TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO TOCANTINS
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- Alexandre Molinari Varejão
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1 PR/TO nº /2008 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO TOCANTINS Autos nº: Recurso Eleitoral nº 962 Recorrente: Deijanira de Almeida Pereira Recorrido: Juízo da 21ª Zona Eleitoral Relator: Juiz Marcelo Cordeiro I - Relatório Cuida-se de recurso eleitoral interposto por Deijanira de Almeida Pereira, visando a reforma da decisão do Juízo Eleitoral da 21ª Zona que indeferiu seu pedido de registro de candidatura para o cargo de Prefeita de Augustinópolis/TO, sob o fundamento de que é inelegível em razão do grau de parentesco com o prefeito cassado. Sustenta a recorrente, às fls. 32/38, que, ao conjugar o disposto no art. 14, 5º e 7º, da Constituição Federal, com o entendimento jurisprudencial revelado pelo TSE, vislumbra-se a mitigação dos prazos de desincompatibilização de modo a permitir a reeleição para mandato consecutivo. Afirma que o TSE decidiu no sentido de que a renovação do pleito, por incidência do art. 224 do Código Eleitoral, não inaugura novo mandato eletivo. Sustenta, concluindo, que acaso eleita na eleição suplementar de Augustinópolis não substituirá ou sucederá seu cônjuge no mandato de prefeito, o 1
2 que afasta a incidência da causa de inelegibilidade prevista no art. 14, 7º, da CF. Alega que uma vez anulado o pleito ordinário, este não projeta efeitos jurídicos de modo a atingir a eleição suplementar. Argumenta, por fim, que a Justiça Eleitoral não obstaculizou a candidatura da Senhora Raimunda, cônjuge do prefeito cassado em Ananás/TO e que concorreu ao cargo em eleição suplementar e que a cassação de registro ou de diploma com base no art. 41-A da Lei 9.504/97 não se converte em cláusula de inelegibilidade. Os recorridos, não obstante notificados, não apresentaram contra-razões, consoante certidão de fl. 42. II - Mérito Dos autos é o relatório necessário. Segue manifestação. Para a obtenção do registro de candidatura na Justiça Eleitoral, passando a gozar, pois, do direito de ser votado, o cidadão deve preencher as condições de elegibilidade previstas no art. 14, 3º da Constituição da República. Entretanto, ao lado das mencionadas condições de elegibilidade, quem requer o registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral não pode também incorrer, sob pena de vir a ter o respectivo pedido negado, em quaisquer das hipóteses de inelegibilidade previstas na Constituição da República ou na Lei Complementar promulgada em decorrência da expressa remissão constitucional. Nesse contexto, foi publicada a Lei Complementar n.º 64/90, que destaca os casos de inelegibilidade, os prazos de sua cessação e determina outras providências. 2
3 Nesse contexto, tem-se que o 3º do art. 1º da Lei Complementar nº 64/90, bem como o 7º do art. 14 da Constituição Federal de 1988, estabelecem que "são inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de Estado ou Territórios, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição". A inelegibilidade supramencionada é conceituada pela doutrina como "inelegibilidade reflexa", ou "inelegibilidade por parentesco", e tem como fim precípuo evitar o monopólio dos mandatos eletivos. Adriano Soares da Costa 1 ressalta que a referida inelegibilidade seria uma espécie de inelegibilidade inata, haja vista que, independe de haver prática de qualquer conduta ilícita, decorrendo pura e simplesmente do fato de serem ligados por laços consangüíneos de lei ou de afinidade com o Presidente, Governador e Prefeito, bem como daqueles que os houverem substituído ou sucedido nos últimos seis meses que antecederam ao pleito. Essa hipótese de inelegibilidade deriva do temor de que, em razão de tais vínculos familiares, candidatos sejam beneficiados pela atuação do ocupante de elevados cargos públicos, inclusive com a utilização da máquina administrativa estatal, o que prejudicaria o pleito e a igualdade de condições entre os concorrentes à eleição. No que tange à essa inelegibilidade, a doutrina tem entendido que, "se o chefe do executivo estiver no seu primeiro mandato e se desincompatibilizar 6 (seis) meses antes da eleição, libera o seu parente para fins de sucessão ao mandato eletivo, caso contrário, não é possível a sucessão 2 ". 1COSTA, Adriano Soares da. Teoria da inelegibilidade e o direito processual eleitoral. Belo Horizonte: Del Rey, RAMAYANA, Marcos. Direito Eleitoral. 8 ed. Rio de Janeiro: Impetus,
4 Superior Eleitoral, verbis: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL No mesmo sentido, é a orientação emanada do Tribunal "A esposa do prefeito poderá se candidatar a cargo no Executivo Municipal se ele puder ser reeleito e tiver se afastado do cargo seis meses antes da eleição". (TSE, Resolução nº /2002, Rel. Ministro Fernando Neves precedente Ac /2001, Rel. Min. Ellen Gracie) O mesmo raciocínio aplica-se à hipótese versada nos autos, ou seja, em caso de prefeito municipal que tenha seu mandato cassado, independentemente do período em que tenha exercido o cargo, é permitido ao seu cônjuge candidatar-se na nova eleição designada para o mesmo cargo, desde que aquele tenha se afastado do cargo seis meses antes da nova eleição. do Tribunal Superior Eleitoral, verbis: Nessa esteira, insta trazer a colação as seguintes decisões "ELEGIBILIDADE. PREFEITO REELEITO. CASSAÇÃO 2º MANDATO. CANDIDATURA. MESMO CARGO E MESMO MUNICÍPIO. PLEITO SUBSEQUENTE. -ELEGIBILIDADE. CARGO EXECUTIVO MUNICIPAL. CÔNJUGE. PARENTES 2º GRAU. - ELEGIBILIDADE. CÂMARA DE VEREADORES. PREFEITO REELEITO CASSADO. CÔNJUGE. PARENTES 2º GRAU. -Prefeito reeleito, cassado no segundo mandato, não poderá se candidatar ao mesmo cargo, no mesmo município, no pleito subsequente, pois configuraria o terceiro mandato, o que contraria o art. 14, 5º, da Constituição Federal. Respondido negativamente. - O cônjuge, parentes consanguíneos ou afins do prefeito reeleito não poderão se candidatar ao cargo de prefeito, nem ao cargo de vice-prefeito, no pleito subsequente, sob pena de afronta ao art. 14, 5º e 7º, da CF. Respondido negativamente. 4
5 - Tendo em vista que, no caso, a cassação ocorreu no segundo mandato, antes do prazo de seis meses exigidos para a desincompatibilização, o prefeito reeleito, seu cônjuge e seus parentes poderão se candidatar ao cargo de vereador no pleito subsequente (art. 14, 6º da CF). Respondido positivamente. (TSE, Res , de 24/04/2008, Consulta 1.548/DF, rel. Min. Marcelo Ribeiro, DJ 15/05/2008) Consulta. Elegibilidade. Chefia do Poder Executivo. Parentesco. Terceiro mandato. Art. 14, 7º, da Constituição Federal. Impossibilidade. 1. O 7º do art. 14 da Constituição Federal impede a ocorrência de três mandatos consecutivos, seja por via direta - quando o aspirante é o próprio titular da Chefia do Poder Executivo -, seja por via reflexa, quando este é o cônjuge, parente consangüíneo, afim, ou por adoção, até segundo grau. 2. É inelegível o candidato à reeleição para cargo de chefia do poder executivo, se, no período anterior, o cargo fora ocupado por seu parente, no grau referido no 7 do art. 14 da Constituição Federal, ainda que este tenha renunciado a qualquer tempo ao mandato, sendo substituído pelo vice, parente ou não, pois a eventual circunstância de vir a ser eleito configurará a terceira eleição consecutiva circunscrita a uma mesma família e num mesmo território. 3. Consulta respondida afirmativamente quanto ao 1º e 2º questionamentos, prejudicada a análise do 3º item. (TSE, Res , de 04/09/2007, Rel. Ministro José Augusto Delgado) Destarte, para que a requerente, esposa do prefeito eleito nas eleições de 2008, que teve seu registro de candidatura cassado no decorrer 5
6 do exercício, pudesse concorrer à Chefia do Executivo Municipal nas novas eleições designadas, necessário que o esposo tivesse sido eleito para o primeiro mandato, e ainda assim tivesse se desincompatibilizado no prazo legal, ou seja, seis meses, antes da realização do novo pleito, o que não se verifica no caso em análise. III - Conclusão Em face do exposto, opina a pelo conhecimento e desprovimento do recurso interposto. Palmas, 26 de junho de JOÃO GABRIEL MORAIS DE QUEIROZ Procurador Regional Eleitoral 6
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