Entrevista Motivacional
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- Lúcia Soares Sintra
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1 Entrevista Motivacional Alessandro Alves É PARTE DA CURA O DESEJO DE SER CURADO. SÊNECA O conceito original de Entrevista Motivacional foi desenvolvido a partir de uma série de discussões e observações feitas por um grupo de psicólogos noruegueses da Clínica Hjellestad, que pediam aos profissionais como responderiam a determinadas situações que vinham sendo encontradas no tratamento de pessoas com problemas com álcool. Esse trabalho resulta em uma primeira declaração de princípios e de estratégias da entrevista motivacional (EM). A EM é um meio prático de ajudar as pessoas a reconhecer e fazer algo a respeito de seus problemas. É particularmente útil para enfrentar relutância e ambivalência quanto à mudança, colocando o paciente em movimento na direção da mudança. As estratégias procuram ser muito mais persuasivas e encorajadoras do que argumentativas. Ela incorpora
2 muito das estratégias descritos por Carl Rogers, psicólogo norte-americano, tido o como o primeiro teórico a pensar em uma abordagem centrada na pessoa. Para Rogers, o núcleo da personalidade humana tende a saúde e ao bem estar, rejeitando a ideia de outros teóricos que todo ser humano possuía uma neurose básica. A partir dessa concepção primária, o processo psicoterapêutico consiste em um trabalho de cooperação entre terapeuta e paciente, cujo objetivo é a liberação desse núcleo da personalidade, obtendo-se com isso a descoberta ou redescoberta da autoestima, da autoconfiança e do amadurecimento emocional. A EM baseia-se em dois conceitos iniciais: O primeiro é o de AMBIVALÊNCIA, que, neste contexto, não significa apenas a relutância a fazer algo, mas sim a experiência de um conflito psicológico para decidir entre dois caminhos diferentes. Ambivalência quanto à mudança de comportamento é difícil de resolver porque cada lado do conflito tem seus benefícios e seus custos. Por ser a EM uma técnica desenvolvida para lidar com a dependência, tem-se como uma das suas metas principais a constatação e a resolução da ambivalência. O segundo conceito é o de PRONTIDÃO para a mudança, baseada no modelo de estágios de mudança desenvolvido por Prochaska e DiClemente. Tendo como base o conceito de motivação como um estado de prontidão ou vontade de mudar, esse modelo acredita que a mudança se faz através de um processo
3 e para tal, a pessoa passa por diferentes estágios. O trabalho com a EM encontra-se estruturado em cinco princípios clínicos amplos, a saber: 1) EXPRESSAR EMPATIA: O estilo terapêutico empático é característica definidora da entrevista motivacional e é a habilidade terapêutica que demonstrou ser indicativa do sucesso terapêutico no tratamento de pessoas com problemas com álcool e outras drogas. Por intermédio da escuta reflexiva, o terapeuta busca compreender os sentimentos e as perspectivas do paciente sem julgar, criticar ou culpar. 2) DESENVOLVER A DISCREPÂNCIA: Um segundo princípio da EM é criar e ampliar na mente do paciente uma discrepância entre o comportamento presente e metas mais amplas. Trabalha-se esse processo buscando a visualização pelo paciente de onde e como ele está no momento, e onde ele quer estar. O objetivo é fomentar o conflito entre comportamento atual e metas pessoais importantes. 3) EVITAR A ARGUMENTAÇÃO: Quanto mais você disser a um dependente químico não faça isso, mais provavelmente ele dirá: eu farei sim. Não há nenhuma razão para que um terapeuta force um paciente a aceitar rótulos ou posições defendidas com veemência e paixão. Quando surge resistência, o terapeuta deve mudar de estratégia.
