Introdução à Interface Pessoa-Máquina
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1 Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Introdução à Interface Pessoa-Máquina Prof Pedro Vunge I Semestre de 2019
2 Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia SUMÁRIO Usabilidade Ergonomia Engenharia de Usabilidade Sistemas Interativos Interface Humano-Computador Contexto de Uso
3 Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia Adaptado da aula de Edla Maria Faust Ramos & Walter de Abreu Cybis
4 Usuário Utilizador frente frente a um a um dispositivo sem Usabilidade dispositivo sem Usabilidade
5 Utilizador frente a um dispositivo sem Usabilidade Consequências Aborrecimentos, frustrações Estresse, psicopatologias Sub-utilização e abandono do sistema Causas Desconhecimento do cognitivo humano Desconhecimento da actividade Desinteresse pela lógica de utilização Falta de ferramentas lógicas
6 Utilizador frente a um dispositivo com Usabilidade
7 Utilizador frente a um dispositivo com Usabilidade
8 Consequências Satisfação e Conforto, Saúde e bem-estar Produtividade Causas Usuário frente a um dispositivo com Usabilidade Utilidade, Intuitividade (intuitivo) Facilidade de Aprender Facilidade de uso Eficiência de uso
9 Usabilidade e conceitos relacionados Usabilidade Ergonomia Engenharia de Usabilidade Sistemas Interativos Interface Humano-Computador Contexto de Uso
10 Usabilidade Definição ISO 9241 A capacidade que um sistema interativo oferece a seu usuário, em um determinado contexto de operação, para a realização de tarefas, de maneira eficaz, eficiente e agradável. Ergonomia Aplicação de conhecimentos científicos relativos ao homem no desenvolvimento de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e de eficácia
11 Qualidade em uso Visões sobre a Usabilidade Visão de modelos de Nielsen e das Normas ISO/IEC 9126 e ISO 9241 Nielsen, 1993 Utilidade Usabilidade HEURÍSTICAS Diálogos Simples Pouca Memorização Linguag. do Usuário Consistência Feedback Boas Mensagens Podem ser medidos ATRIBUTOS Facilidade de aprender Eficiência de uso Facilidade de relembrar Poucos erros Satisfação Podem ser verificadas Qualidade interna e externa Qualidade em uso ISO/IEC 9126 USABILIDADE (Características) Inteligibilidade Apreensibilidade Operacionalidade Atratividade ATRIBUTOS Efetividade Produtividade Segurança Satisfação Podem ser medidos Usabilidade ISO 9241 MEDIDAS Eficácia Efetividade Satisfação QUESITOS Diálogo Condução Apresentações Menus Formulários Podem ser medidas Podem ser verificados Qualidade interna e externa ISO/IEC 9126 Qualidade em uso ISO/IEC 9126 Usabilidade - ISO 9241 "Totalidade das características do produto de software dos pontos de vista internos "É a e visão externos, da qualidade onde as características do produto de externas software dependem do ponto das de características vista do internas, usuário, "Medida que quando podem na qual este ser um melhoradas produto produto é usado durante pode em a ser implementação, um usado ambiente por e um revisão usuários contexto e testes de do produto" uso específicos especificados. para Ela alcançar mede o quanto objetivos usuários específicos podem atingir com eficácia, seus objetivos num eficiência determinado e satisfação ambiente em um e não contexto as propriedades específico do de software uso." em si."
12 Definição Engenharia de Usabilidade Disciplina que fornece métodos estruturados para a obtenção da usabilidade durante o desenvolvimento de sistemas interativos. (Mayhew, 1999) Busca conhecimentos e práticas em diversas disciplinas incluindo: psicologia cognitiva sociologia ergonomia semiótica engenharia de software
13 Conceitos importantes Sistemas Interativos Componentes Básicos Interface com o Usuário (representação externa) Apresentar dados, informações, controles e comandos Solicitar a entrada de dados, controles e comandos Apoiar o usuário Telas, janelas, caixas de diálogo, objetos de interação Diálogo Aplicação (representação Interna) Algorítmos Base de dados... (parte da representação conceitual) Tabelas, arquivos
14 Conceitos importantes Interfaces Humano-Computador Definição Coutaz (1990) define uma interface como um dispositivo que serve de limite comum a duas entidades comunicantes que se exprimem numa linguagem específica (sinal elétrico, movimento, língua natural). Alem de assegurar a conexão física o dispositivo deve permitir a tradução de uma linguagem (formalismo) para outra(o). No caso da interface homem-computador trata-se de fazer a conexão entre a imagem externa do sistema e o sistema sensório-motor do homem. A fabricação da interface pressupõe portanto o conhecimento preciso de cada uma das entidades a conectar, a complexidade do sujeito homem torna esta uma tarefa difícil.
