A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL"

Transcrição

1 A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL SEMINÁRIO PRÉ-SAL E A NOVA LEI DO PETRÓLEO - DESAFIOS E POSSIBILIDADES Mauricio T. Tolmasquim Presidente Empresa de Pesquisa Energética - EPE São Paulo, 23 de Junho de 2010.

2 O PETRÓLEO NO MUNDO

3 RESERVAS PROVADAS DE PETRÓLEO NO MUNDO EM 2008 (1.409 BILHÕES DE BARRIS) Leste Europeu Outros Eurasia Oceania Índia México Europa Ocidental Brasil China Outros Ásia EUA Outros América Latina África CEI (ex-urss) Canadá Oriente Médio 0,0% 0,1% 0,3% 0,4% 0,8% 0,9% 0,9% 1,1% 1,2% 2,2% 7,8% 8,9% 9,0% 12,7% Concentração em áreas sensíveis à geopolítica! 53,5% bilhões de barris Fonte: EPE [A partir de BP (2009)]

4 DISTRIBUIÇÃO DAS RESERVAS PROVADAS DE PETRÓLEO NO MUNDO EM 2008 Reservas Provadas Mundiais de Petróleo (2008) bilhões de barris Arábia Saudita 28% Irã 14% OPEP 952 bilhões de barris (68%) Não-OPEP 457 bilhões de barris (28%) Fonte: EPE [A partir de BP (2009)] Catar, Argélia, Angola e Equador 6% Nigéria 4% Líbia 5% EUA 7% Outros 18% Venezuela 10% China 3% Canadá 38% Iraque 12% Kuwait 11% Emirados Árabes Unidos Rússia 17% 10% Noruega 2% México 3% Brasil 3% Cazaquistão 9%

5 PRODUÇÃO DE PETRÓLEO NO MUNDO EM 2008 ( MIL BARRIS DE PETRÓLEO DIA) Leste Europeu Outros Eurasia Oceania Índia Brasil Outros Ásia México Canadá China Europa Ocidental Outros América Latina EUA África CEI (ex-urss) Oriente Médio 0,1% 0,5% 0,7% 0,9% 2,3% 3,4% 3,9% 4,0% 4,6% 5,4% 5,8% 8,2% 12,6% 15,5% Concentração no Oriente Médio, ex-urss e África (60% do total) 32,0% bilhões de barris Fonte: EPE [A partir de BP (2009)]

6 FLUXO DE COMÉRCIO INTERNACIONAL DE PETRÓLEO (MILHÕES BARRIS DE PETRÓLEO DIA) 0,98 2,50 Canadá 0,00 8,18 Ex-URSS 12,87 1,97 EUA 13,80 2,00 Europa 0,42 20,13 Oriente Médio 0,54 1,61 México 1,47 3,62 América do Sul e Central 1,50 8,20 África 22,92 5,75 Outros Ásia e Oceania Importação Exportação Fonte: EPE [A partir de BP (2009)]

7 CONTROLE DAS RESERVAS MUNDIAIS DE PETRÓLEO 14% 23% 17% 8% 16% 7% 6% 6% 11% 12% 11% 12% 6% 85% 59% 64% 65% 77% 1% Companhias Nacionais - NOCs (sem participação de IOCs) Companhias Nacionais - NOCs (com participação de IOCs) Companhias Internacionais (IOCs) Reservas Soviéticas Empresas Russas Fonte: EPE [A partir do PFC Energy (2006n e 2007)]

8 SISTEMAS REGULATÓRIOS DE EXPLORAÇÃO E PROSPECÇÃO (E&P)

9 SISTEMAS REGULATÓRIOS DE EXPLORAÇÃO E PROSPECÇÃO (E&P) Regimes Fiscais do Petróleo Exercício Exclusivo por Empresa Estatal Sistemas Contratuais Sistemas de Concessão Contrato de Serviço Partilha de Produção Contrato de Associação Concessão com Parceria Estatal Concessão Pura Serviço Puro Serviço com Risco Fonte: EPE [Adaptado a partir de Johnston (1994)]

10 SISTEMAS REGULATÓRIOS DE EXPLORAÇÃO E PROSPECÇÃO (E&P) UTILIZADOS NO MUNDO Exclusivo Estatal Serviços Estatal / Serviços Concessão Pura Concessão c/ Parceria Estatal Apenas Partilha Misto (partilha e outras formas) Fonte: EPE

11 SISTEMAS REGULATÓRIOS DE EXPLORAÇÃO E PROSPECÇÃO (E&P) UTILIZADOS PELOS MAIORES PLAYERS MUNDIAIS Exclusivo Estatal Serviços Estatal / Serviços Concessão Pura Concessão c/ Parceria Estatal Apenas Partilha Misto (partilha e outras formas) Fonte: EPE

12 País 1 Arábia Saudita 264,1 18,7% 2 Canadá 179,3 12,7% 3 Irã 137,6 9,8% 4 Iraque 115,0 8,2% 5 Kuwait 101,5 7,2% 6 Venezuela 99,4 7,1% 7 Emirados Árabes 97,8 6,9% 8 Rússia 79,0 5,6% 9 Líbia 43,7 3,1% 10 Cazaquistão 39,8 2,8% 11 Nigéria 36,2 2,6% 12 Estados Unidos 30,5 2,2% 13 Catar 27,3 1,9% 14 China 15,5 1,1% 15 Angola 13,5 1,0% 16 Brasil 12,6 0,9% 17 Argélia 12,2 0,9% 18 México 11,9 0,8% 19 Noruega 7,5 0,5% 20 Azerbajão 7,0 0,5% Exclusivo Estatal Estatal / Serviços Misto (Partilha e outras formas) Apenas Partilha Concessão c/ Parceria Estatal Concessão Total 1.331,0 94,5% 19,5% 17,0% 26,1% 7,4% 8,7% 15,8% Total Mundo 1.409,0 100,0% RESERVAS PROVADAS E SISTEMAS REGULATÓRIOS DE E&P UTILIZADOS PELOS MAIORES PLAYERS MUNDIAIS Reservas (bilhões barris) % Total Sistemas Regulatórios Pura Fonte: EPE [A partir de legislação dos países, BP (2009), Schlumberger (2009), Taverne (2008), Johnston (1994)]

13 MOTIVAÇÕES PARA A MUDANÇA DO MARCO REGULATÓRIO NO BRASIL

14 Parcela do Governo PRÉ-SAL ALTERA A RELAÇÃO RISCO-RECOMPENSA baixo interesse por parte das empresas petrolíferas alto interesse por parte das empresas petrolíferas e potencial para a imposição de um maior GT Baixo Potencial Geológico Alto

15 CONTEXTO EM QUE FOI APROVADA A LEI N O 9478/1997 VS. QUADRO GERAL EM CONTEXTO Redução do papel do Estado Preço do petróleo US$ 19 /barril Revisão do papel do Estado Preço do petróleo oscilando em torno de US$ 65 /barril Alto endividamento externo Baixo endividamento externo BRASIL Importador de petróleo Carente de Investimento Descoberta de uma das maiores províncias petrolíferas do mundo Perspectiva de aumento da capacidade de exportação Dificuldade de captação externa Parque industrial diversificado

16 RAZÕES PARA AMPLIAÇÃO DO PAPEL DO ESTADO NA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO BRASILEIRA Aumento da apropriação da renda petrolífera pelo governo Melhor gerenciamento de recursos de hidrocarbonetos evitar a maldição do petróleo adequar ao desenvolvimento da indústria de equipamentos, logística, engenharia, novos materiais etc. evitar a depleção precoce das jazidas em favor das gerações futuras Ampliação da inserção geopolítica do Brasil nas relações internacionais

17 REGIME REGULATÓRIO PARA A ÁREA DO PRÉ-SAL

18 CARACTERÍSTICAS DO CONTRATO DE PARTILHA PROPOSTO PRODUÇÃO Excedente em óleo p/ União Excedente em óleo p/ empresas Custo em óleo Royalties A empresa contratada empreenderá por sua conta e risco todas as atividades exploratórias Em caso de sucesso, a empresa contratada será reembolsada em óleo pelos investimentos exploratórios e de desenvolvimento da produção e custos operacionais de produção ( custo em óleo ) O excedente em óleo será repartido conforme estabelecido em contrato

19 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MODELO PROPOSTO Abrangência: Área do pré-sal e áreas estratégicas (exclui blocos em concessão) União não realiza investimentos, a não ser em casos que julgar conveniente União é representada por uma empresa pública na gestão dos contratos de partilha

20 ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA - CNPE O CNPE proporá: o ritmo de contratação dos blocos os blocos que serão objeto de licitação e os blocos que serão contratados diretamente com a Petrobras os parâmetros técnicos e econômicos dos contratos a delimitação de áreas estratégicas e ampliação da área do Pré-sal conforme a evolução do conhecimento geológico a política de comercialização do petróleo e gás natural destinados à União pela partilha de produção

21 PETROBRAS COMO OPERADORA DE TODOS OS BLOCOS EM CONTRATOS DE PARTILHA DE PRODUÇÃO Operador Empresa responsável pela execução das atividades de exploração e produção nos blocos contratados Importância da operação Conhecimento geológico do Pré-sal, desenvolvimento tecnológico, aquisição de bens e serviços no país e sinergia operacional Petrobras como operadora exclusiva É prática mundial garantir um papel de destaque para as empresas estatais nos sistemas de partilha de produção

22 PETROBRAS COMO OPERADORA DE TODOS OS BLOCOS EM CONTRATOS DE PARTILHA DE PRODUÇÃO detém o maior conhecimento sobre as formações geológicas brasileiras e notadamente sobre o Pré-sal detém a melhor tecnologia de perfuração e produção em águas profundas é ator fundamental para o desenvolvimento e a disseminação de novas capacitações tecnológicas no país a distância média da costa de 300 km requer a gestão integrada das operações e da logística de apoio (maior flexibilidade e ganho de escala)

23 PREMISSAS NO PROCESSO DE LICITAÇÃO A Petrobras será operadora com participação não inferior a 30%, para: remunerar os riscos operacionais sob responsabilidade do operador remunerar a gestão da operação (não coberto integralmente pelo custo em óleo ) remunerar o custo de oportunidade das sondas e equipamentos alocados pelo operador repartir os riscos e os investimentos com os outros sócios, garantindo a gestão operacional eficiente do empreendimento (evitar risco moral )

24 PREMISSAS NO PROCESSO DE LICITAÇÃO Exigência de qualificação técnica dos concorrentes Preferência por sócios que participam da indústria do petróleo traz benefícios para a gestão dos empreendimentos Percentual mínimo do excedente em óleo destinado a União Garantia de participação mínima para a União na renda do empreendimento Critério de Escolha Vence quem ofertar maior percentual de excedente em óleo para a União

25 REPARTIÇÃO DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO CONTRATO DE PARTILHA DE PRODUÇÃO RESULTADO DO LEILÃO 60% PRODUÇÃO Excedente em óleo p/ União DISTRIBUIÇÃO FINAL DO EXCEDENTE EM ÓLEO 100% União 60 % do exced. óleo 40% Excedente em óleo p/ empresas 70 % Empresas licitantes 30 % Petrobras 28 % do exced. óleo 12 % do exced. óleo Custo em óleo 70 % Empresas licitantes 30 % Petrobras Royalties

26 PREMISSAS NO PROCESSO DE LICITAÇÃO A Petrobras poderá participar da licitação de modo a ampliar sua participação mínima O licitante vencedor deverá constituir consórcio com a Nova Empresa Pública e com a Petrobras A participação da Petrobras no consórcio implicará sua adesão às regras do edital e à proposta vencedora

27 GESTÃO DO CONTRATO DE PARTILHA DE PRODUÇÃO Para cada contrato de partilha de produção será estabelecido um Comitê Operacional, que será o fórum de decisões em relação: aos planos e operações a serem realizadas no bloco aos orçamentos e custos realizados que implicarão montantes correspondentes ao custo em óleo pago pela União às empresas contratadas Os comitês operacionais serão constituídos por representantes da Nova Empresa Pública e por representantes das empresas contratadas A Nova Empresa Pública: representa os interesses da União no comitê operacional indica o presidente e a metade dos integrantes do comitê operacional tem poder de veto e voto de qualidade sobre questões definidas no contrato de partilha

28 INDIVIDUALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO Quando a jazida se estende além do bloco contratado em partilha ou concedido, deverá ocorrer a individualização da produção, que consiste na divisão da produção entre os detentores de direitos de cada bloco Tipo 1: campo contido em apenas um bloco Tipo 3: campo contido em blocos e áreas não concedidas Tipo 2: campo contido em mais de um bloco Tipo 4: campo isolado em área não concedida / contratada

