JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS"

Transcrição

1 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 1 de 18 AREA (EIXO TECNOLÓGICO): INFRAESTRUTURA JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS As Escolas SENAI de Rondônia em atendimento ao Governo Federal realizará o Programa PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino) em conformidade com LEI No 12.5, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011, no qual visa: I - expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio presencial e a distância e de cursos e programas de formação inicial e continuada ou qualificação profissional; II - fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e tecnológica; III - contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público, por meio da articulação com a educação profissional; IV - ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores, por meio do incremento da formação e qualificação profissional; V - estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. O SENAI/RO cumpre papel fundamental oferecendo capacitação e profissionalização para pessoas em áreas e seguimentos profissionais diversificados. O estado de Rondônia está vivendo um momento promissor com a implantação de grandes indústrias e a migração de pessoas em grandes escalas. Sendo assim, transformou a realidade do mercado com a formação de mão- de-obra qualificada em diversas áreas. Este curso tem como objetivo formar profissionais que atuam na área da construção civil, para operar Empilhadeira de forma segura e eficiente, proporcionando maior produtividade e redução de custos, observado as normas técnicas de saúde e segurança dotados de habilidades pessoais em gestão e relações humanas no trabalho, possuindo uma visão empreendedora. *Classificação Brasileira de Ocupações

2 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 2 de 18 REQUISITOS DE ACESSO Programa PRONATEC Ensino Fundamental I (1º a 5º) Completo Idade mínima 18 anos Trabalhadores (Bolsa-Formação Trabalhador); Beneficiários dos programas federais de transferência de renda (Bolsa-Formação Trabalhador); Povos indígenas, comunidades quilombolas e adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas; CNH categoria B Gratuidade Regimental Ensino Fundamental I (1º a 5º) Completo Idade mínima 18 anos O programa é destinado a Trabalhadores, empregado e desempregado, matriculado ou que tenham concluído a educação básica conforme Decreto 6.638/2008. Apresentar a auto declaração de baixa-renda CADASTRO ÚNICO CNH categoria B Comunidade Ensino Fundamental I (1º a 5º) Completo Idade mínima 18 anos. CNH categoria B Outros programas especiais atender edital próprio e ou especificidades contidas em documentos referentes (contratos, resoluções, leis, pareceres). Nota 01: Os requisitos que não forem comprovados através de documentação pertinente, o aluno deverá assinar a Declaração de Responsabilidade.

3 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 3 de 18 PERFIL DE CONCLUSÃO /HABILIDADES Operam empilhadeira de forma segura e eficiente, proporcionando maior produtividade e redução de custos, observando as normas técnicas de saúde e segurança; Preparam movimentação de carga e a movimentam, organizam carga, interpretando simbologia das embalagens, armazenando de acordo com o prazo de validade do produto, identificando características da carga para transporte e armazenamento e separando carga não conforme. Realizam manutenções previstas em equipamentos para movimentação de cargas, trabalham seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. PERFIL Qualificação Profissional: Operador de Máquinas da Construção Civil- Empilhadeira Área Tecnológica: Infraestrutura Segmento Tecnológico: Atuam em Indústrias de Construção Civil Educação Profissional: Formação Inicial e Continuada Nível de Qualificação: Nível 2 COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Competência Geral: Avaliar condições de funcionamento do equipamento, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente e recomendações dos fabricantes; Preparar área para operação do equipamento e Operar o equipamento, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente.

4 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 4 de 18 RELAÇÃO DA UNIDADE DE COMPETÊNCIA Unidade de Competência: (descrição) Avaliar condições de funcionamento do equipamento, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente e recomendações dos fabricantes; Preparar área para operar empilhadeira de forma segura e eficiente, proporcionando maior produtividade e redução de custos, observando as normas técnicas de saúde e segurança. Unidade de Competência Avaliar condições de funcionamento do equipamento, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente e recomendações dos fabricantes; Preparar área para operar empilhadeira de forma segura e eficiente, proporcionando maior produtividade e redução de custos, observando as normas técnicas de saúde e segurança. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 1.1 Conferir as condições gerais do equipamento; Inspecionar visualmente a área de operação de equipamentos, solos e vias de acesso. 3.1 Operar o equipamento de acordo com os procedimentos operacionais, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente; 3.2 Organizar Carga Inspecionando o compartimento do motor; Inspecionando dispositivos de segurança dentro e fora do equipamento antes da movimentação do equipamento; Verificando painel de controle; Inspecionando o sistema hidráulico; Inspecionando itens básicos de funcionamento dos equipamentos de movimentação de cargas; Calibragem dos pneus Verificando as condições de operação do equipamento, solo e vias de segurança na área acesso de operação; Identificando as condições adversas de tempo e percurso; Inspecionando o local de condicionamento da carga; Delimitando área para movimentação de cargas; Nivelando o equipamento em conformidade

5 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 5 de 18 com os outros equipamentos quando necessário; Posicionando adequadamente o equipamento para operação; Monitorando condições de funcionamento do equipamento durante a operação; Interpretando informações do painel; Interpretando a simbologia das embalagens; Armazenar a carga de acordo com o prazo de validade do produto; Identificar características da carga para o transporte e armazenamento; Separar carga não-conforme. CONTEXTO DE TRABALHO DA QUALIFICAÇÃO MEIOS (Equipamentos, máquinas, ferramentas, instrumentos, materiais de utilização habitual e outros) Empilhadeira 01; EPIs; Rádios de comunicação 04; Microcomputador completo 08; Nobreak bivolts com 6 saídas 04; Computador- Corel 2 Duo, 1GB, HD 160GB, DVD-RW 1; Licenças de simuladores de Empilhadeira 08. MÉTODOS E TÉCNICAS DE TRABALHO (Métodos, processos, técnicas ou procedimentos de trabalho específicos, necessários à obtenção do produto). Seguir normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente. Avaliar condições de funcionamento do equipamento. Seguir orientações de manutenção do equipamento pelos fabricantes. Preparar área para operação do equipamento. Operar o equipamento.

6 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 6 de 18 Condições de Trabalho Indústrias do setor econômico; Trabalham em atividades de beneficiamento de pedras, construção civil, produtos alimentares e bebidas, produtos de madeira e de metalurgia básica, etc. Trabalham sob pressão permanente; Disponibilidade para trabalhar em períodos variados a céu aberto; Condições ergonômicas variáveis. Posição no Processo Produtivo Contexto Profissional Atuam em diversas empresas de atividade econômicas; Empresas de médio e grande porte; Ambientes de produção. Gestão ambiental; Contexto Funcional e Tecnológico Trabalham de forma individual e com supervisão permanente. Evolução da Qualificação Convivência com constantes mudanças tecnológicas e organizacionais; Racionalização do trabalho; Atuação no cumprimento de normas e procedimentos relativos à qualidade, segurança e meioambiente; Melhoria do processo produtivo e da produtividade, em resposta ao mercado; altamente competitivo; Trabalho com base no planejamento e focado nos resultados; Aumento do nível de conhecimento. Educação Profissional Relacionada à Área Tecnológica da Qualificação Não se aplica Nota 3: Verificar definições dos itens acima no livro Metodologia SENAI de Educação Profissional

7 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 7 de 18 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR MÓDULO ÚNICO UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA DO MÓDULO Módulo Único Técnico Prático de Empilhadeira TOTAL 160 Nota 4: O desenvolvimento de capacidades e conhecimentos deverão ser dispostos respeitando os pré-requisitos entre os mesmos para a formação profissional gradativa, do mais simples ao mais complexo.

8 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 8 de 18 AREA (EIXO TECNOLÓGICO): INFRAESTRUTURA UNIDADE CURRICULAR Nome: Técnico Prático de Empilhadeira Carga Horária: 160 Qualificação Profissional: Operador de Empilhadeira Unidade de Competência: Avaliar condições de funcionamento do equipamento, seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio ambiente e recomendações dos fabricantes; Preparar área para operar empilhadeira de forma segura e eficiente, proporcionando maior produtividade e redução de custos, observando as normas técnicas de saúde e segurança. Objetivo geral: Formar profissionais que atuam na área da construção civil, para operar Empilhadeira, trabalhando de acordo com normas e procedimentos técnicos, de qualidade e de segurança e demonstram domínio de conhecimentos técnicos específicos da área. Dotados de habilidades pessoais em gestão e relações humanas no trabalho, possuindo uma visão empreendedora. CONTEÚDOS FORMATIVOS (de acordo com as características da Unidade Curricular) ( ) Fundamentos Técnicos ( X ) Capacidades Técnicas Assimilar o histórico da qualidade nas empresas e a importância do mesmo na evolução industrial; Entender a evolução do conceito de qualidade e compreender como o mesmo foi aplicado na produção industrial; Analisar a dinâmica entre os clientes externos e internos da empresa; Identificar situações no trabalho que comprometam o meio ambiente; Conhecimentos: Integração e orientação Educacional: 1. Elevar a Auto estima Auto aceitação; Autoconfiança; Valorização profissional; 2. Perfil Profissional Perfil do curso; Currículo; Marketing pessoal; 3. Exercitar a Ética e Cidadania Direitos e deveres; Ética profissional; 4. Compreender o Multiculturalismo Diversidade cultural: Diferenças de valores;

9 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 9 de 18 Classificar os resíduos sólidos e líquidos e dar a devida destinação aos mesmos conforme normas vigentes; Fazer o diagnóstico das ações ambientais, dentro dos padrões ISO Descrever os conceitos de Segurança do Trabalho, legislação e normas regulamentadoras, verificando sua aplicabilidade na função exercida; Utilizar de forma correta os equipamentos de segurança especifica a função exercida; Entender os riscos de acidentes provenientes de produtos corrosivos como baterias e solventes, sabendo agir em caso de ocorrência; Prever acidentes de trabalho relacionados a inflamáveis, provenientes ou não de descarga elétrica e saber agir em caso de ocorrência; Identificar pontos de vazamento no veículo automotor e encontrar soluções para anular ou minimizar o risco; Prevenir o ambiente contra riscos elétricos como curtos e choques, diferenciando os riscos das correntes continuas e alternadas, sabendo agir em caso de ocorrência. Identificar os locais em que o Costumes; Respeito às diferenças: Raça; Etnia; Gênero; 5. Conhecer a Sustentabilidade Conceito de sustentabilidade; Os três pilares da sustentabilidade (social, econômico e ambiental); Ações sócio ambiental; 6. Ilustrar as diversas Formas de Geração de Renda Emprego formal e informal; Conceito de Empreendedorismo; 7. Conhecer formas da Inclusão Sócio Produtiva Associações e cooperativas; Histórico da Qualidade; Qualidade e Atendimento ao Cliente; Clientes Internos e Externos da Empresa. Introdução às Questões Ambientais; Conceitos Básicos de Meio Ambiente; Os Problemas Ambientais mais Graves; Sustentabilidade e Desenvolvimento; Legislação Ambiental; Reciclagem e Descarte correto de materiais perigosos; ISO Conceitos sobre Segurança do Trabalho, Legislação e Normas Regulamentadoras- NR;

10 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 10 de 18 posicionamento do trabalhador pode Equipamentos de Proteção Individual; elevar os ricos de acidentes de trabalho. Uso correto de ferramentas manuais; Descrever os conceitos de Saúde Ocupacional classificando as principais Cuidados no trabalho com baterias e materiais corrosivos; Doenças Ocupacionais no ambiente de trabalho, como LER/DORT; Identificar situações que levem a intoxicação do trabalhador por contato com substancia perigoso e as atitudes a tomar em caso de ocorrência; Adaptar-se a novos trabalhos e situações; Demonstrar responsabilidade; Demonstrar auto-organização; Coordenação motora. Possuir reflexos de espaço e manobras na operação do equipamento; Identificar através de simulação diversas práticas executadas nas atividades de trabalho; Aplicar habilidades técnicas, através da simulação das atividades cotidianas desenvolvidas pelo operador de Empilhadeira; Especificações Técnicas do equipamento; Painel de controle e simbologia; Procedimentos de Operação; Segurança do equipamento Procedimentos de manutenção preventiva Cuidados no trabalho com combustíveis e Inflamáveis; Riscos Elétricos (AC/DC); Demarcações de segurança. Introdução à Saúde Ocupacional; Intoxicação por Inalação; O computador, Mouse e teclado. O Windows (JANELA), Área de trabalho do Windows (desktop),ícones, menu iniciar, trabalhando com janelas, trabalhando com Windows, gerenciando pastas e arquivos, Windows Explorer, lixeira, aplicativo diversos e editor de texto. Componentes do Kit de simulação; O computador e seus periféricos; Descrição genérica do software simulador; Ferramentas, tarefas e comandos; Carregamento do caminhão. Características e tipos das empilhadeiras; Princípios fundamentais da empilhadeira; Classificação, equilíbrio, componentes e acessórios das empilhadeiras; Manutenção preventiva e corretiva;

11 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 11 de 18 e corretiva; Princípios, Partes e Funcionamento da Identificar as funções do equipamento; Empilhadeira e Cargas; Diferenciar os fatores de estabilidade; Painel de instrumentos de medição; Identificar área de operação; Acessórios de movimentação; Reconhecer as capacidades e Transporte de pessoas e materiais; aplicabilidade do equipamento; Operação dos acessórios de elevação; Conhecer e identificar os instrumentos do Uso dos equipamentos de elevação e painel e os movimentos do joystick trava transporte; de segurança do hidráulico. Princípio da gangorra, ponto de equilíbrio, Operar o equipamento de acordo com os centro de carga, centro da gravidade da procedimentos operacionais; empilhadeira e triângulo de estabilidade; Inspecionar visualmente a área de Funções e limitações do equipamento; operação e vias de acesso; Manutenção e tecnologia; Inspecionar dispositivos de segurança; Margem de estabilidade; Operar o equipamento obedecendo às normas de qualidade, saúde, meio ambiente e segurança do trabalho; Operar o equipamento de acordo com as técnicas iniciais de movimentação; Utilizar corretamente os acessórios para operação; Indicar manutenção no equipamento conforme as normas de utilização do mesmo e manual do fabricante; Carregamento de caminhão; Sistema de elevação e inclinação; Área de operação; Resistência do solo. Carga Máxima de Trabalho KG; Componentes de simbologia na operação do equipamento; Comandos do equipamento acionando o sistema hidráulico e elétrico. Manutenção corretiva após inspeção; Estabilidade e nivelamento; Funcionamento de todo o sistema hidráulico; Operação de acordo com o ciclo de

12 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 12 de 18 Capacidades sociais, organizativas e metodológicas: Demonstrar auto-organização; Saber trabalhar em equipe; Praticar políticas de qualidade em produtividade e meio ambiente; Agir com segurança; Manter a atenção; Desempenhar responsabilidade socioambiental; Demonstrar atitudes em beneficio à saúde ocupacional; Zelo, conservação e limpeza; Comunicar-se com eficiência; Relacionar-se com superiores e Subordinados; Demonstrar autocrítica. produção; Simbologias de painel; EPI s e EPC s de acordo com a tarefa a ser executada; Funcionamento do motor de acordo com as técnicas operacionais; Levantamento de carga, grau e peso; Reflexos de espaço, velocidade e manobras na operação; Aceleração do equipamento; Inspeção Pré-Operacional; Inspeção ao término das atividades; Operação do equipamento seguindo as normas de Segurança; Acessórios de operação de acordo com a atividade; Nivelamento da máquina em conjunto com outros equipamentos; Carregamento de caminhão; Ambientes Pedagógicos, com relação de equipamentos, máquinas, ferramentas, instrumentos e materiais. Laboratório e sala de aula equipados com: quadro branco pincel, ar condicionado ferramentas e material de consumo.

13 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: de 18 Material Didático: (apostila com ficha técnica) Apostila: Operador de Máquinas da Construção Civil: Empilhadeira Gerência de Educação Profissional: Adir Josefa de Oliveira Coordenação de Material Didático: Ervamary Robaina Coordenação Construção Civil: Hermano Paula de Carvalho Filho Supervisão Pedagógica: Gisele Cristine Araújo Hippólito Técnica: Israel Silva Ortográfica: Rozilda Santana Editoração: Ervamary Robaina; Karina Migueleti Referencial Bibliográfico Operador e Segurança de Empilhadeira./Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Porto Velho, RO: SENAI, p. 1. Operador de Empilhadeira. Título Kit Didático de Simulação Operacional de Empilhadeira - Bit ª edição Manual de Segurança para Operador de Empilhadeira, Senai - SP Clark Manual Instruções - OM Abril 2009 Material de consumo ( relação mínima com quantitativo para turma com 25 alunos): Nº Unidade de Medida Descrição Quantidade 1 CILINDRO GÁS GLP - P20 - RECARGA 08 2 UNIDADE Luvas de algodão com palma emborrachada (Luva de segurança confeccionada em fios de algodão tricotada em uma só peça, com aplicação de pontos de pvc na palma da mão ou na palma e no dorso, acabamento em overloque, punho com elástico e modelo reversível) com Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego. 16 Material Recorrente Esse curso não possui material recorrente

14 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 14 de 18 ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS A metodologia aplicada na oferta de Educação profissional do SENAI esta pautada na Metodologia com base em competências, visando atender os anseios do mercado de trabalho, com objetivo ainda de formar cidadãos críticos e autodidatas. Em atendimento a necessidade de especificidades pedagógicas para esta formação diferenciada, as estratégias pedagógicas aplicadas nesta oferta poderão contemplar desenvolvimento de Situações de Aprendizagem, podendo ser Estudos de Caso, Desenvolvimento de Pesquisas, elaboração de Redações, Artigos Científicos, Projetos Integradores e planejamento integrado de instrutores. Capacidades e conhecimentos transversais deverão ser trabalhadas durante o decorrer das aulas inseridas nas situações de aprendizagem, ex: Empreendedorismo, QSMS, cidadania, ética etc... SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM A situação de aprendizagem refere-se à proposição de atividades desafiadoras que, planejadas pedagogicamente, consideram a complexidade e a dificuldade para o aluno, num determinado momento. Deve ser contextualizada e ter valor sociocultural, evocar saberes e propor a solução de um problema que exija a tomada de decisão, testagem de hipóteses e transferência de aprendizagens, ampliando no aluno a consciência de seus recursos cognitivos. As situações de aprendizagem podem ser definidas como situações problemas, estudo de caso, projetos e pesquisas aplicadas conforme conceituados:

15 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 15 de 18 a) Situação Problema: Situação-Problema é uma Estratégia de Aprendizagem Desafiadora que apresenta ao aluno uma situação real ou hipotética, de ordem teórica e prática, própria de uma determinada ocupação e dentro de um contexto que a torna altamente significativa. Sua proposição deve envolver elementos relevantes na caracterização de um desempenho profissional, levando o aluno a mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes na busca de soluções para o problema proposto. Segundo Perrenoud (1999), a Situação-Problema deve provocar desequilíbrio no aluno e motivá-lo a buscar soluções inusitadas e novos conhecimentos. Ou seja, deve ser uma situação aberta que suscite no aluno uma postura ativa e a motivação necessária para buscar suas próprias respostas, em vez de esperar uma resposta já elaborada pelo docente ou por outros b) Estudo de Caso: O estudo de caso é uma estratégia desafiadora que se caracteriza por apresentar um fato ou conjunto de fatos que, simples ou complexo e abstrato, compõe uma situação problemática, para a qual já se deu uma solução. O caso, que pode ser real, fictício ou adaptado da realidade, é proposto ao aluno para que, após discussões e análise crítica, identifique o porquê de tal solução e os caminhos percorridos pra alcançá-la ou, ainda, faça a proposta de uma nova solução, baseada em argumentos técnicos, identificando as possíveis consequências que ela pode gerar. As estratégias apresentadas à cima poderão ser desenvolvidas individualmente pelas unidades curriculares, porém devem ser preferencialmente desenvolvidas em grupo de instrutores.

