Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício
|
|
|
- Guilherme Castel-Branco Camelo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR LICENCIATURA EM PSICOLOGIA do DESPORTO e do EXERCÍCIO PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício REGENTE: Prof. Adjunto - Doutor Carlos Silva DOCENTE(s): 2009/2010
2 Total de Trabalho do Aluno Teóricas Psicologia do Desporto e Exercício Teóricopráticas Práticas Labor. Trab. Campo Seminário Estágio Orient Tutorial Outras Semestral ECTS
3 1. Âmbito: No processo da procura do sucesso uma das grandes barreiras com que se deparam os atletas e treinadores é de ordem psicológica. Estas são, involuntariamente, auto impostas pelos atletas. Para além destas dificuldades, os competidores necessitam de exercer um controlo quase absoluto sobre todas as dimensões comportamentais presentes nas prestações competitivas. Por estas razões é que treinadores e atletas cada vez mais procuram apoio nas ciências sociais aplicadas ao rendimento desportivo. Se bem que a maioria dos técnicos reconheça a necessidade de preparar mentalmente os atletas para a competição, na sua vasta maioria, estes não possuem os conhecimentos mínimos necessários para implementar e integrar nos seus treinos este tipo de preparação. Por outro lado, a própria Psicologia, tal como herdada dos corpos filosóficos e teóricos tradicionais tem também experimentado alguma dificuldade em responder às necessidades dos técnicos desportivos com a rapidez que as características da profissão de treinador exigem. Para além deste problema outros se têm levantado na área da aplicação dos conceitos da psicologia tradicional à situação de treino e à realidade da imperiosa procura pela melhoria de rendimento. Correntes mais recentes, e tipicamente mais pragmáticas, numa perspectiva multidisciplinar, têm encontrado soluções para os problemas que se apresentam aos académicos e psicólogos a intervir no terreno. Daí que hoje em dia seja possível afirmar e demonstrar como a psicologia aplicada ao desporto contribui significativamente para a melhoria do rendimento desportivo. A integração dos psicólogos no desporto de alta competição tem sido lenta, por várias razões. Entre elas podemos anunciar as já enumeradas, mas, talvez, a mais importante seja o facto de que o desporto em si e os seus estudiosos não sejam reconhecidos como iguais na prática científica pelos investigadores e estudiosos das outras áreas da ciência, assim como pelos responsáveis das agências que financiam a investigação científica no nosso país, e ainda, sem dúvida a pobre formação teórica e prática dos treinadores, assim como a deficitária formação dos vários académicos no domínio da filosofia da ciência, daí a sua dificuldade em compreender a complexidade das actividades corporais.
4 A intervenção psicológica, para além do desporto, pode estender-se a todas as áreas da actividade humana. Podemos afirmar que, desde a evolução da gravidez e a preparação para o parto, os primeiros movimentos da criança, o seu evoluir, as etapas do desenvolvimento, o brincar, a noção de normalidade (e suas correcções), o jogo, o divertimento, o trabalho - em todas estas áreas fisicamente activas, a Psicologia intervém. Intervém igualmente na compensação dos problemas relativos à idade, através dos factores psicológicos (efeitos psicológicos) associados à actividade física. Também, cada vez mais, a actividade física é utilizada para ocupar os tempos livres que a evolução tecnológica vai permitindo aos trabalhadores. Os médicos, por sua vez, cada vez recomendam mais a actividade física como compensação para muitas das doenças chamadas da civilização (stress, obesidade, depressões, etc.) e como forma de manter o corpo activo, já que o trabalho se está a terciarizar. A intervenção psicológica ao nível da actividade física, visa assim, promover o bem estar do praticante, aumentar a sua auto-estima, reduzir a ansiedade e a depressão, promover o desenvolvimento global e harmonioso do indivíduo, estudando as repercussões psicológicas das diferentes práticas e aconselhando as condições em que ela deve ocorrer. É todo um campo ainda pouco explorado mas já com alguma investigação científica e que promete ser um largo espaço de aplicação profissional.
