Segurança do Paciente
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- Ágatha Carmona de Andrade
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1 Segurança do Paciente Patricia Fernanda Toledo Barbosa Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa/MS Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente - CIPNSP
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3 O CONTEXTO
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7 Segurança do Paciente? Estima-se que um em cada dez doentes internados sofre um incidente que causará danos durante a sua estadia no serviço de saúde. De acordo com as estimativas, em qualquer dia, 1,4 milhões de pessoas estão sofrendo no mundo por terem contraído uma infecção no ambiente da saúde. Em alguns países, um em cada dez internações hospitalares são devidas a eventos adversos. O que é mais grave é que cerca de metade dos incidentes que o dano poderia ter sido evitado com padrões atuais de cuidados de saúde. Às vezes, com pequenos gestos, como lavar as mãos ou o uso sistemático de uma folha de verificação, você pode ajudar a salvar muitas vidas. Fonte: OMS, 2010, disponível em
8 From: Five System Barriers to Achieving Ultrasafe Health Care Ann Intern Med. 2005;142(9): doi: / Barreira 1: aceitação das limitações no desempenho máximo Barreira 2: Abandono de Autonomia Profissional Barreira 3: Transição da Mindset de artesão ao de um Ator Equivalent Barreira 4: Necessidade de Sistema de Nível de Arbitragem para otimizar estratégias de segurança Barreira 5: A necessidade de simplificar regras e regulamentos profissionais Figure Legend: Average rate per exposure of catastrophes and associated deaths in various industries and human activities.the size of the box represents the range of risk in which a given barrier is active. Reduction of risk beyond the maximum range of a barrier presupposes crossing this barrier. Shaded boxes represent the 5 system barriers. ASA = American Society of Anesthesiologists. Date of download: 5/24/2013 Copyright The American College of Physicians. All rights reserved.
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10 Evento Adverso Qualquer definição deve incorporar três elementos: a natureza negativa do evento, o impacto no paciente e a origem deve ser provável a alguma parte do cuidado. Fonte: Walshe K. Adverse events in health care: issues in measurement. Quality in Health Care 2000; 9:47-52.
11 Causalidade de Eventos Adversos
12 Dados da OMS para a América Latina, 2010
13 Quão Danoso é o Sistema de Saúde?
14 Distribuição da Severidade de Falhas. Fonte: A look into the nature and causes of human errors in the intensive care unit. Donchin Y, Gopher D, Olin M, et al, Qual. Saf. Health Care 2003; Donchin 12: Y et al. Qual Saf Health Care 2003;12: Copyright BMJ Publishing Group Ltd and the Health Foundation. All rights reserved.
15 Distribuição da Severidade de Falhas. Muitos dessas falhas poderiam ser atribuídas a problemas de comunicação entre os médicos e enfermeiras; Aplicando os conceitos de engenharia de fator humano com o estudo dos pontos fracos da Unidade específica (no caso, uma UTI) pode ajudar a reduzir o número de falhas As falhas não devem ser consideradas como uma doença incurável, mas sim como fenômenos evitáveis. Fonte: A look into the nature and causes of human errors in the intensive care unit. Donchin Y, Gopher D, Olin M, et al, Qual. Saf. Health Care Donchin 2003; 12: Y et al. Qual Saf Health Care 2003;12: Copyright BMJ Publishing Group Ltd and the Health Foundation. All rights reserved.
16 Lugar errado, Procedimento Errado e Cirurgia em Paciente Errado Wrong-Site, Wrong-Procedure, and Wrong-Patient Surgery
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18 Erros de sítio cirúrgico podem ocorrer pelas mesmas razões que a esmagadora maioria dos eventos adversos em saúde: não por causa de pessoas más, mas boas pessoas que trabalham em sistemas ruins. Fonte: S G Fraser, W Adams. Wrong site surgery. Br J Ophthalmol July; 90(7):
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21 Política Pública Ações para se produzir efeitos específicos Ações que influenciam a vida do cidadão Embate em torno de ideias e interesses
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23 A experiência do Credenciamento POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO
24 Instituições da Rede Sentinela Política escrita de gestão de risco que apóie o cumprimento da legislação sanitária vigente: 1) Estratégias para vigilância de eventos adversos; 2) Mecanismos claros de identificação e monitoramento de riscos; 3) Mecanismos claros para investigação de eventos e divulgação dos resultados para a instituição; 4) Plano de minimização de riscos; 5) Integração e articulação da gestão de risco com as outras políticas institucionais. Fonte: Critérios para Credenciamento de Instituições na Rede Sentinela (Ano 2011)- CVISS/NUVIG/ANVISA
25 A falta de segurança na atenção à saúde é considerada hoje como um problema global de saúde pública. Fonte: OMS, 2010, disponível em
26 PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Art. 2º O PNSP tem por objetivo geral contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Art. 3º Constituem-se objetivos específicos do PNSP: I - promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde, por meio da implantação da gestão de risco e de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde; II - envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente; III - ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente; IV - produzir, sistematizar e difundir conhecimentos sobre segurança do paciente; e V - fomentar a inclusão do tema segurança do paciente no ensino técnico e de graduação e pós-graduação na área da saúde.
27 PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). I - Segurança do Paciente: redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde; II - dano: comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico; III - incidente: evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário ao paciente; IV - Evento adverso: incidente que resulta em dano ao paciente; V - Cultura de Segurança: configura-se a partir de cinco características operacionalizadas pela gestão de segurança da organização: a) cultura na qual todos os trabalhadores, incluindo profissionais envolvidos no cuidado e gestores, assumem responsabilidade pela sua própria segurança, pela segurança de seus colegas, pacientes e familiares;
28 PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). b) cultura que prioriza a segurança acima de metas financeiras e operacionais; c) cultura que encoraja e recompensa a identificação, a notificação e a resolução dos problemas relacionados à segurança; d) cultura que, a partir da ocorrência de incidentes, promove o aprendizado organizacional; e e) cultura que proporciona recursos, estrutura e responsabilização para a manutenção efetiva da segurança; e VI - gestão de risco: aplicação sistêmica e contínua de iniciativas, procedimentos, condutas e recursos na avaliação e controle de riscos e eventos adversos que afetam a segurança, a saúde humana, a integridade profissional, o meio ambiente e a imagem institucional.
29 PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Art. 6º Fica instituído, no âmbito do Ministério da Saúde, Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (CIPNSP), instância colegiada, de caráter consultivo, com a finalidade de promover ações que visem à melhoria da segurança do cuidado em saúde através de processo de construção consensual entre os diversos atores que dele participam. Art. 7º Compete ao CIPNSP: I - propor e validar protocolos*, guias e manuais voltados à segurança do paciente em diferentes áreas, tais como: * Protocolos objeto de consulta pública
30 PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). a) infecções relacionadas à assistência à saúde; b) procedimentos cirúrgicos e de anestesiologia; c) prescrição, transcrição, dispensação e administração de medicamentos, sangue e hemoderivados; d) processos de identificação de pacientes; e) comunicação no ambiente dos serviços de saúde; f) prevenção de quedas; g) úlceras por pressão; h) transferência de pacientes entre pontos de cuidado; e i) uso seguro de equipamentos e materiais;
31 Programa Nacional de Segurança do Paciente
32 Gestão do Programa Fiocruz Ministério da Saúde Anvisa
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34 PNSP Planejamento Estratégico de Implantação Prioridades Estratégicas Objetivos Medidas Alvos Processos & Iniciativas Regulação e Regulamentação -Lançamento da PNSP -Consultas Publicas guias, manuais e protocolos -Publicação RDC36/2013 -Reduzir dano ao paciente -Reduzir custo ao sistema de saúde -No. Publicações e Notícias (mídia) -No. Acessos Consulta Publica 01/Abril/13 Anúncio 02/Abril/13 Cons.Publica 26/Jul/13 publicação RDC Implantação -Núcleos de Segurança -Protocolo de Segurança (PS) -Sistema para Identificação de Eventos Adversos (EA) nos hospitais e serviços de saúde -Criar cultura da Segurança -Implantar práticas de segurança -Reduçao de eventos que causam dano grave ao paciente -% de hospitais com Comitê Implantado -% hospitais cadastrados no CNES -Cadastrar Nucleos no CNES -Estabelecer plano treinamento -Implantar Protocolos em Hospitais progressivamente (05/50/500/5Mil) -Desenhar Sistema Notificação Eixos Disseminação e Informação Comunicação com cidadão Envolvimento cidadão na sua segurança Estratégias disseminação nacional e local -Engajamento de todos interessados -Informar -Educar para a Segurança -Pesquisas Segurança (Pré e Pós implantação) Implantar 6 Prioridades -Obrigatório: protocolo 5 -Opcional: protocolo 1,2, 3,4,6 Métodos - campanhas (nacional) H.Apoiador (Município) e Equipe Implantação (Hospital) Educação, Qualificação e Pesquisa -Inclusão do Tema Segurança no Ensino, Educação Permanente e Pós Graduação -Inserir tema Segurança nos órgãos reguladores, conselhos de classe -Incremento de pesquisa -Gerar conhecimento -Mudar a pratica medico - assistencial a beira leito -Reduzir custo -% Escolas Tecnicas, Graduação e Pós com Currículo implementado -Mapear conhecimento disponivel -Promover eventos para estimulo a produçao de conhecimento - Implementar estratégias do sub-grupo Ensino Governança e Sustentabilidade -Equipe de Implantação -Método de Implantação, avaliação e monitoramento -Plano de Comunicação -Definir indicadores, metas -Definir mote -Estrutura e Financiamento -Empoderamento dos líderes -Gestão de crise -Promoção de Competências -Gestão de clima -Planos estabelecidos e Documentados -CNES preparado para Cadastros -Orçamento elaborado -Nomear Diretor Executivo + equipe -Estabelecer rede de hospitais Apoiadores -Envolver H.Sentinela, Acreditados; Sociedades e Conselhos -Definir hospitais piloto 34 -Criar Pacto Nacional 1
35 Educação Regulação Feedback... Núcleo de Segurança do Paciente Gestão de Risco Notificação ESTADO SERVIÇOS PROFISSIONAL CIDADÃO Errar é humano Raciocínio sistêmico Segurança do paciente pelo paciente, sujeito ativo
36 PNSP Planejamento Estratégico de Implantação: Núcleos de Segurança Estratégas Componentes Instrumentos Prioridades -Implantação dos Núcleos de Segurança do Paciente -Governança do Comitê -Paciente/ Cidadão -Profissionais Saúde -Ensino Existentes: -Contratualização -Comunicação Social - 2 Seminários (hosp sentinela; Conansse conassesms) A ser criados: -Contato Direto -Hospitais Apoiadores/Coach -Financiamento Tipo de Hospital: - Deserto (elegível) - Com Iniciativas já implantadas (elegível) -Universitários (elegível) -Acreditados (apoiador) -Hospital Sentinela (apoiador) -Protocolos: -Obrigatório: 5 (Higiene Mãos) -Opcionais: protocolo 1,2, 3,4 e 6 Núcleos (NSP) Tipo de Hospital Composição Estratégia Implantação Eixos Gestores Governan ça NSP Profission ais Paciente Critérios de elegibilidade: 1. Acreditados 2. Hospital Sentinela 3. Universitários 4. Com Iniciativas já implantadas 5. Deserto - Piloto Recomendada: Direção Geral Direção técnica médica Coordenação de enfermagem Instâncias que gerenciam leis e regulamentos: Infecção Hospitalar Revisão de Óbito Prontuário Farmácia e Terapêutica Gerência de Risco Qualidade Gerência de Resíduos Saúde do Trabalhador Cadastrar NSP no CNES Identificar Hospitais Apoiadores Estabelecer sistema de apoio: Hotline, Portais: Proqualis, ANVISA e MS Estabelecer Hospitais Piloto Treinar e alinhar recursos NSPs, previstos na Portaria GM/MS nº 529/2013 e na RDC nº9/2013/anvisa devem ser criados nos estabelecimentos de saúde para promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente. Implantar Núcleos (NSP) Contratar Metas Controlar
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38 O que não se quer
39 O DESAFIO PROPOSTO
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41 Considerações finais Todasaspessoaseentidadesque,deumaformaoudeoutraestão envolvidas com o atendimento ao paciente são essenciais para o estabelecimento de um cultura de segurança- e não apenas o pessoal médico, mas também as pessoas com responsabilidade pela gestão e autoridade de saúde. Os próprios pacientes, devidamente informados, também podem ajudar a melhorar a sua segurança. Fonte: OMS, 2010, disponível em
42 "Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu Eu e as suas circunstâncias. Paulo Freire- in"educação e Mudança".
43 Agência Nacional de Vigilância Sanitária
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