SERVIÇOS DE ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE ALTA RESOLUÇÃO NO MUNICÍPIO DE MATUPÁ-MT.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇOS DE ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE ALTA RESOLUÇÃO NO MUNICÍPIO DE MATUPÁ-MT."

Transcrição

1 SERVIÇOS DE ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE ALTA RESOLUÇÃO NO MUNICÍPIO DE MATUPÁ-MT. 1. Introdução A TNC é uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão preservar plantas, animais e ecossistemas que representam a diversidade biológica da Terra, através da proteção das terras e águas necessárias à sua sobrevivência. Atua em mais de 34 países e conta com mais de um milhão de associados. Também recebe apoio da comunidade empresarial e de organizações bilaterais. Até o momento, a instituição já contribuiu para a preservação de mais de 30 milhões de hectares em todo o mundo. Parte das ações desenvolvidas está diretamente relacionada aos processos que envolvem a regularização das reservas legais e áreas de preservação permanente de imóveis rurais. Aliado ao processo de regularização ambiental dessas propriedades rurais busca-se garantir a integração de ações de articulação com setor agropecuário e estímulo à produção, por meio de boas práticas agrícolas e do desenvolvimento de um planejamento estratégico da propriedade. Neste contexto um dos desafios da presente proposta é ampliar a capacidade de elaboração projetos digitais utilizando base digital georreferenciada continua e o perímetro dos imóveis rurais ajustados, minimizando os erros de elaboração dos projetos e maximizando o tempo dispendido para a atividade. 2. Contextualização Atualmente o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é o instrumento de planejamento ambiental da propriedade rural, visando à facilidade de acesso a informações sobre a ocupação e ordenamento territorial e ambiental. As áreas da propriedade do interessado serão analisadas pela SEMA através de sua base de dados para validação das informações prestadas pelos usuários. O órgão ambiental responsável, de posse destas informações, efetivará a aprovação da geometria do imóvel, emitindo um certificado acompanhado de carta imagem, no qual constarão os dados da propriedade, do proprietário e do responsável técnico. Porém, a base cartográfica digital atualmente existente na SEMA/MT para análise e validação do CAR, apresenta algumas limitações, seja por escala incompatível com as propriedades requerentes, por existência de mais de uma fonte responsável pela informação espacial (por ex., informações de hidrografia do SEPLAN e da SEMA/MT são utilizadas nas análises, porém deslocadas espacialmente entre si), seja por limitações nos processos de 1

2 georreferenciamento de imagens de sensores orbitais, aliadas à escala inadequada com as propriedades rurais de menor porte. Tal fato pode pôr em risco as ações idealizadas pela SEMA/MT no âmbito da regularização ambiental do estado, podendo comprometer principalmente os procedimentos de análises técnicas do Licenciamento Ambiental Rural (LAU) e do ordenamento ambiental para recuperação/recomposição florestal. Além disso, para se alcançar um monitoramento ambiental eficaz das propriedades cadastradas, é extremamente necessário a precisão, adequação e unificação/padronização das bases cartográficas existentes na SEMA. 3. Justificativa Para aperfeiçoar o processo de tomada de decisão o presente produto busca garantir qualidade cartográfica e precisão nos mapeamentos do uso do solo, bem como maior acurácia no georreferenciamento das propriedades objeto de regularização ambiental, que consequentemente desencadeará um melhor resultado das análises da situação ambiental nas mesmas, com base na legislação vigente. Buscando testar iniciativas que possibilitem agregar maior eficiência e eficácia no Sistema de Licenciamento Ambiental das Propriedades Rurais o presente mapeamento deverá servir no aprimoramento da metodologia de cadastramento de propriedades rurais em desenvolvimento pela SEMA e parceiros. 4. Objetivos Gerais Contratação de instituição técnica especializada para elaborar a base digital georreferenciada na escala de 1:25.000, com detalhamento para 1:10.000, incluindo sistema viário, malha hidrográfica, limites políticos dos municípios, limites de Unidades de Conservação (UCs) e de Terras Indígenas (TIs) do Estado do Mato Grosso, além do Mapeamento da cobertura e uso do solo da área de interesse. 4.1 Os objetivos específicos do presente contrato são: I. Correção geométrica das imagens SPOT5 2,5m dos anos de 2007/2008/2009 correspondente a área de interesse, com a utilização de pontos de controle coletados em campo, devendo ser realizado uma avaliação da suficiência dos pontos do acervo elaborado pelo Exército Brasileiro em parceria com o Estado, caso detectado a insuficiência deve-se obter os pontos de campo complementares; II. Reprojeção das imagens SPOT5 2,5m para a projeção UTM Fuso 2

3 21S, Datum SIRGAS para o conjunto de imagens da área a ser mapeada; III. Elaboração da base digital georreferencida, incluindo sistema viário, malha hidrográfica, limite político do município, limites de Unidades de Conservação (UC s) e de Terras Indígenas (TI s) a partir de imagens SPOT 5 de 2,5m de resolução espacial, correspondendo ao município de Matupá, no Estado do Mato Grosso. IV. Mapeamento da cobertura e uso do solo partir de imagens SPOT 5 com 2,5m de resolução, correspondendo ao município de Matupá, no Estado do Mato Grosso. 3

4 5. Área de Abrangência, Escala e Projeção Cartográfica do Projeto A área de interesse para elaboração da base digital georreferenciada na escala de 1: (detalhada em 1:10.000) cobre uma área do Estado do Mato Grosso aproximada de 500 mil hectares. A figura 1 mostra a localização da área de interesse, a qual considera um buffer de 500m em torno desta área limítrofe da figura abaixo, (para efeitos de conectividade com outras bases cartográficas a serem elaboradas ou já elaboradas). FIGURA 1: Área de Interesse da Base Digital Georreferenciada 6. Atividades a serem desenvolvidas Os trabalhos a serem realizados para atender aos objetivos do presente termo deverão contemplar as seguintes atividades: 4

