MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM)
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- Júlio César Mirandela Pedroso
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1 UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) DOCENTE:
2 1. INTRODUÇÃO O planeamento e controlo da produção orientado para a produção de produtos unitários (edifícios, pontes, etc) é normalmente classificado de Gestão de Projectos. Foram desenvolvidos alguns métodos de planeamento e controlo de projectos. Os métodos que têm sido aplicados com maior sucesso são: CPM ( Critical Path Method) PERT ( Program Evaluation and Review Technic) O método CPM teve origem em 1957 e foi desenvolvido por Keley e Walker na aplicação de um projecto de construção de uma instalação industrial. 2
3 2. OBJECTIVO DO CPM Indicar o tempo que será necessário para a conclusão do projecto; Indicar quais as actividades que contribuem directamente para essa duração (actividades criticas). Fundamental: Rede Precedências; Durações das actividades; 3
4 3. REGRAS DO CPM Apenas existe um nó de partida e de chegada; Cada actividade ou tarefa é representada por uma única seta; A dimensão da seta representa a duração da actividade; 2 tarefas A e B que se sucedem em sequência são representadas por duas setas, seguidas uma da outra; 2 tarefas simultâneas são representada no mesmo alinhamento; 2 tarefas convergentes são ligas ao nó seguinte por setas diferentes; As setas são sempre linhas rectas e não se cruzam; Existe a recta do tempo. 4
5 4. REDES DE ACTIVIDADES DO CPM Rede de durações orientada constituindo um modelo de precedências entre actividades representadas por arcos e onde os nós representam acontecimentos de inicio e fim. Podem existir actividades actividades fictícias, isto é, sem duração, apenas para estabelecer relações de precedência. A cada nó estão associados 2 tipos de instante de tempo: tci Tempo i mais cedo de Acontecimento Tci Tempo i mais tardio de Acontecimento tcj Tempo j mais cedo de Acontecimento Tcj Tempo j mais tardio de Acontecimento 5
6 5. FORMA DE COLOCAÇÃO DOS TEMPOS tci Tci Actividade Duração (D) tcj Tcj 6
7 6. CAMINHO CRITICO CAMINHO CRITICO: - É constituído pela sequência mais longa das actividades que ligam o nó inicial da rede ao seu nó final, determinando, portanto, o prazo mínimo de execução do projecto. ACTIVIDADES CRITICAS: - São as que integram o caminho crítico e contribuem directamente para a duração do projecto. Por isso, qualquer atraso numa actividade crítica provocaria atraso na conclusão do projecto. 7
8 6. CAMINHO CRITICO (cont.) - O conjunto das actividades críticas define o caminho critico. Determina-se usando as actividades que ligam os nós com folga nula. 8
9 7. FOLGAS - Representa a diferença entre a duração da actividade e o tempo que o projecto permite para actividade, é o espaço de tempo que a actividade tem para jogar com o instante de inicio e possíveis atrasos. - As actividades não criticas têm folga - As actividades criticas têm folga = 0 TIPOS DE FOLGAS: - Folga Ligada - Folga Livre - Folga Total 9
10 7. FOLGAS (cont.) - Folga Ligada = Tcj tcj - Folga Livre = tcj tci D - Folga Total = Folga Ligada + Folga Livre Coordenadas: (Folga Ligada; Folga Livre; Folga Total) 10
11 EXEMPLO 1 1. Qual é a Duração do Projecto? 2. Qual é o Caminho Critico? 11
12 EXEMPLO 2 Actividade Antecessor Imediato Duração A - 3 B - 6 C A; E 3 D B 10 E B 3 F C; D 8 G D 3 1. Qual é a Duração do Projecto? 2. Qual é o Caminho Critico? 12
13 EXEMPLO 3 Actividade Antecessor Imediato Duração A - 10 B - 15 C A;B 20 D C 25 E B 10 F C 10 G F 10 H E 30 I B;G 15 J D Qual é a Duração do Projecto? 2. Qual é o Caminho Critico? 13
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