A gestão da implementação
|
|
|
- Ana da Conceição Domingues
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 A Gestão de Projectos Técnicas de programação em Gestão de Projectos Luís Manuel Borges Gouveia A gestão da implementação Estrutura de planeamento de projectos avaliação e gestão de risco a gestão de projectos despiste e tratamento de problemas de implementação técnicas de revisão de implementação 1
2 planeamento de um projecto estimar recursos recursos humanos recursos materiais custos dos recursos envolvidos das materias primas de operação (directos e indirectos) tempo como estimar o tempo necessário para desenvolver um projecto método histórico tempos medidos em cada uma das tarefas que compõem o projecto, registados em projectos semelhantes já realizados anteriormente método intuitivo confiar na experiência de profissionais com capacidade de estimar após a sua participação em projectos semelhantes método formula normalizada obter valores típicos disponíveis para o tipo de actividades do projecto 2
3 tempo necessário para desenvolver o projecto complexidade contexto, estrutura, dimensão, domínio de conhecimento, inovação características dos recursos humanos envolvidos experiência, conhecimento, motivação, disponibilidade interrupções não directamente relacionadas com o projecto condições meteorológicas, atrasos de terceiros, falhas e avarias de equipamentos métodos de planeamento de projectos PERT CPM critical path method diagrama de GANTT diagramas de barras tem em consideração os tempos de execução das partes que constituem o projecto 3
4 PERT planear divisão do projecto em actividades programar determinação das relações de dependência entre as actividades controlar representação gráfica das actividades e do seu relacionamento PERT técnica baseada na teoria de grafos constituido por uma rede representando dois tipos de elementos (actividades e acontecimentos) actividades (tendo como símbolo o arco - seta) acontecimentos (tendo como símbolo o círculo) as actividades consomem tempo para serem realizadas os acontecimentos ocorrem por sí, quer como arranque do projecto, quer como objectivos alcançados 4
5 PERT representação gráfica a, 3 2 e, 1 b, 3 d, c, 2 f, 3 acontecimento actividade PERT representação em tabela Act Act. Prec. Duração a - 3 b - 3 c b 2 d a 7 e a f c, d 3
6 PERT permite visualizar a interdependência entre actividades identificar as actividades que não podem sofrer atraso, sem modificar o tempo previsto para a conclusão do projecto responde a questões do tipo: quais as actividades que podem ser iniciadas e realizadas antes da actividade J quais as actividades que estão impedidas de realizarem o seu início antes da conclusão da actividade L PERT conceitos associados caminho crítico tempo crítico actividade crítica actividade paralela actividade fictícia data mais cedo data mais tarde folga 6
7 PERT Cálculo: data mais cedo e data mais tarde 0 e a, 3 b, 3 Tempo crítico = e 8 2 e, d, 7 3 c, e e f, 3 data mais cedo data mais tarde PERT Cálculo: caminho crítico e folga a, e, b, 3 0 d, c, 2 f, folga caminho crítico 7
8 PERT actividade paralela b, 4 a, 4 d, c, errado b, 4 a, 4 c, d, certo fictícia, 0 PERT actividade fictícia 1 2 a, 3 b, 2 3 c, 3 4 errado 1 a, 3 2 b, 2 3 c, 3 fictícia, 0 4 certo 8
9 CPM critical path method utiliza os conceitos de rede de planeamento, caminho crítico, folga de actividades do PERT difere do PERT principalmente por razões históricas; desenvolvidos independentemente, possuem apenas pequenas diferenças o CPM foi originalmente concebido para resolver problemas de programação de calendário na indústria o PERT foi concebido para lidar com problemas de incerteza, como a adopção de novas tecnologias ou a programação de projectos inovadores CPM critical path method O CPM é um modelo deterministico, isto é não utiliza tempos aleatórios para a duração das actividades admite-se no CPM apenas as variações nos tempos das actividades, não da sua duração mas como resultado das limitações planeadas ou esperadas inerentes ao projecto, em que se pode acelerar o tempo de realização de uma dada actividade (com um acréscimo de custo) o PERT é um modelo probabilístico, por utilizar conceitos de probabilidade na estimação da duração das actividades 9
10 CPM critical path method vantagens visualiza as relações e interdependências entre actividades visualiza as sequências de actividades permite a previsão das datas dos acontecimentos permite a identificação das actividades que não devem ser atrasadas permite a definição das folgas existentes entre actividades permite a definição do caminho crítico facilita a tomada de decisões CPM critical path method desvantagens (para projectos de maior dimensão) exige um planeamento de maior complexidade para casos complexos, é de representação e construção difícil obriga à utilização de computador para efectuar os cálculos obriga à realização de um planeamento cuidado a leitura e análise do planeamento realizado, revelam-se dificeis 10
11 diagrama de GANTT desenvolvido pelo físico David Gantt, também designado por gráfico de barras constituído por um sistema de eixos coordenados, representando-se no eixo das ordenadas as actividadades e no eixo das abcissas o tempo o tempo é normalmente definido em dias, semanas ou meses são necessários dois grupos de dados: as actividades a realizar e a sua respectiva duração diagrama de GANTT representação gráfica a b c d e f actividade folga actividade crítica 11
12 diagrama de GANTT vantagens planeamento fácil, simples e claro fácil adição de novas actividades fácil eliminação de actividades análise fácil, directa e imediata orientado para o parâmetro tempo diagrama de GANTT desvantagens dificuldade na detecção das interrelações entre actividades (dependências entre actividades) difícil detectar actividades inúteis difícil estimativa de tempos apenas é possível efectuar um controlo genérico (questões do tipo: que outras actividades podem prosseguir antes de começar a actividade x ) modificações profundas provocam o redesenho do plano 12
Network Diagrams Tipos e evolução
Network Diagrams Tipos e evolução O network diagram foi desenvolvido para ultrapassar a inabilidade do Gantt e Milestone Chart em demonstrar as dependências entre actividades e eventos. Um network diagram
MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM)
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) DOCENTE: 2006 1 1. INTRODUÇÃO O planeamento e controlo da produção orientado
Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Engenharia Civil. Planejamento Operacional de Obras. Gerenciamento de Prazo
Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Engenharia Civil Planejamento Operacional de Obras Gerenciamento de Prazo 1 GERENCIAMENTO DE PROJETOS INTRODUÇÃO PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE
Projetos - definição. Projetos - exemplos. Projetos - características
Projetos - definição Pesquisa Operacional II Projeto é uma série de atividades que objetivam gerar um produto (saída, output) Geralmente consiste em um empreendimento temporário Michel J. Anzanello, PhD
PESQUISA OPERACIONAL -OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO EM REDES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PESQUISA OPERACIONAL -OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO EM REDES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Esta aula tem por base o Capítulo 6 do livro de Taha (2008): Otimização em Redes
GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1
GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho
PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S
PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S Professora: Eng. Civil Mayara Custódio, Msc. PERT/CPM PERT Program Evaluation and Review Technique CPM Critical Path Method Métodos desenvolvidos em
PREPARANDO A IMPLANTAÇÃO
Início Revisão Crítica A P POLÍTICA AMBIENTAL Melhoria Contínua Verificação e Ação Corretiva C D Planejamento IMPLEMENTAÇÃO Início Revisão Crítica Planejamento A C Melhoria Contínua P D POLÍTICA AMBIENTAL.
Seminário sobre energia eléctrica INOTEC
A importância dos diagnósticos. As redes subterrâneas de MT, normalmente fiáveis do ponto de vista técnico, apresentam pontos fracos importantes a ter em conta durante o seu tempo de vida útil, designadamente:.