5 6.1. Coleta de pontos de controle para verificação do georreferenciamento das imagens Deverão ser coletados pontos de controle em campo para verificação da acurácia do georreferenciamento das imagens SPOT 5 2,5m, utilizando GPS L1/L2. Sendo necessário gerar um relatório técnico. Deverão ser coletados no mínimo cinco pontos de controle por área de abrangência da carta topográfica 1:25.000, devendo ser homogeneamente distribuídos pela extensão de cada carta topográfica Banco de Imagens de satélite com resolução SPOT 5 com 2,5 m de resolução, ano 2007/2009, para a totalidade da área de abrangência do trabalho Gerar mosaico digital de imagens de satélite SPOT 2,5 m, para a área de interesse, em formato GEOTIFF, IMG e/ou formato compactado (ECW) e georreferenciados no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS, e em coordenadas geográficas (Conforme de Lambert). Na elaboração do mosaico deverá ser executada a calibração das imagens para corrigir eventuais problemas de contraste/brilho gerados durante a fase de aquisição ou processamento das imagens. O mosaico deve ser gravado em HD Portátil; Gerar arquivos digitais de imagens de satélite SPOT 5 2,5 m, fornecidas pelo contratante e entregues em arquivos digitais (arquivos originais e corrigidos). A projeção das imagens deve estar no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS Todas as imagens deverão ser geradas também em coordenada geográfica (Conforme de Lambert, parâmetros definido pela SEMA) e no formato GEOTIFF e IMG, sendo gravados em HD Portátil Confecção de temas da Base Digital Georreferenciada Vetorização das informações espaciais (hidrografia, estrada, localidades, limites políticos de municípios) em imagens SPOT 5 com de 2,5 m de resolução, ano na escala de 1:10.000, para serem representadas na escalas 1: Em relação a hidrografia, além da interpretação visual nas imagens SPOT 5 de 2,5 m, ano 2007/2009 deverá ser usado a interpretação de imagens SRTM (Space Shittle Topografhic Mission) para auxiliar a extração da rede hidrográfica. Devem ser realizadas as operações necessárias para ajustar os temas, corrigindo problemas de descontinuidade, atributos (especificação de largura dos corpos d água), densidade de drenagem, desatualizações do sistema de transporte, perímetros urbanos, limites político-administrativos, unidades de conservação, áreas indígenas, dentre outros. O Sistema de Projeção UTM na respectiva zona, Datum Horizontal SIRGAS 2000 deverão ser adotados. A Base Digital Georreferenciada deverá ser modelada e estruturada no formato ESRI File Geodatabase e OpenGis conforme as representações 5

6 cartográficas, seus atributos e suas toponímias, no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS2000, e em coordenadas geográficas (Conforme de Lambert) Mapeamento da Base Digital Georreferenciada Contínua Para a atualização da base cartográfica contínua serão utilizadas as imagens SPOT 5 de 2,5 m de resolução espacial já validada e corrigida de resolução espacial. Os temas devem ser interpretados e atualizados utilizando as imagens SPOT 5 de 2,5 m de resolução espacial. Para as regiões com presença de nuvens, que comprometem a interpretação desta feição, ou na ausência de imagens SPOT, deverão utilizar outras imagens de satélite para contemplar estas áreas, tais como: Imagem Landsat ou Liss ResourceSat-1 ambas atualizadas essa adquiridas gratuitamente no INPE. Os temas a serem desenvolvidos nesta etapa são: Sistema de Transporte É composto pela representação das estradas oficiais e não-oficiais identificáveis nas SPOT 5 2,5 m. As feições a serem identificadas nessa categoria estão seguindo a instrução normativa 06 de 24 de Julho de 2012: a. Nome: nome da via, quando existente. b. Jurisdição: Estadual, Federal, Municipal ou Não identificado c. Tipo: classificação do tipo da via Pavimentada, Não pavimentada ou Não Classificada (oficial ou não-oficial) Hidrografia Categoria que engloba o conjunto corpos d água, visíveis na imagem de satélite utilizada, menor, igual ou maior a 1ha, caracterizados como rios de margem dupla, lagos, lagoas, barragens e represas, conjunto das águas correntes ou estáveis, intermitentes ou regulares da região, além dos elementos naturais ou artificiais, expostos, contidos na área do mapeamento. Elementos como rios de margem dupla, lagos, lagoas, barragens e represas deverão ser modelados como polígonos: EspelhoAgua: a. Nome: nome do curso d água b. Largura: largura do curso d água, conforme os seguintes intervalos: menor de 10m, 5; entre 10 e 50m, 25; entre 50 e 200, 100m; entre 200 e 600m, 300; acima de 600m, 700. Lagoas: a. Nome: nome da lagoa, quando tiver 6

7 b. Tipo: Tipo 1 quando gerar Área de Preservação Permanente (APP) e Tipo 2 quando não gerar APP. Lagoas que não geram APP são as instalações localizadas fora dos cursos de rios e com lâmina d água inferior a 20 ha, para dessedentação para pecuária, piscicultura, lagoas de decantação de dejetos. Os rios simples deverão ser modelados como entidades lineares: Rio: a. Nome: denominação do curso d água b. Tipo: tipo de curso d água (Permanente, Intermitente, Efêmero) Localidade Categoria que engloba os elementos espaciais que definirão os tipos e áreas de ocupação humana. Devem apresentar feições do tipo ponto: Localidade: a. Nome: nome da localidade b. Tipo: Vila, Distrito, ou Povoado, de acordo com a denominação da localidade As áreas urbanas devem ser delimitadas com a geometria de polígono: AreaUrbana: a. Nome: nome da área urbana b. AreaHa: área em hectare 6.4. Mapeamento de cobertura e uso do solo No mapeamento da cobertura da terra/desmatamento, seguira a seguinte Legenda: RVN - Remanescente Vegetação Natural - Floresta - Cerradão - Cerrado ADS - Área Desmatada - Área de Pastagem - Agricultura AFR Afloramento Rochoso INF Infra Estrutura 7

