O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO"

Transcrição

1 O PROJETO DE TRABALHO COMO MEDIADOR DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO CLÍNICO GAMBA, Adriane Becker FACSUL TRENTO, Valma Andrade UFPR Resumo O presente trabalho tem como objetivo discorrer a respeito de como se deu a aplicação de Projetos de trabalho como recurso de intervenção para a superação de dificuldades apresentadas por crianças atendidas no espaço clinico. Visca (1987) e Barbosa (2003) nos deram sustentação para que esse trabalho prosseguisse e se concretizasse. A investigação partiu da necessidade de descobrir como esses modelos de intervenção atuariam e ou modificariam um aluno com dificuldades escolares, até que ponto essa forma de trabalhar despertaria e manteria o desejo no ser aprendente? No decorrer do projeto é perceptível a motivação do cliente com relação a aprendizagem, o adulto diante da criança faz com que eles tenham segurança para instrumentalizar-se de estratégias e mais tarde poder caminhar sozinha em busca do próprio conhecimento. O desenvolvimento do projeto aconteceu seguindo alguns critérios que estão especificados na seqüência: Delimitação do tema de interesse, levantamento de hipóteses e definição do que poderá ser feito, lista de fontes de pesquisa, registro de materiais necessários para a realização do projeto, construção do objeto, tendo como base os materiais programados. Seguindo esses passos é possível atingir o ser humano em sua totalidade integra, compreendidas as três áreas: afetiva, cognitiva e social. As áreas de atuação do projeto de trabalho são múltiplas e durante os trabalhos realizados na clinica ele tem sido usado com caráter terapêutico e também como caráter preventivo. No caráter terapêutico devolvem-se no aprendente suas potencialidades, assim como se descobrem outras, e no caráter preventivo, atua mantendo o sujeito ativo para a aprendizagem. Palavras-chave: projeto de trabalho, aprendizagem, clínica. Introdução Tendo como base o estudo de Visca (1987) e de Laura Monte Serrat Barbosa, fez se o emprego da proposta de trabalho com Projeto de Trabalho, intervenção esta que tem como objetivo contribuir para a superação de dificuldades levantadas com base no diagnóstico clínico. Visca salienta três grandes linhas que sustentam a análise da aprendizagem:

2 4913 Psicologia Genética, a Psicologia Social e a Psicanálise, linhas estas que nos permitem trabalhar o aluno como um ser por inteiro, já o Projeto de Trabalho encaminha-nos para a ação e transformação do ciclo inibitório da aprendizagem. Desenvolvimento Para que o trabalho em uma clinica de Psicopedagogia seja realizado com sucesso, o envolvimento dos profissionais que ali atuam é de extrema importância. O psicopedagogo precisa estar atento às inúmeras possibilidades de intervenção, levando em conta as dificuldades apresentadas pelos clientes que buscam sua ajuda, bem como a própria disponibilidade frente a novos aprendizados demonstrados por este. Levando em conta este pressuposto, optou-se pelo emprego de Projeto de Trabalho (BARBOSA, 2003) como um recurso de intervenção e enfrentamento de dificuldades apresentadas pelos aprendizes atendidos no espaço clinico. Este projeto de trabalho a ser organizado pode estar relacionado a uma atividade de produção concreta ou simbólica e procura permitir com que a pessoa viva, desde seu planejamento até a sua execução, o sentimento de capacidade e de criação de alternativas diante dos erros que podem surgir neste processo. Além disto abre o espaço também para a busca do ensino, pois quando não se sabe e não se consegue criar alternativas, pode-se encontrar naquele que sabe um aliado, um mediador entre o saber e o não saber. ( BARBOSA, 2003, p. 22) Este meio de intervenção tem como origem a caixa de trabalho de Visca (1987), idealizado como um recurso de intervenção nas dificuldades de aprendizagem. Cada paciente tem sua própria caixa montada e, segundo seu autor cada caixa de trabalho é única, não apenas porque será usada por um único paciente (...) mas também no sentido de que não há duas caixas iguais, da mesma maneira que não existem dois indivíduos ou dois diagnósticos iguais e Todo o material que contem na caixa é uma replica de seu diagnóstico... Visca (1994). A caixa é organizada com materiais definidos após o diagnostico do paciente, levando em consideração os interesses, estágio de pensamento, sexo, idade, déficits de aprendizagem, meio sócio-cultural, prognostico e grau de focalização de tarefa. Assim sendo, cada paciente tem sua própria caixa, que poderá ser montada usando materiais simples como cartolina ou papelão e enfeitada de acordo com os interesses de seu usuário. Visca caracteriza ao campo de

3 4914 educação sistemática: escrever, operar matematicamente, ler, interpretar, etc. como educação assistemática refere-se: a cozinhar, costurar, são as atividades realizadas no dia-a-dia. O Psicopedagogo como mediador deve estar atendo a todos os avanços e dificuldades de seus clientes, para adequar o material ou mesmo acrescentar ou retirar objetos, sempre avaliando as ações efetuadas e não perdendo de foco seus objetivos. A proposta de intervenção por meio do Projeto de Trabalho, desenvolvida por Barbosa (2003) tem como diferenciação a maior mobilidade do paciente frente a suas dificuldades, já que parte dele a organização e construção de algo que seja de seu interesse. O não conseguir aprender por repetidas vezes faz com que o aprendiz forme de si uma imagem de fracasso e se iniba ou se afaste de novas situações de aprendizagem. Este afastamento vai impedindo a sua evolução cognitiva e inibindo o seu desejo de aprender, o que gera desconforto diante de novas aprendizagens, provocando por certo um novo fracasso. ( BARBOSA, 2003, p. 21) No projeto de trabalho, a criança é convidada a pensar a respeito de seus interesses, buscarem informações a partir deles e criar algo que possa ser único e exclusivamente seu, como uma tela ou um novo jogo com regras próprias. O Projeto de Trabalho foi elaborado com a importante função de devolver a potencia ao aprendiz e auxiliar no rompimento do ciclo inibitório de aprendizagem. (BARBOSA, 2003 p. 21). A criança é levada a agir e a avançar dentro de suas dificuldades já que, mesmo que tenha dificuldades em leitura e escrita, junto com o psicopedagogo irá buscar maneiras de escrever e ler para pesquisar ou registrar informações a respeito do objeto de estudo definido em seu projeto de trabalho. A criança que apresenta dificuldades em Matemática, por exemplo, pode se deparar com situações em seu projeto em que necessite somar ou subtrair; há ainda aquelas em que a habilidade motora necessita ser trabalhada para o desenvolvimento de seu projeto. Pode-se perceber que os ganhos com este tipo de intervenção são muitos e que cabe ao psicopedagogo saber o melhor momento em que irá intervir e/ou agregar novos conhecimentos. Sabendo disso, fez-se uso desta proposta de trabalho em atendimentos psicopedagógicos administrados no espaço clínico onde foi despertado o interesse por diferentes temas. Visca e Barbosa fundamentam o trabalho clinico com a proposta de Caixa de Trabalho e Projeto de Trabalho respectivamente e, visto que, aprender implica

4 4915 mudanças, que podem gerar ansiedade por ser um fato novo, essas duas formas de atuação geram segurança no sujeito por estar trabalhando com objetos e fatos de seu interesse, e consequentemente o sujeito é movimentado para caminhar em busca de seu aprendizado. Em todos os projetos foram seguidos alguns passos, definidos por Barbosa (2003) e adaptados de acordo com a dinâmica do espaço em que este foi aplicado. Para ilustrarmos exemplificaremos o projeto realizado com uma criança de 9 anos com o tema: Hanna Montana. - Delimitação do tema de interesse: A criança foi convidada a pensar a respeito das coisas que mais gosta. A partir da sondagem realizada em um Painel do que eu mais gosto (Barbosa, 2003) que seria demonstrado por meio de desenhos e colagens entre outros. Nesse momento o psicopedagogo também confeccionou o seu próprio painel para em seguida dar continuidade ao trabalho. - Levantamento de hipóteses e definição do que poderá ser feito: O passo seguinte foi listar os gostos comuns entre o psicopedagogo e a criança, os quais motivaram a criança, porque no momento alguém estava interessado em coisas que despertavam-lhe o desejo. Após a definição do objeto de estudo, a criança deveria pensar a respeito do que poderia aprender além do que já conhecia sobre seu objeto de estudo e o que poderia fazer de construção: jogo, pintura em tela, bordados, pintura em caixa, pesquisa, entre outros. Enfim ficou definido o significado do que é um projeto. - Lista de fontes de pesquisa: Neste momento a criança, juntamente com o mediador deveria pensar a respeito dos locais em que poderia encontrar informações ou curiosidades a respeito de seu objeto de estudo. A definição de como a pesquisa deveria ser feita, em caderno, em forma de portfólio, e os locais pesquisados como revistas, jornais, livros ou mesmo internet. - Planejamento/ elaboração de cronograma para o desenvolvimento do projeto: A criança, com o psicopedagogo, elaboraram um plano de ação, com todos os passos a serem seguidos nos próximos encontros. Logo a aprendente demonstrou desejo de trazer algumas revistas de sua casa, as quais originaram o inicio da pesquisa. - Pesquisa propriamente dita: O registro das informações consideradas importantes pela criança, recortes, colagens, desenhos, leituras, entre outros, fizeram parte deste processo. É neste momento que a criança

5 4916 começa a pensar a respeito de sua construção, e o quanto ela consegue porque o adulto esta diante dela. -Registro de materiais necessários para a realização do projeto: Neste momento a criança era convidada a registrar todos os materiais necessários de acordo com o que se propunha a construir, bem como pensar a respeito de como conseguir determinados materiais. Por exemplo, se necessitasse de uma caixa de determinado tamanho não disponível na clínica, deveria se comprometer a trazer de casa. - Construção do objeto, tendo como base os materiais programados: Este pode ser considerado pela criança um dos momentos mais prazerosos, já que construir algo que seja seu e que poderá ser útil para ela ou mesmo para outras pessoas lhe traz grande satisfação. Como se pode perceber, um projeto de trabalho faz com que a criança seja agente de sua aprendizagem, pois possibilita a percepção do que foi aprendido e (...) a previsão do que ainda falta para aprender. (Barbosa, 2001, p.69). Em todos os momentos de realização do projeto, o psicopedagogo deve estar atento aos avanços e dificuldades na realização por parte da criança, colaborando e sempre intervindo da melhor maneira possível, visando sempre a superação destas dificuldades. A criança que participou do projeto de trabalho tive um avanço bastante significativo com relação á leitura e escrita, bem como mostrou - se mais aberta a novas aprendizagens, já que pode vivenciar na prática a possibilidade de vencer alguns desafios. Ela também pode desenvolver outras habilidades, as quais contribuíram para o aumento de sua auto-estima, organização de ideias seguindo uma seqüência lógica, paciência e argumentação. Cabe ressaltar o que afirma Barbosa (2003) nenhum novo conhecimento surge sem estar articulado a conhecimentos anteriores; portanto, a escolha de um Projeto de Trabalho parte sempre do conhecimento e do interesse já existente, para que os mesmos possam ser integrados ao novo e dar origem a uma nova construção. Sendo assim, os resultados obtidos só foram possíveis porque o próprio aprendente se dispôs a cooperar e se mostrou motivado a buscar alternativas para superar sua aprendizagem ou mesmo melhorar seu desempenho na leitura e na escrita. O Projeto de Trabalho pode ser definido como um agente propulsor de aprendizagens, já que não acaba em si mesmo e sua tônica terapêutica preventiva ou corretiva em cada caso pode ser diferente:

6 4917 Em casos de agressividade, a tônica pode ser no controle, para gradativamente, ir possibilitando o autocontrole; nos casos em que o sintoma é a chamada hiperatividade ou déficit de atenção, a tônica é no planejamento; o incentivo a autonomia é a intenção do trabalho com pessoas dependentes; a função da leitura e escrita e das operações mentais, e o seus significados, são enfatizados no caso de dificuldade de leitura e escrita e pensamento lógico matemático; e a segurança é a principal abordagem nos casos que apresentam medos excessivos. (BARBOSA, 2003, p. 117) Todo o trabalho envolvendo o Projeto de trabalho deve ter como ponte, a comunicação e a capacidade de ouvir de ambos os lados terapeuta e cliente e deve sempre estar ancorada em um porto que seja seguro para o cliente, de confiança no trabalho que irá ser desenvolvido e de compreensão, por parte de todos os envolvidos neste processo. Considerações finais Quando uma criança é encaminhada para um trabalho clinico que visa resgatar déficits de aprendizagem, geralmente esta chega com uma visão de si mesma distorcida, percebendose incapaz e sem desejo de aprender. O primeiro obstáculo a ser vencido junto a esta criança é a criação de vinculo, que permite ao psicopedagogo ser percebido como alguém de confiança, que não irá julgá-la ou mesmo, critica-la. O trabalho com Projetos de Trabalho leva a criança a perceber que ela pode sim aprender algo de novo e que, mesmo que erre, poderá fazer do erro uma tentativa para o acerto. Segundo Barbosa (2001, p. 35) a dificuldade na aprendizagem é um elemento que faz parte do processo (...). Sem dificuldade não existe aprendizagem real; não havendo desequilíbrio, não há busca de equilíbrio, e a aprendizagem não se faz. Partindo deste pressuposto, os avanços apresentados pela aprendente no projeto Hanna Montana puderam ser percebidos logo nos primeiros encontros, já que conseguiu perceber o psicopedagogo como alguém em quem poderia confiar e alguém interessado em seu objeto de estudo. A aprendente realmente se envolveu no projeto, sugerindo fontes de pesquisa e colaborando com revistas sobre o tema e sugestões de trabalho. Produziu textos sobre o assunto e leu a respeito do tema, assim como produziu uma almofada utilizando a técnica de patchwork, uma caixa para guardar objetos e marcadores de páginas utilizando colagens de tecidos.

7 4918 Demonstrou estar mais autoconfiante, solicitando por vezes, o auxilio da psicopedagoga em lições que antes recusava-se a comentar. Na medida em que o trabalho foi acontecendo, sua inibição começou a diminuir e as sugestões de pequenas tarefas que antes demonstrava resistência para realizar, começaram a ser realizadas sem resistência e com muita boa vontade. Acredita-se que o grande avanço permitido por este meio de intervenção seja realmente este: levar a criança a buscar sua própria força para vencer os obstáculos que a aprendizagem nos traz, sem medo de errar, sem medo de inovar. REFERÊNCIAS ARAÚJO, Simaia Maia Medrado. Caixa de trabalho: Depositário do mundo interno do aprendiz. Disponível em: < http// Acessado em 7 jul BARBOSA, Laura Monte Serrat. A Psicopedagogia no âmbito da instituição escolar. Curitiba : Expoente, 2001 BARBOSA, Laura Monte Serrat. O projeto de trabalho: psicopedagógica. Curitiba, 2003 Uma forma de atuação BARBOSA, Laura Monte Serrat. Caixa de trabalho: uma ação pricopedagógica proposta pela epistemologia convergente. Disponivel em: <http//www psicopedagogia.pro.br> Acessado em: 7 jul VISCA, Jorge. Clínica Psicopedagogica: Epistemologia Convergente. Buenos Aires Argentina, 1994.

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização

O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização Juliana Ferreira Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail: juliana.ferreiraae@gmail.com Silvio Henrique

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA.

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA. De acordo com às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à apreciação de V.Sª o plano de aula que foram desenvolvidas no Estágio de Licenciatura em Matemática no período de

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática

A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática A inserção de jogos e tecnologias no ensino da matemática Michel da Silva Machado e-mail: michel_nick25@hotmail.com Isaque Rodrigues e-mail: isaque.max@hotmail.com Márcia Marinho do Nascimento Mello e-mail:

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 9 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 POSSIBILIDADES DE PESQUISA E AUTORIA COM O APOIO DAS TECNOLOGIAS: A EXPERIÊNCIA DA TURMA B21 DA EMEF PROF. JUDITH MACEDO DE ARAÚJO NO LABORATÓRIO

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Adelson Carlos Madruga Universidade Federal da Paraíba adelsoncarlos1992@hotmail.com Elizangela Mario da Silva Universidade Federal

Leia mais

Creche Municipal Pequeno Príncipe

Creche Municipal Pequeno Príncipe DESCRIPCIÓN DE LA INSTITUCIÓN UBICACIÓN GEOGRÁFICA Região: Centro Oeste Município: Porto dos Gaúchos MT Título da experiência: Construindo sua identidade no universo da brincadeira Autoras: Claudiane Eidt

Leia mais

PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série

PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série 1 PCN em Ação Relatório 5ª a 8ª série Antonia Terra de Calazans Fernandes Mimoso do Sul - 02 a 05 de maio de 2000 Assistiu e ajudou na coordenação: Marísia Buitoni Caracterização do Grupo Estavam presentes

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS ISSN 2177-9139 O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS Morgana Fernandes da Silva 1 morganaf60@gmail.com Faculdades Integradas de Taquara,

Leia mais

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR

ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR ENSINAR E APRENDER GEOMETRIA PLANA COM E A PARTIR DO USO DO SOFTWARE GEOGEBRA UMA VIVÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR Por: André Forlin Dosciati - UNIJUÍ Vanessa Faoro - UNIJUÍ Isabel Koltermann Battisti UNIJUÍ

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

NOÇÕES DE VELOCIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras Chave: Conhecimentos físicos. Noções iniciais de velocidade. Matemática na Educação Infantil.

NOÇÕES DE VELOCIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Palavras Chave: Conhecimentos físicos. Noções iniciais de velocidade. Matemática na Educação Infantil. NOÇÕES DE VELOCIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Jéssica da Costa Ricordi 1 Janaína Felício Stratmam 2 Vanessa Grebogi 3 Neila Tonin Agranionih 4 Resumo: O trabalho tem como objetivo relatar uma sequência didática

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE MATEMÁTICA

PLANEJAMENTO ANUAL DE MATEMÁTICA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE MATEMÁTICA 6º ANO "... A minha contribuição

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO Autora: Maria Carolina Santana de Castro*, *Acadêmica do Curso Bacharelado em Psicologia da Faculdade Santa Maria

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS.

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Andressa Luíssa França Borralho (Licenciando em Ciências da Natureza - UFPI),

Leia mais

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL

O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL O USO DE SOFTWARE EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE CRIANÇA COM SEQUELAS DECORRENTES DE PARALISIA CEREBRAL Introdução Com frequência as tecnologias digitais estão sendo empregadas pelos educadores em

Leia mais

Guia do Professor Introdução

Guia do Professor Introdução Guia do Professor Introdução Pesquisas realizadas pelo SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) mostram as dificuldades dos estudantes em resolver situações problemas. Essa situação é decorrente

Leia mais

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO

USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO USANDO O ALFABETO MÓVEL COMO RECUSO DE RECUPERAÇÃO Vera Lucia de Souza 1 ; Monique de Campos Ribeiro 2 ; Maria Rosa Leite da Silva 3; Kátia Nakamura 4; Maria de Lourdes dos Santos 5 1Bolsista/PIBID/PEDAGOGIA/UFGD.

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL O desenho é uma das formas de expressão

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS

Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS Descrição e regras e dinâmica do jogo Unidos para produzir um lugar saudável - PDTSP TEIAS Peças do jogo O jogo Unidos para produzir um lugar saudável PDTSP TEIAS Escola Manguinhos Versão inicial é composto

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha

RELATO DE EXPERIÊNCIA. Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática II Brincadeira Amarelinha Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto. Público Alvo: 3ª Fase

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

ENSINO DA MATEMÁTICA EM DIFERENTES ESPAÇOS ESCOLARES

ENSINO DA MATEMÁTICA EM DIFERENTES ESPAÇOS ESCOLARES ENSINO DA MATEMÁTICA EM DIFERENTES ESPAÇOS ESCOLARES Resumo Luana Cristina Pauliv de Araújo Scheleider 1 - PUCPR Francielle Leiroz Rodrigues 2 - PUCPR Lucas Andrei das Neves 3 - PUCPR Grupo de Trabalho

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA.

METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA. 1 METODOLOGIA PARA CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS NA EAD: DO PLANO DE ENSINO AO ROTEIRO DE TUTORIA. Maio/2008 Mara Yáskara Nogueira Paiva Cardoso Uniararas, marayaskara@uniararas.br Ana Carolina Castelli

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

PROPOSTA DE OFICINAS DE LEITURA E ESCRITA COMO APOIO PARA CRIANÇAS COM ATRASO DE LINGUAGEM ESCRITA

PROPOSTA DE OFICINAS DE LEITURA E ESCRITA COMO APOIO PARA CRIANÇAS COM ATRASO DE LINGUAGEM ESCRITA PROPOSTA DE OFICINAS DE LEITURA E ESCRITA COMO APOIO PARA CRIANÇAS COM ATRASO DE LINGUAGEM ESCRITA Ana Paula ZABOROSKI anapaulazaboroski@yahoo.com.br Ana Cândida SCHIER aninhaschier@yahoo.com.br Jáima

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA. Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Período: Três semanas.

ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA. Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Período: Três semanas. ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ EVARISTO COSTA RELATO DE EXPERIÊNCIA Sequência Didática I Era uma vez um gato xadrez... Autora: Bia Villela. Professoras: Maria Cristina Santos de Campos. Silvana Bento de Melo Couto.

Leia mais

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens A obra salesiana teve início em Turim, na Itália, onde Dom Bosco colocou em prática seus ideais de educação associados ao desenvolvimento

Leia mais

PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹

PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹ PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹ OLIVEIRA, Micheli Viera de 2 ; MELLO, Lauren Machado 2 ; OLIVEIRA, Vânia Fortes³. 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Psicólogas graduadas pelo Centro

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

VENCENDO DESAFIOS NA ESCOLA BÁSICA... O PROJETO DE OFICINAS DE MATEMATICA

VENCENDO DESAFIOS NA ESCOLA BÁSICA... O PROJETO DE OFICINAS DE MATEMATICA VENCENDO DESAFIOS NA ESCOLA BÁSICA... O PROJETO DE OFICINAS DE MATEMATICA Thayza Ferreira Cabral MATOS; Elinéia Pereira VAILANT; Carla Michelle de Lima SOUZA; Weslley de Castro ALVES; Adriana Aparecida

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO.

EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO. EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO. Francisca Valdielle Gomes Silva Discente do Curso de Matemática da Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

Elaboração do relatório neuropsicológico Professora: PRISCILA COVRE

Elaboração do relatório neuropsicológico Professora: PRISCILA COVRE XVI CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM NEUROPSICOLOGIA (ANO 2015) Elaboração do relatório neuropsicológico Professora: PRISCILA COVRE REALIZAÇÃO: Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O C L E O W O L F F O que é Action Learning? Um processo que envolve um pequeno grupo/equipe refletindo e trabalhando em problemas reais, agindo e aprendendo enquanto atuam. FUN D A MEN T OS D O ACTION LEARNING

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES Taciany da Silva Pereira¹, Nora Olinda Cabrera Zúñiga² ¹Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

OS JOGOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÌNGUA ESTRANGEIRA

OS JOGOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÌNGUA ESTRANGEIRA OS JOGOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÌNGUA ESTRANGEIRA Flávio de Ávila Lins Teixeira Universidade Federal da Paraíba/ PIBID/ Letras-Inglês/ Supervisor Resumo: Esse trabalho objetiva analisar algumas

Leia mais

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS

DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS DISTÚRBIOS EMOCIONAIS NA ESCOLA: ALGUMAS CAUSAS E SINAIS GISLAINE HOSANA ARAÚJO FERNANDES SAPIENS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS exibidaboutique@gmail.com INTRODUÇÃO A escola é um ambiente onde acontecem

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE

ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE ANÁLISE DOS ERROS NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE EQUAÇÕES DO 1º GRAU DOS ALUNOS DA 6ª SÉRIE Adriane Trindade Lopes Universidade do Estado do Pará adriane_lopes18@yahoo.com.br Gleida Tayanna Conde de Sousa

Leia mais

PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: CAMINHOS DA ECOLOGIA. Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI)

PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: CAMINHOS DA ECOLOGIA. Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI) PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO: CAMINHOS DA ECOLOGIA Lílian Rosalina Gomes (Universidade Federal do Piauí - UFPI) Diego Porto Rocha (Universidade Federal do Piauí - UFPI) Adelany Brena Cardoso de Oliveira (Universidade

Leia mais

ESTRATÉGIAS INTERDISCIPLINARES DE ENSINO E O ESTÁGIO SUPERVIOSIONADO

ESTRATÉGIAS INTERDISCIPLINARES DE ENSINO E O ESTÁGIO SUPERVIOSIONADO Formação de Educadores ESTRATÉGIAS INTERDISCIPLINARES DE ENSINO E O ESTÁGIO SUPERVIOSIONADO Marielda Ferreira Pryjma - PUCSP 1 Mirian Célia Castellain Guebert - PUCPR 2 Resumo A presente pesquisa foi desenvolvida

Leia mais

Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva

Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva Práticas avaliativas numa perspectiva inclusiva Adriana feijão de Sousa Magalhães Universidade Estadual Vale do Acaraú Resumo: O presente artigo pretende tratar da avaliação inclusiva como forma de oportunizar

Leia mais

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE Adriana Noviski Manso - PUCPR Beatriz Ferreira da Rocha - PUCPR Romilda Teodora Ens - PUCSP/PUCPR Resumo O presente relato

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM

MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM MÉTODOS E TÉCNICAS DE AUTOAPRENDIZAGEM Maiêutica - Cursos de Gestão Claudete Teixeira Fernandes 1 Sirlésia Vigarani Scalco 2 Rodrigo Borsatto Sommer da Silva 3 RESUMO A partir da consideração de que existem

Leia mais

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO LOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: JOGOS - A MANEIRA DIVERTIDA DE FICAR INTELIGENTE PROFESSORA ORIENTADORA:

Leia mais

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL Christiano de Oliveira Pereira 1 RESUMO O caráter específico de cada indivíduo é resultante de todas as experiências

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO?

PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? PSICOPEDAGOGO: QUAL É A SUA FUNÇÃO? Élida Mara de Jesus Dias (PUC-SP) Resumo Este artigo tem como objetivo analisar a atuação do psicopedagogo frente às dificuldades no processo ensino-aprendizagem na

Leia mais

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO

O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO O ENSINO TRADICIONAL E O ENSINO PRODUTIVO DE LÍNGUA PORTUGUESA A PARTI DO USO DO TEXTO Mayrla Ferreira da Silva; Flávia Meira dos Santos. Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mayrlaf.silva2@gmail.com

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA Denise Knorst da Silva 1 denisek@unijui.tche.br RESUMO Neste trabalho é apresentada uma discussão sobre atividades

Leia mais

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II Jackson Rodrigues Cordeiro 1, Cíntia Silva de Oliveira 2, Silas Queiroz de Souza 3, Marcelo

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições?

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições? "Entrevista com Barone" Elisa Maria Pitombo Entrevista feita com Barone pela ABPp-SP realizada em 29/03/2005, agradecemos a possibilidade dessa entrevista. Você poderia citar fatos marcantes e curiosos

Leia mais

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 PROJETO MEU TEMPO DE CRIANÇA Missão Visão Valores Colaborar com a importante tarefa de educar as crianças, nesse momento único de suas jovens vidas, onde os

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais