Avaliação de Interfaces
|
|
|
- Leonardo Sá Palhares
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Avaliação de Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira Projeto e Avaliação de Interfaces: Ambiente Web Instituto de Ciências e Exatas e Naturais Universidade Federal de Pará
2 Conceitos A avaliação de interfaces não deve ser vista como uma fase única no processo de design e muito menos como uma atividade a ser feita somente no final do processo e se der tempo. Idealmente, a avaliação de interfaces deve ocorrer durante todo ciclo de vida do design e seus resultados utilizados para melhorias gradativas da interface.
3 Objetivos Avaliar a funcionalidade do sistema: O design da interface do sistema deve permitir ao usuário efetuar a tarefa pretendida e de modo mais fácil e eficiente; A avaliação nesse nível envolve também mediar o desempenho do usuário junto ao sistema para realizar a tarefa pretendida. Avaliar o efeito da interface junto ao usuário: i) Avaliar a usabilidade da interface; ii) Aspectos considerados; iii) Avaliar quão fácil é aprender a usar a interface; iv) A atitude do usuário com relação a interface; v) Identificar áreas do design as quais sobrecarregam o usuário de alguma forma, por exemplo, exigindo que uma série de informações sejam relembradas. Identificar problemas específicos do sistema: Identificar aspectos do design os quais quando usados no contexto alvo, causam resultados inesperados ou confusão entre os usuários 3
4 Métodos para Atender os Objetivos Dois Grupos: PRÁTICA DO CONTROLE DE QUALIDADE Inspeção de Usabilidade: sem envolver usuários e podendo ser usado em qualquer fase do desenvolvimento do sistema; Testes de Usabilidade: métodos de avaliação centrados no usuário. É necessário uma implementação real do sistema.
5 Inspeção de Usabilidade aspectos relacionados a usabilidade de uma interface de usuário. Os avaliadores podem ser especialistas em usabilidade, consultores de desenvolvimento de software, especialistas em um determinado padrão de interface, usuários finais, entre outros. O termo Usabilidade se refere a: quão fácil é para o usuário final aprender a usar o sistema, quão eficientemente ele irá utilizar o sistema e quão agradável é o seu uso, a freqüência e a severidade dos erros do usuário Objetivo: Encontrar problemas de usabilidade no design de uma interface e com base nesses problemas fazer recomendações no sentido de eliminar os problemas e melhorar a usabilidade. PRÁTICA DO CONTROLE DE QUALIDADE Tem-se avaliadores inspecionando ou examinando
6 Métodos de Inspeção de Usabilidade Avaliação Heurística: é feita a inspeção da interface tendo como base uma pequena lista de heurísticas de usabilidade. Revisão de Guidelines: analisar a interface verificando se está de acordo com uma lista de guidelines pré-definida. Inspeção de Consistência: o avaliador verifica a consistência dentro de uma família de interfaces, quanto à terminologia, cores, layout, formatos de entrada e saída, entre outros. Percurso Cognitivo: tem como foco principal avaliar o design quanto à sua facilidade de aprendizagem, particularmente de exploração.
7 Avaliação Heurística e Revisão de Guidelines PRÁTICA DO CONTROLE DE QUALIDADE Envolve um pequeno conjunto de avaliadores examinando a interface e julgando suas características em face de reconhecidos princípios de usabilidade, denominados heurísticas, e das guidelines. Recomendação: uso de 3 a 5 avaliadores Processo de Uso: Num primeiro momento, deve ser feita individualmente (por cada avaliador). Durante a sessão de avaliação cada avaliador percorre a interface diversas vezes (pelo menos 2), inspecionando os diferentes componentes do diálogo e ao detectar problemas os relata, associando-os claramente com as heurísticas de usabilidade que foram violadas e as guidelines que não foram seguidas. Depois dessa etapa, as listas de problemas dos avaliadores são consolidadas em uma só.
