Testes de Usabilidade
|
|
|
- Danilo Gama Barbosa
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1
2 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação entre sistemas computacionais e usuário, faz-se referência automaticamente à questão da usabilidade. (Netto, 2004) 2
3 Definição de Usabilidade Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto, a fim de realizar uma tarefa específica; Pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto; Na disciplina de IHC e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. 3
4 Testes e Avaliações Avaliação não deve ser vista como uma fase única dentro do processo de design, e muito menos como uma atividade a ser feita somente no final do processo, e se der tempo ; Deve ocorrer durante todo o ciclo de vida do projeto; Seus resultados devem ser usados para melhorias gradativas da interface; Deve-se ponderar na quantidade de testes aplicados às interfaces durante o projeto (técnicas informais e analíticas devem ser utilizadas). 4
5 Usabilidade Depende dos seguintes aspectos: facilidade de aprendizado do sistema; facilidade de uso; satisfação do usuário; flexibilidade; produtividade. 5
6 Facilidade de Aprendizado do Sistema Tempo e esforço necessários para que os usuários atinjam um determinado nível de desempenho,. 6
7 Facilidade de Uso Avalia o esforço físico e cognitivo do usuário durante o processo de interação, medindo a velocidade de uso e o número de erros cometidos durante a execução de uma determinada tarefa. 7
8 Satisfação do Usuário Avalia se o usuário gosta e sente prazer em trabalhar com este sistema. 8
9 Flexibilidade Avalia a possibilidade do usuário acrescentar, modificar as funções e o ambiente iniciais do sistema; Mede também a capacidade do usuário utilizar o sistema de maneira inteligente e criativa, realizando novas tarefas que não estavam previstas pelos desenvolvedores. 9
10 Produtividade Avalia se o uso do sistema permite ao usuário ser mais produtivo do que seria se não o utilizasse. 10
11 Teste de Usabilidade Faz-se tal avaliação para conhecer o que os usuários querem; Os problemas que os usuários experimentam usando o software; Com tais informações os projetistas podem melhorar o design de seus produtos. 11
12 Teste de Usabilidade: Três Grandes Objetivos Avaliar a funcionalidade do sistema; Avaliar o efeito da interface junto ao usuário; Identificar problemas específicos do sistema. 12
13 Avaliar a Funcionalidade do Sistema Importante no sentido de estar adequada aos requisitos da tarefa do usuário; O design do sistema deve permitir ao usuário efetuar a tarefa pretendida, de modo fácil e eficiente; Não é só ter a funcionalidade adequada disponível, mas também torná-la usável, na forma de ações que o usuário precisa efetuar para executar a tarefa; Envolve medir a performance do usuário junto ao sistema, ou seja, avaliar a eficiência do sistema na execução da tarefa pelo usuário. 13
14 Avaliar o Efeito da Interface Junto ao Usuário É preciso medir o impacto do design junto ao usuário, ou seja, avaliar sua usabilidade; Deve-se considerar alguns aspectos, tais como: avaliar quão fácil é aprender a usar o sistema; avaliar a atitude do usuário com relação ao sistema; identificar áreas do design as quais sobrecarregam o usuário de alguma forma. (Ex.: Exigindo que uma série de informações sejam relembradas.); Muitos métodos de desenvolvimento concentram a avaliação sobre aspectos padrão de usabilidade. Como o uso de guidelines, já citados anteriormente. 14
15 Identificar Problemas Específicos do Sistema Identificar aspectos do design os quais quando usados no contexto alvo, causam resultados inesperados ou confusão entre os usuários; Isto está diretamente relacionado, tanto com a funcionalidade quanto com a usabilidade do projeto. 15
16 Análise por Heurística Método de avaliação centrado no usuário; Inclui métodos experimentais ou empíricos, métodos observacionais e técnicas de questionamento; Para facilitar sua utilização sugere-se uma implementação real do sistema em algum formato, que pode ser: simulação da capacidade interativa do sistema, sem nenhuma funcionalidade; protótipo básico implementado; um cenário (imagens); ou mesmo a implementação completa. 16
17 Percurso Cognitivo Processo de revisão no qual o autor de um aspecto do design, apresenta uma proposta para um grupo de pares; Os pares avaliam a solução usando critérios apropriados ao design específico; Muito utilizado nas fases preparatórias e de análise, as quais detalharemos nos slides a seguir. 17
18 Fase Preparatória Essa fase é executada com a busca de respostas para as seguintes questões: Quem serão os usuários? Qual tarefa será analisada? Qual a correta sequência de ações para cada tarefa e como pode ser descrita? Como é definida a interface? 18
19 Fase de Análise Os analistas tentam encontrar respostas para as seguintes questões: Os usuários farão a ação correta para atingir o resultado desejado? Os usuários perceberão que a ação correta está disponível? Os usuários irão associar a ação correta com o efeito desejado? Se a ação correta for executada, os usuários perceberão que foi feito um progresso em relação a tarefa desejada? 19
20 Avaliação do Desempenho e das Opiniões Há dois tipos de dados que podem ser verificados durante um teste de usabilidade: dados de desempenho (o que realmente aconteceu); dados de opinião (o que os participantes acharam). Em testes mais formais e rigorosos de usabilidade, há uma tendência em confiar mais em dados do desempenho do que nos dados de opinião, por serem menos subjetivos. 20
21 Avaliação do Desempenho e das Opiniões Parâmetros para Avaliação de Desempenho dos Sites Desempenho Métrico 1. Taxas bem sucedidas de conclusão; 2. Tempo na tarefa; 3. Número das páginas visitadas; 4. Análise do Caminho. Medida de usabilidade 1. Os usuários podem encontrar a informação e realizar tarefas? 2. Os usuários podem realizar as tarefas rapidamente? 3. Quantas páginas os usuários visitaram antes de encontrar a informação? 4. Os usuários conseguirão seguir pelo caminho correto e encontrar a informação de novo? (sem errar); 21
22 Avaliação do Desempenho e das Opiniões Parâmetros para Avaliação de Opinião sobre Sites Desempenho Métrico 1. Satisfação Subjetiva; 2. Comentários do Usuário; 3. Avaliações da preferência. Medida de usabilidade 1. Os usuários apreciam usar o website? 2. Os usuários são frustrados ou confusos com a informação? 3. Os usuários preferem um website em relação a outro similar? 22
23 Pergunta-se Podemos criar um software para avaliar uma interface segundo dados de desempenho? E segundo dados de opinião? 23
24 Bibliografia PREECE, Jennifer; ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen. Design de Interação. Porto Alegre, RS: Bookman, ROCHA, M. V. da; BARANAUSKAS, M. C. C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-computador. Campinas, SP: NIED/Unicamp,
25 Heurística Método de perguntas e respostas para encontrar a solução de vários problemas. (Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 4 ed. São Paulo: Egéria, p.) Arte de inventar, de fazer descobertas. Ramo da ciência histórica que se dedica à procura de documentos. (Priberam Dicionário eletrônico. Disponível em: < acesso em: 08 set. 2007) 25
Avaliação de Interfaces
Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Avaliação de Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces: Ambiente Web
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani [email protected] Orientadora: Giliane
ANÁLISE DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA (IHM) EM EQUIPAMENTOS CONTROLADOS ELETRONICAMENTE
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA (IHM) EM EQUIPAMENTOS CONTROLADOS ELETRONICAMENTE Gustavo Peloi da Silva 1, Valdecir Bertoncelo 2, Filipe Cogo 3 RESUMO:
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)
Arquitetura de Informação
Arquitetura de Informação Ferramentas para Web Design Prof. Ricardo Ferramentas para Web Design 1 Arquitetura de Informação? Ferramentas para Web Design 2 Arquitetura de Informação (AI): É a arte de expressar
Interface Usuário Máquina. Aula 06
Interface Usuário Máquina Aula 06 Conteúdo Qualidade do Design Acessibilidade Comunicabilidade Usabilidade Experiência do Usuário Usabilidade em Sistemas Computacionais Usabilidade O que você entende por
Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva
Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller
Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da
Avaliação de Interfaces Humano- Computador
Avaliação de Interfaces Humano- Computador Classificação de métodos de avaliação Inspeção de usabilidade Não envolve usuários Usado em qualquer fase do desenvolvimento do sistema Testes de usabilidade
Interface Homem-Computador
Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Engenharia Cognitiva e Semiótica Professor: M.Sc. Flávio Barros [email protected] Conteúdo Engenharia Cognitiva Fundamentos
DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1)
Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo [email protected] http://blog.brenoleonardo.com.br DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1) Apresentações Quem sou eu? Breno Leonardo http://blog.brenoleonardo.com.br
Desenvolvimento de Interfaces Prototipação
Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento
Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST.
Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Um software deve ser projetado para simplificar tarefas e criar experiências positivas para
Interface Humano -Computador
A Interface Humano -Computador Aula 04 Modelos de Processos de Design de IHC Giliane Bernardi - [email protected] http://nte.ufsm.br O Processode Design de IHC Relembrando Questões chave no projeto centrado
Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa
Como Elaborar Um Projeto de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Prof. Edwar Saliba Júnior Fevereiro de 2015 1 O que é pesquisa? Pode-se definir pesquisa como:
3 Qualidade de Software
3 Qualidade de Software Este capítulo tem como objetivo esclarecer conceitos relacionados à qualidade de software; conceitos estes muito importantes para o entendimento do presente trabalho, cujo objetivo
Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)?
Profa. Tatiana Aires Tavares [email protected] Tema: Por que estudar IHC (Interação Humano Computador)? Criar desejos... Resolver problemas do nosso dia-a-dia Facilitar a vida da gente Tornar possível...
Interface Humano -Computador
A Interface Humano -Computador Aula 01 - Conceitos Iniciais Giliane Bernardi - [email protected] http://nte.ufsm.br Introdução Relembrando aspectos da Engenharia de Software Ciclo de Vida de um Software
Interação Humano-Computador Golfos e Execução e Avaliação PROFESSORA CINTIA CAETANO
Interação Humano-Computador Golfos e Execução e Avaliação PROFESSORA CINTIA CAETANO Teoria de IHC Explicações e previsões fenômenos de interação entre usuário e o sistema. Na década de 80 as fundamentações
Processos de Desenvolvimento de Software
Processos de Desenvolvimento de Software Gerenciamento de Projetos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e
INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística
HOLOFACE Programação de Simulação de Interfaces Interativas Aluno: Leandro Santos Castilho 1 Orientador: Romero Tori 2 Linha de Pesquisa: Ambientes Interativos Projeto: Livro 3D Resumo Os conceitos de
Desenvolvimento da Interface com Foco no Usuário. Parte II
Desenvolvimento da Interface com Foco no Usuário Parte II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Agosto de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Guidelines em Design Guidelines
GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE
GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características
Processos de Design de IHC (Parte II)
Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 6ª Série Teoria da Computação Ciência da Computação A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto
Análise de Dados do Financeiro
Análise de Dados do Financeiro Introdução Para reunir em um só local as informações de contas a pagar e receber cadastradas e/ou geradas no sistema TTransp existe a interface de análise de dados do financeiro.
O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação
Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade
Avaliação de IHC: objetivos
Avaliação de IHC: objetivos Decisões de design afetam usabilidade Conhecimento dos usuários e de suas necessidade Design: Design: diferentes diferentes soluções soluções possíveis possíveis Interação:
Desenvolvimento da Interface com Foco no Usuário. Parte I
Desenvolvimento da Interface com Foco no Usuário Parte I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Lembre-se! Ao programar um software, o usuário
GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11
GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5
A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE PARA UM WEBSITE
A IMPORTÂNCIA DA USABILIDADE PARA UM WEBSITE Bruno Patrick da Silva Campos Vasti Batista de Oliveira Profª Esp. Andréia Rodrigues Casare [email protected] Profª Drª Linda Catarina Gualda Fatec de
Quem vem primeiro? Projeto de Sw ou Projeto de IHC? Melhor virem juntos, integrados.
1 Projeto de IHC 2 Design de IHC O que é design de IHC? Também chamado de projeto de IHC. DESIGN Concepção (intelectual) da experiência do usuário Concretização desta concepção em uma representação que
Projeto de Análise de Site Educacional www.diabetesnoscuidamos.com.br
Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Instituto de Artes Pós Graduação em Multimeios 1º sem/2002 Disciplina: Multimeios e Educação Ministrada por: José Armando Valente Aluno: Álvaro E.M. Marinho
Quadro de consulta (solicitação do mestre)
Introdução ao protocolo MODBUS padrão RTU O Protocolo MODBUS foi criado no final dos anos 70 para comunicação entre controladores da MODICON. Por ser um dos primeiros protocolos com especificação aberta
O que é interação/interface Humano-computador
O que é interação/interface Humano-computador Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Agosto de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Merecemos a culpa por não termos
Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário
Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário Objetivos - por que avaliar? Critérios - o que avaliar? Métodos e técnicas - como avaliar? Forma - quando e onde avaliar?
Modelos do Design de Software
Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software O processo de design na Engenharia de Software parte de três pressupostos básicos: O resultado do design é um produto; O produto é derivado de
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que
Interação e Interface com Sistemas Aéreos. IV Encontro Brasileiro de Psicologia Aplicada à Aviação
Interação e Interface com Sistemas Aéreos IV Encontro Brasileiro de Psicologia Aplicada à Aviação Objetivo Conhecer os conceitos de interação e interfaces homem-maquina e suas implicações nos processos
ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.
ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página
Análise de Tarefas. Análise Hierárquica de Tarefas
Análise de Tarefas Em IHC, a análise de tarefas pode ser utilizada em diferentes momentos do desenvolvimento de software, destacando-se três atividades: (a) análise da situação atual (apoiada ou não por
Feature-Driven Development
FDD Feature-Driven Development Descrição dos Processos Requisitos Concepção e Planejamento Mais forma que conteúdo Desenvolver um Modelo Abrangente Construir a Lista de Features Planejar por
Modelo Cascata ou Clássico
Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação
Universidade de Santa Cruz do Sul Departamento de Informática
Universidade de Santa Cruz do Sul Departamento de Informática II Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa Sistemas Computacionais de Apoio à Educação Santa Cruz
Introdução A Engenharia Da Computação
Introdução A Engenharia Da Computação AULA I Slide 1 O Que é Engenharia? [De engenho + -aria.] Substantivo feminino 1.Arte de aplicar conhecimentos científicos e empíricos e certas habilitações específicas
Interação Humano-Computador: Conceitos Básicos INF 1403 Introdução a IHC Aula 03 19/02/2014 Conteúdo da Aula Interação, Interface e Affordance Critérios de qualidade de uso Usabilidade Experiência do Usuário
Tópicos de Ambiente Web Web Design III
Tópicos de Ambiente Web Web Design III Professora: Sheila Cáceres Conteúdo para Web Educacional Entretenimento Comercial Industrial Cientifico Entre outros Tópicos de Ambiente Web - Prof. Sheila Cáceres
Análise de usabilidade de menus de navegação em portal com grande quantidade de informação e vários níveis hierárquicos
Análise de usabilidade de menus de navegação em portal com grande quantidade de informação e vários níveis hierárquicos Marcia Maia Outubro/2007 Vamos ver nesta apresentação Análise de usabilidade de menus
Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.
A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças
Gerência de Projetos
Gerência de Projetos Escopo Custo Qualidade Tempo CONCEITO PROJETOS: são empreendimentos com objetivo específico e ciclo de vida definido Precedem produtos, serviços e processos. São utilizados as funções
Engenharia de Requisitos Estudo de Caso
Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 Engenharia de Requisitos Exemplo 1 Reserva de Hotel 1. INTRODUÇÃO Este
Engenharia de Sistemas Computacionais
Engenharia de Sistemas Detalhes no planejamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Curso de Ciência da Computação Engenharia de Software I Prof. Rômulo Nunes de Oliveira Introdução Na aplicação de um sistema
Elementos de um Processo
Auditor Interno ISO/TS 16949:2002 Arquivo com alguns slides do curso, já incluindo nova abordagem solicitada pelo IATF aos auditores durante os exames de requalificação em 2006. (Abordagem do IATF) 1 Elementos
Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.
Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para
Sistemas de Apoio a Decisão
Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Sistemas de Apoio a Decisão DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão O QUE É UM SISTEMA DE APOIO À DECISÃO?
Verificação é um processo para se determinar se os produtos, (executáveis ou
ATIVIDADES VV&T E A NORMA IEEE 1012 A qualidade do software está diretamente relacionada à satisfação do cliente, sendo assim, as empresas estão percebendo a importância em produzir software com qualidade.
Implantação. Prof. Eduardo H. S. Oliveira
Visão Geral A implantação de um sistema integrado de gestão envolve uma grande quantidade de tarefas que são realizadas em períodos que variam de alguns meses a alguns anos, e dependem de diversos fatores,
2 Diagrama de Caso de Uso
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Caso de Uso (Use Case) Autoria:Aristófanes Corrêa
Capítulo 8: Conclusão. Capítulo 8: Conclusão
Capítulo 8: Conclusão Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6: PSP Capítulo 7: SPICE Capítulo
Na medida em que se cria um produto, o sistema de software, que será usado e mantido, nos aproximamos da engenharia.
1 Introdução aos Sistemas de Informação 2002 Aula 4 - Desenvolvimento de software e seus paradigmas Paradigmas de Desenvolvimento de Software Pode-se considerar 3 tipos de paradigmas que norteiam a atividade
CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS
CURSO: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas SÉRIE: 3º Semestre TURNO: Noturno DISCIPLINA: ANÁLISE DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS CARGA HORÁRIA: 60 horas I - Ementa Modelagem de Processos
Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1
Qualidade Plácido A. S. Neto 1 1 Gerência Educacional de Tecnologia da Informação Centro Federal de Educação Tecnologia do Rio Grande do Norte 2006.1 - Planejamento e Gerência de Projetos Agenda Introdução
ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão
ISO 9001:2008 Alterações e Adições da nova versão Notas sobe esta apresentação Esta apresentação contém as principais alterações e adições promovidas pela edição 2008 da norma de sistema de gestão mais
DESIGN DE INTERAÇÃO. José Alexandre Ducatti
DESIGN DE INTERAÇÃO José Alexandre Ducatti DESIGN DE I NTERAÇÃO PERCEPÇÃO DESIGN BOM E MAU DESIGN METAS DE DESIGN DE INTERAÇÃO METAS DE USABILIDADE METAS DECORRENTES DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO PRINCÍPIOS
Isac Velozo Aguiar Orientador: Eduardo Manuel de Freitas Jorge 19/06/2007
MAX-FLOW UM ESTUDO DE INTERFACE E USABILIDADE DE UMA FERRAMENTA DE EDITORAÇÃO DE PROCESSOS Isac Velozo Aguiar Orientador: Eduardo Manuel de Freitas Jorge 19/06/2007 Agenda» Contexto;» Problemas;» Objetivos;»
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS Aline Ferraz da Silva 1 Carine Bueira Loureiro 2 Resumo: Este artigo trata do projeto de Trabalho
Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto
Auditoria e Qualidade de Software ISO/IEC 9126 Engenharia de Software Qualidade de Produto Prof. Elias Batista Ferreira Material cedido por: Prof. Edison A M Morais Objetivo Descrever os processos da norma
PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO
Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Gestão da Tecnologia da Informação DCSoft Sistema de Depreciação/Contábil PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO Equipe: Eduardo Rocha da Silva ERDS Bruno Cattany Martins
GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas
Planejamento e Gerenciamento de Software. Tema 3. Gerência de Projetos Profa. Susana M. Iglesias
Planejamento e Gerenciamento de Software Tema 3. Gerência de Projetos Profa. Susana M. Iglesias Planejamento A primeira atividade do gerenciamento de projeto é Planejamento Depende de estimativas (Grado
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática
Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,
Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software
Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:
Exame de Fundamentos da ITIL
Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.
Resumo do BABok 2.0 O Guia de Referência de Análise de Negócio Curso de Analista de Negócio 3.0
O que é BABok? O BABok 2.0, Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios, é considerado como um Guia Referência de Práticas de Análise de Negócio. Este guia é publicado e mantido pelo IIBA. O guia BABok
IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA UFG
IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA UFG Rosângela da Silva Nunes 1 Centros de Recursos Computacionais - CERCOMP Universidade Federal de Goiás UFG Campus II, UFG, 74000-000, Goiânia
PROFESSOR: CRISTIANO MARIOTTI
PROFESSOR: CRISTIANO MARIOTTI Conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto de software; Considerado um dos principais mecanismos para se obter software de qualidade
Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani
Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve
Padrões de Qualidade e Métricas de Software. Aécio Costa
Padrões de Qualidade e Métricas de Software Aécio Costa Qual o Principal objetivo da Engenharia de Software? O principal objetivo da Engenharia de Software (ES) é ajudar a produzir software de qualidade;
Qualidade de Software. Prof.: Ivon Rodrigues Canedo. PUC Goiás
Prof.: Ivon Rodrigues Canedo PUC Goiás Qualidade Subjetiva Não sei o que é mas reconheço quando a vejo Qualidade Baseada no Produto O produto possui algo que produtos similares não têm Qualidade Baseada
ISO - 9126. Aécio Costa
ISO - 9126 Aécio Costa A evolução da Qualidade do Produto Qualidade = funcionalidade Confiabilidade Realização de funções críticas Produto de qualidade = sem bugs Controle de qualidade Teste do produto
SETIS- III Seminário de Tecnologia Inovação e Sustentabilidade 4 e 5 de novembro de 2014.
A importância da comunicação no gerenciamento de projetos de softwares: reflexões teóricas Lucas Krüger [email protected] Resumo: Esse artigo objetiva estudar a comunicação entre cliente e desenvolvedor
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS)
Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Definição Geral: Disciplina de Compiladores Prof. Jorge Bidarra (UNIOESTE) A especificação de requisitos tem como objetivo
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Thiago Corrêa da Silva Eduardo Stuhler Neves
Avaliação de Acessibilidade e adequação da interface do Repositório de Objetos de Aprendizagem para a Área de informática da UDESC com foco da Deficiência Visual Thiago Corrêa da Silva Eduardo Stuhler
Tecnologia e Sistemas de Informações
Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 3 Componentes de SIs Pessoas SI Organiz. Unidades que exercem diferentes funções, tais
Modelos de Qualidade de Produto de Software
CBCC Bacharelado em Ciência da Computação CBSI Bacharelado em Sistemas de Informação Modelos de Qualidade de Produto de Software Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo
Gestão de Projetos GNG- 103
Gestão de Projetos GNG- 103 GNG-103 Gestão de Projetos Definir metas e objetivos do projeto Conciliar entregas Descobrir requisitos Determinar premissas e restrições Compilando a declaracao do escopo do
Interação Homem-Computador: As Interfaces
Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Interação Homem-Computador: As Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces:
Engenharia de Software II
Engenharia de Software II Aula 8 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 8-17/05/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software (Caps. 13 e 14 do
Avaliando o Cenário Político para Advocacia
Avaliando o Cenário Político para Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,
)HUUDPHQWDV &RPSXWDFLRQDLV SDUD 6LPXODomR
6LPXODomR GH6LVWHPDV )HUUDPHQWDV &RPSXWDFLRQDLV SDUD 6LPXODomR #5,6. Simulador voltado para análise de risco financeiro 3RQWRV IRUWHV Fácil de usar. Funciona integrado a ferramentas já bastante conhecidas,
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO ESPECIALIZAÇÃO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO VÂNIA RABELO DELGADO ORIENTADOR: PAULO GUILHERMETI
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO ESPECIALIZAÇÃO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO VÂNIA RABELO DELGADO ORIENTADOR: PAULO GUILHERMETI UTILIZAÇÃO DO LABORATORIO DE INFORMÁTICA Guarapuava 2013
APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos
+ APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos Requisitos Requisitos 2 n Segundo Larman: n São capacidades e condições às quais o sistema e em termos mais amplos, o projeto deve atender n Não são apenas
