ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

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1 ESTRUTURAS Prof. Eliseu Figueiredo Neto

2 PAREDES DE TIJOLO Assentamento dos tijolos: Quanto a colocação (ou dimensão das paredes) dos tijolos, podemos classificar as paredes em: cutelo, de meio tijolo, de um tijolo, etc.

3 PAREDES DE 1/4 DE TIJOLO OU CUTELO Os tijolos são assentados segundo a espessura e o maior comprimento. Não oferecem grande estabilidade e são por isso, empregadas somente para fechar pequenos vãos, como divisões e fundo de armários embutidos, box de banheiro, etc.

4 PAREDES DE 1/2 TIJOLO Os tijolos são assentados segundo a maior face de modo que a largura corresponda a espessura da parede. São utilizadas para vedação, divisões internas e servem para suporte (quando o comprimento for menor que 4 m). Para comprimento maior que 4 m, usar pilar de reforço.

5 PAREDES DE 1 TIJOLO Os tijolos são colocados de forma que o seu comprimento (maior dimensão) seja a espessura da parede. Existem diversos tipos de assentamento. São utilizadas como paredes externas por serem bastante impermeáveis, possuem maior resistência e consequentemente maior capacidade para suportar cargas.

6 PAREDES OCAS OU DUPLAS Usadas quando se pretende grande isolamento de som e umidade, além de manutenção de temperatura sem grandes variações internas. Recomendadas em cômodos para aparelhos de precisão. São formadas por duas paredes entre as quais forma-se câmara de ar equivalente a 1/4 de tijolo. A amarração entre as duas paredes faz-se por meio de gatos metálicos.

7 PILARES

8 CARACTERÍSTICAS DOS PILARES Os pilares são elementos estruturais verticais, colunas simples que servem de sustentação, quer dizer, têm várias vezes mais altura que largura, e suportam cargas verticais e vigas mestras que aguentam as armações.

9 CARACTERÍSTICAS DOS PILARES São, portanto, elementos resistentes que trabalham quase sempre à compressão. Mas, além, se o quociente ou relação altura/espessura do pilar for muito elevada, pode apresentar uma flexão lateral, que se conhece sob o nome de flambagem ou encurvadura.

10 VIGAS

11 VIGAS São peças ou estruturas sólidas, apoiadas em um ou mais pontos com a finalidade de suportar as cargas das mais variadas maneiras.

12 LAJES

13 LAJES Para suportar as cargas verticais transmitidas a um plano horizontal, comumente emprega-se como material o concreto armado ou o concreto armado associado a um outro elemento com a finalidade de diminuir o custo e o peso.

14 CLASSIFICAÇÃO DAS LAJES LAJES MACIÇAS: cogumeladas, mista, homogênea, etc. LAJES PRÉ-FABRICADAS: piso e forro

15 LAJES MACIÇAS É uma estrutura maciça, constituída de concreto armado. A armação de ferro contida em seu interior pode, de acordo com os vãos, ser armada em cruz ou em apenas uma direção.

16 LAJES PRÉ-FABRICADAS Estruturas vendidas prontas ou quase.

17 LAJES PRÉ-FABRICADAS

18 LAJES PRÉ-FABRICADAS AS VIGOTAS são peças estruturais em concreto armado, dimensionadas em função de cargas e vãos. São responsáveis pela estabilidade da laje. AS LAJOTAS são em cerâmica (ou concreto) furada, tendo como finalidade dar maior leveza ao conjunto.

19 COBERTURA DAS INSTALAÇÕES

20 COBERTURA DAS INSTALAÇÕES A cobertura, parte superior da edificação que a protege das intempéries, é constituída por uma parte resistente (laje, estrutura de madeira, estrutura metálica, etc.) e por um conjunto de telhas com função de vedação (telhado), podendo apresentar ainda um forro e uma isolação térmica.

21 FUNÇÕES BÁSICAS QUE UMA COBERTURA DEVE CUMPRIR Proteção das partes internas das construções; Dar inclinação adequada, de acordo com o tipo de telha utilizada, para drenar águas pluviais; Formar um "colchão de ar" entre o forro e a telha, possibilitando controle da temperatura interna, melhorando as condições de conforto térmico.

22 COMPONENTES DAS ESTRUTURAS DE SUSTENTAÇÃO A estrutura é composta por uma armação principal e outra secundária. A estrutura principal pode ser constituída por tesouras, pontaletes ou por vigas principais sendo a estrutura secundária constituída pelas ripas, caibros e terças.

23 COMPONENTES DAS ESTRUTURAS DE SUSTENTAÇÃO Para estruturas metálicas e de madeira onde são assentadas telhas do tipo ondulada a estrutura secundária resumi-se basicamente em terças, frechais e pontaletes.

24 ESTRUTURA SECUNDÁRIA RIPAS: Peças de madeira pregadas sobre os caibros, atuando como apoio das telhas cerâmicas; CAIBRO: Peças de madeira, apoiadas sobre as terças, atuando por sua vez como suporte das ripas; TERÇAS: Peças de madeira ou metálica, apoiadas sobre tesouras, pontaletes ou ainda sobre paredes, funcionando como sustentação dos caibros ou telhas onduladas;

25 ESTRUTURA SECUNDÁRIA FRECHAL: Viga de madeira ou metálica, colocada no topo das paredes com a função de distribuir as cargas concentradas provenientes de tesouras, vigas principais ou outras peças da estrutura. É comum, também, chamar de frechal a terça da extremidade inferior do telhado; TERÇA CUMEEIRA: Terça da parte mais alta do telhado;

26 ESTRUTURA SECUNDÁRIA PONTALETES: Peças dispostas verticalmente, constituindo pilares curtos sobre os quais apoiam-se as vigas principais ou as terças; CHAPUZ: Calço de madeira, geralmente de forma triangular, que serve de apoio lateral para a terça; CONTRA VENTAMENTO: Peça disposta de forma inclinada, ligando as tesouras com a finalidade de travar a estrutura. Esta disposição aumenta a estabilidade das tesouras, pois com o seu intermédio há uma maior resistência à ação lateral do vento.

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29 ESTRUTURA PRINCIPAL A estrutura principal é um conjunto de componentes ligados entre si com a função de suportar a estrutura secundária e o telhado, pode ser constituída por tesouras, pontaletes ou por vigas principais.

30 ESTRUTURA PRINCIPAL A tesoura e uma treliça de madeira ou metálica formada por barras ligadas pelas extremidades, formando um conjunto rígido. Os pontos de união das barras, denominados de nó da treliça, são admitidos rotulados, embora a ligação tenha alguma rigidez; As treliças planas isostáticas podem ser de três categorias:

31 SIMPLES Formadas a partir de três barras ligadas em triângulo, juntandose a estas duas novas barras para cada novo nó rotulado.

32 COMPOSTAS Formadas pela ligação de duas ou mais treliças simples por meio de rótulas ou barras birrotuladas;

33 COMPLEXAS Treliças isostáticas que não obedecem às regras de formação de treliças simples ou compostas.

34 TESOURAS OU TRELIÇAS DO TIPO HOWE Uma vez que são as treliças simples do tipo Howe as mais empregadas nas instalações rurais, passaremos a dar maior destaque a constituição, construção e dimensionamento deste tipo de estrutura.

35 DENOMINAÇÃO DAS PEÇAS

36 COMPONENTES DO TELHADO

37 COMPONENTES DO TELHADO ÁGUA: superfície plana inclinada de um telhado; BEIRAL: projeção do telhado para fora do alinhamento da parede; CUMEEIRA: aresta delimitada pelo encontro entre duas águas, geralmente localizado na parte mais alta do telhado; ESPIGÃO: aresta inclinada delimitada pelo encontro entre duas águas que formam um ângulo saliente, isto é, o espigão é um divisor de águas;

38 COMPONENTES DO TELHADO RINCÃO: aresta inclinada delimitada pelo encontro entre suas águas que formam um ângulo reentrante, isto é, o rincão é um captador de águas (conhecido como água furtada); RUFO : peça complementar de arremate entre o telhado e um parede; FIADA: sequência de telhas na direção de sua largura; RUFO

39 COMPONENTES DO TELHADO TACANIÇA: água de um telhado em forma de triângulo, formada entre dois espigões. PEÇAS COMPLEMENTARES: calhas, condutores, peças destinadas a promover a ventilação e/ou iluminação, componentes cerâmicos ou de qualquer outro material que permita a solução de detalhes do telhado;

40 FORMAS ELEMENTARES TELHADO DE MEIA-ÁGUA OU UMA ÁGUA É um telhado muito simples, constituído por uma única água. Neste caso não estão presentes nem a cumeeira, espigão e rincão;

41 TELHADO DE DUAS ÁGUAS Apresenta dois planos inclinados que se encontram para formar a cumeeira;

42 TELHADO DE TRÊS ÁGUAS Além de ter dois planos inclinados principais, apresenta um outro plano em forma de triângulo que recebe o nome de tacaniça. Neste caso, além da cumeeira, o telhado apresenta dois espigões;

43 TELHADO DE QUATRO ÁGUAS Neste caso, teremos duas águas mestras e duas tacaniças.

44 FORMAS COMPLEXAS As formas apresentadas acima são fundamentais na constituição de um telhado, as quais podem ser combinadas resultando várias outras formas mais complexas.

45 FORMAS ESPECIAIS Os telhados podem ter uma forma especial afim de obter algum tipo de vantagem, como por exemplo: melhoria da estética da construção, possibilitar maior ou menor iluminação interna, aproveitamento dos espaços internos, melhorar as condições do conforto térmico, etc.

46 FORMAS ESPECIAIS LANTERNIM Usado em galpões para criação de animais, possibilitando melhor e mais rápida renovação do ar e abaixando a temperatura interna. Porém fica muito cara. A alternativa mais usada no momento, está em elevar o pé direito da construção, possibilitando assim, algum benefício no conforto térmico.

47 LANTERNIM

48 FORMAS ESPECIAIS MANSARDA Telhados muito comum na América do Norte, permitindo o vão do telhado como depósito de feno.

49 FORMAS ESPECIAIS SHED (DENTE DE SERRA) Este tipo de cobertura é muito comum nas fábricas de grande porte, permitindo a utilização da iluminação natural e melhor ventilação.

50 FORMAS ESPECIAIS COBERTURA CÔNICA (CHAPÉU CHINÊS) Na região sul e sudeste é mais utilizada para pequenas instalações com o objetivo estético. Na região norte do pais é muito utilizada na construção de galpões, casas, salões, barracões, etc.

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