USABILIDADE DE SISTEMA DE CONTROLE DE VERSÃO NA PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD

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1 USABILIDADE DE SISTEMA DE CONTROLE DE VERSÃO NA PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - EaD Igor Campos Gurgel* Marta Alves de Souza** Helder Rodrigues da Costa*** Resumo Este artigo visa compreender a utilização de softwares de controle de versão no processo de produção de material didático em unidades de ensino que adotam a modalidade de educação à distância. A metodologia adotada teve uma abordagem de natureza descritiva, mas também se enquadra como bibliográfica. O texto apresenta um estudo sobre a utilização dessas ferramentas de controle de versão, onde será proposta a utilização da plataforma Subversion e o aplicativo de interface gráfico TortoisesSVN - ambos softwares livres. Os aspectos básicos de um sistema de controle de versão se aplicam aos diversos tipos de softwares existentes no mercado, sendo então importante compreender a lógica de funcionamento dessas ferramentas de apoio à produção de conteúdo didático. Para tanto, o referencial teórico do presente trabalho baseia-se em estudos já desenvolvidos na área da tecnologia da informação, permitindo, assim, uma ampliação do conhecimento sobre o tema aqui proposto. Após o estudo, concluiu-se que a utilização de programas que visam ao controle de versão vem compreender o funcionamento dessa estrutura de ensino, de forma a padronizar as entidades envolvidas nesse processo de produção de material didático, facilitando o controle dos fluxos de trabalho. Palavras - Chave: Controle de versão. TortoisesSVN. Subversion. Educação a distância. Processo de Produção. Material didático. Abstract This article aims to understand the use of software version control in the production of educational material in teaching units that adopt the form of distance education. The methodology adopted was a descriptive approach, but framing it as literature. The paper presents a study on the use of these tools version control, which will be offered the use of the platform and the Subversion GUI application TortoisesSVN - both free software. The basics of a version control system applicable to various types of software on the market and is therefore important to understand the logic of operation of these tools support the production of educational content. Thus, the theoretical framework of this work is based on studies already undertaken in the area of information technology, thus allowing an expansion of knowledge on the topic proposed here. After the study, concluded that the use of programs that view version control, come to understand the operation of the education structure in order to standardize the entities involved in the production of didactic material, facilitating the control of workflow. Key-words: Versioning. TortoisesSVN. Subversion. Distance learning. Production Process. Courseware. *Bacharel em Ciência da Computação **Mestre em Administração e Planejamento de Sistemas de Informação (PUCCAMP) - Especialista em Informática em Educação (UFLA) / **Mestre em Ciências e Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Professor Univale /

2 2 1 INTRODUÇÃO A educação presencial ou a distância está cada vez mais complexa, porque a sociedade vai se tornando, em todos os campos, mais exigente e necessitada de aprendizagem contínua. À medida que o tempo passa, a educação também vai se desenvolvendo, tornando-se cada vez mais sequencial e mais inclusiva, em todos os níveis e modalidades e em todas as atividades profissionais e sociais. Para contextualizar Educação a Distância EaD, emerge a necessidade de uma explanação sobre o início da modalidade. Portanto, a forma inicial de oferta dos cursos a distância era a correspondência e tinha como finalidade ampliar a oferta de oportunidades educacionais, permitindo que as camadas sociais menos privilegiadas economicamente pudessem participar do sistema formal de ensino, sobretudo da educação básica, uma vez que as preocupações iniciais da EaD Educação a Distância estavam focadas nesse nível de ensino e em cursos preparatórios para o trabalho. (MUGNOL, 2009, p.37). De acordo com Mugnol (2009), a educação a distância teve grande impulso com o surgimento do rádio, do telégrafo e do telefone. Esses equipamentos se caracterizaram como o início da era dos meios modernos de comunicação. A informação é um patrimônio, algo que possui valor. Em formato digital, não se trata apenas de um monte de códigos armazenados em um computador, mas, sim, de um conjunto de informações classificados e organizados de forma que uma pessoa, uma instituição de ensino, uma empresa ou qualquer outra entidade possa utilizar com algum objetivo. A informação é tão importante que pode, inclusive, determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio. Inclusive, a Era da Informação pode ser considerada um divisor de águas, pois gerou mudanças consideráveis, em vários aspectos: Vivemos, hoje, as contradições da Era da Informação, que ocasionou profundas mudanças em todos os aspectos de nossas vidas. Como triunfo do capitalismo, a expansão sem precedentes das novas tecnologias da informação e comunicação constitui a grande chance de revitalização desse próprio modo de produção. (GIUSTA; FRANCO, 2003, p.17).

3 3 De acordo com o autor, a informação é algo precioso em nosso tempo, e torna-se cada vez mais acessível no meio da educação continua, seja ela de forma presencial ou à distância, através de material didático com conteúdo interativo. A produção de material didático para a educação a distância é uma tarefa complexa, que exige um alto grau de comprometimento e organização dos membros envolvidos no processo. Normalmente, acontecem muitas interações e modificações no material, até que o mesmo seja considerado finalizado e apropriado para a utilização. Isso é verdade especialmente no processo de produção do material impresso, que exige uma análise mais criteriosa e aprofundada, e acaba originando várias outras interações, como produção de imagens, revisão de textos, diagramação, dentre outros. O objetivo geral deste trabalho é avaliar a usabilidade da ferramenta de controle e versão Subversion e TortoiseSVN no processo de produção do material didático para a educação à distância, identificando possibilidades, funcionalidades e limitações do uso nesse ambiente de produção, tendo como objetivos específicos: estudar o sistema de controle de versão para elencar as diferenças em relação à usabilidade; propor ferramentas que possam atender à demanda dos núcleos de produção de material didático em EaD, a fim de suprir a necessidade de controle no processo de produção. Os softwares de controle de versão são uma alternativa eficiente para esta estrutura, qual impacto pode acarretar sua utilização? Diante do estudo realizado acredito que esta alternativa é adequada e eficiente no suporte a instituições de ensino que adotam a modalidade de educação à distância, pois a utilização deste software trará vários benefícios como a catalogação dos artefatos produzidos, organização do material e segurança para os membros envolvidos neste processo, que é bem extenso devido ao numero de profissionais envolvido.

4 4 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Educação a distância A definição mais clara e objetiva de educação à distância é um modelo de educação no qual professor e aluno(s) não se encontram fisicamente no mesmo local, ou seja, estão geograficamente em lugares distintos. A transmissão dos conteúdos educacionais é feita através de meios técnicos de comunicação, de acordo com Moran (2011) Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente. O sistema de educação a distância vem atender à demanda por conhecimento a qualquer momento e em qualquer lugar, desde que haja meios tecnológicos para dar suporte à interação do aluno com o meio virtual de aprendizagem. A ideia é, na verdade, propor a educação sem distância, onde o conceito é o conhecimento chegando onde quer que o usuário esteja. Sendo assim, o aluno tem uma nova alternativa para promover o aprendizado. A mobilidade, seja física ou temporal, é cada vez exigida e necessária aos estudantes. No entanto, o material didático ainda é ferramenta essencial. A produção desse material é uma realidade nas instituições que adotam a modalidade de educação à distância. 2.2 Software de controle de versão Um software de controle de versão tem a função prática de gerenciar diferentes versões do material desenvolvido, ou seja, qualquer tipo de documento desenvolvido. Esses sistemas são largamente utilizados em grandes processos de produção de códigos fontes e também de documentação. Devido ao grande número de artefatos, ou materiais em produção, geralmente envolvidos em um processo de desenvolvimento de material didático, torna-se essencial a utilização de ferramentas que maximizem a realização dessas tarefas. Para contextualizar sistemas de controle de versão, surge a definição de Pavim (2011): Consiste em um sistema de arquivos capaz de armazenar tanto o conteúdo de arquivos e diretórios, quanto o histórico de alterações realizadas nessas

5 5 entidades. Um sistema de controle de versão é comparado a uma máquina do tempo por alguns usuários, pois é sempre possível retornar ao passado de arquivos e diretórios armazenados. (PAVIM, 2011, p.07) Dentre os principais objetivos das ferramentas de controle de versão, destacam-se: armazenar os itens que são produzidos; permitir o acesso de maneira controlada a quaisquer versões desses elementos; armazenar informações de histórico dos itens de forma a estabelecer a base para o controle da evolução do material didático; reter informações que maximizem o acesso aos artefatos de itens de configuração que compõem o produto didático em um específico estado de seu desenvolvimento. As características básicas se aplicam aos diversos tipos de softwares encontrados no mercado. Portanto, é importante entender a lógica de funcionamento desses sistemas. Segundo a autora Figueiredo (2011), as vantagens de se usar um sistema de controle de versão são: 1. Sinalizar automaticamente todas as modificações feitas em um arquivo. 2. Versões anteriores podem ser recuperadas facilmente. 3. É possível ver todas as modificações feitas por um desenvolvedor em um arquivo específico. 4. Pode-se comparar facilmente a versão atual de um arquivo com alguma versão anterior. (FIGUEIREDO, 2011) Os programas de versionamento trabalham com o conceito de repositório. Um repositório é um lugar central onde ficam armazenadas as cópias principais de todas as versões dos arquivos de trabalho, segundo Dias (2011). O controle de versão é composto de duas partes: o repositório e a área de trabalho. O repositório armazena todo o histórico de evolução do projeto, registrando toda e qualquer alteração feita em cada item versionado. O desenvolvedor não trabalha diretamente nos arquivos do repositório. Ao invés disso, usa uma área/cópia de trabalho que contém a cópia dos arquivos do projeto e que é monitorada para identificar as mudanças realizadas. Essa área é individual e isolada das demais áreas de trabalho. (DIAS, 2011, p.3) Por isso, geralmente há uma máquina servidora para armazená-lo. Ela deve ser segura, de forma a garantir a integridade dos artefatos ali guardados, e cópias de segurança dos arquivos devem ser feitas periodicamente. Para as intervenções a esse servidor de repositório, recomenda-se que sejam feitas pelo menor número de pessoas possível, e sempre orientadas por um profissional responsável por sua administração. A Figura 1 apresenta o funcionamento básico desse processo.

6 6 Figura 1: Processo básico de um sistema para controle de versão. (JUNIOR VAREJÃO, 2011) Todos os caminhos que levam à implantação de um sistema de controle de versão são comprovados pela sua eficácia. Assim sendo, fazem parte dos principais requisitos para a manutenção e aprimoramento dos processos que envolvem o desenvolvimento do conteúdo, que tendem a garantir um modelo unificado para os processos de nível corporativo. Os principais benefícios em se empregar um sistema de controle de versão são: acompanhar as alterações realizadas durante a implementação de um determinado conteúdo; controlar e gerenciar históricos de alterações; identificar e restaurar versões já estabilizadas. Os sistemas de controle de versão trabalham de forma ramificada, ajudando na divisão do projeto/material didático. Dessa forma, facilitam o trabalho em paralelo da equipe, de forma síncrona, proporcionando maior ganho em produtividade por parte da equipe. Nesse processo, o usuário não trabalha diretamente nos arquivos do repositório. Ao invés disso, de acordo com Dias (2011, p.3) usa uma área de trabalho que contém a cópia dos arquivos do projeto que é monitorada para identificar as mudanças realizadas. Essa área é individual e isolada das demais áreas de trabalho. Quando alterações são feitas localmente, ou seja, na cópia de trabalho, é preciso atualizar as

7 7 versões no repositório/servidor. O contrário também é verdade: para se trabalhar com segurança, é necessário ter na cópia de trabalho local a versão mais atual dos arquivos do repositório, normalmente utilizando o comando chamado update. Segue definição sobre o repositório, de acordo com Pavim (2011): Trata-se de um local de armazenamento de dados (árvore de um sistema de arquivos) onde encontram-se todos os arquivos e diretórios sob controle de versão. É um sistema de arquivos capaz de lembrar todas as modificações realizadas sobre seus arquivos e diretórios. (PAVIM, 2011, p.13) A sincronização entre a área de trabalho e o repositório é feita através dos comandos commit e update. O commit envia um pacote contendo uma ou mais modificações feitas na área de trabalho (origem) ao repositório (destino). A Figura 2 apresenta o processo de atualização centralizado (commit). Figura 2: Modelo de controle de versão centralizado. (JUNIOR VAREJÃO, 2011) O update faz o inverso, ou seja, envia as modificações contidas no repositório (origem) para a área de trabalho (destino). Cada commit gera uma nova revisão no repositório, contendo as modificações feitas, data e autor (controle de versões). Uma revisão funciona como um "ArquivoXXX.pdf" de todos os arquivos e diretórios em um determinado momento da evolução do projeto. O ArquivoXXX.pdf" antigo é mantido e pode ser recuperado e analisado

8 8 sempre que desejado. O conjunto dessas revisões é justamente o histórico do projeto. A Figura 3 resume o esquema de funcionamento dos sistemas de controle de versões. Figura 3: Arquitetura de controle de versão. (FIQUEIREDO, 2011) O histórico registra toda a evolução do trabalho, cada alteração sobre cada arquivo. Diante dessas informações é possível saber quem fez o quê naquele determinado arquivo, quando e onde. Além disso, permite recuperar uma revisão específica do arquivo sempre que desejado. A colaboração possibilita que várias pessoas trabalhem em paralelo sobre os mesmo arquivos. As variações da diretriz do desenvolvimento do material mantêm linhas diferentes de evolução, permitindo o acesso às várias versões de um determinado material muitas vezes acessado em locais distintos. 2.3 Softwares Subversion e TortoiseSVN O software TortoiseSVN é um cliente do Subversion. Os mesmos são códigos abertos, ou seja, ferramentas livres, que entre suas funcionalidades têm a perfeita integração com o Windows Shell da Microsoft, independente de ambiente de desenvolvimento integrado.

9 9 TortoiseSVN integra-se perfeitamente ao shell do Windows (ou seja, o Explorer). Isso significa que você pode continuar trabalhando com as ferramentas com as quais você já está familiarizado. E você não tem que mudar para uma aplicação diferente cada vez que precisar das funções de controle de versão. (TORTOISESVN, 2011). Essa ferramenta tem como propósito organizar os processos de produção de material didático e objetos de aprendizagem. Também auxilia o usuário no controle de versão dos seus arquivos e diretórios, por meio de uma interface simples e intuitiva. Ele é executado nas máquinas clientes. O Subversion é quem realiza o controle de versão e é executado no servidor. A Figura 4 mostra o processo de utilização do Subversion com o TortoiseSVN, comando commit. Figura 4: Processo de utilização do Subversion e o TortoiseSVN (PYTHON SOFTWARE FOUNDATION COPYRIGHT, 2011) 3 METODOLOGIA O tipo de pesquisa adotado nesse artigo foi a explicativa. De acordo com Gil (1994, p. 46), essas pesquisas têm como preocupação central identificar os fatores que

10 10 determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Esse é o tipo de pesquisa que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o porquê das coisas. Esta pesquisa também tem características bibliográficas, pois teve como fontes livros, documentários apresentados em sites e artigos publicados. Para sintetizar a característica da pesquisa bibliográfica, segundo Santos (2011, p.01), pesquisa bibliográfica é a atividade de localização e consulta de fontes diversas de informações escritas, para coletar dados gerais ou específicos a respeito de um tema. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS E SUGESTÕES Esta pesquisa teve como objetivo analisar as funcionalidades de ferramentas de controle de versão no apoio ao processo de desenvolvimento de material didático para instituições de ensino que adotam a modalidade de educação à distância. Dentre os aspetos observados, foi possível entender que essas ferramentas são uma alternativa eficiente, amplamente escalável e de baixo custo e manutenção para as instituições de ensino, que necessitam de uma ferramenta de controle para o seu material didático. Ainda com os resultados obtidos neste estudo, foi possível perceber que sistemas de controle de versão trazem como benefício o ganho na catalogação dos materiais didáticos e objetos de aprendizagem e a diminuição do retrabalho e erros no processo de produção. Com isso, esta pesquisa conseguiu responder aos objetivos a que se propôs analisar, como as funcionalidades das ferramentas de controle de versão. Ressalto que suas características podem ajudar no processo de desenvolvimento de material didático em instituições de ensino que adotam a modalidade de educação à distância, evidenciando a importância da sua utilização no processo de desenvolvimento desse contexto. Entretanto, apesar de este trabalho ter contribuído para o entendimento do referido assunto, é importante frisar que o CVS é somente uma ferramenta de controle de versão e não substitui o processo de gerenciamento de produção. As ferramentas de controle de versão trazem uma considerável mudança cultural

11 11 nas equipes de produção de conteúdo, mas ainda necessitam de outros fatores como processos de gerência de configuração, além do CVS, para que o resultado seja bem-sucedido. 5 REFERÊNCIAS DIAS, André Felipe. Conceitos Básicos de Controle de Versão de Software Centralizado e Distribuído. Disponível em: _controle_versao_centralizado_e_distribuido.php?pagnum=3 Acesso em: Junho, FIGUEIREDO, Geize Maria Teixeira da Silva. Controle de Versões. Disponível em: Acesso em: junho, GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar um Projeto de Pesquisa. 3ª ed., São Paulo, Atlas GIUSTA, Agnela Silva; FRANCO, Lara Melo. Educação a Distância Uma articulação entre a teoria e a prática. Editora PUC Minas, 2003, p JUNIOR VAREJÃO, Gleudson Pinheiro. GIT controle de versões distribuídos para projetos de softwares. Disponível em: Acesso em: maio, 2011 MORAN, José Manoel. O que é educação a distância (*). Disponível em: Acesso em: julho, MUGNOL, Márcio. A educação a distância no Brasil: conceitos e fundamentos. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v. 9, n. 27, p , maio/ago ISSN Licenciado sob uma Licença Creative Commons. Disponível em: /DIALOGO?dd1=2738&dd99=view. Acesso em: abril, PAVIM, Alberto Xavier. Controle de Versão com Subversion. Disponível em: Acesso em: junho, 2011.

12 12 PYTHON SOFTWARE FOUNDATION. Version Control. Disponível em: Acesso em: maio, SANTOS, Eniel do Espírito. Pesquisa Bibliográfica Metodologia do Estudo e da Pesquisa. Disponível em: Acesso em: junho, SUBVERSION. Site oficial do Subversion. Disponível em: Acesso em: maio, TORTOISESVN. Características do TortoiseSVN. Disponível em: Acesso em: junho, 2011.

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