Certificação de Dirigentes
|
|
|
- Bernardo Philippi Lagos
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Certificação de Dirigentes IV ECONT 12 de agosto de 2011 São Paulo
2 AGENDA 1. Lançamento da certificação do ICSS; 2. Atributos e estratégia 3. Posição da Previc 4. Certificação do Técnico 5. Estatísticas
3 Estratégia adotada pelo ICSS para lançamento da certificação: Promover a divulgação do ICSS, reforçando sua independência com relação a Abrapp e seu papel após a alteração estatutária. Esclarecer para o sistema de previdência complementar o tema certificação e sua importância para o sistema. Tornar o Instituto referência em temas interligados à Certificação. Garantir a idoneidade do processo, buscando parcerias com entidades consideradas referência na área.
4 Lançamento do projeto certificação: Abril 2011 Lançamento da certificação por experiência Julho 2011 Lançamento da certificação por prova Nov. 2011
5 Criação da Previc Procura trazer mais segurança e transparência, mediante a modernização dos instrumentos de fiscalização e controle, com vistas a dar proteção e zelar pelo interesse de participantes e assistidos. Estão sendo realizadas ações de aperfeiçoamento das regras de fiscalização e supervisão, dentre elas os princípios da Supervisão Baseada em Risco SBR, metodologia em implantação na autarquia.
6 Programa de Fiscalização da Previc É construído a partir da análise de fatores de riscos, como contingências, aplicações financeiras e premissas atuariais e informações qualitativas de riscos, como implementação de programas de educação financeira, gestão, governança e qualificação/certificação de dirigentes. Fonte: Relatório de atividades 2010 Previc
7 Recomendações da Previc A certificação é sempre obrigatória independente da forma de gestão de recursos da EFPC. A certificação dos demais membros da diretoria executiva, dos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal depende da forma de organização e dos processos internos de cada EFPC. É preciso verificar a participação de cada pessoa no processo decisório dos investimentos. O processo decisório dos investimentos inclui, dentre outros a seleção e a aquisição dos ativos, bem como a seleção e a contratação dos gestores, tanto de carteiras quanto de fundos de investimento.
8 Posição da Previc Em julho/2011 A aprovação da Política de Investimentos é parte determinante do processo decisório porque estabelece os parâmetros iniciais e diretrizes que permeiam todo o processo dos investimentos da entidade, norteando a direção e os limites de aplicações adequadas às necessidades de cada entidade. Considerando que o Conselho Deliberativo participa do processo decisório dos investimentos da entidade, torna-se necessária a sua certificação.
9 Modelagem da Prova Parceiro: Fundação Getulio Vargas Níveis de Complexidade das Questões: Básico/ Médio/ Avançado Linha de corte: 50% de aproveitamento global 20% de aproveitamento em cada módulo
10 Modelagem da Certificação por Experiência Parceiro: IBGC Foco na trajetória Profissional do Candidato: últimos 10 anos Áreas de referência: administração geral, administração atuarial, financeira, contábil, jurídica e fiscalização e auditoria. Exigência mínima para inscrição: pré-requisitos Necessidade de Adesão ao Código de Conduta
11 Conseqüências do processo: Difusão da Cultura de Qualificação Profissional; Certificação com base nas Competências como reconhecimento da Qualificação Profissional; Promoção do Processo de Educação Continuada.
12 Principais ações em curso: PEC Selo para profissional certificado Convênio de cooperação técnica
13 Principais ações em curso: Renovação da Certificação: Programa de Educação Continuada - PEC Exame de Qualificação por Prova
14 Análise do Histórico do Programa de Educação Contínua: para atualização do Certificado (válido por 3 anos) Programa de Educação Continuada
15 Programa de Educação Continuada Métrica: Créditos por eventos, pontuação de 120 créditos em 3 anos. Tipos de evento: Cursos de graduação e pós graduação Cursos livres e de extensão universitária Visitas técnicas e similares Congressos e Seminários Palestras Fóruns e Colegiados Técnicos e Estratégicos Produção Autoral Outros a critério do ICSS
16 Principais ações em curso: Selo para o profissional certificado Convênio de cooperação técnica: Convidados: Anbima, Anapar, Ancep, BM&FBOVESPA, IBGC, Fipecafi, Ideas, Luz Engenharia, Suporte. Pré-avaliação de eventos para entidades que solicitam. Avaliação posterior ao evento para os profissionais que solicitam.
17 Certificação para nível técnico Ampliação da difusão da Cultura de Qualificação Profissional Inclusão do segmento técnico no público-alvo da certificação Extensão do Processo de Educação Continuada para todos os segmentos profissionais
18 A quem se destina: Profissionais do nível técnico das áreas: Contábil; Investimentos; Seguridade.
19 PREMISSAS Aderência aos fundamentos da Certificação de Dirigentes. Otimização dos recursos organizacionais já utilizados pelo processo de Certificação de Dirigentes. Modelo de Certificação por Prova com base no Modelo já usado para o segmento diretivo. Aproveitamento da estrutura tecnológica já usada na Certificação de Dirigentes. Possível aproveitamento de parte do Banco de Questões já disponível.
20 MODELAGEM DA CERTIFICAÇÃO Primeira Certificação: - Exame de Qualificação por Prova Renovação da Certificação: - Exame do Histórico do Programa de Educação Continuada - Novo Exame de Qualificação por Prova
21 MODELAGEM DA PROVA Módulo Conhecimentos Gerais Módulo de Conhecimentos Específicos Abordagem de temas gerais pertinentes à Previdência Complementar com ênfase em: Regulação Geral Estrutura Básica da Previdência Visão Geral dos Processos das EFPC Seguridade Investimento Contabilidade Níveis de Complexidade das Questões: Básico Médio Avançado (somente no Módulo de Conhecimentos Específicos) Linha de corte: estimativa inicial 60% de aproveitamento global 40% de aproveitamento em cada módulo
22 MODELAGEM DA PROVA 40 Questões distribuídas em dois módulos (10 questões) (30 questões) Módulo REG: 3b 1m Módulo 20 nível básico Conhecimentos EBP: 3b 1m Conhecimentos 5 nível médio Gerais Específicos VGP: 1b 1m 5 nível avançado 2 h de prova
23 PREPARAÇÃO PARA A PROVA: Articulação com o mercado (FGV) para oferta de Cursos Preparatórios do tipo Ensino a Distância; Desenvolvimento de Materiais Didáticos (Cadernos Técnicos) em parceria com entidades do mercado (Abrapp, Ancep).
24 Acessos Internet Estatísticas nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 Total:
25 Sao Paulo Rio de Janeiro Brasilia Belo Horizonte Curitiba Porto Alegre Florianopolis Salvador Fortaleza Contagem 10 Maiores Acessos Estatísticas
26 Participantes Inscritos Estatísticas Inscritos Aprovados Total: 1.204
27 Total de Inscritos por Região Estatísticas Total: 1.204
28
29 Contatos Telefone: (11) Site:
FIPECAFI e IBRACON oferecem curso elearning Novas Normas de Auditoria I
FIPECAFI e IBRACON oferecem curso elearning Novas Normas de Auditoria I A FIPECAFI (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) em parceria com o IBRACON (Instituto dos Auditores
ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA
ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA O estudo a ser entregue deverá avaliar a viabilidade do projeto de PPP proposto segundo a ótica de todos os fornecedores de capital
Assessoria Financeira e Controladoria
Assessoria Financeira e Controladoria Apresentação Marina Dall Aneze Conselheira Administrativa Certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa IBGC 00717/2012 Especialista em Finanças
PROGRAMA DETALHADO COM BIBLIOGRAFIA
CERTIFICAÇÃO DE DIRIGENTES DAS EFPC PROGRAMA DETALHADO COM BIBLIOGRAFIA Versão 25/08/2010 1 I. Administração Geral 1) Fundos de Pensão Coletânea de Normas MPS/SPC Junho/2009; 2) LegNormas eletrônico disponibilizado
PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010
Secretaria da Administração do Estado da Bahia Superintendência de Previdência Diretoria de Gestão Financeira Previdenciária e Investimentos PROPOSTA DE POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 REGIME PRÓPRIO
Click to edit Master text styles
Click to edit Master text styles PROJETO BÁSICO: DELIMITAÇÃO, CONTROLE E EFETIVIDADE. Sydnei Menezes Arquiteto e Urbanista Presidente do CAU/RJ [email protected] Identificação do problema: Click
Manual de. Governança Corporativa
Manual de Governança Corporativa Manual de Governança Corporativa Sumário 1. Definição... 2. Objetivo... 3. Da Contextualização da PREVIMINAS... 3.1. Arcabouço Legal e Regulatório... 3.2. A Identidade
www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento.
PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS FUNDEP REGULAMENTO PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS UFMG A Fundep//Gerência de Articulação de Parcerias convida a comunidade acadêmica da UFMG a cadastrar propostas de acordo
GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE
GESTÃO DA COORDENAÇÃO DA Primeira 1/12 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto
AUDITORIA ATUARIAL. Danilo Claudio da Silva Diretor Técnico. Setembro/2013-1
AUDITORIA ATUARIAL Danilo Claudio da Silva Diretor Técnico Setembro/2013-1 SITUAÇÃO ATUAL -2 Avaliação Atuarial Foi importante para a construção da base de dados dentro das companhias e para o desenvolvimento
PNGS Ciclo 2012-2013 CQH
PNGS Ciclo 2012-2013 CQH Missão: Contribuir para a melhoria contínua da qualidade no atendimento nos serviços de saúde mediante metodologia específica. Modelo de Gestão Entidades Mantenedoras Associação
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - PEC CATHO PORTAL CMC
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - PEC CATHO PORTAL CMC 1. CONTEXTO A Catho Educação Executiva é focada no desenvolvimento de talentos, na melhora do desempenho das organizações e na criação de processos
Conselho Deliberativo do ISE (CISE)
1 Conselho Deliberativo do ISE (CISE) Órgão máximo de governança do índice. Tem como missão garantir um processo transparente de construção do índice e de seleção das empresas. Composto por representantes
O REFÚGIO DA SUA LAVOURA
O REFÚGIO DA SUA LAVOURA Campanha de conscientização dos produtores de soja, milho e algodão para o uso do refúgio em suas lavouras, com a finalidade de manter vivas as tecnologias de combate às pragas,
CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS E ORÇAMENTO
Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS E ORÇAMENTO CILAIR R. DE ABREU Brasília, 26 de novembro de 2009 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO 1952 Criação do BNDE
RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS DO CONSELHO FISCAL
RELATÓRIO DE CONTROLES INTERNOS DO CONSELHO FISCAL Artigo 19, da Resolução do CGPC nº 13/04. CAPOF Caixa de Assistência e Aposentadoria dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão. 1º SEMESTRE DE 2011
esags.edu.br Santo André > Av. Industrial, 1455 - Bairro Jardim (11) 4433-6161 Santos > Av. Conselheiro Nébias, 159 (13) 2127-0003
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS APRESENTAÇÃO: A maior parte das micro e pequenas empresas surge da iniciativa de empreendedores que não têm experiência com controles financeiros.
Aulas as terças e quintas, das 19h às 23h
Aulas as terças e quintas, das 19h às 23h Apresentação da FIPECAFI A Faculdade FIPECAFI é mantida pela Fundação Instituto de Pesquisa Contábeis, Atuariais e Financeiras, criada em 1974. Seus projetos modificaram
1 Nome do Projeto Centro de Treinamento e Capacitação Corporativa. 2 Coordenador (a) Eng. Mec. Vinício Duarte Ferreira. 3 Gestor (a) 4 Programa
1 Nome do Projeto Centro de Treinamento e Capacitação Corporativa 2 Coordenador (a) Eng. Mec. Vinício Duarte Ferreira 3 Gestor (a) 4 Programa Eng. Agr. Flávio Henrique da Costa Bolzan Organização, Normas
Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013
Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerências da ESJUD Aprovado por: Escola do Poder Judiciário 1 OBJETIVO Estabelecer as diretrizes que norteiam a capacitação no
Índice de Confiança da Construção. Índice da Situação Atual. Índice de Expectativas
Noovveembbr roo ddee 22001111 Evolução no trimestre sobre o mesmo trimestre do ano anterior Médias Ago-Out11/ Ago-Out10 Médias Set-Nov11/ Set-Nov10 Confiança da Em parceria o Banco Central do Brasil, a
Workshop. Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação
Workshop Apimec 6 meses da implementação das regras de autorregulação 27 de abril de 2011 Apimec e CVM Instrução CVM nº 483, em vigor desde 01/10/2010 Estabelece as novas regras aplicáveis aos analistas
Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação
Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação Projeto Básico (pdf) A Gerência de Sistemas GESIS, da Gerência Geral de Gestão do Conhecimento e Documentação- GGCON, tem como objetivo Implantar
QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP SUSTENTABILIDADE
QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP SUSTENTABILIDADE ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO 04 QUESTIONÁRIO 05 CAPÍTULO P PERFIL DA EMPRESA 05 CAPÍTULO
SNP33D03 - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA
SNP33D03 - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA Engenharia Elétrica Prof. Dr. ANDRÉ BÍSCARO 1º Semestre de 2015 1. IDENTIFICAÇÃO Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA Código: SNP33D03 Turma: 2015/1
Programas. Com Maior Cuidado. Segurança Viária para Idosos
Programas Com Maior Cuidado Segurança Viária para Idosos www.fundacionmapfre.com.br 2013 Página 1 de 9 FUNDACIÓN MAPFRE A FUNDACIÓN MAPFRE no Brasil segue a diretriz internacional da FUNDACIÓN MAPFRE na
GESTÃO DE RISCOS ATUARIAIS ANTÔNIO FERNANDO GAZZONI ABR.14
GESTÃO DE RISCOS ATUARIAIS ANTÔNIO FERNANDO GAZZONI ABR.14 AGENDA CONSIDERAÇÕES INICIAIS E CONTEXTUALIZAÇÃO ASPECTOS RELEVANTES DE GOVERNANÇA INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO RISCO ATUARIAL CONSIDERAÇÕES FINAIS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4
PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL
PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL COLATINA 2011 ÍNDICE 1) INTRODUÇÃO 2) DESCRIÇÃO DA CLIENTELA 3) OBJETIVOS 4) CARGA HORÁRIA 5) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6) CRONOGRAMA 7) PREVISÃO
Impactos e Adaptações do Mercado para. Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica
Impactos e Adaptações do Mercado para Implantação da Portaria MME 455/2012 Alexandre Nunes Zucarato Gerente de Inteligência de Mercado Câmara de Comercialização de Energia Elétrica Agenda Objetivos gerais
perfis de investimento
perfis de investimento Índice 3 Apresentação 3 Como funciona a gestão de investimentos da ELETROS? 5 Quais são os principais riscos associados aos investimentos? 6 Como são os investimentos em renda fixa?
ANÁLISE DE PROJETOS INDUSTRIAIS EM ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÕES - ZPE INFORMAÇÕES BÁSICAS
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC CONSELHO NACIONAL DAS ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO - CZPE Secretaria Executiva - SE ANÁLISE DE PROJETOS INDUSTRIAIS EM ZONAS
O Grupo Actcon e a Rede Educar Brasil
O Grupo Actcon e a Rede Educar Brasil Especializado em soluções que incorporam Tecnologia da Informação à Educação e à Modernização da Administração Pública, o Grupo Actcon tem como sua principal integrante
CURSO LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONTROLE de OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA na ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
CURSO LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONTROLE de OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA na ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA OBJETIVOS: Proporcionar desenvolvimento profissional em Licitações e Contratos de Engenharia na Administração
PRÊMIO DE BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL REGULAMENTO
PRÊMIO DE BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL REGULAMENTO A Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), com apoio do: Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência
Premissas conceituais e abordagem
Premissas conceituais e abordagem EDUCAÇÃO CORPORATIVA: CONSTRUINDO A PONTE ENTRE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS (competências humanas) E ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIO (competências organizacionais) Instituto Sindipeças
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSAO DE ASSOCIADOS DE COLORADO E REGIÃO SICOOB COLORADO
REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSAO DE ASSOCIADOS DE COLORADO E REGIÃO SICOOB COLORADO TÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA FINALIDADE Art. 1º O Conselho de Fiscal é
CURSO 2014 MG GOVERNANÇA CORPORATIVA - PRINCÍPIOS E PRÁTICAS
Apoio: CURSO 2014 MG GOVERNANÇA CORPORATIVA - PRINCÍPIOS E PRÁTICAS Neste curso o IBGC aborda, com uma visão prática, os motivadores para a aplicação dos instrumentos de Governança Corporativa. Destaca
Proposta para elaboração de PROJETO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E FORTALECIMENTO DO SUBCOMITÊ DO SISTEMA LAGUNAR DE JACAREPAGUÁ
1. COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA da Baía de Guanabara Proponente: Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Subcomitê Lagunar de Jacarepaguá Subcomitê: Lagunar de Jacarepaguá Endereço (logradouro, número
TIPOS DE RELACIONAMENTO COM A INICIATIVA PRIVADA E FORMAS DE ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS
TIPOS DE RELACIONAMENTO COM A INICIATIVA PRIVADA E FORMAS DE ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS terça-feira, 10 de novembro de 2015 Objetivo Apresentar os alguns dos tipos de relacionamento estabelecidos entre a
Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia
Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha
Planejamento e Organização da Produção
Planejamento e Organização da Produção Prof. Fernando Deschamps [email protected] Bibliografia recomendada TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009.
A Bolsa e a sustentabilidade
A Bolsa e a sustentabilidade Izalco Sardenberg Diretor Instituto BM&FBOVESPA Outubro/2009 BM&FBOVESPA Quem somos Maior bolsa da América Latina. Uma das 5 maiores do mundo em valor de mercado (US$ 15 bilhões).
RELATÓRIO DE ANÁLISE Audiência Pública SDM nº 02/15 - Processo RJ 2015-1673
RELATÓRIO DE ANÁLISE Audiência Pública SDM nº 02/15 - Processo RJ 2015-1673 Objeto: Aprovação de exames de certificação para fins de obtenção de autorização como administrador de carteiras de valores mobiliários.
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares
EDITAL 02/2014 - SELEÇÃO DO CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA
UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA - PPGECIM e-mail: [email protected] Rua Antônio da Veiga 140 Fones:
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 08/2013
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 08/2013 Regulamenta os critérios de concessão, no âmbito da UFBA, da gratificação por encargos de cursos e concursos e dá outras providencias.
EDITAL nº 084/2013 IFMG PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS E RELATOS DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS SOBRE O PROEJA E PROEJA FIC NO ÂMBITO DO IFMG
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS REITORIA PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck,
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS
GESTÃO PÓS-MBA EMPRESARIAL 2016 TURMA 53 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS PÓS-MBA EM INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL TURMA 07 Vitória-ES APRESENTAÇÃO O Pós-MBA é um programa de ensino estruturado para profissionais experientes
INFORMAÇÕES AOS COMITÊS E FRANQUEADOS
INFORMAÇÕES AOS COMITÊS E FRANQUEADOS Este material tem o objetivo de fornecer aos comitês regionais e setoriais do PGQP, e a seus franqueados, informações atualizadas sobre o SAG e orientações para a
Ações de extensão, áreas temáticas e linhas de extensão mais relacionadas com o Curso de Ciências Biológicas
Ações de extensão, áreas temáticas e linhas de extensão mais relacionadas com o Curso de Ciências Biológicas 1. AÇÕES DE EXTENSÃO São consideradas ações de extensão os programas, projetos, cursos, eventos,
SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS
SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Campo Grande-MS Mudanças na Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social e
SENADO FEDERAL INSTITUTO LEGISLATIVO BRASILEIRO SUBSECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PROGRAMA
SENADO FEDERAL INSTITUTO LEGISLATIVO BRASILEIRO SUBSECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PROGRAMA CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO LEGISLATIVA 1. OBJETIVO DO CURSO Esse curso tem por objetivo a formação
Gestão em Sistemas de Saúde
INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão em Sistemas de Saúde Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia XX/XX/2013 Pró diretoria de
PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueador Pleno
PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueador Pleno Dados da empresa Razão Social Casa Básica Comércio Ltda Nome fantasia FOM Data de fundação 2002 Número
TERMO DE REFERÊNCIA. Gestor de Projeto - Brasília PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM GESTÃO DE
TERMO DE REFERÊNCIA Gestor de Projeto - Brasília PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM GESTÃO DE PROJETOS DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE I. CONTEXTO A Saúde da Família (SF), estratégia
EDITAL DE SELEÇÃO DE TELECONSULTORES GENERALISTAS E MONITORES DE CAMPO PARA O TELESSAÚDE REDES REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA
EDITAL DE SELEÇÃO DE TELECONSULTORES GENERALISTAS E MONITORES DE CAMPO PARA O TELESSAÚDE REDES REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA O Comitê Gestor do Telessaúde Redes da Região Metropolitana de João Pessoa,
DELIBERAÇÃO Nº 969/2012
DELIBERAÇÃO Nº 969/2012 Ementa: Cria o Selo de Qualidade em Educação Farmacêutica do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Rio de Janeiro. O ESTADO DO RIO DE JANEIRO CRF-RJ, no uso de suas atribuições
PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE FORMADORES
O Programa de Certificação de Formadores busca capacitar profissionais da área da educação como formadores de professores e gestores educacionais. Com esta certificação, os formadores poderão ministrar
Ciclos de Melhoria e Inovação dos Processos Caso Sebrae/RJ. Palestrante: Marcelo Lima Gerente TI
Ciclos de Melhoria e Inovação dos Processos Caso Sebrae/RJ Palestrante: Marcelo Lima Gerente TI Agenda O Sebrae/RJ Contexto Inicial Iniciativas de Gestão por Processos Iniciativa Interna Projeto Gestão
A2. A modalidade Gestão de Pessoas / Acadêmica está dividida nas seguintes categorias:
PRÊMIO SER HUMANO PAULO FREIRE 2015 MODALIDADE: GESTÃO DE PESSOAS / ACADÊMICA A. OBJETIVO A1. O Prêmio Ser Humano Paulo Freire Modalidade Gestão de Pessoas / Acadêmica premia trabalhos de caráter técnico
Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas [email protected]
PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CECRED
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CECRED VERSÃO 01 MAIO DE 2015 SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivo do documento... 3 Capítulo 2 Público - Alvo / Aplicabilidade... 5 Capitulo 3 Responsabilidades...
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2004 E DE 2003 SOCIEDADE CIVIL FGV DE PREVIDÊNCIA PRIVADA FGV PREVI
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2004 E DE 2003 SOCIEDADE CIVIL FGV DE PREVIDÊNCIA PRIVADA FGV PREVI SOCIEDADE CIVIL FGV DE PREVIDÊNCIA PRIVADA - FGV PREVI DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE
POLÍTICA DOCENTE DA APEX
POLÍTICA DOCENTE DA APEX CAPÍTULO I DA POLÍTICA DOCENTE Art. 1º Objeto. Esta Política Docente da APEX regula os critérios gerais para se tornar docente na Associação Internacional da Programação Existencial,
EDITAL DE DIVULGAÇÃO E SELEÇÃO PROGRAMA CALENDÁRIO CULTURAL 2015
EDITAL DE DIVULGAÇÃO E SELEÇÃO PROGRAMA CALENDÁRIO CULTURAL 2015 1. INTRODUÇÃO 1.1. O Programa Calendário Cultural edição 2015 é uma iniciativa da Fundação FEAC, desenvolvida pelo Escritório de Projetos,
PRÊMIO PROCEL CIDADE EFICIENTE EM ENERGIA ELÉTRICA
PRÊMIO PROCEL CIDADE EFICIENTE EM ENERGIA ELÉTRICA FICHA DE INSCRIÇÃO 8 ª EDIÇÃO Prefeitura Municipal de Nome do(a) Prefeito(a) Endereço CEP UF Telefone Fax E-mail Responsável pelas informações (nome e
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL
FUNDAÇÃO SOUSÂNDRADE INSTITUTO UNIVERSITÁRIO ATLÂNTICO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO CONDUCENTE AO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A REALIZAR NO BRASIL E A REALIZAR EM PORTUGAL INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO
CURSO. Master in Business Economics 1. vire aqui
CURSO MASTER In Business Economics Master in Business Economics 1 vire aqui DISCIPLINAs O aluno poderá solicitar a dispensa das disciplinas básicas: Matemática Básica, Estatística Aplicada e Contabilidade.
COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ABC E FNSHDU S E LO D E M É R I TO 2 0 1 3 PROGRAMA GESTÃO
COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ABC E FNSHDU S E LO D E M É R I TO 2 0 1 3 PROGRAMA GESTÃO pós-morar Apresentação Geral Em 2011 o Governo de Minas, por meio da Companhia de Habitação do
Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos
SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. [email protected] http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Fevereiro de 2008 I Da Exigência das Atividades Complementares As Atividades Complementares - AC dos Cursos de Jornalismo,
PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Inscrição Prêmio ABF-AFRAS Categoria Fornecedor
PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Inscrição Prêmio ABF-AFRAS Categoria Fornecedor Dados da empresa Razão Social: Universo Varejo Apoio Administrativo e Serviços e
REGIMENTO. XVII CONAFISCO- Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital. De 27 de novembro a 01 de dezembro de 2016 Belém-PA
REGIMENTO XVII CONAFISCO- Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital De 27 de novembro a 01 de dezembro de 2016 Belém-PA Dos Objetivos do Congresso 1. Objetivo Principal O Congresso Nacional do Fisco
PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS
CONTEÚDO DO CURSO DE PREVISÃO DE DEMANDA PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS - HORIZONTE
INSTITUTO MUNICIPAL DE URBANISMO PEREIRA PASSOS IPP
INSTITUTO MUNICIPAL DE URBANISMO PEREIRA PASSOS IPP AVISO Com base nos Art. 30 e 31 da Lei Complementar Municipal n 16, de 04 de junho de 1992, o Município do Rio de Janeiro torna público seu interesse
