SISTEMÁTICA DO DESPORTO II
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- Maria do Mar Almeida Ribas
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1 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/20010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO II Licenciatura em Desporto: Variante de Condição Física Regente: Hugo Louro Docentes: Eduardo Teixeira e António Graça
2 INDICE Pág. PROGRAMA GERAL DA SISTEMÁTICA DO DESPORTO Âmbito da Unidade Curricular (UC) 3 Objectivos Gerais 3 Objectivos Específicos 3 Organização da Unidade Curricular (UC) 3 Avaliação 4 Bibliografia 5 PROGRAMAS ESPECÍFICOS DA SISTEMÁTICA DO DESPORTO I Bloco de Futebol 6 Bloco de Atletismo 11 2
3 ÂMBITO A UC de Sistemática do Desporto, pretende proporcionar aos alunos a vivência de um conjunto de situações motoras próprias de diversas modalidades, de forma a que estes possam tomar conhecimento de diferentes metodologias e didácticas que diferenciam a cultura de cada uma das modalidades abordadas. OBJECTIVOS GERAIS Esta UC terá por objectivo, o de transmitir novos conhecimentos aos alunos, de forma a que possam aumentar as suas opções de intervenção na orientação multilateral do treino da sua modalidade de opção. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS Tendo como especial preocupação a integração efectiva dos alunos no mercado de trabalho, sendo este um aspecto fundamental na avaliação externa do curso ao nível ministerial, consideramos que é importante proporcionar aos alunos deste curso vivências com outras modalidades, que tanto têm evoluído na nossa sociedade e que deverão fazer parte do currículo de um licenciado em Desporto, possibilitando o aumento das suas opções de intervenção na orientação multilateral da formação desportiva. Como tal, pretende-se transmitir novos conhecimentos das seguintes modalidades: Futebol, Voleibol e Andebol, pois são modalidades colectivas presentes em múltiplas actividades desportivas, quer no âmbito formal, quer informal; Ginástica, Atletismo, Judo e Natação pois são modalidades individuais presentes em múltiplas actividades desportivas, quer no âmbito formal, quer informal; Escalada e Rappel, como uma actividade de lazer e de contacto com a natureza. ORGANIZAÇÃO DA UC Como tal, pretende-se transmitir novos conhecimentos das seguintes modalidades: Futebol e Basquetebol, pois são modalidades colectivas presentes em múltiplas actividades desportivas, quer no âmbito formal, quer informal; Ginástica, Atletismo, Judo e Natação pois são modalidades individuais presentes em múltiplas actividades desportivas, quer no âmbito formal, quer informal; Desportos de Natureza, como actividades de lazer e de contacto com a natureza. 3
4 ORGANIZAÇÃO DA UC A Sistemática do Desporto é uma UC semestral, que está incorporada no plano de estudos, durante os dois primeiros anos do curso, sendo por isso decomposta em Sistemática do Desporto I, II, III e IV. Para uma melhor compreensão da organização desta UC, apresentamos seguidamente um quadro explicativo: Ano 1º Ano 2º Ano Tipo 1º Semestre 2º Semestre 1º Semestre 2º Semestre UC s Sistemática I Sistemática II Sistemática III Sistemática IV Horas Totais Horas Seman. 2 H (1x 2h) 2 H (1x 2h) 2 H (1x 2h) 2 H (1x 2h) Horas/Modal. 