Referências Bibliográficas
|
|
|
- Maria do Mar Malu Marques Aldeia
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Agenda Considerações Iniciais Classificação dos Métodos de Avaliação Avaliação Heurística Teste de Usabilidade Comparativo Referências Bibliográficas 2-57
3 3-57
4 4-57
5 Avaliação Coletar informações sobre um projeto ou produto em relação a funcionalidade e a interação; Estimativa do sucesso ou insucesso das hipóteses do projetista sobre a solução que está propondo; Envolve desde o que você acha desta idéia até avaliações rigorosas (experimentos em laboratório e questionários em larga escala). 5-57
6 Avaliação Obtenção de interfaces com melhor usabilidade; Garante melhores decisões de projeto; Evita custos de fazer e distribuir correções; Vantagens indiscutíveis: modificação do projeto nas fases iniciais são melhores que nas fases finais! 6-57
7 Por quê avaliar? Conhecer o que os usuários querem e problemas que experimentam; Verificar se idéias estão de acordo com as necessidades e os desejos dos usuários; Responder dúvidas que surgem durante o projeto e desenvolvimento. 7-57
8 Por quê avaliar? Verificar o sistema na situação real de uso; Comparar alternativas de design; Marketing: comparação entre produtos (funcionalidade, aceitação) Adequação a normas: produtos estão de acordo com padrões específicos (exemplo ISO)? 8-57
9 O que avaliar? Funcionalidade do sistema qualidade da adequação aos problemas do usuário; design permite que usuário efetue as tarefas pretendidas de modo fácil e eficiente; Usabilidade da interface qualidade da interação usuário/sistema; fácil aprender usar o sistema, uso agradável e eficiente. 9-57
10 O que avaliar? Comunicabilidade qualidade da comunicação projetista/usuário; interface expressa o modelo de interação previsto pelos projetistas; Aprendizado do usuário conhecimento do usuário evolui através da interação
11 Quando? Deve ocorrer durante o ciclo de vida do sistema: resultados utilizados para melhorias gradativas da interface. Nas primeiras fases: verificar compreensão dos projetistas sobre as necessidades dos usuários (estudo de um sistema existente); testar idéias (possibilidades de layout). Nas fases finais: identificar dificuldades do usuário; melhorar produto
12 Tipos de Avaliação Formativa feita durante o processo de projeto e desenvolvimento; permite identificar e consertar um problema de interação antes que a aplicação seja implementada ou terminada; uso de modelos, protótipos, storyboards. Somativa avaliar o produto já terminado; testar se produto está de acordo com o estilo padrão da empresa
13 Considerações Características dos usuários experiência, idade, gênero; Tipo de atividade a ser realizada atividades específicas controladas ou livres, de acordo com a vontade do usuário; 13-57
14 Considerações Ambiente do estudo laboratório, ambiente natural de trabalho (estudo de campo); Natureza do artefato projeto gráfico não implementado, protótipo em desenvolvimento, produto terminado
15 Métodos e Técnicas de Avaliação Envolvem: observação e monitoração das interações do usuário; coleta de opiniões dos usuários; experimentos; interpretação de interações naturais; predição de usabilidade de um produto
16 Métodos e Técnicas de Avaliação Classificação (Rocha e Baranaukas, 2000) Inspeção de usabilidade Teste de usabilidade Experimento controlado Método interpretativo 16-57
17 Métodos e Técnicas de Avaliação Classificação (Rocha e Baranaukas, 2000) Inspeção de usabilidade Teste de usabilidade Experimento controlado Método interpretativo 17-57
18 Inspeção de Usabilidade Conjunto de métodos baseados em se ter avaliadores inspecionando ou examinando aspectos de usabilidade de uma interface; Avaliadores: especialistas em usabilidade ou em determinado padrão de interface, consultores de software, usuários finais
19 Inspeção de Usabilidade Visa encontrar problemas de usabilidade no projeto de uma interface e fazer recomendações para eliminação destes problemas; Utiliza a habilidade e a experiência de avaliadores; Pode ser aplicada em fases iniciais e finais do projeto e desenvolvimento
