Plano de Empregos, Carreiras e Salários da Fundação Estatal Saúde da Família

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de Empregos, Carreiras e Salários da Fundação Estatal Saúde da Família"

Transcrição

1 Seminário de Inovação da Gestão do Trabalho em Saúde Plano de Empregos, Carreiras e Salários da Fundação Estatal Saúde da Família Estevão Toffoli Rodrigues Diretor de Gestão de Serviços OPAS, Brasília 11 de fevereiro de 2014

2 Sumário I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

3 I. INTRODUÇÃO I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

4 De que período/contexto estamos falando Motivação original e elaboração das propostas: período anterior à criação da FESF-SUS (até 2009) Instituição e primeiras experiências: dois primeiros anos de existência da FESF-SUS ( ) Amadurecimento e diversificação: a partir de 2012 (situação atual)

5 Contexto anterior à FESF-SUS (I/II) Bahia: 417 municípios, 14 mi de hab. > 60% municípios com menos de 20 mil hab. 2007: dentre as menores coberturas AB do país Vínculos temporários ESF (2007): 97% médicos, 85% dentistas e enfermeiros Média de 70% dos vínculos precários

6 Contexto anterior à FESF-SUS (II/II) Insuficiência no provimento de profissionais e oferta irregular de atenção à saúde: alta rotatividade de profissionais, com grande instabilidade das equipes Mercado com relação concorrencial predatória entre os municípios: Elevação artificial dos salários, flexibilização irregular de carga horária Iniquidade no sistema: município que tinha e podia menos era obrigado a gastar mais obtendo piores resultados e menor qualidade

7 Contexto (implantação da FESF-SUS) Surgimento da FESF-SUS em municípios instituidores (intermunicipal) Integralmente pública, integrante da administração indireta do Estado De interesse coletivo e sem fins lucrativos Dotada de personalidade jurídica de direito privado

8 Caracterização da FESF-SUS (I/II) Administração indireta contratos de gestão Caráter interfederado Governança colegiada Gestão compartilhada

9 Caracterização da FESF-SUS (II/II) Gestão por Resultados Apoio Institucional Educação Permanente Empregados públicos, regime celetista Concursos em 2010 e 2012 Novos serviços desde março/2012 Hoje: cerca de trabalhadores

10 II. OBJETIVOS I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

11 Objetivos Criar uma carreira de abrangência estadual para a Saúde da Família, de caráter celetista, que promova uma regulação pública do mercado de trabalho Fixar os profissionais garantindo longitudinalidade e qualidade do cuidado Expandir, interiorizar e ampliar a cobertura da ESF Melhorar a qualidade das ações, dos serviços e da gestão da Atenção Básica

12 III. METODOLOGIA UTILIZADA I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

13 Ações desenvolvidas Três estudos : Elaboração de proposta de Carreira (incluindo mapeamento e tipificação das regiões de saúde e quantificação dos empregos por categoria profissional); Análise do mercado de trabalho dos profissionais de nível superior da Estratégia Saúde da Família na Bahia; e Análise de impacto de custos da criação da Carreira (e projeção dos mesmos pelos próximos 05 anos) Aprovação da proposta do PECS no Conselho Curador (COC) da FESF-SUS antes da realização do primeiro concurso público Posterior discussão no processo de negociação coletiva com os sindicatos representantes dos trabalhadores da FESF-SUS

14 O PECS da FESF-SUS (I/II) Sistema de evolução funcional com uma estrutura de empregos de seis diferentes grupos salariais Carreira celetista intermunicipal de abrangência estadual, com previsão de mobilidade Formas de evolução funcional e pecuniária: Progressão por antiguidade (1,5%) após dois anos Progressão por Mérito (2,5%) a partir do terceiro ano, mediante processos de avaliação de desempenho funcional Gratificação por titulação (até 20%)