5 2. Objectivos: A realidade do desporto e da actividade física actual é caracterizada por um enorme desenvolvimento nos diferentes domínios social, económico, técnico, tecnológico, científico; Tal desenvolvimento determina o aparecimento e progressivo aumento de importância de técnicos especialistas de diferentes áreas das ciências do desporto de que o psicólogo do desporto de destacou nos últimos anos; Assim, procura-se que na disciplina de Introdução à Psicologia do Desporto e Exercício os alunos da Licenciatura em Desporto, Variante de Psicologia do Desporto e do Exercício, da Escola Superior de Desporto de Rio Maior: Assimilem a importância da Psicologia no desenvolvimento e compreensão do Desporto e das Actividades Físicas e estejam profundamente identificados com as características da sociedade e cultura desportivas de modo a terem deles o necessário entendimento e aceitação com vista ao estabelecimento de uma relação de empatia e confiança; conheçam os comos e os porquês da Psicologia do Desporto e Exercício, isto é, a sua história (aparecimento e desenvolvimento), a sua natureza e organização, quer em Portugal, quer no estrangeiro, bem como as principais metodologias de intervenção.
6 3. Conteúdos Programáticos a) Natureza da Psicologia do Desporto e do Exercício: a. - O Desporto e a Actividade Física como fenómeno Social e Cultural. b. - A Psicologia do Desporto como ciência c. - Natureza da Psicologia do Desporto d. - História e Organização da Psicologia do Desporto. e. - A Psicologia do Desporto em Portugal f. - As Organizações Desportivas g. - Tendências da Investigação Actual b) Competências do Professor/Monitor a. A Filosofia de treino i. O que é a filosofia de treino ii. O auto-conhecimento iii. Os objectivos de treino b. Comunicação i. Estrutura do processo de comunicação ii. Tipos de comunicação c. Liderança i. Componentes da liderança eficaz ii. A liderança no desporto c) Áreas de Intervenção da Psicologia do Desporto a. Diferenças Individuais e Desporto i. Caracterização psicológica da actividade desportiva ii. Potencial Intelectual e psicomotor iii. Personalidade iv. Motivação v. Activação, stress e ansiedade b. Avaliação em Psicologia do Desporto i. Controle e avaliação do treino em desporto ii. A observação em Psicologia do Desporto iii. Os testes específicos do desporto d) Psicologia Social do Desporto a. Aspectos Psicossociológicos i. Competição e cooperação b. Dinâmica dos grupos i. Características dos grupos c. O envolvimento social i. O clube, empresa, autarquia, ginásio ii. Os dirigentes iii. Os familiares e amigos d. O envolvimento físico i. As condições materiais ii. As lesões iii. O clima e) A Interacção a. Treino Psicológico
7 4. Metodologias de Ensino: O programa foi construído no pressuposto de que, numa primeira fase os alunos deverão contactar com os conceitos teóricos subjacentes à área cientifica, e que numa segunda fase os deverão mobilizar para o desenvolvimento de um trabalho. Deverá privilegiar-se a relação Professor Aluno, realizando aulas dinâmicas e positivas, em que os alunos têm um papel activo no seu processo de aprendizagem. As reflexões dos alunos sobre as matérias são os guiões para desenrolar das aulas. Os diapositivos de todas as aulas, assim como o programa e sumários são disponibilizados na página da unidade curricular, antes de cada aula. Esta estratégia visa a preparação dos alunos para as aulas de modo a que a o seu papel seja activo. 5. Regime de Frequência: Estes conteúdos são leccionados em aulas teóricas, teórico-práticas e Trabalhos de campo, perfazendo um total de 60 horas. Nas aulas teóricas são apresentados e desenvolvidos os conceitos, enquanto nas práticas os alunos são preferencialmente confrontados com situações e pessoas cuja experiência e vivência lhes permitirá a aquisição e integração de diferentes filosofias e modos de encarar a Psicologia do Desporto. Nos Trabalhos de Campo, os alunos efectuarão um conjunto de visitas a vários locais de prática desportiva. Este segundo tipo terá um calendário próprio e do qual se elaborarão pequenos relatórios, consoante um guião previamente definido. As sessões de Tutória terão como objectivo principal orientar os alunos no desenvolvimento dos seus trabalhos. Este trabalho será efectuado preferencialmente em regime presencial, no entanto prevê-se a possibilidade de utilização de um sistema de LMS onde serão disponibilizados todos os conteúdos da disciplina e que poderá ser utilizado no apoio destes estudantes on-line.
8 6. Modelo de Avaliação: O modelo base de avaliação será o da avaliação contínua e comportará quatro vectores fundamentais (10 horas): Assiduidade e Participação = 2 valor (10% do peso total) - Cumprir dois terços de presenças das aulas leccionadas (teóricas e teórico-práticas). No quadro específico do peso atribuído à assiduidade, apenas para efeitos de classificação final, é permitido a cada aluno faltar a 3 aulas (seja no bloco teórico ou no bloco teórico/prático) durante todo o semestre. No entanto, faltas acima deste valor serão penalizadas, do seguinte modo, no peso atribuído à nota da assiduidade: a) 4 faltas = subtracção de 1/2 do peso total. b) 5 faltas = subtracção da totalidade da nota. Ao contrário da nota da assiduidade, que é automática, o valor específico a atribuir à participação será contingencial, quer ao número e à qualidade das intervenções e exposições, quer ao empenhamento e envolvimento evidenciados em aula. Especificamente, os exercícios, sumários desenvolvidos das aulas e provas práticas traduzem uma parte substantiva das actividades a implementar nas aulas, reportando-se a dispositivos orientados para desencadear performances orais e escritas de concretização e de aplicação dos conhecimentos teóricos aprendidos (40%) -1 trabalho individual - Trabalho de pesquisa a ser entregue aproximadamente um mês antes do final das aulas, em data a definir. Este trabalho será composto por um projecto (a ser entregue até ao final de Outubro), um relatório escrito e uma apresentação/exposição oral à turma (50%) -5 Trabalhos de desenvolvimento da matéria efectuados em grupo. Sujeito à análise e discussão (apresentação / dinamização), no que se refere ao rigor científico e à qualidade formal do mesmo. Será elaborado um relatório (análise crítica) com rigor científico. Limite máximo de 10 páginas. a) Relatório Escrito (papel e suporte digital) Avaliação do grupo;
9 b) Apresentação/Dinamização -Avaliação de apresentação oral individual. Nota: A classificação final será em função das percentagens, não podendo qualquer dos momentos de avaliação ter uma classificação inferior a 7,5 valores Os alunos que não optarem por este tipo de avaliação serão avaliados em exame final de acordo com o regulamento de avaliação em vigor na Escola. 6.3 Calendário de momentos de Avaliação Entrega do Trabalho de Pesquisa 15 de Dezembro de 2009 Individual Apresentação/Dinamização do Trabalho Durante o mês de Janeiro O aluno opta pela pelo modelo de avaliação continua ou final Apresentação da 1ª ficha de trabalho ou seja até 13 de Outubro
10 7. Bibliografia Essencial: ALVES J., BRITO, A. P. & SERPA, S. (1996) - Psicologia do Desporto: Manual do treinador. Vol. I, Psicosport, Lisboa. BRITO, A. P. (1994) - Psicologia do Desporto. Omniserviços, Lisboa. CRUZ, J. (Ed.) (1996) - Manual de Psicologia do Desporto. Sistemas Humanos e Organizacionais, Braga. HORN, T. (1992) - Advances in Sport Psychology, Human Kinetics Pub, Champaign, IL. MARTENS, R. (1987) - Coaches Guide to Sport Psychology, Human Kinetics, Champaign, IL. SINGER, R., MURHEY, M., TENNANT, L. (Eds.) (2000) - Handbook of Research on Sport Psychology (ISSP) - Macmillan Pub. Co. New York. THOMAS, R., MISSOUM, G., RIVOLIER, J. (1987) - La Psychologie du Sport de Haut Niveau, Presses Universitaires de France, Paris. WEINBERG, R. & GOULD, D. (1999) - Foundations of Sport and Exercise Psychology. Human Kinetics, Champaign, IL.. WILLIAMS, J. M. (1991) - Psicologia Aplicada al Deporte. Biblioteca Nueva, Madrid. 8. Bibliografia de Extensão:
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM. Dinâmica de Grupo (opção CSH)
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior 1 LICENCIATURA TREINO DESPORTIVO Dinâmica de Grupo (opção CSH) 6º Semestre 2009/2010 Docente: Carla Chicau Borrego (Regente) Dora
Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009
Instituto Politécnico de Santarém ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Este regulamento enquadra-se no âmbito do artigo 21.º do regulamento específico do
MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS
INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DO DESPORTO Ano Lectivo 2014/2015
Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DO DESPORTO Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão das Organizações Desportivas 3. Ciclo de Estudos
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO. Celina Pinto Leão Universidade do Minho [email protected]
PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO COMO UM MEIO DE MOTIVAÇÃO Celina Pinto Leão Universidade do Minho [email protected] O evidente decréscimo de conhecimento básico de matemática por parte dos alunos nos cursos de engenharia,
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão Financeira (LGF) Maputo, Julho de 2015 UDM 1 A
COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS E IDENTIDADE ACADÉMICA E PROFISSIONAL
COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS E IDENTIDADE ACADÉMICA E PROFISSIONAL 1.1. A definição do nosso objecto de estudo e de intervenção profissional continua a prestar-se a confusões terminológicas, a especulações
OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO
OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO Modalidade: Oficina de Formação Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-79411/14 Duração: 25 horas presenciais + 25 horas não presenciais Destinatários:
METODOS E TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO EM PSICOLOGIA DO DESPORTO E EXERCÍCIO I
Mestrado em Psicologia do Desporto e do Exercício 15 9 2009 PROGRAMA U.CURRICULAR METODOS E TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO EM PSICOLOGIA DO DESPORTO E EXERCÍCIO I Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior
FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA. Mestrado em Treino Desportivo
Programa de Disciplina Formação Desportiva FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA Mestrado em Treino Desportivo FORMAÇÃO DESPORTIVA Programa da Disciplina Prof. Dr. António Rosado Prof. Dr. Vítor Ferreira Ano
2º/3º/4º Semestre 2009/2010
I N S T I T U T O POLITÉCNICO DE SAN T AR É M Escola Superior de Desporto de Rio Maior LICENCIATURAS em T.D., C.F.S.D. e D.N.T.A. (Opção T.P.) Desporto para Deficientes 2º/3º/4º Semestre 2009/2010 Docentes:
História e Sistemas da Psicologia
1 História e Sistemas da Psicologia 1. Resumo descritivo 1.1. Elementos básicos Curso Unidade Curricular Área Científica Ano / Semestre ECTS Horas de Contacto Professores responsáveis Docentes 1.2. Síntese
Dissertação de Mestrado. A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho de Santa Maria da Feira
UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Mestrado em Ensino da Educação Física no Ensino Básico e Secundário Dissertação de Mestrado A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho
TEORIAS DA PERSONALIDADE
1 Ano Lectivo 2010/11 Psicologia do Desporto e do Exercício PROGRAMA UNIDADE CURRICULAR TEORIAS DA PERSONALIDADE Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior Anabela Vitorino
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM
REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO DA ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir os objectivos
Apresentação FINANÇAS PÚBLICAS. Resultados de aprendizagem. Programa. Licenciatura em Direito 2º Ano, 1º Semestre 2008/09. Finanças Públicas - 2º Ano
Apresentação Docente responsável: Linda G. Veiga FINANÇAS PÚBLICAS Licenciatura em Direito 2º Ano, 1º Semestre 2008/09 Equipa docente Aulas teóricas: Linda Gonçalves Veiga Gabinete: 2.36 da Escola de Economia
Comunicação e Educação na Formação de Professores (um estudo de caso)
Comunicação e Educação na Formação de Professores (um estudo de caso) Lucília Maria P. T. Santos Universidade de Aveiro Resumo O uso e a aplicação de tecnologias da comunicação e informação, TIC, integram
Mentor do Projecto -> Coach-Helper.Com
- Mestrado em Psicologia do Desporto e Exercício; - Técnico de Coaching PNL; - Esteve no Futsal do SCP; - Esteve no CADE e trabalhou com um treinador e atleta no badminton. Paulo Teixeira - 34 anos Contacto
Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Simulação Empresarial II-Marketing
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 25/3/2015 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 20/5/2015 Ficha de Unidade
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Psicologia e Educação Regulamento de Estágios 2º Ciclo em Psicologia da Universidade da Beira Interior Artigo 1.º
5.5.2.1. MESTRADO EM DESPORTO, ESPECIALIZAÇÕES EM TREINO DESPORTIVO, CONDIÇÃO FÍSICA E SAÚDE, DESPORTO DE NATUREZA, EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
5.5.2. CURSOS DE FORMAÇÃO AVANÇADA (2.º CICLO MESTRADOS) E PÓS-GRADUAÇÃO 5.5.2.1. MESTRADO EM DESPORTO, ESPECIALIZAÇÕES EM TREINO DESPORTIVO, CONDIÇÃO FÍSICA E SAÚDE, DESPORTO DE NATUREZA, EDUCAÇÃO FÍSICA
Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1
Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR LICENCIATURA EM CONDIÇÃO FÍSICA E SAÚDE NO DESPORTO FITNESS I
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR LICENCIATURA EM CONDIÇÃO FÍSICA E SAÚDE NO DESPORTO FITNESS I PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR 2009/2010 1 UNIDADE CURRICULAR Fitness
Relatório de Investigação da Escola julho 2015
Microsoft Partners in Learning Relatório de Investigação da Escola julho 2015 Elaborado para julho 2015 Relatório do Estudo de Este relatório apresenta os resultados dos inquéritos à equipa diretiva e
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)
REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade
AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO
AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO Por Maria João Pires de Lima É com grata satisfação que nos encontramos nesta conferência sobre a problemática dos Arquivos Universitários e particularmente
A Secretária de Estado dos Transportes. Ana Paula Vitorino
Intervenção de Sua Excelência, A Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de encerramento da apresentação dos novos serviços online do IMTT Lisboa, 18 de Dezembro de 2008 (vale a versão lida) 1/14 Senhor
Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores
Avaliação De Desempenho de Educadores e de Professores Princípios orientadores O Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, recentemente aprovado,
INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR. Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho [email protected].
INDAGAR E REFLECTIR PARA MELHORAR Elisabete Paula Coelho Cardoso Escola de Engenharia - Universidade do Minho [email protected] Este trabalho tem como objectivo descrever uma experiência pedagógica
FICHA DO PROJECTO. Desporto para todos. Fundação Aragão Pinto - IPSS
FICHA DO PROJECTO Desporto para todos Nome do Projecto: Sport For All - Desporto e Inovação Objectivos do projecto:. Envolvimento de jovens na criação de um programa inovador de prevenção e integração
AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO
(A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Clube de adrez Professor Responsável Carlos Magalhães Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução 3 2. Objetivos
REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA
REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE CURSOS DE FORMAÇÃO PÓS-GRADUADA NO ISA Preâmbulo É cada vez mais consensual a importância estratégica que as pessoas (vulgarmente chamadas de recursos humanos) desempenharão
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA
Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO E INTERVENÇÃO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei
Pobreza e Exclusão Social
Pobreza e Exclusão Social Fontes de Informação Sociológica Carlos Ramos Coimbra, 2010 Ficha Técnica Titulo: Pobreza, Exclusão Social e Integração Este trabalho foi elaborado por Carlos Miguel Pereira Ramos,
METODOLOGIA DO TREINO
faculdade de motricidade humana unidade orgânica de ciências do desporto METODOLOGIA DO TREINO Objectivos 1. dominar os conceitos fundamentais em treino desportivo. 2. conhecer os diversos factores do
COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO
COMISSÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE MESTRADO EM ENSINO DE DANÇA ANO LECTIVO DE 2011/2012-1º SEMESTRE RELATÓRIO O Curso de Mestrado em Ensino de Dança, cuja 1ª edição teve início em Outubro de 2011 foi, sem
REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA
REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA Patrocinada e reconhecida pela Comissão Europeia no âmbito dos programas Sócrates. Integração social e educacional de pessoas com deficiência através da actividade
TREINO PSICOLÓGICO EM POPULAÇÕES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
NECESIDADES EDUCATIVAS ESPECIALES. CALIDAD DE VIDA Y SOCIEDAD ACTUAL TREINO PSICOLÓGICO EM POPULAÇÕES COM NECESSIDADES ESPECIAIS Anabela Vitorino y José Alves Instituto Politécnico de Santarém Resumo:
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DAS EMPRESAS DESPORTIVAS Ano Lectivo 2014/2015
Programa da Unidade Curricular GESTÃO DAS EMPRESAS DESPORTIVAS Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão das Organizações Desportivas 3. Ciclo
Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Ambiente de Negócios e Marketing
Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina - FACAPE Curso: Ciência da Computação Disciplina: Ambiente de Negócios e Marketing Recursos Humanos [email protected] Conceitos A gestão
2.ª Chamada de Gestão da Informação
Classificação I II III IV V NOME: Prova cotada para 20,00 valores Exame Teste A 2.ª Chamada de N.º: Declaro que desisto. GRUPO I Tempo máximo recomendado: 20 minutos; Cotação: 2,0 valores (10 x 0,2 valores)
UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior
Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior 1. O anteprojecto de decreto-lei apresentado pelo governo regulamenta a recente alteração da Lei de Bases (Lei 49/2005,
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de
Projectar o Algarve no Futuro
Projectar o Algarve no Futuro Os Novos Desafios do Algarve Região Digital [email protected] 25 Maio 2007 Auditório Portimão Arena Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta hoje um processo
TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA
TRABALHO LABORATORIAL NO ENSINO DAS CIÊNCIAS: UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS DE FUTUROS PROFESSORES DE BIOLOGIA E GEOLOGIA DOURADO, LUÍS Instituto de Educação e Psicologia, Universidade do Minho. Palavras
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Projecto de Lei n.º 54/X
Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO
Circular n.º 023/2014 Portal F.P.T. - Inscrições Exmo. Sr. Presidente, No seguimento da Circular Nº 021/2014 Inscrições em Provas F.P.T. e depois de disponibilizarmos a possibilidade de testar/treinar
Ficha de Unidade Curricular
Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação Artes Sonoras II Área Científica SI Som e Imagem Ciclo de Estudos 1º Ciclo - Licenciatura Carácter: Obrigatória e opcional Ano Lectivo 2008/2009
O CLUBE SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO O QUE É A CHUTALBI ESCOLA DE FUTEBOL? ESPIRITO CHUTALBI
O CLUBE SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO O Sport Benfica e Castelo Branco é um clube da cidade de Castelo Branco com 84 anos de história, foi fundado em 24 de Março de 1924. Destaca-se o facto de ser a filial
Regulamento de Avaliação de Desempenho dos Docentes da Universidade Europeia
Regulamento de Avaliação de Desempenho dos Docentes da Universidade Europeia CAPITULO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto 1. O presente regulamento tem como objectivo definir o processo de avaliação
NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/12/00971 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Outra(s)
Art.º 1.º (Natureza e finalidade do Ensino Clínico) Art.º 2.º (Supervisão clínica dos estudantes em Ensino Clínico)
Art.º 1.º (Natureza e finalidade do Ensino Clínico) 1) A formação no Curso de Licenciatura da ESEnfVR-UTAD privilegia a formação em alternância, requerendo experiências significativas de aprendizagem em
Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Regulamento Geral de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa PREÂMBULO O actual Regulamento Geral de Avaliação (RGA) foi formulado, no essencial, em 2009 e reformulado em 2010. Teve
CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA
CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,
Pedagogia do Desporto. António Rosado
Pedagogia do Desporto António Rosado Âmbito da Pedagogia do Desporto A Pedagogia reflecte sobre as questões: 1. O que é uma boa Educação? 2. Como consegui-la? A Pedagogia do Desporto reflecte: 1. O que
Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA
Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a
Exercícios Práticos para as Dificuldades de Aprendizagem
Exercícios Práticos para as Dificuldades de Aprendizagem (Fundamentação Teórica) Trabalho realizado por: Isabel Saraiva Barbosa n.º21666 Universidade Portucalense Porto, Portugal 13 de Junho 2008 Dificuldades
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2014/2015 Designação Estudo do Processo Psicoterapêutico Docente (s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) Maria Eugénia Duarte Silva Creditação (ECTS) 6 ECTS
Licenciatura em Administração Pública (LAP)
UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Administração Pública (LAP) Maputo, Julho de 2015 UDM
CAPÍTULO I INTRODUÇÃO
Neste capítulo visamos efectuar, em primeiro lugar, uma descrição clara e sucinta do conhecimento na área das atitudes dos alunos face à inclusão de alunos com deficiência e, em segundo lugar, definir
NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/15/00099 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Instituto Politécnico De Setúbal
formativa e das atividades de ensino e de aprendizagem nela desenvolvidas;
Índice 1- ENQUADRAMENTO... 2 2- METODOLOGIA... 3 3- INSTRUMENTOS... 4 3.1. Ficha da unidade curricular... 4 3.2. Inquéritos de apreciação ensino/aprendizagem... 4 3.3. Formulários... 4 3.4. Dossiers...
Bilinguismo, aprendizagem do Português L2 e sucesso educativo na Escola Portuguesa
Bilinguismo, aprendizagem do Português L2 e sucesso educativo na Escola Portuguesa Projecto-piloto em desenvolvimento no ILTEC (Instituto de Linguística Teórica e Computacional) com financiamento e apoio
RESPOSTA AO RELATÓRIO de
RESPOSTA AO RELATÓRIO de Comissão Externa de Avaliação Comissão D. Educação Subcomissão D.4.1 Educação de Infância + 1º Ciclo Do Curso de Licenciatura de Educação de Infância Da Escola Superior de Educação
Sociedade União 1º.Dezembro. Das teorias generalistas. à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol. Programação e. Periodização do.
Sociedade União 1º.Dezembro Das teorias generalistas à ESPECIFICIDADE do treino em Futebol Programação e Periodização do Treino em Futebol 1 Programação e Periodização do Treino em Futebol Ter a convicção
Justiça do treinador e satisfação desportiva:
Justiça do treinador e satisfação desportiva: O papel mediador das competências psicológicas desportivas ARTIGOS TÉCNICOS JUVENTUDE VIDIGALENSE 2015-2016 Mitos assocados à Psicologia do Desporto Crença
Programa de Unidade Curricular
0x08 graphic Programa de Unidade Curricular Faculdade de Arquitectura e Artes Mestrado Integrado em Arquitectura Unidade Curricular : PROJECTO III Recuperação Arqcª e Urbana Planeamento Urbano Semestres:
Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops
Dia do Voluntário da U.Porto: Formar para o voluntariado Conclusões dos Workshops Workshop1 Voluntariado na área social e humanitária nacional Dinamizadores: Vo.U Associação de Voluntariado Universitário
Instituto de Educação
Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação e Formação Especialização: E-learning e Formação a Distância (Regime a Distância) 14 15 Edição Instituto
DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO
DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO MOTIVAÇÃO A motivação é caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos).
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular METODOLOGIAS DE INVESTIGAÇÃO AVANÇADA EM SERVIÇO SOCIAL Ano Lectivo 2012/2013
1. Unidade Orgânica Serviço Social (2º Ciclo) UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular METODOLOGIAS DE INVESTIGAÇÃO AVANÇADA EM SERVIÇO SOCIAL Ano Lectivo 2012/2013 2. Curso Mestrado
ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE
ACEF/1112/14972 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Leiria A.1.a. Identificação
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO
SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Ciência da Computação Modalidade: ( X ) bacharelado ( ) licenciatura Local de funcionamento: Coração Eucarístico 01 PERFIL DO CURSO O curso de Ciência da Computação
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA
PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011
PLANO DE FORMAÇÃO SETEMBRO A DEZEMBRO 2011 INDICE: Quem somos? Oferta formativa Curso Acções Formativas CURSO DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ESTES MIÚDOS SÃO IMPOSSÍVEIS!!! - GESTÃO DE COMPORTAMENTOS
Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Estratégia Empresarial
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 30/3/2016 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 20/4/2016 Ficha de Unidade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:
FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE IDENTIFICAÇÃO Unidade Orgânica: Docente avaliado: Departamento
Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná
Colégio Estadual Vicente Tomazini - Ensino Fundamental, Médio e Normal Francisco Alves - Paraná PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE METODOLOGIA PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS E ALFABETIZAÇÃO FORMAÇÃO DE DOCENTES
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR Programa da Unidade Curricular TREINO PERSONALIZADO DOCENTES Dr. João Moutão (regente) Dr. Miguel Silva 2009/2010 Tempo Total
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão
SISTEMÁTICA DO DESPORTO II
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/20010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO II Licenciatura em Desporto: Variante de Condição Física Regente: Hugo Louro Docentes:
GINÁSIO DA ATFCUL REGULAMENTO
GINÁSIO DA ATFCUL REGULAMENTO A Associação de Trabalhadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (ATFCUL) coloca ao dispor de todos os associados a partir de Fevereiro 2016 um Ginásio para
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 019/2014 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO
FICHA DE UNIDADE CURRICULAR
ANO LECTIVO: 2013/2014 FICHA DE UNIDADE CURRICULAR MESTRADO/LICENCIATURA 1.Unidade Curricular Nome: PSICOLOGIA DO ENVELHECIMENTO Área Científica: Psicologia Curso: Mestrado em Gerontologia Social Semestre:
REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIOS AO ASSOCIATIVISMO
REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIOS AO ASSOCIATIVISMO (Aprovado na 6ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 18 de Março de 2003, na 2ª Sessão Extraordinária de Assembleia Municipal, realizada
Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral
«ÁREA DE PROJECTO COMO FAZER?» Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral Centro De Formação Penalva e Azurara Círculo de Estudos
