Controle de Versão. Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues.

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1 Controle de Versão Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues

2 Apresentação - Docente Mestre em Ciência da Computação na Universidade Federal de Goiás. Especialista em Gestão de Software pela Uni- Anhanguera. Graduação em Sistemas de Informação pela Universidade Salgado de Oliveira Docente no SENAI (Redes e ADS) e FASAM Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 2

3 Proposta de trabalho Enfoque teórico e prático com uso muitos exercícios, realizados em sala e em casa para fixação Desenvolvimento de pequenos projetos com ideias dos alunos Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 3

4 Objetivos Favorer ao aluno compreensão sobre a temática controle de versão. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 4

5 Competências Compreender a importância da utilização das ferramentas de controle de versão de software para gerir e manter todo o histórico de alterações e versões dos documentos e códigos fontes gerados durante o desenvolvimento do software Entender as técnicas centralizadas e distribuídas de controle de versões de software Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 5

6 Habilidades Configurar servidor para sistemas de controle de versão Rastrear e controlar as alterações de documentos e códigos fontes Monitorar e acompanhar a evolução do software utilizando relatórios de modificações e versões de software Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 6

7 Atividades Avaliativas Avaliações práticas Trabalhos individuais e/ou em grupo (lista de exercícios, estudo dirigidos) A nota final da disciplina será composta por uma média ponderada de 3 atividades que serão desenvolvidas pelo discente. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 8

8 Referências bibliográficas PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. 6.ed. São Paulo: McGraw- Hill do Brasil, SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 8.ed. São Paulo: Prentice-Hall, NEUBERT, Marden. CVS: guia de consulta rápida. São Paulo: Novatec, Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 9

9 Controle de Versão Aula Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 10

10 Agenda Versionamento Sistemas de Controle de Versão Formas de adoção de Sistemas de Controle de Versão Distribuídos Passo a passo Ferramentas de apoio Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 11

11 Problema #1 Como vocês desenvolvem software? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 12

12 Motivação Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 13

13 Mas afinal, o que são versões? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 14/108

14 Revisões Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 15/108

15 Variantes Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 16/108

16 Cooperação (versões rascunho) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 17/108

17 Versões de rascunho podem ser combinadas (operação de merge) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 18/108

18 Conflitos podem ocorrer durante o merge Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 19/108

19 2-way merge Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 20/108

20 3-way merge Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 21/108

21 Outras duas operações importantes Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 22/108

22 Versões no mundo real Infinidade de revisões e variantes juntas (sem contar versões rascunho) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 23/108

23 Mas afinal, para que servem versões? Sincronizar equipes Reproduzir estados anteriores do código Explorar possibilidades Segregar desenvolvedores Customizar produtos (LPS) Rastrear a introdução de bugs (bisect) Entender a evolução de software(msr) Auditar mudanças (annotate) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 24/108

24 Mas afinal, para que servem versões? O Controle de versão apóia o desenvolvimento de diversas maneiras: Histórico. Registra toda a evolução do projeto, cada alteração sobre cada arquivo. Com essas informações sabe-se quem fez o que, quando e onde. Além disso, permite reconstruir uma revisão específica do arquivo sempre que desejado; Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 25/108

25 Mas afinal, para que servem versões? O Controle de versão apóia o desenvolvimento de diversas maneiras: Colaboração. O controle de versão possibilita que vários desenvolvedores trabalhem em paralelo sobre os mesmo arquivos sem que um sobrescreva o código de outro, o que traria reaparecimento de defeitos e perda de funcionalidades; Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 26/108

26 Mas afinal, para que servem versões? O Controle de versão apóia o desenvolvimento de diversas maneiras: Variações no Projeto. Mantém linhas diferentes de evolução do mesmo projeto. Por exemplo, mantendo uma versão 1.0 enquanto a equipe prepara uma versão 2.0. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 27/108

27 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? O controle de versão é composto de duas partes: Repositório Área de trabalho. O repositório armazena todo o histórico de evolução do projeto, registrando toda e qualquer alteração feita em cada item versionado. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 28/108

28 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? O desenvolvedor não trabalha diretamente nos arquivos do repositório. Ao invés disso, usa uma área/cópia de trabalho que contém a cópia dos arquivos do projeto e que é monitorada para identificar as mudanças realizadas. Essa área é individual e isolada das demais áreas de trabalho. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 29/108

29 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 30/108

30 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? A sincronização entre a área de trabalho e o repositório é feita através dos comandos de commit e update. O commit envia um pacote contendo uma ou mais modificações feitas na área de trabalho (origem) ao repositório (destino). Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 31/108

31 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? O update faz o inverso, isto é, envia as modificações contidas no repositório (origem) para a área de trabalho (destino). Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 32/108

32 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? Cada commit gera uma nova revisão no repositório, contendo as modificações feitas, data e autor. Uma revisão funciona como uma "foto" de todos os arquivos e diretórios em um determinado momento da evolução do projeto. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 33/108

33 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? As "fotos" antigas são mantidas e podem ser recuperadas e analisadas sempre que desejado. O conjunto dessas revisões é justamente o histórico do projeto. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 34/108

34 Problema #2 - Como Funciona o Controle de Versão? Tanto o controle de versão centralizado quanto o distribuído possuem repositórios e áreas de trabalho. A diferença está em como cada uma dessas partes está arranjada. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 35/108

35 Problema #3 Como viabilizar o trabalho em equipe? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 36/108

36 Possíveis soluções Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 37/108

37 Problema/solução Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 38/108

38 Histórico Anos 70/80 Sistemas locais SCCS (1972) RCS (1982) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 39/108

39 Histórico Anos 80/90 Sistemas cliente-servidor CVS (1986) Subversion (2000) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 40/108

40 Histórico Anos 80/90 Sistemas cliente-servidor CVS (1986) Subversion (2000) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 41/108

41 Histórico Anos 2000 Sistemas peer-to-peer Git (2005) Mercurial (2005) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 42/108

42 Histórico Anos 2000 Sistemas peer-to-peer Git (2005) Mercurial (2005) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 43/108

43 O que é versionado? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 44/108

44 Como é versionado? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 45/108

45 Controle de Versão Centralizado O controle de versão centralizado segue a topologia em estrela, havendo apenas um único repositório central mas várias cópias de trabalho, uma para cada desenvolvedor. A comunicação entre uma área de trabalho e outra passa obrigatoriamente pelo repositório central. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 46/108

46 Controle de Versão Centralizado Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 47/108

47 Controle de Versão Distribuído (1) São vários repositórios autônomos e independentes, um para cada desenvolvedor. Cada repositório possui uma área de trabalho acoplada e as operações commit e update acontecem localmente entre os dois. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 48/108

48 Controle de Versão Distribuído (2) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 49/108

49 Controle de Versão Distribuído (3) Um repositório pode se comunicar com qualquer outro através de duas operações básicas: pull e push Pull (Puxar). Atualiza o repositório local (destino) com todas as alterações feitas em outro repositório (origem). Push (Empurrar). Envia as alterações do repositório local (origem) para um outro repositório (destino). Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 50/108

50 Controle de Versão Distribuído (4) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 51/108

51 Controle de Versão Distribuído (5) Um repositório recebe e envia revisões com qualquer outro através de operações pull e push sem a necessidade de uma topologia pré-definida Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 52/108

52 Controle de Versão Distribuído (6) A sincronização entre os desenvolvedores acontece de repositório a repositório e não existe, em princípio, um repositório mais importante que o outro, embora o papel de um repositório central possa ser usado para convencionar o fluxo de trabalho. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 53/108

53 Resumo das Operações Básicas dos Controles de Versão Centralizado e Distribuído Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 54/108

54 Identificação de Revisões - Centralizado (1) Uma revisão precisa de uma identificação única. No controle de versão centralizado, cada revisão produzida recebe um número inteiro sequencial: 1, 2, 3... Como só existe um repositório, a numeração de revisão é a mesma para todos os desenvolvedores. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 55/108

55 Identificação de Revisões - Centralizado (2) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 56/108

56 Identificação de Revisões Distribuído (1) No sistema distribuído, os repositórios são autônomos e portanto não há como definir uma numeração sequencial compartilhada para todos. A solução é identificar cada revisão com uma numeração que nunca se repita em qualquer outro repositório. [Hash] Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 57/108

57 Identificação de Revisões Distribuído (2) A forma mais usada é através de um hash SHA-1, que produz um número de 160 bits (40 dígitos na forma hexadecimal). Esse um número é tão grande e específico que torna extremamente improvável a colisão com um hash produzido por outro repositório. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 58/108

58 Identificação de Revisões Distribuído (3) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 59/108

59 Sincronização de Mudanças Concorrentes (1) Uma das responsabilidades do controle de versão é possibilitar o trabalho paralelo e concorrente de vários desenvolvedores sobre os mesmos arquivos Assim evitar que um sobrescreva o código de outro, o que resultaria no reaparecimento de defeitos e perda de funcionalidades. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 60/108

60 Sincronização de Mudanças Concorrentes (2) Em parte, isto é conseguido através da área de trabalho, que fornece a impressão de que o desenvolvedor é o único dono de todo o projeto. Mas só a área de trabalho não resolve todo o problema. Ainda é necessário um jeito de sincronizar os esforços dos membros da equipe. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 61/108

61 Sincronização de Mudanças Concorrentes (3) A sincronização é feita combinando-se revisões concorrentes em uma única resultante. Essa operação é conhecida como merge (mesclagem) e, apesar de parecer complexa, acontece sem conflitos na maioria das vezes aliás, essa é a ideia. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 62/108

62 Sincronização Ambiente Centralizado (1) Duas cópias de trabalho são criadas a partir do comando checkout. As duas iniciam no mesmo estado. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 63/108

63 Sincronização Ambiente Centralizado (2) Os dois desenvolvedores executam modificações nas suas cópias de trabalho, mas Aline publica antes no repositório. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 64/108

64 Sincronização Ambiente Centralizado (3) Roberto tenta publicar suas alterações, mas o controle de versão recusa justificando que as alterações foram baseadas em arquivos desatualizados. No caso, um ou mais arquivos alterados por Roberto já haviam sido alterados por Aline antes. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 65/108

65 Sincronização Ambiente Centralizado (4) Na atualização da cópia de trabalho, o controle de versão já mescla automaticamente as revisões. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 66/108

66 Sincronização Ambiente Centralizado (5) Após conferir se a atualização e a mesclagem produziram o resultado desejado, Roberto envia as mudanças ao repositório. Enquanto isso, Aline já trabalha em outra tarefa, executando novas alterações. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 67/108

67 Sincronização Ambiente Centralizado (6) O commit de Aline pode ser aceito sem problema se nenhuma das revisões que vieram depois da atualização da cópia de trabalho tiver alterado os mesmos arquivos que Aline. É uma situação possível de acontecer, mesmo que não seja comum. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 68/108

68 Sincronização Ambiente Distribuído (1) Roberto clona o repositório de Aline. Agora, ambos partem do mesmo ponto Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 69/108

69 Sincronização Ambiente Distribuído (2) Aline e Roberto publicam suas alterações nos seus respectivos repositórios, sem interferir no repositório um do outro. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 70/108

70 Sincronização Ambiente Distribuído (3) Roberto sincroniza seu repositório com as revisões publicadas por Aline. Sua área de trabalho não é afetada pela sincronização. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 71/108

71 Sincronização Ambiente Distribuído (4) A mesclagem entre as revisões de Aline e Roberto é feita explicitamente na área de trabalho de Roberto através de um comando merge. Enquanto isso, Aline já gera outra revisão no seu repositório. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 72/108

72 Sincronização Ambiente Distribuído (5) Após conferir se a mesclagem produziram o resultado desejado, Roberto envia as mudanças ao seu repositório. Paralelamente, Aline publica mais uma vez no seu repositório. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 73/108

73 Sincronização Ambiente Distribuído (5) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 74/108

74 Sincronização Ambiente Distribuído (6) Roberto envia suas revisões ao repositório de Aline, que as combina com o histórico de revisões já existente. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 75/108

75 Diferentes versões de projeto (1) Muitos projetos precisam de variações específicas. Um caso típico é para customizações feitas para atender determinados clientes que precisam de adaptações particulares. Outro caso comum é a criação de um ramo para experimentações no projeto, sem comprometer a linha principal de desenvolvimento. Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 76/108

76 Diferentes versões de projeto (2) Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 77/108

77 Diferentes versões de projeto (3) - SVN Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 78/108

78 Diferentes versões de projeto (4) - SVN Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 79/108

79 Diferentes versões de projeto (5) - SVN Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 80/108

80 Diferentes versões de projeto (6) - SVN Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 81/108

81 E a configuração? Como podemos disponibilizar este tipo de serviço? Controle de Versão de Software Prof. Msc. Bruno Urbano Rodrigues 82/108

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