15 Conceitos importantes Interfaces Humano-Computador Definição Subsistema do software interativo cujos componentes e processos apoiam a interação com seus usuários. Característica Única Assim um único sistema de interface humano-computador permite inúmeras interações humano-computador, cada uma associada aos diferentes percursos (processos) realizados pelos diferentes usuários que as interpretam de diferentes maneiras.
16 Kay (1990) comunicação é a palavra chave nesta área então, além de analisar como? e o que? o homem comunica, cabe analisar com quem ele se comunica? O homem se comunica em primeiro lugar com ele mesmo e com as suas ferramentas, e em segundo lugar, com seus companheiros e seus agentes. O computador deve ser um colaborador Essa metáfora designa que as aplicações interativas devam ser habitadas por serviços inteligentes, sensíveis e prontos a cooperar de forma efetiva com o usuário.
17 Qual é o foco do projecto de uma interface? (Norman, 1990) não deve ser a Interface. Deve ser: O utilizador/usuário - o que ele realmente quer fazer? A tarefa - a análise da tarefa. Como o trabalho pode ser feito melhor? tendo em conta todo o cenário no qual a tarefa é construída, incluindo outras tarefas, o ambiente social, as pessoas e a organização. ferramenta invisível. Aperfeiçoar a interação, fazendo as coisas certas ficarem visíveis, fornecendo os modelos mentais corretos.
18 Conceitos importantes Contexto de Uso Definição Contexto no qual o sistema interativo será empregado, incluindo os seguintes componentes. Usuários Tarefas Ambiente o Conhecer profundamente o(s) contexto (s) o Implementar flexibilidade, adaptabilidade, personalização
19 Engenharia de Usabilidade Fundamentos Conhecer o Usuário Características Específicas Sexo, faixa etária, necessidades especiais... Formação, experiência na tarefa, no sistema, domínio da informática... Função, motivação... Características Gerais A cognição humana Percepção, Memória, Raciocínio, Emoções...
20 Engenharia de Usabilidade Fundamentos Conhecer o Trabalho Conteúdo objectivos, estratégias, métodos, informações, dispositivos Dialética O dispositivo influencia o conteúdo O conteúdo influencia o dispositivo Perspectivas Tarefa - Trabalho prescrito Actividade - Trabalho efetivo Lógicas Funcionamento - interna/projectista Utilização - externa/operador
21 Engenharia de Usabilidade OBJECTIVO GERAL Sensibilizar, motivar, instrumentar e capacitar os alunos para a prática da engenharia de usabilidade. Espera-se que ao final do curso, vocês sejam capazes de desenvolver interfaces humano-computador úteis a seus usuários, intuitivas, fáceis de usar, eficientes e prazerosas. Estarão contribuindo assim para satisfazer os novos usuários da informática, pessoas cada vez mais comuns, que buscam, pelo emprego dos programas aplicativos e dos sistemas de informação disseminados em nossa sociedade, uma melhor qualidade de vida.
22 Engenharia de Usabilidade 2.1 OBJETICVOS ESPECÍFICOS Proporcionar a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao desenvolvimento de IHC. Proporcionar a compreensão gerencial para a identificação e seleção de métodos, técnicas e ferramentas necessárias à concepção e avaliação da usabilidade de interfaces com o usuário de sistemas interativos. Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de realização de atividades práticas de análise, especificação, projeto, testes, implantação, revisão e manutenção de ihc.
23 Continuamos na próxima aula Introdução à Interface Pessoa-Máquina Prof. Pedro Vunge
24 Engenharia de Usabilidade Fundamentos (parte 1) Psicologia Cognitiva Semiótica Trabalho Ferramentas (parte 2) Critérios Ergonômicos Componentes das interações humano-computador
25 A Usabilidade deve levar em conta os seguintes aspctos: Interfaces Especializadas Usuários Especiais: crianças, adolescentes, idosos, pessoas com necessidades especiais Mídias Especiais: Palm/celulares, Realidade Virtual, Interfaces Sonoras, Tácteis, Olfativas,. Aplicacoes Especiais: e-learning, e-business, games, Tarefas Especiais: controle de processos em tempo real, Ambientes Especiais: wareable computers, interfaces embarcadas em automóveis Interfaces Especiais: Interfaces auto-adaptativas, Interfaces Inteligentes,
26 Leituras www. Introdução da apostila do LabiUtil RAMOS, Edla. Análise ergonômica do sistema hipernet buscando o aprendizado da cooperação e da autonomia. Tese de doutorado defendida junto ao programa de Pós Graduação m Engenharia Produção e Sistemas da UFSC. Novembro de 1996 parte do capítulo 6 ( ver na orientação da próxima aula) KAPOR, Mitchell A software design manifesto. No xerox do CTC - pasta da Edla
27 Continuamos na próxima aula Introdução à Interface Pessoa-Máquina Prof. Pedro Vunge
28 Introdução à Interface Pessoa-Máquina Fim, obrigado pela atenção Prof. Pedro Vunge
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