Projeto de P&D Alternativas para viabilização da implementação de redes subterrâneas no Brasil

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1 Evento ANEEL: Sistemas Subterrâneos de Distribuição: Aspectos Regulatórios Projeto de P&D Alternativas para viabilização da implementação de redes subterrâneas no Brasil Brasília, 26 de Setembro de 2013

2 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 2

3 INSTITUCIONAL AES Corporation A AES Corporation opera em 27 países distribuidos em 5 continentes AES no mundo colaboradores; 13 distribuidoras; 121 Plantas de Geração ( MW);... no Brasil 15% distribuição de energia; 2ª maior geradora privada (3.3 GW); Brasil 35% da receita consolidada US$ 39 bilhões em ativos: 3

4 INSTITUCIONAL AES Brasil Market Share Distribuidoras (energia distribuída) 14.3% 85.7% * Energia Distribuída: 45 TWh 6,4 milhões de clientes Geração (capacidade instalada) 3.0% 97.0% AES Brasil Outros * Capacidade instalada: MW 9 usinas hidrelétricas e 3 PCHS Energia Distribuída: 9 TWh 1,2 milhão de clientes Geração Distribuição Capacidade instalada: 635 MW Hibernando * 4

5 INSTITUCIONAL AES Eletropaulo Área de Concessão 24 municípios, inclui a Capital; 45 mil quilômetros de rede ; 6,4 milhões de clientes (16 milhões de pessoas); km 2 de área de concessão; 91% dos clientes estão concentrados em 28% da área de concessão; colaboradores e contratados; Divisão Administrativa 5

6 INSTITUCIONAL Breve histórico do sistema subterrâneo 1902: 03 CTs subterrâneas radiais no centro de São Paulo; 1925: Sistema com 19 câmaras em / V; 1928: Sistema Reticulado (malha infinita) / 216,5-125V; 1951: Segundo Reticulado PSO 20kV; Década de 70: O sistema subterrâneo da AES Eletropaulo teve o maior crescimento observado nesta década. 6

7 INSTITUCIONAL Ativos do Sistema Subterrâneo Clientes Atendidos no Subterrâneo: ; 3% dos clientes da AES Eletropaulo Potencia Instalada: MVA; 17% da potencia instalada da AES Eletropaulo Poços de Inspeção: 4.436; Câmaras Transformadoras: 4.057; Protetores de Rede: Km de Rede AT: 190 km. Km de Rede MT: km; Km de Rede BT: km; Reticulado Seletivo Radial Radial com Recurso Cidade de São Paulo 7

8 Agenda Institucional Contexto Estado da Arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para Priorização de áreas para enterramento das Redes de Distribuição; Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 8

9 CONTEXTO EVENTOS CLIMÁTICOS 1 Aumento de eventos climáticos é uma preocupação na interrupção do fornecimento energia elétrica Dados históricos mostram o impacto dos eventos climáticos no fornecimento de energia elétrica: Dados do Inmet mostram que entre 2002 e 2010, apenas 2007 teve um índice de chuva menor do que a média esperada para o mês de janeiro Surgimento de ciclones tropicais com ventos de até 100km/h, deixando ~600 mil clientes sem energia Aumento 31% da média histórica do volume de chuvas nos últimos 3 anos Entre 2008 a 2010 aumentaram 70% a quantidade de árvores que atingiram rede elétrica e impactando o fornecimento de energia elétrica 9

10 CONTEXTO SOCIEDADE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE 2 Redes aéreas de distribuição de energia apresentam riscos mais expressivos à segurança população Reforma de fachada próximo a rede elétrica Abalroamento de Poste Pipa próximo a rede elétrica Contato com árvores 10

11 CONTEXTO SOCIEDADE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE Rua Vitório Fasano 2 Projetos de conversão de rede realizados pela AES Eletropaulo melhoraram a segurança com a população, o aspecto visual destas regiões e a satisfação dos clientes Rua Oscar Freire Parque do Ibirapuera Rua José Paulino Antes da conversão da rede Após a conversão da rede Ano: 2003 Extensão: 0,13 km Execução: Solicitação de cliente particular para valorização de sua empresa Ano: 2006 e 2011 Extensão: 0,75 e 0,18 km Execução: Parceria entre lojistas, prefeitura e Eletropaulo para valorização da região Ano: 2011 Extensão: 5 km Execução: Solicitação da prefeitura para melhoria estética do parque Ano: 2011 Extensão: 0,75 km Execução: Solicitação da prefeitura para melhoria estética 11

12 Freq. Equivalente de Interrupção FEC CONTEXTO GOVERNO E REGULADORES 3 Demanda pela melhoria na qualidade direciona para a busca de novas tecnologias Tendência da frequência equivalente de interrupção - FEC Realizado AES Eletropaulo 11 Meta AES Eletropaulo Ano A AES Eletropaulo já possui uma taxa de falha inferior à estabelecida pela ANEEL Para conseguir melhorias significativas é necessária a adoção de novas formas de construção de rede, como a subterrânea Fonte: AES Eletropaulo, Aneel 12

13 CONTEXTO VIABILIDADE TÉCNICA 4 Para garantir a captura integral dos benefícios do projeto é necessário coordenar a participação de todos os usuários da rede aérea Rede elétrica (Eletropaulo): Rede de média tensão Rede de baixa tensão Iluminação pública Rede de telefonia Telefonica TIM Embratel TV a cabo NET TVA Outros CET Troleybus ANTES DEPOIS Visualmente não reduziria a diferença existente apenas com a rede elétrica enterrada 13

14 CONTEXTO VIABILIDADE TÉCNICA 778 SN estacionamento 740 quinta do mandioca maria bonita extra FIT em obras garagem Processo de enterramento de redes deve ser bem coordenado para evitar a desordenada ocupação hoje presente no subsolo de grandes capitais RUA HADDOCK LOBO RUA HADDOCK LOBO RUA OSCAR FREIRE RUA AUGUSTA RUA AUGUSTA galeria ouro fino 2733 banco real farmacia A 725 club colours SN center augusta casa do pão 2767 de queijo 2763 Rua Oscar Freire Av. São João Intercecção da of Wall Street com William Street - NY

15 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição; Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 15

16 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS As principais cidades do mundo já possuem um parcela significativa de sua rede enterrada... Subterraneo Aérea Cidades % rede distribuição Processo Financiamento Europa Amsterdam Bruxelas Processo de enterramento total da rede nas grandes cidades foi iniciado nas décadas de 60/70, já estando concluído nas principais cidades do continente Regulação na época do enterramento permitia repasse integral dos custos para a tarifa (cost plus) Londres 100 EUA Nova Iorque Chicago Los Angeles Processo se iniciou nas décadas de 20/30 em algumas cidades (ex.: NY) devido ao alto adensamento urbano Seleção de locais a serem beneficiados a cargo de empresas e/ou municípios Não existe um modelo único de financiamento, podendo haver repasse para as tarifas, aportes do município ou taxas cobradas dos clientes beneficiados Brasil Outras regiões Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte 2 Tóquio Mumbai Cidade do Cabo Enterramento pontual da rede iniciado na década de 40 (Light) em áreas de alta densidade Programas mais recentes são originados por solicitações de clientes ou atrelados a programas municipais Não existe um modelo específico para incentivar investimentos em redes subterrâneas Legislação atual prevê que investimentos sejam repassados à tarifa Cidades com alto adensamento urbano Países de maior renda (ex.: Tóquio), iniciaram processo de normalmente permitem repasse enterramento na década de 50/60 para tarifas Cidades em desenvolvimento aproveitaram Países em crescimento se a necessidade de expansão para adotar beneficiam de ganhos de escala e redes subterrânea como padrão combinam repasse para tarifa com subsídios 16

17 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Europa - Alguns países implementaram um programa de conversão gradativa de sua rede de baixa e média tensão no final dos anos 90 Taxa anual de enterramento de rede em 1999/2000 Km de rede de Baixa e Média Tensões % do total da rede Alemanha França Itália Reino Unido Holanda ,71 2,32 1,56 1,90 0,81 Taxa média de conversão por ano foi de ~1-2% da rede de baixa e média tensão Normalmente são utilizados programas com prazo superior a 20 anos para atingir a conversão de todas as áreas selecionadas Bélgica ,15 Portugal 950 0,55 17

18 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS O enterramento em Nova Iorque foi realizado por motivos estéticos nas regiões de maiores adensamentos populacionais Nova Iorque nos finais de 1800 era uma cidade com excessivo cabeamento aéreo Optou pelo enterramento de sua rede, por motivos estéticos, principalmente em regiões mais densas Fator estético foi fundamental para enterramento da rede de distribuição de Nova Iorque iniciado nas décadas de 1920/1930 Nas décadas de 1960/1970, se planejou enterrar toda a rede, mas o custo estimado tornou impossível o enterramento imediato, com opção pela priorização das áreas mais densas como a ilha de Manhattan e o enterramento realizado por etapas Regiões menos densas e mais distantes do centro da cidade, como o Brooklin, o Bronx e o Queens não tiveram suas redes enterradas No ano de 2011 a cidade de Nova Iorque já tinha 72% de sua rede enterrada e apenas 28% continuava aérea 18

19 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Mapa da rota dos furacões (Flórida - EUA) Eventos de grande magnitude estão entre os principais motivadores para construção de redes subterrâneas Após tempestades severas, os órgãos públicos e governamentais estudaram os principais locais para a conversão da rede Mapa de concentração populacional (Flórida EUA) O impacto na sociedade é a maior preocupação devido impacto a sociedade (segurança) e características A combinação das áreas com tempestades severas e concentração populacional, direcionam para os principais locais estudados para conversão FONTE: HILINE Engeneering - GDS Company 19

20 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Eventos de grande magnitude estão entre os principais motivadores para construção de redes subterrâneas ''Após as tempestades de Dezembro de 1999 que causaram longos blackouts na França, o Ministério de Minas e Energia, a EdF e a RTE fizeram um acordo de porcentagem mínima de rede subterrânea em novas construções: 90% em média tensão, 2/3 em baixa tensão e 25% em alta tensão'' ''Após a temporada de furacões ocorrida na Flórida em 2005 a Florida Power and Light tem estudado ideias de proteção a sua rede, especialmente devido a projeções de continuidade de furacões nos próximos anos'' ''Após uma tempestade de gelo causar interrupção de suprimento de energia elétrica a mais de 2 milhões de consumidores. A comissão de Serviços Públicos da Carolina do Norte investigou a possibilidade de enterramento das linhas de distribuição dos 3 utilities de investidores do estado'' ''O motivo do estudo de enterramento de toda rede de Oklahoma foi a chuva de granizo ocorrida em 10 de Dezembro de A Comissão de Serviços ao Consumidor do Estado reportou mais de residências e empresas sem energia'' FONTE: Press clipping 20

21 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Tóquio Implantou a rede subterrânea a partir de 1985 como plano preventivo anti-desastres Subterrrânea Aérea Rede de distribuição de energia em Tóquio 32,2 33,7 34,5 35,2 29,4 17,6 3,0 14,7 21,1 3,9 17,2 23,2 4,7 18,5 24,6 6,0 18,6 26,1 7,2 18,9 10,4 19,0 13,0 19,2 14,5 19,2 15,3 19,2 16,1 19,1 Entre 1965 e 2010, foram construídas ~290 km de redes subterrâneas Com um plano de longo prazo, Tóquio aumentou sua cobertura de redes subterrâneas de 17% em 1965 para 46% em FONTE: Tokyo Electric Power Company 21

22 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Austrália - Após a realização do estudo nacional sobre enterramento, algumas regiões desenvolveram programas para enterramento gradual da rede Vem implantando desde 1996 um programa de enterramento de áreas de alta densidade e de regiões turísticas, sujeito à aprovação das comunidades locais Apesar da pressão de algumas autoridades para desenvolvimento de um plano de enterramento de longo prazo, enterramentos atuais ainda são pontuais Northern Territory Queensland Western Australia South Australia New South Wales Algumas grandes cidades, como Melbourne, já possuem uma parcela significativa de sua rede enterrada (37%). Não foram identificados projetos de enterramento em larga escala da rede aérea existente Victoria Tasmania Desenvolveu plano de enterramento em 2002, com prazo de execução de 40 anos. Na área urbana de Sidney todas as expansões são realizadas com rede subterrânea desde a década de 70 22

23 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Nova Zelândia - Exemplo de Auckland, a distribuidora tem convertido sua rede aérea para subterrânea Exemplos com rede de distribuição aérea Halsey St., Manurewa Titai St., Orakei Marr Rd., Manurewa Após a conversão para rede subterrâneo FONTE: Site da empresa Vector 23

24 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Projetos de conversão de rede realizados na AES Eletropaulo desde 2003 mostram que fatores estéticos em iniciativas isoladas compõe o histórico da empresa. 2% 13% 52% 33% Iniciativa concessionaria Poder Público Demanda de Clientes Acordo com PM FONTE: Relatórios internos da AES Eletropaulo 24

25 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 25

26 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO A metodologia de definição da tecnologia levou em consideração 3 grandes dimensões 1 Econômico 2 Técnica Variações de custo por km de rede Melhoria no fornecimento de energia elétrica Otimizar custos: Identificar novas tecnologias de baixo custo Considerar os custos de manutenção pós implantação Aderir à futuras tecnologias (ex. Smart Grid) Compartilhar com outras infraestruturas (ex. telecom s) 3 Ambiente Exigências e características urbanísticas de cada região Entender as características urbanas: Impacto da conversão na satisfação dos clientes Identificar o grau de atratividade da rede subterrânea no contexto urbano Analisar o contexto de impacto sócio econômico Identificar impacto e benefícios: Analisado o nível de confiabilidade de cada configuração Analisar referências históricas de aplicação em outros países Aplicabilidade de automação e novas tecnologias 26

27 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO 1 Considerando os fatores técnicos e econômicos, as melhores configurações são Radial com Recurso e Mesh bem como, para algumas aplicações, o Primário Seletivo R$/ km 1 Confiabilidade 2 Flexibilidade Operativa 2 Histórico de Aplicação Considerações Radial Simples Baixa Ruim Pouco Não possui alternativa de socorro em situações de contingência Radial com Recurso Média Bom Consolidado Possui socorro por transferência de blocos de carga entre circuitos em situações de contingência (gerando piscada) Primário Seletivo Média Bom Consolidado Possui socorro na transferência de transformadores entre circuitos em situações de contingência Rede Mesh Alta Ótimo Pouco Possui socorro total e chave de transferência automática que não geram interrupções (piscadas) nos blocos do circuito Network Alta Ótimo Consolidado Possui sistema duplicado para socorro e chave de transferência que não geram interrupções (piscadas) nos blocos do circuito 1 Dimensão Econômica ; 2 Dimensão Técnica 27

28 Equipamento Acessórios Mão de obra Dutos Pavimentação Demais serviços Materiais Total Geral CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO 1 Aproximadamente 70% deste custo de conversão é relacionado às obras civis ~30% ~70% Instalação elétrica Obra civil Serviços 18% 5% Equipamentos 46% 75% 14% 315 5% 11% 25% Deve-se identificar oportunidades de sinergias com todas as partes interessadas para dividir os custos de obras civil A composição do custo acima considerou uma densidade média de 25 MVA/km 2 28

29 Benefícios/Custo Modelos de rede versus densidades de carga Resultados dos modelos CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO 1 Dimensões da Qualidade leva em consideração indicadores já consagrados em tomada de decisões de intervenções e investimentos Mesh Sistema Seletivo Radial c/ Recurso MVA/km 2 R$ / km 2 R$ modelo de rede DEC / FEC /END Perdas Técnicas Capex Evitado O&M Aplicação dos Modelos aos conjuntos ANEEL R$ do conjunto calculado Conjuntos Elétricos 54 Ibirapuera 93 Paula Souza 115 Sumaré 57 Itaim 1 Água Branca 83 Mooca 35 Clementino 124 Tuiuti 22 Cambuci 78 Monções + FONTE: dados da AES Eletropaulo 12 Barra Funda - 29

30 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO 3 A Prefeitura de São Paulo utiliza a ocupação do solo como principal atributo para planejamento urbanístico Uso do Solo São Paulo Detalhe no nível de quadras Solo Urbano Custo do Solo Lei de Zoneamento Uso do Solo Valor venal médio por quadra fiscal dos imóveis urbanos Disciplina e ordena o Uso e Ocupação do Solo do Município de São Paulo. Real utilização do solo no Município de São Paulo. Aplicando uma nota de 0 a 10 para uso do solo e valor do solo, obtemos os valores ponderados por conjunto elétrico A composição entre as notas obtidas pelo Uso do Solo e Valor resultam na prioridade em relação atratividade pela conversão. FONTE: Prefeitura da Cidade de São Paulo Dep. De Estatística e Produção de Informação (Dipro) 30

31 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO 3 Outros atributos também podem ser utilizados para definir a atratividade do enterramento de rede Densidade de área construída Lançamento de escritórios ( ) Lançamento residencial A composição de vários atributos urbanísticos é uma forma de priorizar e planejar a expansão da rede subterrânea FONTE: Prefeitura da Cidade de São Paulo Dep. De Estatística e Produção de Informação (Dipro) 31

32 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO O Centro Expandido é uma região de destaque no planejamento urbanístico, delimitada pelo mini-anel viário Esta região também é caracterizada pelo movimento pendular, que designa os movimentos quotidianos das populações entre o local de residência e o local de trabalho ou estudo Concentra a maior parte dos serviços, empregos e equipamentos culturais e de lazer da cidade Concentração de deslocamentos das demais áreas da região metropolitana de São Paulo Com a aderência apresentada pelos atributos de densidade e qualidade x a importância do centro expandido pela concentração de serviços e pessoas reforçam a escolha desta região para o estudo Aderência pelos atributos de densidade e qualidade x a importância do centro expandido 32

33 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO Centro expandido 1. Alto de Pinheiros 2. Pinheiros 3. Jardim Paulista 5. Itaim Bibi 6. Moema 11. Lapa 12. Perdizes 13. Barra Funda 14. Consolação 15. Santa Cecília 16. Bom Retiro 17. Pari 18. Belém 22. Bela Vista 23. República 24. Sé 25. Brás 26. Mooca 27. Liberdade 28. Cambuci 29. Vila Mariana 30. Ipiranga 31. Vila Prudente 32. Saúde 33. Cursino 42. Vila Leopoldina 72. Água Rasa O centro expandido da cidade de São Paulo é responsável por ~25% da carga da AES Eletropaulo e seria uma área candidata a um programa de enterramento Conjuntos Elétricos Mil Unid. Consumidoras MVA potência instalada (~25%) 33

34 Aplicação da metodologia em mapas temáticos indicam quais conjuntos ANEEL devem ser priorizados no programa Custo do Solo Lei de Zoneamento Uso do Solo Resultado Final 34

35 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 35

36 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Forma de contribuições Pesquisa de opinião dos clientes Recomendações Considerações finais 36

37 STAKEHOLDERS Diferentes stakeholders podem contribuir com participação na obra Ganhos Possíveis formas de contribuições AES Eletropaulo Município Estado Governo Federal Telecoms - Redução de custos com manutenção corretiva; - Redução dos custos com podas; - Redução de perdas técnicas e comerciais; - Incremento na tarifa; - Melhoria da imagem junto ao cliente. - Ganhos com ISS da obra; - Valorização imobiliária (IPTU); - Melhoria do ambiente urbano. - Recolhimento de ICMS sobre a obra; - Recolhimento de ICMS sobre o aumento da tarífa. - Recolhimento de impostos incidentes na obra (IPI, PIS/PASEP e COFINS); Recolhimento de impostos na tarifa (IR, CSSL, PIS e COFINS). - Melhora da imagem junto aos clientes; - Diminuição do custo de mantutenção; - Ampliação da infra estrutura estimulando a competição. - Parceria para divisão dos custos de obras civis com outras utilities. - Isenção de ISS sobre serviços relacionados ao enterramento; - Coparticipação na obra física (pavimentação). - Isenção de ICMS sobre equipamentos; - Criação de um fundo de enterramento de redes de forma a compensar o aumento de arrecadação de ICMS advindo do aumento da tarifa. - Assegurar a incorporação de 100% dos investimentos no projeto, incluindo custos operacionais diretamente ligados ao projeto. - Parceria para divisão dos custos de dutos e pavimentação. Fornecedor - Aumento na venda de equipamentos. - Alinhamento de custos por ganho em escala. 37

38 STAKEHOLDERS Co-Participações Fator X S (reconhecimento anual) Foram simuldos 4 cenários para a estimativa dos impactos do projeto de conversão de rede para a AES Eletropaulo Não Não Não Não Sim Não Sim Sim % Enterramento 100% 5% 10% 10% Prazo de Enterramento Custo médio por km 1 15 anos (até o fim da concessão) 10 anos 10 anos 10 anos Financiamento 80% - TJLP + 3% 80% - TJLP + 3% 80% - TJLP + 3% 80% - TJLP + 3% Isenção de Impostos Co-Participação Restante Total investido na conversão 2 100%: ISS, IPI e ICMS (~11% custo total) Governos (Federal e Municipal), Teles e demais beneficiados 100%: ISS, IPI e ICMS (~11% custo total) Governos (Federal e Municipal), Teles e demais beneficiados Impacto Incremental na Tarifa 3 65,9% 3,2% 3,4% 3,6% 1 Refere-se ao custo médio para programa de conversão em larga escala e não considera custos de adaptação da entrada consumidora e das empresas de telefonia. BASE DE DADOS Não inclui Capex de manutenção da nova rede / 3 Durante o período da concessão 38

39 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Forma de contribuições Pesquisa de opinião dos clientes Recomendações Considerações finais 39

40 PESQ.OPINIÃO DOS CLIENTES Metodologia geral Pesquisa conduzida pelo Datafolha teve o objetivo de avaliar a opinião da população em relação ao enterramento e sua disposição a contribuir, ainda que parcialmente, com os investimentos necessários Foram realizadas 817 entrevistas telefônicas na região metropolitana de São Paulo População de 18 a 64 anos, classes A,B,C e D Regiões A amostra foi desenhada para permitir análises estatisticamente relevantes dos seguintes cruzamentos: Classe social (A/B, C e D) Regiões: ABC, Leste, Oeste, Norte e Sul (as regiões foram representadas de acordo com os pesos de cada sub-região) Idade Teste de conceito Para o teste de conceito, a amostra geral de 817 entrevistas foi quebrada aleatoriamente em 3 grupos que deveriam respectivamente responder o quão dispostos estavam a pagar os seguintes valores: 0,2%, 2%, 6% Todos os entrevistados responderam o quão dispostos estavam a pagar uma taxa fixa de R$ 2 pelo enterramento das redes Todos responderam sobre sua disposição final de pagar pelo serviço (sim/não) FONTE: Pesquisa AES/Datafolha Enterramento de Redes - maio

41 PESQ.OPINIÃO DOS CLIENTES A grande maioria dos domicílios acha importante investir em redes enterradas e tem maior preocupação com os benefícios do que com a dificuldade do processo Tem conhecimento sobre enterramento de redes Se incomoda com as redes aparentes no seu bairro e no centro expandido Acha importante investir em redes enterradas Efeitos mais importantes do enterramento das redes 2 Principais efeitos negativos das obras 2 1º Melhoria aspecto visual da cidade 92 Transito na região das obras 45 2º Diminuição dos acidentes e valorização 91 Execução de obras de madrugada 39 3º Modernização da cidade 91 Emissão de ruído 38 4º Melhoria na qualidade do serviço 82 Gasto da prefeitura em detrimento de outras prioridades 37 Nota: Pesquisa realizada da cidade de São Paulo em abril de 2012 com 817 respondente classes A, B, C e D 2 Top 2 boxes (acha importante + acha muito importante) FONTE: Pesquisa AES McKinsey 2012; McKinsey analysis 41

42 PESQ.OPINIÃO DOS CLIENTES No entanto, a rejeição ao pagamento de qualquer valor adicional para o enterramento de redes é significativa Disposição a pagar valor adicional à conta atual % Muito disposto Disposto Neutro Pouco disposto Nada disposto A rejeição ao pagamento de valor adicional para benefício de enterramento de rede varia pouco por valor e é maior em relação à taxa fixa 0,2 % R$ Não dispostos² % 6 % % escolheria não pagar e não ter o serviço Nota: Pesquisa realizada da cidade de São Paulo em abril de 2012 com 817 respondente classes A, B, C e D 1 Taxa fixa de R$ 2,00 adicional à conta atual 2 Nada dispostos + pouco dispostos FONTE: Pesquisa AES/Datafolha Enterramento de Redes - maio

43 PESQ.OPINIÃO DOS CLIENTES É maior o percentual da população que acredita na importância do enterramento das redes elétricas no centro expandido do que no seu próprio bairro Domicílios que acreditam ser importante o enterramento de redes %, importante ou muito importante Importância para quem: % Mora no centro expandido 86 Não mora no centro expandido 83 No centro expandido Mora na região: No seu bairro Norte ABC Leste Sul Oeste Nota: Pesquisa realizada da cidade de São Paulo em abril de 2012 com 817 respondente classes A, B, C e D FONTE: Pesquisa AES/Datafolha Enterramento de Redes - maio

44 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Forma de contribuições Pesquisa de opinião dos clientes Recomendações Considerações finais 44

45 RECOMENDAÇÕES A estrutura operacional para o programa tem que suportar os vários tipos de solicitações e intermediar as demandas de todos stakeholders Prefeitura / Subprefeituras Associações de Bairro/ Sociedade Civil Provedores de serviço de infraestrutura Redes de Distribuição de Energia Elétrica Câmara de Gestão da Rede - Conciliação das demandas recebidas (observa Plano Diretor) - Estabelecimento de Cronograma de execução de logo prazo com revisão bianual - Agentes envolvidos na execução e na liberação de recursos assinam Termo de Compromisso Regulamento que estabelece Diretrizes e Prioridades Regulamento para execução de obras civis (condicional à origem da demanda) Regulamento da Responsabilidade por aporte e Liberação de recursos vinculados à execução Termo de Compromisso -Tipifica recursos (Fundo Municipal, Isenções Fiscais, Aumentos Tarifários, financiamento especial) -Apresenta critérios de comprovação/ reconhecimento de custos diretos e indiretos - Demais instrumento que garantam a segurança jurídica necessária 45

46 Agenda Institucional Contexto Estado da arte no Mundo sobre Enterramento das Redes de Distribuição Critérios para priorização de áreas para Enterramento das Redes de Distribuição Conflito de interesses entre os diversos stakeholders Considerações finais 46

47 CONSIDERAÇÕES FINAIS A sociedade reconhece a necessidade na redução da poluição visual mas tem rejeição ao pagamento de qualquer valor adicional para o enterramento de redes Necessidade de priorização das áreas para viabilidade de programas de enterramento Parcerias com instituições Públicas e Privadas são fundamentais para o equilíbrio econômico-financeiro de um projeto de conversão de rede O enterramento tem benefício direto na qualidade do serviço com redução de ~90% nas interrupções As redes Radial com Recurso e Mesh foram as melhores configurações aplicáveis as características da área de concessão da AES Eletropaulo Necessidade de definição de política pública e tratamento regulatório para os investimentos realizados Importância da definição de uma câmara gestora para operacionalizar e intermediar o programa de enterramento com todas as partes envolvidas Conclusão 47

48 Nilson Baroni Jr. Gerente de Redes Subterrâneas AES Eletropaulo Obrigado!

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