20 Inspeção de Usabilidade Métodos: Avaliação Heurística: uso de lista de heurísticas; Revisão de Guidelines: verificação da conformidade com guidelines; Inspeção de Consistência: consistência dentro de uma família de interfaces (terminologia, cores, layout, formatos entrada/saída); Percurso Cognitivo (predição de uso): análise do caminho percorrido na execução de uma tarefa (modelagem psicológica); especialistas revisam o sistema para predizer problemas que usuários podem encontrar
21 Métodos e Técnicas de Avaliação Classificação (Rocha e Baranaukas, 2000) Inspeção de usabilidade Teste de usabilidade Experimento controlado Método interpretativo 21-57
22 Teste de Usabilidade Método centrado no usuário; Inclui Métodos experimentais ou empíricos; Métodos observacionais; Técnicas de questionamento. Necessária existência de uma implementação real (simulação, protótipo básico, cenário, implementação completa)
23 Métodos e Técnicas de Avaliação Classificação (Rocha e Baranaukas, 2000) Inspeção de usabilidade Teste de usabilidade Experimento controlado Método interpretativo 23-57
24 Experimento Controlado Envolve a execução de um bem projetado experimento de laboratório; Tem-se uma hipótese a ser testada e variáveis de interesse devem ser controladas; Uso de métodos estatísticos: necessário conhecimento estatístico para validação dos resultados
25 Experimento Controlado Controle de variáveis em interações complexas envolvendo humanos pode ser difícil e de validade questionável; São feitos em laboratórios especialmente construídos; Coleta de dados através de observação e monitoramento; Avaliação rigorosa e dados coletados analisados quantitativamente, de modo a produzir métricas que guiem o projeto
26 Experimento Controlado No planejamento, observar: propósito do experimento; o que se mantém constante, o que é alterado; hipótese (estabelecida de forma a ser testada); quais testes estatísticos e por que? 26-57
27 Experimento Controlado Exemplo: - avaliação da eficiência relativa dos usuários utilizando teclas de função ou menus num sistema de controle de processos estabelecida em termos dos elementos comparados, constantes (experiência dos usuários e tarefa de controle) e medidas de performance (velocidade na execução dos comandos ou percentual de erros)
28 Experimento Controlado Exemplo Hipótese possível - Teclas de função são mais eficientes (produzem execução mais rápida dos comandos); Grupos usarão duas interfaces; Significância estatística entre as diferenças serão determinadas
29 Métodos e Técnicas de Avaliação Classificação (Rocha e Baranauskas, 2000) Inspeção de usabilidade Teste de usabilidade Experimento controlado Método interpretativo 29-57
30 Método Interpretativo Objetiva proporcionar ao projetista um melhor entendimento das condições naturais de trabalho do usuário; de como o uso do sistema se integra as outras atividades do usuário
31 Método Interpretativo Coleção de dados é informal deve causar pouca interferência ao trabalho do usuário; participação do usuário na coleta, análise e interpretação dos dados; formas de registro como vídeos e áudio podem ser adotadas. Incluem avaliação participativa e etnográfica (pesquisadores inseridos no contexto de trabalho)
32 Qual método utilizar? Fatores determinantes: o que se deseja avaliar; etapa do desenvolvimento; disponibilidade de especialistas; ambiente e recursos necessários; tempo disponíveis para avaliação. Técnica ideal: misturar e adaptar métodos
33 Métodos e Técnicas de Avaliação Técnicas representativas: Avaliação Heurística Teste de Usabilidade 33-57
34 Avaliação Heurística Engenharia Econômica de Usabilidade proposta por Nielsen (1989,1993); Envolve pequeno conjunto de avaliadores, examinando a interface e julgando suas características em face de reconhecidos princípios de usabilidade (heurísticas)
35 Avaliação Heurística Heurística: regra geral que descreve uma propriedade comum em interfaces usáveis; Avaliadores, por experiência, estudam e observam a interface; Não deve ser feita por um único avaliador (3-5)
36 Avaliação Heurística Metodologia: feita, em primeiro momento, individualmente; avaliadores percorrem a interface e relatam problemas encontrados, junto as heurísticas violadas; posteriormente, as listas de problemas dos avaliadores são consolidadas; discussão final: equipe de desenvolvimento e sugestões de re-design
37 Avaliação Heurística Avaliadores não estarão usando o sistema de fato: interfaces não implementadas; Resultado: lista de problemas de usabilidade da interface com referências aos princípios de usabilidade violados; Uso de heurísticas específicas: derivadas da análise de produtos similares e de resultados de uso (Ex.: formulários)
38 Algumas Heurísticas (Nielsen, 1990/93) Diálogo simples e natural; Falar na linguagem do usuário; Minimizar a carga de memória do usuário; Ser consistente; Prover feedback; Saídas claras marcadas; Prover shortcuts; Mensagens de erro construtivas e precisas; Prevenir erros; Help e documentação
39 Avaliação Heurística (Rocha e Baranauskas, 2000, pág. 177) 39-57
40 Avaliação Heurística Diagnóstico de um problema associado as heurísticas: possibilidades concretas de re-design; Pode ser usada para avaliar a gravidade de cada problema: atribuição de graus de severidade; Método básico da engenharia da usabilidade, relativamente fácil de ser usado e aprendido
41 Teste de Usabilidade Observação da interação de usuários no mundo real ou sob condições controladas; Avaliadores coletam dados e verificam se a interface suporta as tarefas do usuário; Importância do teste: impossibilidade do projetista em prever o comportamento dos usuários diante da interface; Ferramentas de registro: áudio, vídeo, software para registro da interação, outras; Importante coleta da opinião do usuário
42 Teste de Usabilidade 42-57
43 Teste de Usabilidade Resultados práticos: testes têm acelerado desenvolvimento e produzido redução de custos; Vantagens (Matias, 1995): indicar reações dos usuários potenciais; mostrar os problemas e falhas no sistema; mostrar onde o sistema funciona bem; fornecer idéias ao projeto através das sugestões dos usuários; fornecer meios para comparar múltiplos usuários; promover a participação do usuário
44 Teste de Usabilidade Observação dos usuários: direta usuários podem ser observados diretamente em seu local de trabalho; observador toma nota sobre o comportamento do usuário, como seqüência de ações (escolher o que é importante ser anotado); usuários podem alterar comportamento pelo fato de estarem sendo observados; 44-57
45 Teste de Usabilidade Observação dos usuários: direta técnicas de anotação de dados podem ser utilizadas ou desenvolvidas, do tipo checklist; para registro permanente, vídeo, áudio ou logging de interação é necessário
46 Teste de Usabilidade Observação dos usuários: indireta software logging: coleta é automática e não interfere no trabalho do usuário; ferramentas disponíveis para software logging; tempo de digitação: grava seqüência e os intervalos de tempo
47 Teste de Usabilidade Observação dos usuários: indireta vídeo: uso de diferentes câmeras; usuários têm noção de que estão sendo filmados; reduzir impacto da presença da câmera: coloca-la dias antes do início das filmagens; análise é difícil e consome tempo; podem ser usados para convencer gerentes e projetistas dos problemas no sistema
48 Teste de Usabilidade Coleta da opinião dos usuários: além da performance é importante saber o que ele pensa sobre o uso que faz da tecnologia; impressão dos usuários sobre o software; performance pode ser boa, mas usuário não gostar do sistema; detalhes para os projetistas podem ser desagradáveis ao usuário
49 Teste de Usabilidade Coleta da opinião dos usuários: protocolo verbal: usuários pensam em voz alta ; usuários podem ver vídeos e comentar sobre suas ações; dois usuários podem testar uma interface e comentar; entrevistas e questionários podem ser utilizados
50 Teste de Usabilidade Entrevistas e questionários: dados de entrevistas: qualitativos; dados de questionários: quantitativos; questionários podem ser aplicados a um grande número de pessoas, possibilitando a obtenção de resultados estatisticamente validados; questionário deve ser planejado de forma a garantir que perguntas sejam relevantes às questões analisadas
51 Teste de Usabilidade Entrevistas e questionários: entrevistas flexíveis podem ser moldadas se acordo com a reação dos entrevistados (uso de um plano básico); entrevistado deve se sentir seguro e a vontade: podem ter vergonha de criticar o sistema; entrevistador responsável por criar um clima agradável de conversação
52 Teste de Usabilidade Entrevistas e questionários: questionários podem conter respostas fechadas ou abertas; fechadas checklists (sim, não, não sei); escalas (muito útil... Inútil; concordo plenamente... discordo plenamente); questionários devem ser breves; estudos pilotos: antes de distribuir um questionário para 500 pessoas, distribuir um rascunho para
53 Teste de Usabilidade Testes realizados em laboratório; Problemas: limitações de tempo e de recursos; dificuldade em conseguir usuários representativos; contexto do trabalho dificilmente consegue ser reproduzido; Saídas: testes remotos (tele-conferência); testes de campo: ambientes reais de uso (resposta do usuário, logs, comandos usados, freqüência de acesso ao help)
54 Teste de Usabilidade Plano detalhado de teste: objetivo, quando e onde, duração, recursos necessários, experimentadores, usuários, tarefas a serem avaliadas; Etapas: Preparação dos recursos; Apresentação usuários as tarefas de teste; Teste (evitar auxiliar o usuário); Sessão final: usuários convidados a comentar, sugerir e comentar ou responder questionário; 54-57
55 Teste de Usabilidade Usuários: Representativos em relação aos usuários aos reais: se não forem usuário reais: características similares (idade, conhecimento, experiência com sistema, outras); evitar influências: Ex.: determinar um conjunto de ícones que é mais rapidamente reconhecido por crianças entre 7 e 10 anos selecionar crianças que cubram todas as idades; número igual de meninos e meninas; mesmo nível de experiência; notas escolares semelhantes
56 Teste de Usabilidade Equipe experimentadores: - conhecimento da aplicação e interface; - saber lidar com problemas que afetem o teste; - isenção na avaliação
57 Teste de Usabilidade Comentar com usuário: importância do teste: melhorias na interface; sistema é confidencial e resultados não serão colocados publicamente; participação é voluntária (usuários tem outras coisas para fazer); explicar gravações de vídeo ou áudio; informa-los dos objetivos do teste, tarefas a serem realizadas e que podem ser livres para abandonar o teste se assim desejarem
58 Comparativo Testes de laboratório são caros; Abordagem heurística proposta para oferecer informação de usabilidade de modo mais rápido e barato não substituem os testes: uso em conjunto; Avaliação heurística melhor quando aplicada por especialistas em avaliação; permite avaliação global da interface, menor custo, detecção de erros; 58-57
59 Comparativo Testes são mais eficazes, mas caros (50x); Avaliação heurística detectou mais problemas ao custo mais baixo, mas necessita de pessoas com conhecimento e experiência para aplica-la (Jeffries); Não se pode afirmar qual o melhor método: cada situação de projeto irá requerer uma forma de avaliação
60 Referências Rocha, Heloísa; Baranauskas, Maria. Design e avaliação de interfaces humano-computador. São Paulo, IME-USP, 2000 (Escola de Computação, 2000), 242 p. Matias, Márcio. Checklist: Uma ferramenta de suporte à avaliação ergonômica de interfaces. Florianópolis, 1995 (dissertação de mestrado). Souza, Clarisse; Leite, Jair; Prates, Raquel; Barbosa, Simone. Projeto de Interfaces de Usuário: Perspectivas Cognitivas e Semióticas. In: XIX Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Computação, 1999, Rio de Janeiro. Anais do XIX Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Computação; Material disponibilizado pela Profª Renata Vieira - Internet
Método de prototipação em papel Comparativo dos métodos de avaliação
Interface Homem/Máquina Aula 25 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de
INTRODUÇÃO: INTERAÇÃO HUMANO- COMPUTADOR. Aula 2
INTRODUÇÃO: INTERAÇÃO HUMANO- COMPUTADOR Aula 2 TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROJETO DE INTERFACE COM O USUÁRIO Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em
Avaliação de Interfaces Humano- Computador
Avaliação de Interfaces Humano- Computador Avaliação de Interfaces A avaliação deve ocorrer durante o ciclo de vida do design e seus resultados utilizados para melhorias gradativas da interface. Se faz
AVALIAÇÃO DE INTERFACES
Conceitos do Livro: Interação Humano - Computador Simone D. J. Barbosa/Bruno Santana da Silva Orienta o avaliador: Introdução Fazer julgamento sobre a qualidade de uso Identificar problemas do usuário
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A1 DATA 10/09/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A1 DATA 10/09/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: 1. Considere as afirmações a seguir:
ENGENHARIA DE USABILIDADE. Unidade IV Avaliação. Luiz Leão
Unidade IV Avaliação Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Técnicas de Avaliação de Usabilidade Avaliação Heurística Inspeção por meio de lista de verificação Ensaio
Interação Humano-Computador
Interação Humano-Computador Avaliação Heurística Danielle Freitas 2015.1 http://docente.ifrn.edu.br/daniellefreitas Agenda Avaliação Heurística O que é? Número de avaliadores Heurísticas de usabilidade
Interação Humano-Computador Avaliação de Usabilidade (Avaliação Heurística) PROFESSORA CINTIA CAETANO
Interação Humano-Computador Avaliação de Usabilidade (Avaliação Heurística) PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução A capacidade que um sistema interativo oferece a seu usuário, em um determinado contexto
Professora Clarisse Sieckenius de Souza 30/03/2011. serg
1 INF1403 Avaliação em IHC (Introdução) Professora Clarisse Sieckenius de Souza 30/03/2011 2 Avaliação de IHC O que é? Chamamos de avaliação de IHC a atividade profissional especializada que tem por objetivo
PROJETO DE INTERFACES. Projeto de Programas PPR0001
1 PROJETO DE INTERFACES Projeto de Programas PPR0001 2 Introdução A interface de uma aplicação computacional envolve os aspectos de um sistema com o qual mantemos contato A área da computação que estuda
Ergonomia Cognitiva IHC Interface Homem Computador Parte 5
Ergonomia Cognitiva IHC Interface Homem Computador Parte 5 Pós-Graduação em Ergonomia Profª Rosimeire Sedrez Bitencourt, Drª Eng 10 e 11 de Abril de 2010 Ergonomia Cognitiva: conteúdo Parte 1 Parte 2 Parte
Interface Humano- Computador (IHC): Avaliação. Isabela Gasparini
Interface Humano- Computador (IHC): Avaliação Isabela Gasparini [email protected] Sala F211 Tel: 431-7323 http://www.joinville.udesc.br/dcc/isabela/ Avaliação de Interfaces Usabilidade (ISO 9241)
ENGENHARIA DE USABILIDADE
ENGENHARIA DE USABILIDADE Aula 02 Bruna Patrícia da Silva Braga PRINCÍPIOS ERGONÔMICOS PARA IHC HEURÍSTICA DE USABILIDADE A avaliação heurística é um método de inspeção sistemático de usabilidade que leva
Introdução a Métodos de Avaliação de IHC
Interface Homem/Máquina Aula 20 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de
Avaliação Heurística e Testes de Usabilidade
1 Avaliação Heurística e Testes de Usabilidade Aula 12 18/04/2012 2 Paradigmas e Técnicas T de Avaliação: RESUMO Rápido e Rasteiro Testes de Usabilidade Estudos de Campo Avaliação Preditiva Observação
Avaliação de comunicabilidade
1 Avaliação de comunicabilidade INF1403 Introdução a IHC Aula 11 Marcelle Mota 10/04/2013 2 Avaliação Com quem? Inspeção SEM a participação dos usuários Especialistas em IHC percorrem os cenários como
Métodos de Avaliação de IHC. Capítulo 10 Barbosa e Silva 2010
A Métodos de Avaliação de IHC Capítulo 10 Métodos de Avaliação de IHC Avaliação por inspeção Avaliação heurística Percurso Cognitivo Avaliação por observação Teste de usabilidade Prototipação em papel
CI751 Interação Humano-Computador
CI751 Interação Humano-Computador Interação Humano-Computador (IHC) Avaliação: usabilidade, acessibilidade... Roberto Pereira [email protected] Artigo Revisão de Literatura 1. Ver descrição do trabalho
Engenharia de Usabilidade
Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Engenharia de Usabilidade Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.twitter.com/jorgecav Interação
Introdução 27/9/2005. Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Departamento de Ciência da Computação UFMG Gestus. Usabilidade.
Introdução Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Departamento de Ciência da Computação UFMG Gestus Referências Hix, D.; Hartson, H. R. Developing User Interfaces: ensuring usability through product
Documentação de Software. Simone Vasconcelos
Documentação de Software Simone Vasconcelos 1 Contexto Qualquer software deve ter uma quantidade razoável de documentação.! Documentos de trabalho.! Manuais de usuário produzidos profissionalmente. Em
DECIDE - Guia para o planejamento de uma avaliação
Introdução à Interação Humano-Computador Métodos Empíricos de Avaliação de Interfaces Professora: Raquel Oliveira Prates http://www.dcc.ufmg.br/~rprates/ihc \ Aula 7: 30/08 DECIDE - Guia para o planejamento
- Prototipação Iterativa - Observação Direta
- Prototipação Iterativa - Observação Direta Júnia Coutinho Anacleto Silva Maio/2004 Prototipação Iterativa A interface com o usuário é a porta de entrada da aplicação, e desempenha um papel fundamental
USABILIDADE. Prof.: Michele Nasu Tomiyama Bucci
USABILIDADE Prof.: Michele Nasu Tomiyama Bucci Análise heurística Definição Análise Heurística (Nielsen and Molich, 1990; Nielsen 1994) é um método de engenharia de usabilidade para encontrar os erros
Componentes de SIs. Pessoas Organiz. Tecnologia
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 03 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Processos de Validação e Verificação do MPS-Br
Processos de Validação e Verificação do MPS-Br O Processo Validação "O propósito do processo Validação é confirmar que um produto ou componente do produto atenderá a seu uso pretendido quando colocado
IV.4 Análise de Dados da Avaliação
Melhor e Pior? IV - Avaliação IV.4 Análise de Dados da Avaliação Interactive System Design, Cap. 10, William Newman 2 Melhor e Pior? Resumo Aula Anterior! Avaliação com utilizadores!local (Laboratório,
Interfaces Pessoa-Máquina (IPM)
Interfaces Pessoa-Máquina (IPM) IV - Avaliação IV.3 Avaliação com Utilizadores HCI, Cap.9, Alan Dix Interaction Design, Cap. 11-14, J. Preece Resumo Aula Anterior Tipos de diálogo Menus, Formulários, LC
Teste de Software. Competência: Entender as técnicas e estratégias de testes de Software
Teste de Software Competência: Entender as técnicas e estratégias de testes de Software Conteúdo Programático Introdução O que é teste de software? Por que é necessário testar um software? Qual a causa
Engenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos Criado: mar/2001 Atualizado: set/2005 Tópicos Definição de Requisitos Participantes Processo Documento de Requisitos (SRS) Evolução dos Requisitos 2 Referência I.Sommerville. Sw
Normas ISO:
Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais
Projeto de Interface Homem- Máquina
Projeto de Interface Homem- Máquina PCS 013 Profa. Lúcia V. L. Filgueiras Profa. Selma S. S. Melnikoff Projeto de Interface- Homem- Máquina Em geral, esta atividade é realizada na fase de análise ou de
As técnicas de concepção
As técnicas de concepção Acadêmicos: Bruno Amaral de Sousa Claudivan Gottardi Guilherme Assufi Dallanol Marlon Victor de Paula Objetivo Demonstrar técnicas destinadas a implementar as especificações para
Professor Emiliano S. Monteiro
Professor Emiliano S. Monteiro To-Do Doing Done Conhecer os processos de desenvolvimento habilita o aluno a realizar uma melhor escolha de processo para uso em projetos futuros. A vantagem de conhecer
Avaliação de IHC. Aula 07 25/03/2013. INF1403 Introdução a IHC. Profa. Luciana Salgado
1 Avaliação de IHC Aula 07 25/03/2013 2 Roteiro da Aula Framework DECIDE Paradigmas e técnicas para avaliação de IHC Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva 3 O framework DECIDE
Material baseado nos slides de: Marcos José Santana Regina Helena Carlucci Santana
Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Sistemas de Computação SSC643 Avaliaçãode Desempenhode Sistemas Computacionais Aula 5 Sarita Mazzini Bruschi
Faculdade de Tecnologia SENAC Pelotas Interface Homem Computador 3º Semestre
Faculdade de Tecnologia SENAC Pelotas Interface Homem Computador 3º Semestre Material 5 Metodologias de Desenvolvimento de Interfaces Prof. Luthiano Venecian Introdução o Como conceber e implementar a
4/14/11. Processos de Engenharia de Requisitos. Engenharia de requisitos. Elicitação e análise. A espiral de requisitos
Processos de engenharia de requisitos Processos de Engenharia de Requisitos Os requisitos e as formas de obtê-los e documentálos variam drasticamente de um projeto para o outro Contudo, existe uma série
Avaliação de comunicabilidade
1 Avaliação de comunicabilidade INF1403 Introdução a IHC Aula 14 João Dutra Bastos 28/04/2014 2 Avaliação Com quem? Inspeção Métodos de Inspeção de IHC são normalmente aplicados sem participação de usuários
INTRODUÇÃO: INTERAÇÃO HUMANO- COMPUTADOR. Aula 5
INTRODUÇÃO: INTERAÇÃO HUMANO- COMPUTADOR Aula 5 TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROJETO DE INTERFACE COM O USUÁRIO Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em
Prova 1 de INF1403 Introdução a IHC
Prova 1 de INF1403 Introdução a IHC Aluno(a): Matrícula: Email: Atenção: Durante a prova não é permitido o uso de qualquer aparelho eletrônico (por exemplo: telefone celular, ipod ou MP3 Player, Palmtop,
Ergonomia e Usabilidade
Ergonomia e Usabilidade Professor: José Durval Pacheco [email protected] Usabilidade - Definição Usabilidade é a capacidade de um produto ser usado por usuários específicos para atingir objetivos
Verificação e Validação. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 22 Slide 1
Verificação e Validação Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 22 Slide 1 Objetivos Apresentar a verificação e validação de software e discutir a distinção entre elas Descrever
02/10/2012 Clarindo Pádua. Avaliação de maturidade em usabilidade de organizações Produtividade do usuário.
Modelos de avaliação de maturidade em usabilidade Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Departamento de Ciência da Computação UFMG Synergia / Gestus Usabilidade Capacidade que um sistema interativo
Engenharia de Software Aula 2.3 Processos da Engenharia de Requisitos. Prof. Bruno Moreno
Engenharia de Software Aula 2.3 Processos da Engenharia de Requisitos Prof. Bruno Moreno [email protected] Engenharia de Requisitos O objetivo do processo de Engenharia de Requisitos é criar e manter
APLICAÇÕES PARA WEB PRÍNCIPIOS DA IHM. Trabalho feito por: Carolina Maróstica Izabela Diniz Larissa Mendes Sabrina Marinho Yagho Baldansi
APLICAÇÕES PARA WEB PRÍNCIPIOS DA IHM Trabalho feito por: Carolina Maróstica Izabela Diniz Larissa Mendes Sabrina Marinho Yagho Baldansi Varginha, 26 de fevereiro de 2016. Trabalho entregue ao professor
Bibliografia. Quais são os problemas? capacidade de construção. acompanha a demanda por novos programas. ameaçada por projetos ruins.
Bibliografia Quais são os problemas? 4 A sofisticação do software ultrapassou nossa capacidade de construção. 4 Nossa capacidade de construir programas não acompanha a demanda por novos programas. 4 Nossa
Verificação e Validação
Verificação vs Validação Verificação e Validação Verificação: Estamos construindo o produto corretamente? O software deve estar de acordo com sua especificação. Validação: Estamos construindo o produto
Métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa para Ciência da Computação
Métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa para Ciência da Computação Jacques Wainer Gabriel de Barros Paranhos da Costa Gabriel Dias Cantareira Metodologia de pesquisa científica em Ciências da Computação
Introdução a Ergonomia e Usabilidade
Introdução a Ergonomia e Usabilidade Projeto de Interface Homem- Máquina Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Agenda Apresentação Definições Gerais Importância Usabilidade e Ergonomia Engenharia da
Avaliação Por Inspeção. Professora Estelamaris Pellissari
Avaliação Por Inspeção Professora Estelamaris Pellissari O que é avaliação por Inspeção (ou Preditiva)? Avaliar por inspeção significa utilizar uma série de métodos de avaliação através dos quais os avaliadores
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS JOÃO CÂMARA ENGENHARIA DE SOFTWARE
1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE CAMPUS JOÃO CÂMARA ENGENHARIA DE SOFTWARE Nickerson Fonseca Ferreira [email protected] Introdução 2 Antes de qualquer
ISO/IEC Prof. Alexandre Luís Franco
ISO/IEC 9126 Prof. Alexandre Luís Franco ISO/IEC 9126 Contém as seguintes partes, sobre o título genérico de Engenharia de Software Qualidade do Produto Parte 1 Modelo de Qualidade Parte 2 Métricas Externas
AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DA SALA VIRTUAL MOODLE DO IFCE - CAMPUS IGUATU. PALAVRAS-CHAVE: Usabilidade, MOODLE, avaliação, sala virtual
AVALIAÇÃO DA USABILIDADE DA SALA VIRTUAL MOODLE DO IFCE - CAMPUS IGUATU RESUMO: Este artigo tem como objetivo avaliar a sala virtual MOODLE utilizada como suporte para os cursos presenciais do campus Iguatu.
INF1403 Percurso Cognitivo (Cognitive Walkthrough)
1 INF1403 Percurso Cognitivo (Cognitive Walkthrough) Aula 11 08/04/2013 2 O que é o PERCURSO COGNITIVO Um método de inspeção Realizado por especialistas, sem a participação de usuários. Principal objetivo
Customização de Heurísticas de Usabilidade para Celulares
Customização de Heurísticas de Usabilidade para Celulares GQS - Grupo de Qualidade de Software INCoD - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Convergência Digital Juliane Vargas Nunes Thaísa Cardoso
INTERFACE HOMEM- MÁQUINA ENGENHARIA DE USABILIDADE
INTERFACE HOMEM- MÁQUINA ENGENHARIA DE USABILIDADE Objectivo Caracterizar os elementos principais da engenharia de usabilidade para o adequado desenho de interfaces de usuário. Conteúdo Objectivos da usabilidade.
PESQUISA TEÓRICA APLICADA. - Verificar a teoria; - Integrar a teoria já existente; - Desenvolver um conceito.
PESQUISA TEÓRICA APLICADA 1. TEÓRICA (PURA): - Oferece solução para problemas práticos; - Ajuda encontrar os fatores de um problema prático. 2. APLICADA: - Contribuir e esclarecer os fatos; - Verificar
ENGENHARIA DE USABILIDADE E INTERFACES
Unidade III Desenvolvimento de Projetos de IHC Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático desta Unidade Técnicas de Concepção Técnicas de Modelagem Objetivo Demonstrar técnicas
CAPÍTULO 7 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
103 CAPÍTULO 7 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES "A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas em escapar das antigas. John Maynard Keynes A pesquisa orientada à visualização cartográfica visa
Medidas de Esforço de Desenvolvimento de Software
Medidas de Esforço de Desenvolvimento de Software Unidade 1 Fundamentos de Métricas e Medidas Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Unidade 1 Fundamentos de métricas e medidas Introdução
Avalia a qualidade da comunicação da metamensagem do designer para os usuários
Interface Homem/Máquina Aula 24 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Avaliação de Comunicabilidade
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Prof. Fabiano Papaiz IFRN
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Prof. Fabiano Papaiz IFRN Um Processo de Desenvolvimento de Software, ou simplesmente Processo de Software, é um conjunto de atividades realizadas por pessoas cujo
UNIP Universidade Paulista Campus Tatuapé SP Ciência da Computação
Parte 07 Engenharia de Software 7. Interação Homem Computador Um aspecto que se tornou indispensável no desenvolvimento de software é a preocupação em conseguir projetar sistemas interativos mais usáveis.
Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima
Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS Compreender o processo de gerenciamento de qualidade e as principais atividades do processo de garantia, planejamento e controle
ENGENHARIA DE USABILIDADE
ENGENHARIA DE USABILIDADE Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Questão 1 Quais os objetivos da IHC? Questão 1 Resposta Quais os objetivos da IHC? - Socialização da informação; - Aumentar
Prova Discursiva Engenharia de Software
Prova Discursiva Engenharia de Software Quais são os principais fatores de qualidade de software definidos pela ISO 9126? 1-Funcionalidade 2-Confiabilidade 3-Usabilidade 4-Eficiencia 5-Facilidade de Manutenção
(b) Quais os tipos de informações (diferentes, adicionais) disponibilizadas para as diferentes situações que os usuários podem se encontrar?
4 Método ISIM O método ISIM, aqui proposto, avalia a qualidade da interação baseada em mapas, com especial ênfase em situações de uso que envolvem localização ou traçado de trajetos. Nesta avaliação, os
Projeto e Desenvolvimento de SAD (2)
Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Projeto e Desenvolvimento de SAD (2) DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão Metodologias de projeto e desenvolvimento:
PESQUISA DE MERCADO. Profa. MSc Marilda Sena P. Zuza
PESQUISA DE MERCADO Profa. MSc Marilda Sena P. Zuza Pesquisa de Mercado no Contexto de Marketing É uma ferramenta para tornar as decisões a respeito do Mix de Marketing mais seguras. Algumas dúvidas envolvidas
CONTPATRI Plano de Garantia de Qualidade. Versão 1.1
CONTPATRI Plano de Garantia de Qualidade Versão 1.1 Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor 04/05/2013 1.0 Verificação do documento Emerson José Porfírio 21/04/2013 1.0 Elaboração do documento