4 4) ACOMPANHAR A RESISTÊNCIA O fato de não buscarmos confronto direto não quer dizer que não lutamos. No processo da EM, o paciente é compreendido como um indivíduo capaz de ter insights e ideias importantes para a solução de seus problemas. A tarefa do terapeuta não é gerar soluções, e sim devolver questões para o paciente. Essa visão permite a estratégia que é conhecida no campo da terapia familiar como judô psicológico, uma referência a uma arte marcial onde o praticante procura utilizar a força do adversário a seu favor. 5) PROMOVER A AUTOEFICÁCIA Albert Bandura, investigador da Universidade de Stanford, desenvolveu a teoria da Autoeficácia, que pode ser definida genericamente como a crença das pessoas sobre as suas capacidades para produzir determinados níveis de desempenho. A forma e intensidade com que o indivíduo pensa sobre eficácia «determina como as pessoas sentem, pensam, se motivam e comportam». Essas crenças produzem efeitos em três processos Cognitivos Motivacionais Afetivos As pessoas com forte crença nas suas capacidades encaram as dificuldades como um desafio, em vez de recepcioná-las como ameaças. Quanto maior é o sentimento de autoeficácia, maior é o interesse em
5 empenhar-se em atividades e abraçar novos desafios, insistindo, mesmo perante um fracasso episódico (uma recaída, por exemplo). E mesmo que tal aconteça, a motivação é recuperada mais rapidamente. O forte sentido de autoeficácia promove uma atitude positiva face às dificuldades, sendo produtora de maior empenhamento, reduzindo os índices de stress e depressão. Ela pode ser alcançada com nosso paciente enfatizando a responsabilidade pessoal, encorajando-o a fazer a mudança que ninguém mais poderá fazer em seu lugar. Ele também pode ser encorajado pelo sucesso dos outros, portanto é útil ter contatos com ex-pacientes com histórias de sucesso em seus tratamentos. -ABORDAGENS MOTIVACIONAIS EFICAZES- OS OITO BLOCOS DE CONSTRUÇÃO Quais estratégias podem ser utilizadas pelo terapeuta para melhorar a motivação para a mudança? Existe uma vasta literatura disponível sobre motivação, e nenhuma delas é definitiva. Contudo, são conhecidos e consagrados os chamados oito blocos de construção, práticas combinadas que formam o corpo de abordagem sistêmica da EM. São oito estratégias de A a H ( em inglês).
6 Tendo em vista que motivação é um estado mutável é apropriado pensar em estratégias que aumentem a probabilidade de mudança. ACONSELHAR (GIVING ADVICE): Identificar o problema ou a área de risco, explicar porque a mudança é necessária e recomendar uma mudança específica. REMOVER BARREIRAS (REMOVE BARRIERS): Neste caso, a abordagem deve ser mais cognitiva do que prática; o terapeuta bem preparado deve auxiliar o paciente a identificar essas barreiras e ultrapassá-las, assistindo-o na busca de soluções práticas para o problema. OFERECER OPÇÕES DE ESCOLHA (PROVIDING CHOICES): A motivação é maior quando a pessoa percebe-se capaz de decidir livremente sem influência externa ou sem ter sido obrigada a fazê-lo. Portanto, é essencial que o terapeuta ajude o cliente a sentir sua liberdade (e consequentemente responsabilidade) de escolha. DIMINUIR A VONTADE (DECREASING DESIRABILITY): Se um comportamento é mantido apesar de suas más consequências, é porque este também traz algo de bom. É função de terapeuta identificar os aspectos positivos desse comportamento de uso de substância do paciente, perceber o quê o está estimulando a manter-se
7 nele, e daí buscar formas de diminuir esses incentivos. PRATICAR EMPATIA (PRACTICING EMPATHY) O valor da empatia já foi mencionado anteriormente e desta consiste não a habilidade de identificar-se com o cliente, mas sim em entender o outro através da escuta. DAR OPINIÃO (PROVIDING FEEDBACK): Deixar o paciente consciente de seu estado presente é um elemento essencial para motiva-lo à mudança. CLAREAR OBJETIVOS (CLARIFFING GOALS): É importante auxiliar o cliente a estabelecer certos objetivos e que estes sejam realistas e atingíveis. AJUDA ATIVA (ACTIVE HELPING): O terapeuta deve estar ativa e positivamente interessado no processo de mudança do paciente e isto pode ser expresso pela iniciativa do terapeuta de ajudar e pela expressão de cuidado.
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