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- Nicholas Cruz Pinho
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR RISCO OCUPACIONAL: SANGUE E SECREÇÕES ALEX M. DE BARROS NUNES (Disciplina de Infectologia Pediátrica da UNIFESP/EPM) MAGALY CECÍLIA F. REICHERT (Profa. da Escola de Enfermagem da UNIFESP/EPM)
2 RISCO OCUPACIONAL: SANGUE E SECREÇÕES PROFISSIONAIS DE SAÚDE INFECÇÃO INFECÇÕES HEPATITE B VÍRUS HEPATITE B (HBV) 5 a 10% FORMA CRÔNICA 20% CIRROSE 6% CA FÍGADO SHAPIRO CN - Occupacional risk of infection with hepatitis B and hepatitis C virus Surg Clin North Am, 6: , 1995
3 INFECÇÕES HEPATITE C VÍRUS HEPATITE C (HCV) 75 a 85% FORMA CRÔNICA 10 a 20% CIRROSE 1 a 5% CA FÍGADO CDC - Recommendations for prevention and control of hepatitis C virus (HCV) infection and HCV - related chronic disease. MMWR 47 (RR19): 1-39, 1998 AIDS VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (HIV)
4 RISCO DE INFECÇÃO APÓS ACIDENTE PERCUTÂNEO ACIDENTE PERCUTÂNEO COM PACIENTE INFECTADO: PATÓGENO ENVOLVIDO; STATUS IMUNE DO PROFISSIONAL DE SAÚDE; GRAVIDADE DO ACIDENTE; MEDIDAS DE PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO NIOSH - NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH /CDC -Alert Preventing Needlestick Injuries in Health Care Settings - Publication No , November 1999.
5 RISCO DE INFECÇÃO APÓS ACIDENTE PERCUTÂNEO VÍRUS HEPATITE B APÓS EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA ENTRE 6% e 30% CDC - Immunization of health care workers: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) and the Hospital Infection Control Practices Advisory Committee (HICPAC). MMWR 46 (RR18): 1-42, 1997 VÍRUS DA HEPATITE C APÓS EXPOSIÇÃO PERCUTÂNEA É DE 1,8% CDC - Recommendations for prevention and control of hepatitis C virus (HCV) infection and HCV - related chronic disease. MMWR 47 (RR19): 1-39, 1998
6 RISCO DE INFECÇÃO APÓS ACIDENTE RISCO MÉDIO ADQUIRIR HIV APÓS EXPOSIÇÃO COM SANGUE: PERCUTÂNEO - 0,3% MUCOCUTÂNEO - 0,09% GERBERDING JL - Incidence and prevalence of human immunodeficiency virus, hepatitis B virus, hepatitis C virus, and cytomegalovirus among health care personnel at risk for blood exposure: final report from a longitudinal study. J Infect Dis,, 6: , 1994 RISCO DE TRANSMISSÃO APÓS EXPOSIÇÃO DE SANGUE INFECTADO PELO HIV EM PELE ÍNTEGRA É MENOR QUE 0,09%
7 FATOR EMOCIONAL O IMPACTO EMOCIONAL DE UM ACIDENTE COM AGULHA PODE SER FORTE E DURADOURO, MESMO QUANDO NÃO HÁ CONTAMINAÇÃO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE O DESCONHECIMENTO DA SOROLOGIA DO PACIENTE- FONTE ACENTUA AINDA MAIS O ESTRESSE DO PROFISSIONAL ACIDENTADO, DA SUA FAMÍLIA E DOS SEUS COLEGAS DE TRABALHO NIOSH - NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH /CDC -Alert Preventing Needlestick Injuries in Health Care Settings - Publication No , November 1999.
