Brasília DF Abril, 2014
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- Micaela Paiva Palmeira
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1 Avaliação do processo de implementação dos Centros-dia de Referência para a Pessoa com Deficiência e suas Famílias, no âmbito do Plano Viver Sem Limite, na Região Nordeste Projeto de pesquisa apresentado para seleção na chamada pública MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 DESENVOLVIMENTO SOCIAL TEMA 1: Assistência Social A Implementação do Plano Viver Sem Limites Coordenador: Prof. Dr. Edgilson Tavares de Araújo Brasília DF Abril, 2014
2 Equipe Coordenação Geral: Edgilson Tavares de Araújo (UFRB) Pesquisadoras: Profa. Dra. Rosana de Freitas Boullosa(UFBA) Profa. Dra. Alice DiannezziGambardela DTI -B Profa. Dra. Maria Amélia Corá (PUC-SP) Eline Peixoto (Mestranda GPPSS UFRB) Emanuelle Santos Silva (Mestranda GPPSS UFRB) DTI-C 5 bolsistas ITI (em fase de seleção)
3 Contexto Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2008) Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência -Viver Sem Limite (Decreto 7.612, de 17 de novembro, de 2011) 15 Ministérios, CONADE, entes federados e sociedade civil - 38 metas ( ) - R$7,6 bilhões. Eixos -educação, saúde, acessibilidade e inclusão social: Alterações do Benefício de Prestação Continuada (BPC) implementação do programa BPC Trabalho PSE de Média Complexidade: 27 Centros-dias de Referência; PSE de Alta Complexidade: 200 Residências Inclusivas (BRASIL, 2013).
4 Marco Conceitual Pessoas com Deficiência: são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, obstruem sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. (CDPC, BRASIL, 2012) Incapacidade: uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidades de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida (BRASIL, 1999) Dependência Risco e Vulnerabilidade Cuidados Serviços socioassistenciais
5 Centro-diade Referência Serviço socioassistencial especializado, tipificado, de média complexidade, voltado a jovens e adultos com todos os tipos de deficiência e suas famílias - referenciado ao CREAS. Objetivos: desenvolvimento da convivência; fortalecimento de vínculos familiar, social e grupal; e aprimoramento dos cuidados pessoais. Funciona5diasporsemana,10horaspordia,inclusivenohoráriodoalmoço. Equipe de Referência: 01 Coordenador de nível superior, 01 Assistente Social, 01 Psicólogo, 01 Terapeuta Ocupacional e 10 cuidadores de nível médio, para cadagrupode30usuáriosnoturno.
6 Centro-diade Referência - critérios da Resolução CNAS nº 011/2012 I Capitais e/ou Distrito Federal; II HabilitaçãoemgestãobásicaouplenadoSUAS,paraosmunicípios; III Com Centro de Referência de Assistência Social - CRAS e CREAS implantados e em funcionamento(censo SUAS 2011 ou CadSUAS); IV Com Estratégia de Saúde da Família ESF, Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF e Centros de Habilitação e Reabilitação em Saúde, em funcionamento V Com pessoas com deficiência beneficiárias do BPC identificadas por meio do Sistema de Acompanhamento do BPC/DATAPREVs
7 Centro-diade Referência Meta Plano Viver sem Limite 27CD,sendoumporEstado. Resoluções CIT 007, 02/04/2012 e CNAS 011, 24/04/2012 estabeleceram: Critérios de implantação do serviço e de partilha dos recursos para Municípios e Distrito Federal; Valores do cofinanciamento federal: ,00 por mês/por Centro-dia(custeio); Cofinancimento do Estado para o Município: 50% do valor do cofinanciamento federal; Orientações técnicas sobre o Serviço: Perguntas e Respostas; Caderno sobre Estruturação do Serviço em Centro-dia, metodologias acessíveis e instrumentais facilitadores da organização do Serviço.
8 Centro-diade Referência Em fase de implementação 1ª. Etapa - JUN/ Curitiba (PR) 2 -Belo Horizonte (MG) 3 -Campo Grande (MS) 4 -João Pessoa (PB) - inaugurado dez ª. Etapa -DEZ/ Distrito Federal 6 -Goiânia (GO) 7 -Manaus (AM) 8 -Rio Branco (AC) 9 -Araguaína (TO) 10 -São Luiz (MA) inaugurado mar Recife(PE) 12 -Natal (RN) 13 -Maceió (AL) 14 - Aracaju(SE) 15 -Salvador (BA) 16 -Campinas (SP) inaugurado nov São Gonçalo (RJ) 18 - Joinville (SC) 19 -Caxias do Sul (RS) 3ª. Etapa MAIO/ Cuiabá (MT) 21 Teresina (PI) 22 - Macapá (AP 23 - Fortaleza (CE) 4ª. Etapa - JUNHO/ Boa Vista (RR) 25 -Belém (PA) 26 -Porto Velho (RO) 27 -Vitória (ES)
9 Problema da pesquisa Como vem ocorrendo localmente a implementação do modelo de oferta de serviços e gestãodo Centro-Dia no que concerne às suas dimensões político-institucional, cognitiva, técnica-operacional e de gestão (com suas exigências de inovação), nas capitais da Região Nordeste?
10 Objetivos da pesquisa GERAL: Mapear e categorizar os principais entraves, desafios e adaptações (institucionais, políticos, cognitivos, técnicos e de gestão) para a efetiva implementação do funcionamento e gestão dos Centros-dia de Referência para a Pessoa com Deficiência nas capitais da região nordeste. ESPECÍFICOS: Identificar as inovações no desenho e implementação da política pública de Assistência Social voltada para a pessoa com deficiência. Avaliar o estágio de implementação dos Centros-dias em cada capital do nordeste. Propor um conjunto de indicadores de monitoramento dos serviços socioassistenciais prestados e da gestão dos Centros-dia. Identificar os principais avanços e entraves percebidos em termos da prestação de atendimentos socioassistenciais e articulação da rede SUAS. Apontar possíveis soluções e aprendizagens obtidas durante o processo de implementação dos Centros-dia.
11 Metodologia Avaliação de processo, in-itinere, qualitativa. 9CapitaisdoNE+ Campinas(SP) FASE 1: Análise documental, criação de instrumentos de pesquisa (6 roteiros semiestruturados), entrevistas em profundidade com gestores e técnicos dos 3 CD inaugurados. FASE 2: Validação de indicadores, criação de instrumentos (formulários), visitas in loco nos 9 CD em implementação para entrevistas em profundidade. FASE 3: Feedback dos resultados e apontamento de soluções, apoio a implementação.
12 Metodologia -Entrevistas técnico/gestor do órgão gestor municipal da Assistência Social responsável diretamente pela implementação do Centro-dia; técnico/gestor do órgão gestor estadual da Assistência Social responsável diretamente pela implementação do Centro-dia; coordenador do Centro-dia; coordenador do CREAS que referencia o Centro-dia; equipe técnica do Centro-dia (terapeuta ocupacional, psicólogo e assistente social); umcuidador.
13 Metodologia -Dimensões 1) Político-institucional - aspectos referentes aos relacionamentos políticos e institucionais (inclusive burocráticos e legais) existentes nos processos de pactuação e cofinanciamento. 2) Cognitiva como vem sendo ocorrendo a apreensão das novas gramáticas e concepções conceituais trazidas na proposta do Centro-dia e como se reflete nos processos de formação e aprendizagem das equipes gestoras e executoras do serviço. 3) Técnico-operacional formas de operacionalização técnica da oferta dos serviços/ inovação. 4) Gestão instrumentos de gestão/ qualidade da oferta dos serviços/ modelos gerenciais.
14 DIMENSÃO CRITÉRIOS INDICADORES Político-institucional Cognitiva Qualidade e sustentabilidade da pactuação realizada entre os entes federados Aprendizagem e formação da equipe - Prazos de repasse de recursos entre os entes federados - Tempo para criação e funcionamento do Centro-dia -Modelos de tomada de decisão -Parceria técnica entre MDS, órgãos gestores estaduais, municipais e Centro-dia - Cumprimento de metas pactuadas - Criação de instância de controle social - Articulação territorial da rede socioassistencial -mobilização de recursos financeiros, humanos e materiais etc. - adaptações de usos de conceitos/palavras antigas e novas - processos de seleção e capacitação da equipe - perfil da equipe técnica - perfil dos cuidadores -espaços e formas de discussão de casos pela equipe - nível de inovação dos atendimentos prestados etc.
15 Técnicooperacional Gestão Compreensão do serviço socioassistencial Estilo de gestão - qualidade do funcionamento efetivo do serviço - progressão da quantidade de usuários do serviço - utilização de instrumentos e metodologias de trabalho propostas pelo MDS - parcerias técnicas para execução de projetos - expansão do atendimento - diferenciais dos serviços socioassistenciais - variedade dos atendimentos prestados - atendimento das demandas dos usuários - perfil e atuação da equipe interdisciplinar - perfil e atuação dos cuidadores -qualidade dos planos de atendimento individual e - acompanhamento das aquisições dos usuários - qualidade dos projetos executados etc. - condições de infraestrutura, qualidade ambiental, acessibilidade - articulação territorial com outros equipamentos públicos e rede privada - modelos de tomada de decisão. - espaços de reunião da equipe para discutir processos de gestão. - utilização/adaptação de instrumentos de instrumentos de gestão propostos pelo MDS - qualidade do plano de atendimento da unidade - nível de burocratização dos processos de gestão - efetividade no uso dos recursos financeiros etc.
16 Obrigado!
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