8 LAA Lagoa Artificial LAN Lagoa Natural NUR Núcleo Urbano RIO Rio De margem Dupla VDA Vereda AFP Área de Floresta Plantada O mapa da cobertura da terra/ desmatamento será atualizado utilizando imagem SPOT 5 de 2,5 m de resolução, a partir de um produto resultante da interpretação. A escala de apresentação para o presente mapeamento é de 1:25.000, sendo a escala de edição de 1: A classificação das unidades de mapeamento da cobertura da terra/desmatamento tendo como insumo as imagens de satélite SPOT 5 reprojetada pela contratada deverá ser feita através da interpretação visual, nos temas necessários para auxiliar a elaboração do CAR. 7. Produtos Esperados 7.1. Banco de Imagens SPOT 5 com 2,5m de resolução do ano 2007/ Banco de dados contento informações sobre os pontos coletados em campo para avaliação da correção geométrica das imagens e Relatório técnico contendo as coordenadas dos pontos coletados, procedimentos e resultado do processamento, fotos, a descrição dos locais visitados, e a avaliação da acuracidade das imagens de satélite disponibilizada pela contratante comparada com os pontos de controle coletados em campo Banco de dados da imagem SPOT 5 de 2,5m de resolução, ano 2007/2009 reprojetadas para o sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS2000. Os arquivos devem ser gravados em formato digital e entregues em HD Portátil Mosaico digital de imagens SPOT 2,5 metros deve ser apresentado e entregue no formato GEOTIFF, IMG e/ou ECW (formato compactado) e georreferenciado no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS, e em coordenadas geográficas com projeção Conforme de Lambert Relatório completo sobre a técnica aplicada no processamento e o erro admitido em cada uma das cenas corrigidas. Os mosaicos no deverão ser gravado em HD Portátil Banco de imagem Landsat ou Liss ResourceSat-1, (se utilizada); 8

9 7.2. Base Digital Georreferenciada para escala de apresentação 1: e edição 1: contendo os temas (hidrografia, estradas, localidades,) contínuos e por município) Base Digital Georreferenciada contínua e por município em formato File Geodatabase as camadas devem ser apresentadas e entregues em meio digital no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS2000, e em coordenadas geográficas (Conforme Lambert) no formato compatível com a plataforma ESRI e OpenGIS. Esses arquivos devem ser gravados HD Portátil Arquivos digitais vetoriais do mosaico contínuo na escala de edição 1: deverão ser apresentados e entregues na forma digital para as seguintes informações: rede de drenagem, sistema viário, localidades e perímetros urbanos Mapa de Cobertura do solo Arquivos digitais do mosaico contínuo do mapeamento de uso do solo do ano de 2007 a 2009 em formato raster e vetoriais compatíveis com a escala de apresentação 1: e edição 1: deverão ser apresentados e entregues para todo o extensão dos municípios (bloco contínuo, inclui buffer de 500m) e por município, com todos seus atributos e toponímias. Dados raster deverão ser também disponibilizados por cena classificada. Estes arquivos devem ser entregues no sistema de coordenada UTM, Datum SIRGAS, e em coordenadas geográficas (Conforme Lambert) nos formatos compatíveis para a plataforma ESRI File Geodatabase (ArcGIS), ENVI e ERDAS. Os arquivos devem ser gravados em HD Portátil. 8. Relatório Técnico (Final) e Mapa Digital Relatório Técnico Detalhado com os procedimentos adotados no levantamento de campo para a validação e avaliação do Cobertura e Uso do Solo na área de interesse. (Introdução, justificativa, áreas de abrangência, metodologia, produtos gerados, resultados alcançados, conclusão e Bibliografia), conforme solicitação do contratante. 9. Critério para avaliação dos produtos: Correção geométrica das imagens As imagens corrigidas serão comparadas com o material de referência fornecida pela contratante. O deslocamento entre o produto e a base de referência deve ser inferior a um pixel. 9

10 Base Digital Georreferenciada a. Consistência topológica serão executadas rotinas para avaliar a consistência topológica dos produtos entregues: b. Os vetores lineares serão avaliados quanto à existência de laço (Must not self-intersect), feição única (Must be single part), ausência de sobreposição (Must not self-overlap), ausência de interseções (Must not intersect), existência de pseudo nós (Must not have pseudos). c. As feições de polígonos serão avaliadas quanto à existência de vázios entre os polígonos (Must have no gaps) e ausência de sobreposição (Must not overlap). d. Observância aos requisitos técnicos aceitos pela CONCAR, DSG e IBGE serão observados parâmetros como: erro gráfico da carta planimétrica na escala de apresentação 1: edição 1:10.000; índice de suavização de linhas para a escala pretendida, distância máxima entre os vértices; integridade e continuidade das feições; continuidade de elementos em folhas adjacentes (ligações externas); dentre outros parâmetros técnicos. e. Matriz de confusão/índice Kappa serão geradas a matriz de confusão e o índice de Kappa entre o produto entregue e o que é observado na imagem de satélite. Será exigido um acerto da classificação superior a 85%. Para formação da matriz de confusão será gerado um grid com eqüidistância de metros entre pontos. f. Geometria compatível com a escala de mapeamento será verificado se as feições do mapeamento estão compatíveis com a escala determinada no termo de referência, através da sobreposição entre o produto entregue e a imagem de satélite utilizada. Esta avaliação consiste na verificação da geometria e do posicionamento das feições em relação à imagem de satélite. 10. Controle de qualidade dos produtos Todos os produtos desta consultoria mapas impressos, relatórios técnicos e arquivos digitais, deverão ter o conteúdo e as especificações técnicas em conformidade com o padrão definido neste documento e serão auditados pela equipe técnica da contrante da seguinte forma: a. Auditagem de uma carta piloto com a metodologia a ser utilizada para o desenvolvimento dos trabalhos para checagem dos procedimentos metodológicos e padrões técnicos especificados neste Termo de Referência; b. O contratante auditará esta carta piloto, que deverá conter todos os elementos descritos neste Contrato; 10

11 c. O contratante emitirá parecer, aprovando ou solicitando mudanças na metodologia. Esta metodologia servirá como referência para a avaliação dos produtos objeto deste Contrato; d. O contratante auditará as versões preliminares dos produtos, contendo todos os elementos descritos neste Termo de Referência e conforme o Plano de Trabalho apresentado pela contratada e aprovado pelo contratante; e. A auditagem da versão final dos produtos, checagem das incorporações das correções apontadas na versão preliminar. Todos os relatórios deverão ser escritos em língua portuguesa e entregues em três vias originais, impressas em qualidade "Laser print" ou similar, em papel formato A4, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT (NBR 14724:2002), e os mapas, desenhos e gráficos conforme orientação da contratante. Os relatórios também deverão ser entregues em uma via em meio digital em arquivo de formato.docx e/ou formato.pdf. 11. Insumos disponibilizados pela Contratante: a. Imagens de satélite SPOT 5 com 2,5 m de resolução, ano 2007/2009, ortorreficadas, para a região de interesse; b. Base de Unidades de conservação e Terras Indígenas, Limite Municipal na escala mil; c. Base do CAR (cadastramento ambiental rural) para subsidio o mapeamento de estradas e edificações; 12. Prazo de Entrega dos Serviços Os serviços deverão ser realizados no prazo 90 (noventa) dias a partir da data de assinatura do contrato, conforme definido no Plano de Trabalho a ser apresentado pela contratada. O produto deverá ser entregue logo que tiver sua elaboração, validação e controle de qualidade concluídos. 13. Forma de Pagamento Os pagamentos dos serviços executados serão efetuados conforme detalhado no Plano de Trabalho apresentado e acordado contratualmente entre as partes. 14. Envio de proposta A proposta técnica deve conter: a. Metodologia a ser aplicada na execução das atividades b. Cronograma de execução das atividades 11

12 c. Proposta financeira por produto conforme o item 7 deste termo de referência 15. Qualificação Técnica Obrigatória A contratada deverá apresentar Atestados de Capacidade Técnica, emitidos por pessoa jurídica de direito público ou privado, comprovando a experiência na execução de serviços técnicos, em especial: geoprocessamento e zoneamento cartográfico; modelagem de Banco de Dados espaciais e não espaciais; e estudos regionais relacionados ao uso do solo e cobertura vegetal. 16. Supervisão, Acompanhamento e Aprovação Técnica dos Produtos A Supervisão e todo acompanhamento do projeto será executado pela área de SIG do contratante. 17. Dúvidas e envios das propostas Responsáveis Técnicos: Luciana Estevam, Milena Ribeiro e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Instituição: The Nature Conservancy Os envios das propostas devem ser até dia 04 de Março de 2013 as 12 horas 12

ATUALIZAÇÃO DA BASE DE DADOS ESPACIAIS DIGITAL PARA O MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL-RS

ATUALIZAÇÃO DA BASE DE DADOS ESPACIAIS DIGITAL PARA O MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL-RS ATUALIZAÇÃO DA BASE DE DADOS ESPACIAIS DIGITAL PARA O MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL-RS 1. Contextualização A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão preservar

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA REVISÃO DO MAPEAMENTO DO USO DO SOLO DA BACIA DE CURUÁ- UNA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA REVISÃO DO MAPEAMENTO DO USO DO SOLO DA BACIA DE CURUÁ- UNA 1. CONTEXTUALIZAÇÃO A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos, voltada para a conservação ambiental. Atuante em mais de 35 países, tem como missão conservar as plantas, os animais

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC SERVIÇOS DE COMPILAÇÃO DE DADOS GEORREFERENCIADOS DE PROPRIEDADES RURAIS, IDENTIFICAÇÃO DE INCONSISTÊNCIAS E PROPOSIÇÃO DE AJUSTES BASEADO NA REALIDADE DE IMAGEM DE ALTA RESOLUÇÃO DO MUNICÍPIO DE PALMAS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC SERVIÇOS DE COMPILAÇÃO DE DADOS GEORREFERENCIADOS DE PROPRIEDADES RURAIS, IDENTIFICAÇÃO DE INCONSISTÊNCIAS E PROPOSIÇÃO DE AJUSTES BASEADO NA REALIDADE DE IMAGEM DE ALTA RESOLUÇÃO DO MUNICÍPIO DE PALMAS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Estudo de Paisagem do Município de São Félix do Xingu Pará

TERMO DE REFERÊNCIA Estudo de Paisagem do Município de São Félix do Xingu Pará TERMO DE REFERÊNCIA Estudo de Paisagem do Município de São Félix do Xingu Pará Código: TDR_Métricas de Paisagem 1. CONTEXTUALIZAÇÃO A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos,

Leia mais

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL E CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA - SP

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL E CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA - SP AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL E CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA - SP 1. Objetivos Aquisição de imagens de satélite de alta resolução

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC PROJETO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL DE ESTABELECIMENTOS RURAIS EM PALMAS

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC PROJETO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL DE ESTABELECIMENTOS RURAIS EM PALMAS SERVIÇOS DE LEVANTAMENTO GEORREFERENCIADO DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS DE ELABORAÇÃO DE CADASTROS AMBIENTAIS RURAIS CAR NO MUNICÍPIO DE PALMAS NO ESTADO DE TOCANTINS 1. Contextualização O Ministério Público

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TNC

TERMO DE REFERÊNCIA TNC TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE CONSULTORIA (PESSOA JURÍDICA) PARA LEVANTAMENTO GEORREFERENCIADO DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS DE ELABORAÇÃO DE CADASTROS AMBIENTAIS RURAIS CAR NO MUNICÍPIO

Leia mais

CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ SP, E DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA JUNDAÍ-MIRIM

CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ SP, E DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA JUNDAÍ-MIRIM CONFECÇÃO DA BASE DE DADOS GEORREFERENCIADA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ SP, E DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA JUNDAÍ-MIRIM 1. Objetivos Confecção da base cartográfica vetorial georreferenciada, tendo como referência

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC PROJETO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL DE ESTABELECIMENTOS RURAIS NA AMAZÔNIA

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC PROJETO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL DE ESTABELECIMENTOS RURAIS NA AMAZÔNIA SERVIÇOS DE AJUSTE CARTOGRÁFICO DE DADOS GEORREFERENCIADOS DE PROPRIEDADES RURAIS E IDENTIFICAÇÃO DE INCONSISTÊNCIAS BASEADO EM IMAGEM DE ALTA RESOLUÇÃO DOS MUNICÍPIOS DE FELIZ NATAL, BRASNORTE E JUINA

Leia mais

Geral : Geração de Modelo Digital de Terreno (MDT) da bacia do ribeirão Taquarussu no município de Palmas /TO.

Geral : Geração de Modelo Digital de Terreno (MDT) da bacia do ribeirão Taquarussu no município de Palmas /TO. TERMO DE REFERENCIA SERVIÇO DE GERAÇÃO DO MODELO DIGITAL DE TERRENO (MDT) DA BACIA DO RIBEIRÃO TAQUARUSSU NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TO A. BACKGROUND A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins

Leia mais

PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS E ATUALIZAÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA NAS ÁREAS DE INTERESSE DO PROJETO OESTE DA BAHIA

PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS E ATUALIZAÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA NAS ÁREAS DE INTERESSE DO PROJETO OESTE DA BAHIA TERMO DE REFERENCIA PARA PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS E ELABORAÇÃO/ATUALIZAÇÃO DE BASE DE DADOS PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS E ATUALIZAÇÃO DE BASE DE DADOS NAS ÁREAS DE INTERESSE DO PROJETO OESTE

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA COMPILAÇÃO E MAPEAMENTO DE IMOVEIS RURAIS

TERMO DE REFERENCIA PARA COMPILAÇÃO E MAPEAMENTO DE IMOVEIS RURAIS SERVIÇOS DE GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS PARA FINS DE ELABORAÇÃO DE CADASTRO AMBIENTAL RURAL CAR NO MUNICÍPIO DE RIO CLARO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 1. Contextualização A The Nature Conservancy

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC FERRAMENTA PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE REGULARIZAÇÃO DE RESERVAS LEGAIS E APPS EM PROPRIEDADES RURAIS

TERMO DE REFERÊNCIA - TNC FERRAMENTA PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE REGULARIZAÇÃO DE RESERVAS LEGAIS E APPS EM PROPRIEDADES RURAIS ATUALIZAÇÃO E ADEQUAÇÃO DA FERRAMENTA CARGEO PARA CONTEMPLAR AS EXIGÊNCIAS E RELACIONAMENTOS PRESENTES NO NOVO CÓDIGO FLORESTAL APROVADO NO CONGRESSO NACIONAL EM 25/04/2012 O Instituto de Conservação Ambiental

Leia mais

CONFECÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA EM ÁREAS DOS MUNICÍPIOS DE IMBAÚ E ORTIGUEIRA

CONFECÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA EM ÁREAS DOS MUNICÍPIOS DE IMBAÚ E ORTIGUEIRA TERMO DE REFERENCIA PARA CONFECÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA CONFECÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL GEORREFERENCIADA EM ÁREAS DOS MUNICÍPIOS DE IMBAÚ E ORTIGUEIRA 1. Objetivos. O Presente

Leia mais

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL TERMO DE REFERENCIA PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL 1. Objetivos. O Presente Termo de Referência (TdR) tem como

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL DA APA PRATIGI, NO BAIXO SUL DA BAHIA, ACRESCIDO DE UM BUFFER DE 1 KM

ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL DA APA PRATIGI, NO BAIXO SUL DA BAHIA, ACRESCIDO DE UM BUFFER DE 1 KM ELABORAÇÃO DE BASE DE DADOS VETORIAL DA APA PRATIGI, NO BAIXO SUL DA BAHIA, ACRESCIDO DE UM BUFFER DE 1 KM 1. Objetivos. Confecção de base de dados vetorial georreferenciada, tendo como referência para

Leia mais

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL - RS

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL - RS TERMO DE REFERENCIA AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE ROSÁRIO DO SUL - RS 1. Objetivos.

Leia mais

Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu

Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu Forum de Discussão Ambiental entre as Secretarias Municipais e o Comitê Guandu 13/05/2013 CAR - Cadastro Ambiental Rural - O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico, obrigatório para todos os

Leia mais

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A ÁREA DE INTERESSE DO PROJETO DO ALTO TIETÊ

AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A ÁREA DE INTERESSE DO PROJETO DO ALTO TIETÊ TERMO DE REFERENCIA AQUISIÇÃO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL AQUISIÇÃO DE IMAGENS DE SATÉLITE DE ALTA RESOLUÇÃO ESPACIAL PARA A ÁREA DE INTERESSE DO PROJETO DO ALTO TIETÊ

Leia mais

Município de Colíder MT

Município de Colíder MT Diagnóstico da Cobertura e Uso do Solo e das Áreas de Preservação Permanente Município de Colíder MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Julho de 2008 Introdução O município de Colíder está localizado

Leia mais

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE, DO PLANEJAMENTO, DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA SEMAC, no uso de suas atribuições legais e

O SECRETÁRIO DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE, DO PLANEJAMENTO, DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA SEMAC, no uso de suas atribuições legais e RESOLUÇÃO SEMAC N 12 DE 17 DE JULHO DE 2014. Aprova a Norma Técnica para Georreferenciamento de Áreas de Interesse Ambiental e de atividades sujeitas ao Licenciamento e Regularização Ambiental no IMASUL,

Leia mais

"Protegendo as nascentes do Pantanal"

Protegendo as nascentes do Pantanal "Protegendo as nascentes do Pantanal" Diagnóstico da Paisagem: Região das Cabeceiras do Rio Paraguai Apresentação O ciclo de garimpo mecanizado (ocorrido nas décadas de 80 e 90), sucedido pelo avanço das

Leia mais

ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA O SETOR SUCROALCOOLEIRO

ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA O SETOR SUCROALCOOLEIRO ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA O SETOR SUCROALCOOLEIRO 1. Material cartográfico digital: Apresentar material cartográfico na Projeção Cartográfica Universal Transversa de Mercator

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Jugurta Lisboa Filho Departamento de Informática Universidade Federal de Viçosa (MG) jugurta@dpi.ufv.br Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Tópicos

Leia mais

Sistema de Cadastro Ambiental Rural. Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas

Sistema de Cadastro Ambiental Rural. Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas Sistema de Cadastro Ambiental Rural Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas CAR - Lei 12.651/2012: Cadastro Ambiental Rural Lei 12.651/2012 É criado o Cadastro Ambiental Rural - CAR,

Leia mais

ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA

ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA ANÁLISE ESPACIAL DE PROPRIEDADES RURAIS CADASTRADAS NO PERÍMETRO URBANO DO MUNICÍPIO DE MARABÁ E IMPLICAÇÕES NA GESTÃO AMBIENTAL PÚBLICA Raphael de Souza Vale 1, Cintia Pedrina Palheta Balieiro 2 1 Graduando

Leia mais

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA FORNECIMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITE

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA FORNECIMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITE COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO - CHESF DIRETORIA DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO - DE SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO - SPE DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE - DMA DIVISÃO DE MEIO AMBIENTE

Leia mais

Sensoriamento remoto e SIG

Sensoriamento remoto e SIG Multidisciplinar Sensoriamento remoto e SIG aplicados ao novo Código Florestal Allan Arnesen Frederico Genofre Marcelo Curtarelli Matheus Ferreira CAPÍTULO 3 Mapeamento de APP e Reserva Legal APP de corpos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL Documentação prevista na Lei Federal 12.51 de 25 de maio de 2012: 1 - identificação do proprietário ou possuidor rural; 2 - comprovação

Leia mais

ACONSTRUIDA... 28 AFD Área de faixa de Domínio... 29 ESTRADA... 30 FERROVIA... 31 DUTO... 32 LTRANSMISSAO... 33 Orientações para atributação dos

ACONSTRUIDA... 28 AFD Área de faixa de Domínio... 29 ESTRADA... 30 FERROVIA... 31 DUTO... 32 LTRANSMISSAO... 33 Orientações para atributação dos Sumário Introdução... 4 O projeto geográfico da Dominialidade... 5 Importação de shapes... 5 Lista de feições de uso obrigatório... 6 Lista de feições de uso condicionado... 6 Lista das feições processadas...

Leia mais

CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS

CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS 1- Introdução CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS As demandas por informações georreferenciadas são cada vez mais freqüentes nos projetos em desenvolvimento no IBGE. A Base Territorial como um projeto

Leia mais

I Encontro Brasileiro de usuários QGIS

I Encontro Brasileiro de usuários QGIS I Encontro Brasileiro de usuários QGIS Uso do QGIS no Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto Jorge Santos jorgepsantos@outlook.com www.processamentodigital.com.br Dicas, tutoriais e tudo

Leia mais

SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA COLETA DE DADOS PARA MONITORAMENTO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL

SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA COLETA DE DADOS PARA MONITORAMENTO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO PARA COLETA DE DADOS PARA MONITORAMENTO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL 1. Contextualização A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos, que

Leia mais

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73.

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73. 1 de 27 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA PROJETO: GERENCIAMENTO INTEGRADO DE AGROECOSSISTEMAS EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORTE-NOROESTE FLUMINENSE - RIO RURAL/GEF

Leia mais

Luciana da Silva Estevam ¹ Marcelo Hiromiti Matsumoto 2

Luciana da Silva Estevam ¹ Marcelo Hiromiti Matsumoto 2 Aplicação de geotecnologia para regularização ambiental de imóveis rurais no município de Sapezal Mato Grosso Luciana da Silva Estevam ¹ Marcelo Hiromiti Matsumoto 2 1 The Nature Conservancy TNC Av. Historiador

Leia mais

O que fazemos? Protegemos as terras e as águas das quais a diversidade da vida depende.

O que fazemos? Protegemos as terras e as águas das quais a diversidade da vida depende. TNC O que fazemos? Protegemos as terras e as águas das quais a diversidade da vida depende. Conselho Consultivo - André de Botton Presidente, SPA Brasil/ACV Comércio e Participações - Andrew Gunther Diretor,

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL Atenção: Esta lista de documentos tem vigência até que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) seja efetivamente implantado por ato da Ministra

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO

CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO CONTROLE DE QUALIDADE e VALIDAÇÃO DE PRODUTO CARTOGRÁFICO Editar dados em vários formatos e armazenar estas informações em diferentes sistemas é provavelmente uma das atividades mais comuns para os profissionais

Leia mais

Novo Código Florestal: as Falhas do Cadastro Ambiental Rural e os Possíveis Meios de Burla

Novo Código Florestal: as Falhas do Cadastro Ambiental Rural e os Possíveis Meios de Burla Novo Código Florestal: as Falhas do Cadastro Ambiental Rural e os Possíveis Meios de Burla Joelson de Souza Passos Estudante de Graduação Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Brasil Resumo O código

Leia mais

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles Conteúdo: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no SiCAR-SP? Formato dos arquivos Características do shapefile Sistema de Coordenadas requerido Como preparar o shapefile para o upload 2. O que fazer

Leia mais

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento:

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento: Conteúdo desse documento: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no CAR 1.a. Formato do arquivo 1.b. Características do shapefile 1.c. Sistema de coordenadas requerido 1.d. Como preparar o shapefile

Leia mais

MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL

MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL MAPEAMENTO DOS ESPELHOS D'ÁGUA DO BRASIL Parceria entre FUNCEME, Ministério da Integração e Agencia Nacional de Águas gera mapa dos recursos hídricos superficiais do Brasil Utilização de geotecnologias

Leia mais

Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT

Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT Diagnóstico Ambiental Município de Apiacás MT 2011 Diagnóstico Ambiental do Município de Apiacás MT Carolina de Oliveira Jordão Vinícius Freitas Silgueiro Leandro Ribeiro Teixeira Ricardo Abad Meireles

Leia mais

II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil

II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil PMRG - Projeto Mudança do Referencial Geodésico RESUMO DOS PAINÉIS 4 e 5 PAINEL 4: Perguntas: Que aplicativos e serviços devem ser disponibilizados?

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão 01 Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão Rodrigo G. Trevisan¹; José P. Molin² ¹ Eng. Agrônomo, Mestrando em Engenharia de Sistemas Agrícolas (ESALQ-USP); ² Prof. Dr. Associado

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122.

TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122. TF096767 Projeto Políticas para o Cerrado e Monitoramento do Bioma Iniciativa Cerrado Sustentável MMA TERMO DE REFERÊNCIA N 2013.0122.00032-0 OBJETO: CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PESSOA FÍSICA ESPECIALIZADA

Leia mais

MAPAS URBANOS INTELIGENTES CAPÍTULO 04 RESULTADOS E ANÁLISES

MAPAS URBANOS INTELIGENTES CAPÍTULO 04 RESULTADOS E ANÁLISES CAPÍTULO 04 RESULTADOS E ANÁLISES Neste capítulo serão abordados os resultados e as análises decorrentes da aplicação do método proposto no desenvolvimento deste trabalho. a) Integração dos Dados Raster/Vector

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43

INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43 AQUISIÇÃO, TRATAMENTO E DISPONIBILIZAÇÃO DE IMAGENS

Leia mais

Estruturando o SIG para fornecer suporte para elaboração e implantação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Estruturando o SIG para fornecer suporte para elaboração e implantação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica Estruturando o SIG para fornecer suporte para elaboração e implantação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica SIG Sistema de Informação Geográfica O SIG é um sistema de Informação

Leia mais

O que mudou no novo Sistema de Cadastro Ambiental Rural de Minas Gerais?

