Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos

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1 CEO Briefing Angola 2015 The Economist Perspectivas económicas e estratégicas dos executivos angolanos

2 2 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados

3 Índice Apresentação Introdução Principais conclusões Perspectivas sobre a evolução da economia e das empresas angolanas Estratégias de investimento das empresas angolanas Principais riscos enfrentados pelas empresas angolanas Estratégia digital das empresas angolanas 3

4 Apresentação Paulo Dinis Director-geral da Accenture Angola O CEO Briefing Angola 2015, baseado na opinião dos executivos de topo das principais empresas angolanas, constata que 97% dos executivos angolanos estão confiantes acerca do futuro dos seus sectores e das suas empresas. Não obstante este optimismo, o impacto da evolução do preço do petróleo na economia angolana leva os executivos em Angola a estarem apreensivos em relação à evolução da economia local e mundial, já que apenas 3% revelam optimismo quanto à economia mundial e 20% em relação à economia local. Os resultados do presente inquérito reflectem os movimentos do mercado em 2015 e em particular a percepção dos gestores nacionais que se encontram num momento de grande instância que exigiu uma capacidade de adaptação e ajuste a uma realidade e a um clima de negócio menos optimista do que vivido até então mas em que, continuam a defender as suas posições, a investir e principalmente a introduzir os ajustes necessários para responder aos desafios que enfrentam com grande foco na redução dos custos operacionais e posicionando-se para potenciar as oportunidades que um mercado que exige maior eficiência e maior produtividade, poderá oferecer. As principais alavancas para a melhoria da posição competitiva das suas empresas são o aumento da agilidade e a inovação, bem como a redução de custos. Esta visão está em linha com os resultados globais, em que a inovação e a redução de custos são fundamentais, ainda que surja a melhoria do serviço ao cliente em detrimento da agilidade. As previsões de aumento do investimento são elevadas e focam-se no maior número das infra-estruturas físicas e tecnológicas e no seguimento de estratégias de expansão orgânica nos mercados locais, através de investimentos totalmente controlados. A nível global não se verifica uma estratégia de investimento tão ambiciosa, principalmente em infraestrutras tecnológicas, e destaca-se um maior recurso a parcerias na partilha de investimento. Outro dos aspectos endereçados neste relatório são as principais preocupações dos decisores angolanos relativamente ao cumprimento dos objectivos das suas empresas. Neste capítulo, a volatilidade do preço das commodities, a dificuldade em atrair e reter talento e o aumento do proteccionismo nas suas indústrias são apontados como os principais riscos para os resultados das empresas angolanas. Para além da incerteza relativa aos preços das commodities e da escassez de talento, a generalidade dos empresários preocupa- -se também com a entrada de novos concorrentes e com a consolidação das indústrias. Tendo em conta este mindset, a maioria dos executivos angolanos afirma que a concorrência na sua indústria não vai aumentar significativamente (77%), valor que contrasta com 79% do verificado a nível global, em que se espera um aumento significativo da concorrência. A estratégia digital das empresas angolanas está alinhada com os principais desafios que as tecnologias digitais vão trazer para as suas empresas. Os executivos angolanos reconhecem que estes desafios estão sobretudo relacionados com a satisfação das novas necessidades dos clientes. Como tal, 57% dos executivos entrevistados tencionam aumentar o investimento em tecnologias digitais como forma de gerar novas oportunidades de crescimento e de chegar ao cliente. As previsões deste relatório traduzem as estratégias de crescimento planeadas pelas empresas angolanas, nas quais as tecnologias digitais assumem um papel estratégico relevante. A informação recolhida irá ajudar as nossas organizações a enfrentar os desafios transformacionais futuros e a melhorar o seu rendimento e competitividade num mundo cada vez mais digital. 4 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados angolanos

5 Introdução O presente relatório, realizado em parceria com o The Economist Intelligence Unit, traduz a perspectiva dos executivos de topo angolanos sobre a evolução da economia e o respectivo impacto nas suas organizações. Elaborado com base nas opiniões dos executivos de grandes empresas de vários sectores, este estudo está dividido em quatro grandes blocos de análise: As perspectivas sobre a evolução da economia e das empresas angolanas, nomeadamente a visão dos executivos sobre a evolução da economia, do seu sector e da sua própria empresa, bem como as principais alavancas de melhoria competitiva das empresas. As estratégias de investimento das empresas angolanas, bem como a possibilidade de aumentos de investimento e respectivos destinos destes aumentos. Os principais riscos que, na opinião dos executivos, podem vir a afectar os resultados das empresas angolanas. A estratégia digital das empresas angolanas, nomeadamente os principais desafios das tecnologias digitais e as prioridades de investimento em digital. Introdução 5

6 Principais conclusões Perspectivas sobre a evolução da economia e das empresas angolanas O nível de optimismo em relação à evolução da economia mundial é baixo, uma vez que apenas 3% dos executivos angolanos estão optimistas em relação a esta evolução (comparativamente a 60% a nível global). De igual forma, só 20% das organizações em Angola estão optimistas em relação à evolução da economia local, valor significativamente inferior ao optimismo global (67%). Em relação às perspectivas para as suas empresas, os empresários angolanos revelam-se mais optimistas 97% contam aumentar o lucro da sua empresa, contra apenas 71% a nível global. Adicionalmente, 94% dos executivos angolanos esperam aumentar as suas receitas, 73% esperam reduzir os seus custos e 67% prevêm aumentar a sua força de trabalho. A principal alavanca de competitividade das empresas angolanas é, para 60% dos executivos, o aumento da agilidade, seguida da inovação dos produtos e da redução de custos, para 50% e 43% respectivamente. Estratégias de investimento das empresas angolanas A maioria dos inquiridos angolanos refere que irá aumentar o seu volume de investimento total (94%), valor superior ao verificado globalmente (78%). A estratégia de expansão das empresas angolanas centrar-se-á no mercado local, já que 87% dos executivos angolanos prevêem investimentos nos mercados locais, por oposição à internacionalização. O crescimento das empresas angolanas será orgânico (referido por 100% dos executivos angolanos entrevistados) e através de modelos totalmente controlados (afirmado por 93% dos entrevistados). Dos executivos que prevêem investimentos extra orçamento, 30% pretendem direccioná-los para a redução de custos operacionais. 6 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados

7 Principais riscos enfrentados pelas empresas angolanas A principal preocupação dos executivos angolanos entrevistados centra-se na volatilidade do preço das commodities (70%), seguindo-se da dificuldade em atrair e reter talento (57%). Como tal, a maioria dos executivos angolanos não espera um aumento significativo da concorrência na indústria que representa (77%), ainda que metade admita que possa existir alguma pressão sobre os preços. Por oposição, 79% de todos os executivos inquiridos contam com um aumento significativo da concorrência na sua indústria, e projetam que irão surgir novos produtos e serviços (62%), e alterações nos modelos de negócio (68%). Estratégia digital das empresas angolanas Os executivos angolanos destacam como principal desafio das tecnologias digitais a satisfação das novas necessidades dos clientes (40%), o que está em linha com os resultados globais, em que surge como um dos três principais desafios. Como tal, mais de metade das empresas investem em digital com o objectivo de gerar novas formas de chegar ao cliente e novas oportunidades de crescimento (57% em Angola e 61% no global). Principais conclusões 7