8 Exemplos de Heurísticas 1) Visibilidade do status do sistema: O sistema precisa manter os usuários informados sobre o que está acontecendo, fornecendo um feedback adequado 2) Compatibilidade do sistema com o mundo real: O sistema precisa falar a linguagem do usuário, com palavras, frase e conceitos familiares ao usuário, ao invés de termos orientados ao sistema 3) Controle do usuário e liberdade: Os usuários frequentemente escolhem por engano funções do sistema e precisam ter claras saídas de emergência para sair do estado indesejado. Prover funções undo e redo. 4) Consistência e padrões: Usuários não precisam adivinhar que diferentes palavras, situações ou ações significam a mesma coisa. 5) Prevenção de erros: Melhor que uma boa mensagem de erro é um design cuidadoso o qual previne o erro antes dele acontecer. 8
9 Exemplos de Heurísticas 6) Reconhecimento ao invés de lembrança: O usuário não deve ter que lembrar informação de uma para outra parte do diálogo. Instruções para uso do sistema devem estar visíveis e facilmente recuperáveis quanto necessário. 7) Flexibilidade e eficiência de uso: Usuários novatos se tornam peritos com o uso. Permitir a usuários experientes cortar caminho em ações freqüentes. 8) Estética e design minimalista: Diálogos não devem conter informação irrelevante ou raramente necessária. Qualquer informação extra no diálogo irá competir com informações relevantes. 9) Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros: Mensagens de erros devem ser expressas em linguagem clara (sem códigos) indicando o problema e sugerindo uma solução. 10) Help e documentação: É necessário prover help e documentação. Essas informações devem ser fáceis de encontrar, focalizadas na tarefa e não muito extensas. 9
10 Resultado da Avaliação Uma lista de problemas de usabilidade da interface com referência às heurísticas que foram violadas e às guidelines que não foram seguidas. O avaliador não pode simplesmente dizer que não gosta de um determinado aspecto, tem que justificar com base nas heurísticas e/ou nas guidelines (se existentes) e tem também que ser o mais específico possível e listar cada problema encontrado separadamente. Exemplo: Problema: O ícone de Help não segue um padrão de localização nas diferentes interfaces do sistema. Em algumas interfaces ele está posicionado no canto superior esquerdo, e em outras, no canto superior direito. Justificativa: Heurística 4. Consistência e padrões Guideline 17. Coerência 10
Usabilidade na WEB CCUEC. Roberto Romani. UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas
CCUEC Roberto Romani UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas Usabilidadena WEB Tópicos Principais O que é usabilidade? Por que usabilidade na Web 7 regras básicas de usabilidade na Web Inspeção de usabilidade
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)
O quê avaliação? Unidade IV - Avaliação de Interfaces. Quem deve avaliar um produto de software? Técnicas de Avaliação
Unidade IV - Avaliação de Interfaces O quê avaliação? O quê avaliação? Técnicas de Avaliação Tipos de Avaliação com Usuários Paradigmas de avaliação com usuários Avaliação rápida e suja Testes de Usabilidade
U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1
U NIFACS ERGONOMIA INFORMACIONAL PROFª MARIANNE HARTMANN 2006.1 AULA 20 PROBLEMAS DE INTERFACE 12.maio.2006 FAVOR DESLIGAR OS CELULARES usabilidade compreende a habilidade do software em permitir que o
Testes de Usabilidade
Testes de Usabilidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro Setembro de 2012 Prof. Edwar Saliba Júnior 1 Reflexão Ao fazer referência à questão da qualidade da relação
Avaliação por Peritos (Avaliação Heurística)
Avaliação por Peritos (Avaliação Heurística) Capítulo 8 HCI, Cap. 9, AlanDix www.useit.com (webpage de Jakob Nielsen) Transparências da disciplina de Interfaces Homem-Máquina IST, Mário Rui Gomes e Joaquim
Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento. Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller
Métodos de Avaliação para Sites de Entretenimento Fabricio Aparecido Breve Prof. Orientador Daniel Weller 1 Introdução O objetivo deste trabalho é verificar a eficiência da Avaliação com o Usuário e da
DESIGN DE INTERAÇÃO. José Alexandre Ducatti
DESIGN DE INTERAÇÃO José Alexandre Ducatti DESIGN DE I NTERAÇÃO PERCEPÇÃO DESIGN BOM E MAU DESIGN METAS DE DESIGN DE INTERAÇÃO METAS DE USABILIDADE METAS DECORRENTES DA EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO PRINCÍPIOS
Qualidade de Software
Produto de Software Qualidade de Software Um produto de software compreende os programas e procedimentos de computador e a documentação e dados associados, que foram projetados para serem liberados para
Interface Homem- Computador
Interface Homem- Computador (IHC) Profª. Leticia Lopes Leite Software Educacional I Interface Deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato física,
Lista de verificação (Check list) para planejamento e execução de Projetos
www.tecnologiadeprojetos.com.br Lista de verificação (Check list) para planejamento e execução de Projetos Eduardo F. Barbosa Dácio G. Moura Material didático utilizado na disciplina Desenvolvimento de
Avaliação de Interfaces Humano- Computador
Avaliação de Interfaces Humano- Computador Classificação de métodos de avaliação Inspeção de usabilidade Não envolve usuários Usado em qualquer fase do desenvolvimento do sistema Testes de usabilidade
Modelos do Design de Software
Modelos do Design de Software Modelos do Design de Software O processo de design na Engenharia de Software parte de três pressupostos básicos: O resultado do design é um produto; O produto é derivado de
PROPOSTA DE MELHORIA DA INTERFACE PARA O
PROPOSTA DE MELHORIA DA INTERFACE PARA O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM MOODLE Orientado: Nestor Vicente Soares Netto Orientador: André Luiz Zambalde Co-orientador: Ahmed Ali Abdalla Esmin Roteiro 1.
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES. Trabalho de Graduação
DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB MULTIUSUÁRIO PARA SISTEMA DE GERAÇÃO AUTOMÁTICA DE QUADROS DE HORÁRIOS ESCOLARES Trabalho de Graduação Orientando: Vinicius Stein Dani [email protected] Orientadora: Giliane
Engenharia de Software
Engenharia de Software Roteiro Inspeção Defeitos dos Software Classificação dos Erros Técnica de Leitura Ad-hoc Checklist Exercício Inspeção Inspeção de Software Definição É um método de análise estática
Tópicos de Ambiente Web. Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres
Tópicos de Ambiente Web Modulo 2 Processo de desenvolvimento de um site Professora: Sheila Cáceres Roteiro Motivação Desenvolvimento de um site Etapas no desenvolvimento de software (software:site) Analise
Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST.
Princípios de Design TRADUÇÃO DE TATIANE CRISTINE ARNOLD, DO ARTIGO IBM DESIGN: DESIGN PRINCIPLES CHECKLIST. Um software deve ser projetado para simplificar tarefas e criar experiências positivas para
Interface Usuário Máquina. Aula 06
Interface Usuário Máquina Aula 06 Conteúdo Qualidade do Design Acessibilidade Comunicabilidade Usabilidade Experiência do Usuário Usabilidade em Sistemas Computacionais Usabilidade O que você entende por
Avaliação de IHC: objetivos
Avaliação de IHC: objetivos Decisões de design afetam usabilidade Conhecimento dos usuários e de suas necessidade Design: Design: diferentes diferentes soluções soluções possíveis possíveis Interação:
Garantia da Qualidade de Software
Especialização em Gerência de Projetos de Software Garantia da Qualidade de Software Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] Qualidade de Software 2009 Instituto de Ciências Exatas e Naturais
CHECK - LIST - ISO 9001:2000
REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da
Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal?
Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL O que é Marketing Multicanal? Uma campanha MultiCanal integra email, SMS, torpedo de voz, sms, fax, chat online, formulários, por
Técnicas para Avaliação de Interfaces
Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Técnicas para Avaliação de Interfaces Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.twitter.com/jorgecav
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação
Uma Publicação Grupo IPub. Guia. redes sociais para clínica de estética. Guia de redes sociais para clínica de estética
Uma Publicação Grupo IPub Guia redes sociais para clínica de estética Guia de redes sociais para clínica de estética Conteúdo 1. Introdução 2. A força das redes sociais para clínica de estética 3. As redes
Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO
Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Referência RFI 011 Pergunta NBR ISO 9001:2000 cláusula: 2 Apenas os termos e definições da NBR ISO 9000:2000 constituem prescrições da NBR ISO 9001:2000,
Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000)
Usabilidade e Ergonomia Usabilidade de Software INF01043 Interação Homem-Computador 2006/2 Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Ergonomics (or human factors) is the scientific discipline
Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário
Avaliação de Usabilidade e Comunicabilidade Avaliação de interfaces de usuário Objetivos - por que avaliar? Critérios - o que avaliar? Métodos e técnicas - como avaliar? Forma - quando e onde avaliar?
Modelos Conceptual e Mental
Interfaces Pessoa Máquina 08-10-2012 Modelos Conceptual e Mental Cap. 6 Conceptualização da Interação 06 Melhor e Pior? 1 Melhor e Pior? Resumo Aula Anterior Análise de Utilizadores O que é? Porquê? O
DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1)
Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo [email protected] http://blog.brenoleonardo.com.br DESIGN DE INTERFACES E USABILIDADE (AULA 1) Apresentações Quem sou eu? Breno Leonardo http://blog.brenoleonardo.com.br
MANUAL DO USUÁRIO PORTAL SMART Versão 1.1
MANUAL DO USUÁRIO PORTAL SMART Versão 1.1 1- OBJETIVO Apresentar ao cliente o procedimento de como utilizar o Portal SMART e realizar gestão de ocorrências apresentadas durante o monitoramento. 2- ACESSANDO
Unidade VI. Validação e Verificação de Software Teste de Software. Conteúdo. Técnicas de Teste. Estratégias de Teste
Unidade VI Validação e Verificação de Software Teste de Software Profa. Dra. Sandra Fabbri Conteúdo Técnicas de Teste Funcional Estrutural Baseada em Erros Estratégias de Teste Teste de Unidade Teste de
pacotes de software na forma em que são É importante salientar que não é objetivo do software, suas atividades e produtos
ISO/IEC 12119 ISO/IEC 12119 Et Esta norma é aplicável liá là avaliação de pacotes de software na forma em que são oferecidos e liberados para uso no mercado É importante salientar que não é objetivo desta
CES-32 e CE-230 Qualidade, Confiabilidade e Segurança de Software. Conceitos de Qualidade. CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA
CURSO DE GRADUAÇÃO e DE PÓS-GRADUAÇÃO DO ITA 2º SEMESTRE 2002 CES-32 e CE-230 Qualidade, Confiabilidade e Segurança de Software Prof. Dr. Adilson Marques da Cunha Conceitos de Qualidade CES-32 / CE-230
Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Campus Formosa Interface Humano-Computador IHC Paradigmas de IHC Prof. M.Sc. Victor Hugo Lázaro Lopes IHC Paradigmas de IHC AGENDA Engenharia Cognitiva
02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências
Referências Engenharia de Usabilidade Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Contribuição: Cláudio Márcio de Souza Vicente Gestus Hix, D.; Hartson, H. R. Developing User Interfaces: ensuring usability
Qualidade de Software. Prof.: Ivon Rodrigues Canedo. PUC Goiás
Prof.: Ivon Rodrigues Canedo PUC Goiás Qualidade Subjetiva Não sei o que é mas reconheço quando a vejo Qualidade Baseada no Produto O produto possui algo que produtos similares não têm Qualidade Baseada
Processos de Desenvolvimento de Software
Processos de Desenvolvimento de Software Gerenciamento de Projetos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e
GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE
GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Fonte: http://www.testexpert.com.br/?q=node/669 1 GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE Segundo a NBR ISO 9000:2005, qualidade é o grau no qual um conjunto de características
O curso de italiano on-line: apresentação
O curso de italiano on-line: apresentação Índice Porque um curso de língua on-line 1. Os cursos de língua italiana ICoNLingua 2. Como é organizado o curso 2.1. Estrutura geral do curso 2.2. Andamento e
Processos de Design de IHC (Parte II)
Interface Homem/Máquina Aula 8 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-00.184 Roteiro da Aula de Hoje
Engenharia de Software II
Engenharia de Software II Aula 8 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 8-17/05/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software (Caps. 13 e 14 do
Teste de Software. Profa. Cátia dos Reis Machado [email protected]
Teste de Software Profa. Cátia dos Reis Machado [email protected] Qualidade Garantia de Qualidade Qualidade do processo Qualidade do produto Testes Estáticos Testes Dinâmicos Teste de software
Arquitetura de Informação
Arquitetura de Informação Ferramentas para Web Design Prof. Ricardo Ferramentas para Web Design 1 Arquitetura de Informação? Ferramentas para Web Design 2 Arquitetura de Informação (AI): É a arte de expressar
Desenvolvimento de Interfaces Prototipação
Autarquia Educacional do Vale do São Francisco AEVSF Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina - FACAPE Centro de Engenharia e Ciências Tecnológicas CECT Curso de Ciência da Computação Desenvolvimento
ÍNDICE MANUAL SITE ADMINISTRÁVEL TV. 1. Introdução 2. Acessando o site administrável/webtv SITE ADMINISTRÁVEL 3. CONFIGURAÇÕES
MANUAL SITE ADMINISTRÁVEL TV ÍNDICE 1. Introdução 2. Acessando o site administrável/webtv SITE ADMINISTRÁVEL 3. CONFIGURAÇÕES 3.1 - Dados Cadastrais 3.2 - Noticias 3.3 Redes Sociais 3.4 - Player 4. DESIGN
Introdução Fatores de Qualidade Garantia de Qualidade Rivisões de Software Conclusão. Qualidade. Plácido A. S. Neto 1
Qualidade Plácido A. S. Neto 1 1 Gerência Educacional de Tecnologia da Informação Centro Federal de Educação Tecnologia do Rio Grande do Norte 2006.1 - Planejamento e Gerência de Projetos Agenda Introdução
Interação Humano-Computador Design: estrutura e estética PROFESSORA CINTIA CAETANO
Interação Humano-Computador Design: estrutura e estética PROFESSORA CINTIA CAETANO Arte X Engenharia Desenvolver Sistema Web é arte? A Web oferece espaço para arte...... mas os usuários também desejam
Análise de Sistemas. Visão Geral: Orientação a Objetos. Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected]
Análise de Sistemas Visão Geral: Orientação a Objetos Prof. José Honorato Ferreira Nunes Prof. José Honorato Ferreira Nunes [email protected] Resumo: VISÃO GERAL: Modelagem de sistemas
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING Uma aplicação da Análise de Pontos de Função Dimensionando projetos de Web- Enabling Índice INTRODUÇÃO...3 FRONTEIRA DA APLICAÇÃO E TIPO DE CONTAGEM...3 ESCOPO DA
Interface Homem-Computador
Faculdade de Ciências e Tecnologia do Maranhão Interface Homem-Computador Aula: Engenharia Cognitiva e Semiótica Professor: M.Sc. Flávio Barros [email protected] Conteúdo Engenharia Cognitiva Fundamentos
Atividade da gerência da qualidade
O que é qualidade de software? Qualidade, de forma simplista, significa que o produto deve esta de acordo com a especificação. Problemas: Tensão entre requisitos do cliente: Eficiência, confiança, etc.
HCT Compatibilidade Manual do Usuário
HCT Compatibilidade Manual do Usuário Índice Introdução...3 HCT Compatibilidade...3 Librix...3 Execução do Programa...4 Seleção de Testes...4 Testes Manuais...6 Teste de Teclado...6 Teste de Vídeo...7
Humano-Computador (IHC)
1 INF1403 Introdução a Interação Humano-Computador (IHC) Turma 3WA Professora: Clarisse Sieckenius de Souza O Método M de Inspeção Semiótica (MIS) 2/2 26/04/2010 2 O MIS vai EXPLICITAR a mensagem DO DESIGNER
GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS
Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo
Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Laboratório de Tecnologia de Software LTS www.ufpa.br/lts Rede Paraense de Pesquisa em Tecnologias de Informação
Gerência de Redes NOC
Gerência de Redes NOC Cássio D. B. Pinheiro [email protected] cassio.orgfree.com Objetivos Apresentar os conceitos fundamentais, assim como os elementos relacionados a um dos principais componentes
Modelo para Documento de. Especificação de Requisitos de Software
Modelo para Documento de Especificação de Requisitos de Software Prof. Dr. Juliano Lopes de Oliveira (Baseado na norma IEEE Std 830-1993 - Recommended Practice for Software Requirements Specifications)
Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB
OBJETIVO GERAL Projeto 2.47 QUALIDADE DE SOFTWARE WEB Marisol de Andrade Maués Como objetivo geral, buscou-se avaliar a qualidade de produtos Web, tendo como base o processo de avaliação de qualidade descrito
Manual de Operação do Sistema de Tickets Support Suite
Manual de Operação do Sistema de Tickets Support Suite Sumário Acessando a página do HelpDesk helpdesk.virtuem.com.br... 3 Criando um Ticket... 6 Visualizando Tickets Existentes... 9 Respondendo um Ticket...
Feature-Driven Development
FDD Feature-Driven Development Descrição dos Processos Requisitos Concepção e Planejamento Mais forma que conteúdo Desenvolver um Modelo Abrangente Construir a Lista de Features Planejar por
Design de interface para questionário online do Censo Demográfico 2010
Design de interface para questionário online do Censo Demográfico 2010 Taissa Abdalla Filgueiras de Sousa Designer e especialista em análise de sistemas IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísica
O QUE É CRM? NARCISO SANTAELLA
O QUE É CRM? CRM, na realidade, não é nada de novo. Esse acrônimo significa Customer Relationship Management (Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente) e é uma aplicação da filosofia do marketing
Interação Humano Computador IHC
Universidade Federal do Vale do São Francisco -UNIVASF Colegiado de Engenharia de Computação Interação Humano Computador IHC Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.twitter.com/jorgecav
MÓDULO 7 Modelo OSI. 7.1 Serviços Versus Protocolos
MÓDULO 7 Modelo OSI A maioria das redes são organizadas como pilhas ou níveis de camadas, umas sobre as outras, sendo feito com o intuito de reduzir a complexidade do projeto da rede. O objetivo de cada
FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe
I FANESE Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe GERENCIAMENTO DE PATCHES Atualizações de segurança Aracaju, Agosto de 2009 DAYSE SOARES SANTOS LUCIELMO DE AQUINO SANTOS II GERENCIAMENTO DE PATCHES
Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000
Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências
Thalita Moraes PPGI Novembro 2007
Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor
Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos
Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR
Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,
Certificação ISO. Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA
Certificação ISO Dificuldades, vantagens e desvantagens. Marcelo Henrique Wood Faulhaber, Med. Pat. Clin., MBA Avanços em Medicina Laboratorial UNICAMP 2012 Introdução à Qualidade Não existem laboratórios
Avaliação de usabilidade das funcionalidades assíncronas de privacidade do Facebook
Avaliação de usabilidade das funcionalidades assíncronas de privacidade do Facebook Marcos H. Kimura, Márcio José Mantau, Avanilde Kemczinski, Isabela Gasparini Departamento de Ciência da Computação Universidade
Ensino técnico Integrado ao médio.
PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino técnico Integrado ao médio. Código: 262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Programação para Web I Eixo Tecnológico:
Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite [email protected]
(Prática) Profa. Andreza Leite [email protected] Introdução O computador como ferramenta indispensável: Faz parte das nossas vidas; Por si só não faz nada de útil; Grande capacidade de resolução
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que
Interação Homem-Computador: As Interfaces
Especialização em Tecnologias de Software para Ambiente Web Interação Homem-Computador: As Interfaces Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Projeto e Avaliação de Interfaces:
AP_ Conta Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS
AP_ Conta Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS Manual de Instalação Tempro Software StavTISS Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. REQUISITOS DO SISTEMA... 3 3. INSTALAÇÃO... 4 4.
Quem vem primeiro? Projeto de Sw ou Projeto de IHC? Melhor virem juntos, integrados.
1 Projeto de IHC 2 Design de IHC O que é design de IHC? Também chamado de projeto de IHC. DESIGN Concepção (intelectual) da experiência do usuário Concretização desta concepção em uma representação que
12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte
Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2015. Todos direitos reservados. Atualizado em setembro de 2015 Conceituação do SIG Introdução Nessa fase o executivo
Gerenciamento de Níveis de Serviço
Gerenciamento de Níveis de Serviço O processo de Gerenciamento de Níveis de Serviço fornece o contato entre a organização de TI e o cliente, para garantir que a organização de TI conhece os serviços que
Seu manual do usuário SONY ERICSSON K550I http://pt.yourpdfguides.com/dref/449983
Você pode ler as recomendações contidas no guia do usuário, no guia de técnico ou no guia de instalação para SONY ERICSSON K550I. Você vai encontrar as respostas a todas suas perguntas sobre a no manual
de uso do sistema a mais agradável e produtiva possível.
APLICAÇÃO DO MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA NO SISTEMA COLABORATIVO HEDS Hudson Silva Oliveira (Pós-graduado em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação) Márcia Maria Savoine (Orientadora,