29 A Nova Empresa Pública (NEP) representará a União no acordo de individualização quando a jazida se estender por áreas não concedidas ou não partilhadas A ANP: INDIVIDUALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO acompanhará a negociação do acordo e fornecerá à Nova Empresa Pública as informações necessárias para o acordo poderá contratar diretamente a PETROBRAS para realizar as atividades de avaliação da jazida determinará o prazo para que os interessados celebrem o acordo de individualização da produção, observadas as diretrizes do CNPE deverá se manifestar em até sessenta dias, contados do recebimento da proposta de acordo Transcorrido o prazo estabelecido, não havendo acordo entre as partes, caberá à ANP arbitrar em até 180 dias

30 NOVA EMPRESA PÚBLICA (NEP) OBJETO Gestão dos Contratos de Partilha de Produção, visando aumentar o excedente em óleo da União O corpo técnico deverá ser qualificado, com experiência comprovada na indústria petrolífera É vedada a operação das atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural Contratação e Gestão dos Contratos para Comercialização do Petróleo e do Gás Natural, visando obter melhores resultados comerciais em consonância com as diretrizes governamentais relativas a acordos comerciais

31 NOVA EMPRESA PÚBLICA (NEP) FONTES DE RECURSOS Capitalização inicial Rendas provenientes da gestão dos contratos de partilha de produção Percentual dos bônus

32 NOVO FUNDO SETORIAL

33 NOVO FUNDO SETORIAL (NFS) O pré-sal proporcionará renda para o Estado Brasileiro que será direcionada para o Novo Fundo Social O NFS tem por objetivo criar uma fonte regular de recursos para projetos e programas nas áreas de educação, combate à pobreza, ciência e tecnologia, consideradas prioritárias pelo Governo O NFS também poderá colaborar com a preservação do equilíbrio cambial (evitar a doença holandesa ) pela gestão adequada dos recursos financeiros

34 FLUXO DE RECUROS ENTRE A UNIÃO E O NOVO FUNDO SETORIAL Comercialização de Petróleo e Gás (Parcela que cabe à União no Contrato de Partilha) Royalties (parcela) Bônus das contratações Investimentos no Brasil Aplicação Retorno UNIÃO NFS Resgate do NFS pela União Aplicação Retorno Combate à Pobreza, Educação, Ciência e Tecnologia Investimentos no Exterior

35 GESTÃO DO NOVO FUNDO SETORIAL Conselho de Gestão Financeira Define a política de investimentos do Fundo Conselho Deliberativo Propõe a destinação dos recursos resgatados nas áreas de combate à pobreza, educação, ciência e tecnologia

36 MODALIDADES DE INVESTIMENTOS PARA VALORIZAÇÃO DO NOVO FUNDO SETORIAL Aplicação financeira operada por instituição financeira federal Aquisição direta de ativos, no Brasil ou no Exterior, pelo Ministério da Fazenda Investimento de recursos através de fundo de investimentos específico, com a União como cotista única, a ser constituído e operado por instituição financeira federal

37 POLÍTICA DE INVESTIMENTO INVESTIMENTOS NO BRASIL Poderão ser destinados a projetos de infra-estrutura (ex: transporte e geração de energia) INVESTIMENTOS NO EXTERIOR Têm por objetivo diversificar os riscos e evitar flutuações excessivas de preços e renda

38 RESGATE DE RECURSOS A União realizará resgates regulares do NFS (receita primária) O critério de transferências deverá assegurar a sustentação financeira do NFS O resgate realizado pela União será destinado ao combate à pobreza, educação, ciência e tecnologia A proposta de alocação dos recursos por programas será submetida à aprovação do Congresso Nacional via PLOA

39 OFERTA DE COMBUSTÍVEIS PDE 2019

40 MILHÕES DE BARRIS/DIA PREVISÃO DA PRODUÇÃO ANUAL DE PETRÓLEO 6 5 RND CONTINGENTE RESERVAS 5, , Fonte: EPE (PDE 2019) ANO O crescimento da produção de petróleo previsto para o período 2009 / 2019 é de aproximadamente 155 % (de 2,0 MM bpd para 5,1 MM bpd)

41 MILHÕES DE BARRIS/DIA PREVISÃO DA PRODUÇÃO POTENCIAL BRUTA NACIONAL DE PETRÓLEO, DESTACANDO A CONSTRIBUIÇÃO DE RECURSOS DO PRÉ-SAL 6 5 5,11 4 PRÉ-SAL 2, ,26 2,20 EXTRA PRÉ-SAL 2, Fonte: EPE (PDE 2019)

42 MILHÕES DE M 3 /DIA PREVISÃO DA PRODUÇÃO POTENCIAL BRUTA NACIONAL DE GÁS NATURAL, DESTACANDO A CONSTRIBUIÇÃO DE RECURSOS DO PRÉ-SAL , PRÉ-SAL 95, ,07 78,44 EXTRA PRÉ-SAL 135, Fonte: EPE (PDE 2019)

43 Milhões de m³/dia PREVISÃO DA OFERTA POTENCIAL ANUAL DE GÁS NATURAL 200,0 160,0 120,0 Malha Integrada (exclui Região Norte) MMm³/d 30 MMm³/d 80, MMm³/d 25 MMm³/d 40,0 49 MMm³/d 45 MMm³/d Fonte: EPE (PDE 2019) Anos Descobertos Contingentes Recursos Não-Descobertos Importação Gasoduto Importação GNL O crescimento da oferta de gás natural previsto para o período 2010 / 2019 é de aproximadamente 67% (de 100 MMm³/d para 167 MMm³/d) O crescimento da oferta nacional de gás natural previsto para o período 2010 / 2019 é de aprox. 137% (de 49 MMm³/d para 116 MMm³/d)

44 mil m 3 /dia PREVISÃO DO BALANÇO DE GÁS NATURAL Malha Integrada (exclui Região Norte) 55 MMm³/d MMm³/d MMm³/d 50 MMm³/d MMm³/d Anos Térmicas Bicombustível Térmicas Gás Demanda termelétrica média Demanda Não-Termelétrica Oferta Total Fonte: EPE (PDE 2019) O crescimento da demanda média de gás natural previsto para o período 2010 / 2019 é de aprox. 96% (de 57 MMm³/d para 112 MMm³/d)

45 EVOLUÇÃO DO PARQUE DE REFINO PREMIUM I (MA) 2014/2016 PREMIUM II (CE) AMPLIAÇÕES E NOVAS UNIDADES (DESTILAÇÃO, CONVERSÃO E TRATAMENTO) 2014/2016 RPCC (RN) 2011 RNEST (PE) 2012 CAPACIDADE NOMINAL DE REFINO EM 2019 (mil bpd) PARQUE DE REFINO ATUAL AMPLIAÇÕES (REPLAN 2010) 38 RPCC (2011) 30 RNEST (2012) 230 COMPERJ (RJ) 2013 COMPERJ (2013) 150 PREMIUM I (2014/2016) 600 PREMIUM II (2014/2016) 300 TOTAL Fonte: EPE (PDE 2019)

46 mil bpd BALANÇO DE DERIVADOS GASOLINA PRODUÇÃO 300 DEMANDA GASOLINA D D (%) Produção (mil bpd) % Demanda (mil bpd) (65) -20% Saldo (mil bpd) Fonte: EPE (PDE 2019)

47 mil bpd BALANÇO DE DERIVADOS DIESEL DEMANDA PRODUÇÃO DIESEL D D (%) Produção (mil bpd) % Demanda (mil bpd) % Saldo (mil bpd) (55) 35 Fonte: EPE (PDE 2019)

48 mil bpd EXPORTAÇÃO LÍQUIDA DE DERIVADOS (100) (200) (300) Fonte: EPE (PDE 2019)

49 milhões bpd EXCEDENTE DE PETRÓLEO ,2 3 PRODUÇÃO 2 DEMANDA Fonte: EPE (PDE 2019)

50 BALANÇO DE PETRÓLEO NACIONAL RUMO A AUTOSSUFICIÊNCIA E EXPORTAÇÃO 10 3 bep/dia Começo da produção em Tupi (Bacia de Santos, Pré-Sal) Crise Mundial do Petróleo Descoberta de Albacora (1984) e Marlim (1985) a fase da produção na Bacia de Campos (1980) Começo da produção em Roncador (1999) Começo da produção em Jubarte (2007) 1 a fase do Pré-Sal Fonte: Baseado nos dados da Petrobras

51 SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS R$ bilhões Período Petróleo e Gás Natural 672 Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural 506 Oferta de Derivados de Petróleo 151 Oferta de Gás Natural 15 Fonte: EPE (PDE 2019)

52 Ministério de Minas e Energia

Novo Marco Regulatório. Pré-sal e áreas estratégicas

Novo Marco Regulatório. Pré-sal e áreas estratégicas Novo Marco Regulatório Pré-sal e áreas estratégicas 1 IMPORTÂNCIA DO PRÉ-SAL PARA O BRASIL E BRASILEIROS 2 O QUE É O PRÉ-SAL Grandes reservatórios de petróleo e gás natural Situados entre 5.000 e 7.000

Leia mais

ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ

ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ CONSIDERAÇÕ ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ ÇÃO O DE PETRÓLEO E GÁS G S NATURAL Ivan Simões Filho Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás G s e Biocombustíveis - IBP Seminário

Leia mais

Novo Fundo Social Setembro 2009

Novo Fundo Social Setembro 2009 Novo Fundo Social Setembro 2009 Objetivo do Novo Fundo Social (NFS) O NFS tem por objetivo criar uma fonte regular de recursos para as atividades prioritárias do Governo: Combate à pobreza, educação, cultura,

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL

APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL Henrique Jäger (Subseção da FUP) Cloviomar Cararine (Subseção do SINDIPETRO-NF) Técnicos do DIEESE Rio de Janeiro, 25

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

Índice. Pablo L. Gay Ger. Julho de 2010

Índice. Pablo L. Gay Ger. Julho de 2010 Regime de Partilha de Produção Algumas questões práticas Pablo L. Gay Ger Julho de 2010 1 1. Arcabouço Legal Lei 9.478, Lei 12.351, Lei 12.304 e Lei 12.276 2. Regime de Partilha de Produção Estrutura Contratual

Leia mais

Perspectivas sobre o Futuro do Pré-Sal

Perspectivas sobre o Futuro do Pré-Sal PRÉ-SAL PETRÓLEO S. A. - PPSA Perspectivas sobre o Futuro do Pré-Sal Oswaldo A. Pedrosa Jr. AmCham Brasil e Brazil-US Business Council Rio de Janeiro, RJ 28 de agosto de 2015 POTENCIAL PETROLÍFERO DO BRASIL

Leia mais

Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios. Waldyr Martins Barroso Diretor

Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios. Waldyr Martins Barroso Diretor Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios Waldyr Martins Barroso Diretor Rio de Janeiro, 12 de novembro de 2015 Sumário Alterações nas Variáveis da Indústria de Petróleo e Gás América Latina

Leia mais

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Membro do Conselho de Administração do IBP Presidente do Conselho Empresarial de Energia da FIRJAN Panorama Mundial Século

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP

GRUPO DE ECONOMIA / FUNDAP O pré-sal e as mudanças no marco regulatório do petróleo Talita Miranda Ribeiro Mestre em Economia e técnica da Fundap Apresentação Importantes mudanças ocorreram no setor petrolífero brasileiro em 2010.

Leia mais

1 Política Energética: Abrangência, Consistência, Dilemas e Desafios. 3. 2 A Modernização Dependente da Reforma Energética Brasileira...

1 Política Energética: Abrangência, Consistência, Dilemas e Desafios. 3. 2 A Modernização Dependente da Reforma Energética Brasileira... Sumário Parte I - Política Energética & Regulação 1 1 Política Energética: Abrangência, Consistência, Dilemas e Desafios. 3 2 A Modernização Dependente da Reforma Energética Brasileira... 13 3 Mudança

Leia mais

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões Nota à Imprensa 25 de fevereiro de 2011 Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões O lucro líquido aumentou 17% em relação a 2009 e EBITDA atingiu de R$ 60 bilhões

Leia mais

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12

A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 A REGULAÇÃO PETROLÍFERA EM ANGOLA E O PROCESSO DE LICITAÇÃO E CONTRATAÇÃO 30/05/12 AGENDA 2 I. CONSIDERAÇÕES GERAIS II. PRINCIPAIS INSTRUMENTOS LEGAIS E CONTRATUAIS III. REGULAÇÃO DO SECTOR PETROLÍFERO

Leia mais

Prova de Informática Petróleo e Gás PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS

Prova de Informática Petróleo e Gás PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS 1 Sumário 1.0 - Curso de Petróleo e Gás...3 1.1 O Profissional...3 1.2 Mercado De Trabalho...3 1.3 O Curso...4 2.0 Informações sobre Petróleo e Gás...5 2.1 Dados

Leia mais

Conteúdo Local na Construção Naval e Offshore Brasileira: O papel da ANP

Conteúdo Local na Construção Naval e Offshore Brasileira: O papel da ANP Conteúdo Local na Construção Naval e Offshore Brasileira: O papel da ANP Coordenadoria de Conteúdo Local Marintec South America / 12ª Navalshore, 12/08/15 A Política de Conteúdo Local Definição: Política

Leia mais

REDESENHO INSTITUCIONAL E ARRANJOS CONTRATUAIS: UMA ANÁLISE DA REGULAÇÃO E DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO UPSTREAM BRASILEIRO

REDESENHO INSTITUCIONAL E ARRANJOS CONTRATUAIS: UMA ANÁLISE DA REGULAÇÃO E DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO UPSTREAM BRASILEIRO I Jornada Científica IE/UFRJ REDESENHO INSTITUCIONAL E ARRANJOS CONTRATUAIS: UMA ANÁLISE DA REGULAÇÃO E DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO UPSTREAM BRASILEIRO Aluno: Orientador: Prof. Dr. Helder

Leia mais

Os desafios da ANP: Pré-Sal e Biocombustíveis

Os desafios da ANP: Pré-Sal e Biocombustíveis Os desafios da ANP: Pré-Sal e Biocombustíveis Comissão de Serviços de Infra-Estrutura Desafios para um país emergente Luis Eduardo Duque Dutra Chefe de Gabinete da Diretoria Geral Professor Adjunto EQ/UFRJ

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PETROBRAS 2015 PLANO DE NEGÓCIOS 2006-2010

PLANO ESTRATÉGICO PETROBRAS 2015 PLANO DE NEGÓCIOS 2006-2010 PLANO ESTRATÉGICO PETROBRAS 2015 PLANO DE NEGÓCIOS 2006-2010 MISSÃO Atuar de forma segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nas atividades da indústria de óleo, gás e energia, nos mercados

Leia mais

Brasil não pode emperrar pré-sal, diz presidente do World Petroleum Council Qua, 19 de Setembro de 2012 08:08

Brasil não pode emperrar pré-sal, diz presidente do World Petroleum Council Qua, 19 de Setembro de 2012 08:08 Dirigindo uma das principais entidades de petróleo do mundo, o World Petroleum Council, mas também presidente da brasileira Barra Energia, Renato Bertani acha que o Brasil não pode se dar ao luxo, como

Leia mais

Edital de Licitação. Claudia Rabello Superintendente de Promoção de Licitações

Edital de Licitação. Claudia Rabello Superintendente de Promoção de Licitações Edital de Licitação a Claudia Rabello Superintendente de Promoção de Licitações Diretrizes iniciais para disposições do Edital Lei 12.351/10 O licitante vencedor deverá constituir consórcio com a PPSA

Leia mais

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA Programas para consolidar e expandir a liderança PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA 1 Petróleo, Gás Natural e Petroquímica Estratégias: liderança mundial

Leia mais

PETRÓLEO E GÁS NATURAL

PETRÓLEO E GÁS NATURAL PANORAMA DOS MERCADOS DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO BRASIL E NO MUNDO* Ivan Magalhães Júnior** * Novembro de 2004. ** Engenheiro da Área de Planejamento do BNDES. PETRÓLEO E GÁS NATURAL Resumo O objetivo

Leia mais

PETRÓLEO E GÁS NATURAL Mundo e Brasil Pré-sal e desenvolvimento nacional. Guilherme Estrella, geólogo

PETRÓLEO E GÁS NATURAL Mundo e Brasil Pré-sal e desenvolvimento nacional. Guilherme Estrella, geólogo PETRÓLEO E GÁS NATURAL Mundo e Brasil Pré-sal e desenvolvimento nacional Guilherme Estrella, geólogo Crescimento da população mundial CONSUMO MUNDIAL DE ENERGIA IEA-WEO-2012: 1,3 BILHÕES DE PESSOAS SEM

Leia mais

Perspectivas para o Setor de petróleo e gás natural no Brasil

Perspectivas para o Setor de petróleo e gás natural no Brasil Perspectivas para o Setor de petróleo e gás natural no Brasil Comissão de Minas e Energia Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio Câmara dos Deputados João Carlos de Luca Presidente

Leia mais

Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo?

Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo? Estrutura de Refino: até quando o Brasil importará derivados de petróleo? 14º Encontro Internacional de Energia Carlos Alberto Lopes 06/08/2013 Gas Energy Quem Somos A GAS ENERGY S.A. é uma empresa brasileira

Leia mais

ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA

ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA PROMINP - 2o WORKSHOP NACIONAL ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA ÁREA DE NEGÓCIO INTERNACIONAL Cláudio Castejon Vitória, 28 de outubro de 2004 O portfolio

Leia mais

Alguns desafios no Brasil Biodiesel e Pré-Sal. Paulo César Ribeiro Lima Consultor Legislativo

Alguns desafios no Brasil Biodiesel e Pré-Sal. Paulo César Ribeiro Lima Consultor Legislativo Alguns desafios no Brasil Biodiesel e Pré-Sal Paulo César Ribeiro Lima Consultor Legislativo Biodiesel BIODIESEL no Brasil Jatropha Lei nº 11.097 / 2005 - Introduziu o biodiesel na matriz energética brasileira

Leia mais

+Gás Brasil. A energia que pode revolucionar a economia brasileira. São Paulo, 17 de Outubro de 2012

+Gás Brasil. A energia que pode revolucionar a economia brasileira. São Paulo, 17 de Outubro de 2012 +Gás Brasil A energia que pode revolucionar a economia brasileira São Paulo, 17 de Outubro de 2012 A hora do gás na agenda nacional Mudanças tecnológicas, econômicas e políticas globais e locais impõem

Leia mais

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 Nota à Imprensa 11 de maio de 2009 Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 O preço médio do barril do petróleo tipo Brent caiu 55%, passando de US$ 97 no 1º trimestre de 2008

Leia mais

Impacto Potencial da Atividade da Industria de O&G na Sociedade. Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral

Impacto Potencial da Atividade da Industria de O&G na Sociedade. Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral Impacto Potencial da Atividade da Industria de O&G na Sociedade Brasileira Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral Novembro de 2008 Sumário Cenário Atual do Setor Impactos Sociais Cenário Atual do Setor

Leia mais

ANEXO XII ATIVIDADES NÃO REALIZADAS POR RESTRIÇÃO DE PESSOAL E DE ORÇAMENTO

ANEXO XII ATIVIDADES NÃO REALIZADAS POR RESTRIÇÃO DE PESSOAL E DE ORÇAMENTO ANEXO XII ATIVIDADES NÃO REALIZADAS POR RESTRIÇÃO DE PESSOAL E DE ORÇAMENTO ANEXO XII ATIVIDADES NÃO REALIZADAS POR RESTRIÇÃO DE PESSOAL E DE ORÇAMENTO QUADRO 1 Atividades a não serem realizadas por restrição

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 62 O PETRÓLEO EM DESTAQUE

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 62 O PETRÓLEO EM DESTAQUE GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 62 O PETRÓLEO EM DESTAQUE Como pode cair no enem? (ENEM) No mundo contemporâneo, as reservas energéticas tornam-se estratégicas para muitos países no cenário internacional. Os

Leia mais

Copyright 2015 Accenture. Todos os direitos reservados. 1

Copyright 2015 Accenture. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2015 Accenture. Todos os direitos reservados. 1 Análise macro setorial e a necessidade de ampliação dos investimentos no downstream brasileiro. Copyright 2015 Accenture. Todos os direitos reservados.

Leia mais

O BRASIL DIANTE DO PRÉ-SAL Modelo institucional e criação de uma empresa pública

O BRASIL DIANTE DO PRÉ-SAL Modelo institucional e criação de uma empresa pública Brasília, 3 de julho 2009 O BRASIL DIANTE DO PRÉ-SAL Modelo institucional e criação de uma empresa pública Paulo César Ribeiro Lima Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados Fonte: NEPOMUCENO, Francisco.

Leia mais

Objetivo. Introdução COMO O BRASIL PODE SE TORNAR INDEPENDENTE DO GÁS BOLIVIANO

Objetivo. Introdução COMO O BRASIL PODE SE TORNAR INDEPENDENTE DO GÁS BOLIVIANO Objetivo COMO O BRASIL PODE SE TORNAR INDEPENDENTE DO GÁS BOLIVIANO O objetivo do trabalho é o de propor soluções técnicas e de logística, viáveis para a continuidade do fornecimento de gás natural à população,

Leia mais

Fortaleza, junho de 2015

Fortaleza, junho de 2015 Fortaleza, junho de 2015 All About Energy 2015 Política de Energia e Mudança Climática Luiz Pinguelli Rosa Diretor da COPPE UFRJ * Secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Membro da Academia

Leia mais

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável Gilberto Hollauer Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Abril de 2015 1 Sumário Política Energética

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

Única dos Petroleiros

Única dos Petroleiros FUP Federação Única dos Petroleiros Filiada à DESAFIOS DO BRASIL APÓS AS DESCOBERTAS DO PRÉ-SAL www.fup.org.br www.presal.org.br 1 DIEESE - FUP O Que é o Pré Sal Extensão, Localização e Desafios da Descoberta

Leia mais

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL Política energética sustentável: objetivos Segurança de suprimentos Compatibilidade ambiental Mix energético balanceado Eficiência econômica Carvão mineral no mundo

Leia mais

Resumo dos resultados da enquete CNI

Resumo dos resultados da enquete CNI Resumo dos resultados da enquete CNI Brasil - México: Interesse empresarial para ampliação do acordo bilateral Março 2015 Amostra da pesquisa No total foram recebidos 45 questionários de associações sendo

Leia mais

Geopolítica do Petróleo:

Geopolítica do Petróleo: Seminário Energia e Geopolítica: Os impactos da segurança energética nas relações internacionais Geopolítica do Petróleo: uma Década de Transformações Helder Queiroz Pinto Junior Diretor ANP CEBRI Rio

Leia mais

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia 20 de agosto de 2013 Xisto muda geopolítica da energia A "revolução do xisto" em curso nos Estados Unidos, que já despertou investimento de US$ 100 bilhões na indústria americana, vai resultar em uma nova

Leia mais

PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL. Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty

PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL. Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL Helder Queiroz Pinto Jr Mariana Iootty TÓPICOS PARA DISCUSSÃO PANORAMA INTERNACIONAL DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E DE GÁS: SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

"O meio ambiente nas negociações internacionais de comércio"

O meio ambiente nas negociações internacionais de comércio "O meio ambiente nas negociações internacionais de comércio" SEMANA FIESP-CIESP DO MEIO AMBIENTE 2008 Miracyr Assis Marcato Livre mercado? Aquecimento global? Os temas: expansão do comércio internacional

Leia mais

VIII JORNADA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL DO SISTEMA PETROBRAS 2009 PETROBRAS/GAPRE/SE

VIII JORNADA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL DO SISTEMA PETROBRAS 2009 PETROBRAS/GAPRE/SE VIII JORNADA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL DO SISTEMA PETROBRAS 2009 PETROBRAS/GAPRE/SE VISÃO ESTRATÉGICA PARA PROTEÇÃO EMPRESARIAL DOS ATIVOS CRÍTICOS DO PRÉ-SAL Mauro Yuji Hayashi PETROBRAS/E&P-PRESAL/PLAN

Leia mais

POLÍTICA DE PREÇOS PARA O GÁS NATURAL NO BRASIL

POLÍTICA DE PREÇOS PARA O GÁS NATURAL NO BRASIL POLÍTICA DE PREÇOS PARA O GÁS NATURAL NO BRASIL GRUPO DE TRABALHO Coordenação: GEOBERTO ESPÍRITO SANTO VICE-PRESIDENTE DE PLANEJAMENTO ENERGÉTICO Rio de Janeiro, 1 de junho de 2012. PLANO DECENAL DE EXPANSÃO

Leia mais

Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação

Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação André Tosi Furtado Departamento de Política Científica e Tecnológica Instituto de Geociências UNICAMP VIII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético

Leia mais

UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO

UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO 1 2 _ 22.000 COLABORADORES _ 70.000 KM DE DUTOS (18 DOS QUAIS CRUZAM A CORDILHEIRA DOS ANDES) _ 450 PLANTAS DE PROCESSAMENTO DE

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PETRÓLEO E DERIVADOS OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PETRÓLEO E DERIVADOS OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos PETRÓLEO E DERIVADOS OUTUBRO DE 2015 1 PRODUTOS 2 Em latim, óleo de pedra: petro=pedra + oleum=óleo; O petróleo é uma substância oleosa, inflamável,

