CI751 Interação Humano-Computador
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- Luísa Felgueiras Guimarães
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1 CI751 Interação Humano-Computador Interação Humano-Computador (IHC) Avaliação: usabilidade, acessibilidade... Roberto Pereira
2 Artigo Revisão de Literatura 1. Ver descrição do trabalho na página da disciplina 2. Objetivos do artigo para a disciplina a. Prática na escrita de artigos, revisão e argumentação b. Amadurecimento da ideia/projeto de pesquisa c. Socialização das ideias/trabalhos com os colegas 3. Converse com o Roberto sobre como o trabalho pode se tornar mais útil pra você 4. Veja os materiais de apoio disponibilizados 5. Independentemente do foco do artigo, a revisão de literatura deverá seguir uma metodologia clara e as discussões deverão estar informadas por teorias relevantes ao seu trabalho. 6. Como future Doutor, Você é o responsável por encontrar e desenvolver as relações entre os seu trabalho e a disciplina de IHC. 2
3 Artigo Revisão de Literatura Munzlinger, E., Narcizo, F.B., Queiroz, J.E.R. Sistematização de revisões bibliográficas em pesquisas da área de IHC. 1. Planejamento e formalização da pesquisa via Protocolo de Estudo a) Identificação da necessidade do estudo b) Execução dos estudos primários c) Criação do Protocolo de Estudo (PE) //ferramenta StArt 2. Execução da pesquisa segundo o PE. a) Planejamento da execução do protocolo de estudo b) Execução propriamente dita do protocolo de estudo com seleção, classificação e leitura das publicações. 3. Sumarização dos dados coletados 3
4 Um processo simplificado de projeto - Identificação de Stakeholders - Mapeamento de problemas/ideias - BrainStorming e Identificação de requisitos Ideia; Proposta de Projeto; - Prototipação: - Brain Draw: protótipos em papel - Cacoo: aumento da fidelidade - Marvel: protótipo interativo - Avaliação - Avaliação dos protótipos - Fomento para o redesign - Avaliação do Protótipo, do Projeto, e dos requisitos Documentação atualizada 4
5 Avaliação em E.S. Avaliação em Engenharia de Software - V & V: Validação & Validação Estamos construindo o produto certo? Estamos construindo certo o produto? - Teste vs. Depuração 5
6 Avaliação em IHC O que avaliar? Quando avaliar? Como avaliar? Avaliação de IHC é uma atividade profissional especializada que tem por objetivo julgar a qualidade de interação que um sistema ou artefato computacional oferece aos seus usuários. (Souza, C.S.) 6
7 Requisitos... 7
8 Projeto 8
9 Agenda GOMS: Goals, Operators, Methods and Selection Thinking aloud Percurso Cognitivo Critérios Ergonômicos da Usabilidade Avaliação de Acessibilidade Avaliação Simplificada de Acessibilidade Avaliação e Inspeção de Usabilidade Inspeção Heurística 9
10 Avaliação O que avaliar? Quando avaliar? Como avaliar? Sem usuários Conceitos, modelos, documentos Análise de Tarefas Análise de Usuários Cenários Inspeções/checklists Protótipos, interface final Avaliação Heurística Percurso cognitivo GOMS (Goals, Operators, Methods, Selection) Leis da Simplicidade do Maeda Critérios Ergonômicos (Scapin & Bastien) Com usuários Entrevistas Desenvolvimento participativo Percurso pluralístico Cenários Thinking aloud Avaliação Heurística Cooperativa Percurso pluralístico Testes de usabilidade Leis da Simplicidade do Maeda 10
11 GOMS GOMS: Goals, Operators, Methods and Selection Derivado de Fatores Humanos Modelo MPIH 3 sistemas Cada sistema com processador e memória 11
12 GOMS Power Law of Practice: T n = T 1 n -a, onde a = 0.4 T1 = 10 s; T2 = 10*(2-0.4 ) = 10* = 7.58 s. "Quanto mais você faz a tarefa, mais rápido a faz! Predizer performance humana com o design Avaliar naturalidade, consistência e eficiência do design Prover sugestões de melhorias durante ou após design do sistema 12
13 GOMS O Princípio do Espaço do Problema: A atividade racional na qual as pessoas se engajam para resolver um problema pode ser descrita em termos de um conjunto de estados do conhecimento, operadores para mudança de estados, restrições e conhecimento de que operador aplicar. O Princípio da Racionalidade: Uma pessoa age de forma a alcançar suas metas através de ação racional, determinada pela estrutura da tarefa e suas entradas de informação, e limitada pelo seu conhecimento e habilidade de processamento. 13
14 GOMS Análise da tarefa (conhecimento do como ) Goals intenções do usuário (tarefas) e.g. deletar o arquivo, editar texto, ajudar o cliente Operators ações para completar tarefa cognitivo, perceptual & motor (MPIH); Baixo nível (e.g. move o mouse para menu) Methods seqüências de ações (operadores) Baseado em comportamento do (error-free) usuário expert; Pode haver múltiplos métodos para realizar a mesma meta; e.g. tecla de atalho ou seleção de menu Selection regras para escolha do método apropriado; Baseadas no contexto G-O-M-S juntos descrevem o conhecimento procedimental requerido do usuário para realização da tarefa 14
15 GOMS: CogTool 15
16 Técnicas Técnica: Thinking aloud: - Percorrer o sistema computacional para executar uma tarefa prédeterminada; - Pensar em voz alta; exteriorizar intenções, expectativas, reações... Materiais: - Sistema computacional, protótipo - Especificação da(s)s tarefa(s) - Formulário de observação - Registro da interação/comunicação Resultados - Demonstração do entendimento do usuário - Evidências sobre problemas de design - Bases para redesign da aplicação - Feedback qualitativo explícito 16
17 Técnicas Técnica: Percurso cognitivo/percurso Pluralístico 17
18 Técnicas Técnica: Percurso cognitivo/percurso Pluralístico Exploração: o avaliador simula o usuário caminhando na interface para executar tarefas típicas: mais frequentes, tarefas críticas, mais relevantes, etc. Esta técnica tem o foco no aprendizado, avaliando cada passo de uma tarefa e trazendo a tona conflitos designer-usuário. Materiais: - Sistema computacional/interface a ser avaliada - Formulário para registrar as observações Resultados: - Descoberta de erros/decisões de design que dificultem a exploração 18
19 Critérios Ergonômicos 1. Condução 2. Carga de Trabalho 3. Controle Explicito 4. Adaptabilidade 5. Gestão de Erros 6. Homogeneidade Coerência/ Consistência 7. Significado dos Códigos e Denominações 8. Compatibilidade 19
20 Avaliação de Acessibilidade Avaliação Simplificada de Acessibilidade 1. Desabilitar imagens - Verificar se são disponibilizados textos alternativos apropriados 2. Desabilitar som - Verificar se o conteúdo sonoro continua disponível por meio de equivalentes textuais 3. Variar o tamanho da fonte (usando controles do navegador) - Verificar se o tamanho da fonte varia na tela de forma adequada e se a página continua usável com grandes tamanhos de fonte 4. Variar resoluções de tela 5. Redimensionar a janela da aplicação para tamanhos menores que o máximo 20
21 Avaliação de Acessibilidade Avaliação Simplificada de Acessibilidade 6. Verificar se o contraste é adequado 7. Acessar links e formulários da página por meio da tecla TAB, sem auxílio do mouse - Verificar se todos os links são acessíveis e estão bem descritos, bem como se os controles dos formulários são acessíveis 8. Usando navegador textual, verificar se as informações disponibilizadas são equivalentes àquelas oferecidas pelo navegador gráfico (e.g., Lynx) 9. Usando navegador textual, verificar se a informação apresentada faz sentido se apresentada de forma linear 10.Testar o programa com um software leitor de tela (e.g., NVDA portável) 21
22 Avaliação de Usabilidade (inspeção por experts) 22
23 Avaliação de Usabilidade 23
24 Avaliação de Usabilidade Inspeção Heurística 1. Definir heurísticas de usabilidade 2. Selecionar time de avaliação 3. Compilar material sobre o sistema 4. Inspeção pelos avaliadores Inspeção individual Explorar o sistema (conhecer o sistema) Procurar por problemas de usabilidade (heurísticas) Passar pelo menos 2 vezes em cada tarefa Fazer anotações 5. Feedback dos avaliadores Reunião entre os avaliadores Criação da Tabela de Avaliação Discussão dos problemas e seus graus de severidade (peso de 0 a 4) Consolidação dos problemas identificados Elaboração do relatório estruturado Sugestões de como corrigir os problemas 24
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