PROPOSTA DE REFERENCIAL DE FORMAÇÃO
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- Vera Monteiro Tomé
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1 Federação: Federação Portuguesa de Lohan Tao Modalidade/Disciplina: Lohan Tao Conversão de Treinadores de Grau em Treinadores de Grau 2 Componente Prática: 5 horas Componente Teórica: 25 horas Total de horas: 30h Psicologia do Treino A organização do comportamento do praticante e a gestão de objetivos. 1.1 A gestão pessoal do comportamento Domínio relacional Domínio do desempenho do atleta 1.2 Os princípios da gestão por objetivos 1.3 Características dos objetivos 1.4 Os objetivos de tarefa e de resultado 1.5 A avaliação e o controle dos objetivos A formação ética do praticante 2.1 A s condutas sociais e os comportamentos agressivos Agressividade Assertividade Agressão e violência no desporto Declaração de princípios sobre da Sociedade Internacional de Psicologia do Desporto (ISSP) 2.2 Os aspetos psicológicos da dopagem Causas físicas Causas psicológicas Causas sociais CP: CT: 2 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Director Técnico FPL Treinador das Selecções Nacionais Pág. 1/ 7
2 Pedagogia do Treino O papel do treinador de grau II e da pedagogia na formação dos praticantes e no processo de desenvolvimento desportivo 1.1 O no contexto do Plano Nacional de Formação de Treinadores O treino desportivo é um processo pedagógico e de ensino 1.2 A s responsabilidades do O que nos mostra a realidade? O que fazer para mudar a realidade? A função de tutoria do 1.3 O perfil do Princípios para definir o perfil do Desenvolver atitudes saudáveis perante a vitória e a derrota Ser paciente perante os erros e as dificuldades de aprendizagem Relativizar o conceito de sucesso Criar um ambiente facilitador da aprendizagem Ser imparcial Abrir linhas de comunicação Promover o espírito desportivo Regular a superação Adequar os modelos de preparação e de competição ao desporto juvenil: uma questão pedagógica A importância dos modelos de preparação e competição no desporto juvenil CP: CT: 2 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Diretor Técnico FPL Treinador das Seleções Nacionais Pág. 2/ 7
3 Teoria e Metodologia do Treino Fundamentos do processo de treino desportivo 1.1 Objectivos do treino desportivo 1.2 Definição e análise do desempenho desportivo 1.3 Estado de treino e estado de preparação: a forma desportiva 1.4 Fadiga e recuperação no processo de treino e heterocronismo dos processos de fadiga e recuperação Níveis de fadiga no treino desportivo Sobressolicitação e sobretreino como estados limite na aplicação das cargas de treino 1.5 Modelos gerais explicativos do rendimento desportivo Modelo unifactorial (supercompensação) Modelo bifactorial (fadiga desempenho) Modelos não lineares 1.6 Os princípios do treino desportivo Os princípios biológicos Os princípios metodológicos Os princípios pedagógicos Planeamento do treino 2.1 As operações do planeamento de uma época de treino O estudo prévio Determinar o rendimento da época anterior Avaliar o grau de realização dos objectivos definidos na época anterior Caracterizar o nível de treino atingido na época anterior quanto às componentes da carga de treino Definir o perfil actual do atleta Levantamento dos recursos disponíveis Definição de objectivos Hierarquização dos objectivos Natureza dos objectivos no planeamento do treino desportivo Calendário competitivo Estrutura do calendário competitivo Hierarquização e selecção das competições Racionalização das estruturas intermédias (periodização) Selecção dos meios de intervenção Distribuição das cargas de treino CP: CT: 6 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Diretor Técnico FPL Treinador das Seleções Nacionais Pág. 3/ 7
4 2.2 Estruturas de periodização da época de treino A microestrutura A sessão de treino O microciclo A mesoestrutura O mesociclo A macroestrutura O macrociclo, o ano de treino e os planos plurianuais 2.3 O macrociclo segundo o modelo de periodização de Matveiev A forma desportiva: aquisição, manutenção e perda temporária Pressupostos teóricos Os períodos de preparação e o seu conteúdo Planeamento do processo de formação desportiva 3.1 A formação desportiva no quadro da carreira desportiva orientada 3.2 Treinabilidade e decisões metodológicas (multivariedade e progressão nas cargas de treino, e especialização gradual) 3.3 As fases de carreira de um atleta 3.4 O desenvolvimento dos vários factores do desempenho competitivo ao longo das fases de evolução do atleta 3.5 Periodização do treino na formação desportiva e sua modificação ao longo das fases de evolução do atleta 3.6 As competições como meio de formação (insubstituível) a introduzir gradualmente Fisiologia do Exercício Noção de adaptação fisiológica 1.1 Relação estímulo adaptação 1.2 Analogia entre estímulo e carga de treino 1.3 Noção de carga de treino numa perspectiva exclusivamente fisiológica 1.4 A carga de treino vista como um estímulo fisiológico, previsível e controlável, perturbador do equilíbrio homeostático 1.5 Noção de adaptação aguda e adaptação crónica Bioenergética muscular 2.1 A transformação de energia química em mecânica no músculo esquelético O processo anaeróbio aláctico, anaeróbio láctico e aeróbio Vias metabólicas e substratos energéticos Importância do conhecimento dos processos de produção de energia para a compreensão dos diferentes tipos de esforço desportivo CP: CT: 5 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Pág. 4/ 7
5 5 Fisiologia cardiorrespiratória 3.1 Principais alterações genéricas da função cardiorrespiratória na resposta aguda ao esforço aeróbio 3.2 Componente central e periférica 3.3 Adaptações cardíacas, vasculares e hemodinâmicas musculares Biomecânica do Desporto Introdução à Biomecânica 1.1 A Biomecânica, as Ciências e as Ciências do Desporto 1.2 Objecto de estudo da Biomecânica 1.3 Objectivos da Biomecânica do desporto Das leis do movimento de Newton e das interpretações de Euler à análise da técnica desportiva 2.1 Estática, Cinemática e Dinâmica 2.2 Projécteis 2.3 Atrito 2.4 Trabalho, energia, potência e eficiência Nutrição, Treino e Competição CP: CT: 3 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Requisitos energéticos do atleta 1.1 Macronutrientes Hidratos de carbono Proteínas Gorduras/Lípidos 1.2 Micronutrientes Vitaminas e minerais Vitaminas do complexo B: tiamina; riboflavina; niacina Vitamina B6, ácido pantoténico, biotina, ácido fólico e vitamina B Vitamina D Antioxidantes: Vitaminas C, E, β Carotenos e selénio Minerais Cálcio CP: CT: 3 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Pág. 5/ 7
6 Ferro Zinco Magnésio Sódio Cloreto Potássio A dieta de treino e de competição 2.1 Antes do exercício 2.2 Durante o exercício 2.3 Pós exercício/recuperação Hidratação e fluidos no atleta 3.1 Recomendações de fluidos e de eletrólitos Antes do exercício Durante o exercício Depois do exercício Suplementos dietéticos e potenciadores ergogénicos 4.1 Substâncias ergogénicas com eficiência 4.2 Substâncias ergogénicas com alguma eficiência 4.3 Substâncias ergogénicas sem eficiência 4.4 Substâncias ergogénicas perigosas, banidas, ou ilegais Técnica e Táctica de Lohan Tao História 1.1 A origem histórica do Kempo. 1.2 A origem histórica do Kajukenbo 1.3 Implementação em Portugal. CP: 5 CT: 4 Nome Habilitações (Académicas e Profissionais) Diretor Técnico FPL Treinador das Seleções Nacionais Pág. 6/ 7
7 Princípios do Lohan Tao 2.1 Acção e reacção 2.2 Aceleração espontânea 2.3 Força partilhada e força oposta 2.4 Abrir a porta 2.5 Continuidade e economia de movimento 2.6 Relaxamento 2.7 Postura corporal 2.8 Velocidade 2.9 Efetividade 2.10 Adaptação Caracterização das Formas 3.1 Formas de mãos livres Origem e história Soft style e Hard style 3.2 Formas com armas Origem e história Soft style e Hard style Meios de Ensino das Formas 4.1 Pedagogia 4.2 Exercícios Caracterização dos métodos de luta 5.1 Rumble 5.2 Semi contact 5.3 Light contact 5.4 Full contact 5.5 Knocdown 5.6 Submission Meios de Ensino de luta 6.1 Técnica individual Ofensiva Defensiva 6.2 Treino com plastron 6.3 Treino de saco 6.4 Drills 6.5 Sparring 6.6 Trabalho de chão Pág. 7/ 7
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