Leia mais

Breve Panorama do Gás Natural no Brasil

Breve Panorama do Gás Natural no Brasil Breve Panorama do Gás Natural no Brasil WAGNER MARQUES TAVARES Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos NOVEMBRO/2009 Wagner Marques Tavares Consultor Legislativo 2 SUMÁRIO

Leia mais

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares Ciências Militares no Século XXI Situação Atual e Desafios Futuros Geopolítica dos Recursos Naturais Fontes Alternativas

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

Modelo Regulatório de Exploração e Produção Pré-sal e áreas estratégicas. José Sergio Gabrielli de Azevedo Presidente

Modelo Regulatório de Exploração e Produção Pré-sal e áreas estratégicas. José Sergio Gabrielli de Azevedo Presidente Modelo Regulatório de Exploração e Produção Pré-sal e áreas estratégicas José Sergio Gabrielli de Azevedo Presidente 1 1 PROPRIEDADE DAS RESERVAS MUNDIAIS A propriedade das reservas de petróleo e gás natural

Leia mais

Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia

Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia José Eduardo Sequeira Nunes Chefe do Gabinete da Presidência Lisboa, 29 de outubro de 2013 Operador integrado de energia focado na exploração e produção Subida do

Leia mais

FORUM PARA A COMPETITIVIDADE & CÂMARA DE COMÉRCIO E INDUSTRIA PORTUGUESA

FORUM PARA A COMPETITIVIDADE & CÂMARA DE COMÉRCIO E INDUSTRIA PORTUGUESA FORUM PARA A COMPETITIVIDADE & CÂMARA DE COMÉRCIO E INDUSTRIA PORTUGUESA Seminário Estratégias de Internacionalização da Economia Portuguesa - O que podemos esperar do Tratado Transatlântico (TTIP) A economia

Leia mais

Plano de Negócios e Gestão 2013-2017

Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS Companhia Aberta FATO RELEVANTE Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 Rio de Janeiro, 15 de março de 2013 Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras comunica que seu Conselho

Leia mais

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior

O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior O País que Queremos Ser Os fatores de competitividade e o Plano Brasil Maior Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo São Paulo, agosto de 2012 Introdução 1 Contexto Econômico Internacional;

Leia mais

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Teleconferência / Webcast DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 2 o trimestre de 2009 (Legislação Societária) Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Reservatório

Leia mais

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Maurício Reis Santos AIB/DECAPEG Área de Insumos Básicos Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás DEMANDA POR PETRÓLEO: aumento

Leia mais

O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades

O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades Construção de uma Política Industrial Setorial Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral ONIP Brasilia, 3 de outubro

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS

ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO DE EMPRESAS DE PETRÓLEO & GÁS O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico

Leia mais

O setor de gás natural e. seu novo marco legal

O setor de gás natural e. seu novo marco legal O setor de gás natural e seu novo marco legal PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos JULHO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 SUMÁRIO 1. Introdução...3

Leia mais

ÍNDICE HISTÓRICO BAHIA EM NÚMEROS INCENTIVOS MERCADO INFRA-ESTRUTURA NOVOS PROJETOS. Seminário Jurídico-Fiscal Brasil Round 6

ÍNDICE HISTÓRICO BAHIA EM NÚMEROS INCENTIVOS MERCADO INFRA-ESTRUTURA NOVOS PROJETOS. Seminário Jurídico-Fiscal Brasil Round 6 Seminário Jurídico-Fiscal Brasil Round 6 INFRA- ESTRUTURA PARA E&P NO ESTADO DA BAHIA Rio de Janeiro, 18 de março de 2004 ÍNDICE 1 HISTÓRICO 2 BAHIA EM NÚMEROS 3 INCENTIVOS 4 MERCADO 5 INFRA-ESTRUTURA

Leia mais

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ CAMPUS 2014 Brésil Internacional Agenda PetróleoeGásNaturalnoBrasileRiodeJaneiro Situação da Indústria Naval Sistema FIRJAN: Soluções para Indústria de P&G

Leia mais

EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO

EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO EXPLORAÇÃO & PRODUÇÃO Objetivo Maximizar a participação da indústria nacional de bens e serviços, em bases competitivas e sustentáveis, na implantação de projetos de óleo e gás no Brasil e no exterior. 1 Desafios Históricos:

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras

Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras Sumário A Petrobras Os Desafios O Alinhamento Estratégico - Gestão por Competências - A Concepção da Universidade

Leia mais

Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore

Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore Condições de Financiamento Luiz Marcelo Martins (luizmarcelo@bndes.gov.br) Março 2011 Crescimento Brasileiro e Investimentos Crescimento

Leia mais

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo do MDIC Rio de Janeiro, Agosto de 2011 Introdução 1 Contexto

Leia mais

Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas

Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas Programa de Capacitação em RPP- Relação Público Privadas O que é o BID Organismo multilateral de desenvolvimento que tem como propósito financiar projetos viáveis de desenvolvimento econômico, social e

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Análise de Conjuntura Boletim periódico da da Câmara dos Deputados Os textos são da exclusiva responsabilidade de seus autores. O boletim destina-se a promover discussões sobre temas de conjuntura e não

Leia mais

Os desafios do Brasil na próxima década Magda Chambriard Diretora-Geral

Os desafios do Brasil na próxima década Magda Chambriard Diretora-Geral Os desafios do Brasil na próxima década Magda Chambriard Diretora-Geral Rio Oil & Gas 2014 Rio de Janeiro, 15 de setembro 2014. 1 Cenário Mundial 2 Cenário Brasil 3 Perspectivas 10 anos Brasil 4 Considerações

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 131, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 131, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 131, DE 2015 Altera a Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, que estabelece a participação mínima da Petrobras no consórcio de exploração do pré-sal e a obrigatoriedade de

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS 2010-2014

PLANO DE NEGÓCIOS 2010-2014 PLANO DE NEGÓCIOS 2010-2014 1 AVISO As apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos antecipa",

Leia mais

Perspectivas Regulatórias para o Gás Natural

Perspectivas Regulatórias para o Gás Natural Perspectivas Regulatórias para o Gás Natural Eduardo Tinoco Superintendência de Comercialização e Movimentação de Gás Natural Agência Nacional do Petróleo Constituição Federal Art. 177, Inciso III: a importação

Leia mais

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br Inovação Tecnológica Frente aos Desafios da Indústria Naval Brasileira Isaias Quaresma Masetti Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br ... O maior obstáculo à indústria

Leia mais

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010

Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto de 2010 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior Integração Produtiva Brasil/Argentina Setor de Lácteos Cândida Maria Cervieri SECEX/MDIC Brasília, 03 de agosto

Leia mais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou com o governador Paulo Hartung no 27º Encontro Econômico Brasil-Alemanha.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou com o governador Paulo Hartung no 27º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Denise Zandonadi dzandonadi@redegazeta.com.br O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou com o governador Paulo Hartung no 27º Encontro Econômico Brasil-Alemanha. O presidente Luiz Inácio Lula da

Leia mais

As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios

As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios A descoberta de grandes reservas de petróleo na costa do Brasil representa a possibilidade de elevar a classificação do país no mercado energético

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

Lucro líquido da Petrobras foi de R$ 10 bilhões 352 milhões no 1º semestre de 2014

Lucro líquido da Petrobras foi de R$ 10 bilhões 352 milhões no 1º semestre de 2014 Nota à Imprensa 8 de agosto de 2014 Lucro líquido da Petrobras foi de R$ 10 bilhões 352 milhões no 1º semestre de 2014 O lucro bruto no 1º semestre de 2014 foi de R$ 38,5 bilhões, 2% superior ao 1º semestre

Leia mais

A Nova Geopolítica do Petróleo

A Nova Geopolítica do Petróleo A Nova Geopolítica do Petróleo Introdução ao problema: A expressão geopolítica engloba assuntos que são concebidos como de enorme importância para países numa determinada região, continente, hemisfério

Leia mais

Exigências de Conteúdo Local no Setor de Petróleo e Gás

Exigências de Conteúdo Local no Setor de Petróleo e Gás Exigências de Conteúdo Local no Setor de Petróleo e Gás São Paulo, 12/04/2013 Estrutura da Política de CL MME/CNPE Estratégias e Política de Conteúdo Local ANP Regulamentação Monitoramento Fiscalização

Leia mais

13 de agosto de 2015. Apresentação de Resultados 2T15 e 6M15

13 de agosto de 2015. Apresentação de Resultados 2T15 e 6M15 13 de agosto de 2015 Apresentação de Resultados 2T15 e 6M15 Agenda Visão Geral Destaques Financeiros Atualização de Ativos DESTAQUES DO PERÍODO Manati produziu média de 5,7 MM m³ por dia no 2T15 e 6M15

Leia mais

3ª Reunião do Comitê de Gás, Energia e Transporte Dutoviário do PROMINP

3ª Reunião do Comitê de Gás, Energia e Transporte Dutoviário do PROMINP 3ª Reunião do Comitê de Gás, Energia e Transporte Dutoviário do PROMINP PLANO ATUAL DE INVESTIMENTOS DAS ASSOCIADAS DA ABEGÁS Gustavo Galiazzi Coordenador Técnico ABEGÁS www.abegas.org.br Slide 1 Rio de

Leia mais

A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais. Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras

A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais. Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras A gestão das empresas estatais: contribuições para agências governamentais Augusto José Mendes Riccio Gerente de Práticas de Gestão Petrobras Visão e Missão da Petrobras Visão 2020 Ser uma das cinco maiores

Leia mais

Plano de Negócios 2011-2015

Plano de Negócios 2011-2015 PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS Companhia Aberta FATO RELEVANTE Plano de Negócios 2011-2015 Rio de Janeiro, 22 de julho de 2011 Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras comunica que seu Conselho de Administração

Leia mais

O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo

O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo Sylvie D Apote, Sócia-Diretora, 7mo. CONGRESO INTERNACIONAL BOLIVIA GAS & ENERGÍA 2014 Santa Cruz de la Sierra, 20-21 Agosto 2014 AGENDA O

Leia mais

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa Luiz Pinguelli Rosa O BRASIL NO CONTEXTO DA AMÉRICA LATINA E A QUESTÃO DA ESQUERDA NO GOVERNO Superar a identificação da esquerda estritamente com o socialismo de tipo soviético O QUADRO POLÍTICO NACIONAL,

Leia mais

31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES

31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES 31º ENCONTRO NACIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR - ENAEX PALESTRA EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA: MITOS E VERDADES JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2012 2 DEFINIÇÃO DE SERVIÇOS

Leia mais

PROJETO DE LEI. o CONGRESSO NACIONAL decreta: no Rio de Janeiro, podendo instalar escritórios em outras unidades da federação.

PROJETO DE LEI. o CONGRESSO NACIONAL decreta: no Rio de Janeiro, podendo instalar escritórios em outras unidades da federação. PROJETO DE LEI Autoriza 0 Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. - PETRO-SAL, e dá outras providências. o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

El desarrollo del galvanizado general em Brasil em los últimos 5 años. Ulysses Nunes, Mangels - Brasil

El desarrollo del galvanizado general em Brasil em los últimos 5 años. Ulysses Nunes, Mangels - Brasil El desarrollo del galvanizado general em Brasil em los últimos 5 años Ulysses Nunes, Mangels - Brasil Mercado Galvanização Mercado Galvanização Mercado Galvanização Mercado Galvanização Desenvolvimento

Leia mais

Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis Painel 1: Aspectos Regulatórios: Qual a Estrutura Apropriada para o Pré-Sal?

Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis Painel 1: Aspectos Regulatórios: Qual a Estrutura Apropriada para o Pré-Sal? Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis Painel 1: Aspectos Regulatórios: Qual a Estrutura Apropriada para o Pré-Sal?" Álvaro Alves Teixeira Secretário Executivo IBP Brasil: 11 anos de Sucesso

Leia mais

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL: Planejamento. GERENCIAMENTO AMBIENTAL: Execução e Controle. GESTÃO ETAPAS: 1. Definição dos Objetivos do Planejamento = metas. 2. Inventário/ Banco de

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA PÓS - GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA ADP8088 - SEMINÁRIOS EM ENGENHARIA AGRÍCOLA II USO DO GÁS NATURAL DE

Leia mais

O petróleo é nosso? Entenda o mapa astral do leilão de Libra

O petróleo é nosso? Entenda o mapa astral do leilão de Libra O petróleo é nosso? Entenda o mapa astral do leilão de Libra Kauany Souza, Rebeca Nepomuceno PET - Economia - UnB 25 de Outubro de 2013 Teoria Econômica dos Leilões Teoria dos Leilões Hipóteses do modelo

Leia mais