UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ MESTRADO EM EDUCAÇÃO ÁREA: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO MARIA SILVINHA CARARO MARTINS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ MESTRADO EM EDUCAÇÃO ÁREA: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO MARIA SILVINHA CARARO MARTINS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ MESTRADO EM EDUCAÇÃO ÁREA: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO MARIA SILVINHA CARARO MARTINS A PARCERIA FAMÍLIA-ESCOLA: UMA PROPOSTA DOS HIGIENISTAS. MARINGÁ 2005

2 2 MARIA SILVINHA CARARO MARTINS A PARCERIA FAMÍLIA-ESCOLA: UMA PROPOSTA DOS HIGIENISTAS. Dissertação apresentada à Banca Examinadora do Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educação, sob a orientação da Profª. Drª. Maria Lúcia Boarini. MARINGÁ 2005

3 3 BANCA EXAMINADORA Profª. Drª. Maria Lúcia Boarini Presidente da Banca - Orientadora Profª. Drª. Guaraciaba Aparecida Tullio Membro do Corpo Docente (UEM PPE) Prof. Dr. Marcos Alexandre Gomes Nalli Membro Convidado (UEL Londrina PR)

4 4 AO NOSSO FILHO MORENA Se hoje a tua mão não tem manga ou goiaba Se a nossa pelada se foi com o dia Te peço desculpas, me abraça meu filho Perdoa essa minha melancolia Se hoje você não estranha a crueza Dos lagos sem peixes, das ruas vazias Te olho sem jeito, me abraça meu filho Não sei se tentei tanto quanto podia Se hoje teus olhos vislumbram com medo Você já não vê e eu juro que havia Te afago o cabelo, me abraça meu filho Perdoa essa minha agonia Se deixo você no absurdo planeta Sem pique-bandeira e pelada vadia Fujo do teu medo, me abraça meu filho Não sei eu tentei mas você merecia. (Oswaldo Montenegro) Às pessoas do passado e do presente que através de sua vida e suas palavras

5 5 tentaram humanizar um pouco mais este mundo. AGRADECIMENTOS Deixo aqui consignados sinceros agradecimentos a todos que comigo fizeram a caminhada a cujo fim me alegro em estar chegado, especialmente: - à professora Maria Lúcia Boarini, que acreditou e me conduziu, em seu modo sempre sereno, sempre seguro. - à minha família nuclear Celso e Mariana, que reconhece meu esforço e incentiva com afeto. - a Marlene e à Júlia, por me substituírem como mãe, esse meu outro lugar de realização.

6 6 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT CONSIDERAÇÕES INICIAIS CAPÍTULO I A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NA ESCOLA A EDUCAÇÃO ESCOLAR E A FAMÍLIA A família reconhecida pelo projeto A educação redentora dos males sociais Amigos da escola A TRANSFORMAÇÃO DA FAMÍLIA RUMO À MODERNIDADE A construção do sentimento de família Formas de organização da família A FAMÍLIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA 40 CAPÍTULO II ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE A SITUAÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL DO BRASIL NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX. 2.1 AS LEIS E OS CAMINHOS DA EDUCAÇÃO NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX CAPÍTULO III O MOVIMENTO HIGIENISTA O HIGIENISMO LEGITIMA AS CIÊNCIAS 58 CAPÍTULO IV O CAMINHO CONSTRUÍDO TRAJETO DE NOSSA PESQUISA OS ARCHIVOS BRASILEIROS DE HYGIENE MENTAL 69

7 7 CAPÍTULO V AS PRÁTICAS HIGIENISTAS AS AÇÕES HIGIENISTAS A SAÚDE ATRAVÉS DA HIGIENE ESCOLAR 93 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

8 8 RESUMO Esta pesquisa se insere nas investigações que vêm sendo desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisas sobre Higienismo e Eugenismo (GEPHE) vinculado ao programa de pós-graduação ao nível de mestrado, da Universidade Estadual de Maringá, sob o tema A educação e os pressupostos do Higienismo e da Eugenia. O objetivo deste estudo é compreender e analisar as propostas para aproximar a família da escola apresentadas pela Liga Brasileira de Hygiene Mental, nas décadas de 1920 a 1940, no Brasil. Nele se evidenciam os meios e as formas como se deram as ações de intervenção na família e na escola, considerando-se os movimentos sociais e as descobertas científicas ocorridos nessa época, que favoreceram novas elaborações na forma de pensar e constituir o mundo. Vale lembrar que os avanços médico-científicos desses momentos demonstraram à humanidade que as doenças orgânicas eram causadas por microorganismos vivos, que se reproduziam em ambientes e corpos sem higienização, por isso criar hábitos de higiene na população era tarefa urgente. Em articulação com o desenvolvimento científico, uma nova ordem econômica se estabelecia num meio crescentemente citadino, o qual exigia uma nova forma de conduta da população urbanizada, que, por carência de estruturas sanitárias e por condições econômicas ínfimas, vivia em ambientes onde se originavam e proliferavam doenças. Este contexto científico e econômico legitimou as ações dos médicos higienistas, considerados, na época, os detentores dos conhecimentos biológicos que elaboraram ações para possibilitar mudanças no comportamento da população. Limitando nossa atenção à educação higiênica, buscamos compreender como estas intervenções higienistas foram conduzidas pela escola às famílias e à comunidade naquele momento. Por assim ser propomos uma análise histórica dos projetos propostos pelos higienistas no que se refere às ações a serem desenvolvidas com as famílias e os alunos. Consideramos também que tais ações fazem parte da história social construída de forma não linear, mas entre contradições. Destarte partimos das análises dos projetos contemporâneos Dia Nacional dos Pais na Escola e Amigos

9 9 da Escola, os quais buscam aproximar a família da escola, com propostas para a participação dos pais na vida e na realidade escolar. Para finalizar, confrontamos os encaminhamentos propostos pelos higienistas com os projetos de atualidade, à luz dos acontecimentos histórico-sociais de uma sociedade que vive sob a égide do sistema capitalista. Concluímos que, apesar das transformações ocorridas quer na família quer na instituição escolar, a busca de solução para a crise da sociedade continua sendo atribuída ao indivíduo em particular, e neste caso, a família é este indivíduo, e vai ser chamada para assumir responsabilidades que eram de atribuição do Estado.

10 10 ABSTRACT This research infers in the investigations that have been developed by the Group of Researches on Hygienism and Eugenics (GEPHE) linked to the masters degree program at the master's degree level, of the State University of Maringá, and it has been submissed to the theme " the education and the presuppositions of Hygienism and of the Eugenics ". The principal goal of this study is to understand and to analyze the proposals to approximate family and school together. They are presented by the Brazilian League of Mental Hygiene, in the decades from 1920 to 1940, in Brazil. In this research has shown the ways and actions which they interfered in the family and in the school. This study also has being considered the social movements and the scientific discoveries happened in that time, and it helped to elaborate new ways of thinking and of the constitution the of world. There is still an important reminder of progresses of those moments, and they were demonstrated the humanity that the organic diseases were caused by alive microorganisms, reproduced in atmospheres and bodies without clean. For this reason, It was necessary to create hygiene habits in the population was urgent task. In articulation with the scientific development, a new economical order could be established in town planner, where it demanded a new form of conduct of the urbanized population. And for lack of sanitary structures and for tiny economical conditions, the urbanized population lived in atmospheres where arose and diseases proliferated. This scientific and economical context legitimated the actions of the doctor hygienists considered, at that time, the holders of the biological knowledges. So they elaborated actions to make possible changes in the behavior of the urbanized population. We can limit our attention to the hygienic education, we looked for to understand as these interventions hygienistcs were driven by the school to the families and to the community on that moment. Thereby, we propose a historical analysis of the projects proposed by the hygienistics actions to be developed with the families and the students. We can also considered that these actions are part of the built social history in way no lineal. But

11 11 the same time this kind of history has been contradictory. Then we can analyse of the contemporary projects " National Day of the Parents in the School " and " Friends of the School ", and Te projects look for to approximate the family of the school, and they propose for the parents' participation in the life and in the school reality. We can confront the directions proposed by the hygienists with the current time projects, and they are involved in the historical-social events of a society that lives under the leadership of the capitalist system. Therefore, in spite of the happened transformations in the family group or in the school institution, the solution search for the crisis of the society continues being attributed to the individual. In this case, the family is this individual particularly, and this familiar group will be called to assume responsibilities which were attributed to Federal Government.

12 12 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente estudo tem por objetivo investigar as propostas para aproximar a família da escola apresentadas pela Liga Brasileira de Hygiene Mental - LBHM, nas décadas de 1920 a 1940 no Brasil. Partiremos do princípio de que a ação humana é construída social e historicamente, visto que o homem se constrói incorporando experiências e conhecimentos produzidos e transmitidos por outras gerações. Neste processo, ele se humaniza à medida que, ao se relacionar com o outro, desenvolve o seu potencial de entendimento, alterando também o potencial de quem se relaciona com ele. Desta forma o processo de humanização promove a interdependência de outros seres humanos, tanto para a produção de bens como para produzir conhecimentos, valores e costumes. Partilhamos da idéia de que o sustentáculo de todas as relações humanas é o trabalho, que determina e condiciona a vida. O trabalho, desta perspectiva, é uma atividade intencional, envolvendo formas de organização, com o objetivo de produzir os bens necessários à vida humana. Assim, sob a perspectiva histórica, entendemos que são as bases produtivas de uma sociedade que irão determinar as suas formas políticas e jurídicas, bem como todo o conjunto de idéias existentes em uma sociedade, como sustenta Marx (1998, p. 24): (...) a produção de idéias, de representação e da consciência está em primeiro lugar direta e intimamente ligada à atividade material e ao comércio material dos homens; é a linguagem da vida real (...) Não é a consciência que determina a vida, mas sim a vida que determina a consciência. Destarte, investigar as ações higienistas, que interferiram na família e na escola através da Liga Brasileira de Hygiene Mental (LBHM) 1 nas quatro primeiras 1 Utilizaremos a sigla LBHM em todo o trabalho para nos referir a Liga Brasileira de Hygiene Mental.

13 13 décadas do século XX é buscar o passado para entender o presente, sobretudo quando observamos que na atualidade são propostos projetos no campo educacional escolar, para uma interação entre a família e a escola, dirigindo ações para a aproximação dessas duas instâncias. Desta forma, as propostas higienistas, como uma expressão social, podem nos ajudar a compreender, além do pensamento higienista e dos problemas históricos sociais daquela época, também as propostas de interferência na escola e na família apresentadas na contemporaneidade. Para tanto, a recuperação dos ideais e das propostas da LBHM será realizada por meio da investigação da literatura da época e, principalmente, através da publicação editada pela LBHM, os Archivos Brasileiros de Hygiene Mental (ABHM) 2 e também dos anais de congressos e conferências que tiveram a participação do grupo de higienistas, pois, o resgate do pretérito enquanto cenário de construção do conhecimento científico e suas interfaces ideológicas é, sem dúvida, um dos compromissos do pesquisador (GEPHE, 2005). Decorrido quase um século desde o início das propostas médicopedagógicas dos higienistas encontramos os projetos Dia Nacional da Família na Escola, proposto pelo Governo Federal, através do Ministério da Educação, nos anos de 2001, 2002; e o programa Amigos da Escola, proposto pela Rede Globo de Televisão. Esses projetos, apesar de apresentarem objetivos diferentes dos do projeto higienista, utilizam os mesmos caminhos, ou seja, a parceria entre a escola e a família, para alcançar seus objetivos. Esses dois projetos atuais trazem como proposta realizar uma integração dos pais com a escola, desconsiderando o contexto social econômico, que vem promovendo no transcorrer do tempo significativas mudanças de valores na redefinição de papéis dos membros das famílias, ao apresentar novas configurações na organização familiar. Compreendemos, não obstante, que os fatos históricos estudados não devem ser transpostos mecanicamente de uma época para outra, mas sim, com entendimento de sua complexa dinâmica, onde encontramos avanços e retrocessos que ampliarão nossa visão global do seu conjunto. 2 A sigla ABHM será utilizada para nos referirmos aos Archivos Brasileiros de Hygiene Mental.

14 14 Assim, essas formas de interferência na escola e na família, propostas por empresas privadas e pelo governo, instigam-nos a questionamentos. Qual a intenção das propostas de aproximação entre a família e a escola, atualmente? Até que ponto a interferência na escola e na família, efetuada na contemporaneidade, estaria repetindo um procedimento que os higienistas já apresentaram no início do século? A família chamada para vir à escola, atualmente, consegue atender a esse chamado? São estas questões que nos estimulam a estudar esta temática, que é desenvolvida em cinco capítulos. No primeiro capítulo, realizamos o levantamento sobre as propostas atuais, dirigidas à família e à escola, apresentadas nos projetos Dia Nacional da Família na escola e Amigos da escola, focalizando o discurso desenvolvido pelos idealizadores destes projetos quando chamam a família para participar da educação escolar, observando a forma como tais projetos vêem a configuração da família atual. Para melhor entendimento da formatação histórica da organização familiar, recorremos aos estudos de Philippe Ariès (1981) e Friedrich Engels (2002) e a alguns dados de levantamentos estatísticos apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2002), que nos ampliam a visão para melhor pensar e compreender o grupo família, que não se mantém estático, mas é transformado no âmago do desenvolvimento da sociedade. Para entender as formas de relacionamento social, no segundo capítulo localizaremos o contexto econômico-social do Brasil no início do século XX, destacando, também, algumas formas de pensar a educação que o movimento renovador da educação trazia para o campo educacional, contribuindo para divulgação do ideário higienista. No terceiro capítulo deste trabalho demonstraremos como o avanço científico deu abertura para os médicos e educadores pensarem e executarem ações voltadas para a saúde e higiene dos indivíduos e nesta mesma ação legitimarem as ciências como meio para se resolverem questões sociais apresentadas pela sociedade da época. O nosso percurso metodológico, o caminho que os higienistas percorreram para desenvolver os seus projetos e intentos, bem como a apresentação dos históricos da Liga Brasileira de Hygiene Mental, serão desenvolvidos no quarto capítulo.

15 15 No quinto capítulo faremos as apresentações de como foram desenvolvidas as práticas higienistas, que orientavam a escola para interferir no âmbito familiar, bem como das formas de atuação utilizadas pela escola no desenvolvimento dessa relação, a qual direcionava costumes e hábitos higiênicos da sociedade presentes até os dias atuais. Para finalizar, teceremos algumas considerações que apontam para o retorno a família na busca de soluções de problemas que ela, isolada, não tem possibilidades de resolver.

16 16 CAPÍTULO I - A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NA ESCOLA A participação de mães, pais e outros familiares é muito importante num projeto de abertura da escola. Quando eles participam, o desempenho escolar dos filhos e filhas melhora visivelmente. (CENPEC, 1999, p.15). 1.1 A EDUCAÇÃO ESCOLAR E A FAMÍLIA Atualmente temos no Brasil, no campo escolar, uma proposta de integração entre família e escola apresentada pelo Governo Federal, que, através do Ministério da Educação, apresenta um projeto sugerindo às escolas a busca da participação dos pais, com vista à melhoria da escola pública, desde a educação infantil até o ensino médio. Estamos nos referindo ao Dia Nacional da Família na Escola, cujo objetivo é incentivar e intensificar a relação entre a família e a escola.

17 17 Desta forma, o Ministério da Educação (MEC) propôs e desenvolveu o Dia Nacional da Família na escola no espaço dos anos de 2001 e 2002, tendo término no final do Governo de Fernando Henrique Cardoso. Nesse dia, as escolas do ensino fundamental e médio, em nível nacional, programaram-se para receber os pais de alunos, com reuniões nas suas respectivas comunidades escolares. Em referência a isso disse então ministro Paulo Renato de Souza, através de teleconferência: Na perspectiva de realizar a integração entre família e escola, propomos que a cada semestre, os pais sejam chamados pela escola, para participar de um encontro. A cada escola cabe estabelecer sua programação especial para receber os pais (BRASIL, 2001). As escolas da rede pública que aderiram a essa proposta do MEC passaram a inserir nos calendários escolares anuais as semanas programadas para a presença da família na escola. Desta forma, no decorrer do ano letivo, efetivavam o convite para que a família se fizesse presente na escola. Na ocasião, o MEC, em nível nacional, fazia um chamamento, por intermédio de diversos meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, etc.), para que os pais se fizessem presentes nas escolas de seus filhos, onde conversariam com os professores e a equipe pedagógica. No lançamento do programa, que ocorreu no dia 24 de abril de 2001, foi realizada uma teleconferência, através da TV Educativa, a qual, dentre outras autoridades, contou com a presença do então Ministro da Educação, Paulo Renato de Souza. Nessa teleconferência, foram mostradas matérias de experiências positivas das parcerias escola-família em algumas partes do país, e também como acontecera o lançamento do programa Dia Nacional da família na Escola em alguns Estados brasileiros. No rádio e televisão a mensagem publicitária trouxe um jingle, com vozes infantis, apresentando o refrão: Quero você na escola, com meu professor, me ajudando a aprender. Quero você na escola, com meu professor me ensinando a viver. A idéia exposta era que a escola precisava de ajuda no ensino e aprendizagem dos alunos, e por esta razão, os pais eram chamados para ajudá-la. No ano de 2002, as famílias das crianças de 1ª a 4ª série receberam cartilhas com orientação de como se programar para participar das aprendizagens escolares dos filhos.

18 18 Aproximadamente 20 milhões de cartilhas, foram distribuídas em todo o território nacional, nas escolas do Ensino Fundamental, do primeiro segmento, com o objetivo de orientar os pais a incentivar o aprendizado dos filhos por meio de atividades do cotidiano (BARRETO, 2003). Não há como discordar da importância da participação e a atuação da família na vida escolar de seus filhos. É a família que dentre tantas outras funções tem o direito e o dever de cobrar do Estado a garantia de qualidade na educação escolar. Mas apesar de que o convite às famílias para participarem do processo de aprendizagem escolar dos filhos tenha sido conduzido como sinônimo de participação democrática, se observado com mais cuidado pode revelar a possível intenção de transferir para a família a total responsabilidade pelo sucesso ou fracasso escolar de seus filhos. Sob esta perspectiva, este programa educacional se sustenta na política social cujo objetivo é assegurar a situação de Estado mínimo, com a individualização dos problemas ou questões sociais. Este Estado mínimo vai delegar as responsabilidades para a comunidade e, no processo, abandonar espaços de atividade pública social, assumindo a condição de Estado forte na organização econômica, através de mecanismos institucionais, e de Estado mínimo nas questões sociais. Esta posição tomada pela política neoliberal sustenta-se na teoria de que é o estado de bem-estar social que gera a crise, portanto a lógica se faz pela retomada dos mecanismos do mercado, seguindo a tese apresentada por Hayek (1977), de que as políticas sociais conduzem a escravidão e a liberdade de mercado à prosperidade. É neste contexto de liberdade de mercado e de minimização das políticas públicas que a família e a comunidade como um todo vão ser solicitadas para participar da escola. Seguindo a orientação do Banco Mundial, o Estado deve passar por uma redefinição de suas funções, superando o momento em que ele se concentra na correção das falhas do mercado. Nesta meta de redefinições, o Estado deve buscar a participação da comunidade. Entre as orientações para esta nova forma de governo, encontramos a seguinte observação: Levar as sociedades a aceitar uma redefinição das responsabilidades do Estado é apenas uma parte da solução. Esta há de incluir uma seleção estratégica das ações coletivas que os Estados procurarão promover, juntamente com maiores esforços para reduzir a carga imposta ao Estado, fazendo com que os cidadãos e as comunidades participem da prestação dos bens coletivos essenciais (BANCO MUNDIAL, 1997).

