TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACÓRDÃO
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- Ísis Nunes Castro
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1 TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ACÓRDÃO AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL ELEITORAL N CLASSE 22 a - NATAL - RIO GRANDE DO NORTE. Relator: Ministro Ricardo Lewandowski. Agravante: Wilma Maria de Faria. Advogados: Erick Wilson Pereira e outros. Agravada: Coligação Vontade Popular. Advogados: Felipe Augusto Cortez Meira de Medeiros e outros. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL ELEITORAL. PRÁTICA DE PROPAGANDA INSTITUCIONAL NOS TRÊS MESES QUE ANTECEDEM AO PLEITO. VEDAÇÃO. ART. 73, VI, B, DA LEI N 9.504/97. RETORNO DOS AUTOS AO TRE PARA AFERIÇÃO DA RESPONSABILIDADE DA AGRAVANTE E DA POTENCIALIDADE LESIVA DA CONDUTA ILEGAL. I - No trimestre anterior ao pleito, é vedada, em obras públicas, a manutenção de placas que possuam expressões ou símbolos identificadores da administração de concorrente a cargo eletivo. II - Caracterizada a publicidade institucional em período vedado, os autos devem retornar ao Tribunal Regional para que aquele órgão, soberano na apreciação da prova, verifique, como entender de direito, a potencialidade de a conduta ter interferido no resultado do pleito e, ainda, se os candidatos à reeleição autorizaram, ou não, a veiculação dos engenhos em época proibida. III -Agravo regimental improvido. Acordam os ministros do Iribunal Superior Eleitoral, por unanimidade, em desprover o agravo regimental, nos termos das notas taquigráficas. Brasília-; 14 de abril df/2009. CARLOS AYRES BRITTO - PRESIDENTE RICARDO LEVtfAN DOWSKI - RELATOR
2 AgRgREspe n /RN. 2 RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI: Senhor Presidente, trata-se de agravo regimental interposto por Wilma Maria de Faria contra decisão monocrátíca exarada pelo Ministro Cezar Peluso que deu parcial provimento ao recurso especial manejado pela coligação "Vontade popular". Em 20/7/2006, a coligação "Vontade popular" ajuizou representação em face de Wilma Maria de Faria e Iberê Ferreira de Souza, candidatos aos cargos de governador e vice-governador, respectivamente, nas eleições daquele ano, pela suposta veiculação de publicidade institucional nos três meses que antecederam o pleito, nos termos do art. 73, VI, b, da Lei n 9.504/97 (fl. 2). O juiz eleitoral julgou improcedente o pedido, sob o argumento de que a representante não comprovou que as placas indicadas nos autos teriam sido colocadas após o período em que seria vedada a publicidade institucional e, ainda, que o encarte "Natal" apenas se voltou a divulgar as belezas turísticas da capital potiguar (fl. 62). O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte manteve a sentença, em acórdão assim ementado: (fls. 107 e ). "RECURSO EM REPRESENTAÇÃO - PUBLICIDADE INSTITUCIONAL - PERÍODO VEDADO - NÃO CARACTERIZAÇÃO - CONHECIMENTO EIMPROVIMENTO DO RECURSO. A divulgação, por meio de encarte, em revista de circulação nacional, de atrações turísticas não configura a publicidade institucional vedada pelo art. 73, VI, alínea "b", da Lei n /97. A manutenção de placas de obras públicas colocadas anteriormente ao período vedado para a divulgação de publicidade institucional não configura violação ao mencionado dispositivo. Recurso conhecido e não provido" (fl. 90). Opostos embargos de declaração (fl. 96), foram rejeitados
3 AgRgREspe n /RN. 3 A coligação "Vontade popular" interpôs, então, recurso especial (fl. 110). Alegou a existência de dissídio pretoriano com os Acórdãos n os 6.197, , e do TSE, e que o Tribunal a quo violou o art. 73, VI, b, da Lei n 9.504/97. Afirmou que a divulgação do encarte da Revista "Viagem" teve potencial para interferir no resultado do pleito e tratar-se-ia de "publicidade institucional vedada mesmo, com fotografia da recorrida e utilização de slogan que já estava proibido pela Justiça Eleitora?' (fl. 113). Ponderou que "o documento de fl. 46 não prova nada quanto à intenção do Governo do Estado em veicular a propaganda institucional no mês