Foi sob o signo da confiança que decorreu,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Foi sob o signo da confiança que decorreu,"

Transcrição

1 FOTOGRAFIA: DIANA QUINTELA OUTUBRO 10 EDIÇÃO 30 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO JORNAL DIÁRIO DE NOTÍCIAS E SEMANÁRIO SOL (ANGOLA, MOÇAMBIQUE E CABO VERDE) PORTUGAL TECNOLÓGICO DIABETES: COMO PREVENIR? VIII ENCONTRO DE ECONOMISTAS DE LÍNGUA PORTUGUESA No mercado segurador, é necessário reafirmar a lógica de cooperação na Península Ibérica, garante ANTÓNIO VILELA, PRESIDENTE DA APROSE (I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS EM DESTAQUE)

2 05 SEGUROS O sector segurador enfrenta hoje desafios ao nível da criação e gestão de valor, que se prendem, por um lado, com a ética comercial, harmonização do mercado e formação de preços e, por outro, com as exigências financeiras da União Europeia, ao abrigo do projecto Solvência II. Fique a conhecer alguns dos contornos do I Fórum Ibérico dos Seguros e uma breve visão do Presidente da Associação Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros, António Vilela. I Fórum Ibérico dos Seguros FIS Portugal e Espanha: O Desafio do Mercado Ibérico dos Seguros RQ30 // SEGUROS: I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS 2010 >> 14 de Outubro de 2010 Hotel Tiara Park Atlantic Lisboa A reinvenção da confiança num mundo em mutação Foi sob o signo da confiança que decorreu, no passado dia 14 de Outubro de 2010, no Hotel Tiara Park Atlantic, em Lisboa, o I Fórum Ibérico dos Seguros, subordinado ao tema Portugal e Espanha: O Desafio do Mercado Ibérico dos Seguros. António Vilela, presidente da Associação Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros (APROSE) e José María Campadaval Castellvi, presidente do Consejo General de los Colegios de Mediadores de Seguros, entidade espanhola congénere da APROSE, foram os anfitriões deste evento que contou com a participação de um distinto leque de oradores, distribuídos por três sessões. A conferência inaugural esteve a cargo de Gustavo de Aristegui, Deputado e Porta-voz dos Assuntos Parlamentares do Partido Popular no Parlamento de Espanha, tendose seguido duas mesas redondas dedicadas, respectivamente, à Situação dos Mercados e Modelos de Negócio e às Relações transfronteiriças de negócio: seguradores e mediadores de seguros. Nesta ocasião foi lançado o novo livro Xeque à Globalização de José António Almaça, professor catedrático de Economia, seguido de um jantar onde António Vilela e José María Campadaval Castellvi assinaram o Protocolo de Cooperação Internacional APROSE Consejo General, tendo em vista, por um lado, o reforço do desenvolvimento de um mercado comum ibérico e, por outro, a conquista de massa crítica nas instâncias internacionais representativas do mercado segurador. Um novo ciclo se abrirá Os momentos difíceis que a Economia, a Sociedade e a Política atravessam exigem aos cidadãos coragem, perseverança e criatividade. Na sua intervenção, Gustavo de Aristegui chamou estes desígnios até si e, inspirado pelo conceito de luz e sombra de uma História ibérica comum - ora brilhante, consagrada nos Descobrimentos, ora obscura, sofrida nos conflitos - vaticinou que um dia se cumprirá a importância estratégica dos dois países. Iluminado pelo conceito de profunda transformação global que estamos a viver, a mensagem de Gustavo de Aristegui ganha uma dimensão quase oracular na forma como perspectiva as sinergias que deverão ser seguidas, nomeadamente através da potenciação das heranças identitárias mais tradicionalistas como a língua, o território e os costumes. Considerando que Portugal e Espanha devem transformar as suas actuais incertezas em oportunidades, Aristegui mostra-se muito confiante nas mais-valias que o mercado ibérico poderá trazer ao reconhecimento da soberania além-fronteiras. Em busca de referências comuns O conhecimento mútuo da realidade dos mercados, na perspectiva económica e legislativa, princípio norteador deste I Fórum Ibérico dos Seguros, implicou, em primeira instância, a percepção de ameaças e oportunidades de que não é despiciendo o foco constante na necessidade de maior ética nos negócios, da valorização do processo de venda e da constituição de margens realistas, face à grande disparidade de preços que a concorrência traz ao mercado liberalizado. Existe, igualmente, a necessidade de conceder uma maior normalização da informação prestada aos clientes e uma devida harmonização do mercado com base na adaptação do risco às necessidades de cada consumidor. Na medida em que a legislação e a supervisão têm garantido um desenvolvimento sustentável do mercado segurador, assume particular importância o cumprimento do disposto no Solvência II, o novo conjunto de requisitos regulamentares de índole financeira para as empresas de seguros que operam na União Europeia. 5

3 >> RQ30 // SEGUROS: I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS 2010 Entrevista a António Vilela, Presidente da Associação Portuguesa dos Produtores Profissionais de Seguros (APROSE), entidade co-organizadora do evento Quais é que são as grandes conclusões que emergem do I Fórum Ibérico dos Seguros? A primeira grande conclusão que eu tiro é a da necessidade de reafirmar a lógica de cooperação na Península Ibérica, na medida em que Portugal e Espanha são dois países vizinhos, sem fronteiras, constituintes de dois mercados muito semelhantes, mas não exactamente iguais, que têm vivido, absurdamente, de costas voltadas. Há uma seguradora espanhola que investiu fortemente em Portugal, a Mapfre, numa base de que não houve muito mais replicações. Por sua vez, há uma seguradora portuguesa que investiu muito em Espanha, a Fidelidade Mundial, integrante do Grupo Caixa Geral de Depósitos. Se outro mérito este Fórum não tivesse, teve pelo menos o de afirmar que afinal estamos cá e temos tudo a ganhar, se deixarmos de estar de costas e colaborarmos uns com os outros. O mercado não vai crescer, milagrosamente, por nos juntarmos e pelo facto de habitarem nos dois países cerca de 50 milhões de pessoas, mas abrem-se novas oportunidades para os operadores. Um outro aspecto importante, que também nos satisfez, é que há lugar para existir regularmente um encontro desta natureza. Um dos pontos debatidos no Fórum foi o do desenvolvimento do mercado com base em parcerias descentralizadas. Que caminho há a percorrer neste sentido? Neste momento há sistemas que colocam um cliente deslocalizado em contacto com um novo corretor que corresponda às suas necessidades, por iniciativa do seu agente inicial. Considero, obviamente, José María Campadaval Castellví e António Vilela assinando o protocolo de cooperação Internacional entre o Consejo General e a APROSE que é uma iniciativa interessante, mas não podemos esquecer que o direito à escolha do mediador é da responsabilidade do cliente e que deve existir uma boa articulação do processo. Em que pilares assenta o protocolo assinado entre a APROSE e o Consejo General de los Colegios de Mediadores de Seguros? O protocolo estabelece uma base de entendimento entre Portugal e Espanha no seio da Confederação Europeia de Seguros (European Confederation Insurance), na COPAPROSE - Confederación Panamericana de Productores de Seguros, em que estamos representados a lado a lado com os países da América Latina e com os Estados Unidos da América, bem como na Federação Mundial de mediadores de seguros (WFII). No passado, sempre que Portugal e Espanha alinharam posições, nós conseguimos resultados extremamente positivos para todos, o que garante massa crítica de decisão e o desenvolvimento harmonizado de um mercado comum. Sendo a lusofonia um apelativo cartão-de-visita para estabelecer contactos com países em pleno crescimento, quer em África, quer na América Latina, o que é que falta a Portugal para se afirmar nestes mercados emergentes? Temos um capital enorme que é a nossa língua e somos, efectivamente, a porta para a África Lusófona, mas o que é certo é que não temos sabido potenciar os eixos que esta herança cultural proporciona, tanto em África, como na América. Nesse campo particular os espanhóis têm sido mais inteligentes do que nós e não dá para adiar muito mais o que é inadiável, no entanto há que ter em conta que ao avançar para mercados maduros como o Brasil, terá de se aportar inovação e competitividade aos projectos a desenvolver. Considera que a credibilização do sector dos Seguros passa pelo reforço da importância da ética do negócio e da valorização da venda, como é frequentemente apontado pelos seus pares? O que eu penso como representante dos operadores, é que mais do que vendedores, somos conselheiros e, mais do que isso, os alfaiates do fato por medida que cada risco precisa. Quando nos reduzem à mera expressão de distribuidores, não gostamos muito, porque muitas vezes distribuímos aquilo que nós próprios concebemos. Temos uma fábrica que são as seguradoras, detentoras de uma panóplia de capacidades de subscrição de riscos. O que nós temos é de adaptar os riscos à necessidade de cada consumidor. Quando se foca a questão da remuneração e da transparência, que vem focada na próxima directiva Solvência II, o novo conjunto de requisitos regulamentares para as empresas de seguros que operam na União Europeia, há que não esquecer que a mediação profissional de seguros acrescenta valor ao negócio e presta serviço às seguradoras e aos clientes. Neste momento, que mensagem é que gostaria de enviar aos profissionais de seguros e aos leitores? Uma palavra: Esperança. 6

4 RQ30 // SEGUROS: I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS 2010 >> I Fórum Ibérico dos Seguros FIS TESTEMUNHOS DOS ORADORES Conferência inaugural: Portugal e Espanha como eixo da triangulação económica e política do século XXI «Num tempo de ameaças, incertezas, mas também de oportunidades, é estratégico olhar para o mercado ibérico como um desafio comum. E no momento presente talvez nenhum outro sector tenha entendido tão bem esse desafio como o dos Seguros». «Um dia far-se-á justiça sobre o valor que estas duas nações [Portugal e Espanha] têm no mundo, pelo seu passado imperial e colonial». «Não são as condições geográficas que condicionam o futuro de um país. Veja-se o exemplo da evolução do Chile, encaixado entre o Oceano Pacífico e os Andes, numa posição ultraperiférica». Gustavo od de eai Aristegui, i Deputado e Porta-voz dos sassu Assuntos set Exteriores do Partido Popular no Parlamento de Espanha, na Conferência Inaugural «Eu tenho um fundamental optimismo no futuro dos nossos países, apesar das incertezas e dos cenários exógenos que se colocam no domínio das rivalidades, posições agressivas e política externa. Com seriedade, ambição e responsabilidade histórica, enfrentaremos os desafios do século XXI». «Há histórias de êxito em África depois dos conflitos de décadas, na História que se pode construir em conjunto e no potencial económico que muitos desses países apresentam.» «É muito agradável ouvir palavras de esperança em tempos de crise». António Vilela, presidente da APROSE, sobre as declarações de Gustavo de Aristegui António Vilela, Presidente da APROSE (à direita) e José María Campadabal Castellvi, Presidente do Consejo General de los Colegios de Mediadores de Seguros 7

5 >> RQ30 // SEGUROS: I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS 2010 Segunda Sessão: Situação dos Mercados e Modelos de Negócio «Os seguros e os fundos de pensões apresentam-se hoje de uma forma muito fechada a nível europeu, ainda que este mercado tenha resistido à situação económica e financeira das últimas décadas». «É imprescindível que os operadores assegurem o rigor e a transparência no sistema europeu, numa base de profissionalização e credibilização do sector, porque nem a legislação, nem o mercado podem construir, por si só, modelos de sucesso». Ricardo oloza Lozano, Director-Geral ral da Dirección General eralde Seguros e Fondos de Pensiones (Espanha) «É de realçar o trabalho de harmonização do sector dos seguros que está a ser levado a cabo pela União Europeia, mas o efectivo êxito da profissão depende do empenho que for colocado na resolução dos desafios que se colocam». «Em Portugal vive-se num mercado bipolar e relativamente pequeno, composto ora por bancos, ora por seguradoras internacionais. Existe no nosso país um elevado número de mediadores, em detrimento da quantidade de corretores, que é muito pequena para o seu potencial». Pedro Seixas Vale, Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) Fernando Dias Nogueira, Presidente do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) «Portugal resistiu à crise financeira, no sector segurador, verificando-se no nosso país uma grande capacidade de gerência de poupanças de longo prazo, por parte das operadoras». «O ISP defende uma só directiva europeia para o sector segurador, com partes específicas consoante a matéria e os destinatários». «É preciso caminhar no rumo da harmonização do mercado e da normalização da informação prestada ao cliente a seu pedido». «A imagem do sector tem crescido acentuadamente, ao invés dos bancos, segundo dados do European Consumer Satisfaction Index, uma realidade que não será alheia ao facto de as seguradoras portuguesas estarem a apostar na melhoria da qualidade de serviços, no que respeita à gestão de sinistros, por exemplo.» «A supervisão opera com qualidade em Portugal, num sector que não é nem conservador, nem resistente à mudança, e que se rege por legislação actualizada. Creio que o sector segurador português não vai ter grandes dificuldades em assumir as exigências do programa Solvência II, uma vez que apresenta bons índices». 8

6 RQ30 // SEGUROS: I FÓRUM IBÉRICO DOS SEGUROS 2010 >> I Fórum Ibérico dos Seguros FIS «O nível de conhecimento exigido aos operadores vai ser muito maior, em termos de produtos, serviços, preços e distribuição». «A importância do ramo vida em Portugal é muito elevada, sendo que 52 por cento dos produtos de aforro de longo prazo são geridos pelas seguradoras. Esta realidade coloca desafios ao nível da gestão de activos que devem ser explorados numa lógica de integração». «Há muitos factores de ligação na definição de um mercado ibérico, porque as economias estão cada vez a integrar-se mais». Pedro Seixas Vale, Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) «Face a uma cadeia de custos que era preocupante, tem havido uma efectiva redução dos mesmos, o que eu considero que é uma medida inteligente.» «É imprescindível harmonizar os canais de distribuição como cadeia de valor para as seguradoras e para os consumidores, porque neste sector nada pode viver isolado». «O mercado espanhol apresenta-se solvente, de crescimento plano e autonomizado». José María Campadabal, Presidente do Consejo General de los Colegios de Mediadores de Seguros Conclusões da Segunda Sessão, pelo seu moderador, António Vilela: «No sector segurador, A Península Ibérica apresenta bons índices de solidez, margens consistentes e confiança do mercado». «Estamos perante um mercado ibérico por descobrir». «Temos conhecimento de que as operadoras portuguesas no mercado da mediação de seguros em Espanha são muito poucas». Terceira Sessão: Relações transfronteiriças de negócio: seguradores e mediadores de seguros Penso que o facto de ainda não se ter avançado para um mercado ibérico a funcionar em pleno, se deva ao desconhecimento da legislação e da própria actividade seguradora, nas especificidades que assume em cada país». Adolfo Campos, Presidente do Instituto Atlântico de Dirección de Empresas (INADE) Espanha 9

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco

II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões. Lisboa, 7 de Março de 2007. Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco II Fórum do sector segurador e de fundos de pensões Lisboa, 7 de Março de 2007 Novas regras de solvência Implementação e gestão de risco Foi com todo o gosto, e também com enorme interesse, que aceitei

Leia mais

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência 7 de maio de 2014 Senhores Coordenadores do Curso de Formação para

Leia mais

Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde

Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde Conferência Internacional Os Regimes Cambiais face aos Desafios da Economia de Cabo Verde (No Âmbito das Comemorações dos 10 Anos da Assinatura do Acordo de Cooperação Cambial) SESSÃO DE ABERTURA Intervenção

Leia mais

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES

SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES 23 DOSSIER SUCESSÃO EM EMPRESAS FAMILIARES PROMOÇÃO DO DEBATE SOBRE ASSUNTO ESTÁ ENTRE AS MEDIDAS ESTRATÉGICAS DA NERLEI Em Portugal, estima-se que entre 70 a 80

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

Agenda Comum para uma Agricultura Sustentável

Agenda Comum para uma Agricultura Sustentável Agenda Comum para uma Agricultura Sustentável Contribuições das Federações de Pequenos Agricultores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

Leia mais

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA

REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA Bruxelas, 7 de ovembro de 2008 REU IÃO I FORMAL DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVER O DE 7 DE OVEMBRO VERSÃO APROVADA 1. A unidade dos Chefes de Estado e de Governo da União Europeia para coordenar as respostas

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião da Cerimónia de Abertura do Diálogo Estratégico sobre as Tecnologias da Informação e

Leia mais

Entrevista com FTM Holding. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso. Francisco Tavares Machado. Presidente

Entrevista com FTM Holding. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso. Francisco Tavares Machado. Presidente Entrevista com FTM Holding Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso Francisco Tavares Machado Presidente Quality Media Press quais os principais sectores de actividade do Grupo FTM? R. O Grupo

Leia mais

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos

Em Crise Profunda no Mercado Interno. Em Expansão Acelerada nos Mercados Externos 2ª JORNADAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM DIREÇÃO E GESTÃO DA CONSTRUÇÃO ENGENHARIA CIVIL OS NOVOS DESAFIOS O PAPEL DA CONSTRUÇÃO NO FUTURO Índice: Onde Estamos Europa 2020 e Crescimento da Construção em Portugal

Leia mais

V Congresso da Indústria Portuguesa Agro-Alimentar COMPETITIVIDADE E CRESCIMENTO. Intervenção do Presidente da FIPA

V Congresso da Indústria Portuguesa Agro-Alimentar COMPETITIVIDADE E CRESCIMENTO. Intervenção do Presidente da FIPA V Congresso da Indústria Portuguesa Agro-Alimentar COMPETITIVIDADE E CRESCIMENTO Intervenção do Presidente da FIPA Exmo. Secretário de Estado Agricultura, Exmo. Senhor Presidente da CIP, Estimados associados

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como

O Programa de Reforço e Dinamização da Cooperação Empresarial SISCOOP constitui-se como SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO DAS OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE Nota: documento elaborado pela INTELI Inteligência em Inovação, no âmbito da consultadoria prestada

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas?

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas? Que Private Label na Era das Marcas? Vila Nova de Famalicão, 26 de Novembro de 2008 Manuel Sousa Lopes Teixeira 1 2 INTELIGÊNCIA TÊXTIL O Sector Têxtil e Vestuário Português e o seu enquadramento na Economia

Leia mais

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA.

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA. Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura da 3.ª CONFERÊNCIA LUSO-ESPANHOLA DE DIREITO DA CONCORRÊNCIA 28 novembro 2013 Senhor Presidente do Círculo dos Advogados Portugueses de Direito

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede

Seminário Redes do Conhecimento e Conhecimento em Rede MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Intervenção do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional

Leia mais

i2s THINKS CREATES AND PROVIDES Especialização absoluta na actividade seguradora

i2s THINKS CREATES AND PROVIDES Especialização absoluta na actividade seguradora i2s THINKS CREATES AND PROVIDES Especialização absoluta na actividade seguradora SABIA QUE SOMOS ÚNICOS? SOMOS ÚNICOS PORQUE O NOSSO ADN ASSIM NOS DEFINE. SOMOS ÚNICOS PORQUE CRIÁMOS UMA SOLUÇÃO INCOMPARÁVEL

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

Entrevista com i2s. Luís Paupério. Presidente. www.i2s.pt. (Basada en oporto) Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com i2s. Luís Paupério. Presidente. www.i2s.pt. (Basada en oporto) Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com i2s Luís Paupério Presidente www.i2s.pt (Basada en oporto) Com quality media press para LA VANGUARDIA Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As respostas que aqui figuram

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa QUIDGEST Q-DAY: INOVAÇÃO CONTRA A CRISE Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa André Magrinho TAGUSPARK: 09 de Setembro 2009 SUMÁRIO 1. Globalização

Leia mais

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES VIII Congresso da EUROSAI Lisboa, 30 de Maio 2 de Junho de 2011 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 1 Preâmbulo O VIII Congresso da EUROSAI realizado em Lisboa entre 30 de Maio e 2 de Junho de 2011 concentrou-se

Leia mais

As Novas Fronteiras da Soberania

As Novas Fronteiras da Soberania As Novas Fronteiras da Soberania 7 de Outubro de 2011 Um Novo Contexto Estratégico de Soberania A Soberania tem que assentar cada vez mais num Novo Contrato de Confiança entre o Estado e o Cidadão, formalizado

Leia mais

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Notas 1. Portugal tem uma estrutura legal e regulatória muito evoluída, apesar da reduzida dimensão do seu

Leia mais

A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO

A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO A EXIGÊNCIA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA COMO GARANTIA DE QUALIDADE E DE SUSTENTABILIDADE DA PROFISSÃO (Nota: Esta Comunicação foi amputada, de forma Subtil, de cerca 700 caracteres por imposição da organização

Leia mais

Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA

Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA A 29 de Julho de 2003 deu entrada na Autoridade da Concorrência, em

Leia mais

Entrevista com BPN Imofundos. António Coutinho Rebelo. Presidente. www.bpnimofundos.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA

Entrevista com BPN Imofundos. António Coutinho Rebelo. Presidente. www.bpnimofundos.pt. Com quality media press para LA VANGUARDIA Entrevista com BPN Imofundos António Coutinho Rebelo Presidente www.bpnimofundos.pt Com quality media press para LA VANGUARDIA Esta transcrição reproduz fiel e integralmente a entrevista. As respostas

Leia mais

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo

O Social pela Governança. Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo O Social pela Governança Mestrados Profissionalizantes Planos Curriculares Empreendedorismo 2 ÍNDICE EMPREENDEDORISMO... 3 OBJECTIVOS... 3 DESTINATÁRIOS... 4 CONDIÇÕES DE ACESSO E SELECÇÃO DOS CANDIDATOS...

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

(Parceria: EBEN - European Business Ethics Network PT)

(Parceria: EBEN - European Business Ethics Network PT) Ética nos Negócios, Confiança e Redes de Valor (Parceria: EBEN - European Business Ethics Network PT) 4º FÓRUM RSO E SUSTENTABILIDADE Estamos a construir REDES DE VALOR Centro de Congressos de Lisboa 21

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

FIT FOR A NEW ERA ECONOMIA DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E ESPANHOLA LÍNGUA, COMÉRCIO EXTERNO E INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PERSPECTIVAS EMPRESARIAIS

FIT FOR A NEW ERA ECONOMIA DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E ESPANHOLA LÍNGUA, COMÉRCIO EXTERNO E INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PERSPECTIVAS EMPRESARIAIS LÍNGUA, COMÉRCIO EXTERNO E Paternoster Square Londres ECONOMIA DAS LÍNGUAS PORTUGUESA E ESPANHOLA INVESTIMENTO ESTRANGEIRO PERSPECTIVAS EMPRESARIAIS Francisco Cary 19 de Maio de 2011 O Mercado dos Países

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector

Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector MEDIA: Agência Lusa Data publicação: 23Out Página: Jornalista: Data Recolha: 23Out Data Evento: 23 Out Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector 23 de Outubro de 20, 17:15 Famalicão, 23

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU

Programas. cabo verde. Angola. portugal. s.tomé e príncipe. Fundación Universitaria San Pablo CEU Programas de MESTRADO Online MBA Master in Business Administration Mestrado em Direcção de Empresas Mestrado em Direcção de Marketing e Vendas Mestrado em Direcção Financeira Mestrado em Comércio Internacional

Leia mais

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy

Intervenção do Secretário Executivo da. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Embaixador Murade Murargy Conferência 1º Fórum União de Exportadores CPLP CPLP: Comunidade de povos abrangente auto-sustentável Lisboa, 26 e 27 de junho de 2015 Sessão de Encerramento 27 de junho de 2015 Intervenção do Secretário

Leia mais

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA ESTATUTO DA ASSEMBLEIA PARLAMENTAR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Nós, representantes democraticamente eleitos dos Parlamentos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal,

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha. Lisboa, 12 de novembro de 2012. (Só faz fé versão lida)

Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha. Lisboa, 12 de novembro de 2012. (Só faz fé versão lida) Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha Lisboa, 12 de novembro de 2012 (Só faz fé versão lida) Estamos hoje reunidos neste fórum que corporiza a cooperação entre a política

Leia mais

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA INTRODUÇÃO O sector da segurança privada, na União Europeia, está em

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 7.6.2006 COM(2006) 275 final Volume I COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONOMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

Existe, por isso, uma necessidade evidente de reforçar os laços entre representantes e representados.

Existe, por isso, uma necessidade evidente de reforçar os laços entre representantes e representados. Senhora Presidente da Assembleia Legislativa da Região Senhor Presidente do Governo Regional dos Açores Senhoras Deputadas e Senhores Deputados Senhoras e Senhores Membros do Governo A democracia representativa

Leia mais

A intermodalidade e o transporte marítimo

A intermodalidade e o transporte marítimo Ana Paula Vitorino Secretária de Estado dos Transportes A intermodalidade e o transporte marítimo 27 A dinâmica da política de transportes, global e europeia, e a posição geoestratégica de Portugal justificam

Leia mais

EM LISBOA: COLÓQUIO SOBRE AS REDES SOCIAIS NUMA DEMOCRACIA LIBERAL (COM GALERIA DE FOTOS)

EM LISBOA: COLÓQUIO SOBRE AS REDES SOCIAIS NUMA DEMOCRACIA LIBERAL (COM GALERIA DE FOTOS) N20120229n EM LISBOA: COLÓQUIO SOBRE AS REDES SOCIAIS NUMA DEMOCRACIA LIBERAL (COM GALERIA DE FOTOS) A 29 de Fevereiro de 2012, Mendes Bota interveio na sessão de abertura do colóquio subordinado ao tema

Leia mais

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO A noção de Empreendedorismo, como uma competência transversal fundamental para o desenvolvimento humano, social e económico, tem vindo a ser reconhecida

Leia mais

Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois

Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Luís Amado Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Celebraram-se no

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos?

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Apresentação do Debate Nacional Sobre a Educação Assembleia da República, 22 de Maio de 2006 Júlio Pedrosa de Jesus, Presidente do Conselho Nacional de

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK,

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica

Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica 27 de Janeiro, 2010 13ª edição Anual do CEO Survey da PricewaterhouseCoopers em Davos Gestores mundiais mais confiantes na recuperação económica Cerca de 40% dos CEOs prevê aumentar o número de colaboradores

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA. Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora. www.omnitrade.

Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA. Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora. www.omnitrade. Entrevista com Omnitrade, Revestimentos Metálicos, SA Diogo Osório Administrador Patrícia Carvalho Administradora www.omnitrade.pt Quality Media Press O que representa a empresa o mercado português? R.

Leia mais

Ccent.44/2005 MDS/UNIBROKER/BECIM. Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência

Ccent.44/2005 MDS/UNIBROKER/BECIM. Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência Ccent.44/2005 MDS/UNIBROKER/BECIM Decisão de Não Oposição da Autoridade da Concorrência [alínea b) do n.º 1 do artigo 35.º da Lei n.º 18/2003, de 11 de Junho] 12/09/2005 1 DECISÃO DE NÃO OPOSIÇÃO PROCESSO

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo

Município de Arganil Câmara Municipal. Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil. Preâmbulo Município de Arganil Câmara Municipal Regulamento do Banco de Voluntariado de Arganil Preâmbulo A Lei nº 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, definindo-o

Leia mais

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 10 de Maio de 2006 Minhas Senhoras e meus Senhores, 1. Em nome do Senhor Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

Leia mais

PROJETO DE RELATÓRIO

PROJETO DE RELATÓRIO Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 2015/2108(INI) 12.6.2015 PROJETO DE RELATÓRIO sobre alcançar o objetivo de 10% de interligação elétrica - preparar a rede

Leia mais

LOCALIZAÇÃO. Av. D. João II 4.47.01 D RC C, 1990-098 Parque das Nações, Lisboa, Portugal

LOCALIZAÇÃO. Av. D. João II 4.47.01 D RC C, 1990-098 Parque das Nações, Lisboa, Portugal LOCALIZAÇÃO Av. D. João II 4.47.01 D RC C, 1990-098 Parque das Nações, Lisboa, Portugal Exportech a empresa EXPORTECH A EMPRESA A Exportech Portugal é uma empresa de Importação e Exportação que actua no

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

OBJECTIVO 2015. Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO FEC

OBJECTIVO 2015. Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO FEC OBJECTIVO 2015 Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO INTRODUÇÃO O ano de 2010 revela-se, sem dúvida, um ano marcante para o combate contra a

Leia mais

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6.

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. E T-CPLP: Entrevistas sobre a CPLP CI-CPRI Entrevistado: Embaixador Miguel Costa Mkaima Entrevistador:

Leia mais

Índice. Pág *09 Como participar. Pág *10 Calendário. Pág *11 Os resultados. Pág *12 Júri. Pág *13 Regulamento

Índice. Pág *09 Como participar. Pág *10 Calendário. Pág *11 Os resultados. Pág *12 Júri. Pág *13 Regulamento Índice Pág *09 Como participar Pág *10 Calendário Pág *11 Os resultados Pág *12 Júri Pág *13 Regulamento Pág *01 Introdução Pág *02 Um programa alargado de intervenção Pág *05 Viver de Consciência Leve

Leia mais

A actualidade da distribuição automática. MEDIA KIT 2012 Hostelvending Portugal

A actualidade da distribuição automática. MEDIA KIT 2012 Hostelvending Portugal A actualidade da distribuição automática MEDIA KIT 2012 Hostelvending Portugal Quem é a Hostel Vending Portugal? 3 Vantagens na utilização da Hostel Vending Portugal 4 Evolução do website 6 Perfil dos

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa

Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa C 212 E/94 Jornal Oficial da União Europeia 5.8.2010 Desenvolvimento das relações entre o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais no quadro do Tratado de Lisboa P6_TA(2009)0388 Resolução do Parlamento

Leia mais

Assim, torna-se crucial a utilização de metodologias de avaliação do risco de crédito cada vez mais precisas.

Assim, torna-se crucial a utilização de metodologias de avaliação do risco de crédito cada vez mais precisas. OBJECTIVO O risco de crédito está presente no quotidiano de qualquer empresa, sendo hoje reconhecido, por uma grande parte das organizações, como uma das suas principais preocupações. Também nas empresas

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Os seguros na crise financeira

Os seguros na crise financeira Os seguros na crise financeira Intervenção do Presidente do ISP, Professor Doutor José Figueiredo Almaça, na Conferência Os seguros em Portugal, organizada pelo Jornal de Negócios Lisboa, 13 maio 2014

Leia mais

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz

E F P D E G PALOP Eduardo Cruz E F P D E G PALOP Eduardo Cruz Formedia edcruz@formedia.pt 312 Experiências de formação presencial e à distância de empresários e gestores nos PALOP Desde 2001, a Formedia Instituto Europeu de Formação

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA PLANO ESTRATÉGICO 2016-2019 INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA FICHA TÉCNICA Publicação editada ao abrigo do novo Acordo Ortográfico, exceto a transposição de conteúdos de documentos elaborados

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Discurso do Secretário de Estado do Emprego. Octávio Oliveira. Dia Nacional do Mutualismo. 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa

Discurso do Secretário de Estado do Emprego. Octávio Oliveira. Dia Nacional do Mutualismo. 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa Discurso do Secretário de Estado do Emprego Octávio Oliveira Dia Nacional do Mutualismo 26 de outubro 2013 Centro Ismaili, Lisboa Muito boa tarde a todos! Pretendia começar por cumprimentar o Senhor Presidente

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9, nº 28 Seguros enquadramento da actividade de call center na prestação de serviços a empresas seguradoras e correctoras de seguros - despacho do SDG dos

Leia mais

formação financiamento

formação financiamento INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «EMPREENDEDORISMO UMA SOLUÇÃO PARA A CRISE», A VISÃO DO EMPREENDEDORISMO EM PORTUGAL, NO CENTRO

Leia mais

Soluções de Financiamento para a Internacionalização

Soluções de Financiamento para a Internacionalização Soluções de Financiamento para a Internacionalização por João Real Pereira Internacionalização para Moçambique Oportunidades e Financiamento 15 de Março de 2012 Braga Sumário 1. O que é a SOFID? Estrutura

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO ANUAL 2013/2014 ECONOMIA A (10º ANO) Página 1 de 10 Finalidades da disciplina de Economia A, no conjunto dos dois anos da sua leccionação: Perspectivar a Economia

Leia mais

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor

Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Sociedade da Informação coloca novos desafios ao consumidor Lisboa, 20 de Junho Comércio electrónico, segurança dos dados pessoais, regulação e mecanismos de protecção foram alguns dos temas discutidos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 DE NOVEMBRO PALÁCIO DA REPÚBLICA

Leia mais

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro

Lusoflora 2015. Crédito Agrícola. Santarém, 27 de Fevereiro Lusoflora 2015 Crédito Agrícola Santarém, 27 de Fevereiro Agenda 1. Quem somos 2. Proposta Valor 3. Soluções Crédito Agrícola para EMPRESAS/ ENI 4. CA Seguros 2 Quem somos O Grupo Crédito Agrícola é um

Leia mais

Mecanismos de supervisão e regulação para o setor segurador e dos fundos de pensões

Mecanismos de supervisão e regulação para o setor segurador e dos fundos de pensões Mecanismos de supervisão e regulação para o setor segurador e dos fundos de pensões Mário Ribeiro Instituto de Seguros de Portugal 29 de setembro de 2011 1 ÍNDICE Risco sistémico O novo regime de solvência

Leia mais

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário.

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário. Palavras do Presidente do Supremo Tribunal Administrativo Conselheiro Manuel Fernando dos Santos Serra Na Sessão de Abertura do Colóquio A Justiça Administrativa e os Direitos Administrativos Especiais

Leia mais

DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO

DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO 1. Em 16 de Junho de 2004, a Autoridade da Concorrência recebeu uma notificação relativa

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE

ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE ASSEMBLEIA NACIONAL GABINETE DO PRESIDENTE Discurso de SE o Sr. Presidente da Assembleia Nacional por ocasião da sessão inaugural da III edição do Curso de Liderança e Inovação na Gestão do Desenvolvimento,

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL COMENTÁRIOS DA FENACOOP PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR As cooperativas de consumo são, nos termos da Constituição e da Lei, entidades legítimas de representação dos interesses e direitos dos

Leia mais

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura

III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES. Sessão de Abertura III COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE SEGUROS E FUNDOS DE PENSÕES Sessão de Abertura A regulação e supervisão da actividade seguradora e de fundos de pensões Balanço, objectivos e estratégias futuras É com

Leia mais

Contributo para um Processo Territorial de Proximidade

Contributo para um Processo Territorial de Proximidade Contributo para um Processo Territorial de Proximidade O que é? O PROVE - Promover e Vender é uma metodologia desenvolvida no âmbito da iniciativa comunitária EQUAL que visa a promoção de novas formas

Leia mais