Fundação Casa de Rui Barbosa

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1 Fundação Casa de Rui Barbosa Série Memória & Informação PALESTRANTE HUMBERTO NETO DAS CHAGAS Arquiteto Msc. Artes

2 ARQUITETURA SOLARENGA RURAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES NO SÉC. XIX: uma análise histórica e tipológica RIO DE JANEIRO JUNHO 0

3 . INTRODUÇÃO. Campos dos Goytacazes e a cana de açúcar. ARQUITETURA RURAL BRASILEIRA 3. A ARQUITETURA RURAL CAMPISTA NO SÉC. XIX 3. Fazenda Barra do Sul 3. Fazenda Santa Maria 3.3 Fazenda da Pedra 3.4 Fazenda Capivari 4. SOLAR DOS AYRISES 5. SOLAR DA BARONESA DO MURIAÉ 6. SOLAR DE SANTO ANTONIO 7. CONCLUSÃO

4 OBJETIVOS Fomentar a preservação do patrimônio histórico edificado na região de Campos dos Goytacazes, de acordo com o que preconizam os documentos internacionais de preservação e as legislações federal e estadual pertinentes. Contribuir com o material cadastral necessário para uma preservação mínima além de sistematizar a documentação da casa senhorial na região, no século XIX. Colaborar com as autoridades competentes que venham a restaurar as obras em questão e outras tombadas na região Norte Fluminense, assim como com os estudiosos e amantes da arquitetura tradicional brasileira. Contribuir com a constituição de um modelo construtivo, histórico e estilístico dos solares de engenhos de açúcar da região norte do estado do Rio de Janeiro.

5 METODOLOGIA Foram pesquisados autores de obras sobre a arquitetura rural brasileira e autores que descreveram a situação da planície goytacá. Foram pesquisados documentos primários como o Almanak Laemmert, relatórios provinciais, jornais e iconografias da época, plantas, e relatos de viajantes que descreveram situações vividas na região. As próprias edificações serviram de fontes, com levantamento dos dados cadastrais que geraram plantas e elevações que contribuíram na comparação das amostras.

6 . INTRODUÇÃO Mapa de Localização da Cidade de Campos dos Goytacazes - RJ No campo as riquezas gado bovino e cana de açúcar. Pequenos e grandes engenhos. Portugueses, Jesuítas e Beneditinos. Muitos escravos e poucos profissionais qualificados. Solar dos Ayrizes, Solar da Baronesa do Muriaé e Solar de Santo Antonio.

7 . Campos dos Goytacazes e a cana de açúcar Índios Goytacazes. Pêro de Gois e Gil de Góis. Jesuítas e Sete Capitães. Salvador Correia - º Engenho. Mapa de localização dos Solares e Fazendas pesquisadas Vila 9 de maio de 677 / Cidade de março de 35. Poucos engenhos grandes Joaquim Vicente dos Reis. Usinas: 77 a 5 7. Engenho Central Quiçamã/ Usina Barcelos. Visitas do Imperador. Solo de massapê 75-5 olarias.

8 . Arquitetura Rural Brasileira Gilberto Freyre não foi nenhuma reprodução das casas portuguesas, mas uma expressão nova, correspondendo ao nosso ambiente físico e a uma fase surpreendente, inesperada, do imperialismo português: sua atividade agrária e sedentária nos trópicos; seu patriarcalismo rural e escravocrata. ( 006. p. 35 ) Geraldo Gomes Luis Saia Vladimir Benincasa Silva Telles. Plantas Baixas. Fachadas Viajantes

9 Plantas Baixas Tipo - Três módulos Tipo - Dois módulos Tipo 3- Alas posteriores interligadas Tipo 4- Simples Retângulos

10 Fachadas Tipo - Sobrados com sequência de vãos sem escada Tipo b Escada única perpendicular à fachada Tipo 3- Térrea com sequência de vãos na fachada

11 3. A Arquitetura Rural Campista no Século XIX Solares À frente e acima: Residência Porão ou Térreo: Serviços Engenho Capela Principais aspectos externos: Fachadas simétricas Esquadrias de linhas simples Poucos detalhes decorativos em madeira, pedra e ferro Telhados em telha capa e canal Principais aspectos internos: Térreo ou porão Caiação, sem forro, pisos de terra batida ou tijoleira Pavimento Superior Pintura artística, forro em madeira, piso em tábua corrida Sistema construtivo: Estrutura de madeira e alvenaria de tijolo maciço ou adobe

12 3. Fazenda Barra do Sul Mapa de localização Gado leiteiro, cana de açúcar, piscicultura Jesuítas Obras 939, 965 paredes removidas, pau a pique Elementos preservados tijolos cerâmicos maciços pisos, barrotes e forros de madeira marcação simétrica da fachada Telhado em madeira telha capa e canal escadas em gnaiss Janelas e óculos

13 Fachada Frontal Escala gráfica Tipo Sub tipo b Pisos acima de porão alto, com seqüências de vãos em cada piso e única escada à frente, perpendicular à fachada. 0 5 Fachada Principal 00 Fachada Principal foto 939

14 Estante em madeira Muro á 0 metros Planta Baixa porão Tipo Retângulo frontal acrescido de apenas um corpo acoplado ao fundo perpendicularmente Muro á 5 metros Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação 5. Cozinha 6. Banheiro 7. Pátio. Função Desconhecida 9.Copa 0.Hall.Closet.Lavanderia Escala gráfica 0 5

15 Muro á 0 metros Planta Baixa pavimento habitável Área Construída = 49,66 m² Muro á 5 metros Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação 5. Cozinha 6. Banheiro 7. Pátio. Função Desconhecida 9.Copa 0.Hall.Closet.Lavanderia Escala gráfica 0 5

16 3. Fazenda Santa Maria Criação de gado, cana de açúcar Telhado com telhas cerâmicas tipo capa e canal Esquadrias do tipo guilhotina Fachada caiada de branco Forro e pisos de madeira preservados Varandas frontal e lateral 930/950 Varanda de fundos Alterações internas significativas Barroteamentos Sistema Construtivo Mapa de Localização

17 Fachadas Escala gráfica Fachada principal 0 5 Fachadas Lateral Esquerda e Principal. 00 º Tipo Sub tipo b Pisos acima de porão alto, com sequências de vãos em cada piso e única escada à frente, perpendicular à fachada. Fachada Lateral Direita. 00

18 Planta Baixa porão alto Planta Baixa pavimento habitável 4º Tipo - Retângulo único Área construída = 779,0m² Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação 5. Cozinha 6. Banheiro 7. Pátio. Função Desconhecida 9.Copa 0. Sauna Escala gráfica 0 5 Legenda Área acrescida Escala gráfica 0 5

19 3.3 Fazenda da Pedra Mapa de Localização Cana de açúcar, gado bovino, frutas São Fidélis limite de trechos do Vale do Paraíba Barão de Azeredo Coutinho recebe D. Pedro II Obras de reforma Telhas cerâmicas tipo capa e canal Esquadrias do tipo guilhotina Barrotes 0,0X0,3m Forros saia e blusa iluminação natural Assoalho Tijolos cerâmicos maciços Comunicação cozinha, aquecimento de água Ala posterior direita piso e lajes de concreto armado Espessura paredes

20 Iluminação zenital Planta Baixa pavimento habitável Planta Baixa porão 5 Desce p/ adega 7 6 -,00 ± 0,00 Escala gráfica Pergolado Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação Iluminação zenital 9 Muro á metros 5. Espaço Religioso 6. Cozinha 7. Banheiro. Pátio interno 9. Varanda 0. Copa Legenda Área acrescida Escala gráfica 0 5. Adega. Lavanderia Área construída =77,93 m² Tipo retângulo frontal acrescido de corpo único

21 Fachada Principal 3º Tipo Edificação térrea com seqüência de vãos Escala gráfica 0 5 Fachada assimétrica Alpendre com escada única Telhado e esquadrias mantêm o aspecto oitocentista. Fachada Principal. 00

22 3.4 Fazenda Capivari Mapa de Localização Cana de açúcar, criação de gado bovino Inventário Caminhos do Açúcar INEPAC Primeira sede 749, demolida para a construção de outra 7 Permanência de parte existente e acréscimo do pavimento superior Obras modernas Ladrilho hidráulico Telhas tipo capa e canal Assoalhos e forros de madeira Esquadrias tipo guilhotina

23 Fachadas Fachada frontal Escala gráfica 0 5 Fachadas frontal e lateral direita. 00. º Tipo Sobrado com sequência de vãos sem escada externa Após reforma, linhas inspiradas no estilo missões espanholas Ambiência Gênese bandeirista

24 Planta Baixa pavimento térreo 4 9 4º Tipo - Retângulo único Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação 5. Espaço Religioso 6. Cozinha 7. Banheiro. Varanda 9. Copa 0. Hall. Pátio. Anexo Área acrescida Escala gráfica 0 5

25 Planta Baixa pavimento superior Área construída = 75,54 m² Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Depósito/ Serviços 4. Circulação 5. Espaço Religioso 6. Cozinha 7. Banheiro. Varanda 9. Copa 0. Hall. Pátio. Anexo Escala gráfica 0 5

26 4. Solar dos Ayrizes Vista Aérea RIO PARAÍBA DO SUL São João da Barra 30 km BR 356 Solar Centro Campos 7 km

27 4. Histórico da edificação Vista do Solar dos Ayrizes a partir da BR Criação de gado, e plantio de cana-de-açúcar Localização às margens do rio Usinas de açúcar na região Construído por Claúdio do Couto e Souza Data estimada: virada do primeiro para segundo quartel do século XIX Autoria de projeto desconhecida Engenho demolido

28 Coronel Joaquim Vicente dos Reis Fazenda do Colégio Diversos engenhos e casas Cap. Paulo Francisco da Costa Viana A antiga morada do Capitão Paulo Francisco da Costa Viana era localizada mais perto do rio. LAMEGO, A.F. M. (943, Vol. 5, p ) Mapa das terras do Cel. Joaquim Vicente dos Reis, 09.

29 Iconografia de época Linha férrea e estação de trem Palmeiras imperiais Pintura com fundo mais escuro Á direita, fora da foto, Rio Paraíba. Fachadas lateral esquerda e principal.s.d. Acréscimo já demolido Notável descontinuidade entre o corpo principal e a ala direita Fachadas principal e lateral direita. S.d.

30 Iconografia de época Biblioteca e Pinacoteca No pavimento habitável Riqueza de detalhes. Coleção de quadros. S.d. Varanda para observação do engenho provavelmente à direita, fora da foto. Instalações hidro sanitárias. Umbrais de portas ainda existentes Sala reservada para a seleção de rochas. Vista da varanda de fundos não mais existente. S.d.

31 4. Sistema construtivo Porão Alto Paredes mestras em tijolo maciço 0,60m. Paredes internas tijolo maciço ou adobe. Paredes internas e de fundos 0,0 m Colunas em tijolos maciços 0,60 X 0,60 m. Tijolos contemporâneos ala direita. 00. Pavimento Habitável Paredes externas do corpo principal, alas direita e esquerda 0,0 m. Parede lateral externa da ala esquerda e parede frontal = 0,60 m. Tijolos cerâmicos 0,0 X 0,7 X 0,37 m. Esteios de apoio às linhas de tesoura fundos seções 0,0 X 0,0 m. Ala direita paredes 0,0 m. Não foi notada alvenaria de pedra, cantaria e taipa de pilão Somente um registro de pau a pique

32 Pisos Porão alto - terra batida Cheias do Rio Pavimento habitável - piso em assoalho 0,5 m. Ladrilho hidráulico. Cobertura Telha capa e canal. Estrutura formada por tesouras com pernas, linha base, pendural e diagonais. Obra 004 Forros em tábuas de peroba encaixe macho e fêmea 0,5 m um ambiente em gamela Janela balcão sobre capela. 00. Esquadrias - madeira Conjunto mais presente é composto de vidro veneziana e bambinela interna - inserção posterior. Balcão com visão do altar.

33 Pintura em afresco parede lateral da escada social. 00. Pintura Fachada frontal - caiação não pigmentada. Cimalhas, cunhais e lesenas no mesmo tom. Capela com pinturas artísticas. 00. Pavimento habitável várias camadas de pinturas, inclusive artísticas. Porão alto, não há pintura pigmentada com exceção da capela.

34 4.3 Tipologia da planta porão alto C A B 4ºTipo corpo retangular único Alas direita e esquerda, objetos de intervenções padrão construtivo distinto do corpo principal. Capela Pé-direito duplo. Porão serviços m C Cerca A RIO PARAÍBA DO SUL = APROX. 00m BR 356 B Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio 0. Função Desconhecida RIO Escala gráfica 0 5

35 Planta Baixa pavimento habitável B C Pavimento habitável dormitórios, salas, cozinha, banheiro. Traçado de linhas simples A Área total construída = 0m² m C Cerca A RIO PARAÍBA DO SUL = APROX. 00m BR 356 RIO B Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio 0. Função Desconhecida Escala gráfica 0 5

36 Fachada Principal º Tipo sobrados com sequência de vãos sem escada Escala gráfica 0 5 Simetria Marcação forte Inspirações neoclássicas Poucos elementos decorativos

37 Fachada Principal Fachada Principal. 00. Fachada Principal. 0.

38 5. Solar da Baronesa do Muriaé Vista Aérea Itaperuna 90 km BR 356 Campos 3 km Construção contemporânea Rio Muriaé Solar

39 5. Histórico da edificação Fachada frontal Rio Muriaé. 00 Fazenda São Francisco - antigo engenho de açúcar Manoel Pinto Neto da Cruz, o Barão do Muriaé D. Raquel Francisca de Castro Netto da Cruz, a Baronesa Hospeda Dom Pedro II Conglomerado com 500 escravos 966 enchente seguida de saques e invasões 974 Tombado pelo IPHAN 974/75 doação à ABL Obras 977/7 e outras 97 Projeto da Biblioteca

40 Fachada posterior BR Fachada posterior BR

41 Iconografia de época Vista da escada de acesso em grande destruição.977. Fachada posterior presença de porta BR abandono/ paralisação das obras da biblioteca Reforma com inserção e retirada de porta. 00- Projeto de restauração. 0/0- Restauração do telhado.

42 5. Sistema Construtivo Alvenaria/ estrutura de madeira Tijolos maciços 0,0x0,7x0,37m Paredes estruturais mestras - uma vez 0,75 m pavimento 0,60 m Sobrado Paredes internas - meia vez - 0,5 a 0,0m esteios de madeira de 0,075 X 0,075m cada a 3 m. Umbrais de portas e janelas 0,7 x 0,7 a 0,0 x 0,0m Sobrado Barrotes de piso substituídos 0,0 X 0,0m Argamassas substituídas Reforma Esteio embutido na parede. 00.

43 Telhado Telhas tipo capa e canal irregulares Beirais externos sem calhas 0 águas com cimalhas argamassadas Tesouras com perna, pendural e diagonais linha base, Beiral pátio interno. 00. Forros Grande parte intervenção Sobrado Todos os ambientes forrados. Salão nobre gamela Forro treliçado da antiga cozinha. 00. Primeiro pavimento Somente os que se encontram alinhados com a capela

44 Pisos Tijoleira pavimento Gnaisse - bordas, embasamento, degraus, calçada circundante e pátio interno Granito levigado entrada fundos Assoalho de madeira sobrado poucas peças originais Banheiros com cerâmicas Piso em tijoleira. 00. Esquadrias Uso predominante da madeira Exceção para os óculos em ferro Portas, janelas e ferragens não originais Janela falsa para composição da fachada. Pisos em pedras diversas e esquadrias com inserções. 00.

45 5.3 Tipologia da planta º pavimento + 5 Planta Baixa atual A BR 356 = APROX. 300M 3º Tipo alas posteriores interligadas +4.5 Construção contemporânea aprox. 60m B Em declive. 33 x 33m Pátio interno 6,5 x 9,5m. Capela. C D Muro de arrimo C D Demais ambientes pouco definidos. Serviços e atividades externas A Muro 6 B Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio interno 0. Função Desconhecida. Varanda RIO MURIAÉ = APROX. 9,00m Escala gráfica 0 5

46 º Pavimento - Sobrado + 5 Planta Baixa atual A BR 356 = APROX. 300M Construção contemporânea aprox. 60m Quartos, salas, salões nobres, cozinha e circulações B Planta de Balcão para assistir às missas. 5 C 0 Muro de arrimo C D A Muro RIO MURIAÉ = APROX. 9.00m 6 B D Escala gráfica 0 5 Área total construída = 034 m² Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio interno 0. Função Desconhecida. Varanda

47 Fachadas º Tipo Sobrados com sequência de vãos sem escada externa Fachada frontal Rio Muriaé Escala gráfica 0 5 Elementos neoclássicos Presentes Simetria Marcação dos vãos e cunhais Fachada posterior BR 356 Escala gráfica 0 5 Ausentes Frontão triangular Platibandas à frente do telhado Colunas clássicas

48 6. Solar Santo Antônio Vista Aérea Centro Campos 3 km Farol de São Thomé 43 km Dormitórios Solar Adm./Lav.

49 6. Histórico da edificação Fachada frontal Construído em ambiente rural, na ª metade do século XIX, hoje inserido na malha urbana de Campos dos Goytacazes. Proprietário e provável construtor Joaquim Pinto Neto dos Reis, o Barão de Carapebus. Recebeu D. Pedro II em 47. Tombado pelo IPHAN em 946. Principais atividades após abrigo de idosos. Interditado e escorado desde 003.

50 Fachada frontal. 0. Detalhe Fachada frontal. 0.

51 Dias atuais o abrigo se dá de forma pouco adequada. Alas erigidas em 960/970, com estrutura se apoiando no bem tombado. Obras na década de 30 e século XXI e sua utilização. Escoramento lateral e construção anexa ao fundo Bloqueio visual interno e externo. Os dois lados da inserção na malha urbana. Pináculos, esquadrias e lesenas. Vista frontal do Solar Santo Antônio. s/d.

52 6. Sistema Construtivo Estrutura de madeira Composta por esteios, madres, frechais, barroteamento de pisos e tetos. Alvenaria e estrutura de madeira Alvenaria de tijolos maciços Porão alto: paredes mestras laterais, fundos = 0,70m. Parede frontal = 0,0m. Paredes internas = 0,0m. Pátio interno 0,60mX0,60m. com colunas de Pavimento superior: paredes mestras = 0,5m parede frontal = 0,0m, recuos = 0,5m paredes internas 0,9m. Nos dois pavimentos paredes = 0,5m Paredes banheiros - 0,3m até 0,30m.

53 FRECHAL Esteios de madeira seção 0,0m X 0,0m. ESTEIO VERGA ESTEIO Desde o piso do porão alto até o frechal. PEITORIL UMBRAL ASSOALHO BARROTE DE PISO MADRE PISO PORÃO ALTO Alvenaria e estrutura de madeira Detalhe esquemático da estrutura de madeira. 00.

54 Cantaria Em maior número Detalhe porta balcão pátio interno Esquadrias em madeira Arco abatido. Janela - tipo guilhotinas em vidro externamente guilhotinas em veneziana duas folhas almofadadas de abrir, internamente. Portas balcão duas folhas de abrir com almofadas e vidro, encimadas por painel fixo. Detalhe escada frontal. 007.

55 Telhado Estrutura original formada por tesouras de madeira formando triângulos com pernas e linha base, pendural, diagonais. Telhas do tipo capa e bica em barro vermelho. Oito águas. Forro de estuque da capela com reparos Forro Saia e blusa, macho e fêmea e gamela. Capela é forrada com estuque. Diversas interferências. Pisos Pavimento habitável, assoalhos de madeira 0,50 m. Porão alto nenhum piso original. Cimentados.

56 6.3 Tipologia da planta porão alto 7 4 3º tipo alas posteriores se interligam formando pátio interno ,00 m x 35,50m. Pátio interno 9,30 x 9,60m. 4 Adequações distribuídas Vigas e pilares de concreto armado. 5 B +,00m 6 6 Escala gráfica B Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio interno 0. Função Desconhecida. Varanda 0 5

57 Pavimento superior 7 Adequações isoladas, mantiveram o aspecto oitocentista do bem tombado Porta para ala anexa Área total construída =.69 m² B +,00m B Legenda:. Salão/ Sala. Quarto/ Alcova 3. Quarto /Alcova - Uso externo 4. Depósito/ Serviços 5. Circulação 6. Espaço Religioso 7. Cozinha. Banheiro 9. Pátio interno 0. Função Desconhecida. Varanda Escala gráfica 0 5

58 Fachada Frontal Escala gráfica Tipo Sub tipo b Pisos acima de porão alto, com seqüências de vãos em cada piso e única escada à frente, perpendicular à fachada. 0 5 Elementos neoclássicos Presentes Simetria Marcação dos vãos e cunhais Ausentes Frontão triangular Platibandas à frente do telhado Colunas clássicas

59 Conclusão Colonização portuguesa com poucos relatos de imigrantes estrangeiros, contou com a presença de beneditinos e jesuítas. Tais fatores aliados aos demais dados pesquisados indicam uma gênese tipológica dos solares campistas baseada na arquitetura portuguesa. Diferentemente do que ocorria em Portugal nos Séculos XVIII e XIX, onde havia a participação de arquitetos na construção de seus Solares, não identificamos a participação destes profissionais na elaboração dos projetos, ou construtores que tivessem executado tais obras. Os Solares pesquisados, sofreram influência do que se construíra na segunda metade do Século XVIII em Portugal. Pouco se assemelham com as construções nortenhas, que se apresentam com um maior requinte, em decorrência do abundante uso da pedra. A arquitetura campista teve um uso discreto da pedra, e generoso uso da terra, mais assemelhado à região centro sul portuguesa. Ainda que estes objetos de estudo tratem de remanescentes de casas sedes de engenhos de açúcar, não foram encontrados o quadrilátero ou qualquer outra forma onde estivessem a senzala, o engenho e demais construções necessárias ao bom funcionamento do complexo.

60 Os três Solares tombados pelo IPHAN (Ayrizes, Baronesa do Muriaé e Santo Antonio) sofreram danos que trouxeram a perda irreversível de alguns elementos de suas constituições originais. Nas construções pesquisadas tem-se a predominância do sistema construtivo com utilização de estrutura de madeira, entremeadas com alvenaria de tijolo maciço ou adobe. As edificações em dois pavimentos, em geral têm paredes mais espessas no pavimento inferior, em função do sistema se encontrar apoiado nestas alvenarias. Este conjunto é sobreposto por estrutura de madeira em tesouras com telhas tipo capa e canal. Quanto às tipologias das plantas não se pode afirmar que tenha havido alguma predominância nos exemplares desta pesquisa. O Solar da Baronesa do Muriaé e o Solar de Santo Antonio apresentam plantas com pátios internos. No Solar dos Ayrizes entendemos que sua planta inicial tenha sido em corpo retangular único com pavimento habitável sobre porão alto.

61 Pode-se dizer que a tipologia dos Solares rurais campistas no século XIX se faz em corpo retangular em pavimento único ou sobre porão alto, com seqüência de janelas e porta ao centro, ambas com vergas retas e pintadas, podendo ser dotadas de cunhais e lesenas argamassadas. Esta tipificação é encimada por telhado de quatro águas com tesouras de madeira cobertas por telhas tipo capa e canal. Internamente tem-se piso em tábua corrida apoiado sobre barroteamento de madeira, sendo o forro de madeira tipo saia e blusa, contando com pelo menos um ambiente com forro em gamela. Todo o conjunto é dotado de influências neoclássicas, tais como simetria, marcação com os cunhais e lesenas arrematados em sua parte superior por capitéis pouco rebuscados e cimalhas arrematando o encontro do telhado com a parede. Porém, estes não apresentam platibandas e frontões triangulares, não sendo, portanto possível conceituar estas construções como neoclássicas, mas sim sob influências neoclássicas, entendendo que o conjunto apresentado é uma arquitetura mais vernacular do que erudita, portanto sem um estilo mais definido.

62 Humberto Neto das Chagas Arquiteto Msc. Artes Rua Ipiranga 5, Centro- Campos dos Goytacazes- RJ Tel.: () 74 5 / ()

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