19 19 A educação escolar, sendo um desses bens essenciais para a coletividade, vai estar inserida nessa concepção de redefinição de responsabilidades entre o Estado e a comunidade. O programa Dia Nacional da Família na Escola é a confirmação disso, visto que solicita a participação dos pais na educação escolar de seus filhos A família reconhecida pelo projeto Na cartilha Educar é uma tarefa de todos nós (BRASIL, 2001?), parte integrante do material pertencente ao projeto Dia Nacional da Família na Escola, distribuído no ano de 2002, encontramos o modelo de família que este projeto pressupõe. Na capa da referida cartilha temos um desenho em que, representando a família, está a imagem de um pai e uma mãe com um casal de filhos se encaminhando para a escola. Nessa representação de família transparece a idéia de que se trata de uma família nuclear 3, harmoniosa, onde a participação efetiva do pai e da mãe que conduzem o filho deixa-nos uma visão ideológica de sociedade, ocultando a transformação na organização das famílias ao longo dos séculos e desconsiderando a configuração da família na sociedade contemporânea, bem como suas possibilidades para atender a este projeto. A referida cartilha apresenta sugestões de atividades que os pais possam desenvolver em casa com seus filhos, despertando-lhes a curiosidade e aumentando-lhes o prazer em aprender. Observamos, no entanto, que as atividades sugeridas encontram-se restritas a áreas de conhecimento como Língua Portuguesa e Matemática. Essa cartilha também aponta, por tópicos, o que cada criança deve ter aprendido ao final de cada ciclo de escolaridade, para que os pais possam acompanhar o desenvolvimento escolar dessas crianças de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental. A título de exemplo, segue o conteúdo da 2ª série, apresentado na cartilha Educar é uma tarefa de todos nós (BRASIL, 2001, p. 4): Ao final da 2ª série, as crianças já devem ter aprendido: 3 Segundo Cambi (1999, p. 2005), família nuclear é a família constituída por um único núcleo parental (pai-mãe-filhos), na qual os vínculos afetivos se colocam cada vez mais ao centro, atribuindo aos filhos papéis chave na vida da família.

20 20 - que ler e escrever são muito importantes para resolver coisas do dia-adia, por exemplo: aprender um jogo, fazer uma receita, estudar, informar-se, ler para se divertir; - a ler e entender alguns textos simples, como cartas, bilhetes, listas, receitas, cartazes, histórias conhecidas, poesias, manchetes ou notinhas de jornais, legendas de revistas, entre outros; - a escrever corretamente diferentes tipos de textos, como cartas, bilhetes, listas, receitas, recados, histórias curtas, poesias et; - a escrever corretamente as palavras que elas mais usam; - a falar comunicar-se adequadamente em diferentes situações, quando conversam, contam coisas que aconteceram ou que aprenderam. Como afirma o Ministro da Educação, Paulo Renato de Souza (BRASIL, 2001, p. 3), nossa idéia é de que os pais, as mães e os responsáveis discutam o conteúdo deste guia na escola, conversem com os professores e acompanhem o desenvolvimento de suas crianças mais de perto e de forma mais atuante.(grifo nosso) É coerente a família atuar na educação do filho a medida em que pode se dedicar a observar o desenvolvimento e envolvimento deste nos trabalhos escolares acompanhando seu desempenho estimulando e cobrando visto que no processo de interação social, seja nas aprendizagens formais, seja nas escolares ou informais, há outras dimensões que favorecem o desenvolvimento do conhecimento. Desta forma, não é possível conceber a aprendizagem à margem de um processo de interação que busque articular as diferentes dimensões do sujeito, como: dimensão cognitivo-intelectual, dimensão sociocultural e relacional, dimensão afetivopsicológica, dimensão orgânica. Cumpre considerar que as experiências do sujeito, com referência aos diversos aspectos apontados, imprimem significação única e específica ao seu processo de desenvolvimento como um todo, e não apenas às suas aprendizagens escolares (GROSSI e BORDINI, 1993), sem comparti mentalizar o sujeito. É importante que a escola tenha uma aproximação com a família, porém, sem que esta assuma o papel da escola, sem ter que ensinar ou vigiar as ações pedagógicas escolares; mas que ambos compartilhem as expectativas em relação ao sucesso dos alunos, que também aprendam a absorver os insucessos e estimulem o sucesso desses alunos. Sob esta perspectiva, pedir aos pais para acompanhar as especificidades da educação escolar é, em nosso entender, negar a educação escolar formal e o papel da escola na sociedade moderna.

