Dr.Januário Montone D.D. Diretor Presidente da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Dr.Januário Montone D.D. Diretor Presidente da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar"

Transcrição

1 São Paulo, 06 outubro de 2003 Aos Ilmos. Srs. Dr.Fausto Pereira dos Santos DD. Diretor do Departamento de Controle e Avaliação de Sistemas do Ministério da Saúde e Coordenador Geral do Fórum de Saúde Suplementar Dr.Januário Montone D.D. Diretor Presidente da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar Ref: PROGRAMA DE INCENTIVO À ADAPTAÇÃO DE CONTRATOS DE PLANO DE SAÚDE ANTERIORES À LEI 9.656/98 Prezados Senhores, A PRO TESTE Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, vem respeitosamente a V.Sas. apresentar suas reivindicações relativas à proposta para discussão do Programa de Incentivo à Adaptação de Contratos de Plano de Saúde Anteriores à Regulamentação e à Migração para Planos Novos, que nos foi apresenta no último dia 26 de setembro, em reunião ocorrida na Agência Nacional de Saúde Suplementar, em Brasília, onde estiveram presentes também o Procon/SP, o IDEC e o Ministério da Saúde, representado pelo Dr. Fausto Pereira do Santos. Voltamos a destacar a importância de o Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar atuarem no atual cenário, marcado por indefinições graves, decorrentes da decisão do Supremo Tribunal Federal, na Ação Direta de Inconstitucionalidade promovida pela Confederação Nacional de Saúde, contra dispositivos da Lei 9.656/98.

2 Isto porque, até a mencionada decisão judicial, os direitos considerados básicos, introduzidos com a Lei 9.656/98 vinham sendo estendidos para os consumidores que tivessem celebrado contrato de plano ou seguro saúde até dezembro de Nesse contexto, várias interpretações vêm sendo atribuídas à decisão do STF pelos agentes do setor, que variam quanto aos efeitos que a liminar pode trazer em prejuízo aos consumidores brasileiros. Considerando-se, entretanto, que as empresas privadas atuam de forma complementar com o Sistema Único de Saúde, nos termos do art. 199, da Constituição Federal, e, portanto, que se trata de serviço público essencial, que deve ser garantido pelo Poder Público, qualquer interpretação a respeito da decisão judicial deve ser a mais benéfica possível em favor do consumidor. Sendo assim, a regulamentação que está para ser editada deve também estar apoiada sobre essa premissa, bem como de acordo com os princípios instituídos pelo Código de Defesa do Consumidor, quando estabelece diretrizes ao Poder Público para a definição da Política Nacional das Relações de Consumo (art. 4 ). Nessa direção, o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor e a coibição e repressão eficientes de todos os abusos praticados no mercado de consumo, devem orientar a ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor (art. 4, incs. I, VI e I). É com base nesses princípios e fundamentos que passamos a apresentar nossa contribuição para essa importante norma, para a qual a expectativa dos consumidores afetados pelo novo contexto é correspondente à importância do tema saúde. I. INTRODUÇÃO No último dia 21 de agosto, o Supremo Tribunal Federal proferiu decisão liminar em Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelas empresas de plano de saúde. Essa decisão restringiu a aplicação da Lei 9.656/98 para a solução de conflitos relativos a contratos assinados antes dessa lei.

3 Até esta decisão, vinha-se entendendo que, como os contratos de plano de saúde são de duração continuada e tratam de saúde, que é dever do Estado garantir, os direitos básicos introduzidos com a nova Lei 9.656/98 deveriam se estender para os contratos antigos. A decisão do Supremo Tribunal Federal, então, com fundamento no argumento do direito adquirido e ato jurídico perfeito, em favor das empresas, entendeu que uma lei nova não poderia retroagir e impactar contratos antigos, sob pena de se abalar a segurança jurídica das relações. É claro que a PRO TESTE, como associação de defesa de direitos que é, não pode deixar de reconhecer a importância do direito adquirido, como garantia constitucional que é. Todavia, a Constituição Federal deve ser interpretada levando-se em conta o conjunto de seus dispositivos e não se pode ignorar que, de acordo com nossa Lei Maior, as empresas privadas prestam serviço de saúde em regime complementar com o Sistema Único de Saúde e, portanto, está prestando um serviço público. Sendo assim, direitos estabelecidos como básicos, como os que passaram a existir com a Lei 9.656/98, não podem ser aplicados apenas para um número determinado de cidadãos. Esse entendimento do Supremo Tribunal Federal fere outro princípio constitucional que é o da igualdade. Ou seja, porque alguns cidadãos, relativamente a serviços públicos de saúde ainda que prestados por empresas privadas podem ficar expostos a práticas abusivas, enquanto outros cidadãos consumidores do serviço de saúde estarão protegidos contra estas práticas? A PRO TESTE entende que a decisão do STF não deve ser vista como precedente para que se perpetuem graves danos aos milhares de conveniados nesta situação, sob pena de se desrespeitar o princípio da igualdade e o Código de Defesa do Consumidor. Esse julgamento traz à tona outra discussão importante para os consumidores de planos e seguro saúde: qual é a real abrangência do poder regulatório e fiscalizatório da Agência Nacional de Saúde? A PRO TESTE entende que a ANS, e principalmente o Ministério da Saúde, podem e devem interferir na relação entre consumidores de planos anteriores à Lei 9.656/98 sempre que ocorrerem abusos, motivo pelo qual vê com ânimo a iniciativa desses órgãos de regularem a migração dos planos antigos para a nova sistemática.