15 O PECS da FESF-SUS (II/II) Pode compor a remuneração, além do salário base: Adicional de Localização Insalubridade Adicional por Condições Especiais de Trabalho Gratificação pelo Exercício de Funções Estratégicas de Gestão Adicional por Atividade Relacionada a Programas de Formação e Qualificação Profissional Gratificação relacionada a resultados vinculados a metas qualitativas e quantitativas e ao cumprimento das obrigações contratuais, administrativas e técnicas Prêmio vinculado a projetos e metas institucionais qualitativas e quantitativas contratualizadas com o empregado, equipes e/ou serviços

16 Modelo lógico

17 IV. ESTADO DA ARTE I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

18 Situação atual (I/II) Crise de financiamento da proposta Altíssimos índices de inadimplência Alto custo de contratação para os municípios Manutenção da problemática Diminuição dos serviços de Saúde da Família Manutenção da garantia das ofertas da carreira Necessidade de ampliação do escopo de serviços da FESF-SUS

19 Situação atual (II/II) Ampliação da oferta de carreira para além da Saúde da Família Serviços prestados pela FESF-SUS: Apoio Institucional Internação domiciliar Gestão dos complexos reguladores macrorregionais Telessaúde Projetos e Ambiência em Saúde Humanização da rede de atenção hospitalar UNASUS-BA Hospitais de Pequeno Porte (HPP)

20 V. PRINCIPAIS RESULTADOS ALCANÇADOS I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

21 Resultados (I/II) PECS implantado há mais de três anos Dois concursos públicos realizados (um para todos os empregos e um segundo apenas para médicos e contadores), com grande procura dos candidatos (mais de 13 mil trabalhadores inscritos) 400 trabalhadores atualmente pertencentes à carreira da FESF-SUS Ampliação da qualidade da atenção em indicadores do PMAQ

22 Resultados (II/II) Grande legitimidade do apoio institucional da FESF-SUS perante gestores e trabalhadores Cerca de 200 trabalhadores já realizaram sua primeira progressão na carreira (por antiguidade) e 50 progrediram por mérito Cinco edições do Prêmio por Inovação e Qualidade realizadas Um acordo coletivo realizado entre a FESF- SUS e quatro sindicatos

23 Evolução do número de trabalhadores concursados na FESF-SUS ( ) Fonte: Sabado Girardi, a partir do MAPS/FESF.

24 VI. IMPACTOS I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

25 Impactos Carreira estadual ainda frágil por número de adesões dos municípios e custo dos serviços Abrangência da experiência ainda pequena Alguns sinais sobre qualidade: indicadores do PMAQ, relatos dos gestores, registros de experiências Dissertações do Mestrado Profissional da UEFS e TCC de especializações (UFPEL e UFBA) Ampliação gradual da legitimidade perante gestores e trabalhadores

26 VII. DESAFIOS E PERSPECTIVAS I. Introdução II. Objetivos III. Metodologia utilizada IV. Estado da arte V. Principais resultados alcançados VI. Impactos VII.Desafios e perspectivas

27 Desafios (I/II) Completar o ciclo de instituição da FESF-SUS, com a garantia do financiamento tripartite Ampliar a legitimidade e a abrangência dos mecanismos de gestão por resultado Regular o mercado da saúde da família na Bahia, em interlocução com o Mais Médicos Consolidar a transparência, a profissionalização e a democracia nos processos de gestão

28 Desafios (II/II) Ampliar sem perder as características essenciais Amadurecer a Fundação para enfrentar as transições de gestão Garantia de promessas de origem da FESF- SUS (ex.: mobilidade, prêmio, adicional de localização e mecanismos de redução da iniquidade) Amadurecer as relações de negociação entre FESF-SUS e sindicatos

29 Perspectivas (I/II) Ampliar os municípios contratantes, de maneira regional (contratos saudáveis) Constituir a Mesa de Negociação Permanente Novos concursos públicos Colaborar para a transformação efetiva do modelo tecnoassistencial Inclusão do governo federal no convênio de cooperação técnica hoje firmado entre municípios e governo estadual

30 Perspectivas (II/II) Redução do custo de contratação com isenção da cota patronal do INSS Consolidação da jurisprudência sobre a incidência na LRF Avanço nas ofertas de Educação Permanente, para além das já existentes (2ª turma do mestrado profissional, 3 especializações: em gestão da AB, em SF e em NASF) Ampliação do Apoio Institucional

