ENTENDENDO A FATURA DE ENERGIA ENTENDA COMO É FORMADA A FATURA DE ENERGIA ELÉTRICA E DESCUBRA POR QUE VOCÊ PAGA TÃO CARO

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1 ENTENDENDO A FATURA DE ENERGIA ENTENDA COMO É FORMADA A FATURA DE ENERGIA ELÉTRICA E DESCUBRA POR QUE VOCÊ PAGA TÃO CARO

2 1. APRESENTAÇÃO O Grupo Genergia, em total sinergia com o pensamento mundial, aliando conhecimento e tecnologia em todos os segmentos em que atua, aplica o mais moderno conceito de sustentabilidade baseado no equilíbrio econômico através de seus produtos e serviços. Ao permitir a implantação dos conceitos de sustentabilidade em residências, empresas e indústrias, o Grupo Genergia mantém o foco no desenvolvimento progressivo e contínuo, mediante o uso de metodologia própria de trabalho, que ocorre em cinco fases distintas: estruturação e organização, diagnóstico de sustentabilidade, análise de sustentabilidade, plano de ação e por fim, acompanhamento das ações. 2. VALOR DA TARIFA O valor da tarifa e seus mecanismos para sua atualização estão definidos nos contratos de concessão assinados entre as distribuidoras e a União (poder concedente) através da Agência nacional de Energia Elétrica - ANEEL (www.aneel.gov.br). 3. REVISÕES TARIFÁRIAS Os contratos preveem 03 (três) mecanismos para atualização das tarifas que são o reajuste anual (na data de aniversário do contrato de cada distribuidora), a revisão tarifária periódica (ocorre em média a cada quatro anos) e a revisão tarifária extraordinária (para equilíbrio financeiro dos contratos de concessão). A correção das tarifas é essencial para a qualidade do fornecimento de energia elétrica à sociedade.

3 4. COMPOSIÇÃO A tarifa de energia é composta basicamente de 05 (cinco) itens básicos: Impostos (PIS, COFINS, ICMS, COSIP Iluminação Pública) Encargos Setoriais Transmissão da Energia (TUST) Distribuição da Energia (TUSD) Energia 30,37% 20,60% 43,02% 2,72% 3,29% 4.1. IMPOSTOS IMPOSTOS FEDERAIS PIS E COFINS Os impostos federais que compõe a fatura de energia elétrica são o PIS - Programa de Integração Social e a COFINS - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. A alíquota média desses tributos varia de acordo com o volume de créditos apurados mensalmente pelas concessionárias e com o PIS e a COFINS pagos sobre custos e despesas no mesmo período, tais como a energia adquirida para revenda ao consumidor.

4 TRIBUTO ESTADUAL ICMS previsto no artigo 155 da Constituição Federal de 1988, o ICMS - Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços é regulamentado pelo código tributário de cada Estado. Aa alíquotas variam em função da quantidade e da classe de consumo. Em residências com consumo de energia elétrica superior a 50 kwh/mês, o ICMS incide sobre a quantidade total de energia elétrica consumida. Residências com consumo de energia elétrica inferior a 50 Kwh/mês estão isentas de tributação, bem como igrejas, templos, associações previstas em lei e santas casas que requereram à concessionária a desoneração do imposto TRIBUTO MUNICIPAL COSIP - ILUMINAÇÃO PÚBLICA Previsto no artigo 149-A da Constituição Federal de 1988, os municípios têm a competência de dispor, conforme lei específica aprovada pela Câmara Municipal, a forma de cobrança e a base de cálculo da Contribuição de Iluminação Pública. É atribuída ao Poder Público Municipal toda e qualquer responsabilidade pela operacionalização e manutenção das instalações de iluminação pública.

5 4.2. ENCARGOS SETORIAIS RESERVA GLOBAL DE REVERSÃO (RGR) Tem a finalidade de prover recursos para reversão, encampação, expansão e melhoria do serviço público de energia elétrica, para financiamento de fontes alternativas de energia elétrica, para estudos de inventário e viabilidade de aproveitamentos de potenciais hidráulicos e para desenvolvimento e implantação de programas e projetos destinados ao combate ao desperdício e uso eficiente da energia elétrica CONTA DE CONSUMO DE COMBUSTÍVEIS (CCC) Extinto em 2012, tinha a finalidade de ratear os custos relacionados à geração de energia elétrica nos Sistemas Isolados. A partir do ano de 2013, os dispêndios da CCC passaram a integrar o orçamento anual da CDE TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA (TFSEE) Tem a finalidade de custear a estrutura de fiscalização da ANEEL PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA (PROINFA) Tem o objetivo de aumentar a participação de fontes alternativas renováveis na produção de energia elétrica no país, tais como: energia eólica (ventos), biomassa e pequenas centrais hidrelétricas.

6 CONTA DE DESENVOLVIMENTO ENERGÉTICO (CDE) Os objetivos originais da CDE: promover o desenvolvimento energético dos Estados e a competitividade da energia produzida a partir de fontes eólica, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa, gás natural e carvão mineral nacional nas áreas atendidas pelos sistemas interligados; promover a universalização do serviço de energia elétrica em todo o território nacional; e garantir recursos para atendimento à subvenção econômica destinada à modicidade da tarifa de fornecimento de energia elétrica aos consumidores da Subclasse Residencial Baixa Renda (Tarifa Social de Energia Elétrica - TSEE). Sua gestão fica a cargo do Ministério de Minas e Energia e da ELETROBRÁS COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS (CFURH) Destina-se a compensar os municípios afetados pela perda de terras produtivas, ocasionada por inundação de áreas na construção de reservatórios de usinas hidrelétricas. Do montante arrecadado mensalmente a título de compensação financeira, 45% se destinam aos Estados, 45% aos Municípios, 3% ao Ministério de Meio Ambiente, 3% ao Ministério de Minas e Energia, e 4% ao Ministério de Ciência e Tecnologia. A gestão da sua arrecadação fica a cargo da ANEEL.

7 P&D (PESQUISA E DESENVOLVIMENTO) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Que estabelece que as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica ficam obrigadas a aplicar, anualmente, o montante de, no mínimo, 0,75% (setenta e cinco centésimos por cento) de sua receita operacional líquida em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico e, no mínimo, 0,25% (vinte e cinco centésimos por cento) em programas de eficiência energética no uso final. Os recursos são destinados ao Ministério da Ciência e Tecnologia, Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, ao Ministério de Minas e Energia e aos agentes, a serem aplicados em projetos aprovados pela ANEEL. Estão envolvidos com a sua gestão os Ministérios de Ciência e Tecnologia e de Minas e Energia, como também a ANEEL, a ELETROBRÁS e os próprios agentes ENCARGO DE SERVIÇOS DO SISTEMA (ESS) Representa um encargo destinado à cobertura dos custos dos serviços do sistema, inclusive os serviços ancilares, prestados aos usuários do Sistema Interligado Nacional - SIN, que compreenderão, dentre outros: I - custos decorrentes da geração despachada independentemente da ordem de mérito, por restrições de transmissão dentro de cada submercado;

8 II - a reserva de potência operativa, em MW, disponibilizada pelos geradores para a regulação da frequência do sistema e sua capacidade de partida autônoma; III - a reserva de capacidade, em MVAr, disponibilizada pelos geradores, superior aos valores de referência estabelecidos para cada gerador em Procedimentos de Rede do ONS, necessária para a operação do sistema de transmissão; e IV - a operação dos geradores como compensadores síncronos, a regulação da tensão e os esquemas de corte de geração e alívio de cargas ENCARGO DE ENERGIA DE RESERVA (EER) Representa todos os custos decorrentes da contratação da energia de reserva, entendida como aquela destinada a aumentar a segurança no fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional - SIN, proveniente de usinas especialmente contratadas mediante leilões para este fim, incluindo os custos administrativos, financeiros e tributários, que são rateados entre os usuários finais de energia elétrica do SIN OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA (ONS) Objetiva custear o NOS que realiza todo o controle e despacho de energia do SIN Sistema Interligado Nacional. Anualmente, o ONS submete à aprovação da ANEEL seu orçamento e os valores das contribuições mensais de seus associados.

9 5. TUST TARIFA DO USO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO: Tem a finalidade de remunerar o serviço de transmissão de energia desde a fonte geradora até a interligação das concessionárias responsáveis pela distribuição. 6. TUSD TARIFA DO USO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Tem a finalidade de remunerar o serviço de distribuição de energia desde o ponto de entrega pelas transmissoras até o ponto de entrega do consumidor final. 7. ENERGIA Tem a finalidade de remunerar a energia efetivamente utilizada pelo consumidor final em todas as suas fases, desde a geração até o uso final.

10 PARAÍBA Rua Dr. Jeová Lins, 66 Brisamar João Pessoa-PB (83) CEARÁ Av. Dom Luís, nº 880, sala 506 Edifício Top Center, Monte Castelo Fortaleza-CE (85)

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