8 Perspectivas sobre a evolução da economia e das empresas angolanas O impacto da evolução do preço do petróleo na economia angolana faz com que os executivos angolanos estejam pouco optimistas em relação à economia local e mundial, ainda que se revelem bastante optimistas em relação às suas organizações. Como tal, apenas 3% dos executivos de topo entrevistados revelam optimismo em relação à evolução da economia mundial, valor que sobe para os 20% quando se referem à evolução da economia local. Esta falta de optimismo é reforçada quando comparada com os resultados globais, com 60% dos inquiridos a revelarem-se optimistas em relação à evolução da economia mundial e 67% quanto à evolução da economia local. No entanto, o nível de optimismo relativamente à evolução da indústria que representam e da sua própria empresa é superior nos entrevistados angolanos. 97% dos executivos angolanos revelam-se optimistas em relação à evolução da sua empresa e 83% à evolução da indústria que representam, face a 72% e a 70% dos homólogos a nível global, respectivamente. O nível de optimismo demonstrado pelos executivos angolanos em relação às suas empresas é potenciado pela expectativa de aumento das receitas e dos lucros. Concretamente, 94% dos executivos angolanos entrevistados esperam um aumento das receitas das suas organizações, valor superior à média global (83%). No que diz respeito aos lucros, 97% das organizações em Angola esperam que estes aumentem, face a 71% das empresas a nível global. A expectativa de redução de custos é inferior, sendo que 73% em Angola e 59% no global esperam reduções nos despesas. Quando questionados sobre o aumento da sua força de trabalho, 67% dos executivos angolanos afirmam vir a aumentá-la, face a 58% no global. Ainda que a expectativa de redução de custos seja inferior à de aumento de receitas e dos lucros, as empresas angolanas acreditam que a melhoria da competitividade é potenciada principalmente pelo aumento da agilidade da sua organização (60%), pela inovação (50%) e pela redução dos custos (43%). Considerando os resultados globais, a melhoria da posição competitiva das empresas é conseguida através de inovação (51%), da redução de custos (49%) e de um melhor serviço ao cliente (46%). Apenas 20% dos executivos angolanos entrevistados esperam uma evolução positiva da economia local 8 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados angolanos

9 Evolução da situação económica - nível de optimismo Perspectivas sobre a evolução da economia e das empresas angolanas 9

10 Estratégias de investimento das empresas angolanas A perspectiva dos executivos angolanos em relação ao investimento prevê um aumento total do investimento, com principal foco nas infra-estruturas. Concretamente, 94% dos executivos de topo angolanos esperam aumentar o seu investimento total, valor superior à média global (78%). O principal destino deste aumento de investimento são as infra- -estruturas físicas e tecnológicas (90% pretendem aumentar o investimento em tecnologias de informação e 80% o investimento em activos físicos). O aumento do investimento em activos intangíveis e em capital humano surge como a terceira e a quarta prioridades, com 73% e 64%, respectivamente. No que diz respeito ao investimento em estratégias de expansão, verifica-se uma priorização do investimento em crescimento orgânico nos mercados locais, através de investimentos totalmente controlados. Como tal, 87% dos inquiridos em Angola prevêem investir no mercado local, seguindo estratégias de crescimento orgânico. Esta tendência é igualmente verificada a nível global, onde 86% dos executivos pretendem investir em mercados locais e 80% pretendem seguir estratégias de crescimento orgânico. No entanto, o modelo de investimento de eleição difere significativamente, enquanto que 93% dos executivos angolanos preferem investimentos totalmente controlados, 61% da totalidade dos executivos inquiridos preferem estabelecer parcerias na partilha de investimento. Os possíveis investimentos extra orçamento das empresas angolanas terão como principal objectivo a redução dos custos operacionais (30%). No entanto, a melhoria da experiência do cliente também é considerado um possível investimento extra orçamento (27%). Consistentemente, a nível global as empresas também priorizam a redução dos custos operacionais (40%) e a melhoria da experiência do cliente (26%) na alocação de investimentos extra orçamento. Os executivos angolanos admitem investimentos extra orçamento na redução de custos operacionais consistente com os resultados globais. Mais de metade dos executivos (61%) preferem estabelecer parcerias na partilha de investimento, comparativamente a 93% dos executivos angolanos que preferem modelos de investimento totalmente controlados. 10 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados angolanos

11 Evolução do investimento total + Investimento total Priorização do investimento na estratégia da empresa Estratégias de investimento das empresas angolanas 11

12 Principais riscos enfrentados pelas empresas angolanas Os principais riscos que podem afectar os resultados futuros das empresas angolanas são, para os entrevistados, a volatilidade do preço das commodities (70%), a dificuldade em atrair e reter talento (57%) e o aumento do proteccionismo das suas indústrias (40%). Como tal, apenas uma pequena percentagem espera aumentos significativos da concorrência na sua indústria (23%), quer pela entrada de novos players (37%), pela pressão sobre os preços (50%), pelo lançamento de produtos e serviços inovadores (40%) ou por alterações aos modelos de negócio (17%). Na identificação dos principais riscos, a média dos executivos também considera a volatilidade dos preços das commodities (52%) e a escassez de talento (41%). No entanto, 45% destacam, adicionalmente, o aparecimento de novos concorrentes. Como tal, 79% esperam um aumento significativo da concorrência nos seus sectores, não só pela entrada de novos players (59%), mas também pela pressão sobre os preços (58%), pelo lançamento de novos produtos e serviços (62%), e por alterações aos modelos de negócio (68%). 70% Volatilidade dos preços das commodities 57% Dificuldade em atraír e reter talento 40% Aumento do proteccionismo 60% Volatilidade dos preços das commodities 46% Dificuldade em atraír e reter talento 34% Consolidação da indústria 52% Volatilidade dos preços das commodities 45% Entrada de novos concorrentes 41% Dificuldade em atraír e reter talento 12 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados angolanos

13 Evolução esperada da concorrência no mercado Principais riscos enfrentados pelas empresas angolanas 13

14 Estratégia digital das empresas angolanas O principal desafio, destacado pelos executivos angolanos, que as tecnologias digitais trazem às suas empresas é a satisfação das novas necessidades dos clientes (40%). Como tal, 57% admitem investir em estratégias digitais para gerar novas oportunidades de crescimento e novas formas de chegar ao cliente. A nível global, os executivos também reconhecem a satificação das novas necessidades dos clientes (14%) como um dos principais desafios, juntamente com a eficiência de custos (28%), e o desenvolvimento de novos produtos e serviços (19%). Assim sendo, 61% referem que a estratégia de investimento actual em digital tem como objectivo gerar novas oportunidades de crescimento e novas formas de chegar ao consumidor. 40% Satisfazer as novas necessidades dos clientes 17% Competir com novos players 17% 18% Melhorar a agilidade operacional 28% Satisfazer as novas necessidades dos clientes 20% Desenvolver competências internamente Melhorar a agilidade operacional 28% Aumentar a eficiência dos custos 19% Desenvolver novos produtos e serviços 14% Satisfazer as novas necessidades dos clientes 14 CEO Briefing Angola 2015 Perspectivas económicas e estratégias dos executivos angolados angolanos

15 Foco do investimento actual em digital 43% dos executivos angolanos direccionam o seu investimento em digital para a eficiência dos processos e a redução de custos em linha com os resultados globais. Estratégia digital das empresas angolanas 15

16 Sobre a Accenture Strategy A Accenture Strategy encontra-se na interseção entre o negócio e a tecnologia. Combina o conhecimento profundo do negócio e da tecnologia para acompanhar o cliente na dimensão mais estratégica da sua actividade, procurando melhorar a agilidade e entregar resultados tangíveis. A Accenture Strategy apoia as organizações líderes na definição e execução dos seus planos de crescimento, eficiência e inovação, transformação digital, competitividade, novos modelos operacionais, talento e liderança, transformando desafios em oportunidades. Para mais informação, visite Sobre a Accenture A Accenture é uma organização global líder em serviços profissionais que oferece uma ampla gama de serviços e soluções em estratégia, consultoria, digital, tecnologia e operações. Através da combinação de uma experiência ímpar e de uma forte especialização em mais de 40 indústrias e em todas as funções de negócio - suportada pela maior rede de delivery do mundo - a Accenture trabalha na interseção entre negócio e tecnologia para ajudar os clientes a melhorar o seu desempenho e a gerar valor sustentável para os stakeholders. Com mais de 358 mil profissionais a servir clientes em mais de 120 países, a Accenture utiliza a inovação para melhorar a forma como o mundo trabalha e vive. Sobre o estudo O estudo CEO Briefing foi realizado pela Accenture com base em dados obtidos pelo The Economist Intelligence Unit. Este relatório analisa a opinião de executivos a nível mundial, em 32 países e de 25 indústrias, sobre as suas previsões para a economia global, bem como a estratégia das suas organizações e o impacto do digital nos seus negócios. Em complemento aos resultados do inquérito, o EIU realizou entrevistas individuais com diversos líderes empresariais. A Accenture agradece a todos os executivos que participaram neste estudo. Contactos Paulo Dinis Director-geral da Accenture Angola (+244) (+244)

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