31 Obrigado! (71)

Prestação de Contas ao Conselho Estadual de Saúde 2011/2012

Prestação de Contas ao Conselho Estadual de Saúde 2011/2012 Prestação de Contas ao Conselho Estadual de Saúde 2011/2012 Estrutura da Apresentação Breve Histórico da FESF; Programas/serviços; Educação Permanente; Gestão do Trabalho; Gestão Participativa; Balanço

Leia mais

DADOS DO CONCEDENTE. Execuçao de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva para Gestores e Trabalhadores do SUS Bahia.

DADOS DO CONCEDENTE. Execuçao de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva para Gestores e Trabalhadores do SUS Bahia. MINISTERIO DA SAUDE PORTAL DOS CONVÊNIOS SICONV - SISTEMA DE GESTÃO DE CONVÊNIOS Nº / ANO DA PROPOSTA: 036462/2011 OBJETO: DADOS DO CONCEDENTE Execuçao de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva para Gestores

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Evidências para a gestão de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro

Evidências para a gestão de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro Evidências para a gestão de recursos humanos no sistema de saúde brasileiro Coordenação Geral Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Instituto de Medicina Social UERJ Procientista

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS 1. Categorias profissionais que já compõem o SUAS RS: - Psicólogo - Assistente Social - Advogado - Educador Social - Nutricionista - Pedagogo - Enfermeiro - Estagiários - Supervisores e Coordenação - Técnico

Leia mais

PROJETO TELESSAÚDERS. Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul.

PROJETO TELESSAÚDERS. Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul. PROJETO TELESSAÚDERS Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul. (TelessaúdeRS) O que é o TelessaúdeRS? É um serviço de suporte assistencial

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO

Leia mais

CONTRATUALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE:

CONTRATUALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE: CONTRATUALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE: INSTRUMENTO DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DOS CONTRATOS DE GESTÃO XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo 06/03/2012 Secretaria de Saúde

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS

DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS DOCUMENTO FINAL 8ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE TOCANTINS EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Ampliação da cobertura e qualidade dos serviços de saúde, com o aprimoramento

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS A sistematização que segue refere-se aos pontos trabalhados pelo grupo, no sentido de ativar a reflexão de questões que seriam tratadas no Encontro Estadual dos Trabalhadores do SUAS, realizado dia 16

Leia mais

VII - GESTÃO DE PESSOAS

VII - GESTÃO DE PESSOAS VII - GESTÃO DE PESSOAS Política de Recursos Humanos Mensagem Presidencial Política de Recursos Humanos Reestruturação da Força de Trabalho do Poder Executivo Desde 2003, o Governo investe na reestruturação

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESCOLA SUPERIOR DE CIENCIAS DA SAUDE COORDENAÇÃO DE PÓS GRADUAÇÃO E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO NA SAÚDE 1- Introdução: contextualização a iniciativa O curso

Leia mais

Fundação Estatal Saúde da Família - Bahia

Fundação Estatal Saúde da Família - Bahia Fundação Estatal Saúde da Família - Bahia Deliberação do Conselho Curador FESF-SUS, n.º 80, da reunião ordinária de n 42 de 25 de março de 2013. Revoga a Deliberação n.º 46, de 23 de janeiro e, em substituição,

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE MULUNGU DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO CRIADO PELA LEI MUNICIPAL Nº 03/2001. Mulungu, 30 de Outubro de 2013

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE MULUNGU DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO CRIADO PELA LEI MUNICIPAL Nº 03/2001. Mulungu, 30 de Outubro de 2013 Mulungu, 30 de Outubro de 2013 LEI Nº 16 / 2013 DE 29 DE OUTUBRO DE 2013 Institui a execução do incentivo de desempenho aos profissionais das Equipes de Saúde da Família (ESF) OU Equipes de saúde da Família

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL BAIANO CAMPUS URUÇUCA PLANO DE TRABALHO QUADRIÊNIO 2014-2018 EURO OLIVEIRA DE ARAÚJO

INSTITUTO FEDERAL BAIANO CAMPUS URUÇUCA PLANO DE TRABALHO QUADRIÊNIO 2014-2018 EURO OLIVEIRA DE ARAÚJO INSTITUTO FEDERAL BAIANO CAMPUS URUÇUCA PLANO DE TRABALHO QUADRIÊNIO 2014-2018 EURO OLIVEIRA DE ARAÚJO Euro Oliveira de Araújo, graduado em Licenciatura em Química pela Universidade Estadual da Bahia.

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP Macro estratégias Discussão, pactuação tripartite, e publicação de portaria da Politica Nacional de Atenção Hospitalar/PNHOSP no SUS, estabelecendo as diretrizes

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA VÍNCULOS TRABALHISTAS NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA EM SANTA CATARINA Me. DANIELA ALBA NICKEL Profª. Drª. MARIA CRISTINA MARINO CALVO Prof. Dr. JOÃO CARLOS CAETANO III Mostra de Produção em Saúde da

Leia mais

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Departamento de Atenção Básica e Gestão do Cuidado. Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo/SP São Bernardo do Campo/SP População IBGE (estimativa

Leia mais

XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo

XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Marília Março 2012 A Cidade de Guarulhos A cidade de Guarulhos Brasil -190 milhões de habitantes Região Metropolitana de São Paulo

Leia mais

O QUE SÃO AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE? O que é uma Organização Social?

O QUE SÃO AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS DE SAÚDE? O que é uma Organização Social? O que é uma Organização Social? É uma entidade sem fins lucrativos ou seja, é uma sociedade civil sem fins lucrativos ou uma fundação - que atende às exigências da Lei Estadual nº 2.675/2011, sendo regulamentada

Leia mais

Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho (DEGERTS)

Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho (DEGERTS) Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) Departamento de Gestão e da Regulação do Trabalho (DEGERTS) Os contratos de gestão e as repercussões na qualificação e valorização dos profissionais

Leia mais

COMUNICADO AO PÚBLICO.

COMUNICADO AO PÚBLICO. COMUNICADO AO PÚBLICO. A FUNDAÇÃO ESTATAL SAÚDE DA FAMÍLIA noticia aos candidatos ao Concurso Público para provimento de vagas de empregos, bem como à sociedade em geral, que o Ministério Público do Estado

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE

MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE IMPLANTAÇÃO DO DECRETO 7.508/11 E APRIMORAMENTO DO PACTO PELA SAÚDE Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema

Leia mais

Consórcio Público. Administração Indireta

Consórcio Público. Administração Indireta Ordem Social Ordem Econômica Administração Direta Autarquia Fundação Publica Fundação Publica Empresa Pública Sociedade Economia Mista Subsidiária Consórcio Público Administração Indireta 1 Consórcio público

Leia mais

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF Perguntas mais frequentes 1. O QUE É O NASF? 2. QUAIS PROFISSIONAIS PODEM COMPOR UM NASF? 3. COMO É DEFINIDA A COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES NASF NOS MUNICÍPIOS? 4. COMO

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

ANEXO I. Plano de Trabalho

ANEXO I. Plano de Trabalho ANEXO I Plano de Trabalho As Propostas Técnicas para a implementação do Curso de Especialização de Saúde da Família e do Curso de Especialização em Gestão da Atenção Básica apresentadas pelas instituições

Leia mais

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE SAÚDE DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA GERÊNCIA DE ATENÇÃO BÁSICA Recife em Defesa da Vida Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização

Leia mais

Fundações Estatais como estratégia para Novos Modelos Públicos de Gestão Hospitalar. Pedro R. Barbosa ENSP/FIOCRUZ

Fundações Estatais como estratégia para Novos Modelos Públicos de Gestão Hospitalar. Pedro R. Barbosa ENSP/FIOCRUZ Fundações Estatais como estratégia para Novos Modelos Públicos de Gestão Hospitalar Pedro R. Barbosa ENSP/FIOCRUZ 1 O Problema I Reconhecimento da inadequação e da rigidez do modelo da administração pública

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL A Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), desde meados de 2010, vem liderando

Leia mais

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS

Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS Fundações Estatais e Contratos de Gestão: fortalecimento do Estado na área social e em particular para hospitais públicos -SUS VI Fórum Brasileiro sobre Reforma do Estado Rio de Janeiro Pedro R. Barbosa

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LOURDES DIVISÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DRS II ARAÇATUBA SP

PREFEITURA MUNICIPAL DE LOURDES DIVISÃO MUNICIPAL DE SAÚDE DRS II ARAÇATUBA SP DRS II ARAÇATUBA SP DRS II ARAÇATUBA SP DESAFIOS DA DESCENTRALIZAÇÃO NA GESTÃO DO TRABALHO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE LOURDES SP Nancy Ferreira S. Cunha Secretária Municipal de Saúde Lourdes SP

Leia mais

I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1

I. APRESENTAÇÃO... i II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO... i EQUIPE... iii METODOLOGIA... v II. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA (ES)... 1 1. CARACTERÍSTICAS GEOGRÁFICAS E DEMOGRÁFICAS... 1 2. CARACTERÍSTICAS ECONÔMICAS... 1 3.

Leia mais

DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015.

DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015. DECRETO Nº 50/2015. DE 14 DE AGOSTO DE 2015. Regulamenta a concessão de incentivo financeiro, Prêmio Variável de Qualidade e Inovação, do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS. Brasília, dezembro de 2014. Diretoria de Gestão de Pessoas

PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS. Brasília, dezembro de 2014. Diretoria de Gestão de Pessoas PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E SALÁRIOS Brasília, dezembro de 2014 1 APRESENTAÇÃO Apresentamos o Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH, criada pela Lei

Leia mais

Diretoria de Gestão de Pessoas

Diretoria de Gestão de Pessoas Apresentamos o Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH, criada pela Lei n. 12.550, de 15 de dezembro de 2011. A referência para instruir o presente plano

Leia mais

Grupo Temático: Política Salarial. Empresa Coordenadora: Banco do Brasil S.A. Setembro 2014

Grupo Temático: Política Salarial. Empresa Coordenadora: Banco do Brasil S.A. Setembro 2014 Grupo Temático: Política Salarial Empresa Coordenadora: Banco do Brasil S.A. Setembro 2014 GT Política Salarial Empresas Participantes: (Coordenação) GT Política Salarial CONTEXTUALIZAÇÃO GT Política Salarial:

Leia mais

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios

O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios Colegiado de Secretários Municipais de Saúde do Estado de PE COSEMS-PE O Pacto de Gestão do SUS e os Municípios 2º Congresso Pernambucano de Municípios - AMUPE Gessyanne Vale Paulino Saúde Direito de todos

Leia mais

PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL. Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo.

PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL. Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo. PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo. PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO

Leia mais

Fórum Região Sul. EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária. Curitiba. 7 a 9 de julho de 2015. Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ

Fórum Região Sul. EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária. Curitiba. 7 a 9 de julho de 2015. Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ Fórum Região Sul Curitiba 7 a 9 de julho de 2015 EIXO TEMÁTICO 3 - O trabalho e o trabalhador da Vigilância Sanitária Lenice Reis ENSP/FIOCRUZ Para lembrar... A Reforma Sanitária Brasileira, ao postular

Leia mais

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 A Constituição de 1988 criou a possibilidade de que os cidadãos possam intervir na gestão pública. Pela via do controle social, influenciam

Leia mais

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado

Leia mais

Privatização da Educação, PNE e estratégias de enfrentamento

Privatização da Educação, PNE e estratégias de enfrentamento Seminário Internacional Os diferentes modos de privatização da educação no mundo e as estratégias globais e locais de enfrentamento Privatização da Educação, PNE e estratégias de enfrentamento Luiz Dourado

Leia mais

A QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA E O PROGRAMA MAIS MÉDICOS Para onde vamos?

A QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA E O PROGRAMA MAIS MÉDICOS Para onde vamos? A QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA E O PROGRAMA MAIS MÉDICOS Para onde vamos? TELESSAÚDE UERJ Medicina de Família e Comunidade 2013 7 de Novembro RICARDO DONATO RODRIGUES Depto. Medicina Integral, Familiar

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ

DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ DOCUMENTO FINAL 7ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DE CEARÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Diminuir o tempo de contribuição para aposentadoria dos profissionais da

Leia mais

Departamento de Atenção Básica/MS. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade PMAQ. Outubro 2013

Departamento de Atenção Básica/MS. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade PMAQ. Outubro 2013 Departamento de Atenção Básica/MS Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade PMAQ Outubro 2013 1 Desafios : I - Precariedade da rede física, com parte expressiva dos estabelecimentos de saúde

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PEREIRA BARRETO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PEREIRA BARRETO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Ubatuba, abril de 2014 EX PREFEITO MÉDICO DA ESF UNIDADES SUCATEADAS QUADRO DE SERVIDORES DESFALCADOS/INSUFICIENTE

Leia mais

JOSE AFRANIO P.PINHEIRO JR COSEMS-Ce

JOSE AFRANIO P.PINHEIRO JR COSEMS-Ce JOSE AFRANIO P.PINHEIRO JR COSEMS-Ce A Constituição Federal de 1988 e a Lei Orgânica da Saúde de 1990 estabelecem a descentralização e a regionalização como princípios norteadores dos processos de organização

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS CUSTOS DE UNIDADES HOSPITALARES COM GESTÃO TERCEIRIZADA NA BAHIA: Uma Análise Comparativa

AVALIAÇÃO DOS CUSTOS DE UNIDADES HOSPITALARES COM GESTÃO TERCEIRIZADA NA BAHIA: Uma Análise Comparativa AVALIAÇÃO DOS CUSTOS DE UNIDADES HOSPITALARES COM GESTÃO TERCEIRIZADA NA BAHIA: Uma Análise Comparativa Relatório Final da Pesquisa apresentada à Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia FAPESB

Leia mais

Gestão de Recursos Humanos e Contratualização. Nelson Marconi

Gestão de Recursos Humanos e Contratualização. Nelson Marconi Gestão de Recursos Humanos e Contratualização Nelson Marconi Estágios das Políticas de Recursos Humanos 1º estágio: controles e ajuste das despesas 2º estágio: definição de políticas consistentes porém

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

Nº / ANO DA PROPOSTA: 090339/2009 DADOS DO CONCEDENTE OBJETO:

Nº / ANO DA PROPOSTA: 090339/2009 DADOS DO CONCEDENTE OBJETO: MINISTERIO DA SAUDE PORTAL DOS CONVÊNIOS SICONV - SISTEMA DE GESTÃO DE CONVÊNIOS Nº / ANO DA PROPOSTA: 090339/2009 OBJETO: DADOS DO CONCEDENTE Produção de materiais instrucionais para curso à distância

Leia mais

As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos:

As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos: As Organizações Sociais e a Terceirização da Gestão e dos Serviços Públicos: Inconstitucionalidade e afronta aos Direitos Sociais Maria Valéria Costa Correia Profa. Drª da Faculdade de Serviço Social/UFAL

Leia mais

O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios

O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios O sistema de saúde brasileiro: história, avanços e desafios Jairnilson Paim (Professor Titular da UFBA) Claudia Travassos (Pesquisadora Titular do ICICT/FIOCRUZ) Celia Almeida (Pesquisadora Titular da

Leia mais

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher

Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção na Área de Saúde da Mulher PRÊMIO POR INOVAÇÃO E QUALIDADE 1 Identificação Título Implantação da linha de cuidado em Saúde da Mulher na USF Hidrolândia Área temática Elementos para suporte na Decisão Clínica e organização da atenção

Leia mais

Gerência de Contratualização dos Serviços do SUS. Objetivos

Gerência de Contratualização dos Serviços do SUS. Objetivos CONTRATUALIZAÇÃO Objetivos Quando forem insuficientes as disponibilidades públicas para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área, o gestor poderá complementar a oferta com

Leia mais

Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade

Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade Desafios Metodológicos no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade A experiência da academia na execução da etapa de avaliação externa do PMAQ Márcia H. Baldani Pinto UEPG - PR Política Nacional

Leia mais

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Tec. de Enfermagem Claudia Sterque claudiasterque@yahoo.com.br 11 de novembro de 2010 VISÃO DO TÉCNICO ESPECIALISTA Quando comecei

Leia mais

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE

PROJETO DE FORMAÇÃO E MELHORIA DA QUALIDADE DA REDE DE SAUDE QUALISUS-REDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2015 Consultor Conteudista para elaboração do Curso EAD voltado à Implantação de Serviço de Clínica Farmacêutica Intervenção Sistêmica Gestão da Assistência Farmacêutica : Implantação

Leia mais

Apresentação. Acompanhe a Plenária Extraordinária do VI Congresso Interno em: www.fiocruz.br/congressointerno

Apresentação. Acompanhe a Plenária Extraordinária do VI Congresso Interno em: www.fiocruz.br/congressointerno Apresentação O Guia Prático do VI Congresso Interno (Plenária Extraordinária, maio de 2012), na forma de perguntas e respostas, visa facilitar a compreensão sobre os diversos elementos que compõem o processo

Leia mais

Diretoria de Gestão de Pessoas

Diretoria de Gestão de Pessoas Diretoria de Gestão de Pessoas APRESENTAÇÃO Apresentamos o Plano de Cargos, Carreiras e Salários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH, criada pela Lei n. 12.550, de 15 de dezembro de 2011.

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PROJETO DE LEI Súmula: "Dispõe sobre o Plano de Carreiras, Cargos e Vencimentos- PCCV, dos servidores da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná". CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º. Fica instituído

Leia mais

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL

FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU - BRASIL REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO Nº 10.15 A FUNDAÇÃO PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU BRASIL (FPTI-BR) torna público que serão recebidas as inscrições para o Processo Seletivo nº 10.15 sob contratação em regime

Leia mais

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Características da Federação Brasileira Federação Desigual Federação

Leia mais

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS DESAFIO DESAFIO Extensão: 8.547.403,5 Km² (dimensão continental) População: 190.732.694

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 23/2012 Aprova a implantação do Sistema de Gestão de Pessoas por Competências (SGPC) da UFPB. O Conselho Universitário

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO - EAESP FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO

DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO DOCUMENTO FINAL 9ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO MARANHÃO EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE DIRETRIZ: Ampliar e qualificar acesso aos serviços de qualidade, em tempo adequado,

Leia mais

V Encontro dos Aprimorandos do Estado de São Paulo. O SUS no Estado de São Paulo: Contexto Atual

V Encontro dos Aprimorandos do Estado de São Paulo. O SUS no Estado de São Paulo: Contexto Atual V Encontro dos Aprimorandos do Estado de São Paulo O SUS no Estado de São Paulo: Contexto Atual Abril de 2011 Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (2005) Gestão Plena do SUS no município recente

Leia mais

Plano de Benefícios EBSERH

Plano de Benefícios EBSERH Plano de Benefícios EBSERH BRASÍLIA, JANEIRO DE 2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES EBSERH Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 09, Lote C Ed. Parque Cidade Corporate,

Leia mais

AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO SUS (ANTD-SUS)

AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO SUS (ANTD-SUS) AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO SUS (ANTD-SUS) Brasília, 20 de novembro de 2014 II Encontro Nacional das Mesas de Negociação do SUS Agenda Nacional de Trabalho

Leia mais

Programa Urgente de Combate à Precariedade Laboral na Administração Pública

Programa Urgente de Combate à Precariedade Laboral na Administração Pública PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Lei nº 481/XII 3.ª Programa Urgente de Combate à Precariedade Laboral na Administração Pública Exposição de Motivos I O recurso ilegal à precariedade

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 09/2015 Consultor em Tecnologia da Informação para o desenvolvimento do conjunto de ferramentas do EPI INFO para a implantação e monitoramento das ações e serviços da Assistência

Leia mais

CIT 24 DE Setembro de 2015

CIT 24 DE Setembro de 2015 CIT 24 DE Setembro de 2015 Brasil sairá de 374 mil para 600 mil médicos até 2026 AAngindo a meta de 2,7 médicos por mil habitantes Ø 11,5 mil novas vagas de graduação até 2017 Ø 12,4 mil novas vagas de

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414

DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414 DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414 Nome da Operação Acre: Fortalecimento de Políticas Públicas para a Melhoria da Prestação de Serviços

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT

Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT Ciência sem Fronteiras : O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica no CNPq/MCT Objetivos Avanço da ciência brasileira em tecnologia, inovação e competitividade, através da expansão da mobilidade internacional:

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CALDAS NOVAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SÁUDE LEI Nº [...],DE[...] DE [...] DE 2006.

ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CALDAS NOVAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SÁUDE LEI Nº [...],DE[...] DE [...] DE 2006. ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE CALDAS NOVAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SÁUDE LEI Nº [...],DE[...] DE [...] DE 2006. Institui o Plano de Carreiros Cargos e Vencimentos do Quadro de Pessoal da Secretaria

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa COAP O Brasil é o único país......com + de 100 milhões de hab. com o desafio de ter um sistema

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 06/2010

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 06/2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS Campus Universitário Viçosa, MG 36570-000 Telefone: (31) 3899-2127 - Fax: (31) 3899-1229 - E-mail: soc@ufv.br RESOLUÇÃO

Leia mais

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO SEMINÁRIO BINACIONAL NA ÁREA DE SAÚDE BRASIL PERU LIMA - SETEMBRO/2011 VISÃO GERAL Abrangência: Governo Federal Marcos Legais Visão Geral do Planejamento e do Orçamento Recursos

Leia mais

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SUS A FRAGMENTAÇÃO DO SISTEMA A CONCEPÇÃO HIERÁRQUICA DO SISTEMA O DESALINHAMENTO DOS INCENTIVOS ECONÔMICOS A INEFICIÊNCIA

Leia mais

CONGRESSO NACIONAL DE AUDITORIA EM SAÚDE E QUALIDADE DA GESTÃO E DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

CONGRESSO NACIONAL DE AUDITORIA EM SAÚDE E QUALIDADE DA GESTÃO E DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR CONGRESSO NACIONAL DE AUDITORIA EM SAÚDE E QUALIDADE DA GESTÃO E DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR 1 PERSPECTIVAS DE UM DIA A DIA MELHOR PARA GESTORES E PRESTADORES DE SAÚDE MARIA DO CARMO CABRAL CARPINTÉRO SECRETÁRIA

Leia mais

Comitê de Especialistas em Enfermagem Obstétrica

Comitê de Especialistas em Enfermagem Obstétrica MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Políticas de Saúde Área Técnica Saúde da Mulher Brasília, 10 de fevereiro de 2.000. Área Técnica da Saúde da Mulher Secretaria de Políticas de Saúde Comitê de Especialistas

Leia mais

Como calcular o número necessário de servidores? E QUANDO O PROCESSO DE TRABALHO NÃO É QUANTIFICÁVEL COM FACILIDADE? ALTERNATIVA 2 Uma possibilidade para transpor essa restrição seria a utilização de um

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

REDES DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO

REDES DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO REDES DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO SANTA CASA SUSTENTÁVEL wpollara@saude.sp.gov.br 3% 97% Km 2 21% Estado de São Paulo 79% BRASIL 33% 67% $ São Paulo 44% da Alta Complexidade Do Brasil + 8.514.876

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

As entidades da Bancada Sindical da Saúde do Município de São Paulo vêm propor aos representantes da Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria

As entidades da Bancada Sindical da Saúde do Município de São Paulo vêm propor aos representantes da Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria As entidades da Bancada Sindical da Saúde do Município de São Paulo vêm propor aos representantes da Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão na Mesa Setorial

Leia mais