PGT-CCR
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- Victoria Clementino Vidal
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1 Processo-PGT-CCR - 67/2006 Interessado 1: Ofícios de Uberlândia e Juiz de Fora(PRT 3ª Região) Interessado 2: PRT 3ª Região Assunto: Conflitos de atribuições entre Ofício e Sede (3ª Região) VOTO I - RELATÓRIO O presente feito foi instaurado em face de petição encaminhada pelos Membros lotados nos Ofícios de Uberlândia(MG) e Juiz de Fora(MG), com base no disposto no inciso VI do art. 103 da Lei Complementar nº 75/1993, requerendo que esta CCR resolvesse o conflito de atribuições que diziam instalado entre tais ofícios e a sede da 3ª Regional, a fim de dirimir questão relativa a quem deve responder pelos prazos e recursos decorrentes das decisões da 2ª instância do TRT da 3ª Região. A irresignação dos requerentes está fulcrada na possibilidade de os Membros em exercício nos Ofícios do interior virem a atuar perante o TRT, órgão de segundo grau, por isso, trouxeram para análise o disposto no parágrafo único do art. 59 da Portaria nº 98 (06/12/2005) da PRT-3ª Região, verbis: Art Compete aos Ofícios atuar como órgão interveniente perante as Varas do Trabalho e como órgão agente, no âmbito extrajudicial e em 1º grau, nos feitos relativos à área de abrangência definida em portaria editada pelo Procurador-Geral do Trabalho. Parágrafo Único - Havendo possibilidade de intimação pessoal diretamente nos Ofícios, estes atuarão como órgão agente também perante o TRT. Verificando que, nos autos, não havia demonstração de que a Procuradora-Chefe da PRT-3ª Região soubesse da contrariedade oposta neste feito, foi determinada a expedição de ofício àquela autoridade para que, no prazo de 30 dias, PGT-CCR Ofício de.doc - Página 1 de 61
2 apresentasse manifestação sobre a questão em análise, esclarecendo qual a abrangência alcançada pelo parágrafo único do art. 59 da Portaria nº 98/2005 ou, mais precisamente, se a expressão estes atuarão como órgão agente também perante o TRT significaria: a) que os Membros em exercício nos Ofícios deverão responder pelos prazos e pela redação das peças técnicas dirigidas ao TRT, providenciando também o devido protocolo; b) ou, que os Membros lotados nos Ofícios deverão, além do contido na alínea a, se deslocar até a Sede para desempenhar as atividades que necessitem da presença física do Procurador, tal como, para a sustentação oral de seus recursos. Em resposta, a Procuradora-Chefe da PRT-3ª Região apresentou manifestação (fls. 11/21), pugnando, em síntese: a) Preliminarmente, pelo não conhecimento, considerando que a matéria sequer lhe foi submetida para tentativa de solução, no âmbito da própria Regional, o que, a seu ver, importou em verdadeira supressão de instância; pelo não conhecimento, em face da inexistência de um conflito propriamente dito, eis que a hipótese de que trata o parágrafo único do art. 59 da Portaria nº 098/2005, ora vergastada, ainda não foi implementada; pelo não conhecimento, pois, até que seja normatizada a matéria pelo CSMPT, poderão as Regionais, no seu entender, exercer plenamente o poder normativo conferido pelo art. 98, I, da LC nº 75/1993, o que, de fato, foi feito com a edição da Portaria nº 098/2005; PGT-CCR Ofício de.doc - Página 2 de 62
3 b) No mérito, pelo indeferimento do pleito formulado pelos primeiros interessados, considerando que restam regulares as disposições contidas na Portaria nº 098/2005, em especial o parágrafo único do art. 59, pois, em perfeita harmonia com a LC nº 75/1993 e com os Precedentes da CCR transcritos às fls. 13/15. É o relatório. II FUNDAMENTAÇÃO A manifestação da i. Procuradora-Chefe da PRT da 3ª Região, determinada prima facie, regularizou a formação/tramitação deste feito, suprindo a ausência de tentativa, por parte dos requerentes, de solução da controvérsia no âmbito da própria Regional. Ademais, as ponderações da mencionada autoridade, tanto preliminares quanto de mérito, nada revelaram que pudesse apontar para uma composição do conflito, acaso tal formalidade houvesse sido cumprida. Também não merece prosperar a alegação de que não existe um conflito propriamente dito já que a regra do parágrafo único do art. 59 da Portaria nº 098/2005 ainda não foi implementada. Isso porque, os requerentes insurgem-se contra norma abstrata que poderá vir a ser, a qualquer momento, aplicada. Além disso, as manifestações constantes destes autos mostram a divergência de posicionamentos relativa à regra vergastada, evidenciando o potencial conflito. A suscitada argumenta (fl. 13) que o CSMPT ainda não regulamentou a matéria relativa ao caso destes autos e, justamente para suprir tal lacuna, PGT-CCR Ofício de.doc - Página 3 de 63
4 é que foi editada a Portaria nº 098/2005 (dispõe sobre a composição, a estrutura e o funcionamento da PRT da 3ª Região, da Sede e dos Ofícios), considerando a vontade da maioria dos Membros daquela Regional. Colaciona precedente em que esta CCR decidiu no sentido de que, até que seja exercido o poder regulamentar pelo CSMPT, as Regionais poderão se organizar internamente para atender às suas necessidades de funcionamento. Traz à baila os ditames: do art. 98, I, c e d, da LC nº 75/1993 para evidenciar que o poder normativo no âmbito desta instituição compete ao CSMPT; do art. 103, VI, da LC nº 75/1993 para ressaltar que compete à CCR decidir os conflitos de atribuição entre os órgãos de MPT; dos arts. 110 e 112 para demonstrar que a LC nº 75/1993 não discriminou as atribuições institucionais dos Procuradores Regionais do Trabalho e dos Procuradores do Trabalho. A suscitada, nesse tocante, tem razão. Os precedentes desta Câmara elucidam a questão e apontam para a seguinte direção: enquanto o CSMPT não usar do poder normativo que lhe reserva o artigo 98, I, c e d, da LC nº 75/1993, as Procuradorias Regionais poderão disciplinar o funcionamento de seus serviços. Nesse passo, vale transcrever trechos de decisão anterior desta CCR, proferida nos autos do Processo/PGT/CCR/nº 01/2003, a saber: CONFLITO DE ATRIBUIÇÕES ENTRE MEMBROS DE CODIN - Se a divisão de tarefas entre os integrantes da Regional não decorre de previsão legal ou de norma do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho sobre o tema, em que pese o disposto no artigo 98, I, c e d, da LC 75/93, e sim de regulamentação interna, fruto de combinação dos próprios interessados, mesmo que decidida por maioria, eventual divergência deve ser solucionada pelo respectivo Procurador-Chefe e não pela Câmara de Coordenação e Revisão, posto se tratar de assunto de exclusivo interesse da Regional. Precedentes: CCR , CCR PGT-CCR Ofício de.doc - Página 4 de 64
5 (...) Conforme já assentado por esta douta Câmara de Coordenação e Revisão no processo CCR 07/2002, é verdade que o artigo 98, I, "d", da Lei Complementar n 75/93, reservar ao Egrégio Conselho Superior o poder normativo no âmbito do Ministério Público do Trabalho, em especial o poder de definir os critérios para distribuição de procedimentos administrativos e quaisquer outros feitos no seio da Instituição. Todavia, também é verdade que até hoje essa atribuição não foi exercida pelo C. CSMPT e que as Procuradorias Regionais precisam ter um mínimo de organização administrativa para funcionarem. Portanto, se o C. CSMPT não editou normas disciplinando o funcionamento das Unidades do MPT e elas precisam de uma regulamentação para funcionar racionalmente, nada mais razoável que se auto-regulamentem, respeitados os limites legais. Inimaginável o funcionamento satisfatório de uma Procuradoria Regional sem uma regulamentação mínima da distribuição de serviços entre seus membros. (...) Assim, considerando competir ao Procurador-Chefe o gerenciamento da Procuradoria Regional, nada impede que ele regulamente o funcionamento dos serviços da respectiva Unidade, inclusive definindo os critérios para distribuição de procedimentos administrativos e quaisquer outros feitos, bem como as atividades prioritárias de sua gestão. Evidentemente que, no tocante à distribuição de procedimentos, isso somente acontecerá enquanto não regulamentada a matéria pelo CSMPT. (...) Assim, como também já decidido pela douta CCR no processo CCR , eventual conflito Atribuição entre os Membros da Regional, decorrente da interpretação ou aplicação de suas regras de distribuição de tarefas, é assunto de economia interna da Unidade, cabendo ao respectivo Procurador-Chefe solucioná-lo. No mesmo sentido: CONFLITO DE ATUAÇÃO ENTRE AS ATIVIDADES "CUSTOS LEGIS" E ÓRGÃO AGENTE - A divisão dos ofícios agente/interveniente não decorre de previsão legal. Não há, tampouco, norma do Conselho Superior do Ministério Público do Trabalho sobre o tema, em que pese o disposto no artigo 98, I, c) e d), da LC 75/93. É sabido, de outra parte, não ser possível conceber essa divisão de forma linear e absoluta. Trata-se, assim, de uma distinção de conveniência estabelecida conforme critérios convencionados pela própria Regional. Diante da inexistência desses critérios fixados coletivamente, competirá ao Procurador-Chefe resolver o impasse. (PGT/CCR nº 33/2001) PGT-CCR Ofício de.doc - Página 5 de 65
6 Não se conhece, pois, de conflito baseado em norma interna da Regional, fruto da vontade da maioria de seus Membros, competindo à Procuradora-Chefe resolver a questão. Ademais, percebe-se da resposta aos quesitos encaminhados por esta Relatora que os Membros em exercício nos Ofícios deverão acompanhar suas ações até o desfecho final, respondendo pelos prazos, pela redação das peças técnicas respectivas e pelo devido protocolo, não devendo, contudo, se deslocar até a Sede para desempenhar as atividades que necessitem da presença física do Procurador, pois tais atos ficariam a cargo dos Membros lá oficiantes (exemplo: sustentação oral seria realizada pelo Procurador que estivesse presente na sessão de julgamento). A Procuradora-Chefe da 3ª Regional salienta, ainda, que os prazos processuais serão preservados em sua integralidade, pois a intimação judicial será realizada, pessoal e diretamente aos Procuradores do Trabalho lotados nos Ofícios, havendo possibilidade de utilização de sistema de transmissão de dados e imagens e de meios eletrônicos (fac-símile e ) para a prática de atos processuais, bem como, do Sistema de Protocolo Integrado do TRT mineiro. III - CONCLUSÃO Ante os termos da fundamentação acima, voto pelo não conhecimento do presente conflito. Brasília (DF), 30 de março de Maria de Fátima Rosa Lourenço SUBPROCURADORA-GERAL DO TRABALHO PGT-CCR Ofício de.doc - Página 6 de 6
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