O que mudou no novo Sistema de Cadastro Ambiental Rural de Minas Gerais? O que mudou no novo Sistema de Cadastro Ambiental Rural de Minas Gerais? O Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da conjugação de esforços entre Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento

Leia mais

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Índice O que o agricultor brasileiro deve saber sobre o Novo Código Florestal?...1 Começando a regularizar o imóvel rural...2

Leia mais

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático:

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático: Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de ciências Humanas e da Educação FAED Mestrado em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socio- Ambiental - MPPT Disciplina: Geoprocessamento

Leia mais

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014

Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014 Políticas Públicas para Operacionalizar o CAR Câmara temática de Insumos Agropecuários Brasília, 27 de maio de 2014 O QUE É O CAR O Cadastro Ambiental Rural - CAR, é o registro público eletrônico de âmbito

Leia mais

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico gico-econômico Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Étnica Stuckert Cardeal,

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações.

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações. PROCESSO 014-2014 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações. A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor

Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor e conservação de água mediante adequação ambiental em propriedades rurais na Região Metropolitana

Leia mais

6 Geoprocessamento. Daniel de Castro Victoria Edlene Aparecida Monteiro Garçon Bianca Pedroni de Oliveira Gustavo Bayma Silva Daniel Gomes

6 Geoprocessamento. Daniel de Castro Victoria Edlene Aparecida Monteiro Garçon Bianca Pedroni de Oliveira Gustavo Bayma Silva Daniel Gomes 6 Geoprocessamento Daniel de Castro Victoria Edlene Aparecida Monteiro Garçon Bianca Pedroni de Oliveira Gustavo Bayma Silva Daniel Gomes 156 O que é geoprocessamento? Consiste no uso de ferramentas computacionais

Leia mais

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal 1 MARCO LEGAL MARCO LEGAL O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal Cadastro Ambiental Rural CAR: Âmbito Nacional Natureza declaratória Obrigatório para todas as propriedades e posses Base de

Leia mais

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal

O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal 1 MARCO LEGAL MARCO LEGAL O QUE É O CAR? Lei 12.651/2012 Novo Código Florestal Cadastro Ambiental Rural CAR: Âmbito Nacional Natureza declaratória Obrigatório para todas as propriedades e posses Base de

Leia mais

SIG - Sistemas de Informação Geográfica

SIG - Sistemas de Informação Geográfica SIG - Sistemas de Informação Geográfica Gestão da Informação Para gestão das informações relativas ao desenvolvimento e implantação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Leia mais

Sistema de Informações Geográficas

Sistema de Informações Geográficas UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Pós Graduação Ecologia e Manejo de Recursos Naturais Sistema de Informações Geográficas Prof. Fabiano Luiz Neris Criciúma, Março de 2011. A IMPORTÂNCIA DO ONDE "Tudo

Leia mais

MAPEAMENTO FLORESTAL

MAPEAMENTO FLORESTAL MAPEAMENTO FLORESTAL ELISEU ROSSATO TONIOLO Eng. Florestal Especialista em Geoprocessamento OBJETIVO Mapear e caracterizar a vegetação visando subsidiar o diagnóstico florestal FUNDAMENTOS É uma ferramenta

Leia mais

QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC)

QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC) QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC) Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Introdução... 3 1.1 Referência Espacial... 3 1.2 Sistema de Referência de Coordenadas (SRC)...3 1.3

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

Sistema de Cadastro Ambiental Rural

Sistema de Cadastro Ambiental Rural Sistema de Cadastro Ambiental Rural XX Simpósio Jurídico ABCE ÂNGELO RAMALHO ASSESSOR MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO DIRETORIA DE FOMENTO E INCLUSÃO FLORESTAL São Paulo, Outubro/2014

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental)

TERMO DE REFERÊNCIA. Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental) TERMO DE REFERÊNCIA Diagnóstico Ambiental e PRA (Projeto de Recuperação Ambiental) 1. Código: TDR_RRB_04 2. Título: Elaboração de diagnóstico ambiental consolidado em campo e PRA (Projeto de Recuperação

Leia mais

ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS

ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS ELABORAÇÃO DE MANUAL PARA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE APPs e RLs PARA ANGÉLICA E MUNICÍPIOS VIZINHOS - MS 1. Contextualização e Justificativa A The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos,

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Registro é uma transformação geométrica que relaciona coordenadas da imagem (linha e coluna) com coordenadas geográficas (latitude e longitude) de um

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO DIAGNÓSTICO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DO RIBEIRÃO DAS ALAGOAS, CONCEIÇÃO DAS ALAGOAS - MG

GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO DIAGNÓSTICO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DO RIBEIRÃO DAS ALAGOAS, CONCEIÇÃO DAS ALAGOAS - MG Goiânia/GO 19 a 22/11/2012 GEOPROCESSAMENTO APLICADO AO DIAGNÓSTICO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DO RIBEIRÃO DAS ALAGOAS, CONCEIÇÃO DAS ALAGOAS - MG Hygor Evangelista Siqueira Gestor Ambiental,

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL - AIA

ORIENTAÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL - AIA ORIENTAÇÃO PARA A PRODUÇÃO DE MATERIAL CARTOGRÁFICO PARA AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL - AIA É indispensável que um estudo de impacto ambiental contenha, ao menos, os seguintes documentos cartográficos:

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS 360h - FAÇA SUA MATRÍCULA!!!

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS 360h - FAÇA SUA MATRÍCULA!!! CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM GEORREFERENCIAMENTO DE IMÓVEIS RURAIS 360h - FAÇA SUA MATRÍCULA!!! CERTIFICAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA - UFRA TURMA EM MARABÁ COORDENAÇÃO DSC. Luiz Gonzaga da

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE. Correção geométrica de imagens

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE. Correção geométrica de imagens Correção geométrica de imagens O georreferenciamento descreve a relação entre os parâmetros de localização dos objetos no espaço da imagem e no sistema de referência, transformando as coordenadas de cada

Leia mais

A importância do Cerrado

A importância do Cerrado A importância do Cerrado Quem vive no Cerrado mora em uma das regiões mais ricas em espécies de plantas e animais do mundo, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência e que só existem ali. É ainda nas

Leia mais

Por que Geoprocessamento?

Por que Geoprocessamento? Um pouco sobre a NOSSA VISÃO Processamento Digital é um endereço da Web criado pelo geógrafo Jorge Santos com objetivo de compartilhar dicas sobre Geoprocessamento e Software Livre. A idéia surgiu no ano

Leia mais

ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS

ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS ISF 203: ESTUDOS TOPOGRÁFICOS PARA PROJETOS BÁSICOS DE FERROVIAS 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços de Estudos Topográficos nos Projetos Básicos de Engenharia Ferroviária. Devem ser considerados

Leia mais

GEORREFERENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO

GEORREFERENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO GEORREFERENCIAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE IMÓVEIS RURAIS Curitiba Dezembro/2013 Fábio Pagliosa Ulkowski - Engenheiro Cartógrafo Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário INCRA-PR SUMÁRIO 1. O Georreferenciamento

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE DADOS ESPACIAIS DE MINAS GERAIS IEDE-MG

IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE DADOS ESPACIAIS DE MINAS GERAIS IEDE-MG IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE DADOS ESPACIAIS DE MINAS GERAIS IEDE-MG Versão 1...Fevereiro 2011 Versão 2...Setembro 2011 Versão 3...Abril 2012 1 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO... 3 2. OBJETIVO... 5 3. CONCEITOS

Leia mais

Tecnologias Digitais de Geoprocessamento

Tecnologias Digitais de Geoprocessamento Gilberto Pessanha Ribeiro Engenheiro Cartógrafo - UERJ Mestre em Ciências Geodésicas - UFPR Doutor em Geografia UFF Especialista em Geologia do Quaternário Museu Nacional/UFRJ gilberto@eng.uerj.br gilberto@globalgeo.com.br

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS Qualquer tipo de tratamento de imagens deve ser efetuado antes de seu registro, ou seja, com a imagem original. As imagens CBERS aparecem com aspecto

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO

Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento de uma bacia hidrográfica, utilizando software livre RESUMO Este artigo apresenta os primeiros resultados do desenvolvimento

Leia mais

IV Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação Recife - PE, 06-09 de Maio de 2012 p. 001-009

IV Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação Recife - PE, 06-09 de Maio de 2012 p. 001-009 p. 001-009 GERAÇÃO DE BASE CARTOGRÁFICA DIGITAL A PARTIR DE PRODUTOS FOTOGRAMÉTRICOS PARA A GERAÇÃO DE ORTOFOTOCARTA, CARTA TOPOGRÁFICA E BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS O CASO DO PROJETO DE MAPEAMENTO DO ESTADO

Leia mais

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012 Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF O Idaf por definição O IDAF, é a entidade responsável pela execução da política, florestal, bem como

Leia mais

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Realização: Patrocínio: Execução Técnica: PRIMEIRO MAPEAMENTO DA MATA ATLÂNTICA SOS Mata Atlântica INPE e IBAMA Escala: 1:1.000.000 CONCLUÍDO:

Leia mais

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS

EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS EDITAL Nº 003/2009/BRA/06/032 CÓDIGO ARRANJOS PRODUTIVOS O Projeto BRA/06/032 comunica aos interessados que estará procedendo à contratação de consultoria individual, na modalidade produto, para prestar

Leia mais

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações;

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações; Estrutura dos Dados Geográficos Organização lógica dos dados para preservar sua integridade e facilitar o seu uso. Vetorial Raster ou Matricial Dado Vetorial Usa entidades como ponto, linha e polígono

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Aula 3 - Registro de Imagem Registro é uma transformação geométrica que relaciona as coordenadas da imagem (linha e coluna) com as coordenadas geográficas (latitude e longitude)

Leia mais

I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE

I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE I ENCONTRO PAULISTA DE BIODIVERSIDADE 16 a 18 de novembro de 2009 Fundação Mokiti Okada Palestrante: Mônica Pavão Pesquisadora do Instituto Florestal INVENTÁRIO FLORESTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO INVENTÁRIO

Leia mais

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF

Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF Georreferenciamento de Imóveis Rurais SIGEF O Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) é uma ferramenta eletrônica desenvolvida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e pelo Ministério

Leia mais

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Meta brasileira de redução das emissões até 2020 36,1% a 38,9% das 3.236 MM de tonco2eq de emissões projetadas

Leia mais

Zoneamento e regularização ambiental Marcelândia MT

Zoneamento e regularização ambiental Marcelândia MT V Zoneamento e regularização ambiental Marcelândia MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Agosto de 2008 Sumário Introdução... 4 Contexto... 4 Oportunidades... 5 O que já está acontecendo... 6

Leia mais

AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE ALTERNATIVAS DE TRAÇADO DE DUTOS TERRESTRES

AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE ALTERNATIVAS DE TRAÇADO DE DUTOS TERRESTRES AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE ALTERNATIVAS DE TRAÇADO DE DUTOS TERRESTRES Guilherme Mendonça da Cunha (PETROBRAS), Giovani Schifino Dellamea, Renato Fernandes, Wilson José de Oliveira. RESUMO Este Trabalho apresenta

Leia mais

Este documento foi elaborado sob a licença

Este documento foi elaborado sob a licença 1 2 Este documento foi elaborado sob a licença Atribuição - Não Comercial - Sem Trabalhos Derivados Brasil (CC BY-NC-ND 4.0) Sobre este documento, você tem o direito de: Compartilhar - reproduzir, distribuir

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Compensação de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil

II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil II Seminário sobre Referencial Geocêntrico no Brasil PMRG - Projeto Mudança do Referencial Geodésico RESUMO DOS PAINÉIS 1, 2 e 3 Perguntas: PAINEL 1: IMPACTOS NO MAPEAMENTO TOPOGRÁFICO SISTEMÁTICO Quais

Leia mais