4 Todavia, entendemos que a atuação do Poder Público deve se dar de forma democrática, contando e considerando efetivamente com a participação da sociedade, no caso as entidades de defesa do consumidor, a fim de regular o setor harmonizando os interesses de todos os agentes que nele atuam. É nessa direção que a PRO TESTE passa a apresentar sua contribuição para a proposta do Programa de Incentivo à Adaptação de Contratos de Planos de Saúde Anteriores à Regulamentação e à Migração para Planos Novos. II CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DA NOVA PROPOSTA A) A nova proposta apresentada na reunião do dia 26 de setembro introduz a idéia de se apresentar aos consumidores três alternativas, quais sejam: a) manutenção das mesmas condições contratuais iniciais; b) adaptação do contrato já existente à sistemática da Lei 9.656/98 e c) migração do contrato antigo para um novo contrato. B) À Pro Teste parece que as duas últimas alternativas poderão confundir muito o consumidor, no caso de as cartas a serem enviadas não forem extremamente didáticas e claras quanto às repercussões de cada uma das opções. C) É necessário ficar mais claro com a proposta que a partir da edição da nova Lei e respectiva regulamentação, todos os planos estarão sujeitos às competências regulatórias da ANS, inclusive e especialmente os contratos anteriores a 02 de janeiro de D) A nova proposta não evoluiu com relação à previsão de carência. Discordamos frontalmente desta posição, na medida em que se a proposta prevê um índice de aumento para a adaptação, não pode ao mesmo tempo falar em carência para as novas coberturas. Isto porque a carência só encontraria respaldo caso o consumidor não passasse a pagar por coberturas mais abrangentes. Admitir aumento para a adaptação e carência é desconsiderar o fato de que esses contratos possuem pelo menos cinco anos e, portanto, o consumidor estaria perdendo benefícios decorrentes do tempo que vem pagando o convênio médico.

5 E) A proposta oferece dois cenários. Porém nenhum deles leva em consideração para estipular critérios de valor para a adaptação o tempo de contratação e o nível de cobertura dos contratos chamados de antigos. F) Quanto ao Cenário I: i) É positivo o fato de as operadoras terem de passar a aglutinar os planos componentes de sua carteira de usuários anteriores à regulamentação, como está previsto na alínea i) do item 1) do Cenário I. Todavia deve ficar estabelecido que a operadora tem a obrigação de divulgar amplamente esses dados, tanto para o Ministério da Saúde e ANS, quanto para o público em geral, a fim de que se possa controlar os índices técnicos de ajuste das mensalidades; ii) Concordamos com índices técnicos distintos para cada grupo tipo de contratos, desde que se leve em conta o tempo de contrato e o nível de cobertura; iii) A possibilidade de variar o percentual a ser fixado para a adaptação geral em 2,5 é indiscutivelmente abusiva, pois haverá casos em que um grupo de consumidores passará a ter um aumento real de mais de 20%. Este fato se agrava quando se leva em conta que no mesmo ano o consumidor arcará também com o reajuste anual do preço do contrato, o que poderá significar correção superior a 25% num mesmo ano; iv) Concordamos com a proposta, no sentido de que os valores pretendidos pelas operadoras devem ser objeto de análise prévia pela ANS; v) A idéia de se dissolver o índice técnico ao longo de seis meses é boa, pois dessa forma o consumidor poderá adaptar seus orçamentos à nova realidade; vi) A Pro Teste concorda com a possibilidade de co-participação no caso dos planos coletivos. Isto porque, nos casos em que as empresas não concordem em pagar o total do aumento proposto pela operadora, os consumidores poderiam negociar com o empregador e a operadora, com o objetivo de se ampliar o nível de cobertura, com a divisão dos montantes relativos aos índices técnicos homologados pela ANS. Propomos, entretanto, que a ANS fixe um percentual máximo de co-participação a ser pago pelo empregado, sob pena de se criarem impasses, inclusive de natureza trabalhista, já que o pagamento pela empresa de plano de saúde é considerado salário.

6 As negociações devem se dar por intermédio das instâncias deliberativas, nos casos de entidades de classe, ou por mecanismo a ser instituído por Lei, para que todos os participantes decidam de forma coletiva, como assembléias, ou a criação de órgãos específicos de deliberação instituídos especifica e unicamente para esta finalidade, quando se tratar de empresas. G) Quanto ao Cenário II: i) A definição de um índice técnico para cada plano das carteiras de contratos das operadoras, anteriores a 2 de janeiro de 1999, também é razoável, tendo em vista que, segundo entendemos da proposta, serão considerados o tempo e o nível de cobertura dos contratos já existentes, na medida em que determina que se leve em conta a amplitude da cobertura adicional ao contrato original. H) Carência: Não há sustentabilidade jurídica e nem técnica para a imposição de carência, tendo em vista que o consumidor passará a pagar mais pelo contrato e já terá pago pelo menos 5 anos. I) Data Base para Reajuste Anual: O ideal seria que a aplicação do índice técnico para a adaptação e a data base de reajuste não coincidissem, pois a incidência dos dois na mesma data pode levar sérias dificuldades para que o consumidor consiga manter a contratação. Todavia, entendemos que o mais importante é deixar claro para o consumidor que o índice técnico e o reajuste são instrumentos distintos. J) Aumento por Faixa Etária: A previsão de um intervalo de um ano para a imposição de aumento de faixa etária para os consumidores que se decidirem pela adaptação nos parece benéfica. Nos preocupa, todavia, o fato de a proposta não se referir às duas outras alternativas, quais sejam: a manutenção do contrato na sistemática antiga ou a migração. Entendemos que as normas relativas a aumentos por faixa etária, em qualquer das hipóteses, deve estar regulado pela ANS. Caso contrário, estar-se-á admitindo grave desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, pois estarão permitidos aumentos que significarão a expulsão dos consumidores mais velhos, depois de longos anos de contratação.

7 K) Usuários com 60 anos ou mais e mais de cinco anos de plano: É importante que esses consumidores com essas características não tenham mais aumento por faixa etária. Entendemos que esse é um direito não só dos consumidores que optarem pela adaptação, mas também daqueles que permanecerem no contrato anterior ou migrarem. Para viabilizar esses direitos será necessário que a Lei a ser editada assim estabeleça expressamente, pois, do contrário o problema ocorrido com o STF com relação ao art. 35 da Lei 9.656/98 se repetirá. L) A regulamentação da ANS deve alcançar todas as espécies de contratos: os denominados antigos ; os adaptados assim como os novos contratos relativos aos consumidores que optarem pela migração. Entendemos que a Lei da ANS já permite essa conclusão. Ainda que os contratos antigos tenham sido celebrados antes da instituição da Agência, o Poder Público tem o dever de regular e fiscalizar serviços essenciais, como é o caso da saúde. As ponderações expendidas nos itens acima expressam nossa posição a respeito dessa nova proposta e reiteramos nossas considerações finais, já apresentadas no primeiro documento elaborado com base na proposta anterior, nos seguintes termos. A atuação dos órgãos públicos de saúde na atual conjuntura mostra-se fundamental tendo em vista a situação dos serviços de saúde pública no Brasil, prestados pelo SUS e o enorme número de consumidores que se vêm obrigados a dirigir parcela significativa de seus orçamentos para o pagamento de planos e seguros saúde, indicando que a situação deve ser tratada com muita responsabilidade. A importância da saúde na vida dos brasileiros e as atuais circunstâncias indicam para que as medidas que vierem a ser adotadas devem ter como principal preocupação não só a sustentabilidade do setor de saúde privada, já que a saúde pública está longe de poder suportar a real demanda dos brasileiros, mas também e principalmente a preocupação com o respeito ao ordenamento jurídico brasileiro, que traz os fundamentos e princípios da atividade econômica, assim como ao Código de Defesa do Consumidor.

8 Não há dúvida, portanto, de que o momento é de unir esforços no sentido de continuar avançando na direção de garantir efetividade a direitos já existentes no sistema de proteção e defesa do consumidor, o que é plenamente viável, principalmente se a sociedade puder contar com a atuação dos órgãos governamentais competentes para regular e fiscalizar o setor. Destacando que nossas propostas são feitas com apoio nos arts. 4 e 5, do Código de Defesa do Consumidor e arts 2, 8 e 5 do Decreto 2.181, de 20 de março de 1997, a PRO TESTE, como entidade que participa do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, vê-se obrigada a, ciente do importante papel da regulamentação a ser editada e das importantes repercussões que certamente afetarão os consumidores, cumprindo suas atribuições estatutárias, vem apresentar seu pedido de que as propostas acima sejam consideradas e aceitas, a fim de evitar danos ao consumidor brasileiro, parte vulnerável e hipossuficiente no mercado de assistência suplementar à saúde. Colocamo-nos à disposição para qualquer esclarecimento necessário. Atenciosamente PRO TESTE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DO CONSUMIDOR

A LEI 9.656/98 E O CDC

A LEI 9.656/98 E O CDC A LEI 9.656/98 E O CDC Daniela Maria Paludo 1 A Lei 9656/98 foi elaborada a partir de inúmeras discussões entre entidades de defesa do consumidor, representantes dos planos de seguro saúde, corporações

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde 1 Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Publicado em Revista de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro /Cont. de/ RJRJ, Rio de Janeiro, n.80, p. 95-99, jul./set.

Leia mais

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde

Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Os Reajustes por Mudança de Faixa Etária nos Planos de Saúde Luciana de Oliveira Leal Halbritter Juíza de Direito do TJ RJ Mestre em Justiça e Cidadania pela UGF Sumário: 1. Introdução; 2. Aspectos Gerais;

Leia mais

Reajuste de mensalidade

Reajuste de mensalidade Reajuste de mensalidade Conceitos básicos Reajuste por variação de custos Reajuste por mudança de faixa etária SÉRIE PLANOS DE SAÚDE CONHEÇA SEUS DIREITOS Reajuste de mensalidade SÉRIE PLANOS DE SAÚDE

Leia mais

Diferenças entre adaptação e migração nos planos privados de assistência à saúde

Diferenças entre adaptação e migração nos planos privados de assistência à saúde Diferenças entre adaptação e migração nos planos privados de assistência à saúde ADAPTAÇÃO MIGRAÇÃO Conceito É a alteração (aditamento) do contrato antigo, assinado antes de janeiro de 1999, para adequá-lo

Leia mais

ATUAÇÃO DA ANS E CONTRATOS COLETIVOS

ATUAÇÃO DA ANS E CONTRATOS COLETIVOS ATUAÇÃO DA ANS E CONTRATOS COLETIVOS O que é contrato coletivo? ou coletivo. No que diz respeito à modalidade de contratação, o plano de saúde pode ser individual, familiar, Os planos de saúde individuais

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE REGULAMENTADOS

PLANOS DE SAÚDE REGULAMENTADOS PLANOS DE SAÚDE REGULAMENTADOS Com relação a este tema, vamos explanar onde tudo começou: O Estatuto do Idoso (Lei n 10.741, de 01.10.03), reconhecendo a hipossuficiência do idoso, trouxe algumas conseqüências

Leia mais

O Aumento por Faixa Etária após o Estatuto do Idoso

O Aumento por Faixa Etária após o Estatuto do Idoso O Aumento por Faixa Etária após o Estatuto do Idoso 367 Marisa Simões Mattos Passos 1 A atividade explorada pelas operadoras de planos ou seguros privados de assistência saúde tem enorme repercussão social,

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº013/2003

TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº013/2003 TERMO DE COMPROMISSO DE AJ USTE DE CONDUTA Nº013/2003 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER?

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? FIQUE ATENTO! A operadora é obrigada a divulgar os planos de saúde que comercializa em sua página na internet. 1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? Individual ou Familiar

Leia mais

Estado de Sergipe Poder Judiciário 4ª Vara Cível CAPUCHO, ARACAJU/Se Termo do Despacho Dados do Processo Número 200410400571 Classe Civil Publica Situação ANDAMENTO Competência 4ª VARA CíVEL Distribuido

Leia mais

RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo

RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009 Quadro Comparativo O PRESIDENTE DO CONSELHO DE GESTÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 5º, 18 e 74 da Lei

Leia mais

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO Liberdade de profissão Preparado por Carolina Cutrupi Ferreira (Escola de Formação, 2007) MATERIAL DE LEITURA PRÉVIA: 1) Opinião Consultiva n. 5/85 da Corte Interamericana

Leia mais

CARTILHA PARA BENEFICIÁRIOS - F U R B

CARTILHA PARA BENEFICIÁRIOS - F U R B CARTILHA PARA BENEFICIÁRIOS - F U R B Caro beneficiário A FURB e a UNIMED estão em negociações com vistas à migração do atual Plano de Saúde, para um mais moderno e com muito mais coberturas assistenciais

Leia mais

Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso

Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso Ensino Fundamental com 9 anos de duração - Idade de Ingresso A respeito da idade de ingresso das crianças, no ensino fundamental de 9 anos de duração, ocorreram acaloradas discussões na esfera educacional

Leia mais

mesmo nem ao inimigo, jamais sairá vitorioso. Sun Tzu: A Arte da Guerra

mesmo nem ao inimigo, jamais sairá vitorioso. Sun Tzu: A Arte da Guerra Se você conhece a si mesmo e ao inimigo, não temerá a batalha. Se você conhece a si mesmo, porém não ao inimigo, perderá uma batalha para cada batalha que ganhar; e se você não conhece a si mesmo nem ao

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Ministério da Saúde ANS Resolução Normativa RN Nº. 279, de 24.11.2011: Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU Nº. 20 e

Leia mais

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde

Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde 254 Algumas Considerações sobre Assistência à Saúde Luiz Eduardo de Castro Neves 1 Nos dias atuais, em que há cada vez mais interesse em bens de consumo, é, sem dúvida, nos momentos em que as pessoas se

Leia mais

Segundo o disposto na lei dos planos de saúde, o direito de permanência no contrato coletivo requer a presença de três requisitos:

Segundo o disposto na lei dos planos de saúde, o direito de permanência no contrato coletivo requer a presença de três requisitos: Blumenau, 01 de Junho de 2.012 Às Empresas Contratantes Ref.: Novas Regras para demitidos e aposentados Prezados Senhores A Lei dos Planos de Saúde (Lei n 9.656/98) confere direito de permanência nos contratos

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU nºs 20 e 21, de 7 de

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação

Leia mais

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização

O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização O fornecimento de senhas e caracteres de acesso à terceiros, causa negativa em indenização Contribuição de Dr. Rodrigo Vieira 17 de dezembro de 2008 Advocacia Bueno e Costanze O fornecimento de senhas

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 (Em vigor a partir de 01/01/2016) Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece a obrigatoriedade da

Leia mais

RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014

RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014 Procedimento Administrativo MPF/PR/RJ nº 1.30.001.001245/2013-82 RECOMENDAÇÃO PR/RJ/CG Nº 07/2014 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por meio do Procurador da República in fine assinado, com fundamento nos

Leia mais

CLÁUSULA 1ª REVISÃO DA TABELA SALARIAL DA CARREIRA PROFISSIONAL

CLÁUSULA 1ª REVISÃO DA TABELA SALARIAL DA CARREIRA PROFISSIONAL ADITIVO AO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO ADITIVO À CCT 2012/2013, DE ÂMBITO NACIONAL, QUE CELEBRAM, DE UM LADO, A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CAIXA, E DE OUTRO, COMO REPRESENTANTE DOS EMPREGADOS, A CONFEDERAÇÃO

Leia mais

PANORAMA ATUAL DOS PLANOS DE SAÚDE

PANORAMA ATUAL DOS PLANOS DE SAÚDE Boletim Informativo Saúde nº 04, outubro/2003 PANORAMA ATUAL DOS PLANOS DE SAÚDE Rachel Pachiega preocupantes eventos. Os profissionais da área de saúde vêm passando por uma série de Vinda da alta cúpula

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 254, DE 5 DE MAIO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 254, DE 5 DE MAIO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 254, DE 5 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre a adaptação e migração para os contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999 e altera as Resoluções Normativas nº 63, de 22 de dezembro

Leia mais

ACÓRDÃO. Salles Rossi RELATOR Assinatura Eletrônica

ACÓRDÃO. Salles Rossi RELATOR Assinatura Eletrônica fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2012.0000382774 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0001561-08.2012.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é apelante PLANO DE SAÚDE ANA COSTA LTDA, é apelado

Leia mais

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34)

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34) Tribunal de Contas da União Data DOU: 19/07/2004 Colegiado: Segunda Câmara Número da Ata: 25/2004 Texto do Documento: RELAÇÃO Nº 58/2004 - Segunda Câmara - TCU Gabinete do Ministro Benjamin Zymler Relação

Leia mais

5. O Plano do funcionário sofrerá reajuste?

5. O Plano do funcionário sofrerá reajuste? PERGUNTAS E RESPOSTAS REAJUSTE ANUAL E DENÚNCIA DE CONVÊNIOS E MENSALIDADES REAJUSTADAS JULHO DE 2014 REAJUSTE ANUAL 1. O que é um reajuste anual e qual é sua base legal? O reajuste anual é um mecanismo

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

PORTO SEGURO SEGURO SAÚDE

PORTO SEGURO SEGURO SAÚDE Prezados Senhores, Em 25/11/2011, a Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS publicou a Resolução Normativa nº 279, a qual regulamenta os artigos 30 e 31 da Lei 9656/98, tendo revogado as Resoluções

Leia mais

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor.

Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. NOTA TÉCNICA n 3 Direito do Consumidor: Importante Instrumento de Regulação do Mercado. Anotações para o debate interno sobre Regulação e Direito do Consumidor. Alayde Avelar Freire Sant Anna Ouvidora/ANAC

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO.

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO. PROJETO DE LEI N o 5.678, DE 2013. Acrescenta parágrafo ao art. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de

Leia mais

Ref.: Câmara Técnica da Regulamentação dos Artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656/98 Assunto: manifestação a respeito dos pontos relevantes da matéria

Ref.: Câmara Técnica da Regulamentação dos Artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656/98 Assunto: manifestação a respeito dos pontos relevantes da matéria Rio de Janeiro, 30 de julho de 2010 À Gerência-Geral de Estrutura e Operação dos Produtos (GGEOP) Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Av. Augusto Severo nº 84, 12º andar Rio de Janeiro RJ Ref.:

Leia mais

02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS:

02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS: PARECER Nº 02/2011/JURÍDICO/CNM. INTERESSADOS: DIVERSOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS. ASSUNTOS: BASE DE CÁLCULO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS. DA CONSULTA: Trata-se de consulta

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde Operadora: Unimed Curitiba Sociedade Cooperativa de Médicos CNPJ: 75.055.772/0001-20 Nº de registro na ANS: 30470-1 Site: http://www.unimedcuritiba.com.br Tel:(41) 3019-2000 Exclusivo para liberações de

Leia mais

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Pelo presente instrumento, com fundamento nos termos que dispõe o art. 5º, 6º, da Lei 7.347/85, bem como no art. 5º e 6º do Decreto 2.181/97 e art. 5º da Lei Complementar

Leia mais

CARTILHA DO PLANO C FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT

CARTILHA DO PLANO C FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL BRASLIGHT CARTILHA DO PLANO C Cartilha do Plano C APRESENTAÇÃO O plano de benefícios previdenciários conhecido como Plano C foi implantado em 1997. O regulamento do Plano C foi adaptado à Lei Complementar nº 109,

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE.

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE. MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE. Operadora: Unimed Campo Grande MS Cooperativa de Trabalho Médico. CNPJ: 03.315.918/0001-18 Nº de registro na ANS: 312851 Site: http://www.unimedcg.com.br

Leia mais

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade regulamentar as atividades de propriedade intelectual

Leia mais

Orientações Jurídicas

Orientações Jurídicas São Paulo, 13 de agosto de 2015. OJ-GER/030/15 Orientações Jurídicas Legitimidade da cobrança da taxa de adesão nos planos de saúde. Devido a inúmeros questionamentos acerca da licitude da cobrança da

Leia mais

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE PROGRAMAS ESPECIAIS

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE PROGRAMAS ESPECIAIS São Paulo, 28 de agosto de 2012 Considerações da Fundação Procon SP à Consulta Pública nº 48, da Agência Nacional de Saúde ANS, que dispõe sobre a regulamentação do agrupamento de contratos coletivos de

Leia mais

ORIENTAÇÕES AOS MUNICIPIOS TRANSFERÊNCIA DE ATIVOS DE I. P. APLICAÇÃO DA NOVA RESOLUÇÃO DA ANEEL

ORIENTAÇÕES AOS MUNICIPIOS TRANSFERÊNCIA DE ATIVOS DE I. P. APLICAÇÃO DA NOVA RESOLUÇÃO DA ANEEL ORIENTAÇÕES AOS MUNICIPIOS TRANSFERÊNCIA DE ATIVOS DE I. P. APLICAÇÃO DA NOVA RESOLUÇÃO DA ANEEL 17/12/2013 É preciso se atentar que a nova resolução aprovada pela ANEEL não apenas prorrogou o prazo limite

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/13 TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE UNIMED CASCAVEL Nº 155/1 ADERENTE: CNPJ: Endereço: CEP: Cidade: UF: Representante legal: CPF: RG: Endereço: CEP: Cidade: CLÁUSULA PRIMEIRA: A ADERENTE, doravante

Leia mais

Plano de Saúde - O Envelhecimento e o Reajuste por Faixa Etária Impacto da Lei 9.656 e o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003)

Plano de Saúde - O Envelhecimento e o Reajuste por Faixa Etária Impacto da Lei 9.656 e o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) Série Aperfeiçoamento de Magistrados 6 Judicialização da Saúde - Parte I 393 Plano de Saúde - O Envelhecimento e o Reajuste por Faixa Etária Impacto da Lei 9.656 e o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003)

Leia mais

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 Cria o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso, dispõe sobre os Bens Apreendidos e Adquiridos com Produtos de Tráfico Ilícito de Drogas ou

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 190, DE 30 DE ABRIL DE 2009.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 190, DE 30 DE ABRIL DE 2009. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 190, DE 30 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação obrigatória de portal corporativo na Internet pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, sobre a designação

Leia mais

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância

VENDAS Á DISTÂNCIA. Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico. Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância VENDAS Á DISTÂNCIA Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 7/2004 de 07 01: Comércio Electrónico Decreto-Lei n.º 24/2014 de 14-02: Vendas à Distância No que respeita à forma da contratação electrónica, estipula

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0216/2007

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0216/2007 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0216/2007 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

São Paulo, 30 de abril de 2015. ABR.029/15 SIN.006/15

São Paulo, 30 de abril de 2015. ABR.029/15 SIN.006/15 São Paulo, 30 de abril de 2015. ABR.029/15 SIN.006/15 Ao Sr. Rafael Pedreira Vinhas Gerente-Geral de Estrutura e Operação dos Produtos GGEOP Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos DIPRO Agência

Leia mais

CAPÍTULO I Definições

CAPÍTULO I Definições (D.O.U nº.173, de 10 de setembro de 2009, seção 1, páginas 51 e 52.) MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Conselho de Gestão da Previdência Complementar RESOLUÇÃO CGPC Nº 29, DE 31 DE AGOSTO DE 2009 Dispõe

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Guilherme Campos) Dispõe sobre juros de mora e atualização monetária dos débitos judiciais. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta lei disciplina os juros de mora

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO ASSESSORIA JURÍDICA PROTOCOLO Nº 963.852/2010. INTERESSADA: Divisão de Licitações

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO ASSESSORIA JURÍDICA PROTOCOLO Nº 963.852/2010. INTERESSADA: Divisão de Licitações DEPARTAMENTO DO PROTOCOLO Nº 963.852/2010 INTERESSADA: Divisão de Licitações ASSUNTO: Contratação de empresa para a prestação de serviços de agenciamento, reserva e fornecimento de passagens aéreas e/ou

Leia mais

Modelo de Petição inicial para o Juizado Especial Cível (para deferir depósito judicial com percentual de reajuste de 11,75%)

Modelo de Petição inicial para o Juizado Especial Cível (para deferir depósito judicial com percentual de reajuste de 11,75%) Modelo de Petição inicial para o Juizado Especial Cível (para deferir depósito judicial com percentual de reajuste de 11,75%) EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DIRETOR DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA (indicar a

Leia mais

ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO

ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO ABRIL/2011 ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO CONTROLES DE JORNADA E O PONTO ELETRÔNICO REFERÊNCIA Formas de controle de jornada de trabalho. Alterações decorrentes da Portaria do MTE nº. 373/2011, que

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 91 Registro: 2014.0000560120 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 4008523-94.2013.8.26.0577, da Comarca de São José dos Campos, em que é apelante ULYSSES PINTO NOGUEIRA,

Leia mais

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil

Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil Agência Nacional de Saúde Suplementar A agência reguladora dos planos de saúde do Brasil 2 Agenda Regulatória Eixo 1 Modelo de Financiamento do Setor; Eixo 2 Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 100, DE 2015 Altera a Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de 2000, para determinar que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleça o índice máximo de reajuste das contraprestações

Leia mais

Neste comentário analisaremos as regras acerca do adicional de insalubridade, dispostas no art. 189 e seguintes da CLT.

Neste comentário analisaremos as regras acerca do adicional de insalubridade, dispostas no art. 189 e seguintes da CLT. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE - Considerações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 02/05/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Atividades e Operações Insalubres 3 - Adicional de Insalubridade

Leia mais

4. A impugnação veio acompanhada da respectiva procuração da signatária.

4. A impugnação veio acompanhada da respectiva procuração da signatária. Decisão de Pregoeiro n 0011/2014-SLC/ANEEL Em 24 de outubro de 2013. Processo: 48500.004544/2014-40 Licitação: Pregão Eletrônico nº 040/2014 Assunto: Análise da IMPUGNAÇÃO AO EDITAL apresentada pela AMIL

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0098/2007

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0098/2007 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0098/2007 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0115/2006

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0115/2006 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0115/2006 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 7.4.2015 COM(2015) 150 final 2015/0075 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura, em nome da União Europeia, do Protocolo de Alteração do Acordo entre a Comunidade

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 Altera o art. 2º do Decreto-Lei nº 2.296, de 21 de novembro de 1986, a alínea p do 9º do art. 28 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991 e o art. 63 da Medida Provisória nº

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE DIFERENÇAS ENTRE PLANOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE DIFERENÇAS ENTRE PLANOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS Operadora: ELOSAÚDE - CNPJ: 11.593.821/0001-03 03 - N ANS: 41729-7 - Site: www.elosaude.com.br - Tel.: (48) 3298-5555 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE DIFERENÇAS ENTRE PLANOS INDIVIDUAIS

Leia mais

O contrato de gestão. Valéria Alpino Bigonha Salgado. Organização Social

O contrato de gestão. Valéria Alpino Bigonha Salgado. Organização Social O contrato de gestão e a gestão por resultados Valéria Alpino Bigonha Salgado Organização Social Organização social Contrato de gestão Objetivo do contrato: estabelecer as atribuições, responsabilidades

Leia mais

DECISÃO. 1. O Gabinete prestou as seguintes informações:

DECISÃO. 1. O Gabinete prestou as seguintes informações: AÇÃO DECLARATÓRIA DE CONSTITUCIONALIDADE 27 DISTRITO FEDERAL RELATOR : MIN. MARCO AURÉLIO REQTE.(S) :ASSOCIACAO NACIONAL DAS FRANQUIAS ADV.(A/S) INTDO.(A/S) ADV.(A/S) INTDO.(A/S) POSTAIS DO BRASIL :MARCELO

Leia mais

COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR

COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR COOPERATIVISMO ANS AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR LEI DOS PLANOS DE SAÚDE A Lei Federal nº 9.656/98 - regulamenta os planos privados de assistência à saúde, foi sancionada em 03 de junho de 1998.

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG.

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. Como amplamente noticiado nestes últimos dias, o Supremo Tribunal Federal, em decisão

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão 1. As definições utilizadas no presente instrumento têm os significados que lhes são atribuídos

Leia mais

Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato

Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato Acerca da atividade sindical e das contribuições para o Sindicato Muito se discute hoje acerca das contribuições compulsórias destinadas aos Sindicatos, em especial das contribuições assistencial e confederativa.

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 60 59 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta nº 29 Data 02 de julho de 2013 Processo 13154.720567/2012 36 Interessado UNIMED RONDONÓPOLIS COOPERATIVA DE

Leia mais

Nº 92840/2015 - ASJTC/SAJ/PGR

Nº 92840/2015 - ASJTC/SAJ/PGR Nº 92840/2015 - ASJTC/SAJ/PGR Suspensão de Tutela Antecipada 791 Relator: Ministro Presidente Requerente: Estado de Santa Catarina Requerido: Presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Interessados:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA UNILA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO CONSUN Nº 029 DE 1º DE OUTUBRO DE 2014 Aprova as Diretrizes da Política de Mobilidade Acadêmica da Universidade Federal da Integra ção Latino-Americana UNILA. O Conselho Universitário da Universidade

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, de 2016.

PROJETO DE LEI Nº, de 2016. PROJETO DE LEI Nº, de 2016. (do Srs. Marcelo Squassoni e Celso Russomanno) Altera a Lei n. 9.656, de 03 de junho de 1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. O Congresso

Leia mais

Contrato para Compra de Investimento No. [referência da SOCIEDADE]

Contrato para Compra de Investimento No. [referência da SOCIEDADE] Contrato para Compra de Investimento No. [referência da SOCIEDADE] Entre [ ].. representada pelas pessoas devidamente autorizadas nomeadas na página de assinatura do presente CONTRATO, doravante denominada

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Regulamenta o inciso XVI do art. 22 da Constituição Federal que trata da organização do sistema nacional de emprego, para a adoção de políticas

Leia mais

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber?

PLANOS DE SAÚDE. O que é preciso saber? PLANOS DE SAÚDE O que é preciso saber? Queridos amigos, Estamos muito felizes por concluir a nossa segunda cartilha sobre direitos atrelados à saúde. Este trabalho nasceu com o propósito de levar informações

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado)

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle com o auxílio do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público

Leia mais

PLANO DE SAÚDE. Tenha em mãos informações importantes. Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar

PLANO DE SAÚDE. Tenha em mãos informações importantes. Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar PLANO DE SAÚDE Tenha em mãos informações importantes Guarde junto com o cartão do seu plano de saúde para consultar quando precisar A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a agência reguladora

Leia mais

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO Res. CONSUN nº 49/03, 10/12/03 Art. 1 o O presente documento objetiva fornecer as orientações

Leia mais

O Prefeito Municipal de Cuiabá-MT: Faço saber que a Câmara Municipal de Cuiabá-MT aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

O Prefeito Municipal de Cuiabá-MT: Faço saber que a Câmara Municipal de Cuiabá-MT aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: ^ PREFEITURA DE PROJETO DE LEI N DE DE DE 2013. AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CRIAR A EMPRESA PÚBLICA DENOMINADA EMPRESA CUIABANA DE SAÚDE. O Prefeito Municipal de Cuiabá-MT: Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde. Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde:

Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde. Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde: Saiba tudo sobre o seu Plano de Saúde Veja aqui as principais dúvidas e respostas sobre o CorreiosSaúde: Pergunta: O Plano de Saúde dos Correios mudou? A PostalSaúde é um novo Plano? Resposta: Não. O Plano

Leia mais

SENTENÇA. 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo

SENTENÇA. 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo fls. 134 SENTENÇA Processo nº: Classe - Assunto Requerente: Requerido: 1004424-84.2015.8.26.0053 Procedimento Ordinário - Anulação de Débito Fiscal L Fazenda Publica do Estado de São Paulo Juiz(a) de Direito:

Leia mais

T4F ENTRETENIMENTO S.A. CNPJ/MF N.º 02.860.694/0001-62

T4F ENTRETENIMENTO S.A. CNPJ/MF N.º 02.860.694/0001-62 T4F ENTRETENIMENTO S.A. CNPJ/MF N.º 02.860.694/0001-62 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES O presente Plano de Opção de Compra de Ações da T4F ENTRETENIMENTO S.A. ( Companhia ), aprovado pela Assembléia

Leia mais

ASSISTÊNCIA À SUPLEMENTAR DO SERVIDOR

ASSISTÊNCIA À SUPLEMENTAR DO SERVIDOR ASSISTÊNCIA À SAÚDE SUPLEMENTAR DO SERVIDOR AMPARO LEGAL Lei 8.112/90 (RJU) Art. 230 A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família compreende assistência médica, m hospitalar, odontológica,

Leia mais

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da

Leia mais

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990 Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. TÍTULO I DOS DIREITOS DO CONSUMIDOR... CAPÍTULO III DOS DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR Art. 6º São

Leia mais

BREVE ANÁLISE ACERCA DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NA LEI N O 9.656, DE 03 DE JUNHO DE 1998, PELA LEI N O 13.003, DE 24 DE JUNHO DE 2014

BREVE ANÁLISE ACERCA DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NA LEI N O 9.656, DE 03 DE JUNHO DE 1998, PELA LEI N O 13.003, DE 24 DE JUNHO DE 2014 BREVE ANÁLISE ACERCA DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS NA LEI N O 9.656, DE 03 DE JUNHO DE 1998, PELA LEI N O 13.003, DE 24 DE JUNHO DE 2014 Guilherme Portes Rio de Janeiro 08 de agosto de 2014 Advogado e Sócio

Leia mais

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo

Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo 471 Planos de Saúde - Aspectos Controvertidos - Contrato Coletivo Sonia Maria Monteiro 1 O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NO CONTRATO DE PLANO DE SAÚDE COLETIVO No plano coletivo de assistência à saúde,

Leia mais

Com 30 participantes ou mais

Com 30 participantes ou mais MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE CUNHA ODONTOLOGIA S/S LTDA CNPJ n : 06.216.938/0001-20 N de registro na ANS: 41695-9 Site: www.cunhaodontologia.com.br Tel: Serviços: (62) 3945.5673

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO PORTARIA Nº 4.247, DE 04 DE AGOSTO DE 2015. Dispõe sobre o Programa de Assistência Médica, Ambulatorial e Hospitalar no âmbito do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais