DISCIPLINA: Vivência na Prática Educativa VI PROFESSORA: Ermelinda Nóbrega de M. Melo COMO ELABORAR UM PLANO DE AULA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISCIPLINA: Vivência na Prática Educativa VI PROFESSORA: Ermelinda Nóbrega de M. Melo COMO ELABORAR UM PLANO DE AULA"

Transcrição

1 COMO ELABORAR UM PLANO DE AULA

2 PLANO DE AULA É... Um guia e tem a função de orientar a prática do professor, partindo da própria prática e, portanto, não pode ser um documento rígido e absoluto. Ele é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejar que, por sua vez, envolvedesafiosecontradições.

3 PARA QUE PLANO DE AULA? Para ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, oqueseráfeitoequantotempovailevar. Proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. A falta dessa organização pode levar ao fracasso total.

4 ENTÃO VAMOS A PRÁTICA...

5 PASSOS A SEREM DADOS NA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA

6 1º Passo: Dados de Identificação e Definição do Tema 2º Passo: Definir os Objetivos 3º Passo: Estratégias metodológicas 4º Passo: Selecionar os Recursos 5º Passo: Avaliar resultados

7 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO E DEFINIÇÃO DO TEMA

8 OS DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome da Instituição: Curso: Professor (a): Carga Horária: Série: Tema da Aula: Conteúdo:

9 OTEMADAAULAéopontodepartida. A escolha do tema da aula terá de ser de acordo com o conteúdo dos planos de unidadedidáticadasturmas. Suaaulaserásobreoquê? Ex: EquaçãodoSegundoGrau O CONTEÚDO é o estabelecimento de tópicos na seqüência em que vão ser apresentadosnodecorrerdaaula.

10 DEFINIR OS OBJETIVOS

11 Resultadosaalcançar DISCIPLINA: Vivência na Prática Educativa VI OBJETIVOS Vem logo após a Identificação do Plano de Aula O primeiro desafio para elaborá-los é entender a diferença entre objetivo geral e objetivosespecíficos Os objetivos devem ser redigidos com o verbonoinfinitivo

12 OBJETIVO GERAL: são aqueles que traduzem a grosso modo, aonde se quer chegar, sem se preocupar em como fazê-lo. São amplos, abrangentes e alcançados a longo prazo. Umaboadicaparaaelaboraçãodoobjetivogeral,é propor em sua estrutura a competência que se pretende desenvolver (o que?) e logo depois o seu motivo(para que?) Ex: Analisar o cotidiano político da antiga civilização grega, permitindo a compreensão dos fundamentos da democracia na contemporaneidade.

13 OBJETIVO ESPECÍFICO: É o desdobramento do objetivo geral. São objetivos mais concretos e bem explícitos para que possam ser observados e avaliados com mais segurança. São delimitados e previstos para serem alcançados mais imediato. Exemplos aplicáveis: Quando tem o objetivo de conhecer, apontar, citar, classificar, definir, descrever, identificar, reconhecer, relatar; comparar, etc. Ex: Descrever a realidade; Ex: Comparar a realidade com outras situações similares;

14 FORMULAÇÃO DE OBJETIVOS EDUCACIONAIS

15 VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS Na elaboração dos objetivos, sejam gerais, ou específicos, as escolhas adequadas dos verbos é de crucial importância. Ele é o ponto chave para exprimir a intenção de um educador. Na formulação de objetivos específicos devemos evitar o emprego de verbos que se prestem a muitas interpretações. Apresentamos, a seguir, uma lista de verbos para objetivos gerais e específicos, nos domínios: psicomotor, afetivo, cognitivo e social

16 VERBOS QUE PRESTAM A MUITAS INTERPRETAÇÕES. Abrandar Aproveitar,Desfrutar, Memorizar, Absorver, Capacitar, Entender, Pensar, Acrescentar, Carrear, Evidenciar, Adaptar, Facilitar, Compreender, Praticar, Adquirir, Conhecer, Familiarizar, Saber, Aperfeiçoar, Conscientizar, Fixar, Fixar, Jogar, Socializar, Apreciar,Cooperar,etc.

17 VERBOS QUE PRESTAM A POUCAS INTERPRETAÇÕES Definir, Adicionar, Descrever, Interpretar, Relacionar, Resolver, Responder, Analisar, Aplicar, Alternar, Citar, Classificar, Colar, Enumerar, Empregar, Subtrair, Sublinhar, Numerar, Escrever, Transformar, transpor, Identificar, Grifar, Flexionar, etc.

18 VERBOS ADEQUADOS PARA OBJETIVOS IMEDIATOS QUE TENDEM A INDICAR DETERMINADOS DOMÍNIOS DOMINIO PSICOMOTOR Correr, cortar, demonstrar, desempenhar, realizar, percorrer, saltar, DOMINIO COGNITIVO Analisar, aplicar, avaliar, citar, criar, dizer, combinar, comparar, classificar, definir, explicar, enumerar, solucionar, ordenar,

19 VERBOS ADEQUADOS PARA OBJETIVOS IMEDIATOS QUE TENDEM A INDICAR DETERMINADOS DOMÍNIOS DOMINIO SOCIAL Aceitar, ajudar, aplaudir, saudar, compartilhar, competir, cooperar, contribuir, elogiar, escolher, interagir, permitir, etc. DOMINIO AFETIVO Agir, desempenhar, demonstrar,

20 VERBOS PARA OBJETIVOS GERAIS Administrar, Aprimorar, Delegar, Fazer, Recitar, Afirmar, Avaliar, Demonstrar, Formular, Resolver, Analisar, Calcular, Distinguir, Identificar, Saber, Aprender, Compreender, Entender, Integrar, Transferir, Aplicar, Constar, Enumerar, Interpretar, Apreciar, Construir, Escrever, Propor, Resolver, Conhecer, Desenvolver, etc.

21 VERBOS PARA OS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Aplicar, Confirmar, Enumerar, Calcular, Reescrever, Inferir, Relacionar, Converter, Escrever, Inventar, Relatar, Categorizar, Criar, Especificar, Justificar, Reproduzir, Citar, Criticar, Exemplificar, Criticar, Listar, Resolver, Classificar, Defender, Explicar, Modificar, Combinar, Definir, Organizar, etc.

22 ESTRATÉGIAS METODOLÓGICAS

23 METODOLOGIA Visando atingir os objetivos propostos, o educadorprecisadelinearametodologia, isto é, definir procedimentos que serão adotados em sala de aula, considerando, em especial, o foco temático, a realidade dos estudantes. É a definição de como serádesenvolvidasuaaula.

24 Procedimentos adotados para facilitar o processodeaprendizagem. Aulasexpositivas; Dinâmicas; Debates; Seminários; Exercícios;Análises; Situações-problemas; Painel Integrado; experimentos, E outros que o professor julgue necessário.

25 RECURSOS DIDÁTICOS

26 A designação dos recursos áudiosvisuais mostra a dinâmica da aula Quadro de Giz Retroprojetor Datashow Computador flanelógrafo gráficos Som maquetes Cartazes ilustrações Painel livro didático Vídeo mapas DVD Globos, etc

27 DISCIPLINA: Vivência na Prática Educativa VI AVALIAR RESULTADOS

28 Por meio da avaliação o educador deve: Verificar se os objetivos propostos para a aula foram alcançados e considerar a necessidade de Avaliar continuamente o desenvolvimento do aluno; selecionar situações de avaliação diversificadas coerentes com os objetivos propostos; selecionar e/ou montar instrumentos de avaliação; registrar os dados da avaliação; aplicar critérios aos dados da avaliação; interpretar os resultados alcançados para redimensionar a aprendizagem.

29 Na avaliação os estudantes podem refletir os caminhos que trilharam, os avanços em termos de conhecimento e conhecimentos que ainda precisam adquirir em torno do tema estudado. Este é também um momento no qual o educador pode avaliar o seu o próprio trabalho tendo em conta os seguintes aspectos: Criatividade, motivação, interesse, confiança, segurança, por outro lado: confusão, insegurança, desmotivação, desinteresse, rigidez, etc. se o que planejou realmente atendeu às necessidades dos estudantes.

30 AS REFERÊNCIAS Nesse item comunicamos as referências das fontes utilizadas para a realização das aulas. Nele cabem informações sobre livros, revistas, jornais, imagens, obras dearte, CDs,DVDs eoutrostipos de materiais. Nesse sentido, para Takahashi e Fernandes(2004): A indicação bibliográfica refere-se ao material utilizado para sustentar o conteúdo desenvolvido em sua aula e ajudar a atingir os objetivos propostos.

31 / / /

Título: Objetivos Autora: Luciana de Lima Edição: LICIE 2014.1

Título: Objetivos Autora: Luciana de Lima Edição: LICIE 2014.1 Título: Objetivos Autora: Luciana de Lima Edição: LICIE 2014.1 O que significa a palavra Latim OBJECTIVUS OBJETIVO? De OBJECTUM algo colocado à frente (dos olhos, da mente) Verbo OBICERE apresentar, opor,

Leia mais

VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS

VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS Na elaboração dos objetivos, sejam gerais, ou específicos, as escolhas adequadas do verbo é de crucial importância. Ele é o ponto chave para exprimir a intenção de

Leia mais

PLANO DE APRENDIZAGEM PARA DISCIPLINAS COM AULAS TEÓRICAS E AULAS PRÁTICAS

PLANO DE APRENDIZAGEM PARA DISCIPLINAS COM AULAS TEÓRICAS E AULAS PRÁTICAS CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS CESCAGE FACULDADES INTEGRADAS DOS CAMPOS GERAIS CURSO DE... PLANO DE APRENDIZAGEM PARA DISCIPLINAS COM AULAS TEÓRICAS E AULAS PRÁTICAS IDENTIFICAÇÃO: Disciplina:

Leia mais

Elaboração do projeto

Elaboração do projeto Elaboração do projeto Há muitas formas possíveis de se realizar um projeto, e o grupo deve discutir e decidir como irá fazê-lo. É fundamental refletir sobre algumas questões que deverão nortear as ações:

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO SUPERIOR PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª Msc. Clara Maria Furtado PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURRÍCULO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PLANEJAMENTO DO CURSO OBJETIVOS

Leia mais

Centro de Estudos em Avaliação Educacional/UFRJ

Centro de Estudos em Avaliação Educacional/UFRJ CURRÍCULO: CONCEITOS BÁSICOS Centro de Estudos em Avaliação Educacional/UFRJ O termo currículo é encontrado em registros do século XVII, sempre relacionado a um projeto de controle do ensino e da aprendizagem,

Leia mais

CAPA FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA NOME DO ALUNO (OU EQUIPE) Título do Projeto

CAPA FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA NOME DO ALUNO (OU EQUIPE) Título do Projeto CAPA FACULDADE DE TEOLOGIA INTEGRADA NOME DO ALUNO (OU EQUIPE) Título do Projeto IGARASSU 2012 (Folha de rosto - modelo) 2 cm. NOME DO ALUNO Nome do(s) aluno(s) - centralizado e em letras maiúsculas Título

Leia mais

Taxonomia da aprendizagem

Taxonomia da aprendizagem Taxonomia da aprendizagem Taxonomia de Bloom Desde 1948, um grupo de educadores assumiu a tarefa de classificar metas e objetivos educacionais. Eles propuseram-se a desenvolver um sistema de classificação

Leia mais

Técnicas de ensino e domínios de aprendizagem

Técnicas de ensino e domínios de aprendizagem Técnicas de ensino e domínios de aprendizagem Realizado por Janeiro de 2009 De acordo com Bloom a aprendizagem ocorre em três domínios: cognitivo psicomotor (habilidades) afetivo (atitudes ) Domínio cognitivo

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de

Leia mais

Guia do Professor Introdução

Guia do Professor Introdução Guia do Professor Introdução Pesquisas realizadas pelo SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) mostram as dificuldades dos estudantes em resolver situações problemas. Essa situação é decorrente

Leia mais

Desenvolvimento de Conteúdo para cursos Online

Desenvolvimento de Conteúdo para cursos Online Desenvolvimento de Conteúdo para cursos Online Estabelecendo Objetivos de Aprendizagem Autora: Priscilla Nunes ESTABELECENDO OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Apresentação Boas- vindas ao Módulo Estabelecendo

Leia mais

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª. Msc. Clara Maria Furtado claramaria@terra.com.br clara@unifebe.edu.br PLANEJAMENTO Representa uma organização de ações em direção a objetivos bem definidos, dos recursos

Leia mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais DIRETRIZES DO ALUNO Olá, você está fazendo parte de um projeto de melhoria acadêmicoaction! Neste material você encontrará todas as pedagógica: o Edu Action informações necessárias para entender como esse

Leia mais

Mas, como utilizar essa ferramenta tão útil e que está à sua disposição?

Mas, como utilizar essa ferramenta tão útil e que está à sua disposição? Caríssimo aluno da Rede CEJA, Seja muito bem vindo à sua escola! Estamos muito felizes que você tenha optado por dar continuidade aos seus estudos conosco, confiando e acreditando em tudo o que poderemos

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Após a entrega do exercício D (folha síntese do projeto de pesquisa, vamos rever o projeto de pesquisa e a introdução da tese. Após a aula, além do exercício D

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

Etapas de um Projeto de Pesquisa. Robledo Lima Gil

Etapas de um Projeto de Pesquisa. Robledo Lima Gil Etapas de um Projeto de Pesquisa Robledo Lima Gil Etapas... Escolha do tema Formulação do problema 1) Introdução; 2) Revisão de literatura (Referenciais teóricos); 3) Justificativa; 4) Objetivos (geral

Leia mais

Minicurso: Utilizando Visual Basic no Desenvolvimento de Software Educacional

Minicurso: Utilizando Visual Basic no Desenvolvimento de Software Educacional Minicurso: Utilizando Visual Basic no Desenvolvimento de Software Educacional Odette Mestrinho Passos odette@ufam.edu.br Rene Ferreira La Spina Dourado dourado.spina@gmail.com OBJETIVO Colocar em forma

Leia mais

AS TICs NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

AS TICs NA EDUCAÇÃO DO CAMPO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E APOIO À EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS ESCOLA ESTADUAL VESPASIANO MARTINS

Leia mais

Dentre esses fatores existem alguns, muito importantes, relacionados com enfoques sobre o ensino e a aprendizagem.

Dentre esses fatores existem alguns, muito importantes, relacionados com enfoques sobre o ensino e a aprendizagem. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC NÚCLEO DE TREINAMENTONTO PRA PREVENÇÃO DE EMERGÊNCIAS - CETREM CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA INSTRUTORES - CPI TRABALHO PRELIMINAR PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA

Leia mais

O Design Instrucional e suas etapas

O Design Instrucional e suas etapas O Design Instrucional e suas etapas Régis Tractenberg 1. Definição O Design Instrucional, ou DI, é o processo sistemático e reflexivo de traduzir princípios de cognição e aprendizagem para o planejamento

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR?

EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? EDUCAÇÃO ESCOLAR: GESTOR OU ADMINISTRADOR? Maria Rafaela de Oliveira FECLESC-UECE Renata Leite Moura FECLESC-UECE RESUMO Este trabalho apresenta algumas reflexões acerca da Educação Escolar e dos desafios

Leia mais

GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO

GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO GUIA PARA OS PAIS Ensino fundamental 2015 Apresentação O Colégio Itamarati foi fundado em 1988 e desenvolve um trabalho centrado na capacidade de aprendizagem do aluno, em sintonia com as formulações mais

Leia mais

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS

UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS UNIDADE 5 PPP, CLIMA DE ESCOLA, NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DIREITOS HUMANOS Módulo 3 - Direitos Humanos e o Projeto Político Pedagógico da escola Objetivos: Nesta Unidade veremos como os Direitos Humanos

Leia mais

RESUMO. 140 Saber Digital. Gabriela do Carmo Fernandes gabihfernandes.gcf@gmail.com Discente da FAETERJ Paracambi

RESUMO. 140 Saber Digital. Gabriela do Carmo Fernandes gabihfernandes.gcf@gmail.com Discente da FAETERJ Paracambi 140 Saber Digital O USO DA TECNOLOGIA EM PROL DA EDUCAÇÃO: IMPORTÂNCIA, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES ENCONTRADAS POR INSTITUIÇÕES DE ENSINO E DOCENTES COM A INTEGRAÇÃO NOVAS TECNOLOGIAS À EDUCAÇÃO. Gabriela

Leia mais

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação

Leia mais

Luzinete André dos Santos LER, INTERPRETAR E PRATICAR A MATEMÁTICA

Luzinete André dos Santos LER, INTERPRETAR E PRATICAR A MATEMÁTICA Luzinete André dos Santos LER, INTERPRETAR E PRATICAR A MATEMÁTICA Iraquara Bahia 2006 Luzinete André dos Santos LER, INTERPRETAR E PRATICAR A MATEMÁTICA Projeto de Intervenção Pedagógica a Faculdade de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

INVESTIGANDO O ENSINO APRENDIZAGEM MEDIADO POR COMPUTADOR - UMA METODOLOGIA PARA REALIZAR PROTOCOLOS

INVESTIGANDO O ENSINO APRENDIZAGEM MEDIADO POR COMPUTADOR - UMA METODOLOGIA PARA REALIZAR PROTOCOLOS CAPTURA DE IMAGENS DENTRO DA METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DE SOFTWARE Hermínio Borges Neto 1 Márcia Campos Alex Sandro Gomes INTRODUÇÃO Este é o relato de uma experiência de um grupo de pesquisadores da Universidade

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

Design Pedagógico. Módulo: O Modelo Atômico de Bohr

Design Pedagógico. Módulo: O Modelo Atômico de Bohr Design Pedagógico Módulo: O Modelo Atômico de Bohr 1. ESCOLHA DO TÓPICO 1.1. O que um aluno entre 14 e 18 anos acharia de interessante neste tópico? Que aplicações / exemplos do mundo real podem ser utilizados

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO DOMÍNIO DOMÍNIO COGNITIVO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROFESSOR AGOSTINHO DA SILVA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GRUPO DISCIPLINAR/CICLO: LÍNGUA PORTUGUESA/CEF 3º CICLO DOMÍNIOS / INDICADORES DE DOMÍNIO INSTRUMENTOS

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Habilitação Profissional: Qualificação:

Leia mais

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem.

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem. ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br Resumo Este trabalho teve como

Leia mais

Projeto Jornal Educativo Municipal

Projeto Jornal Educativo Municipal Estado de Goiás Prefeitura Municipal de Santa Bárbara de Goiás Secretaria Municipal da Educação Santa Bárbara de Goiás - GO Projeto Jornal Educativo Municipal Santa Bárbara de Goiás Janeiro/2013 Estado

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Ensino de Ciências Campus Nilópolis Ana Paula Inacio Diório AS MÍDIAS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS II SIMPÓSIO DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS 13 e 14 de junho de 2013 O PROJETO DE EXTENSÃO MATEMÁTICA LEGAL

Leia mais

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco

Sistemas Inteligentes. Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco Sistemas Inteligentes Aula: Agentes Inteligentes Flávia Barros & Patricia Tedesco 1 Ao final desta aula a gente deve... Entender o que é um Agente Racional (inteligente)? Distinguir entre os vários tipos

Leia mais

Jeana Maria de Moura Telles

Jeana Maria de Moura Telles Jeana Maria de Moura Telles Brincar, compartilhar e aprender: A ludicidade como elemento norteador de uma aula mais proveitosa, atrativa e eficaz Araguaína TO 2013 Jeana Maria de Moura Telles Brincar,

Leia mais

O USO DE MASSINHA DE MODELAR PARA COMPREENSÃO DO RELEVO REPRESENTADO NOS MAPAS FÍSICOS: PROPOSTA DE PRÁTICA PARA A GEOGRAFIA ESCOLAR.

O USO DE MASSINHA DE MODELAR PARA COMPREENSÃO DO RELEVO REPRESENTADO NOS MAPAS FÍSICOS: PROPOSTA DE PRÁTICA PARA A GEOGRAFIA ESCOLAR. O USO DE MASSINHA DE MODELAR PARA COMPREENSÃO DO RELEVO REPRESENTADO NOS MAPAS FÍSICOS: PROPOSTA DE PRÁTICA PARA A GEOGRAFIA ESCOLAR. RESUMO SPRINGER, K. S. 1 1 - Licenciada em Geografia pela Universidade

Leia mais

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 Rochelle Lopes da Silva- UVA 2 Andrea Abreu Astigarraga- UVA INTRODUÇÃO De acordo

Leia mais

Os caminhos para a formação de professores

Os caminhos para a formação de professores Os caminhos para a formação de professores Formar os professores é a principal função do coordenador pedagógico. Veja as melhores estratégias para cumprir essa missão Gustavo Heidrich (gustavo.oliveira@abril.com.br)

Leia mais

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO PARTE 9 Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO ATIVO INTANGÍVEL Ativos que não têm substância física, mas proporcionam benefícios econômicos, como: competência dos gerentes, sua experiência e conhecimento

Leia mais

Visão Geral da Metodologia

Visão Geral da Metodologia Ambientes Acolhedores para Crianças e Adolescentes Criando melhores ambientes com e para Crianças, Adolescentes e Famílias Visão Geral da Metodologia Ambientes Acolhedores para Crianças e Adolescentes

Leia mais

O desafio de promover a aprendizagem significativa em sala de aula.

O desafio de promover a aprendizagem significativa em sala de aula. O desafio de promover a aprendizagem significativa em sala de aula. www.juliofurtado.com.br 1 Só aprende quem sonha e só sonha quem tem esperança. (Paulo Freire) Aprender envolve três processos: Processos

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Área de conhecimento: MATEMÁTICA Componente Curricular: MATEMÁTICA Série:

Leia mais

Projeto: TE Conhecer, aprender, saber...

Projeto: TE Conhecer, aprender, saber... Colégio Pe. João Bagozzi Formação de Educadores Tecnologias da Informação e da Comunicação - TICs http://blog.portalpositivo.com.br/ticbagozzi Projeto: TE Conhecer, aprender, 1 Objetivos e Atividades:

Leia mais

Preparação do Trabalho de Pesquisa

Preparação do Trabalho de Pesquisa Preparação do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Pesquisa Bibliográfica Etapas do Trabalho de Pesquisa

Leia mais

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS ALMEIDA *, Laura Isabel Marques Vasconcelos de. UFMT laura.isabel@terra.com.br DARSIE **, Marta Maria Pontin. UFMT

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N. 15/2014 TÓPICO DE ESTUDO: PLANO DE TRABALHO/PLANO DE AÇÃO OS SENTIDOS E AS RAZÕES! 1 INICIANDO...

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N. 15/2014 TÓPICO DE ESTUDO: PLANO DE TRABALHO/PLANO DE AÇÃO OS SENTIDOS E AS RAZÕES! 1 INICIANDO... ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA N. 15/2014 OS SENTIDOS E AS RAZÕES! 1 INICIANDO... TÓPICO DE ESTUDO: PLANO DE TRABALHO/PLANO DE AÇÃO O que dá sentido ao trabalho administrativo/supervisor em educação é o seu caráter

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Construindo uma aula significativa passo-a-passo.

Construindo uma aula significativa passo-a-passo. Construindo uma aula significativa passo-a-passo. www.juliofurtado.com.br SINOPSE: O As sete etapas da construção de um conceito. O Os três momentos de uma aula significativa. O A mediação de conflitos

Leia mais

Programação em papel quadriculado

Programação em papel quadriculado 4 NOME DA AULA: Programação em papel quadriculado Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 10 minutos Objetivo principal: ajudar os alunos a entender como a codificação funciona. RESUMO Ao "programar"

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais

1. METODOLOGIA APLICADA

1. METODOLOGIA APLICADA 1. METODOLOGIA APLICADA O propósito do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações

Leia mais

LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA

LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA LIVRO TEXTO: UMA FERRAMENTA PARA A CIDADANIA Marcos Henrique da Silva Passos (UFPI) José Machado Moita Neto GT 03 Construção de Saberes Docentes INTRODUÇÃO A Química é uma ciência fundamentalmente ligada

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS. Planificação de Português

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS. Planificação de Português AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS Escola Básica 2/3 de Pedrouços Planificação de Português 7. 7ºano de escolaridade Ano letivo 2012/2013 Expressão oral Compreensão oral 1. o Período (+-64 aulas ) ))))))))646464+66666646

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CURSO VOCACIONAL 3º CICLO AMGE - Auxiliar de Manutenção e Gestão de Espaços CRITÉRIOS DE Ano Lectivo 2014/15 Coordenador do Curso: José Pedro Moutinho Critérios de Avaliação (14-15) VOCACIONAL C AMGE -

Leia mais

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012 O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série Aula de 9 de maio de 2012 Apresentação Não é um programa inovador O momento não é de procurar

Leia mais

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Título do artigo: O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Área: Educação Infantil Selecionadora: Heloisa Magri 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 1 O registro do professor tem

Leia mais

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência.

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM BAGEGA, Chariane 1 BONI, Marina 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 INTRODUÇÃO A

Leia mais

Guia: Autores e Livros sobre Ensino de Geografia

Guia: Autores e Livros sobre Ensino de Geografia PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE SUBPROJETO GEOGRAFIA/CERES Guia: Autores e Livros sobre Ensino de Geografia CAICÓ/RN 2013 Apresentação

Leia mais

Maria Luisa Perdigão Diz Ramos 1. GD8 Avaliação em Educação Matemática

Maria Luisa Perdigão Diz Ramos 1. GD8 Avaliação em Educação Matemática Dificuldades e Erros em Matemática de Alunos do 1º Ano da Educação Profissional Tecnológica de Nível Médio na Modalidade Integrada: reflexões e desafios Maria Luisa Perdigão Diz Ramos 1 GD8 Avaliação em

Leia mais

Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação

Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação Design Pedagógico do módulo III Origem dos Movimentos, Variação Escolha do tópico O que um aluno entre 14 e 18 anos acharia de interessante neste tópico? Que aplicações / exemplos do mundo real podem ser

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

Rubricas e guias de pontuação

Rubricas e guias de pontuação Avaliação de Projetos O ensino a partir de projetos exibe meios mais avançados de avaliação, nos quais os alunos podem ver a aprendizagem como um processo e usam estratégias de resolução de problemas para

Leia mais

GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL GRÁFICO DE SETORES - O TRABALHO COM TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Giancarla Giovanelli de Camargo 1 RESUMO A publicação do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,em 1998,

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia E.E. Frontino Guimarães Sala 5 2ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Meire Pereira de França Roseli Fernandes Euquério Lima Realização: Foco Desenvolvimento da

Leia mais

GESTÃO DA AULA UNIVERSITÁRIA: TÉCNICAS DE ENSINO

GESTÃO DA AULA UNIVERSITÁRIA: TÉCNICAS DE ENSINO GESTÃO DA AULA UNIVERSITÁRIA: TÉCNICAS DE ENSINO Maiza Taques Margraf Althaus UEPG / PROGRAD professoramaiza@uol.com.br www.maiza.com.br NOSSO OBJETIVO - discutir possibilidades didáticas de gestão da

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE 2010 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA:

Leia mais

www.investorbrasil.com

www.investorbrasil.com Simplificando o mundo financeiro. Educação www.investorbrasil.com Educação APRESENTAÇÃO A INVESTOR é uma escola que nasceu da necessidade das pessoas de aprenderem as ferramentas e instrumentos do mercado

Leia mais

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES 1 ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES Luciano Teles Bueno 1, Claudia Lisete Oliveira Groenwald 2 RESUMO O presente trabalho apresenta um estudo realizado com

Leia mais

O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL

O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL O ENSINO DE XADREZ PARA CRIANÇAS DAS 3º E 4º SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL Edson GOULART 1 Fernando FREI 2 Resumo: Os jogos e brincadeiras são indispensáveis para o desenvolvimento cognitivo da criança.

Leia mais

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS

PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PROFESSORES DE CIÊNCIAS E SUAS ATUAÇÕES PEDAGÓGICAS PIAIA, Thaís; RICHTER, Luciana Iniciação Científica - Curso de Ciências Biológicas financiado pelo Programa PEIPSM/UFSM Universidade Federal de Santa

Leia mais

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO

Exposição e relato de experiências de Objetos Educacionais Construção de Instrumentos Musicais Artesanais. Rio Verde GO EMEFTI PROFESSOR WALDYR EMRICH PORTILHO GESTORA: GERLIANESANTANA GOUVEIA CABRAL COORD. ÁREA: ARISTÓTELES MESQUITA DE LIMA NETTO PROFESSORA SUPERVISORA: ELIZANGELA F. RODRIGUES Exposição e relato de experiências

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Substrutura de EDUCAÇÃO FÍSICA- 2ºciclo Desempenho Motor: desempenho técnico-tático evidenciado nas Unidades Didáticas selecionadas para cada período, progressão na aprendizagem; autonomia; estratégia

Leia mais

Possibilidades de uso na sala de aula

Possibilidades de uso na sala de aula Capítulo3 Possibilidades de uso na sala de aula As possibilidades de uso da lousa digital são inúmeras. Segundo a Revista Nova Escola, da Editora Abril, o professor pode preparar apresentações em PowerPoint,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional. Produto da Dissertação

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional. Produto da Dissertação UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Mestrado Profissional Produto da Dissertação Um estudo de caso sobre uma possibilidade para o ensino de Matemática

Leia mais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Cristina Novikoff c_novikoff@yahoo.com.br UNIGRANRIO Natália Xavier Pereira nxpereira@hotmail.com UNIGRANRIO Resumo:O uso da tecnologia

Leia mais

6. Enumere de acordo com a primeira: A. Minimizar diminui o aplicativo, deixando-o na Barra de Tarefas.

6. Enumere de acordo com a primeira: A. Minimizar diminui o aplicativo, deixando-o na Barra de Tarefas. LINUX EDUCACIONAL -Assinale a alternativa correta. 1. Para criar uma pasta devemos: Clicar no menu Exibir-Modo de Exibição Clicar com o botão direito onde gostaríamos de criá-la e em seguida Criar Novo

Leia mais

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA. AÇÕES DO PIBID/CAPES UFG (SUBPROJETO: LETRAS: PORTUGUÊS) NO COLÉGIO ESTADUAL LYCEU DE GOIÂNIA Bolsistas: SILVA, Danila L.; VAZ, Paula R. de Sena.;

Leia mais

Resolução de problemas

Resolução de problemas Resolução de problemas Oficina de Matemática Fundamental I André Luís Corte Brochi Professor da Faculdade Interativa COC Conteúdo Elementos teóricos sobre resolução de problemas. Sugestões de atividades

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA.

A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA. A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA. Flavia Pollyany Teodoro Caroline Hellen Martendal dos Santos Samuel Pedroso Resumo: O presente trabalho refere-se

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Disciplina: Língua Espanhola carga horária: 60 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Disciplina: Língua Espanhola carga horária: 60 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS ESPANHOL 2 Área: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Leia mais

CONTEÚDOS OBJETIVOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. - Lêr com ritmo, fluência e entonação os gêneros estudados em sala apreendendo suas principais ideias;

CONTEÚDOS OBJETIVOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO. - Lêr com ritmo, fluência e entonação os gêneros estudados em sala apreendendo suas principais ideias; PLANO DE LÍNGUA PORTUGUESA ELABORAÇÃO: JOSIANE DE LIMA GÊNERO: Receita PERÍDO APROXIMADAMENTE: 5º Ano CONTEÚDOS OBJETIVOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - Ritmo, fluência e entonação na leitura; - Apreensão das

Leia mais

Na introdução a esta dissertação enunciámos um conjunto de questões que

Na introdução a esta dissertação enunciámos um conjunto de questões que CONCLUSÃO GERAL Na introdução a esta dissertação enunciámos um conjunto de questões que nortearam a nossa investigação. Não temos a veleidade de pensar que encontramos respostas para todas elas até porque

Leia mais

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO Elane Porto Campos-UESB Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Bolsista do subprojeto de Pedagogia PIBID/UESB-CAPES

Leia mais

Instruções para Grupo

Instruções para Grupo Instruções para Grupo Uma nova forma de pensar, agir e gerar riqueza através de negócios sustentáveis. O jogo Negócio Sustentável Estimula o jogador a lidar com os 5 recursos interdependentes ou 5 Moedas

Leia mais

Realizado de 25 a 31 de julho de 2010. Porto Alegre - RS, 2010. ISBN 978-85-99907-02-3

Realizado de 25 a 31 de julho de 2010. Porto Alegre - RS, 2010. ISBN 978-85-99907-02-3 Metodologias de Aprendizagem: humanidades na sala de aula Paola Gomes Pereira Bolsista de Iniciação Científica Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) paola.pereira@ufrgs.br Antonio Carlos Castrogiovanni

Leia mais

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, COM A UTILIZAÇÃO DE JOGOS DIDÁTICOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Josilene Maria de Almeida 1 ; Rosângela Miranda de Lima 2 ; Maria Sônia Lopes da Silva; Maria Anunciada

Leia mais

Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses

Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses Resumo O objetivo da atividade é que os estudantes aprendam

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA. 2º Ano

LÍNGUA PORTUGUESA. 2º Ano LÍNGUA PORTUGUESA 2º Ano ELABORAÇÃO: JOSIANE DE LIMA PIRAQUARA 2015 SALADA DE FRUTA INGREDIENTES 2 MAMÕES PAPAIA PEQUENOS 1 LARANJA MÉDIA 5 BANANAS 2 MAÇÃS 5 MORANGOS MADUROS 1 PÊSSEGO 10 GRÃOS DE UVA

Leia mais