água, recorrendo à ajuda de uma esponja ou de um pncel grande, é um tratamento muto mas cudadoso. A lmpeza à mão tem um benefíco colateral: Desta forma consegue dentfcar atempadamente partes onde o vernz rebentou, partes puídas ou defetuosas. Quando a sua Canyon estver seca outra vez, deve tratar o vernz e as superfíces metálcas com cera dura (exceção: Aros, no caso dos travões a aro). Proteja também os raos, os cubos, os parafusos e as porcas, etc., gualmente, com uma camada de cera. Peças de pequena superfíce podem ser smplesmente vaporzadas com um pulverzador. Puxe o lustro, com um pano maco, nas partes que levaram cera, para que estas fquem com um brlho bonto e mpermeáves à água. Quando tver concluído os trabalhos de lmpeza, examne a corrente e, se necessáro, lubrfque-a (lea, no capítulo As mudanças de velocdades, o parágrafo Manutenção da corrente ). Tratamento do vernz e das superfíces metálcas com cera dura Averguação do estado da corrente Não lmpe a sua Canyon com um ejetor de vapor. Este tpo de lmpeza rápda é muto desvantajoso: Os jatos de água aguçados e ejetados sob alta pressão podem forçar as vedações e penetrar no nteror dos rolamentos. O lubrfcador dssolve, o atrto aumenta e o processo de corrosão começa. A longo prazo tal conduz à deteroração das superfíces de rodagem dos rolamentos e do andamento brando do rolamentos. Ejetores de vapor fazem, também mutas vezes, descolar autocolantes. Ocupe-se somente com trabalhos, para os! quas tenha os conhecmentos técncos e as ferramentas adequadas. Não lmpe a sua Canyon, a curta dstânca,! com um jato de água muto forte, ou com um ejetor de vapor. Proteja a parte superor da escora da corrente, e os sítos onde possa haver frcção de cabos, com película plástca, ou outro materal. Assm evta marcas de arranhões e a raspagem da tnta. Durante a lmpeza, verfque se exstem rachas, arranhaduras, arqueamento do materal ou manchas. Em caso de dúvdas, contacte a nossa Servce-Hotlne Mande substtur, medatamente, peças danfcadas e fazer melhoramentos em partes onde o vernz esteja defetuoso. Antes de aplcar cera dura no quadro da! sua Canyon, teste a cera dura numa área pouco vsível. Não dexe que materal de lmpeza, ou óleo da corrente, entre em contacto com os calços dos travões e as superfíces de travagem dos aros. O travão podera fcar nutlzado (veja o capítulo O dspostvo de travagem )! Não dexe que gordura, ou óleo, entre em contacto com áreas de aperto de carbono, como, p.ex., guador, avanço, espgão do selm e tubo do selm. Lmpe óleo ou gordura, dfíces de remover,! de superfíces envernzadas e de carbono, com um produto à base de petróleo. Evte produtos para remover gorduras à base de acetona, cloreto de metlo, etc., ou à base de dssolventes, não neutros, ou produtos químcos de lmpeza. Estes podem corroer a superfíce!

51 98 CUIDADOS E INSPEÇÃO CUIDADOS E INSPEÇÃO 99 Conservação e guarda da sua Canyon Manutenção e nspeção Se cudar com regulardade da sua Canyon durante a temporada, não necessta, antes de a guardar por pouco tempo, de tomar meddas especas, a não ser tomar precauções contra roubos. Aconselha-se a que guarde a sua Canyon num síto seco e bem arejado. Caso a sua Canyon tenha um período de natvdade prolongado devdo ao nverno, deve tomar algumas precauções: Durante o longo período de natvdade as câmarasde-ar vão perdendo ar lentamente. A estrutura dos pneus da sua Canyon pode danfcar-se, se esta fcar muto tempo sobre os pneus vazos. Pendure, por sso, as rodas ou toda a bccleta e vá controlando, com regulardade, a pressão dos pneus. Lmpe a sua Canyon e proteja-a de corrosão, tal como em cma descrto. Desmonte o selm e dexe que eventuas penetrações de humdade sequem. Pulverze um pouco de óleo vaporzado para dentro do tubo do selm. (Exceções: Quadros de carbono). Guarde a sua Canyon num síto seco. Engate a corrente no prato menor à frente e no pnhão menor atrás. Assm, os cabos e as molas fcam o mas possível dstenddos. Guardar a bccleta com a corrente no pnhão menor e no prato menor Controle regularmente a pressão de ar A prmera nspeção: Os nossos técncos desenvolveram um plano especal de manutenção. Durante os prmeros qulómetros, é possível que as rodas demonstrem uma determnada tendênca para assentar, ou os cabos dos manípulos e das manetes estquem, de tal modo que as mudanças não possam funconar corretamente. Também podem surgr, dependendo do uso da bccleta, os prmeros snas de desgaste. Neste caso, um dos nossos empregados do servço de assstênca entrará, antecpadamente, em contacto consgo. Inspeção regular anual: Após uma temporada longa e exgente, aconselhamolo a mandar fazer uma revsão completa à sua bccleta. Quem podera fazer melhor este trabalho, do que os própros que a construíram? A nspeção anual é feta pelos nossos empregados, de acordo com o plano de manutenção desenvolvdo para o seu tpo de bccleta. A chave dnamométrca da Canyon Não dexe que materal de lmpeza, ou óleo da corrente, entre em contacto com os calços dos travões e as superfíces de travagem dos aros! Há o rsco de os travões falharem e de provocar um acdente! Não pendure bccletas com aros de carbono pelos aros! Pergo de rotura! Se tver que embalar a sua Canyon, para a envar para a nossa ofcna especalzada, embale-a exatamente como está descrto no gua de nstruções de embalagem, É assm que embala a sua bccleta de estrada, que acompanha o seu BkeGuard. Especalmente componentes de fabrco leve, podem ter um tempo útl de vda curto. Faça, por esta razão, e para sua própra segurança, uma revsão peródca dos componentes alstados no capítulo Servço de assstênca e ntervalos de manutenção e substtua-os, se necessáro. De modo a poder ter sempre prazer em! pedalar com a sua Canyon, esta necessta regularmente de manutenção. Os períodos de tempo alstados no capítulo Servço de assstênca e ntervalos de manutenção funconam como pontos de referênca, para cclstas que andam entre 1000 e 2500 km por ano. Se você percorrer regularmente terrenos ou estradas em mau estado, os ntervalos de nspecção são reduzdos de acordo com o grau de esforço, ao qual a bccleta é sujeta. Estas regras também são váldas para percursos em tempo de chuva e, no geral, para clmas húmdos.

52 100 CUIDADOS E INSPEÇÃO 101 Controle de segurança da Canyon: Se fzer com a sua bccleta muto menos de 1000 km por ano, o trabalho com a manutenção também é correspondentemente menor. Para este caso, o controle de segurança da Canyon é o deal. Os nossos especalstas desenvolveram, com tal objetvo, um plano extraordnáro, adaptado às necessdades e que não é tão abrangente como a nspeção anual, mas que, de qualquer modo, nclu todos os pontos relevantes de segurança. Aconselha-se a que faça este controle no níco de cada nova temporada de cclsmo, ou antes de fazer cclo-tursmo, para que possa começar descansado a pedalar. Para dmnur o tempo de espera da revsão, é favor fazer connosco uma marcação. Mande a sua Canyon regularmente à revsão!! Na substtução de componentes, use exclusvamente peças sobresselentes de orgem. No nosso webste en contra dsponíves váras ndcações sobre servço de assstênca, que lhe dão apoo em pequenas reparações e trabalhos de manutenção. Para sua própra segurança, não se aventure demas neste tpo de trabalhos. Se não tver a certeza absoluta, ou se tver alguma questão, contacte a nossa Servce-Hotlne !

53 102 SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA E INTERVALOS DE MANUTENÇÃO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA E INTERVALOS DE MANUTENÇÃO 103 Servço de assstênca e ntervalos de manutenção Após os prmeros qulómetros de crculação, a bccleta tem que ser revsta por um mecânco qualfcado, dentro de períodos de tempo regulares. Os períodos de tempo, alstados na tabela abaxo, funconam como pontos de referênca para cclstas que andam entre 1000 e 2500 km (cerca de 40 a 100 horas de uso) por ano. Se você percorrer regularmente terrenos, ou estradas em mau estado, os ntervalos de nspecção são reduzdos de acordo com o grau de esforço, ao qual a bccleta é sujeta. Componente Atvdade Antes de cada Mensal- Anual- Outros utlzação mente mente Intervalos Ilumnação Controlar Pneus Controlar a pressão Pneus Controlar altura de perfl e paredes lateras Travões (a aro) Controle do curso de manete, espessura dos calços dos travões e posção em relação ao aro Teste dos travões parado Cabos/tubos Inspeção vsual X de travão Aros(alumíno), Controlar a espessura das X no caso dos paredes, se necessáro após ter mutravões a aro substtur dado o segundo jogo de calços de travões Garfo (alumíno Controlar X e carbono) todos os 2 anos Substtur X após queda ou de 6 em 6 anos Movmento pedalero Controlar a folga dos rolamentos X Movmento pedalero Lubrfcar de novo X Corrente Controlar, ou respetvamente lubrfcar Corrente Controlar, ou respetvamente X substtur a partr de 1000 km Pedalero Controlar, ou respetvamente reapertar X Componente Atvdade Antes de cada Mensal- Anual- Outros utlzação mente mente Intervalos Vernz Tratamento todos os 6 meses Rodas/raos Verfcar a concentrcdade e tensão Rodas/raos Centrar, ou respetvamente X reapertar sempre que necessáro Guador e avanço, Controlar X carbono e alumíno todos os 2 anos Substtur X após queda ou de 6 em 6 anos Caxa de dreção Controlar a folga dos rolamentos Caxa de dreção Lubrfcar de novo X Superfíces Tratamento (Exceções: de metal flancos aro) todos os 6 meses Cubos Controlar a folga dos rolamentos Cubos Lubrfcar de novo X Pedas Controlar a folga dos rolamentos X Pedas Lmpar mecansmo de encaxe Lubrfcar Undade Lubrfcar anualmente garfo/quadro Desvador trasero/ Lmpar, lubrfcar desvador dantero Aperto rápdo Controlar o assento Parafusos e porcas Controlar, ou X respetvamente reapertar Válvulas Controlar o assento Avanço/espgão Desmontar e lubrfcar de novo, em X de selm carbono, respetvamente nova pasta para montagem (Cudado: Nenhuma gordura sobre carbono) Cabos: Mudanças/ Desmontar e lubrfcar X travões Os controles assnaladas com um podem ser fetos por s, se tver habldade técnca, alguma experênca e as ferramentas, adequadas, como, p.ex, uma chave dnamométrca. Se durante a nspeção descobrr defcêncas, tome medatamente as meddas adequadas. Na resposta às suas questões ou dúvdas, ajuda-o a nossa Servce-Hotlne Os trabalhos assnalados por um x devem ser fetos por um especalsta com experênca a nível técnco, no que respeta às bccletas modernas (p.ex. um mecânco de bccletas de uma ofcna especalzada). É com agrado que nos pode contactar através da nossa Servce-Hotlne

54 104 VALORES DE TORQUE RECOMENDADOS VALORES DE TORQUE RECOMENDADOS 105 Valores de torque recomendados Componente Aparafusamento Shmano* Campagnolo** SRAM ** Desvador trasero Fxação (no quadro/dropout) 8-10 Nm 15 Nm 5-7 Nm Aperto do cabo 5-7 Nm 6 Nm 5-7 Nm Parafuso de roldanas 2,5-3 Nm Desvador dantero Fxação no quadro 5-7 Nm 5 Nm 5-7 Nm Fxação dreta suporte soldado 7 Nm Aperto do cabo 6-7 Nm 5 Nm 5 Nm Dual Control Lever / Parafuso da abraçadera de fxação 6-8 Nm 10 Nm 6-8 Nm Ergopower / (de sextavado nteror) Doubletap Tampa de orfíco 0,3-0,5 Nm Parafuso da base de batente no 1,5-2 Nm quadro (chave de fendas) Cubo Alavanca do aperto rápdo 5-7,5 Nm Contra-porca do ajuste de Nm rolamentos em cubos de aperto rápdo Cubo de roda lvre Anlha de segurança da cassete Nm 40 Nm 40 (11 vel.) 50 (10 vel.) Conjunto pedalero Parafuso de pedalero (quadra sem gordura) Nm Parafuso de pedalero Shmano Octalnk Nm Parafuso do pedalero Shmano Hollowtech II Nm Fxação do pedalero (Iss) Nm Fxação do pedalero (Ggappe) Nm Trple Square 42 Nm Parafuso de fxação do exo Ultra Torque Nm Fxação do prato da corrente 8-11 Nm 8 Nm (aço) 8-9 (alu) Movmento pedalero Caxa (quadra) Nm 70 Nm tpo cartucho Caxa (Shmano Hollowtech II Nm Nm SRAM Ggappe) Octalnk Nm Pedas Exo do pedal Nm 40 Nm Nm Sapato Parafusos das preslhas 5-6 Nm Grampo 4 Nm Componente Aparafusamento Shmano* Campagnolo** SRAM ** Travão de tração Parafuso de fxação do 5-7 Nm 8 Nm 8 Nm suporte do calço Parafusos de aperto para cabos 6-8 Nm 6-8 Nm 5 Nm Parafuso de fxação do travão 8-10 Nm 10 Nm 8-10 Nm Espgão do selm Parafuso de fxação do aperto do Nm *** Nm **** selm na cabeça do espgão * ** *** **** Estes valores são valores de referênca dos fabrcantes de componentes acma referdos Tenha também em consderação os valores nos guas de nstruções, dos fabrcantes de componentes, acompanhantes A chave dnamométrca da Canyon Em alguns componentes, os valores de torque encontram-se nscrtos no própro componente. Sga os valores recomendados nos autocolantes ou em nscrções. Montagem do guador com a chave dnamométrca da Canyon

55 106 VALORES DE TORQUE RECOMENDADOS EXIGÊNCIAS LEGAIS 107 Quadros da Canyon: Parafuso para suporte de garrafas Dropout do desvador trasero Aperto de espgão do selm Canyon: Aperto de selm Smolk Speedmax Fxação do espgão do selm Aerorad 4,5 Nm 1,5 Nm 3-5 Nm 3 Nm 5-7 Nm Exgêncas legas que regulam a partcpação no tráfego rodováro Os valores de torque, abaxo, são váldos, caso os fabrcantes de avanços e espgões de selm não tenham nscrto outros valores nas peças ou nas nstruções de montagem. Avanço: Parafusos M5 Parafusos M6 Parafuso de ajuste (na tampa) em avanços Aheadset 4,5-5,5 Nm 8-9,6 Nm 0,5-2 Nm Espgão de selm Aperto do selm na cabeça do espgão Espgão com um parafuso Nm Espgão com dos parafusos em fla 6-9 Nm Espgão com dos parafusos perpendculares à dreção da condução Nm Speedmax 5 Nm Monoral 8 Nm Valores de torque recomendados Para garantr a segurança da performance da sua Canyon, os aparafusamentos das peças têm que ser apertados e controlados com regulardade. Uma chave dnamométrca é a ferramenta deal para tal, já que bloquea assm que o valor de torque correto é atngdo. Vá-se aproxmando sempre lentamente dos valores de torque máxmos e comprove o assento seguro do componente, tal como o descrto nos capítulos correspondentes. Em componentes para os quas não são dadas as margens dos valores de torque, vá apertando os parafusos passo a passo e comprovando sempre alternatvamente, se o componente está bem fxado, tal como o descrto nos capítulos correspondentes. Nunca exceder o valor de torque máxmo permtdo. Em Portugal (Stuação em janero de 2011) De acordo com o CÓDIGO DA ESTRADA em Portugal, a sua bccleta tem de estar equpada da segunte manera: 1. Ilmnação, retrorefletor, refletores A bccleta tem de estar equpada com dos dspostvos de lumnação permanentemente nstalados (Códgo da Estrada, Art.º 93.º). 2. Dspostvo de avso Não exste qualquer ndcação sobre equpamento com uma campanha. 3. Transporte de cranças É permtdo o transporte de cranças em caderas adequadas. A crança terá de usar um capacete (Códgo da Estrada, Art. 91. ). 4. Reboques São permtdos reboques para transportar bagagem (Códgo da Estrada, Art.º 113.º). Farol com marca de verfcação Retrorreflector com marca de verfcação Em alguns componentes encontram-se os valores de torque nscrtos no própro componente. Sga os valores recomendados nos autocolantes ou em nscrções. 5. Capacete Não é obrgatóro o uso do capacete. O aperto dos tubos de garfo de carbono, reconhecíves na sua cor escura, deve ser apertado com o máxmo de 6 Nm. Examne, se necessáro, também o manual de nstruções dos fabrcantes de componentes, acompanhante, ou vste a nossa webste Encontrará mas nformações em:

56 108 RESPONSABILIDADE POR PRODUTOS DEFEITUOSOS E GARANTIA RESPONSABILIDADE POR PRODUTOS DEFEITUOSOS E GARANTIA 109 Responsabldade por produtos defetuosos A sua bccleta fo cudadosamente fabrcada e fo-lhe entregue, já quase montada por completo. Segundo a le, responsablzamo-nos, entre outras cosas, pelo facto de a sua bccleta não ter defcêncas, as quas podem reduzr, sgnfcatvamente, a funconaldade e o valor da sua bccleta. Durante os prmeros 2 anos, após a compra, goza de garanta legal vtalíca. Se surgr um defeto, somos nós, sob a morada abaxo, o seu ponto de contacto. Para que o tratamento da sua reclamação possa decorrer de forma harmonosa e efcente, é necessáro que esteja em posse da fatura de compra. È necessáro, por sso, que a guarde muto bem. A fm de contrbur para uma vda útl longa e maor durabldade da sua bccleta, só deverá utlzá-la de acordo com a sua fnaldade específca (veja o capítulo O uso aproprado da bccleta ). Tenha também em consderação os pesos permtdos e cumpra as dretrzes para o transporte de bagagem e cranças (no capítulo O uso aproprado da bccleta ). Para além dsso, as prescrções de montagem do fabrcante (especalmente os valores de torque dos parafusos) e os ntervalos de manutenção prevstos têm que ser exatamente cumprdos. Por favor tenha em atenção as nspeções e trabalhos alstados neste manual e, eventualmente, nos guas de nstruções acompanhantes (no capítulo Servço de assstênca e ntervalos de manutenção )e repare também, se é necessára, a substtução de peças de segurança relevantes, como o guador, os travões, etc. Nós desejamos-lhe sempre uma boa condução com a sua bccleta. Se surgrem questões ou dúvdas, a nossa Servce-Hotlne ajuda-o. Use sempre a sua bccleta de acordo com a utlzação para a qual fo concebda Juntamente com este manual, encontram se os guas de nstruções dos fabrcantes de componentes. Neles encontra toda a nformação detalhada sobre utlzação, manutenção e cudados. Neste manual faz-se váras vezes referênca a estes guas de nstruções especas e detalhados. Guarde, cudadosamente, os guas de nstruções correspondentes aos pedas com sstema de encaxe e aos componentes de mudanças e travões, juntamente com este caderno e com o manual. O carbono é um materal composto, que é utlzado em construções com um peso otmzado. Devdo à técnca de fabrco, é dfícl evtar que a superfíce do materal não tenha rregulardades nenhumas (pequenas bolhas ou poros). Estas não são consderadas um defeto. IINDICAÇÕES SOBRE O DESGASTE De acordo com as suas funções, alguns componentes da bccleta estão sujetos a desgaste. O grau de desgaste depende do cudado e da manutenção, bem como da forma de utlzação da bccleta (frequênca de uso, deslocações à chuva, sujdade, sal, etc.). Bccletas, que regularmente são mantdas ao ar lvre, também poderão estar sujetas a um desgaste maor devdo a nfluêncas clmátcas. Estes componentes exgem uma manutenção e cudados peródcos, porém, e dependendo da ntensdade e das condções de uso, estes chegarão, mas tarde ou mas cedo, ao fm da sua vda útl. As peças lstadas abaxo deverão ser trocadas, assm que atngrem o seu lmte de desgaste. a corrente, os cabos, o revestmento dos punhos, nomeadamente a fta do guador, os pratos da corrente, os pnhões, as roldanas do desvador trasero os cabos das mudanças, os pneus, a capa do selm (cabedal) e os calços/pastlhas dos travões. Os calços dos travões a aro desgastam-se consoante a sua função. Através da utlzação em atvdades desportvas ou percursos em terrenos montanhosos, os ntervalos de substtução dos calços podem tornar-se mas curtos. Controle regularmente os calços, e mande-os trocar, se necessáro, por um mecânco especalzado. Calços dos travões, nos quas as ranhuras (ndcadores de desgaste) estão gastas (em baxo), têm que ser substtuídos por calços sobresselentes de orgem Mande nspeconar a espessura das paredes dos seus aros, o mas tardar após ter mudado o segundo jogo de calços de travões OS AROS, NO CASO DOS TRAVÕES A ARO No processo de travagem, desgastam-se não só os calços dos travões, mas também o aro. Examne, por essa razão, o aro com regulardade, p.ex. quando enche os pneus. Em aros com ndcadores de desgaste, os anés ou ranhuras tornam-se vsíves, sempre que o aro atnge o lmte de desgaste. Tome atenção às marcações no aro. Mande nspeconar a espessura da parede do aro, por um mecânco profssonal, o mas tardar após ter mudado o segundo jogo de calços de travões. Se, quando a pressão de ar for aumentada, surgrem deformações ou rachas fnas nas partes lateras do aro, tal sgnfca que o fm da sua vda útl se está a aproxmar. Então o aro tem que ser substtuído!

57 110 RESPONSABILIDADE POR PRODUTOS DEFEITUOSOS E GARANTIA CRASH REPLACEMENT 111 Garanta Crash Replacement Para além do prazo legal, concedemos-lhe, por ncatva própra, uma garanta com uma duração total de 6 anos, no que respeta aos quadros e garfos da bccleta de estrada e tratlo. A nossa garanta é válda a partr do da da compra e apenas para o prmero dono da bccleta. As danfcações do vernz não são abrangdas. Para nós está reservado o dreto de reparação de quadros ou garfos com defeto ou a sua substtução pelo modelo lo segunte. Esta é a únca garanta. Custos adconas com montagem, transporte, etc. não são assumdos por nós. Excluídos da garanta estão qualquer tpo de danos que provenham do uso nadequado, ou seja não aproprado ao tpo de utlzação da bccleta, p.ex. neglgênca (falta de cudados e manutenção), queda, sobrecarga, como também danos que provenham de alterações no quadro ou garfo, ou então através de alteração e nstalação de componentes adconas. Saltos ou outros tpos de sobrecargas anulam o efeto da garanta. 6 anos de garanta Por motvo de acdentes ou quedas graves, o seu quadro pode ser sujeto a fortes mpactos e sofrer danos, que nfluencem negatvamente o funconamento. O Crash Replacement (CR) é um servço que colocamos à sua dsposção, através do qual tem a oportundade de substtur os quadros danfcados da Canyon, a condções vantajosas. Este servço tem valdade durante três anos, a partr do da da compra. Va receber o seu quadro, ou um comparatvamente semelhante, da nossa gama atual de artgos (sem componentes, como por exemplo, espgão de selm, desvador dantero ou avanço). O Crash Replacement lmta-se ao prmero dono e a danfcações que nfluencem negatvamente o funconamento. Nós reservamo-nos o dreto de, em casos específcos, anular este servço, sempre que as danfcações sejam nflgdas propostadamente. Se tver nteresse no servço CR, contacte o nosso departamento de Servce teleoncamente, , ou por mal. Para nformações adconas vste o nosso webste Crash Replacement quadros danfcados da Canyon são substtuídos a condções vantajosas As bccletas de estrada, de contra-relógo, tratlo e psta da Canyon são aparelhos para desportos Hgh End (alta competção), apresentando construção leve na mas alta arte de engenhara. Seja também um profssonal na manera como lda com o materal. Uso ncorreto, montagem defcente ou manutenção errada podem tornar pouco segura a sua máquna de corrda. Pergo de acdente! Sga as nstruções do capítulo O uso aproprado da bccleta.

58 PURE CYCLING Encontra-nos fáclmente na Karl-Tesche-Straße 12, Koblenz. A partr do cruzamento A 48, saída Koblenz Nord, na B9 em dreção a Koblenz. Na ponte sobre o Mosel, tome a segunda faxa à dreta entrando na rotunda/ centro. Tome a prmera saída em dreção a Cochem. Após aprox. 1 km, corte à dreta no prmero cruzamento com semáforos. Canyon Bcycles GmbH / Karl-Tesche-Strasse 12/ D Coblença (Alemanha) Horáro do estabelecmento: De 2ª- a 6ª fera das 10:00 às 19:00 horas Sáb. das às horas Encomendas e nformações por telefone: / Encomendas por fax: / E-Mal: [email protected] Ofcna-horáro de abertura: De 2ª- a 6ª fera das 9:00 às 18:00 horas Sáb. das às horas

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