21 21 Nestas condições, pedir que os pais acompanhem as especificidades da educação escolar é, em nosso entender, negar a educação escolar formal e o papel da escola na sociedade moderna A educação redentora dos males sociais Uma das justificativas para estimular a aproximação dos pais com a escola é a crença na educação como possibilidade de enfrentar a situação de desemprego e pobreza existente nas sociedades que vivem sob a égide do sistema capitalista. Segundo IBGE (BRASIL, 2005), no ultimo mês de 2004 a taxa de desocupação (desemprego) ficou 0,8 ponto percentual acima da de dezembro de Estimou-se que neste período 2,4 milhões de pessoas buscavam trabalho nas seis regiões metropolitanas investigadas pela Pesquisa Mensal de Empregos. Dentre os desocupados, 25,9% eram pessoas que tinham responsabilidades familiares. Os números de pobreza no Brasil, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostram 56,9 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza e 24,7 milhões abaixo da linha de indigência. Outra realidade demonstrada é que o grau de escolaridade de 39,0% dos desocupados em janeiro de 2003 era de pelo menos segundo grau completo, percentual que em Janeiro de 2004 já subia para 42,2%. Não obstante, o modelo de economia adotado na atualidade discursa sobre o valor da educação,como elemento para o alcance de desenvolvimento com eqüidade, conforme afirma Herrera (2000, p. 48): (...)com a educação, homens e mulheres têm possibilidade de possuir e desfrutar de uma vida mais completa e alcançar melhores alternativas profissionais de informação e lazer e mais oportunidades de crescimento. Essa forma de ver o acesso à educação escolar respalda a idéia de que é necessário investir em educação como capital cultural 4, sendo que essa educação será a propulsora do desenvolvimento desse capital, ampliando a possibilidade de produzir riquezas e diminuir as diferenças sociais. Assim, os projetos que buscam a 4 Capital cultural - teoria que assumiu relevo a partir da década de 1960, com Theodor Schultz. A teoria centra sua atenção no poder explicativo das variáveis de escolaridade e experiência no trabalho, como forma de determinar os níveis de rendimentos individuais. Cf. SCHULTZ, 1962.

22 22 aproximação entre família e escola, no final de século XX, são, segundo Nogueira (2001), uma tendência que tem se manifestado também em países como a França, a Suíça e os Estados Unidos, onde esta prática é bem aceita pelos pais. Na Suíça, 50% dos pais, concordam em realizar pequenos cursos para participar da vida escolar de seus filhos. Na França, em 1998, o governo encoraja os pais a participarem da semana dos pais na escola. Nos Estados Unidos, o dever de casa é interativo, onde em uma tarefa doméstica, como, por exemplo, cozinhar junto com o filho, torna-se um momento de ensino e aprendizagem dos conteúdos básicos das ciências (NOGUEIRA, 2001). Não é possível negar o valor da educação escolar na formação do indivíduo, que por sua vez, também participa no delineamento dos rumos da sociedade na qual está inserido. Todavia, considerar a educação escolar como solução de problemas conjunturais de caráter econômico-político é no mínimo travestir de caráter ideológico as razões que propiciam as causas de tais problemas. Buscar a solução para as mazelas e desigualdades sociais na escola, sobretudo através da aproximação desta com a família do aluno, não é novidade de nossos dias. Fazendo uma retrospectiva das primeiras décadas do século XX, temos o registro deste empenho para aproximar a escola da família como uma tentativa de solucionar os graves problemas de saúde existentes nesse período, por conta da falta de saneamento básico e problemas do gênero. Maiores detalhes desta retrospectiva, temática principal deste estudo serão apresentados no capítulo V desta dissertação Amigos da escola Com fundamento no discurso sobre uma suposta crise na educação, segundo o qual a escola não corresponde com qualidade aos serviços prestados à sociedade, encontramos também atualmente, no âmbito escolar, o projeto Amigos da Escola. Esse projeto é de iniciativa da empresa de comunicação Rede Globo de Televisão, que elegeu a Educação como tema para o seu projeto Brasil 500 anos. Lançado em agosto de 1999, o projeto Amigos da Escola procura incentivar a participação da comunidade nas escolas da rede pública do ensino fundamental. Recebeu apoio do Governo Federal, através de parceria com um programa

PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO

PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO Este documento é resultado do chamado do Ministério da Educação à sociedade para um trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 A Constituição de 1988 criou a possibilidade de que os cidadãos possam intervir na gestão pública. Pela via do controle social, influenciam

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

5 201 O LI Ó RTF PO 1

5 201 O LI Ó RTF PO 1 1 PORTFÓLIO 2015 Um pouco da trajetória do Colégio Ação1 QUANDO TUDO COMEÇOU 1993 Experientes profissionais fundaram, no bairro do Méier, a primeira unidade da rede Ação1. O foco do trabalho era a preparação

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS

FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS FAMÍLIA-ESCOLA: UMA RELAÇÃO DE EXPECTATIVAS E CONFLITOS DAMKE, Anderléia Sotoriva FACIAP / UNIPAN sotodamke@yahoo.com.br GONÇALVES, Josiane Peres PUCRS josianeperes@unipan.br Resumo O presente artigo tem

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE

PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE PROGRAMA SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE: Experiência da Unidade Móvel do SENAC PE Autor(a): Ivalda Barbosa do Nascimento Mandú Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email:

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades

O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades O Novo perfil do Pedagogo: Desafios e Possibilidades Marcos de referência: O período de transição do século XX para o século XXI tem sido marcado por inúmeras e profundas mudanças sociais, econômicas e

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Como se trabalha com projetos ALMEIDA, Maria Elizabeth. Como se trabalha com projetos. Revista TV Escola, [S.l.], n. 22, p. 35-38, 2001. Entrevista concedida a Cláudio

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável Este artigo é cópia fiel do publicado na revista Nu e va So c i e d a d especial em português, junho de 2012, ISSN: 0251-3552, . Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 36 Discurso por ocasião do jantar

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR É parte de um Sistema Nacional

Leia mais

UNIDADE 3 O QUE REPRESENTA PARA NÓS O PPP? ÉTICA E LIBERDADE NA CONSTRUÇAO DA AUTONOMIA DA ESCOLA

UNIDADE 3 O QUE REPRESENTA PARA NÓS O PPP? ÉTICA E LIBERDADE NA CONSTRUÇAO DA AUTONOMIA DA ESCOLA UNIDADE 3 O QUE REPRESENTA PARA NÓS O PPP? ÉTICA E LIBERDADE NA CONSTRUÇAO DA AUTONOMIA DA ESCOLA Módulo 3 - Direitos Humanos e o Projeto Político Pedagógico da escola Objetivos: Nesta unidade vamos discutir

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento Leonardo Rocha de Almeida Mestrando Profissional em Gestão Educacional Universidade

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E SERVIÇO SOCIAL: em busca de políticas públicas

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E SERVIÇO SOCIAL: em busca de políticas públicas DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E SERVIÇO SOCIAL: em busca de políticas públicas Simone Barros de Oliveira 1 Resumo: Esse trabalho é fruto de uma pesquisa do curso de Mestrado realizada em 2004 e tem por finalidade

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 03/08/2010 Pág.01 POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 1. INTRODUÇÃO 1.1 A Política de Comunicação da CEMIG com a Comunidade explicita as diretrizes que

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992.

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992. PAULO FREIRE: A GESTÃO COLEGIADA NA PRÁXIS PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA Maria Nilda de Almeida Teixeira Leite, Maria Filomena de Freitas Silva 143 e Antonio Fernando Gouvêa da Silva 144 Neste momento em que

Leia mais

Analfabetismo e alfabetismo funcional no Brasil

Analfabetismo e alfabetismo funcional no Brasil Analfabetismo e alfabetismo funcional no Brasil Vera Masagão Ribeiro 1 A definição sobre o que é analfabetismo vem sofrendo revisões nas últimas décadas. Em 1958, a Unesco definia como alfabetizada uma

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL. PALAVRAS-CHAVE: educação pública, período integral, desafios, inovação

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL. PALAVRAS-CHAVE: educação pública, período integral, desafios, inovação EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL: NOVOS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL Fernanda Oliveira Fernandes 1 José Heleno Ferreira 2 RESUMO: Este artigo tem como objetivo apresentar reflexões acerca da educação integral

Leia mais

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades

#ElesPorElas. Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades #ElesPorElas Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero Impactando Universidades ElesPorElas Criado pela ONU Mulheres, a Entidade das Nações Unidas para

Leia mais

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 DISSERTATIVA - 13 Magali, 07 anos de idade, iniciará sua vida escolar. Seus familiares compareceram

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA BR/2001/PI/H/4 EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA Os Ministros da Educação da América Latina e do Caribe, reunidos a pedido da UNESCO, na VII Sessão do Comitê Intergovernamental Regional do Projeto

Leia mais

A Declaração de Jacarta. sobre Promoção da Saúde no Século XXI

A Declaração de Jacarta. sobre Promoção da Saúde no Século XXI A Declaração de Jacarta sobre Promoção da Saúde no Século XXI * * * * * * * * * * * * * * * * * ** * * * * * * * * * A Declaração de Jacarta sobre Promoção da Saúde no Século XXI * * * * * * * * * * *

Leia mais

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria.

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. 1 Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. Quem somos: A Abrasa Associação Brasileiro-Afro-Brasileira para o Desenvolvimento da Dança, Cultura Educação e Arte, é uma Instituição

Leia mais

Jovens cuidando do Brasil

Jovens cuidando do Brasil ação constitui uma parte da política dos três R reduzir, reutilizar e reciclar, depreende-se a necessidade de um trabalho com lixo que se inicie com uma revisão crítica dos hábitos e padrões de consumo.

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB.

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. Tema: Educação Inclusiva. Palestrante: Professor Nivaldo Vieira Santana Inicialmente desejo agradecer aos organizadores

Leia mais

LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA RESUMO Edena Carla Dorne Cavalli UNIOESTE CAPES ed-cavalli@uol.com.br

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA

PROJETO PILOTO DE GESTÂO COMPARTILHADA Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Projetos Especiais. Coordenação Geral de Planejamento de Educação a Distância. PROGRAMA TV ESCOLA

Leia mais

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Maria Rebeca Otero Gomes Coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil Curitiba, 02 de outubro de 2015 Princípios orientadores (i) A educação é um direito

Leia mais

Papel dos Gestores Educacionais num Contexto de Descentralização para a Escola

Papel dos Gestores Educacionais num Contexto de Descentralização para a Escola Papel dos Gestores Educacionais num Contexto de Descentralização para a Escola Ana Luiza Machado, UNESCO Outubro de 2 000 Introdução Este trabalho pretende tecer comentários gerais sobre o tema de descentralização,

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

EDUCAÇÃO: DE POLÍTICA GOVERNAMENTAL A ESTRATÉGIA DO ESTADO

EDUCAÇÃO: DE POLÍTICA GOVERNAMENTAL A ESTRATÉGIA DO ESTADO EDUCAÇÃO: DE POLÍTICA GOVERNAMENTAL A ESTRATÉGIA DO ESTADO Guiomar Namo de Mello Diretora Executiva da Fundação Victor Civita No apagar das luzes do século XX, o mundo constata preocupado o quanto os recursos

Leia mais

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS *

DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * DA IMPORTÂNCIA DE SUBSTITUIR A EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA POR ATIVIDADES FÍSICAS E/ OU ESPORTIVAS REALIZADAS EM ACADEMIAS, CLUBES, ESCOLINHAS * ANEGLEYCE T. RODRIGUES, FERNANDO MASCARENHAS, RÚBIA-MAR NUNES

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano VIII Número 15 Janeiro de 2010 Periódicos Semestral ENSINANDO A LER: AS ESTRATÉGIAS DE LEITURA SILVA, Joice Ribeiro Machado da 1 RESUMO Buscamos nessa pesquisa compreender como a criança poderá se tornar uma leitora competente através do letramento literário.

Leia mais

NIAS/FESP - Núcleo Interdisciplinar de Ação Social da FESP Projeto Amar. Camilla Silva Machado Graciano Coordenadora do NIAS/FESP

NIAS/FESP - Núcleo Interdisciplinar de Ação Social da FESP Projeto Amar. Camilla Silva Machado Graciano Coordenadora do NIAS/FESP NIAS/FESP - Núcleo Interdisciplinar de Ação Social da FESP Projeto Amar Camilla Silva Machado Graciano Coordenadora do NIAS/FESP Mestre em Serviço Social pela Faculdade de História, Direito e Serviço Social/UNESP

Leia mais

Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010

Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010 Política Básica de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência Japonesa (Tradução Provisória) 31 de agosto de 2010 Conselho para Promoção de Medidas para Estrangeiros Residentes de Descendência

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marta Quintanilha Gomes Valéria de Fraga Roman O planejamento do professor visto como uma carta de intenções é um instrumento articulado internamente e externamente

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996.

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. Doe, EOOCAC'~ 1-fJ~ Tõ~-5. - " ~ 9qr;, ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. EDUCAÇÃO PARA TODOS: ATINGINDO O OBJETIVO

Leia mais

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR:

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: Uma análise na Escola Municipal José Teobaldo de Azevedo no Município de Limoeiro-PE Autores: ELIANE GONÇALVES LEITE HAYDÊ MORGANA GONZAGA GOMES

Leia mais

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS.

ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. ESCOLAS PÚBLICAS CORRELACIONADAS AOS PROGRAMAS DO ESTADO E SEUS RESULTADOS. COLLING, Janete 1 ; ZIEGLER, Mariani 1 ; KRUM, Myrian 2. Centro Universitário franciscano - UNIFRA E-mails: janetecolling@hotmail.com;

Leia mais

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE

DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE DECLARACÃO DO CONGRESSO INTERNACIONAL DE REITORES LATINO-AMERICANOS E CARIBENHOS O COMPROMISSO SOCIAL DAS UNIVERSIDADES DA AMÉRICA LATINA E CARIBE UFMG, BELO HORIZONTE, BRASIL 16 a 19 de setembro de 2007.

Leia mais

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO ExpedieNte TEXTO Kátia Regina Gonçalves Paulo de Camargo Priscila Cruz COORDENAÇÃO DO PROJETO Sílnia Nunes Martins Prado PROJETO GRÁFICO Linea Creativa ILUSTRAÇÃO

Leia mais

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE

AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE AUTONOMIA DOS ALUNOS AO DESENVOLVER UM TRABALHO SOBRE SEXUALIDADE Thaiane Pimenta (Centro Pedagógico Bolsista Prograd-UFMG) Elaine França (Centro Pedagógico da UFMG) INTRODUÇÃO A escola desempenha um papel

Leia mais

Francisco José Carvalho

Francisco José Carvalho 1 Olá caro leitor, apresento a seguir algumas considerações sobre a Teoria da Função Social do Direito, ao qual considero uma teoria de direito, não apenas uma teoria nova, mas uma teoria que sempre esteve

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA João Sotero do Vale Júnior ¹ a) apresentação do tema/problema: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO CARLOS - SÃO PAULO E.E. PROFª ALICE MADEIRA JOÃO FRANCISCO SANTA EUDÓXIA-DISTRITO DE SÃO CARLOS RUA

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE

I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NA COMUNIDADE DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA CPLP CARTA DE PORTO ALEGRE O I Seminário Internacional de Educação Superior na Comunidade de Países de Língua

Leia mais

POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE

POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE SUELI MENEZES PEREIRA Professora Doutora em Educação. Lotada no Departamento de Administração Escolar

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais