Barómetro Empresarial 2010 Sumário Executivo

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Barómetro Empresarial 2010 Sumário Executivo"

Transcrição

1 Barómetro Empresarial 2010 Sumário Executivo

2 BARÓMETRO EMPRESARIAL 2010 SUMÁRIO EXECUTIVO 1 - As Constituições e Dissoluções 2010/ As Constituições de Empresas 2010/2009 MESES Variação JANEIRO ,0% 10,3% 11,1% FEVEREIRO ,9% 8,3% 8,5% MARÇO ,0% 9,8% 10,2% ABRIL ,9% 7,8% 8,4% MAIO ,3% 8,5% 8,1% JUNHO ,4% 7,9% 7,9% JULHO ,8% 8,8% 7,8% AGOSTO ,5% 5,9% 5,9% SETEMBRO ,4% 8,3% 8,0% OUTUBRO ,7% 8,3% 7,6% NOVEMBRO ,9% 7,5% 7,1% DEZEMBRO ,4% 8,3% 9,4% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% 2

3 REGIÕES Variação NORTE ,2% 33,7% 34,9% CENTRO ,4% 18,5% 18,5% LX E VALE DO TJO ,0% 32,5% 32,0% ALENTEJO ,3% 6,3% 6,1% ALGARVE ,5% 5,4% 4,7% AÇORES ,8% 1,2% 1,3% MADEIRA ,0% 2,4% 2,4% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% - Regiões 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% NORTE CENTRO LX E VALE DO TJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA 3

4 DISTRITO Variação ANGRA DO HEROÍSMO ,6% 0,4% 0,3% AVEIRO ,1% 5,8% 5,8% BEJA ,9% 1,1% 1,1% BRAGA ,0% 7,9% 8,4% BRAGANÇA ,6% 1,1% 1,1% CASTELO BRANCO ,8% 1,5% 1,3% COIMBRA ,1% 3,3% 3,3% ÉVORA ,6% 1,6% 1,5% FARO ,5% 5,4% 4,7% FUNCHAL ,0% 2,4% 2,4% GUARDA ,0% 1,1% 1,1% HORTA ,3% 0,2% 0,2% LEIRIA ,5% 4,3% 4,2% LISBOA ,2% 28,1% 27,8% PONTA DELGADA ,7% 0,7% 0,8% PORTALEGRE ,6% 0,8% 1,0% PORTO ,4% 17,6% 18,5% SANTARÉM ,4% 3,6% 3,3% SETÚBAL ,6% 6,7% 6,6% VIANA DO CASTELO ,2% 1,9% 1,9% VILA REAL ,8% 1,6% 1,7% VISEU ,9% 2,9% 3,0% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% - Distrito VISEU VILA REAL VIANA DO CASTELO SETÚBAL SANTARÉM PORTO PORTALEGRE PONTA DELGADA LISBOA LEIRIA HORTA GUARDA FUNCHAL FARO ÉVORA COIMBRA CASTELO BRANCO BRAGANÇA BRAGA BEJA AVEIRO ANGRA DO HEROÍSMO 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 4

5 SECTOR DE ACTIVIDADE Variação AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA ,0% 2,5% 2,4% INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS ,2% 0,1% 0,1% INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS ,3% 7,3% 7,0% GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA ,2% 0,6% 0,7% CONSTRUÇÃO ,1% 10,0% 9,8% TRANSPORTES ,1% 2,3% 2,3% ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO ,2% 9,4% 9,5% GROSSISTA ,1% 8,2% 8,1% RETALHISTA ,0% 15,5% 15,7% ACTIVIDADES FINANCEIRAS ,3% 2,2% 2,8% ACTIVIDADES IMOBILIARIAS ,5% 5,5% 5,6% TELECOMUNICAÇÕES ,3% 2,2% 2,2% SERVIÇOS ,3% 34,1% 33,8% N.D ,0% 0,0% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% - Sector SERVIÇOS TELECOM UNICAÇÕES ACTIVIDADES IM OBILIARIAS ACTIVIDADES FINANCEIRAS RETALHISTA GROSSISTA ALOJAM ENTO E RESTAURAÇÃO TRANSPORTES CONSTRUÇÃO GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA INDÚSTRIAS TRANSFORM ADORAS INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 5

6 FORMA JURÍDICA Variação SOCIEDADE ANÓNIMA ,6% 4,3% 3,8% SOCIEDADE POR QUOTAS ,6% 48,8% 46,8% SOCIEDADE UNIPESSOAL ,3% 38,4% 40,6% ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) 1 1 0,0% 0,0% 0,0% ENTIDADE PÚBLICA ,0% 0,0% 0,0% ASSOCIAÇÃO ,9% 7,6% 8,0% COOPERATIVA ,3% 0,2% 0,1% OUTRAS SOCIEDADES ,4% 0,7% 0,7% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% - Forma Jurídica 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% SOCIEDADE ANÓNIMA SOCIEDADE POR QUOTAS SOCIEDADE UNIPESSOAL ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) ENTIDADE PÚBLICA ASSOCIAÇÃO COOPERATIVA OUTRAS SOCIEDADES 6

7 CAPITAL SOCIAL Variação MENOR DE ,0% 0,2% 0,1% IGUAL A ,4% 69,8% 71,8% DE A ,2% 10,0% 8,9% DE A ,4% 6,9% 6,5% SUPERIOR A ,8% 5,0% 4,2% N.D ,3% 8,1% 8,6% TOTAL ,5% 100,0% 100,0% - Capital Social 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% MENOR DE IGUAL A DE A DE A SUPERIOR A

8 1.2 - As Dissoluções Naturais de Empresas 2010/2009 MESES Variação JANEIRO ,6% 8,9% 9,5% FEVEREIRO ,2% 5,9% 5,9% MARÇO ,5% 8,6% 8,5% ABRIL ,7% 5,1% 6,0% MAIO ,3% 4,8% 5,1% JUNHO ,6% 5,2% 5,6% JULHO ,2% 8,2% 7,5% AGOSTO ,1% 5,3% 5,5% SETEMBRO ,2% 7,3% 8,0% OUTUBRO ,7% 11,1% 9,3% NOVEMBRO ,2% 8,2% 7,3% DEZEMBRO ,0% 21,3% 21,8% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% REGIÕES Variação NORTE ,0% 33,7% 31,9% CENTRO ,7% 17,9% 18,2% LX E VALE DO TJO ,5% 32,6% 34,3% ALENTEJO ,5% 5,1% 5,3% ALGARVE ,7% 5,2% 5,3% AÇORES ,5% 0,8% 0,7% MADEIRA ,9% 4,8% 4,3% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% - Regiões 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% NORTE CENTRO LX E VALE DO TJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA 8

9 DISTRITO Variação ANGRA DO HEROÍSMO ,2% 0,3% 0,3% AVEIRO ,4% 6,4% 6,5% BEJA ,0% 0,9% 0,9% BRAGA ,9% 8,2% 7,9% BRAGANÇA ,9% 0,7% 0,8% CASTELO BRANCO ,5% 1,4% 1,3% COIMBRA ,7% 3,0% 3,0% ÉVORA ,4% 1,1% 1,1% FARO ,7% 5,2% 5,3% FUNCHAL ,9% 4,8% 4,3% GUARDA ,5% 1,0% 0,9% HORTA ,9% 0,1% 0,1% LEIRIA ,7% 4,3% 4,0% LISBOA ,1% 27,9% 29,8% PONTA DELGADA ,8% 0,4% 0,3% PORTALEGRE ,8% 0,8% 0,7% PORTO ,3% 17,6% 16,8% SANTARÉM ,6% 3,2% 3,5% SETÚBAL ,7% 6,7% 6,8% VIANA DO CASTELO ,1% 1,6% 1,6% VILA REAL ,0% 1,7% 1,2% VISEU ,6% 2,6% 2,7% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% - Distrito VISEU VILA REAL VIANA DO CASTELO SETÚBAL SANTARÉM PORTO PORTALEGRE PONTA DELGADA LISBOA LEIRIA HORTA GUARDA FUNCHAL FARO ÉVORA COIMBRA CASTELO BRANCO BRAGANÇA BRAGA BEJA AVEIRO ANGRA DO HEROÍSMO 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 9

10 SECTOR DE ACTIVIDADE Variação AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA ,9% 1,9% 1,5% INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS ,5% 0,2% 0,1% INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS ,5% 11,2% 9,9% GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA ,9% 0,4% 0,4% CONSTRUÇÃO ,4% 13,5% 12,7% TRANSPORTES ,3% 4,1% 3,8% ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO ,7% 8,8% 9,3% GROSSISTA ,5% 11,6% 10,8% RETALHISTA ,5% 19,1% 18,2% ACTIVIDADES FINANCEIRAS ,0% 0,8% 0,9% ACTIVIDADES IMOBILIARIAS ,0% 4,8% 6,2% TELECOMUNICAÇÕES ,0% 1,7% 1,7% SERVIÇOS ,3% 21,9% 24,5% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% - Sector SERVIÇOS TELECOM UNICAÇÕES ACTIVIDADES IM OBILIARIAS ACTIVIDADES FINANCEIRAS RETA LHISTA GROSSISTA ALOJAM ENTO E RESTAURA ÇÃO TRA NSPORTES CONSTRUÇÃO GÁS, ELECTRICIDADE E Á GUA INDÚSTRIA S TRANSFORM ADORAS INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 10

11 FORMA JURÍDICA Variação SOCIEDADE ANÓNIMA ,4% 2,6% 3,0% SOCIEDADE POR QUOTAS ,3% 74,9% 71,5% SOCIEDADE UNIPESSOAL ,9% 22,0% 25,0% ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) ,7% 0,1% 0,0% ENTIDADE PÚBLICA 0 1-0,0% 0,0% ASSOCIAÇÃO ,0% 0,2% 0,1% COOPERATIVA ,0% 0,3% 0,3% OUTRAS SOCIEDADES 6 6 0,0% 0,0% 0,0% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% - Forma Jurídica 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% SOCIEDADE ANÓNIMA SOCIEDADE POR QUOTAS SOCIEDADE UNIPESSOAL ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) ENTIDADE PÚBLICA ASSOCIAÇÃO COOPERATIVA OUTRAS SOCIEDADES 11

12 CAPITAL SOCIAL Variação MENOR DE ,1% 4,6% 2,0% IGUAL A ,1% 60,5% 64,0% DE A ,5% 15,9% 15,5% DE A ,7% 10,1% 10,4% SUPERIOR A ,8% 7,5% 7,5% N.D ,7% 1,3% 0,6% TOTAL ,2% 100,0% 100,0% - Capital Social 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% MENOR DE IGUAL A DE A DE A SUPERIOR A

13 2 - As Insolvências de Empresas 2010/2009 TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS APRESENTAÇÃO À INSOLVÊNCIA INSOLVÊNCIA REQUERIDA MESES Variação Variação Variação JANEIRO ,9% 8,9% 9,5% ,5% ,6% FEVEREIRO ,9% 6,5% 7,9% ,1% ,6% MARÇO ,4% 9,9% 8,3% ,6% ,5% ABRIL ,9% 7,4% 8,4% ,5% ,8% MAIO ,4% 8,0% 8,8% ,7% ,3% JUNHO ,6% 9,1% 8,0% ,2% ,8% JULHO ,9% 8,9% 9,4% ,4% ,6% AGOSTO ,6% 5,7% 5,9% ,9% ,8% SETEMBRO ,3% 8,3% 8,2% ,1% ,7% OUTUBRO ,9% 10,7% 8,4% ,4% ,9% NOVEMBRO ,3% 9,0% 9,0% ,0% ,4% DEZEMBRO ,6% 7,8% 8,0% ,8% ,0% REGIÕES TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação NORTE ,3% 51,4% 47,8% CENTRO ,4% 18,5% 20,3% LX E VALE DO TJO ,3% 21,6% 22,1% ALENTEJO ,0% 4,0% 4,2% ALGARVE ,5% 2,0% 2,5% AÇORES ,2% 0,5% 0,6% MADEIRA ,3% 2,0% 2,5% TOTAL ,8% 100,0% 100,0% PROCESSOS DE INSOLVENCIA- Regiões 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% NORTE CENTRO LX E VALE DO TJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA 13

14 DISTRITO TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação ANGRA DO HEROÍSMO 2 2 0,0% 0,1% 0,1% AVEIRO ,5% 9,0% 8,9% BEJA ,8% 0,4% 0,5% BRAGA ,1% 15,9% 15,0% BRAGANÇA ,6% 0,5% 0,5% CASTELO BRANCO ,0% 1,7% 1,2% COIMBRA ,6% 2,9% 3,4% ÉVORA ,6% 1,1% 1,0% FARO ,5% 2,0% 2,5% FUNCHAL ,3% 2,0% 2,5% GUARDA ,2% 0,7% 0,5% HORTA 3 3 0,0% 0,1% 0,1% LEIRIA ,2% 4,8% 5,3% LISBOA ,9% 18,8% 19,3% PONTA DELGADA ,3% 0,3% 0,5% PORTALEGRE ,0% 0,3% 0,7% PORTO ,1% 27,3% 24,8% SANTARÉM ,2% 3,7% 4,0% SETÚBAL ,8% 4,1% 4,1% VIANA DO CASTELO ,0% 1,8% 2,0% VILA REAL ,4% 0,6% 0,5% VISEU ,0% 2,0% 2,8% TOTAL ,8% 100,0% 100,0% PROCESSOS DE INSOLVENCIA - Distrito VISEU VILA REAL VIANA DO CASTELO SETÚBAL SANTARÉM PORTO PORTALEGRE PONTA DELGADA LISBOA LEIRIA HORTA GUARDA FUNCHAL FARO ÉVORA COIMBRA CASTELO BRANCO BRAGANÇA BRAGA BEJA AVEIRO ANGRA DO HEROÍSMO 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 14

15 SECTOR DE ACTIVIDADE TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA ,2% 0,5% 1,1% INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS ,3% 0,4% 0,4% INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS ,4% 30,3% 26,9% GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA ,3% 0,2% 0,2% CONSTRUÇÃO ,3% 18,5% 21,3% TRANSPORTES ,3% 4,5% 3,6% ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO ,6% 4,1% 4,8% GROSSISTA ,7% 14,2% 13,8% RETALHISTA ,4% 16,0% 15,1% ACTIVIDADES FINANCEIRAS ACTIVIDADES IMOBILIARIAS ,7% 2,3% 2,7% TELECOMUNICAÇÕES ,4% 0,5% 0,7% SERVIÇOS ,6% 8,6% 9,5% TOTAL ,8% 100,0% 100,0% PROCESSOS DE INSOLVENCIA - Sector SERVIÇOS TELECOM UNICAÇÕES ACTIVIDADES IM OBILIARIAS ACTIVIDADES FINANCEIRAS RETALHISTA GROSSISTA ALOJAM ENTO E RESTAURAÇÃO TRANSPORTES CONSTRUÇÃO GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA INDÚSTRIAS TRANSFORM ADORAS INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 15

16 FORMA JURÍDICA TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação SOCIEDADE ANÓNIMA ,0% 8,3% 8,3% SOCIEDADE POR QUOTAS ,1% 74,3% 72,4% SOCIEDADE UNIPESSOAL ,0% 16,6% 18,8% ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) 0 0-0,0% 0,0% ENTIDADE PÚBLICA 0 0-0,0% 0,0% ASSOCIAÇÃO ,3% 0,4% 0,1% COOPERATIVA ,0% 0,3% 0,3% OUTRAS SOCIEDADES ,0% 0,1% 0,1% TOTAL ,8% 100,0% 100,0% PROCESSOS DE INSOLVENCIA - Forma Jurídica 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% SOCIEDADE ANÓNIMA SOCIEDADE POR QUOTAS SOCIEDADE UNIPESSOAL ESTAB. IND. RESP LDA (EIRL) ENTIDADE PÚBLICA ASSOCIAÇÃO COOPERATIVA OUTRAS SOCIEDADES 16

17 CAPITAL SOCIAL TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação MENOR DE ,9% 1,8% 0,9% IGUAL A ,4% 34,3% 36,4% DE A ,7% 14,2% 13,5% DE A ,4% 18,3% 18,2% SUPERIOR A ,0% 30,6% 30,7% N.D ,3% 0,9% 0,3% TOTAL ,8% 100,0% 100,0% PROCESSOS DE INSOLVENCIA - Capital Social 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% MENOR DE IGUAL A DE A DE A SUPERIOR A

18 Barómetro Distrital DISTRITO TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação Variação Variação ANGRA DO HEROÍSMO ,6% ,2% 2 2 0,0% AVEIRO ,1% ,4% ,5% BEJA ,9% ,0% ,8% BRAGA ,0% ,9% ,1% BRAGANÇA ,6% ,9% ,6% CASTELO BRANCO ,8% ,5% ,0% COIMBRA ,1% ,7% ,6% ÉVORA ,6% ,4% ,6% FARO ,5% ,7% ,5% FUNCHAL ,0% ,9% ,3% GUARDA ,0% ,5% ,2% HORTA ,3% ,9% 3 3 0,0% LEIRIA ,5% ,7% ,2% LISBOA ,2% ,1% ,9% PONTA DELGADA ,7% ,8% ,3% PORTALEGRE ,6% ,8% ,0% PORTO ,4% ,3% ,1% SANTARÉM ,4% ,6% ,2% SETÚBAL ,6% ,7% ,8% VIANA DO CASTELO ,2% ,1% ,0% VILA REAL ,8% ,0% ,4% VISEU ,9% ,6% ,0% N.D TOTAL ,5% ,2% ,8% Constituições - Total de empresas constituídas na região/sector de actividade no período Dissoluções - Total de empresas dissolvidas na região/sector de actividade no período Processos de Insolvência - Total de empresas da região/sector de actividade com processos de insolvência iniciados no período DISTRITO TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS ANGRA DO HEROÍSMO 0,4% 0,3% 0,3% 0,3% 0,1% 0,1% AVEIRO 5,8% 5,8% 6,4% 6,5% 9,0% 8,9% BEJA 1,1% 1,1% 0,9% 0,9% 0,4% 0,5% BRAGA 7,9% 8,4% 8,2% 7,9% 15,9% 15,0% BRAGANÇA 1,1% 1,1% 0,7% 0,8% 0,5% 0,5% CASTELO BRANCO 1,5% 1,3% 1,4% 1,3% 1,7% 1,2% COIMBRA 3,3% 3,3% 3,0% 3,0% 2,9% 3,4% ÉVORA 1,6% 1,5% 1,1% 1,1% 1,1% 1,0% FARO 5,4% 4,7% 5,2% 5,3% 2,0% 2,5% FUNCHAL 2,4% 2,4% 4,8% 4,3% 2,0% 2,5% GUARDA 1,1% 1,1% 1,0% 0,9% 0,7% 0,5% HORTA 0,2% 0,2% 0,1% 0,1% 0,1% 0,1% LEIRIA 4,3% 4,2% 4,3% 4,0% 4,8% 5,3% LISBOA 28,1% 27,8% 27,9% 29,8% 18,8% 19,3% PONTA DELGADA 0,7% 0,8% 0,4% 0,3% 0,3% 0,5% PORTALEGRE 0,8% 1,0% 0,8% 0,7% 0,3% 0,7% PORTO 17,6% 18,5% 17,6% 16,8% 27,3% 24,8% SANTARÉM 3,6% 3,3% 3,2% 3,5% 3,7% 4,0% SETÚBAL 6,7% 6,6% 6,7% 6,8% 4,1% 4,1% VIANA DO CASTELO 1,9% 1,9% 1,6% 1,6% 1,8% 2,0% VILA REAL 1,6% 1,7% 1,7% 1,2% 0,6% 0,5% VISEU 2,9% 3,0% 2,6% 2,7% 2,0% 2,8% N.D. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% TOTAL 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Constituições (%) - Divisão do total de empresas constituídas na região/sector de actividade pelo total de empresas constituídas, no período Dissoluções (%) - Divisão do total de empresas dissolvidas na região/sector de actividade pelo total de empresas dissolvidas, no período Processos de Insolvência (%) - Divisão do total de empresas da região/sector de actividade com processos de insolvência iniciados pelo total de empresas com processos de insolvência iniciados, no período 18

19 Barómetro Sectorial SECTOR DE ACTIVIDADE TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS Variação Variação Variação AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA ,0% ,9% ,2% INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS ,2% ,5% ,3% INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS ,3% ,5% ,4% GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA ,2% ,9% ,3% CONSTRUÇÃO ,1% ,4% ,3% TRANSPORTES ,1% ,3% ,3% ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO ,2% ,7% ,6% GROSSISTA ,1% ,5% ,7% RETALHISTA ,0% ,5% ,4% ACTIVIDADES FINANCEIRAS ,3% ,0% ACTIVIDADES IMOBILIARIAS ,5% ,0% ,7% TELECOMUNICAÇÕES ,3% ,0% ,4% SERVIÇOS ,3% ,3% ,6% N.D TOTAL ,5% ,2% ,8% Constituições - Total de empresas constituídas na região/sector de actividade no período Dissoluções - Total de empresas dissolvidas na região/sector de actividade no período Processos de Insolvência - Total de empresas da região/sector de actividade com processos de insolvência iniciados no período SECTOR DE ACTIVIDADE TOTAL DE EMPRESAS PROCESSOS DE INSOLVÊNCIA INICIADOS AGRICULTURA, PECUÁRIA, PESCA E CAÇA 2,5% 2,4% 1,9% 1,5% 0,5% 1,1% INDÚSTRIAS EXTRACTIVAS 0,1% 0,1% 0,2% 0,1% 0,4% 0,4% INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS 7,3% 7,0% 11,2% 9,9% 30,3% 26,9% GÁS, ELECTRICIDADE E ÁGUA 0,6% 0,7% 0,4% 0,4% 0,2% 0,2% CONSTRUÇÃO 10,0% 9,8% 13,5% 12,7% 18,5% 21,3% TRANSPORTES 2,3% 2,3% 4,1% 3,8% 4,5% 3,6% ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO 9,4% 9,5% 8,8% 9,3% 4,1% 4,8% GROSSISTA 8,2% 8,1% 11,6% 10,8% 14,2% 13,8% RETALHISTA 15,5% 15,7% 19,1% 18,2% 16,0% 15,1% ACTIVIDADES FINANCEIRAS 2,2% 2,8% 0,8% 0,9% - - ACTIVIDADES IMOBILIARIAS 5,5% 5,6% 4,8% 6,2% 2,3% 2,7% TELECOMUNICAÇÕES 2,2% 2,2% 1,7% 1,7% 0,5% 0,7% SERVIÇOS 34,1% 33,8% 21,9% 24,5% 8,6% 9,5% N.D. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% TOTAL 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Constituições (%) - Divisão do total de empresas constituídas na região/sector de actividade pelo total de empresas constituídas, no período Dissoluções (%) - Divisão do total de empresas dissolvidas na região/sector de actividade pelo total de empresas dissolvidas, no período Processos de Insolvência (%) - Divisão do total de empresas da região/sector de actividade com processos de insolvência iniciados pelo total de empresas com processos de insolvência iniciados, no período 19

Dados históricos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Por setor de atividade. Por setor de atividade

Dados históricos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Nos últimos 5 anos. Por setor de atividade. Por setor de atividade Dados históricos Nascimentos Encerramentos Insolvências Fusões/ aquisições Nos últimos 5 anos Nos últimos 5 anos Nos últimos 5 anos Nos últimos 5 anos Por setor de atividade Por setor de atividade Por

Leia mais

01 A N Á L I S E DE TENDÊNCIAS 03 B A R Ó M E T R O DISTRITAL

01 A N Á L I S E DE TENDÊNCIAS 03 B A R Ó M E T R O DISTRITAL J U L H O 2 0 1 7 DINÂMICA DO TECIDO EMPRESARIAL D A D O S M E N S A I S J U N H O D E 2 0 1 7 01 A N Á L I S E DE TENDÊNCIAS 02 B A R Ó M E T R O SETORIAL Dados do mês Nascimentos Encerramentos Insolvências

Leia mais

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro sectorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2009-2013 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro sectorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2010-2014 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro setorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

INSOLVÊNCIAS - 1º SEMESTRE 2017

INSOLVÊNCIAS - 1º SEMESTRE 2017 INSOLVÊNCIAS - 1º SEMESTRE 2017 OBSERVATÓRIO INFOTRUST INSOLVÊNCIAS e PER 1º SEMESTRE 2017 INDICE Análise - comparativos Insolvências Empresas Comparativo Geográfico 1º Semestre / Períodos Homólogos Insolvências

Leia mais

NASCIMENTOS, ENCERRAMENTOS E INSOLVÊNCIAS

NASCIMENTOS, ENCERRAMENTOS E INSOLVÊNCIAS M A I O 2 0 1 8 NASCIMENTOS, ENCERRAMENTOS E INSOLVÊNCIAS A B R I L D E 2 0 1 8 D I N Â M I C A E M P R E S A R I A L (ABRIL 2018) Nasceram 17.002 empresas e outras organizações Encerraram 4.880 empresas

Leia mais

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal

Dados mensais. Barómetro setorial. Barómetro distrital. Análise fenómeno a fenómeno. Análise de tendências. Nascimentos. Mensal Período 2009-2013 Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro setorial Barómetro distrital Nascimentos Nascimentos vs encerramentos Mensal Acumulado Mensal Acumulado Encerramentos

Leia mais

Dados mensais. Barómetro sectorial. Análise fenómeno a fenómeno. Barómetro distrital. Análise de tendências. Constituições

Dados mensais. Barómetro sectorial. Análise fenómeno a fenómeno. Barómetro distrital. Análise de tendências. Constituições Dados mensais Análise fenómeno a fenómeno Análise de tendências Barómetro sectorial Barómetro distrital Constituições Constituições vs dissoluções naturais Mensal Acumulado Mensal Acumulado Dissoluções

Leia mais

OBSERVATÓRIO INFOTRUST PER S

OBSERVATÓRIO INFOTRUST PER S PER S OBSERVATÓRIO INFOTRUST PER S O Observatório Infotrust disponibiliza a evolução diária do número de PER s registadas em território nacional, com segmentação Geográfica e por Sector de Atividade e

Leia mais

OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES

OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES CONSTITUIÇÕES OBSERVATÓRIO INFOTRUST CONSTITUIÇÕES O Observatório Infotrust disponibiliza a evolução diária do número de Constituições registadas em território nacional, com segmentação Geográfica e por

Leia mais

JOGOS - ÁRBITROS - RESULTADOS

JOGOS - ÁRBITROS - RESULTADOS JOGOS - ÁRBITROS - RESULTADOS JOGOS DE CLASSIFICAÇÃO 24.06.2011 6ª. FEIRA Jogo nº 01 - VIANA CASTELO / AVEIRO Jogo nº 02 - HORTA / LISBOA Alcanena Jogo nº 03 - PONTA DELGADA / BRAGANÇA T.Novas Jogo nº

Leia mais

Perfil da presença feminina no tecido empresarial português. 8 de Março 2012

Perfil da presença feminina no tecido empresarial português. 8 de Março 2012 Perfil da presença feminina no tecido empresarial português Sumário executivo Em Portugal : 54,9% das empresas têm pelo menos uma mulher nos seus cargos de gestão e direcção: 44,8% têm uma equipa mista,

Leia mais

Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Índice de estabelecimentos Ensino Superior Público - Universitário 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Universidade dos Açores 0110 Universidade dos Açores - Angra do Heroísmo

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO

ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO (INFORMAÇÃO ACTUALIZADA A 31 DE JANEIRO DE 2008) NOTA Os inspectores do trabalho realizam inquérito urgente e sumário para averiguar das causas de acidentes

Leia mais

ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO

ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS OBJECTO DE INQUÉRITO (INFORMAÇÃO ACTUALIZADA A 31 DE OUTUBRO DE 2008) NOTA Os inspectores do trabalho realizam inquérito urgente e sumário para averiguar das causas de acidentes

Leia mais

Resumo Executivo 4. Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica em Portugal 5

Resumo Executivo 4. Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica em Portugal 5 TICE Dezembro 2011 INDICE Resumo Executivo 4 Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica em Portugal 5 ENQUADRAMENTO 5 QUADRO RESUMO 2010 7 FOTOGRAFIA DO PERÍODO 2007-2010 7 Pólo TICE 7 Sector

Leia mais

Base de Dados das Empresas Novas Portugal

Base de Dados das Empresas Novas Portugal Base de Dados de Portugal É a Base de Dados das empresas e entidades Portuguesas mais completa e mais utilizada por profissionais em Portugal. Campos: NIF, Entidade, Morada, Localidade, Código postal,

Leia mais

Estudo de Insolvências Ano de 2008

Estudo de Insolvências Ano de 2008 Estudo de Insolvências IIC Ano de 2008 Estudo de Insolvências Ano de 2008 Análise Geral Os resultados de 2008 confirmaram a tendência de crescimento verificada em 2007, tendo-se registado um total de 2.785

Leia mais

Sobre Portugal Telefones Úteis em Portugal Informações úteis sobre Saúde, Polícia, Cartões de Crédito, Telefones, Aeroportos, Transportes, Informação Turística e Outros Serviços. Número Nacional de Emergência:

Leia mais

Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania

Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania Ministério da Administração Interna Secretaria-Geral Os Governos Civis de Portugal. Memória, História e Cidadania Encontro Arquivos da Administração Pública 2 e 3 julho Angélica Jorge/Cidália Ferreira

Leia mais

Nesta operação de Inquérito recensearam-se investigadores, num total de pessoas a trabalhar em actividades de I&D.

Nesta operação de Inquérito recensearam-se investigadores, num total de pessoas a trabalhar em actividades de I&D. RECURSOS HUMANOS EM I&D IPCTN 1999 Os recursos humanos em actividades de I&D Nesta operação de Inquérito recensearam-se 28.375 investigadores, num total de 36.872 pessoas a trabalhar em actividades de

Leia mais

INICIADOS FEMININOS - S14F

INICIADOS FEMININOS - S14F INICIADOS FEMININOS - S14F 1º 2º 3º 10º 11º 12º 5º 6º 4º 14º 15º 13º 9º 7º 8º 18º 16º 17º Aveiro Porto Açores Leiria Setúbal Vila Real Lisboa Madeira Coimbra C. Branco Viseu Braga Viana do Castelo Santarém

Leia mais

ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Círculo eleitoral dos Açores Aliança Açores Partido Social Democrata Partido Democrático do Atlântico CDS-PP. PPD/D PDA Círculo eleitoral de Aveiro Partido Cidadania e Democracia Cristã PPV/CDC PPD/D.

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2016 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (QUINTA-FEIRA)

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2016 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (QUINTA-FEIRA) ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2016 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO NOTA INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE 21-07-2015 (QUINTA-FEIRA) 1. Inicia-se quinta-feira, 21 de julho, o prazo de candidatura

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 1 SÍNTESE Semana de No período em análise verificou-se um aumento gradual das temperaturas máximas observadas, atingindo-se os 3ºC,

Leia mais

ONDE NASCE O NOVO EMPREGO?

ONDE NASCE O NOVO EMPREGO? ONDE NASCE O NOVO EMPREGO? Informa D&B - Maio 2013 UNIVERSO DO ESTUDO Os dados referem-se ao período de 2007 a 2011 Fontes: Análise Informa D&B; dados ministério da justiça: portal da justiça, I.E.S.;

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 1 SÍNTESE Semana de 1 a 16 de setembro Na semana em análise, verificaram-se temperaturas máximas altas com uma ligeira subida a partir

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 1 SÍNTESE Semana de a 6 de agosto Na semana em análise, verificaram-se temperaturas máximas elevadas nos dias e 1, com Évora (dia

Leia mais

COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (DOMINGO) NOTA

COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (DOMINGO) NOTA COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE 14-07-2013 (DOMINGO) NOTA 1. Tem início no próximo dia 17 de julho, 4.ª feira, a apresentação da candidatura à 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público.

Leia mais

Resultados do inquérito aos membros sobre os serviços da OA-SRS

Resultados do inquérito aos membros sobre os serviços da OA-SRS Duração do inquérito on-line: 18 de Junho a 4 de Outubro Nº de participantes: 2.257 Nº de participações validadas: 1.658 1/15 CARACTERIZAÇÃO DOS INQUIRIDOS Nº de amostras (validadas): 1658 g1 Idade g2

Leia mais

CONTACTOS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES EQUIPA PARLAMENTO DOS JOVENS

CONTACTOS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DIREÇÃO-GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES EQUIPA PARLAMENTO DOS JOVENS CONTACTOS ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EQUIPA PARLAMENTO DOS JOVENS Marlene Viegas Freire Coordenadora Cristina Leiria Assessora Patrícia Grave Assessora Teresa Couto Assessora Maria Manuela Matos Técnica de

Leia mais

SGCIE - Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia

SGCIE - Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia SGCIE - Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia Relatório Síntese Dezembro de 2009 Índice Caracterização dos registos efectuados Impacto Energético Impacto expectável com a Isenção de ISP

Leia mais

Relatório Diário. 8 de agosto 2016

Relatório Diário. 8 de agosto 2016 Relatório Diário 8 de agosto 2016 1 Relatório Diário 08.08.2016 10:00 Report Highlights Para o dia 08.08.2016 importa destacar: Permanência de temperatura elevada em todo o país. 4 Distrito em aviso meteorológico

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO SETEMBRO PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO SETEMBRO PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO SETEMBRO 1 PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas Módulo CALOR 1 SÍNTESE do mês de SETEMBRO de 1 No mês de setembro, as temperaturas máximas mantiveram-se quentes

Leia mais

Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 2016

Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 2016 Observatório Negócios, Insolvências, Créditos Vencidos, Constituições maio 216 I. Volume de Negócios PORTUGAL Volume de Negócios variação homóloga 215/214 acumulado março (ac3)-abril (ac4) de 216 (fonte:

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (QUINTA-FEIRA)

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE (QUINTA-FEIRA) ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 VAGAS E ABERTURA DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO NOTA INFORMAÇÃO COM EMBARGO ATÉ ÀS 00H01 DE 21-07-2015 (QUINTA-FEIRA) 1. Inicia-se quarta-feira, 19 de julho, o prazo de candidatura

Leia mais

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a ORDEM DOS ENFERMEIROS Dados Estatísticos a 31-12-2013 Departamento de Informática Jan de 2014 Índice 1. Evolução dos enfermeiros ativos por sexo:... 1 2. Evolução dos enfermeiros admitidos em comparação

Leia mais

ESTATÍSTICAS DA IMIGRAÇÃO

ESTATÍSTICAS DA IMIGRAÇÃO ESTATÍSTICAS DA IMIGRAÇÃO I. ESTATÍSTICAS DE IMIGRAÇÃO DE PAÍSES DA OCDE % estrangeiros por total de população residente em países da OCDE País 1992 1995 1998 2001 2002 Áustria 7,9 8,5 8,6 8,8 8,8 Bélgica

Leia mais

Relatório Diário. 17 de agosto 2016

Relatório Diário. 17 de agosto 2016 Relatório Diário 17 de agosto 2016 1 Para o dia 17.08.2016 importa destacar: Relatório Diário 17.08.2016 10:00 Report Highlights Descida da temperatura em todo o país. Todos os Distritos em aviso meteorológico

Leia mais

Institutions Index. State-run Higher Education- Universities. Name of Institutions

Institutions Index. State-run Higher Education- Universities. Name of Institutions Institutions Index Code Name of Institutions State-run Higher Education- Universities 6800 Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Universidade dos Açores 0110 Universidade dos Açores -

Leia mais

Gestão de Óleos Alimentares Usados (OAU) Rede de Recolha Seletiva Municipal

Gestão de Óleos Alimentares Usados (OAU) Rede de Recolha Seletiva Municipal Gestão de Óleos Alimentares Usados (OAU) Rede de Recolha Seletiva Municipal 214-215 Índice 1. Enquadramento legal. 3 2. Pontos de recolha seletiva municipal. 3 3- Acordos Voluntários Erro! Marcador não

Leia mais

COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO DE 2017

COMEMORAÇÕES DO 1º DE MAIO DE 2017 AÇORES Angra do Heroísmo Banca com Materiais Alusivos ao dia. Distribuição à população de documentos alusivos ao 1º Maio Musica Exposição / Concurso de MAIOS politico/ Praça Velha Horta Entrega dos prémios

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO 1 A 3 SETEMBRO 214 SETEMBRO 213 Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde ÍNDICE ÍNDICE... 2 SÍNTESE

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 2012 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS MÓDULO CALOR 212 SÍNTESE Semana de 25 de junho a 1 de julho Nos dois primeiros dias desta semana verificaram-se temperaturas máximas elevadas,

Leia mais

COMPORTAMENTOS DE PAGAMENTO DAS EMPRESAS EM PORTUGAL

COMPORTAMENTOS DE PAGAMENTO DAS EMPRESAS EM PORTUGAL COMPORTAMENTOS DE PAGAMENTO DAS EMPRESAS EM PORTUGAL Maio de 2014 ESTUDO INFORMA D&B COMPORTAMENTOS DE PAGAMENTO DAS EMPRESAS EM PORTUGAL E NOUTROS PAÍSES O Barómetro Informa D&B deste mês apresenta o

Leia mais

A área de cereais em Portugal

A área de cereais em Portugal 1 Evolução das áreas de milho em Portugal Evolução da produção de milho em Portugal A produção de milho em 214 Investimentos efectuados entre 27 e 214 apoiados pelo PRODER A área de cereais em Portugal

Leia mais

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015 Estudo de Opinião Expresso / SIC/ Eurosondagem ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015 Fevereiro de 2015 - FICHA TÉCNICA - Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 18 a 25 de Fevereiro

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013 PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO JUNHO 2013 SÍNTESE do período entre 1 e 30 de JUNHO de 2013 As temperaturas observadas no mês de junho apresentaram-se

Leia mais

Insolvências de Empresas

Insolvências de Empresas Insolvências de Empresas José R. Pires Manso 1 SUMÁRIO EXECUTIVO Os dados demonstram que o número de empresas insolventes tem vindo a crescer incessantemente desde há alguns anos; Demonstram ainda que

Leia mais

ADMINISTRADORES JUDICIAIS

ADMINISTRADORES JUDICIAIS ANUAL 0 Nota introdutória Cabendo à Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares da Justiça (CAAJ), no quadro da divulgação da atividade dos auxiliares da justiça (artigo.º da Lei n.º /0, de de novembro),

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO ANUAL 2013

BOLETIM ESTATÍSTICO ANUAL 2013 BOLETIM ESTATÍSTICO ANUAL 2013 Janeiro 2014 Índice 1. Processos de Sobre-endividamento 1.1) Processos de Sobre-endividamento entre 2000 e 2013.3 1.2) Processos de Sobre-endividamento, durante os anos de

Leia mais

FORMAÇÃO DE DETENTORES DE CÃES PERIGOSOS OU POTENCIALMENTE PERIGOSOS INSTRUÇÃO PARA CANDIDATOS

FORMAÇÃO DE DETENTORES DE CÃES PERIGOSOS OU POTENCIALMENTE PERIGOSOS INSTRUÇÃO PARA CANDIDATOS FORMAÇÃO DE DETENTORES DE CÃES PERIGOSOS OU POTENCIALMENTE PERIGOSOS INSTRUÇÃO PARA CANDIDATOS ENQUADRAMENTO LEGAL O DL nº 315/2009, de 29 de outubro, com a redação dada pela Lei nº 46/2013, de 4 de julho

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé Turismo Interno Mercados em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

Inspecções Técnicas de Veículos

Inspecções Técnicas de Veículos Inspecções Técnicas de Veículos Relatório 2007 INTRODUÇÃO A actividade de inspecção periódica de veículos desenvolveu-se em 171 Centros de Inspecção Técnica de Veículos (CITV) durante o ano 2007, o que

Leia mais

Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento

Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento Plano de Intervenção Imediata 2006 Ficha de Caracterização Sumária das instituições de acolhimento (Modelo 2-A) INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO Ler atentamente as instruções antes de preencher. A preencher

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado

BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado BOLETIM ESTATÍSTICO 1º Trimestre 2016 Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado Índice 1. Processos e Pedidos de Apoio de Sobre-endividamento 1.1. Processos e Pedidos de Apoio de Sobre-endividamento entre

Leia mais

APARTAMENTOS TURISTICOS DE AMORIM & SANTOS LDA

APARTAMENTOS TURISTICOS DE AMORIM & SANTOS LDA CARATERIZAÇÃO DA EMPRESA Nome: Setor de Atividade Económica (CAE Rev.3): Classe de Dimensão: Localização da Sede (Distrito): Natureza Jurídica: Maturidade: 55118 - Apartamentos turísticos com restaurante

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercados em Números. Rodapé Turismo Interno Mercados em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé

Portugal. Turismo Interno. Mercado em Números. Rodapé Turismo Interno Mercado em Números 1 Rodapé Designação oficial: República Portuguesa Capital: Lisboa Localização: Sudoeste da Europa Fronteiras terrestres: Espanha (1.241 km) Fronteiras marítimas: Madeira(1076,6

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AGOSTO PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AGOSTO PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO AGOSTO 1 PLANO DE CONTINGÊNCIA Temperaturas Extremas Adversas Módulo CALOR 1 SÍNTESE do mês de AGOSTO de 1 No mês de agosto, as temperaturas máximas mantiveram-se amenas até

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS

PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA TEMPERATURAS EXTREMAS ADVERSAS RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO 1 A 3 JUNHO 1 SETEMBRO 13 Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde º C / Saúde / Ícaro / INEM

Leia mais

MUNICÍPIOS PORTUGUESES

MUNICÍPIOS PORTUGUESES ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016 ANÁLISE AOS MUNICÍPIOS DE VIANA DO CASTELO JOÃO CARVALHO MARIA JOSÉ FERNANDES PEDRO CAMÕES Apoios: SUSANA JORGE ÍNDICE 1. ANÁLISE ORÇAMENTAL - Estrutura

Leia mais

REGULAMENTO E PROGRAMA

REGULAMENTO E PROGRAMA TORNEIO NESTLÉ OLÍMPICO JOVEM 33ª Edição 2015 Regulamento e Programa FINAL NACIONAL - BRAGA 06.07 Junho 2015 TORNEIO NESTLÉ OLÍMPICO JOVEM 2015 REGULAMENTO E PROGRAMA O Torneio Nestlé Olímpico Jovem, na

Leia mais

Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado - DECO

Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado - DECO Índice 1. Processos de Sobre-endividamento 1.1) Processos de Sobre-endividamento entre 2000 e 2014.3 1.2) Processos de Sobre-endividamento, durante os anos de 2012, 2013 e 2014... 4 2. Causas de Sobre-endividamento

Leia mais

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a

ORDEM DOS ENFERMEIROS. Dados Estatísticos a ORDEM DOS ENFERMEIROS Dados Estatísticos a 31-12-2014 Departamento de Informática fev de 2015 Índice 1. Evolução dos enfermeiros ativos por sexo:... 1 2. Evolução dos enfermeiros ativos (cuidados gerais):...

Leia mais

OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL

OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL Braga, Março 0 OS NÚMEROS DO COOPERATIVISMO EM PORTUGAL Lurdes Barata Índice A Conta Satélite da Economia Social - Construção do universo Trabalho realizado Trabalho a realizar A Economia Social (dados

Leia mais

Relatório Diário. 5 de agosto 2016

Relatório Diário. 5 de agosto 2016 Relatório Diário 5 de agosto 2016 1 Relatório Diário 05.08.2016 10:00 Report Highlights Para o dia 05.08.2016 importa destacar: Aumento da temperatura em todo o país. A partir do dia de hoje previsão de

Leia mais

DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR INTEGRADOS EM UNIDADES DE I&D FINANCIADAS PELA FCT

DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR INTEGRADOS EM UNIDADES DE I&D FINANCIADAS PELA FCT DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR INTEGRADOS EM UNIDADES DE I&D FINANCIADAS PELA FCT DGEEC Julho de 2017 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 1 DOCENTES INTEGRADOS EM UNIDADES DE I&D FINANCIADAS PELA FCT: DADOS POR SUBSISTEMA

Leia mais

RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO DE /05/2017.

RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO DE /05/2017. RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO DE 2016 15/05/2017 www.elergone.pt Índice 1. INTRODUÇÃO... 2 2. CARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE DE COMERCIALIZAÇÃO DA ELERGONE EM 2016... 3 2.1 CONSUMO DA ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2016

RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2016 NÚMERO DATA 15/07/2016 TÍTULO 3.º RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS - 2016 01 DE JANEIRO A 15 DE JULHO RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2016 01 DE JANEIRO A 15 DE JULHO 1/8 Informação

Leia mais

VOTO ÚTIL CONTRA O PS DE SÓCRATES NOS DISTRITOS COM POUCOS ELEITORES

VOTO ÚTIL CONTRA O PS DE SÓCRATES NOS DISTRITOS COM POUCOS ELEITORES VOTO ÚTIL CONTRA O PS DE SÓCRATES NOS DISTRITOS COM POUCOS ELEITORES No sistema eleitoral português muitos votos são perdidos, uma vez que não são convertidos em mandatos de deputados. Esta situação ainda

Leia mais

CURSOS DE MEDIAÇÃO LABORAL RECONHECIDOS PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

CURSOS DE MEDIAÇÃO LABORAL RECONHECIDOS PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CURSOS DE MEDIAÇÃO LABORAL RECONHECIDOS PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Os Cursos de Mediação Laboral reconhecidos pelo Ministério da Justiça, que habilitam ao acesso às listas de mediadores no âmbito da Mediação

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 RESULTADOS DA 3.ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 RESULTADOS DA 3.ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR 2017 RESULTADOS DA 3.ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE ACESSO 12 outubro 2017 Estão concluídas todas as fases do Concurso Nacional de Acesso 2017, tendo sido admitidos 46544 estudantes

Leia mais

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem. Legislativas 2015

Estudo de Opinião. Expresso / SIC/ Eurosondagem. Legislativas 2015 Estudo de Opinião Expresso / SIC/ Eurosondagem Legislativas 2015 24 Setembro de 2015 - FICHA TÉCNICA - Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 17 a 23 de Setembro de

Leia mais

Protocolos firmados no âmbito das Autarquias: Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens

Protocolos firmados no âmbito das Autarquias: Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens 1 Abrantes Santarém 2 Águeda Aveiro 3 Albufeira Faro 4 Alcanena Santarém 5 Alcobaça Leiria 6 Alcoutim Faro 7 Alenquer Lisboa 8 Alfândega da Fé Bragança 9 Aljustrel Beja 10 Almada Setúbal 11 Almodôvar Beja

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL

ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL Aula Magna da Universidade Clássica de Lisboa - 11 de Dezembro de 2007 Conferência Internacional Sobre PME ESTRUTURA EMPRESARIAL - PORTUGAL Prof. Dr. Fernando Augusto Morais Gestor de Empresas pela Univ.

Leia mais

Mar de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária Relatório - Mensal

Mar de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária Relatório - Mensal Mar de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente Observatório de Segurança Rodoviária 4-8- 1 ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 EVOLUÇÃO 25-... 4 1. Acidentes com vítimas no período de Jan a Mar... 4 2.

Leia mais

Vagas Fases Finais - Época 2016/2017

Vagas Fases Finais - Época 2016/2017 Instituição de Utilidade Pública Instituição de Utilidade Pública Desportiva Membro do Comité Olímpico de Portugal Membro da Confederação do Desporto de Portugal Membro da Confédération Européenne de Billard

Leia mais

Envelhecimento Ativo: mudar o presente para ganhar o futuro

Envelhecimento Ativo: mudar o presente para ganhar o futuro Envelhecimento Ativo: mudar o presente para ganhar o futuro - Seminário_Murça- Paula Cruz 19 Outubro 2011 Missão da EAPN Portugal Defender os direitos humanos fundamentais e garantir que todos tenham as

Leia mais

Boletim Estatístico. 1º Semestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado

Boletim Estatístico. 1º Semestre Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado Boletim Estatístico 1º Semestre 2015 Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado Índice 1. Pedidos de Famílias Sobre-endividadas 1.1. Processos de Sobre-endividamento entre 2008 e 2015 3 1.2. Distribuição geográfica

Leia mais

QUESTIONÁRIO CLUBES. Identificação / Caracterização do clube. 1. Identificação/ Caracterização do clube Nome do clube

QUESTIONÁRIO CLUBES. Identificação / Caracterização do clube. 1. Identificação/ Caracterização do clube Nome do clube QUESTIONÁRIO CLUBES A Federação Portuguesa de Futebol, através da Escola Superior de Desporto de Rio Maior, encontra se a realizar um estudo para a elaboração do plano estratégico de desenvolvimento do

Leia mais

MUNICÍPIOS PORTUGUESES

MUNICÍPIOS PORTUGUESES ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016 ANÁLISE AOS MUNICÍPIOS DE LISBOA JOÃO CARVALHO MARIA JOSÉ FERNANDES PEDRO CAMÕES Apoios: SUSANA JORGE ÍNDICE 1. ANÁLISE ORÇAMENTAL - Estrutura da Receita

Leia mais

Fevereiro 2009 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL

Fevereiro 2009 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL INQUÉRITO AO CRÉDITO Fevereiro 2009 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL Introdução O Inquérito ao Crédito Fevereiro 2009, realizado pela AIP-CE, teve como base uma amostra constituída

Leia mais

em termos de contexto e de resultados escolares Luísa Canto e Castro Loura

em termos de contexto e de resultados escolares Luísa Canto e Castro Loura em termos de contexto e de resultados escolares Luísa Canto e Castro Loura Nota introdutória Os resultados da avaliação sumativa externa (exames nacionais) i )das escolas públicas são analisados na Direção

Leia mais

Jan de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária. Relatório - Mensal

Jan de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente. Observatório de Segurança Rodoviária. Relatório - Mensal Jan de Principais Indicadores de Sinistralidade Continente Observatório de Segurança Rodoviária 7-7- 1 ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 EVOLUÇÃO 28-... 4 1. Acidentes com vítimas no período de Jan... 4 2. Vítimas

Leia mais

Mapa de Vagas para ingresso em área de especialização - Concurso IM 2015

Mapa de Vagas para ingresso em área de especialização - Concurso IM 2015 23.11.2015 Mapa de Vagas para ingresso em área de especialização - Concurso IM 2015 Anatomia Patológica Centro Hospitalar de São João, EPE 2 Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil,

Leia mais

Produto Interno Bruto

Produto Interno Bruto DESIGNAÇÃO Valores em 10^6 STD, a Preços Correntes TOTAL PRODUTO INTERNO BRUTO 638668 731901 900583 1043317 1332354 1673609 1974030 2786141 3121072 3610485 4229269 5064433 5638912 6230813 VALOR ACRESCENTADO

Leia mais

Presença feminina nas empresas em Portugal

Presença feminina nas empresas em Portugal Presença feminina nas empresas em Portugal 4ª Edição, Março 2014 ESTUDO INFORMA D&B A Informa D&B, como especialista no conhecimento da informação sobre o tecido empresarial, tem vindo a acompanhar esta

Leia mais

LISTA DE LOCAIS DE ADMINISTRAÇÃO DA VACINA PARA A HEPATITE A ATUALIZADA A 15 DE SETEMBRO DE 2017

LISTA DE LOCAIS DE ADMINISTRAÇÃO DA VACINA PARA A HEPATITE A ATUALIZADA A 15 DE SETEMBRO DE 2017 LISTA DE LOCAIS DE ADMINISTRAÇÃO DA VACINA PARA A HEPATITE A ATUALIZADA A 15 DE SETEMBRO DE 2017 No sentido de operacionalizar a Norma n.º 16/2017 de 14/08/2017, estabelecem-se os seguintes locais de vacinação,

Leia mais

Acesso VALORES APURADOS PELA MEO TABELA 3: OFERTAS DESTINADAS A CLIENTES RESIDENCIAIS Parâmetros Indicadores a enviar no âmbito de cada parâmetro Unidade Observações Ano 2016 Valor apurado 1.a) Demora

Leia mais

Requisição de docentes de carreira do Ministério de Educação e Ciência* Identificação de necessidades para o período de 2014 a 2015

Requisição de docentes de carreira do Ministério de Educação e Ciência* Identificação de necessidades para o período de 2014 a 2015 DELEGAÇÃO REGIONAL DO NORTE N EFBG N EFBR N EFPO N EFDV N EFVR N EFVC N EVTM Porto B. Porto C. Viana Braga Bragança Rio Meão Vila Real Chaves Cerco Cardoso Castelo 110. 1º Ciclo Ensino Básico** 3 0 4 2

Leia mais

Alunos Colocados por Universidade e Curso 1ª Fase 2017

Alunos Colocados por Universidade e Curso 1ª Fase 2017 Alunos Colocados por Universidade e Curso ª Fase Universidade Faculdade / Instituto / Escola Curso N.º alunos Total Ciências e Políticas Instituto Superior Técnico Administração Pública Engenharia Mecânica

Leia mais

DISTRITO DE AVEIRO. Início de Tipologia de Recurso atividade Unidade de Cuidados Paliativos (internamento) CH Baixo Vouga Estarreja (a criar) 2015

DISTRITO DE AVEIRO. Início de Tipologia de Recurso atividade Unidade de Cuidados Paliativos (internamento) CH Baixo Vouga Estarreja (a criar) 2015 DISTRITO DE AVEIRO CH Baixo Vouga Estarreja (a criar) 2015 EISHCP do Hospital Dr. Francisco Zagalo - Ovar 2014 EIHSCP do Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga 2014 ECSCP do Hospital Dr. Francisco Zagalo

Leia mais

Outubro 2014 DISTRITO LOCAL AVEIRO BEJA BRAGA

Outubro 2014 DISTRITO LOCAL AVEIRO BEJA BRAGA Outubro 2014 DISTRITO DATA HORA LOCAL 01-out-14 08H00/14H00 AVEIRO ESTRADA NACIONAL 109 KM 58.1 03-out-14 15H00/19H00 OVAR RUA FAMÍLIA COLARES PINTO E AVENIDA DA RÉGUA 06-out-14 08H00/14H00 AVEIRO ESTRADA

Leia mais

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de a

EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de a EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE DIPLOMADOS NO ENSINO SUPERIOR, POR DISTRITO E POR NUTS II: de 1997-1998 a 2004-2005 OCES Observatório da Ciência e do Ensino Superior 2007 Evolução do número de diplomados no ensino

Leia mais

Ponte da Barca, Lurdes Barata

Ponte da Barca, Lurdes Barata Ponte da Barca,.0.0 Lurdes Barata Índice A Economia Social O Universo O sector Cooperativo O COOPJOVEM O enquadramento O que é Para quem Em que condições Os apoios Como funciona O que se pretende/quanto

Leia mais

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos...

ÍNDICE DEFINIÇÕES Vítimas por mês Vítimas segundo a localização e o tipo de via Vítimas segundo os distritos... ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 2014... 4 1. Vítimas por mês... 4 2. Vítimas segundo a localização e o tipo de via... 5 3. Vítimas segundo os distritos... 6 4. Vítimas segundo a natureza do acidente... 7 5. Vítimas

Leia mais

MUNICÍPIOS PORTUGUESES

MUNICÍPIOS PORTUGUESES ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES 2016 ANÁLISE AOS MUNICÍPIOS DE COIMBRA JOÃO CARVALHO MARIA JOSÉ FERNANDES PEDRO CAMÕES Apoios: SUSANA JORGE ÍNDICE 1. ANÁLISE ORÇAMENTAL - Estrutura da Receita

Leia mais

Mapa TIC de Portugal: análise por distritos

Mapa TIC de Portugal: análise por distritos Escola de EngenhariaUniversidade do Minho Departamento de Sistemas de Informação Mapa TIC de Portugal: análise por distritos Eduardo Beira, Claus Kaldeich Hugo Sousa, Pedro Borges WP 57 (2005) Working

Leia mais

NOTA. 2. Concorreram a esta fase estudantes, o que representa um acréscimo de 5% em relação ao ano anterior ( em 2013).

NOTA. 2. Concorreram a esta fase estudantes, o que representa um acréscimo de 5% em relação ao ano anterior ( em 2013). NOTA 1. Concluída a primeira fase do 38.º concurso nacional de acesso 1, foram já admitidos no ensino superior público, em 2014, 37 778 novos estudantes, o que representa um ligeiro crescimento em relação

Leia mais