de junho de 2006" (fl. 115). Aduziu, por fim, que a utilização do slogan "Governo de Todos - Trabalhando pra valer" tornou ilegal a manutenção, em obras públicas, de placas colocadas anteriormente ao período vedado. A PGE opinou pelo não conhecimento do recurso (fl. 134). Em 21/2/2008, o Ministro Cezar Peluso deu parcial provimento ao recurso especial para determinar o retorno dos autos ao TRE, a fim de que fossem apuradas a responsabilidade dos recorridos pela prática de publicidade institucional em período vedado e a potencialidade de interferência da conduta no pleito (fl. 140). Irresignada, Wilma Maria de Faria interpõe agravo regimental (fl. 146). Salienta que, em homenagem ao princípio da segurança jurídica, não é razoável determinar o retorno dos autos ao TRE para ser avaliada a potencialidade lesiva de um ato que, durante a totalidade do período eleitoral, esteve acobertado pela decisão judicial de primeira instância que autorizou a permanência das placas governamentais. Assevera que a coligação agravada, na inicial da representação, não conseguiu comprovar a responsabilidade da agravante pela veiculação das placas. Sustenta que a expressão "Governo de todos - trabalhando pra valer" não é ilegal por não conter alusão expressa ao nome da então candidata à reeleição. É o relatório.
4 AgRgREspe n /RN. 4 VOTO O SENHOR MINISTRO RICARDO LEWANDOWSKI (relator): Senhor Presidente, eis o teor da decisão agravada proferida pelo Ministro Cezar Peluso: "entendo que assiste razão à recorrente no que toca à necessária retirada, nos três meses que antecederam as eleições de 2006, sob pena de caracterizar propaganda institucional vedada, das placas que continham o símbolo da administração e a expressão "Governo de Todos - Trabalhando pra valer". Sobre o tema, o voto condutor do acórdão assinalou o seguinte: 10. Com relação às placas indicadas nas fotos trazidas aos autos, não há provas de que tenham sido colocadas após o período em que é vedada a publicidade institucional, pelo que não entendo haver violação à Lei n / Realmente, não seria "razoável exigir que o governo retire todas as placas existentes em obras no Estado do Rio Grande do Norte", conforme já decidido pelo TSE no RESPE (fl. 93).' Vê-se que o Tribunal a quo não determinou a remoção das placas pela simples circunstância de a coligação representante não ter conseguido comprovar que os aludidos artefatos foram colocados após o período vedado à divulgação da publicidade institucional. Tal conclusão é equivocada, porquanto esta Corte já consignou que aquelas placas, mesmo afixadas durante período permitido, somente podem ser mantidas em obras públicas se não possuírem expressões que permitam identificar a administração de concorrente a cargo eletivo. E o que sobressai deste precedente exemplar: 2. O Tribunal tem admitido a manutenção de placas de obras públicas colocadas anteriormente ao período previsto no art. 73, VI, b, da Lei das Eleições, desde que delas não constem expressões que possam identificar autoridades, servidores ou administrações cujos dirigentes estejam em campanha eleitoral. Precedentes. [...] (Acórdão n , de , Rei. Min. CAPUTO BASTOS; grifos nossos).' In casu, não era necessário exigir da recorrente a prova de que as placas foram instaladas em período posterior ao previsto no art. 73, VI, alínea b, da Lei n 9.504/97. Esse fator é desinfluente para configuração da propaganda institucional, pois bastava à entidade representante demonstrar, como realmente o fez (fls. 9-19), que as placas continuavam à mostra depois do dia e, igualmente, continham slogan proibido por identificar o Governo Estadual,