Gerenciamento de Projetos (parte 1)
Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus de Juazeiro Colegiado de Engenharia de Produção Gerenciamento de Projetos (parte 1) Disciplina: Gestão de serviços Professor: Marcel de Gois Pinto Considere
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle 2.6. Gráfico de Gantt Para facilitar a visualização e entendimento da programação, a rede PERT pode ser
INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL MÉTODOS DE PLANEAMENTO. Capítulo II Método PERT
INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL MÉTODOS DE PLANEAMENTO Capítulo II Método PERT António Carlos Morais da Silva Professor de I.O. i II. Método PERT...II-. Introdução...II- 2. Duração da Actividade...II- 3. Estimativas
GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1
GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Conceito de projecto ideia ou intuito de executar algo representação em perspectiva conjunto de documentos, cálculos e
GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL
GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL FSP - Faculdade Sudoeste Paulista Departamento Engenharia Civil ENGª. M.Sc. Ana Lúcia de Oliveira Daré Cap. 9: PROGRAMAÇÃO DE TEMPO E DE RECURSOS 9.1 PROGRAMAÇÃO DE PRAZOS
GESTÃO DOS PROCESSOS DE INTERRUPÇÃO E RESTABELECIMENTO DO FORNECIMENTO A CLIENTES FINAIS
GESTÃO DOS PROCESSOS DE INTERRUPÇÃO E RESTABELECIMENTO DO FORNECIMENTO A CLIENTES FINAIS 1 INTRODUÇÃO Definição das regras e procedimentos a utilizar nos processos de interrupção e restabelecimento do
DIAGRAMAS DE REDE TÉCNICAS DO CAMINHO CRÍTICO PERT / CPM
DIAGRAMAS DE REDE TÉCNICAS DO CAMINHO CRÍTICO PERT / CPM Program Evaluation and Review Technique PERT: VISÃO GERAL Program Evaluation and Review Technique Técnica para avaliação e revisão de programa.
Sistemas de Informação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento. Luís Manuel Borges Gouveia [email protected]
Sistemas de Informação para a Sociedade da Informação e do Conhecimento Luís Manuel Borges Gouveia [email protected] Versão 4.6-2º semestre 2003/04 1996-2004 LMBG, Universidade Fernando Pessoa baseado nos acetatos
Anúncio de concurso. Fornecimentos
1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:333384-2013:text:pt:html Alemanha-Karlsruhe: Fornecimento de um sistema de vídeo para gestão de riscos destinado ao centro
Fase 2: Planeamento. Pós Graduação em Gestão de Recursos Humanos e Benefícios Sociais
Fase 2: Planeamento Neste ponto do ciclo da gestão do projecto estão identificadas as actividades do projecto A tarefa seguinte da equipa de planeamento é determinar a ordem em que essas actividades devem
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle 2.5. Diagramas de redes de precedência O CPM Critical Path Method, consiste em uma rede com setas representativas
MODELAGEM DE SISTEMA Apresentação
MODELAGEM DE SISTEMA Apresentação Prof Daves Martins Msc Computação de Alto Desempenho Email: [email protected] Apresentação da Disciplina Apresentação da Disciplina Apresentação da Disciplina
GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1
GESTÃO Gestão dos Processos e Operações: 8.2-Gestão da Qualidade DEG/AB 1 GESTÃO DA QUALIDADE Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor Consumidor: qualidade é o grau em que o produto satisfaz as
SEMINÁRIOS AVANÇADOS GESTÃO DE PROJECTOS
SEMINÁRIOS AVANÇADOS DE GESTÃO DE PROJECTOS 2007 Victor Ávila & Associados - Victor Ávila & Associados Centro Empresarial PORTUGAL GLOBAL, Rua do Passeio Alegre, nº 20 4150- Seminários Avançados de Gestão
PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Jurídicos. 10.6.2005 PE 360.003v01-00
PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão dos Assuntos Jurídicos 2009 10.6.2005 PE 360.003v01-00 ALTERAÇÕES 1-17 Projecto de recomendação para segunda leitura Michel Rocard Patenteabilidade das invenções
Ferramentas de planejamento e controle
Ferramentas de planejamento e controle Capítulo 10 1. Tabelas de precedência Na construção de um edifício, as fundações não podem ser lançadas até que o terreno esteja limpo Discussão, consultoria e orientação
PERT/CPM. POP II UDESC Prof. Adelmo A. Martins
PERT/CPM POP II UDESC Prof. Adelmo A. Martins PERT/CPM Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos. Utilizado para gerenciar tempo e custos dos empreendimentos
CPM Método do Caminho Crítico
CPM Método do Caminho Crítico CPM Método do Caminho Crítico O serviço de manutenção de máquinas é indispensável e deve ser constante. Por outro lado, é necessário manter a produção, conforme o cronograma.
Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado
Método do Caminho Crítico PERT /CPM Prof. Marcio Cardoso Machado - Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos - Fatores: prazo, custo e qualidade - Aplicado
Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?
Índice Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Como efectuar uma operação de confirmação de estimativas? Como aceder ao Serviço de Certificação
Especificação Operacional.
Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite
Gerenciamento de Projetos Modulo VI Tempo
Gerenciamento de Projetos Modulo VI Tempo Prof. Walter Cunha [email protected] http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais
Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos
Técnico/a Especialista de Automação, Robótica e Controlo Industrial Nível 4
TÉCNICO/A ESPECIALISTA DE AUTOMAÇÃO, ROBÓTICA E CONTROLO INDUSTRIAL CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL Conceber, programar, planear e coordenar
Gerenciamento de Projetos. Faculdade Unisaber 2º Sem 2009
Semana de Tecnologia Gerenciamento de Projetos Faculdade Unisaber 2º Sem 2009 [email protected] O que é um Projeto? Projeto é um "esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço
Curso de Gestão ramo de Gestão de Empresas. U.C. de Gestão da Produção
Curso de Gestão ramo de Gestão de Empresas U.C. de Gestão da Produção Nicolau de Almeida Doutor em Gestão (PhD in Management by Technical University of Lisbon) Professor de Gestão e Marketing Coordenador
Para tanto, em 1958, foi desenvolvido o método do PERT Program Evaluation and Review Technique pela empresa de consultoria Booz, Allen & Hamilton.
OS MÉTODOS DO PERT & CPM. Origem dos Métodos. Durante a década de 1950, enquanto transcorria a guerra fria entre os EEUU e a extinta URSS, a marinha dos Estados Unidos realizou o projeto dos submarinos
REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos
Gestão da Informação
Gestão da Informação Problemas típicos das empresas no âmbito da gestão da informação Luis Borges Gouveia, [email protected] Aveiro, Fevereiro de 2001 elementos de estudo Empresa (abordagem sistémica) conceptualizada
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE PONTE DE SOR
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE PONTE DE SOR CURSOS PROFISSIONAIS ANO LECTIVO 2006 / 2007 Cursos Profissionais Cursos vocacionados para a qualificação inicial dos alunos, privilegiando
Regulamento de Estágio do Mestrado em Desporto 2009
Instituto Politécnico de Santarém ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Este regulamento enquadra-se no âmbito do artigo 21.º do regulamento específico do
TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO
TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6
Sistema de formação e certificação de competências
Sistema de Formação e Certificação de Competências Portal das Escolas Manual de Utilizador Docente Referência Projecto Manual do Utilizador Docente Sistema de formação e certificação de competências Versão
Logística e Gestão da Distribuição
Logística e Gestão da Distribuição Custos na distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Custos da distribuição necessidade de conhecimento dos custos básicos da distribuição para o planeamento
Regulamento da Biblioteca da EB1/JI da Cruz da Areia Agrupamento de escolas José Saraiva
Regulamento da Biblioteca da EB1/JI da Cruz da Areia Agrupamento de escolas José Saraiva Artigo 1º DEFINIÇÃO A Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos da EB1/JI da Cruz da Areia é constituída
Planejamento do TEMPO Técnica de Redes PERT/CPM e Diagramas de GANTT
RDS de PLNJMNTO Planejamento do TMPO Técnica de Redes PRT/PM e Diagramas de GNTT É a representação gráfica de um algoritmo (seqüencia de passos) na seqüência lógica do Planejamento com as interdependências
4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS
4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente
Gerenciamento de Projetos PMP-Prep Master Class Modulo 04 Prazo. Direitos autorais OBJETIVO DO MÓDULO
Gerenciamento de Projetos PMP-Prep Master Class Modulo 04 Prazo Gerhard Tekes, PMP, OPM3-CC 2009 3PTA Tekes e Associados Serv. Gerenciais Ltda., [email protected], (71) 3012.6611 Slide 1 Direitos autorais
"Caminho Crítico é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.
Conceituação básica: Caminho Crítico x Corrente Crítica Publicado originalmente em 08/2008 em http://www.spiderproject.com.br/exemplos/problemabasico01.htm Caminho crítico Origem: Wikipédia, a enciclopédia
UFCD 8 Controlo e armazenagem de mercadorias Carga horária 50 horas ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS
ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS O que é a armazenagem? A armazenagem é constituída por um conjunto de funções: - de recepção, - descarga, - carregamento, matérias-primas, - arrumação produtos acabados ou semi-acabados
Módulo 9 - Project Management
Gestão das Operações Módulo 9 - Project Management 9-1 Sumário (1/3) 1. Perfil de uma empresa o Grupo BECHTEL 2. A importância da Gestão de Projecto 3. Planeamento do Projecto 1. O Project Manager 2. Desagregação
Contrato de Assistência Técnica ao Programa pleon
Contrato de Assistência Técnica ao Programa pleon dbgep/99999 Entre: -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos
CASO DE ESTUDO SOBRE SIG
Laboratório Regional de Engenharia Civil Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira Câmara Municipal do Funchal Sistema Integrado para a Implementação de Sustentabilidade CASO
Formas de criar uma empresa
Formas de criar uma empresa A ideia Franchising Spin off Aquisição de empresas 1 A IDEIA Observação atenta das mudanças e das novas necessidades na economia e na sociedade É importante clarificar e desenvolver
Modelagem e Simulação
AULA 8 Modelagem e Simulação Modelagem Processo de construção de um modelo; Capacitar o pesquisador para prever o efeito de mudanças no sistema; Deve ser próximo da realidade; Não deve ser complexo. Tipos
CAPÍTULO 7 TÉCNICAS GRÁFICAS DE PLANEAMENTO
Processos de Gestão ADC/DEI/FCTUC 1999/000 Cap. 7. Técnicas Gráficas de Planeamento 1 7.1. Interesse CAPÍTULO 7 TÉCNICAS GRÁFICAS DE PLANEAMENTO Da fase anterior de planificação do projecto resulta uma
PHC Factoring. A solução para a gestão dos contratos de Factoring, respectivas cessões, adiantamentos e recibos das entidades aderentes.
PHCFactoring DESCRITIVO Este módulo permite aos aderentes fazer a gestão integrada dos vários Contratos de Factoring, nomeadamente das respectivas cessões, adiantamentos e recibos, bem como o controlo
O planejamento do projeto. Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler
O planejamento do projeto Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos Aula 8 Prof. Rafael Roesler 2 Introdução Processo de definição das atividades Sequenciamento de atividades Diagrama de
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO Primeira Fase
122 ANEXO A Questionário de Avaliação Este anexo contém o Questionário utilizado para avaliar as características do mantenedor, o nível de experiência da equipe de manutenção e o nível de conhecimento
PROPOSTA DE OBJETIVOS 2015-2016 : SIADAP 3
PROPOSTA DE OBJETIVOS 2015-2016 : SIADAP 3 OBJETIVOS COMUNS A TODOS OS GRUPOS PROFISSIONAIS: Obj. 1 Assegurar o cumprimento das regras estabelecidas relativamente aos horários de trabalho, em conformidade
Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T.
Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T. 54 3Inquérito às necessidades de formação profissional em higiene e segurança do trabalho 59 Inquérito às necessidades de formação profissional
MULTIMÉDIA. Aprendizagem Multimédia. Luís Manuel Borges Gouveia. IM - Instituto Multimédia Porto, 9 de Maio de 1994. Luis Gouveia
MULTIMÉDIA Aprendizagem Multimédia Luís Manuel Borges Gouveia IM - Instituto Multimédia Porto, 9 de Maio de 1994 Introdução Q Aprendizagem multimédia X Onde a realizar? X Como a concretizar? Q Luís Manuel
Planeamento Serviços Saúde
Planeamento Serviços Saúde Estrutura Organizacional João Couto Departamento de Economia e Gestão Universidade dos Açores Objectivos Definição de estrutura organizacional. Descrever a configuração e as
Prof. Celia Corigliano. Unidade II GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Prof. Celia Corigliano Unidade II GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade
Divisão de Assuntos Sociais
Divisão de Assuntos Sociais Programa de Apoio às Entidades Sociais de Odivelas (PAESO) Índice Pág. Preâmbulo 1 1. Objectivos 2 2. Destinatários 2 3. Modalidades de Apoio 2 3.1. Subprograma A - Apoio à
FICHA DE CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO
CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Estudo da Sustentabilidade das Empresas Recém Criadas Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), co-financiado pelo Estado
Engenharia de Software
Conceitos básicos sobre E.S: Ambiência Caracterização do software Fases de desenvolvimento 1 Introdução Aspectos Introdutórios Crise do Software Definição de Engenharia do Software 2 Crise do Software
PROJETO NOVAS FRONTEIRAS
PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DE PRAZOS SCHEDULE MANAGEMENT PLAN Preparado por Tarcísio Viana Tavares Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010
PERT CPM. Ferramentas de Desenvolvimento. Referencial Bibliográfico. Isnard Martins
Ferramentas de Desenvolvimento Isnard Martins Referencial Bibliográfico Administração da Produção e Operações - L.Ritzman & Krajewsky I. Martins Notas de Aula PERT CPM Método PERT - CPM ou Método do Caminho
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha
Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Albergaria-a-Velha Preâmbulo Na perspectiva de garantir a todos os cidadãos a participação solidária em acções de voluntariado, a Lei n.º 71/98,
Escolas. Segurança nas. Escolas. nas. Segurança. Escolas. Segurança das Escolas ajudar os órgãos de gestão dos estabelecimentos.
egurança Segurança Segurança A segurança deve ser uma preocupação comum a todos os membros da comunidade educativa pessoal docente e não docente, alunos, pais, encarregados de educação e representantes
NCRF 19 Contratos de construção
NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento
Gerenciamento do Tempo do Projeto (PMBoK 5ª ed.)
Gerenciamento do Tempo do Projeto (PMBoK 5ª ed.) O gerenciamento do tempo inclui os processos necessários para gerenciar o término pontual do projeto, logo o cronograma é uma das principais restrições
PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS. Nota justificativa
PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA AS NOVAS ZONAS E LOTEAMENTOS INDUSTRIAIS Nota justificativa A criação de novas Zonas e loteamentos Industriais tem como principal finalidade
Planear. dinamizar. avaliar. orientar. monitorizar
dinamizar Planear orientar avaliar monitorizar Conceito Ankira é uma NOVA Plataforma para A gestão de Estruturas residenciais para idosos. A gestão destes equipamentos assenta em dois pilares fundamentais:
Decreto-Lei n.º 100/2003 de 23 de Maio (Publicado no DR, I-A, n.º 119, de 23.05.2003, Págs. 3215 a 3218)
REGULAMENTO DAS CONDIÇÕES TÉCNICAS E DE SEGURANÇA A OBSERVAR NA CONCEPÇÃO, INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS BALIZAS DE FUTEBOL, DE ANDEBOL, DE HÓQUEI E DE PÓLO AQUÁTICO E DOS EQUIPAMENTOS DE BASQUETEBOL EXISTENTES
Objectivos de um projecto:
MSProject2003 Eng. Jaime Martins Projecto: esforço concertado para atingir um objectivo realizado num determinado tempo dispondo de um determinado conjunto de recursos Objectivos de um projecto: realizar
Centro de Formação de Associação de Escolas de. Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel. Acção de Formação
Centro de Formação de Associação de Escolas de Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel Acção de Formação Geogebra - Uma visita aos programas de Matemática dos 2º e 3º Ciclos Relatório final Pedro José Marques
MOG-45 - GESTÃO DE OPERAÇÕES LISTA DE EXERCÍCIOS 2
MOG-45 - GESTÃO DE OPERAÇÕES LISTA DE EXERCÍCIOS 2 1. Questões teóricas de sistemas de planejamento da produção: a. Defina e descreva planejamento agregado. b. Relacione as vantagens e desvantagens dos
definido, cujas características são condições para a expressão prática da actividade profissional (GIMENO SACRISTAN, 1995, p. 66).
A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES PROFISSIONAIS DE ESTUDANTES DE PEDAGOGIA Rita de Cássia de Alcântara Braúna UFV/MG - [email protected] Agência Financiadora: FAPEMIG e CNPq Introdução Pesquisas na área da formação
Bibliotecas da Universidade de Coimbra
Bibliotecas da Universidade de Coimbra Documento Final Regulamento de Empréstimo Domiciliário O empréstimo domiciliário é um serviço prestado ao utilizador que tem como objectivo a cedência de documentos
GESTÃO DE PESSOAS E PROJETOS
GESTÃO DE PESSOAS E PROJETOS 7º semestre Eng. Produção Prof. Luciel Henrique de Oliveira [email protected] Gestão do TEMPO em Projetos Redes e Cronogramas Prof. Luciel Henrique de Oliveira Como Gerenciar o
Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse
Módulo 2 Análise de Grupos de Interesse No Módulo 2... Porquê realizar uma análise de grupos de interesse? Identificação dos grupos de interesse Avaliação da importância e influência dos grupos de interesse
