IMAGENS E REPRESENTAÇÕES DA OCUPAÇÃO TURÍSTICA DO LITORAL SUL DO ESTADO DA PARAIBA 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IMAGENS E REPRESENTAÇÕES DA OCUPAÇÃO TURÍSTICA DO LITORAL SUL DO ESTADO DA PARAIBA 1"

Transcrição

1 IMAGENS E REPRESENTAÇÕES DA OCUPAÇÃO TURÍSTICA DO LITORAL SUL DO ESTADO DA PARAIBA 1 Vancarder Brito Sousa 2 RESUMO O presente artigo tem como foco a compressão dos processos de apropriação, significação e resignificação das idéias de meio ambiente e conservação pelos atores sociais que compõem a cena turística e de lazer no município de Conde, distrito de Jacumã, litoral Sul da Paraíba. Precisamente a pesquisa se detém às praias de Tabatinga, Coqueirinho e Tambaba e áreas circunvizinhas. As imagens associadas aos discursos oficiais que caracterizam a região sugerem a evidência da centralidade da idéia de natureza e de suas formas de manutenção pari passo com o crescimento econômico via desenvolvimento sustentável. Cabe questionar, via um percurso compreensivo e analítico, como estas representações são apreendidas e reelaboradas pelos usuários e demais agentes que constroem o lugar da praia como espaço turístico e de lazer, a partir de uma etnografia imagética da percepção ambiental. PALAVRAS CHAVE: Desenvolvimento sustentável, percepção ambiental, Tambaba. O presente artigo tem como foco a análise dos processos de apropriação, significação e resignificação históricas das idéias de meio ambiente e conservação pelos atores sociais que compõem a cena turística e de lazer no município de Conde, distrito de Jacumã, litoral Sul da Paraíba. Precisamente deriva de uma proposta de pesquisa, em fase exploratória, e se detém às praias de Carapibus, Tabatinga, Coqueirinho e Tambaba e áreas circunvizinhas. Este processo de compreensão se dará por meio da identificação e análise de acervos fotográficos e de imagens midiáticas e ou institucionais que remetam a reconstrução do processo de ocupação turística e imobiliária das áreas em tela. Atualmente, as praias citadas e seu entorno são alvo de um acelerado movimento de ocupação imobiliária, com a abertura de loteamentos residenciais e construções de residências de veraneio, condomínios residenciais e resorts. As campanhas e peças publicitárias veiculadas por agências de turismo, pelo governo 1 Trabalho apresentado no GT 01 Turismo, Ambiente e Sociedade no V Encontro da ANPPAS - outubro de Florianópolis - SC 2 Sociólogo. Professor Dr. da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) CAMPUS V Curso de Ciências Biológicas.

2 2 estadual, empreendimentos imobiliários e de turismo são as principais responsáveis pela criação e propagação de imagens e idéias associadas ao destaque e a valorização das paisagens naturais destes lugares. As imagens associadas aos discursos que caracterizam a região evidenciam a centralidade da idéia de natureza e de suas formas de manutenção pari passo com o crescimento econômico via desenvolvimento sustentável. Cabe questionar, via um percurso compreensivo e analítico, como estas representações são produzidas e sob que signos se estabelecem pelos agentes que constroem o lugar da praia como espaço turístico e de lazer, a partir de uma etnografia imagética da percepção ambiental. A relevância da área destacada pela pesquisa pode ser percebida pelo resultado de levantamento realizado pela Federação do Comércio da Paraíba em conjunto com o SEBRAE-PB com os turistas que visitaram a Paraíba no final de 2008 e início do ano de Neste, foi revelado que no período, Coqueirinho foi a terceira praia mais visitada do Estado (visitada por 49,88% dos entrevistados), perdendo apenas para Tambaú (78,73%) e Cabo Branco (71,15%), ressaltando que as últimas são praias da cidade de João Pessoa, em quarto lugar se encontra outra praia do Litoral Sul, Tambaba (45,23%). Pelo quarto ano consecutivo, Coqueirinho foi eleita a praia mais bela do Estado (Jornal O Norte, 01/02/2009). Sendo, assim, fica demonstrado a importância de região para o turismo do Estado como também a necessidade de realização de um estudo que aborde de forma compreensiva e crítica a ocupação territorial e os usos destas praias sob o ponto de vista da memória e das imagens produzidas neste percurso. A necessidade do lazer e usufruto do tempo livre é marcante na definição do modo de vida, produção e relações sociais contemporâneas no mundo. Diante da intensificação da produtividade, dos ritmos e tempos que cada indivíduo precisa dedicar a vidas cada vez mais aceleradas, o lazer, como também o turismo, despontam como produtos da necessidade de recuperação das energias físicas e psicológicas, bem como, como um definidor de modos de ser e estar frente ao mundo. A busca incessante ao lazer transformou o turismo em uma das atividades econômicas mais importantes do mundo contemporâneo, principalmente nos países emergentes que buscam nesta atividade uma alternativa econômica lucrativa e de custo relativo mais baixo, (RODRIGUES, 1997; SEABRA, 2000). Na região Nordeste do Brasil a atividade turística recebeu maior atenção dos governantes no final dos anos Por meio do PRODETUR-NE (Programa de Ação 2

3 3 para o Desenvolvimento Turístico do Nordeste) foram iniciadas políticas públicas de valorização de áreas com grande potencial turístico, principalmente a região litorânea, com o objetivo de gerar renda para a região. Também a partir dos anos 1980 o litoral passou a ser considerado pelo setor empresarial uma área de investimento fácil e de retorno financeiro garantido, com menor risco em menor prazo (CORIOLANO, 1998 e BERNAL, 2008). Somou-se então um esforço empresarial tanto turístico, quanto imobiliário, no qual a busca por cenários praticamente intocados e de rara beleza eram os principais atrativos para as primeiras pousadas e loteamentos que prometiam mais qualidade de vida longe do cotidiano das grandes cidades. A crença nos benefícios do turismo provocou no litoral nordestino um boom turístico, que atraiu um grande fluxo de visitantes (BERNAL, 2008). A facilidade dos preços dos pacotes e serviços turísticos através de formas acessíveis de pagamento, o aumento no número de aposentados com maior poder aquisitivo e a busca incessante ao lazer e ao status social que o ato de viajar de férias trouxe consigo têm motivado um grande número de pessoas a se deslocarem a procura de um ambiente diferente do seu cotidiano, muitas vezes tido como exótico principalmente, pela presença de áreas pouco afetadas pela urbanização e com traços do que comumente se associa a presença da natureza : praias limpas, pouco freqüentadas, farta vegetação natural, falésias, rios. Nestes ambientes os turistas e veranistas procuram recuperar as energias gastas no trabalho durante, de uma forma geral conhecer novas realidades, além obter satisfação pessoal. (RODRIGUES, 1997). Avançando um pouco mais sobre a dimensão das experiências, essas necessidades podem ser desdobradas a partir do atendimento das expectativas emocionais e relacionais que de muitas formas se associam aos sentidos que a idéia de natureza presente nestes destinos traz consigo. O equipamento turístico paraibano tem sido ampliado para atrair um maior número de turistas. O Plano de Desenvolvimento Turístico Integrado do Nordeste (PRODETUR NE I/PB) investiu, primeiramente, no litoral, devido a ocorrência de recursos naturais que em conjunto criam um ambiente exótico de forte poder atrativo, como as praias, falésias, manguezais e mata atlântica. O projeto turístico concentrou na região litorânea ações de saneamento nos municípios de Cabedelo e João Pessoa, ações de restauração do Patrimônio Histórico no 3

4 4 centro da Cidade Baixa da capital e a construção da Rodovia PB-008 Sul, interligando as praias do Litoral Sul ao Cabo Branco (PARAÍBA, 2002). A construção da Rodovia PB-008 no início dos anos 1990 acelerou um movimento de ocupação turística e imobiliária que havia se iniciado ainda no início dos anos 1980, porém, de forma ainda mais branda. Segundo Lima e colaboradores (2008), o Estado da Paraíba tem uma desvantagem competitiva em relação a outros estados nordestinos, onde o mercado turístico e imobiliário se encontra mais consolidado como Pernambuco, Ceará e Rio grande do Norte. Por outro lado também são bem conhecidos os sérios problemas ambientais e sociais que a atividade turística desenfreada praticada nestes últimos têm acarretado, tanto em termos de impactos ambientais quanto sociais, haja vista, de forma paradigmática, o caso das praias cearenses de Morro Branco e Praia das Fontes, ambas no município de Beberibe e Canoa Quebrada, em Aracati. Para intensificar as vantagens competitivas, o PRODETUR NE II/PB traçou a estratégia de ampliar os recursos turísticos locais para tornar o destino singular, atraente e competitivo, destino tropical, de sol e mar, tranquilo, seguro e gostoso. Através do estímulo a ampliação dos espaços de hospedagens, incluindo a construção de resorts, em diferentes pontos do litoral e das áreas de lazer noturno, concentradas no entorno do Hotel Tambaú e do Centro Histórico de João Pessoa (LIMA et al., 2008). De forma geral, os grandes projetos hoteleiros planejados e desenvolvidos no litoral nordestino aproximam-se de um caráter predatório e de insustentabilidade ambiental e social. Os grandes investimentos, como os resorts, modificam a estrutura local para receber turistas, produzindo espaços turísticos artificiais, totalmente desvinculados da realidade da localidade. Eliminando, na concepção de alguns, o incômodo visual da pobreza local e o contato e troca cultural entre turista e a população nativa (RODRIGUES, 1997). Parte do conteúdo imagético mobilizado pelos anúncios de resorts e condomínios que se instalam no litoral Sul paraibano atualmente pode ser apreendido pelas imagens a seguir: 4

5 5 Figura 1: Folder de divulgação do Mussulo Beach Resort. É interessante perceber as idéias de liberdade e contato com uma natureza exuberante e acolhedora na imagem acima. A dimensão de integração de alto padrão de lazer e conforto com as riquezas paisagísticas ficam evidentes em outra peça de divulgação do mesmo empreendimento: E com a experiência de quem sabe o que é luxo, o Mussulo by Mantra promete levar a região paraibana a oportunidade de desfrutar as belezas naturais do lugar com serviços de alto padrão.vamos então fazer a soma. De um lado, o que a natureza da Paraíba oferece de graça: matas virgens, restingas, falésias, arrecifes, praias de naturismo, piscinas naturais e o ponto mais oriental das Américas. De outro, as novidades do Mussulo Beach Resort: cerca de 96 mil metros quadrados divididos entre 102 bangalôs e uma completa estrutura de descanso e lazer para toda a família, que inclui complexo aquático, quadras para a prática de variados esportes, salas para terapia de beleza e relaxamento, restaurantes, um beach club, um completo fitness center, um centro de convenções, entre diversos outros atrativos 3. (http://www.tendenciasemercado.com.br/nossoscanais/viajando/um-resort-boutique-no-litoral-da-paraiba-verdade/#) Outro empreendimento que pode ser destacado para exemplificar o tipo de ocupação do litoral é o do Tambaba Country Clube Resort. 3 Grifos nossos. 5

6 6 Figura 2: Tambaba Country Clube Resort. O maior condomínio residencial da Paraíba. Um dos maiores do Brasil, um dos melhores do mundo lotes na forma de um resort de luxo Em meio a um espaço ecológico privilegiado. Um empreendimento para toda família, localizado no município de Pitimbu. Planejado para mostrar a você um novo patamar de qualidade em investimento, Praticidade, segurança, conforto, saúde, bem estar e lazer. ADB18C59AC&search_query=tambaba Esta é uma realidade que atualmente é alvo de um movimento a favor do turismo comunitário na Prainha do Canto Verde, município de Beberibe-CE, no qual os moradores nativos, o meio ambiente, a cultura local e o próprio modo de vida possam se coadunar de forma mais equilibrada com a atividade turística, evitando os problemas oriundos da especulação imobiliária e ocupação territorial desordenada entre outros. (MENDONÇA, 2004). O convívio dos nativos a uma gama de turistas nacionais e estrangeiros causa um forte impacto social, influenciando o modo de vida de comunidades litorâneas, a maioria pesqueira (COUTO, 2003). Os resorts também comprometem as paisagens naturais, já que a maioria deles é construída em cima de praias, dunas, falésias, estuários e manguezais que modificam e degradam o meio ambiente. Na Paraíba, nas regiões do litoral Norte e Sul, esses megaprojetos estão ou já foram implantados por empresas estrangeiras, nas praias de Lucena, Barra de Camaratuba, Carapibus e Tambaba. O Governo do Estado vê as implantações como grandes investimentos que proporcionarão geração de emprego e renda para a região (NEVES, 2009). Este cenário de mudanças no panorama econômico da região entra em choque com a preservação, pelo menos em parte, do seu maior atrativo, os belos 6

7 7 cenários naturais ainda parcialmente preservados. Referência esta que se sobressai nas imagens midiáticas e no discurso oficial que procura destacar o estado frente a outros concorrentes turísticos no cenário nordestino, como Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. (MOURA, 2008). Percebe-se nos discursos oficiais e empresariais (via propaganda turística e imobiliária) que caracterizam a região a evidência da centralidade da idéia de valorização da natureza e de suas formas de manutenção em sintonia com o otimismo do crescimento econômico via desenvolvimento sustentável. (MOURA, 2008). Cabe perguntar como estas representações foram socialmente elaboradas. Questionar os processos de elaboração dos significados da chegada do desenvolvimento via valorização imobiliária e turística e ocupação do litoral sul nas áreas em tela, até se tornarem o que conhecemos hoje. Assim refazer um percurso de construção histórico-imagética desse desenvolvimento com vistas a amparar o entendimento crítico de nosso tempo presente. Esta ocupação relativamente recente advinda, com maior ímpeto, sobretudo do início dos anos 1990 com a implantação do PRODETUR (CORIOLLANO 1998; MOURA, 2008) e da ampliação da rodovia PB-008 e com o aparente descaso do Poder Público tem provocado problemas crescentes de impactos ambientais sobre um ecosistema formado por praias, falésias, conjuntos de mata atlântica, mangues e rios. (FARIAS et all 2008; MOURA 2008). Constata-se nesse quadro ambiental a elevação do risco ambiental que condiz com a incessante busca de crescimento imposto pela modernidade contemporânea (GIDDENS, 1990; LENZI, 2006) na área em quadro a partir das novas demandas (turística, econômica e de lazer) típicas de uma mudança relativamente recente no padrão de acumulação capitalista. Nesta sai de cena um tipo de produção mais rígido, como também formas de percepção espaço-temporal e de relações sociais típicas do que David Harvey chamou de fordismo (HARVEY, 1994), para entrar em cena um padrão de produção mais solto e menos dependente da produção industrial pesada. Com forte ênfase no setor imobiliário e de serviços, ao que o mesmo autor chamou de modo de produção pós-fordista ou flexível e altamente interligada globalmente por novas redes de transporte e comunicação instantâneas (CASTELLS, 2002). Na esteira deste novo momento sócio-econômico a atividade turística se destaca como um eixo produtivo de valor fundamental (HARVEY, 1992; CORIOLANO, 1998), ao mesmo tempo em que o lazer e sua fruição se incorporam ao imaginário social 7

8 8 via mercado midiático como valores, relacionados ao que se convencionou chamar de qualidade de vida. Como afirma, Giacomini Filho, qualidade de vida, tornou-se uma expressão vaporosa e de difícil definição (2008, p. 111). Não obstante, a idéia parece apresenta-se fortemente associada a definição de um modo de vida e horizonte de experiências, sensações que aspiram a universalidade, com afirma ainda o autor, nivelando as expectativas de todas as classes sociais por um modelo frequentemente pouco sustentável em ralação ao meio-ambiente. Concomitante com o novo momento econômico global começa a surgir a também a partir dos 1970 a preocupação com a problemática ambiental e os efeitos danosos da poluição, sobre o meio ambiente e na saúde humana. Uma nova maneira de articulação política além das formas de inspiração marxista que pretendiam entender e separar a sociedade a partir, e somente, do recorte de classe e do igualitarismo socialista, começar a se esmaecer. Processo esse que se acentuou com a queda do Muro de Berlim e a decomposição da União Soviética e dos regimes socialistas do Leste Europeu. Uma nova ética e forma de participação política pela mudança social se faz presente a partir de então por demandas setoriais da sociedade e não mais das reivindicações estruturais associadas às ideologias políticas. Vê-se em destaque o movimento feminista, de negros, étnicos, de imigrantes, consumidores e, o mais importante para esta discussão, o movimento ambiental (GONH, 2002; HARVEY, 1992; GIDDENS, 1990). A noção da perspectiva de finitude da vida humana frente ao esgotamento de recursos naturais ou sua inutilização por contaminação por resíduos da civilização industrial implica numa cada vez maior visualização e divulgação da questão ambiental. Giddens identifica este momento no como de crise das promessas da modernidade, na qual a noção de risco inerente a este projeto se acentua elaborando novas perspectivas de engajamento, reação e temores frente ao mundo (GIDDENS, 1990). A partir de meados dos anos 1970 a discussão sobre as conseqüências do crescimento industrial desordenado resultante também de um consumismo descontrolado e suas consequências sobre os indivíduos, faz com que o debate sobre a questão ambiental abandone os círculos restritos científicos e seja apropriado cada vez mais pelas pessoas no cotidiano (LENZI, 2006). A partir deste movimento de mudança de perspectiva e universalização do discurso ambiental, noções como a identificação de vida saudável com a presença de um contexto natural preservado se faz sentir com mais freqüência a ponto das pessoas cada 8

9 9 vez mais preferirem se ausentar da cidade nos finais de semana e férias em busca de paz e sossego, como também, da reposição das energias junto a natureza (CORIOLANO, 1998; RODRIGUES, 1997). Essa atitude é complementada, com a concomitante valorização imobiliária das novas áreas junto a reservas verdes e praianas relativamente intocadas. Outro aspecto relevante da apropriação, reformulação e uso das representações sobre meio ambiente na Paraíba se dá no fenômeno da criação área de prática naturista na Praia de Tambaba, responsável pelo incremento da divulgação nacional e internacional do litoral Sul e conseqüente atração de mais visitantes. A noção de preservação da natureza pode ser notada com destaque na mídia que destaca, concomitantemente, Coqueirinho e Tambaba como principais cartões postais do litoral Sul do Estado. É importante destacar que as noções de valorização e conservação da natureza têm em Tambaba um forte vetor de divulgação pelo fato desta ter se tornado a primeira praia naturista 4 oficial no Nordeste, inclusive regulamentada por lei municipal. Fato este que parece evidenciar ainda mais não só a própria Tambaba, mas também as praias vizinhas de coqueirinho, Tabatinga e Carapibus. A abertura da Praia de Tambaba como praia naturista traz consigo um forte apelo midiático e discursivo, destacando-se na produção e divulgação destes valores a presença da Associação Naturista de Tambaba (SONATA) e seus associados, frequentemente oriundos da classe média, com nível superior e com forte vinculação com a formação de uma opinião preservacionista 5. É importante destacar também que a SONATA tem representação junto ao Conselho Gestor da APA de Tambaba. Outro forte vetor associado ao contexto de preservação do meio ambiente no litoral Sul é a criação da Área de Proteção Ambiental de Tambaba (APA de Tambaba) através do Decreto Estadual nº em 26 de março de 2002 abrangendo uma área de ha e ampliada em agosto de 2005, através do Decreto , quando teve sua área ampliada para ha. Não obstante o engajamento de organizações não-governamentais ambientalistas e poder público, Superintendência do Meio Ambiente (SUDEMA) e do 4 Segundo a SONATA, o naturismo além da idéia básica do mero convívio social sem roupas prega a forte integração com a natureza, sua preservação e a aceitação de si e do outros sem reservas ou preconceitos. (www.tambaba.com.br). 5 Em Outubro de 2008 a Praia de Tambaba sediou o 31º Encontro Internacional de Naturismo, que pela primeira vez foi realizado no Brasil. Por este evento a SONATA recebeu o prêmio de melhor evento turístico de 2008 promovido pela Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (ABRAJET-PB). 9

10 10 Ministério Público (MP). Com freqüência chegam através da imprensa notícias referentes à desobediência por particulares dos limites permitidos para a construção de imóveis, estabelecimento de loteamentos residenciais e hoteleiros. Em alguns casos com a conivência da prefeitura de Conde. Outra fonte geradora de impactos ambientais é própria utilização do espaço praiano por veranistas e turistas e os serviços relacionados a este uso. A disseminação de barracas de praia, bares, restaurantes e pousadas nas três praias e o aumento constante do número de visitantes acentua os problemas de desmatamento, assoreamento de fonte e rios, comprometimento de mangues e falésias, da geração de lixo e dejetos sanitários, haja vista a inexistência de rede de esgotos e tratamento adequado, bem como, coleta seletiva e eficiente do lixo gerado resultando em progressiva degradação ambiental no entorno. Figura 3: Lixo oriundo de um restaurante de luxo na praia de Coqueirinho. (Foto do autor). Figura 4: Aspecto da sobreposição entre os limites da área de preservação da APA de Tambaba e 10

11 11 um condomínio residencial em construção junto a praia de Coqueirinho. (foto do autor). A análise parte do pressuposto que apesar do quadro evidenciado pelas matérias jornalísticas de agressão ao meio ambiente na área da APA de Tambaba, ainda permanece mais evidente para o visitante comum uma idéia de forte presença da natureza em seu aspecto intocado nestas praias e arredores, além, claro, de uma também evidente admiração e busca pelo quadro da natureza como paisagem e um diferencial subjetivo associado a um rompimento com o urbano, com os lugares de reprodução da vida cotidiana. A natureza neste levantamento preliminar parece definida nas matérias jornalísticas e imagens, um valor ou patrimônio facilmente discernível pela presença da exuberante vegetação e dos cenários geográficos como falésias, cânions e praias semidesertas 6. A partir da apreensão dos visitantes e do discurso midiático este meioambiente parece de definir como algo superior e que transcende as ações humanas e sua presença, ignorando por exemplo, que a relativa fartura de matas, resquício de mata atlântica, já não se trata mais de mata nativa, e sim, em processo de recuperação. A busca pela compreensão dos processos imagéticos movimentados pelas imagens publicitárias, dos acervos fotográficos particulares e institucionais e de seu cruzamento com as narrativas de seus sentidos e historicidade da construção da ocupação do litoral Sul podem trazer a tona possibilidades de leitura da questão sócio ambiental naquela região frente aos pressupostos da noção de desenvolvimento sustentável. Além, claro, do aspecto de recuperação e divulgação de acervos iconográficos antes distantes do público e que possam se tornar índices para decifrar os sentidos e o trato que nossa sociedade confere à idéia de natureza atualmente. Esta proposta de investigação da ocupação turística/imobiliária do litoral Sul da Paraíba a partir dos acervos de imagem se define por uma perspectiva qualitativa de trabalho. Propõe, em sua continuidade, a elaboração de um quadro de sentidos das ações e do universo das representações sociais pertinentes a experiência dos atores 6 Sobre este aspecto de representação da natureza ver em especial o artigo em anexo, Tabatinga, Tambaba e Coqueirinho: o paraíso é aqui. 11

12 12 sociais que fizeram/fazem os espaço social das praias de Carapibus, Tabatinga, Coqueirinho e Tambaba a partir da análise imagética. Desta forma, concorda que a interrogação sobre como se constituem, compreensivamente, as noções representação ambiental, articuladas em um diálogo entre a percepção ambiental, as práticas sociais e o discurso oficial de desenvolvimento sustentável, apresentam-se possibilidade para o desenvolvimento de um quadro de referência no qual a imagem, memória e cultura sejam as chaves para a elucidação do processo histórico de mudança relativamente recente do litoral sul a partir do turismo, lazer e investimentos imobiliários. Aqui se entende a cultura como o terreno onde se fincam os marcos visíveis e invisíveis de definição do grupo social, e que a aproximação interpretativa do pesquisador junto ao grupo, e as fontes produzidas por este pode permitir o esclarecimento de indícios a partir dos quais seja possível reconstruir analiticamente a sua rede simbólica, o habitus, sobre o qual se define o ser do grupo, no caso especifico da pesquisa, da idéia de meio ambiente e desenvolvimento a partir da compreensão das imagens. De acordo com Geertz, como sistemas entrelaçados de signos interpretáveis (...), a cultura não é um poder, algo ao qual podem ser atribuídos casualmente os acontecimentos sociais, os comportamentos, sociais, os comportamentos, as instituições ou os processos; ela é um contexto, algo dentro do qual eles podem ser descritos de forma inteligível isto é, descritos com densidade (Geertz, 1989, p. 24). Pretende-se que a descrição densa (GEETZ, 1989) aplicada aos conteúdos imagéticos e de memória, seja uma ferramenta conceitual de suma importância no percurso investigativo. Esta se faz presente dentro do movimento mais amplo de uma leitura etnográfica do objeto, do estranhamento em relação ao mesmo e da constituição de uma gramática de significados. Apesar de uma idéia basilar no fazer antropológico, faz-se premente essa observação metodológica pela necessidade de transformar os cenários turísticos praianos tão familiares, pois que cotidianamente presentes nos finais de semana, períodos de férias e peças publicitárias, nesse algo estranhado que precisa ser lido a partir dos códigos específicos que carrega consigo. Desta forma orientando-se pela proposição de Geertz quando define a ação da etnografia como a tentativa de ler (no sentido de construir uma leitura de ) um manuscrito estranho, desbotado, cheio de elipses, incoerências, emendas suspeitas e comentários tendenciosos,. (1989, p. 20). 12

13 13 Portanto, além da análise das imagens e seu cruzamento com acervos documentais, os relatos orais e as representações que evocam, serão também instrumentos fundamentais desta pesquisa para a tentativa de esclarecimento dos sentidos e práticas ambientais históricos nas praias em questão. Esta proposta pretende aumentar a compreensão sobre a elaboração e cognição das representações sobre meio ambiente e conservação tanto para aumentar a massa crítica nos debates sobre desenvolvimento sustentável a partir de dados empíricos quanto para ajudar no estabelecimento e acompanhamento de novas e eficientes políticas públicas de preservação. A questão da percepção ambiental voltada para a ocupação imobiliária e sua discussão acadêmica ainda é relativamente recente para sociologia/antropologia ambientais e no Estado da Paraíba, em especial em relação ao estudo do litoral Sul, ela é ainda dá os primeiros passos em termos de escala frente a temas mais consagrados, como o estudo dos impactos ambientais. Os acervos iconográficos da ocupação e mudança do litoral Sul são pouco ou nada conhecidos do público mais amplo, pretende-se que sua divulgação contribua para o fortalecimento da dimensão de natureza tomada como patrimônio coletivo nas áreas em questão. Por último, outra contribuição da proposta será a elucidação de dinâmicas sócio-espaciais e de práticas territoriais para a elaboração de projetos de educação ambiental mais condizentes com a realidade das praias em foco e com uma proposta de turismo efetivamente sustentável. ANEXO 1 TABATINGA, TAMBABA E COQUEIRINHO: O PARAÍSO É AQUI Jornal O Norte. Domingo, 22 de Junho de h11 Vinho tinto à borda da piscina, casais embalados pela brisa do mar e um luar impagável. Parece cena de novela, mas nada mais real para quem se hospeda em uma das pousadas à beira-mar da praia de Tabatinga, no litoral Sul do Estado. Contando com o melhor em infra-estrutura para acomodar os turistas mais exigentes, Tabatinga conta com pousadas em estilo rústico belíssimas que oferecem serviços variados e de qualidade. Uma delas é a Pousada das Conchas, toda decorada em madeira, vidro e cordas, com redes à beira-mar, piscinas e fontes. Se durante a noite o cenário é, no mínimo, romântico, já nos primeiros raios de sol 13

14 14 Tabatinga se mostra uma praia tão bela quanto pouco explorada. O cenário de areias claras e o mar tranqüilo pode ser quebrado por um pescador que caminha depois de um dia de trabalho. Se Tabatinga tivesse um pseudônimo seria Praia da Tranqüilidade. Um belo canyon em frente ao Atlântico Mais ao sul, a Praia de Coqueirinho se mostra uma das prediletas dos turistas. Além de uma boa infra-estrutura de barraquinhas e restaurantes, o local faz jus ao nome - é um dos poucos trechos de praia do litoral Sul do Estado em que pode-se desfrutar a sombra fresca e natural dos coqueiros. Também com acesso complicado, ao descer a rampa que leva à praia o visitante pode escolher seguir para esquerda ou direita. Tudo é Coqueirinho, mas com cenários diferentes: à esquerda, os bares, mais agitação; à direita, areias mais tranqüilas, acesso quase fechado pelos moradores, um restaurante com uma vista belíssima e um canyon pra lá de curioso, aonde o vento do Atlântico vai moldando esculturas em miniatura dignas de um cenário do filme O Senhor dos Anéis. Mas é preciso estar atento às formações nas paredes desse belo vale. Naturismo internacional no Conde Aproximadamente quatro quilômetros ao sul, e finalmente fechando as praias que compõem o litoral pertencente ao município do Conde - e que somam 144 km quadrados de belas paisagens -, está a famosa Tambaba. Primeira praia oficial de naturismo do Nordeste e segunda do Brasil, Tambaba fascina antes mesmo que se pise os pés em suas areias. Do mirante construído pela Prefeitura do Conde, uma pintura nada abstrata salta à vista. Falésias de até 20 metros de altura protegem e fazem uma separação natural entre a área onde ficam visitantes que apenas vêm curtir o lugar e os adeptos do naturismo. Para entrar na área de aproximadamente 400 metros destinada a esse segundo grupo é preciso saber das condições: homens sem companhia não entram, nada de nudismo parcial (tipo top less), fotografias sem autorização são terminantemente proibidas e atitudes obscenas ou que causem constrangimento também. Está tudo numa placa enorme, na entrada da área reservada aos naturistas. Depois de tantos avisos, quem não se sentir à vontade para tirar a roupa pode ficar no Bar do Xexéu, na parte dos vestidos, digamos assim. Uma espécie de palhoça com primeiro piso literalmente em frente ao mar. Cruzar o acesso a Tambaba, porém, causa uma sensação de estar descobrindo um lugar totalmente inusitado. Não é bem assim. A praia é, sem dúvida, linda como poucas, com uma área de pedras vulcânicas típicas desse litoral - e onde a maioria dos naturistas prefere estar, além do Bar. Afora isso, o que se vê é uma normalidade em todos estarem totalmente nus. A naturalidade da situação é tamanha que estar vestido num lugar como Tambaba é como ir à praia de paletó, gravata e sapato bico fino. Em dias de alta estação, chegam a passar pela pequena área de naturismo até pessoas em feriados e finais de semana. O presidente da entidade cuida da preservação ambientam da praia - a Sonata (Associação de Naturismo da Paraíba) -, José Damasceno Filho, vê no apoio oficial um ponto forte para manter Tambaba conhecido internacionalmente. "Esta é a primeira praia de naturismo apoiada pela prefeitura local", enfatiza Damasceno, elogiando os cuidados do Prefeito do Conde, Temístocles Ribeiro. 14

15 15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA A. R. B; BRAMBILLA A.; PAIVA J. Turismo, Sensibilização E Cidadania Na Comunidade Da Praia Da Penha. Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes Departamento de Comunicação e Turismo. Encontro de extensão UFPB-PRAC. ALMEIDA, Fernando. Os Desafios da Sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elvesier BARBOSA, A. G. Produção do espaço e transformações urbanas no litoral Sul de João Pessoa PB. UFRN (Dissertação de Mestrado) Centro de ciências Humanas, letras e artes. Natal BARRETO, R. O. ; ALVARENGA, L. C. A.. Meio Ambiente e Turismo Buscando Sustentabilidade e Melhoria de Vida. Um estudo de caso na APA do litoral norte da Bahia. In: II Encontro Interdisciplinar de Ecoturismo em Unidades de Conservação. Congresso Nacional de Ecoturismo - CONECOTUR, 2007, Itatiaia - RJ. Anais do II Encontro Interdisciplinar de Ecoturismo em Unidades de Conservação. Congresso Nacional de Ecoturismo - CONECOTUR. São PAulo : Physis Cultura e Ambiente, v. 1. BERNAL, C. Especulação imobiliária e turismo no Ceará. In: Anais do II Seminário Internacional de Turismo Sustentável, CABRAL, A. K. P. As Políticas Regionais De Turismo E As Ações Do Prodetur/Ne Em João Pessoa. Revista Global Tourism, CASTELLS. M. A Sociedade em Rede. V. I, 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, CORIOLANO, Luzia Neide M. T. Do Local ao Global: o turismo litorâneo cearense. Campinas: Papirus COUTO, R. C. Impacto social do turismo, os impactos causados pela hotelaria nas comunidades locais, estudo de caso: complexo Costa do Sauípe, Monografia (curso MBA em Turismo, Hotelaria e Entretenimento) - Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. CUNHA LIMA, F.B. ; OLIVEIRA, L. S. ; SANSON, M. S.. Análise Critica do Prodetur NE- II:Um estudo de caso do pólo das piscinas - Paraiba. In: Anais do V Semintur de Pesquisa em Turismo do Mercosul, 2008, Caxias do Sul. DEBEUS, G.; CRISPIM, M. C. O turismo nas piscinas naturais de Picãozinho, João Pessoa, PB Percepções, conflitos e alternativas. Revistas de estudos ambientais. V. 10, n. 1, p , jan

16 16 FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Mirian L. Moreira (orgs.). Desafios da imagem: fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas: Papirus, GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, GIACOMINI FILHO, Gino. Meio Ambiente e Consumismo. São Paulo, SENAC, GIDDENS, Anthony. As Conseqüências da Modernidade. 2ª reimpressão. São Paulo: UNESP, GOHN, Maria da G. Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. 3 edição. São Paulo: Loyola, HARVEY, David. A Condição Pós-Moderna. 5ª edição. São Paulo: Loyola JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. Campinas: Papirus, 1996 JÚNIOR, X. S. S. S., ALTO. C. A. Turismo e espaço: uma leitura geografica da interferência da atividade turística no processo de (re)organização sócio-especial do município de João Pessoa-PB. Scripta nova : revista electrónica de geografia y ciencias soliales. IX, 194 (116), LENZI, Cristiano L. Sociologia Ambiental: risco e sustentabildade na modernidade. Bauru, SP: EDUSC, LIMA, F. B. C., SOUSA, L. O. & SANSON, M. S. Análise Crítica do Planejamento Turístico do PRODETUR NE II: Um Estudo de Caso do Pólo das Piscinas Paraíba. In: V SeminTUR, LOUREIRO, C. F. B; CASTRO, Ronaldo Sousa de.; LAYRARGUES, Philippe Pomier. (orgs.). Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania. 3ª Edição. São Paulo: Cortez MENDONÇA, Teresa Cristina M. de. Turismo e participação comunitária: Prainha do Canto Verde a Canoa que não quebrou e a Fonte que não Secou? Dissertação. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa EICOS/IP, Rio de Janeiro, RJ MOURA, A. K. C. O Mito do desenvolvimento sustentável da atividade turística: uma análise crítica das teorias da sustentabilidade, das políticas públicas e do discurso oficial do turismo na Paraíba. Dissertação. Universidade Federal da Paraíba, PRODEMA. João Pessoa, PB NORA, Pierre. Entre Memória e História: a problemática dos lugares. In. Projeto História, nº 10, São Paulo: PUC: PAES-LUCHIARI, Maria Teresa (org.). Patrimônio, natureza e cultura. Campinas: papirus, PARAÍBA. Secretaria de Turismo. Relatório PRODETUR NE I/PB, João Pessoa,

17 17 PEDROSA, E. C. T.; MENESES, L. F.; VIANNA, P. C. G. Uso e ocupação da terra na Área de Proteção Ambiental Tambaba-Paraíba. In: I Seminário Luso-Brasileiro Caboverdiano, 2006, João Pessoa. Anais do Seminário Luso-Brasileiro Caboverdiano. João Pessoa : Editora Universitária UFPB, PORTILHO, Fátima. Sustentabilidade Ambiental, Consumo e Cidadania. São Paulo: Cortez RODRIGUES, Adyr B. Turismo e Espaço: rumo a um conhecimento transdiciplinar. São Paulo: Hucitec SANSOLO, Davis G. Os espaços do patrimônio natural: o olhar do turismo. In. PAES- LUCHIARI, Maria Teresa (org.). Patrimônio, natureza e cultura. Campinas: papirus, SÃO PAULO (cidade). Secretaria Municipal de Cultura. Departamento de patrimônio Histórico. Direito à memória; patrimônio histórico e cidadania / DHP. São Paulo: DHP, SEABRA, G. F. Turismo insustentável: degradação da cultura e do meio ambiente no estado da Paraíba. Revista Paraibana de Geografia, João Pessoa, v. 2, n. 1, p , SILVA, A. G.. O turismo e as transformações sócio-espaciais na comunidade de nossa senhora da penha em João Pessoa PB. Dissertação. Universidade Federal da Paraíba CCEN. João Pessoa, PB SILVA, L. M. T. et al. Uso e ocupação do litoral sul da Paraíba: o caso de Jacarapé. Revista Cadernos do Logepa Série Texto Didático. Ano 2, n.º 3, p VEIGA, José Eli da. (2005) Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond. 17

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA NA PONTE DO RIO SÃO JORGE/PARQUE NACIONAL DOS CAMPOS GERAIS Andressa Stefany Teles Jasmine Cardoso Moreira Victor Emanuel Carbonar Santos RESUMO: Impactos negativos

Leia mais

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC

SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC SEGMENTAÇÃO DO PUBLICO PARA UMA ECOPOUSADA EM IBIRAMA SC 1 INTRODUÇÃO Alice Mecabô 1 ; Bruna Medeiro 2 ; Marco Aurelio Dias 3 O turismo é uma atividade que hoje é considerada um dos meios econômicos que

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP Movimentos sociais e internet: uma análise sobre as manifestações de 2013 no Brasil Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista,

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais

Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais Rodolfo Finatti rodolfofinatti@yahoo.com.br FFLCH/USP Palavras-chave: condomínio empresarial, Região

Leia mais

A Evolução da Mídia Exterior. Dados Demográfi cos GAROPABA

A Evolução da Mídia Exterior. Dados Demográfi cos GAROPABA A Evolução da Mídia Exterior Dados Demográfi cos GAROPABA GAROPABA Considerada um paraíso à beira-mar, Garopaba possui praias de mar manso e também outras reconhecidas internacionalmente pela prática do

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty

Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty Relatório de Estatística Descritiva Bourbon Festival Paraty Pesquisa de satisfação 2014 S E C R E T A R I A D E T U R I S M O DE P A R A T Y PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Durante os dias 24 e 25 de junho

Leia mais

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO 148 Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO Wellington Lima Pereira; Cleide Amorim Leite RESUMO

Leia mais

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL UNITAU - Universidade de Taubaté CBH-PS Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul Trabalho realizado

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE INTRODUÇÃO José Izael Fernandes da Paz UEPB joseizaelpb@hotmail.com Esse trabalho tem um propósito particular pertinente de abrir

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG)

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) SÉRGIO HENRIQUE DE CAMPOS ESPORTE 1 e ANA RUTE DO VALE 2 sergio_h13@hotmail.com, ana.vale@unifal-md.edu.br 1 Bolsista de iniciação científica

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 072-MA

FICHA PROJETO - nº 072-MA FICHA PROJETO - nº 072-MA Mata Atlântica Grande Projeto TÍTULO: Vereda do Desenvolvimento Sustentável da Comunidade de Canoas: um Projeto Demonstrativo da Conservação da Mata Atlântica. 2) MUNICÍPIOS DE

Leia mais

Empreendimentos Imobiliários

Empreendimentos Imobiliários SINDUSCONPREMIUM 2013 ETAPA LITORAL NORTE 1ª EDIÇÃO Categoria Empreendimentos Imobiliários Edificação Residencial Unifamiliar - Black House 01 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA O escritório Torres & Bello Arquitetos

Leia mais

DESCRITIVO DE PASSEIOS

DESCRITIVO DE PASSEIOS DESCRITIVO DE PASSEIOS BEACH PARK Localizada 25 km de Fortaleza, está a praia de Porto das Dunas, onde fica o Complexo Turístico do Beach park, composto do maior parque aquático da América Latina, com

Leia mais

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará Capítulo do Livro: Série Integração, Transformação e Desenvolvimento: Áreas Protegidas e Biodiversidade Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. 2012. Planejamento Turístico para

Leia mais

A TRANSFORMAÇÃO E OS PROBLEMAS CAUSADOS PELO LOTEAMENTO HAMILTON CAVALCANTE NA PAISAGEM DA CIDADE DE BELÉM-PB.

A TRANSFORMAÇÃO E OS PROBLEMAS CAUSADOS PELO LOTEAMENTO HAMILTON CAVALCANTE NA PAISAGEM DA CIDADE DE BELÉM-PB. A TRANSFORMAÇÃO E OS PROBLEMAS CAUSADOS PELO LOTEAMENTO HAMILTON CAVALCANTE NA PAISAGEM DA CIDADE DE BELÉM-PB. Natan Gomes de Oliveira Graduando em Licenciatura plena do curso de Geografia UEPB/Guarabira/PB.

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução

Palavras-chave: Turismo; Educação Ambiental; Escola. 1. Introdução A Educação Ambiental como Pressuposto para um Turismo Sustentável 1 Cristine Gerhardt Rheinheimer 2 Teresinha Guerra 3 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo Chegamos a um ponto de nossa trajetória

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS 22 de Outubro de 2014 AGENDA Relembrar o conceito de Plano Municipal de Turismo Etapas percorridas no desenvolvimento do PMT de Farroupilha

Leia mais

PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO

PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO Maria do Socorro dos Santos EEEFM José Soares de Carvalho socorrosantosgba@gmail.com Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS Cínthia dos Santos Sêna 1 Esp Luziane Albuquerque 2 RESUMO O presente trabalho visa analisar as diversas paisagens que compõem a

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM

Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Plano de Fiscalização de Unidades de Conservação - SIM Formação Socioambiental 3º Encontro Planejando intervenções Polo 6 P.E. Serra do Mar Núcleo Caraguatatuba Algo que pode provocar ou, também, inspirar...

Leia mais

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE

CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE INPE-8984-PUD/62 CAPÍTULO 12 USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO COMO RECURSO DIDÁTICO PEDAGÓGICO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE Vânia Maria Nunes dos Santos INPE São José dos Campos 2002 C A P Í T U L O 12

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR FABIA GRAVINA VIEIRA ROCHA Colégio e Faculdade Modelo do Paraná- Curitiba/PR fabiagravina@hotmail.com RESUMO Sensível à necessidade de reflexão sobre as relações dos seres

Leia mais

Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras

Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras Carla Moura de Paulo Gestora Ambiental, Mestra e Doutoranda em Ciência Ambiental PROCAM/USP carla.moura@usp.br

Leia mais

TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA

TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA Alexandro Ferreira Reis Carlos Eduardo Brasil Campos Rossana Souza Almeida, Esp. (Orientadora) Este estudo tem como objetivo

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

JUQUEHY S I N G U L A R, C O M O V O C Ê.

JUQUEHY S I N G U L A R, C O M O V O C Ê. JUQUEHY S I N G U L A R, C O M O V O C Ê. Foto do local FRONT BEACH JUQUEHY. UM BRINDE AO SEU MELHOR MOMENTO. Contemplar o mar, o nascer e o pôr do sol. Sentir a brisa do oceano tocar o seu corpo. Pisar

Leia mais

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento

Leia mais

O turismo e os recursos humanos

O turismo e os recursos humanos Introdução O turismo e os recursos humanos Belíssimas praias, dunas, cachoeiras, cavernas, montanhas, florestas, falésias, rios, lagos, manguezais etc.: sem dúvida, o principal destaque do Brasil no setor

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio Cláudio Roberto Ribeiro Martins claudiorrmartins@gmail.com FCT/UNESP - Presidente Prudente Palavras-chave:

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

A POLÍTICA AMBIENTAL NAS EMPRESAS

A POLÍTICA AMBIENTAL NAS EMPRESAS SEMANA AMBIENTAL NA BRASIMET 2006 CIDADANIA E EDUCAÇÃO PARA UM PLANETA MELHOR A POLÍTICA AMBIENTAL NAS EMPRESAS A atual conjuntura econômica e os novos cenários sócio-ambientais nacionais e internacionais

Leia mais

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento

Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento 270 Eixo Temático ET-04-007 - Gestão Ambiental em Saneamento LEVANTAMENTO DA TUBULAÇÃO DE CIMENTO-AMIANTO NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL - PARAÍBA Maria Auxiliadora Freitas

Leia mais

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC)

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC) Título (Limite de 250 caracteres incluindo os espaços) Título: Relações Públicas e Ferramentas de Comunicação um estudo abordando à realidade de Ibitinga A capital nacional do bordado 1 Autores (Incluir

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB)

Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB) Embrapa elabora estudo sobre gestão ambiental de estabelecimentos rurais na APA da Barra do Rio Mamanguape (PB) Geraldo Stachetti Rodrigues Maria Cristina Tordin Jaguariúna, junho 2005. A equipe de pesquisadores

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

METAMORFOSES NA PAISAGEM PELA TURISTIFICAÇÃO DO RURAL EM UBERLÂNDIA - MG

METAMORFOSES NA PAISAGEM PELA TURISTIFICAÇÃO DO RURAL EM UBERLÂNDIA - MG METAMORFOSES NA PAISAGEM PELA TURISTIFICAÇÃO DO RURAL EM UBERLÂNDIA - MG Raphaella Karla Portes Beserra raphaella_udi@hotmail.com Geografia - Universidade Federal de Uberlândia 375 Resumo Jéssica Soares

Leia mais

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade)

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) IDEIA FORÇA Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) DETALHAMENTO: Mobilidade humana (trabalhador precisa respeito); Melhorar a qualidade e quantidade de transporte coletivo (Lei da oferta

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. Iron House Real Estate

RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA. Iron House Real Estate INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL-AERONÁUTICA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Iron House Real Estate São Paulo-SP, 18 novembro de 2013 Herton Ferreira Cabral Junior FOLHA DE APROVAÇÃO

Leia mais

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Este relatório tem como objetivo apresentar as atividades executadas pelo grupo de pesquisa da Faculdade

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

TETRA PAK E ONG NOOLHAR Projeto Cultura Ambiental nas Escolas Oficina Educação para Sustentabilidade

TETRA PAK E ONG NOOLHAR Projeto Cultura Ambiental nas Escolas Oficina Educação para Sustentabilidade TETRA PAK E ONG NOOLHAR Projeto Oficina Educação para Sustentabilidade Sala de Capacitação do Centro Paulo Freire Recife, Pernambuco (PE) Educador Ambiental: William Monteiro Rocha Cidade: Recife (Pernambuco)

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES.

NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES. 1 NATAL SUSTENTÁVEL: UMA PROPOSTA PRÁTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA PELO PROEJA EDIFICAÇÕES. FREITAS, Samylla Tassia Ferreira de¹; SILVA, Thariny Alves²; SOUSA, Leticia Ferreira de³; OLIVEIRA, Sandra

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

3.10.1. Educação da Comunidade para o Turismo

3.10.1. Educação da Comunidade para o Turismo PRODETUR NE-II PDITS Salvador e Entorno3.10.1 Capacitação da Comunidade para o Turismo 410 3.10.1. Educação da Comunidade para o Turismo Introdução O objetivo deste capítulo é analisar o nível de conscientização

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS

PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS Anja Meder Steinbach Bióloga Mestre em Desenvolvimento Regional Fundação Agência de água do Vale do Itajaí Camila Schreiber

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA: GEOGRAFIA - PROFESSOR: ADEMIR REMPEL SÉRIE: 8º

Leia mais

63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás.

63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás. 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência 10 a 15 de junho de 2011 UFG Goiânia, Goiás. Comunicação, Ciência e Conservação do Cerrado: Mídia e Jornalismo na conscientização e

Leia mais

Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB

Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB 203 Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB Tarcísio Valério da Costa Universidade Federal da Paraíba/Pró

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1

RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1 1 RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ATIVIDADE TURÍSTICA, NO MUNICÍPIO DE JARDIM MS SILVANA APARECIDA L. MORETTI 1 RESUMO: Este trabalho pretende discutir a relação existente entre educação e organização

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

BAIRRO PLANEJADO COMPLETO CONDOMÍNIO HORIZONTAL

BAIRRO PLANEJADO COMPLETO CONDOMÍNIO HORIZONTAL BAIRRO PLANEJADO COMPLETO CONDOMÍNIO HORIZONTAL CONDOMÍNIOS HORIZONTAIS EM UM BAIRRO PLANEJADO COMPLETO. O principal projeto imobiliário em desenvolvimento no stado do Pará; Um bairro planejado com mais

Leia mais

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO Janelene Freire Diniz, Adeilton Padre de Paz, Hellen Regina Guimarães da Silva, Verônica Evangelista de Lima RESUMO Departamento de Química, Universidade

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

O nascer do sol é um espetáculo que se repete todos os dias, mas sempre é diferente. Assistir a isso no melhor lugar do mundo é um privilégio de quem

O nascer do sol é um espetáculo que se repete todos os dias, mas sempre é diferente. Assistir a isso no melhor lugar do mundo é um privilégio de quem O nascer do sol é um espetáculo que se repete todos os dias, mas sempre é diferente. Assistir a isso no melhor lugar do mundo é um privilégio de quem escolheu o Solar Tambaú. Localizado à beira-mar de

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente MEDIDAS DE SANEAMENTO BÁSICO OU RUAS CALÇADAS? Angela Maria de Oliveira Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Márcia Finimundi Barbieri Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Resumo Este

Leia mais

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i INTRODUÇÃO Entre as inúmeras formas de diálogo que a UFRB (Universidade

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE IMPACTOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO DAS ÁGUAS DA REPRESA DE FURNAS NO ENTORNO DO MUNICÍPIO DE ALFENAS-MG FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando

Leia mais

Recreio dos Bandeirantes. Fotos Ilustrativas

Recreio dos Bandeirantes. Fotos Ilustrativas Praia, sol e mar inspirando seus negócios e suas férias. No Heritage você terá um belíssimo cartão postal na sua janela e serviços de primeira classe ao seu alcance. Ande descalço, sinta a leveza do mar,

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais AS TRANSFORMAÇÕES ESPACIAIS NA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO A PARTIR DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PARA COPA DO MUNDO EM 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016 Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente de Gestão Ambiental do DAAE

Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente de Gestão Ambiental do DAAE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO FERRAMENTA PARA O PLANEJAMENTO DA GESTÃO DO SANEAMENTO TEMA VII.c: EDUCAÇÂO AMBIENTAL Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Resíduos Sólidos Programa Lixo Alternativo Situação atual de Guaraqueçaba: Volume diário 4m³ (aproximadamente 1 tonelada/dia) Coleta: Diária em 980 unidades domésticas / 135 comerciais / 2 industriais

Leia mais

Planejamento de Marketing

Planejamento de Marketing PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais