Avaliação setorial do Plano Diretor de Curitiba
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- Regina Madeira Bennert
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1 Setembro, 2013 Avaliação setorial do Plano Diretor de Curitiba Autores: Maria Teresa Bonatto de Castro; Marília Isfer Ravanello; Mônica Máximo da Silva; Nelson Yukio Nakata. IPPUC: Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba
2 CONTEXTO PLANO DIRETOR VIGENTE: lei nº /2004: Revisão do Plano Diretor de 1966 e adequação ao Estatuto das Cidades¹. ¹Lei de 10 de julho de 2001; Resolução nº 34/2005 Ministério das Cidades (orientações e recomendações quanto à forma de elaboração do PDDU). MONITORAMENTO e acompanhamento do Plano Diretor: Responsabilidade do IPPUC (Setor de Monitoração);
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4 OBJETIVO Desenvolvimento de uma METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO que refletisse de forma eficiente o DESEMPENHO DO MUNICÍPIO e que permitisse a MONITORAÇÃO CONTÍNUA das políticas urbanas.
5 METODOLOGIA Avaliação SETORIAL do Plano Diretor; Adoção de INDICADORES de Desenvolvimento; Tradução em NÚMEROS, ou em VARIÁVEIS QUANTIFICÁVEIS, o desempenho das diretrizes e das ações específicas do Plano Diretor e dos planos subsequentes; Definição CONJUNTA dos indicadores com as secretarias, fundações e demais instituições envolvidas.
6 METODOLOGIA CRITÉRIOS para seleção dos indicadores: Relevância: Relação lógica entre o indicador e a avaliação a que se propõe; Consistência: Confiabilidade e precisão dos dados; Viabilidade: Disponibilidade e periodicidade da divulgação dos dados; Maleabilidade: Capacidade da equipe avaliadora em analisar e relatar os dados; Abrangência: Cobertura territorial ou disponibilidade de série histórica; Acessibilidade: Simplicidade na comunicação dos resultados.
7 METODOLOGIA Metodologia para avaliação dos indicadores: ANÁLISE DE DESEMPENHO MÉTODO GENEBRINO OU DISTANCIAL
8 ANÁLISE DE DESEMPENHO DEFINIÇÃO: Comparação e análise quantitativa entre valores resultados de uma e outra época; MÉTODO DE AVALIAÇÃO: O desempenho é avaliado individualmente, conforme critérios estabelecidos pelas competências envolvidas; RESULTADO: Método simples de cores, onde: Não houve alterações significativas; Houve melhora nos resultados do indicador; Houve piora nos resultados do indicador.
9 ANÁLISE DE DESEMPENHO EXEMPLO: PLANO SETORIAL DE SAÚDE Foto: Cesar Brustolin/SMCS
10 SAUDE ÁREAS INDICADORES 1970/ / / /2009 DESEMPENHO POPULAÇÃO NASCIDOS VIVOS COBERTURA VACINAL SITUAÇÃO NUTRICIONAL MORTALIDADE Número total de nascidos vivos Proporção de nascidos vivos segundo idade materna inferior a 20 anos ,9 14,3 Proporção de nascidos vivos segundo mães analfabetas e com escolaridade até 1º grau incompleto Proporção de nascidos vivos segundo número de consultas de pré-natal > e = ,5 19,1 73,6 88,6 Cobertura vacinal para menores de 1 ano - Tetravalente 95,4 95,0 Prevalência de déficit ponderal (peso abaixo do 3º percentil) em crianças menores de cinco anos nas chamadas nutricionais Coeficiente de mortalidade infantil < 1 ano por nascidos vivos Taxa de mortalidade infantil até 5 anos por nascidos vivos Taxa de mortalidade por acidentes de trânsito para habitantes 4,30 2,80 47,32 28,18 14,73 8,9 54,22 31,58 16,84 10,75 30,94 42,16 25,94 18,04 Taxa de homicídios para habitantes 7,30 16,01 22,41 41,22 Coeficiente de mortalidade geral padronizado por idade por habitantes 8,24 7,57 6,28 5,49 (população brasileira de 2000) Taxa de mortalidade por Aids para habitantes 9,15 6,32 Taxa de mortalidade por neoplasias de câncer de útero ajustado por idade 8,80 8,62 8,38 4,36 por mulheres Taxa de mortalidade por doenças transmissíveis para habitantes 81,30 23,86 23,17 15,83
11 SAUDE ÁREAS INDICADORES 1970/ / / /2009 DESEMPENHO POPULAÇÃO Taxa de incidência de leptospirose para habitantes 11,65 4,69 Taxa de incidência de tuberculose para MORBIDADE habitantes 48,27 30,83 24,40 Taxa de incidência de hepatite A para habitantes 44,90 5,22 Taxa de incidência de Aids para habitantes 39,60 32,93 Nº total de equipamentos de saúde - rede municipal Nº de unidades 24H + CMUMs 5 8 Nº de unidades de saúde básicas com especialização + especializadas 5 11 Nº total de hospitais INFRAESTRUTURA Nº de hospitais que prestam atendimento ao SUS * Nº total de leitos Nº de leitos SUS * Nº de leitos em UTI 526 Nº de leitos em UTI - SUS *Esta redução não é indicativa de piora de desempenho, mas aponta a reorganização da atenção à saúde no Município.
12 MÉTODO GENEBRINO Desenvolvido na década de 60 pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento das Nações Unidas (UNRISD): Indicador de medição do nível de satisfação das necessidades materiais e culturais da população. No Brasil, a primeira aplicação da metodologia ocorreu em 1984, por meio de um trabalho conjunto entre o IPPUC e o IPARDES². Década de 90: Monitoração da qualidade de vida. ²Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social
13 MÉTODO GENEBRINO 1º PASSO) Definição GRUPOS DE NECESSIDADE da população: PLANOS SETORIAIS; MOBILIDADE urbana e transporte integrado; HABITAÇÃO e habitação de interesse social; CONTROLE AMBIENTAL e desenvolvimento sustentável; DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO; Desenvolvimento social ABASTECIMENTO; Desenvolvimento social CULTURA; Desenvolvimento social SAÚDE; Desenvolvimento social - promoção e AÇÃO SOCIAL; Desenvolvimento social EDUCAÇÃO; Desenvolvimento social - ESPORTE E LAZER; SEGURANÇA e defesa civil. 2º PASSO) Seleção dos medidores: INDICADORES;
14 MÉTODO GENEBRINO 3º PASSO) Definição dos LIMIARES mínimos, máximos e empírico: Uso de critérios ESTATÍSTICOS³ e COMPARATIVOS 4 ; ³BAIRROS DO MUNICÍPIO: com corte de 20% daqueles com melhor e pior desempenho; 4 CAPITAIS BRASILEIRAS: Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Goiânia e Campo Grande. 4º PASSO) Cálculo do ÍNDICE PARCIAL: Índice numérico, calculado através de fórmula específica 5, variável de 0 a 100; 5 I = 100. (Y Y min ) Y máx - Y min Onde: I = Índice Parcial; Y = Indicador observado; Y máx = limiar máximo; Y mín = limiar mínimo.
15 MÉTODO GENEBRINO EXEMPLO: Taxa de mortalidade por Aids para habitantes % 88,2% Limiar máximo = 4,1/100 mil habitantes (Brasília) Valor empírico = 7,5/100 mil habitantes (Curitiba) 0% Limiar mínimo= 33/100 mil habitantes (Porto Alegre)
16 MÉTODO GENEBRINO 5º PASSO) Cálculo 6 dos ÍNDICES GRUPAIS e do ÍNDICE SINTÉTICO (Índice de Desenvolvimento de Curitiba - IDC). 6 média aritmética simples Resultados divididos em cinco faixas de satisfação: 80 a 100% - Excelente; 60 a 80% - Ótimo; 40 a 60% - Bom; 20 a 40 % - Regular; 0 a 20% - Ruim.
17 MÉTODO GENEBRINO EXEMPLO: PLANO SETORIAL DE SAÚDE Foto: Brunno Covello/SMCS
18 SAÚDE SAUDE EIXOS ÁREAS INDICADORES Proporção de nascidos vivos segundo idade materna inferior a 20 anos Proporção de nascidos vivos segundo mães NASCIDOS VIVOS analfabetas e com escolaridade até 1º grau incompleto Proporção de nascidos vivos segundo número de consultas de pré-natal > e = COBERTURA Cobertura vacinal para menores de 1 ano - VACINAL Tetra Taxa de mortalidade infantil < 1 ano (/1.000 NV) Taxa de mortalidade infantil até 5 anos (/1.000 NV) Taxa de mortalidade por acidentes de trânsito para habitantes Taxa de homicídios para habitantes - MORTALIDADE 2008 Taxa de mortalidade por Aids para habitantes Taxa de mortalidade por neoplasias de câncer de colo de útero ajustado por idade por mulheres Taxa de mortalidade por doenças transmissíveis para habitantes Taxa de incidência de tuberculose para habitantes MORBIDADE Taxa de incidência de Aids para habitantes INFRAESTRUTURA MELHOR VALOR PIOR VALOR VALOR EMPÍRICO ÍNDICE PARCIAL 13,0 19,3 14,7 73,0 20,2 28,3 20,2 100,0 88,2 62,7 88,2 100,0 ÍNDICE GRUPAL 91,0 95,0 82,0 94,7 97,7 97,7 9,8 14,0 9,8 100,0 11,2 16,4 11,2 100,0 9,8 31,7 24,0 35,1 25,3 43,6 43,6 0,0 4,10 33,00 7,5 88,2 4,07 6,10 4,5 78,8 18,3 51,8 18,4 99,7 14,7 127,5 29,5 86,9 7,5 61,8 16,7 82,9 N de unidades de saúde ,7 Nº total de leitos/1.000 habitantes ,2 1,2 3,6 60,0 Nº de leitos do SUS/1.000 habitantes ,4 0,8 2,0 46,2 71,69 84,9 58,29 ÍNDICE SINTÉTICO 80,7
19 IDC INDICE DE DESENVOLVIMENTO DE CURITIBA EIXOS CONTROLE AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MOBILIDADE URBANA E TRANSPORTE INTEGRADO HABITAÇÃO E HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DESENVOLVIMENTO SOCIAL SEGURANÇA E DEFESA CIVIL ÁREAS ÍNDICE GRUPAL Meio Físico e Biota 74,66 Gestão Ambiental 71,73 Acessibilidade 69,01 Trânsito 43,78 Transporte Público 70,11 Infraestrutura 67,42 Produção Habitacional 46,69 Ocupações Irregulares 49,29 Unidades Habitacionais 75,72 Renda 81,50 Economia 68,70 Turismo 62,00 Abastecimento 60,46 Assistência e Promoção Social 84,91 Cultura 26,22 Educação 58,02 Esporte e Lazer 48,49 SAÚDE 81,20 Crimes e Contravenções 33,66 Trânsito 85,70 Ação Policial e Defesa Civil 46,71 ÍNDICE SINTÉTICO 73,20 62,58 57,23 70,73 59,88 55,36 ÍNDICE DE CURITIBA 63,16
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21 CONSIDERAÇÕES FINAIS DIFICULDADES: INDISPONIBILIDADE DE DADOS; PERIODICIDADE de divulgação; Desafio na INTERPRETAÇÃO DE FENÔMENOS URBANOS COMPLEXOS; CONQUISTAS: Obtenção ao mesmo tempo de um INDICADOR GLOBAL, síntese de uma série de indicadores, e a AVALIAÇÃO PONTUAL das ações do município, por meio dos índices parciais. Ferramenta que permite a MONITORAÇÃO CONTÍNUA do município e, em muitos casos, a identificação da LOCALIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS que afetaram o seu desempenho.
22 CONSIDERAÇÕES FINAIS Aumento de DEMANDA pelo acesso à INFORMAÇÃO; Uso dos INDICADORES como FONTE DE PESQUISA e como INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO (Ex. PPA); Reflexo do fortalecimento dos mecanismos de PARTICIPAÇÃO SOCIAL e do reconhecimento da atividade da monitoração como FERRAMENTA DE PLANEJAMENTO URBANO. Contexto de REVISÃO de PLANOS DIRETORES Municipais: a atividade da monitoração urbana ganha prestígio no cenário nacional. OPORTUNIDADE para discussão e consolidação de METODOLOGIAS de sistemas de acompanhamento e controle das ações municipais.
23 REFERENCIAS ALVIM, A. T. B.; CASTRO, L. G. R. Avaliação de Políticas Urbanas: contexto e perspectivas. São Paulo, SP: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mackpesquisa e Romano Guerra Editora, BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, BRASIL. Estatuto da cidade (2001). Estatuto da Cidade: Lei nº , de 10 de Julho de 2001, que estabelece diretrizes gerais da política urbana. Brasília, DF: CIDADES. Resolução nº 34, de 01 de Julho de Brasília, DF: Diário Oficial da União de 14 de Julho de 2005, Seção 1, pag.89, CURITIBA. Lei nº de 31 de julho de Institui o Plano Diretor de Curitiba e aprova as suas diretrizes básicas, para orientação e controle do desenvolvimento integrado do município. Curitiba, PR: CURITIBA. Lei nº de 16 de dezembro de Dispõe sobre a adequação do Plano Diretor de Curitiba ao Estatuto da Cidade - lei federal nº /01, para orientação e controle do desenvolvimento integrado do município. Curitiba, PR: IPPUC. Qualidade de vida. Curitiba, PR: IPPUC, SLIWIANY, R. M. Sociometria: Como avaliar a qualidade de vida e projetos sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
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