8 RISCO OCUPACIONAL: SANGUE E SECREÇÕES O QUE FAZER? PRECAUÇÕES PADRÃO 1) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) 2) CUIDADOS PARA MANIPULAÇÃO E DESCARTE DE MATERIAIS PÉRFURO-CORTANTES PROCEDIMENTOS QUE DEVEM SER SEGUIDOS APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO POTENCIALMENTE CONTAMINADO MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO - MINISTÉRIO DA SAÚDE - 13/06/01 http:
9 CUIDADOS COM MATERIAIS PÉRFURO-CORTANTES RECOMENDAÇÕES ESPECÍFICAS: MÁXIMA ATENÇÃO DURANTE A REALIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS; JAMAIS UTILIZAR OS DEDOS COMO ANTEPARO DURANTE A REALIZA- ÇÃO DE PROCEDIEMENTOS QUE ENVOLVAM PÉRFURO-CORTANTES; AS AGULHAS NÃO DEVEM SER REENCAPADAS, ENTORTADAS, QUE- BRADAS OU RETIRADAS DA SERINGA COM AS MÃOS; NÃO UTILIZAR AGULHAS PARA FIXAR PAPÉIS; TODO MATERIAL PÉRFURO-CORTANTE, MESMO QUE ESTÉRIL, DEVE SER DESPREZADO EM RECIPIENTES RESISTENTES E COM TAMPA OS RECIPIENTES PARA DESCARTE NÃO DEVEM SER PREENCHIDOS ACIMA DO LIMITE DE 2/3 DE SUA CAPACIDADE TOTAL E DEVEM SER COLOCADOS SEMPRE PRÓXIMOS DO LOCAL ONDE É REALIZADO O PROCEDIMENTO. MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO - MINISTÉRIO DA SAÚDE - 13/06/01 http:
10 TENDÊNCIAS OS ACIDENTES PERCUTÂNEOS PODEM SER EVITADOS: ELIMINANDO USO DESNECESSÁRIO DE AGULHAS; USANDO DISPOSITIVOS COM SISTEMAS DE SEGURANÇA; PROMOVENDO PRÁTICAS SEGURAS DE TRABALHO; PROMOVENDO EDUCAÇÃO EM SERVIÇO NIOSH - NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH /CDC -Alert Preventing Needlestick Injuries in Health Care Settings - Publication No , November 1999.
11 EPIDEMIOLOGIA a ACIDENTES POR ANO - USA METADE DESSES ACIDENTES NÃO SÃO COMUNICADOS ACIDENTES COMUNICADOS ENVOLVEM EQUIPE ENFERMAGEM 30 ACIDENTES COM AGULHA PARA CADA 100 LEITOS POR ANO AGULHAS - PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES PERCUTÂNEOS NIOSH - NATIONAL INSTITUTE FOR OCCUPATIONAL SAFETY AND HEALTH /CDC -Alert Preventing Needlestick Injuries in Health Care Settings - Publication No , November BRASIL???
12 ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO HOSPITAL SÃO PAULO - JAN 1994 A JUN 2000 n= 1767 CARACTERÍSTICAS Nº (%) SEXO FEMININO ,5 MASCULINO ,5 ATIVIDADE ENFERMAGEM ,1 MÉDICOS 140 7,9 RESIDENTES (MEDICINA E ENFERMAGEM) ,1 ALUNOS 161 9,1 LIMPEZA ,4 LABORATÓRIO 64 3,6 OUTROS 43 2,4 IGNORADOS 17 1,0 LOCAL PRONTO-SOCORRO ,7 UNIDADES CLÍNICAS ,9 UNIDADES CIRÚRGICAS ,9 UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA 164 9,3 CENTRO CIRÚRGICO 132 7,5 OUTROS ,8 DESCONHECIDOS 133 7,5 FONTE : COMISSÃO DE EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR - HOSPITAL SÃO PAULO - UNIFESP - JUNHO 2001
13 ACIDENTES COM MATERIAL BIOLÓGICO HOSPITAL SÃO PAULO - JAN 1994 A JUN 2000 n= 1767 (continuação) CARACTERÍSTICAS Nº (%) DISPOSITIVO AGULHA ,1 LÂMINA 133 7,5 OUTROS ,5 IGNORADO 97 5,5 MOMENTO DO ACIDENTE SELF-INDUCED ,1 MOVIMENTO DO PACIENTE 124 7,0 MOVIMENTO DE COLEGA 106 6,0 REENCAPE ,4 DESCARTE INADEQUADO ,5 USO DE EPI SIM ,7 NÃO ,0 FLUIDO BIOLÓGICO SANGUE ,6 OUTROS ,5 DESCONHECIDO ,4 FONTE : COMISSÃO DE EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR - HOSPITAL SÃO PAULO - UNIFESP - JUNHO 2001
14 RISCO OCUPACIONAL: SANGUE E SECREÇÕES A MELHOR PREVENÇÃO É NÃO SE ACIDENTAR!
15 PROCEDIMENTOS RECOMENDADOS EM CASO DE EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO 1) CUIDADOS LOCAIS LAVAGEM EXAUSTIVA COM ÁGUA E SABÃO NA ÁREA EXPOSTA (PERCUTÂNEO) LAVAGEM EXAUSTIVA COM ÁGUA OU SORO FISIOLÓGICO APÓS EXPOSIÇÃO EM MUCOSAS 2) MEDIDAS ESPECÍFICAS DE QUIMIOPROFILAXIA - HIV DEVERÁ SER INICIADA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL ENTRE 1 A 2 HORAS APÓS O ACIDENTE A DURAÇÃO DA QUIMIOPROFILAXIA É DE 4 SEMANAS MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO - MINISTÉRIO DA SAÚDE - 13/06/01 http:
16 MEDIDAS ESPECÍFICAS DE QUIMIOPROFILAXIA HIV CONDIÇÃO SOROLÓGICA DO PACIENTE NÃO É CONHECIDA INDICADA A QUIMIOPROFILAXIA DEVE SER REAVALIADA SUA MANUTENÇÃO RESULTADO SOROLOGIA PACIENTE-FONTE TESTE ANTI-HIV DO PACIENTE FONTE ACONSELHAMENTO RECOMENDA-SE UTILIZAÇÃO DE TESTES RÁPIDOS ANTI-HIV TESTES RÁPIDOS ANTI-HIV NÃO SÃO DEFINITIVOS P/ DIAGNÓSTICO NOS ACIDENTES GRAVES É MELHOR COMEÇAR A QUIMIOPROFILAXIA E POSTERIORMENTE REAVALIAR A MANUTENÇÃO OU MUDANÇA DO TRATAMENTO
17 INDICAÇÕES DE ANTI-RETROVIRAIS AVALIAÇÃO DE QUIMIOPROFILAXIA (QP) PARA O HIV MATERIAL BIOLÓGICO DE RISCO? SOROLOGIA ANTI-HIV CONHECIDA? SIM NÃO HIV NEGATIVO HIV POSITIVO PACIENTE - FONTE COM SOROLOGIA DESCONHECIDA PACIENTE -FONTE DECONHECIDO (LIXO,ETC) QP DESNECESSÁRIA HIV DESCONHECIDO TIPO DE EXPOSIÇÃO MUCOSA OU PELE NÃO ÍNTEGRA VOLUME DE MATERIAL BIOLÓGICO PELE ÍNTEGRA QP DESNECESSÁRIA PERCUTÂNEA GRAVIDADE BAIXA CARGA VIRAL A ALTA CARGA VIRAL B C 1 + A OU 1 + C QP NÃO RECOMENDADA PEQUENO GRANDE PEQUENO RISCO GRANDE RISCO 1 + B OU 2 + C OU 3 + C CONSIDERAR QP BÁSICA 2 + A RECOMENDAR QP BÁSICA B OU 3 + A OU 3 + B RECOMENDAR QP EXPANDIDA
18 QUIMIOPROFILAXIA PARA HIV QUIMIOPROFILAXIA BÁSICA = AZT + 3TC Indicada em exposições com risco conhecido de transmissão QUIMIOPROFILAXIA EXPANDIDA = AZT + 3TC + IP (IDV ou NFV) Indicada em exposições com risco elevado de transmissão pelo HIV Quimioprofilaxia = potencial de toxicidade, então: não é indicada em exposições com risco desprezível de transmissão e o esquema expandido não é recomendado para todos os tipos de exposição
19 MEDICAMENTOS USADOS NA PROFILAXIA APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AZT cap. 100 mg - 2 cap., 8/8h ou 3 cap., 12/12h eventos adversos: anemia, neutropenia, leucopenia, plaquetopenia, náuseas,vômitos, astenia, cefaléia, miopatia, pigmentação ungueal e de mucosas 3TC comp. 150mg - 2 comp., 12/12h eventos adversos: pancreatite, diarréia, dor abdominal, anemia, neutropenia
20 MEDICAMENTOS UTILIZADOS NA PROFILAXIA APÓS EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL IDV cap. 400mg - 2 cap., 8/8h (com ingestão de líquidos > 1,5litros/dia) eventos adversos: nefrolitíase, hematúria, cefaléia, insônia, náuseas, vômitos, astenia, fadiga, dist.do paladar, pele e boca secas, dor abdominal, plaquetopenia, hiperbilirrubinemia indireta assintomática, hipercolesterolemia, aumento de TGL, hiperglicemia e diabetes NFV comp. 250mg - 3 comp., 8/8h eventos adversos: diarréia, exantema, flatulência, náuseas, dor muscular, fraqueza, aumento de TGL, hipercolesterolemia, hiperglicemia e diabetes
21 ACOMPANHAMENTO DO PROFISSIONAL período de 6 meses, se material fonte- infectado ou com pacientes-fonte desconhecido se paciente-fonte HIV negativo, somente se houver risco de janela imunológica rastreamento de síndrome mono-like (80% dos profissionais que soroconvertem) rastreamento de sinais de intolerância medicamentosa, inclusive com exames laboratoriais efeitos colaterais são geralmente leves e transitórios e os mais graves se resolvem com a suspensão das medicações
22 ACOMPANHAMENTO DO PROFISSIONAL acompanhamento sorológico: no momento do acidente, 6 e 12 semanas e 6 meses após o mesmo período de 12 meses, se sintomas de infecção aguda pelo HIV ou passado sugestivo de deficiência de resposta imune ou exposição simultânea ao HCV orientação quanto às medidas de prevenção durante o acompanhamento (preservativos; contra-indicados doação de sangue/órgãos, gravidez e aleitamento materno)
23 MEDIDAS ESPECÍFICAS DE QUIMIOPROFILAXIA PARA HEPATITE B Vacina (preferencialmente como prevenção) Gamaglobulina Hiperimune (maior eficácia se recebida dentro de 24 a 48h) Profissional de Saúde exposto: Não Vacinado Previamente vacinado Com resposta vacinal conhecida e adequada 1 Sem resposta vacinal Resposta vacinal desconhecida Paciente-fonte: HBsAg positivo HBIG * + iniciar vacinação Nenhuma medida específica HBIG* + 1 dose da vacina contra hepatite B 2 ou HBIG (2x) 3 Testar o profissional de saúde: Se resposta vacinal adequada: nenhuma medida específica Se resposta vacinal inadequada: HBIG* + 1 dose da vacina contra hepatite B 2 ou HBIG* (2x) 3 HBsAg negativo Iniciar vacinação Nenhuma medida específica Nenhuma medida específica Nenhuma medida específica HBsAG desconhecido Ou não testado ## Iniciar vacinação Nenhuma medida específica Se fonte de alto risco 4, tratar como se fonte HBsAg positivo Testar o profissional de saúde: Se resposta vacinal adequada = nenhuma medida específica Se resposta vacinal inadequada: aplicar 1 dose da vacina contra hepatite B 2 ou HBIG* (2x) 3 MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO - MINISTÉRIO DA SAÚDE - 13/06/01 http:
24 MEDIDAS ESPECÍFICAS PARA HEPATITE C A única medida eficaz é a prevenção da ocorrência do acidente! A investigação do paciente-fonte e o acompanhamento sorológico do profissional de saúde é importante para a caracterização de uma doença ocupacional Se paciente-fonte desconhecido, realizar sorologia do profissional (anti- HCV) no momento e 6 meses após o acidente dosagem de TGO/TGP no momento, 6 semanas e 6 meses após o acidente Se paciente-fonte HCV positivo, oferecer PCR em serviços de referência para diagnóstico precoce do profissional
25 ORIENTAÇÕES GERAIS QUANTO À LEGISLAÇÃO Privada - comunicação até 24h, através do CAT Pública - comunicação até 10 dias (RJU, lei nº 8112/90, arts ) Serviços Estaduais e Municipais - regimes jurídicos específicos Quimioprofiláticos, vacina Hep.B e HBIG devem ser disponibilizados pelos locais de trabalho, públicos ou privados (estes, sob suas expensas)
26 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 1 Título: Needle stick injuries in country general practice Autores: D.Lum; Z Mazon; G.Meyer-Rochon; G.Neveldsen; M.Siriwardena; P.Turner; H.Firth Fonte: NZ Med J 110: 122-5, 1997 Resultados: 87 acidentes em 65 (22%) profissionais com taxas por categorias: 25/100médicos/6sem e 17/100enf./6sem (p=0,11) Procedimento mais comum: sutura (médicos) e injeções (enfermeiras) fator reencape de agulhas (RR=2,64 CI95 1,09-6,40) Percepção de risco como médio/alto: 36% médicos e 17% enfermeiras
27 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 2 Título: Accidental blood contact during orthopedic surgical procedures Autores: A. C. Folin & G. M. Nordström Fonte: Infec Control Hosp Epidemiol 18: 244-6, 1997 Resultados: 88 contatos com sangue em 83 profissionais, durante 65 acidentes 78 profissionais incluídos com 93 sítios de exposição ao sangue, sendo os mais frequentes: face, mãos e braços 79% dos acidentes envolveram respingos de sangue e/ou irrigação de fluidos com exposição da pele íntegra 13% acidentes pérfuro-cortantes, sendo mais frequentes nos quirodáctilos esquerdos (todos destros) e o procedimento envolvido mais comum foi a sutura
28 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 3 Título: Sharps disposal in the emergency department: simple techniques and equipment Autor: T. Zimmers Fonte: Am J Emerg Med 17: 53-4, 1999 Nota Clínica: lembrar que nunca devemos reencapar agulhas mas sim depositá-las usando apenas uma das mãos; os locais de depósitos devem ser inclusos nas bandejas de procedimentos; tais depósitos provisórios devem ser facilmente visíveis a todos os profissionais de saúde (por ex.: frascos vazios de medicações de uso parenteral ou pequenos copos de plástico resistentes)
29 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 4 Título: Application of continuous quality improvement tools to the reduction in risk of needlestick injury Autores: L. Burnett & D. Chesher Fonte: Infec Control Hosp Epidemiol 16: 503-5, 5, 1995 Resultados: redução de cinco vezes no número de seringas para gasometria que chegavam ao laboratório ainda contendo suas agulhas Conclusões: o risco de acidentes com agulhas entre profissionais de laboratório pode ser reduzido através da oferta de seringas para gasometria previamente heparinizadas e encapadas às equipes clínicas, sem o incremento do risco de acidentes para estas últimas
30 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 5 Título: The routine wearing of gloves: impact on the frequency of needlestick and percutaneous injury and on surface contamination in the operating room Autores: B. Ben-David & L. Gaitini Fonte: Anesth Analg 83: 623-8, 1996 RESULTADOS: No período I, houve 2855 procedimentos anestésicos, com 8 acidentes com agulhas e um percentual total de acidentes pérfuro- cortantes de 0,6% No período II, houve 2953 procedimentos, 3 acidentes com agulhas (sendo 1 em profissional sem luvas) e um percentual total de 0,27% p = 0,06 (incluindo o acidente sem luvas no período II) e p < 0,05 (excluíndo o mesmo)
31 ARTIGOS RELACIONADOS À BIOSSEGURANÇA 5 RESULTADOS (CONTINUÇÃO) Em relação aos sítios pesquisados para sangue oculto, no ambiente de trabalho dos anestesistas, houve 28 com pesquisas positivas no período I, 16 no período II e 47 com pesquisas negativas, em ambos os períodos (p = 0,07) A pesquisa adicional de sangue oculto em objetos pessoais dos anestesistas (total de 12 canetas e 6 óculos para leitura) revelou 28% de contaminação no período I e 16,7%, no período II Os comentários favoráveis à regulamentação do uso rotineiro de luvas foram nitidamente mais frequentes entre os médicos mais jovens, ao contrário dos mais antigos, cuja principal reclamação foi a dificuldade para tomar notas com luvas.
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