15 H 15 H 15 H 15 H Modalidades Natação, Ginástica, Futebol e Basquetebol e Desportos Atletismo Judo Natureza AVALIAÇÃO A avaliação realiza-se segundo o modelo de avaliação contínua, pretendendo esta valorizar a intervenção prática do aluno, salientando a sua prestação motora (aquisição de novas competências desportivas, a sua consolidação e aplicação), interacção com os colegas a nível de relações socio-desportivas, técnicas e tácticas inerentes a cada modalidade desportiva. Para que o aluno esteja sujeito ao processo de avaliação contínua deverá estar presente em quatro quintos (80%) das aulas dadas ao longo do bloco e terá de realizar as actividades de avaliação propostas. Assim, a classificação final da UC obtida em avaliação contínua será o reflexo da avaliação de cada um dos blocos desportivos, traduzindo-se na média aritmética do somatório da classificação obtida em cada um dos blocos, salvaguardando que o aluno só terá aprovação nas várias UC s de Sistemática do Desporto (I, II, III, IV) se tiver nota positiva (de valor igual ou maior a 9,5) em todos os blocos de modalidades desportivas. 4
5 Os alunos que não tenham êxito num ou mais blocos de modalidade desportiva durante o processo de avaliação contínua, poderão efectuar exame final do(s) referido(s) bloco(s), estando dependentes do êxito obtido no(s) referido(s) exame(s). O processo de avaliação contínua centra-se na observação feita pelo docente do respectivo bloco, da intervenção diária do aluno, analisando-o segundo três parâmetros: Domínio Motor (40%) Qualidade da participação nas tarefas propostas no decurso do processo de ensino-aprendizagem. Domínio Cognitivo (30%) Conhecimentos teórico-práticos adquiridos. Poderão ser realizadas frequências, fichas ou trabalhos escritos com objectivo avaliativo durante este processo. Domínio Sócio-Afectivo (30%) Assiduidade e empenho nas actividades propostas e relacionamento inter-grupo. Para que o aluno seja aprovado, terá obrigatoriamente de obter uma classificação igual ou superior a 9,5 valores em cada um dos domínios anteriormente apresentados. A avaliação em exame final centra-se na prestação de uma prova escrita (50%) e de uma prova prática (50%), que versarão os assuntos temáticos dos respectivos blocos. Em ambas as provas, o aluno terá de obter a classificação mínima de 8 valores e a classificação final terá de ser igual ou superior a 9,5 valores. BIBLIOGRAFIA A bibliografia é específica a cada modalidade que compõe a UC, sendo por isso apresentada nos programas específicos das mesmas. 5
6 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/2010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO II FUTEBOL Docentes Eduardo Teixeira 6
7 1. Âmbito / Objectivos Gerais A UC de Sistemática do Desporto, tem como principal objectivo proporcionar aos alunos a experimentação de um conjunto de situações que pela especificidade de cada uma das modalidades desportivas abordadas, lhes permita através de um processo baseado principalmente na vivência de situações práticas, conhecer e experimentar novos instrumentos, técnicas, modelos de intervenção e a aquisição/aperfeiçoamento do conhecimento e execução das principais acções técnicas, tácticas e regulamentares nas principais modalidades desportivas. 2. Objectivos do Bloco de Futebol Pretende-se, que os estudantes ultrapassem a visão parcial do jogo de futebol, através da transição progressiva do jogar à bola para o jogar futebol. Para que assim aconteça transmitir-se-á ao aluno um modelo de sistematização do jogo de futebol, onde se destaca como matéria privilegiada de ensino os aspectos técnicos fundamentais e as bases de racionais do jogo, que permitem aos jogadores orientarem a sua acção, quer individualmente, quer colectivamente durante o jogo. a) Conhecer os principais factos históricos da modalidade, sua evolução b) Conhecer o jogo de Futebol, através da análise sistemática, entendendo os diferentes componentes estruturais do jogo, a partir do conhecimento: - e domínio dos aspectos técnicos fundamentais; - e reprodução das diferentes fases por que passa o jogo; - e reprodução das formas fundamentais porque passam as diferentes fases do jogo; - e reprodução dos princípios fundamentais e específicos do jogo. c) Conhecer as Leis do Jogo 3. Conteúdos da UC 3.1. Resumo Histórico As origens do Futebol 7
8 O Futebol em Portugal 3.2. Componentes Estruturais do Jogo Fases do Jogo - Ataque (Processo Ofensivo) - Defesa (Processo Defensivo) Fases do Ataque - Construção das acções ofensivas - Criação de situações de finalização - Finalização Fases da Defesa - Impedir a construção das acções ofensivas - Anular/Impedir as situações de finalização - Impedir a finalização Princípios do Jogo Fundamentais - Recusar a inferioridade numérica - Evitar a igualdade numérica - Criar a superioridade numérica Específicos (Ataque / Defesa) - Progressão / Contenção - Cobertura Ofensiva / Cobertura Defensiva - Mobilidade / Equilíbrio Factores do Jogo Acções Individuais de Ataque e de Defesa - Técnicas de remate e de cabeçeamento; - Técnicas de recepção/controlo, condução, passe e de intercepção; - Técnicas de drible/finta e simulação e de desarme; - Técnicas de desmarcação e de marcação; - Técnicas de carga; - Técnicas de lançamento da linha lateral; 8
9 - Técnicas de guarda redes Acções Colectivas de Ataque e de Defesa - Deslocamentos ofensivos e defensivos; 3.3. Simplificação da Estrutura Complexa do Jogo - As formas do jogo no ataque e na defesa; - As formas fundamentais e complementares; - A estrutura e organização dos diferentes níveis de complexidade Leis do Jogo 4. Avaliação A avaliação deste bloco decorrerá de acordo com o estipulado no programa geral da UC. Salientamos somente que a avaliação do domínio cognitivo consiste na realização de um teste escrito. 5. Bibliografia Bibliografia Fundamental Documento de Apoio da UC de Futebol, ESDRM Bibliografia de Extensão Castelo, Jorge F. (1994) Futebol Modelo Técnico-Táctico do Jogo. FMH-UTL, Lisboa. F.I.F.A. (1997) Guia universal para árbitros Leis do Jogo. Edição da F.P.F., Lisboa. Castelo, Jorge F. (1986) A marcação em futebol. In: Ludens Vol. 10 n.º 2 Jan/Mar, Castelo, Jorge F. (1993) Os princípios do Jogo de Futebol. In: Ludens Vol. 13 n.º 1 Jan/Mar,
10 Queiroz, Carlos L. (1985) As Desmarcações, ISEF-UTL, Lisboa. Queiroz, Carlos L. (1986) Estrutura e Organização dos Exercícios de treino em Futebol, FPF. Lisboa. Queiroz, Carlos L. (1986) Para uma teoria do ensino/treino do futebol Análise sistemática do jogo. In: Futebol em Revista, F.P.F.,Julho/Agosto, n.º10, 3ª Série. Queiroz, Carlos L. (1986) Para uma teoria do ensino/treino do futebol. In: Futebol em Revista, F.P.F.,Maio/Junho, n.º1, 4ª Série. 10
11 INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Escola Superior de Desporto de Rio Maior Ano Lectivo 2009/2010 SISTEMÁTICA DO DESPORTO I BLOCO DE ATLETISMO Docente António Graça 11
12 1. Âmbito O Bloco de Atletismo, sendo um dos blocos que integram a Unidade Curricular (UC) de Sistemática do Desporto III e IV, visa fornecer um conjunto de instrumentos, práticas e vivências que permitam conhecer o Atletismo nos seus domínios pedagógicos e didácticos, nomeadamente nas questões que se relacionam com a aprendizagem das técnicas de cada UC e com o conhecimento e aplicação do regulamento oficial. 2. Objectivos 2.1. São objectivos gerais do Bloco de Atletismo: - Conhecer as diferentes disciplinas e eventos do Atletismo - Realizar os diferentes gestos técnicos das disciplinas atléticas, associando as capacidades de observação e correcção; - Conhecer e aplicar as principais regras da F.I.A.A São Objectivos específicos do Bloco de Atletismo: Realizar os seguintes gestos de acordo com o modelo técnico de cada um: - Corrida de Velocidade; - Partida de Blocos (por forma a conseguir uma acelaração eficaz); - Transposição de barreiras (conseguindo correr entre estas, o mais eficaz possível três passadas); - Lançamento do Peso (a partir da posição de força e/ou com deslizamento); - Lançamento do Dardo (a partir da posição de força, com passo cruzado e com 3 a 5 pasadas de balanço); - Lançamento do Disco; - Lançamento do Martelo (com molinetes e uma volta) - Salto em comprimento com corrida de balanço prévia; - Triplo Salto com corrida de balanço prévia; - Salto em Altura (tesoura e flop) com corrida de balanço prévia; - Salto com Vara em comprimento com corrida de balanço prévia; 12
13 13
14 3. Conteúdos da UC 3.1. Introdução ao bloco de Atletismo: funcionamento, objectivos, avaliação e conteúdos O Atletismo As disciplinas que integram a modalidade As épocas de competição As pistas Dados histórico-sociais da modalidade Organização Estrutural do Atletismo 3.4. As Corridas As Corridas de Velocidade O programa de provas A técnica de corrida A técnica de partida As fases da corrida (Partida, Aceleração, Velocidade Máxima e Resistência à Velocidade Máxima) As corridas de estafetas A técnica e táctica na corrida de estafetas Regulamento das provas de velocidade As Corridas de Barreiras Análise técnica das corridas de 100/110m b. e 400m bar As fases da corrida de barreiras (Corrida à1ª bar., Transposição das bar., Corrida entre bar. e Corrida para a meta) Regulamento das corridas de barreiras As Corridas da Meio Fundo, Fundo e Obstáculos O Programa de Provas Características específicas Principais meios e métodos de treino da resistência utilizados no atletismo 14
15 Regulamento das corridas de meio fundo, fundo e obstáculos 3.5. A Marcha de competição O Programa de Provas A Técnica de marcha Iniciação à marcha de competição Regulamento das provas de marcha 3.6. Os Saltos O Programa de Provas Regulamento das provas de saltos Salto em Comprimento As fases do salto em comprimento (Corrida de balanço, Ligação corrida-chamada, Chamada, Suspensão, Queda ou recepção) Técnicas de execução do salto em comprimento (Suspensão, Na passada e Tesoura) Treino técnico-condicional para o salto em comprimento Triplo Salto As fases do triplo salto (Corrida de balanço, Ligação corrida-chamada, Chamada, Hop, Step, Jump e Recepção) Técnica de execução do triplo salto Treino técnico-condicional para o triplo salto Salto em Altura As fases do Salto em Altura (Corrida de balanço/ Corrida em Curva, O ritmo final de aproximação, Chamada, Transposição e Queda) Técnica de execução do Fosbury Flop Treino técnico-condicional para o Salto em Altura 15
16 Salto com Vara As fases do salto com vara (Corrida de balanço, Apresentação e encaixe da vara, Chamada, Penetração, Engrupamento, Posição em L, Posição em I, A rotação final e transposição e a Queda) A técnica de execução do Salto com Vara Treino técnico-condicional para o Salto com Vara 3.7. Os Lançamentos Programa de provas Regulamento das provas de lançamentos Lançamento do peso Fases da técnica rectilínea (Posição de Partida, Deslizamento, Posição de Força, Arremesso/ Movimento Final) Fases da técnica giratória (Posição Preliminar, Partida, Fase Aérea, Contacto com o Solo, Posição Final e Saída do Engenho) Vantagens e desvantagens da técnica giratória Técnicas de execução Lançamento do Disco Fases do lançamento do Disco (Oscilação Preliminar, Início da Rotação, Fase Aérea, Fase de Amortecimento e Fase de Aceleração Principal) Técnica de execução do Lançamento do Disco Lançamento do Martelo Fases do Lançamento do Martelo (Posição de partida e rotação preliminar; Ligação 2º molinete/ 1ª volta; Fase de duplo apoio; Fase de apoio único; Posição final e saída do Martelo) Técnica de execução do Lançamento do Martelo 16
17 Lançamento do Dardo Modelo Técnico do Lançamento do Dardo e as suas Fases (Corrida de balanço; Armar o braço; Passo cruzado e impulso; Apresentação do dardo e duplo apoio; Arco tenso; Final do lançamento; Desequilíbrio e recuperação Técnica de execução do Lançamento do Dardo 3.8. As Provas Combinadas As Disciplinas de Provas Combinadas A Tabela de Pontuação Regulamento das Provas Combinadas 4. Metodologias de Ensino Apresentação das actividades e tarefas com explicação das características, objectivos e possibilidades de realização; Realização e Experimentação prática dos conteúdos previstos; Organização em grupos; Atendimento aos alunos para além do horário de aulas previsto E-learning e utilização da plataforma de ensino à distância Moodle como recurso para: o Informações gerais da UC; o Divulgação de sumários; o Divulgação de documentação relativa aos conteúdos abordados e outro tipo de documentos de interesse para a UC; o Esclarecimento de dúvidas colocadas pelos alunos (Moodle ou ); o Afixação de Resultados da Avaliação; o Apresentação do Programa da UC e da Programação de aulas; 5. Avaliação Em termos gerais a Avaliação rege-se pelo Programa Geral. O presente documento especifica os momentos de avaliação e respectiva ponderação nas modalidades de Avaliação Contínua no Bloco de Atletismo da UC Sistemática do Desporto III e IV. 17
18 5.1. Avaliação contínua (30 aulas - 45h) Momentos de Avaliação: Aspectos sócio-afectivos (os que estão definidos para toda a UC) Conteúdos Teóricos 1 Teste escrito Conteúdos Práticos Provas Combinadas, realizadas após a abordagem teórica e prática das respectivas especialidades e em situação de competição simulada, em pequenos grupos em que os alunos auxiliam na observação e controlo da actividade Em alternativa ao ponto anterior poderão ser realizados trabalhos de pesquisa por especialidade. Ponderação para a nota final do bloco a ponderação será a seguinte: Aspectos sócio-afectivos Domínio cognitivo Prática Provas combinadas & ensino-aprendizagem 30% 30% 40% 5.2. Avaliação Final Todos os alunos que não obtiverem aprovação em avaliação contínua serão sujeitos a avaliação final, a qual consta de avaliação prática e teórica sobre os conteúdos abordados. Relativamente à teórica considera-se uma parte escrita e uma oral. A ponderação é a seguinte: Teórica Prática Provas combinadas 50% 50% 18
19 6. Bibliografia 6.1. Principal 7. Castelo, Jorge F. (1994) Futebol Modelo Técnico-Táctico do Jogo. FMH-UTL, Lisboa. 8. F.I.F.A. (1997) Guia universal para árbitros Leis do Jogo. Edição da F.P.F., Lisboa. 9. Castelo, Jorge F. (1986) A marcação em futebol. In: Ludens Vol. 10 n.º 2 Jan/Mar, Castelo, Jorge F. (1993) Os princípios do Jogo de Futebol. In: Ludens Vol. 13 n.º 1 Jan/Mar, Queiroz, Carlos L. (1985) As Desmarcações, ISEF-UTL, Lisboa. 12. Queiroz, Carlos L. (1986) Estrutura e Organização dos Exercícios de treino em Futebol, FPF. Lisboa. 13. Queiroz, Carlos L. (1986) Para uma teoria do ensino/treino do futebol Análise sistemática do jogo. In: Futebol em Revista, F.P.F.,Julho/Agosto, n.º10, 3ª Série. 14. Queiroz, Carlos L. (1986) Para uma teoria do ensino/treino do futebol. In: Futebol em Revista, F.P.F.,Maio/Junho, n.º1, 4ª Série Bibliografia de Extensão Vários, (2001) Il manuale dellállenatore di atletica leggera (partes I, II &III). FIDAL Periódicos New Studies in Athletics, (IAAF) Cadernos Técnicos, (FPA) Cadernos Tecnicos (RFEA) Treino Total (Xistarca & FPA) Track Coach Boletim do CRD IAAF - Lisboa 19
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