5 AgRgREspe n /RN. 5 consoante reconhecido pela Corte Regional no julgamento dos embargos de declaração: I-] Em julgamento anterior a Corte decidiu a proibição da expressão "trabalhando pra valer", porque já era uma derivação do "fazendo mais" ou coisa do tipo. [...] (fl. 130).' Assim, caracterizada a publicidade institucional em período vedado, os autos devem retornar ao TRE para que aquele órgão, soberano na apreciação da prova, proceda à análise da potencialidade da conduta ter interferido no resultado do pleito e, ainda, verificar a responsabilidade da recorrida na divulgação das placas em época proibida. Cf, a este respeito, os Acórdãos n os , de , Rei. Min. GERARDO GROSSI, e , de , Rei. Min. CAPUTO BASTOS. 3. Ante o exposto, dou parcial provimento ao recurso especial (art. 36, 7, do RITSE) e determino o retorno dos autos ao TRE para que, em relação à veiculação, mediante placas, de publicidade institucional em período vedado, aprecie o recurso da coligação representante nos moldes acima alinhavados. Int." (fls ). Bem reexaminada a questão, verifica-se que a decisão ora vergastada não merece reforma, visto que a agravante não aduz novos argumentos capazes de afastar as razões nela expendidas. De fato, no trimestre anterior ao pleito, é vedada, em obras públicas, a manutenção de placas de publicidade institucional que identifiquem autoridades, servidores ou administrações cujos gestores estejam em campanha eleitoral. No caso, é desnecessária a expressa menção ao nome da candidata, pois, conforme reconhecido no julgamento dos embargos de declaração (fl. 130), o uso da expressão estilizada "Governo de todos - trabalhando pra valer" foi proibido pelo TRE no julgamento da Representação n 2.038/2006 (fl. 20), especialmente porque tal slogan identificava a administração da ora agravante. O fato de a sentença de primeiro grau ter julgado improcedente o pedido inicial, permitindo a manutenção das placas irregulares, não serve de guarida à agravante. Por óbvio, aquela decisão singular, datada de 26/7/2006 (fl. 63), estava suscetível de alteração nas instâncias superiores e, assim, não
6 AgRgREspe n /RN. 6 há qualquer óbice a este Tribunal em reconhecer a prática de um ato ilegal consumado em 1 /7/2006. Ao não remover os artefatos irregulares desde o início do período vedado em lei, a agravante assumiu os riscos futuros de, proposta ação para impugnar a publicidade, arcar com o ónus de eventual sucumbência judicial. Ademais, a aferição da responsabilidade da então candidata à reeleição deve ficar a cargo do TRE, porquanto a simples apreciação de provas é vedada na esfera do recurso especial eleitoral e, ainda, a análise dessa questão neste momento caracterizaria indevida supressão de instância. Os autos devem retornar ao TRE para que aquele órgão, soberano na apreciação da prova, verifique, como entender de direito, a potencialidade de a conduta ter interferido no resultado do pleito e, ainda, se os candidatos à reeleição autorizaram, ou não, a veiculação dos engenhos em época proibida. Isso posto, nego provimento ao agravo regimental.
7 AgRgREspe n /RN. 7 EXTRATO DA ATA AgRgREspe n /RN. Relator: Ministro Ricardo Lewandowski. Agravante: Wilma Maria de Faria (Advogados: Erick Wilson Pereira e outros). Agravada: Coligação Vontade Popular (Advogados: Felipe Augusto Cortez Meira de Medeiros e outros). Decisão: O Tribunal, por unanimidade, desproveu o agravo regimental, nos termos do voto do relator. Presidência do Sr. Ministro Carlos Ayres Britto. Presentes os Srs. Ministros Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Felix Fischer, Fernando Gonçalves, Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani e o Dr. Antonio Fernando de Souza, Procurador-Geral Eleitoral. SESSÃO DE CERTIDÃO DE PUBLICAÇÃO Certifico a publicação deste Acórdão no Diário da Justiça eletrônico &f\ 16 lrqocy\, páq. i7\. Weaei Machado Alves Eu.,/Xnais<&3tátààno ~ lavrei a presente certidão. /JBFILHO
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RELATORA S : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. RECURSO DE APELAÇÃO INTERPOSTO APÓS O TÉRMINO DO EXPEDIENTE FORENSE. INTEMPESTIVIDADE. ARTS. 172, 3º,
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RELATOR : MINISTRO ARNALDO ESTEVES LIMA EMENTA PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA. CONTAGEM DE TEMPO DE SERVIÇO EXERCIDO EM CONDIÇÕES ESPECIAIS. COMPROVAÇÃO POR MEIO DE FORMULÁRIO PRÓPRIO. POSSIBILIDADE ATÉ
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIÁS RECURSO ELEITORAL 350-11.2012.6.09.0033 - CLASSE 30 PROTOCOLO N. 126.970/2012 VALPARAÍSO DE GOIÁS-GO.
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIÁS RECURSO ELEITORAL 350-11.2012.6.09.0033 - CLASSE 30 PROTOCOLO N. 126.970/2012 VALPARAÍSO DE GOIÁS-GO. RELATOR: JUIZ FEDERAL LEONARDO BUISSA FREITAS RECORRENTE: COLIGAÇÃO
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RECURSO ESPECIAL Nº 893.036 - SP (2006/0221290-0) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI EMENTA ADMINISTRATIVO. SERVIÇOS DE TELEFONIA. DEMANDA ENTRE CONCESSIONÁRIA E USUÁRIO. INEXISTÊNCIA DE LITISCONSÓRCIO
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RELATOR S : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO : LEONARDO LOREA MATTAR - DEFENSOR PÚBLICO SOLANGE DINIZ JUNQUEIRA CUNHA - DEFENSORA PÚBLICA E OUTROS EMENTA AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO.
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO TOCANTINS
PR/TO nº /2008 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO TOCANTINS Autos nº: Recurso Eleitoral nº 962 Recorrente: Deijanira de Almeida Pereira Recorrido: Juízo da 21ª Zona Eleitoral Relator: Juiz Marcelo
JUSTIÇA ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO GRANDE DO SUL ACÓRDÃO
PROCESSO: RE 13-17.2013.6.21.0077 PROCEDÊNCIA: OSÓRIO RECORRENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO ELITORAL RECORRIDA: ANDREA SOUZA TEIXEIRA GONÇALVES Eleições 2012. Recurso Eleitoral. Representação. Doação acima do
ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho
\,, *.. _ ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Gab. Des. Genésio Gomes Pereira Filho ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL n g- 001.2005.017735-9/001 Comarca de Campina Grande RELATOR : Des. Genésio
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EDcl no AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº 1.046.929 - RS (2008/0077453-0) RELATOR : MINISTRO HUMBERTO MARTINS EMBARGANTE : CRISTAL FORM INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA ADVOGADO : EDISON FREITAS DE SIQUEIRA
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RELATOR : MINISTRO CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO RECORRENTE : EDUARDO JORGE PENHA DE SOUZA ADVOGADO : JOSÉ ALFREDO FERREIRA DE ANDRADE E OUTRO(S) RECORRIDO : MARIA DO PERPÉTUO SOCORRO RODRIGUES PENHA
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EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº 1.316.149 - SP (2012/0059884-0) RELATOR : MINISTRO PAULO DE TARSO SANSEVERINO EMBARGANTE : ÁFRICA SÃO PAULO PUBLICIDADE LTDA ADVOGADOS : ANDRÉ LUIZ SOUZA DA SILVEIRA RODRIGO
ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ISRAEL GÓES DOS ANJOS (Presidente sem voto), CARLOS ABRÃO E SERGIO GOMES.
Registro: 2013.0000253492 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0110059-40.2009.8.26.0002, da Comarca de São Paulo, em que é apelante/apelado OPÇÃO ENTREGAS RÁPIDAS LTDA, é
RECURSOS IMPROVIDOS.
1 APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. COMPRA E VENDA DE IMÓVEL NA PLANTA. ENTREGUE DA UNIDADE DENTRO DO PRAZO PREVISTO. DANO MORAL. ALTERAÇÃO DA PLANTA DO IMÓVEL, SEM O CONSENTIMENTO DOS COMPRADORES. MODIFICAÇÃO