16 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 16 de 18 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO O sistema avaliativo das Escolas SENAI DR/RO é processual e contínuo e recorre a estratégias e instrumentos de avaliação diversificados, que permitem evidenciar a aquisição de conhecimento, capacidades e habilidades inerentes ao perfil profissional requerido, em conformidade com o currículo propostos segundo Regimento das Escolas SENAI/RO vigente. CERTIFICADOS Ao aluno que concluir a proposta do projeto pedagógico de curso com: Frequência igual ou superior a 75% da carga horária total do curso; Alcançar nota 70 na média conceitual do curso ao final das aulas práticas e teóricas; Apresentar perfil profissional compatível com o perfil profissional de conclusão do curso será conferido, certificado de Qualificação Profissional.

17 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 17 de 18 a) Memória de cálculo ANEXOS Pessoal e Encargos Quantidade Valor R$ Total 01-Hora Aula Professor do Quadro 1 R$ 7.265,28 R$ 7.265,28 02-Vale Alimentação 1 R$ R$ 840,00 03-Plano de Assistência Médica 1 R$ 2,24 TOTAL - 1 R$ 8.318,52 Material Didático Quantidade Valor R$ Total 04-Kit 25 R$ 26,50 R$ 662,50 05-Apostilas 1 R$ 3.382,50 R$ 3.382,50 TOTAL - 2 R$ 4.045,00 Manutenção Quantidade Valor R$ Total 06-Energia 160 R$ 1,52 R$ 242,42 07-Limpeza 160 R$ 7,57 R$ 1.211,20 TOTAL - 3 R$ 1.453,62 TOTAL (1/2/3) R$.817,14 Despesas Operacionais Quantidade Valor R$ Total 08-Certificado 25 R$ 1,50 R$ 37,50 09-Material de expediente 25 R$ 1,66 R$ 41,50 10-Recursos Humanos Adm 6 R$ 40,96 R$ 245, Seguro/Aluno 25 R$ 2,95 R$ 73,75 12-Segurança/Vigilância 160 R$ 3,68 R$ 588,80 -Telefone 25 R$ 8,00 R$ 200,00 TOTAL - 4 R$ 1.187,31 Material de Consumo Quantidade Valor R$ Total 14-Anexo Relação de Compras 1 R$ 763,00 R$ 763,00 TOTAL - 5 R$ 763,00 Material de Consumo Quantidade Valor R$ Total 14-Auxílio a Terceiros 1000 R$ 8,00 R$ 8.000,00 TOTAL - 6 R$ 8.000,00 TOTAL (4/5/6) R$ 9.950,31 TOTAL GERAL R$ ,45 Margem Quantidade Valor R$ Total 15-Margem 41% R$ ,09 TOTAL DO CURSO R$ ,55 TOTAL POR ALUNO 25 R$ 1.600,50 PARCELAS 2 R$ 800,25

18 QUALIFICAÇÃO BÁSICA Folha: 18 de 18 Preenchimento obrigatório Formas de pagamento (cartão, boleto, cheque) BOLETO Aluno Hora 10,00 Ponto de equilibrio (nº mínimo de matrículas) 15 Direção Escolar Hermano de Paula C.Filho Coordenação Pedagógica Pâmela da Silva Viana Supervisão Pedagógica Alderlene da Silva Costa Francisca Zonete Noronha Paiva Técnico (s) da área(s) Israel Silva Escola SENAI CEET-SENAI Sebastião Camargo EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO Ortográfica Não houve Data de validação 04/09/2015 Analisado Por Selma Kátia Figueiredo de Lima Cruz Gerência Executiva de Educação Suamy Vivecanda Lacerda de Abreu SOE- Supervisão de Organização Escolar Géssica Lana Coriolano dos Santos Marcela Barbosa Vieira Selma Kátia Figueiredo de Lima Cruz

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Folha: 1 de 22 CURSO: Operador de AREA (EIXO TECNOLÓGICO): Infraestrutura CÓDIGO DA PASTA SGE: QUA.00071 01/2015 **OFERTA: CARGA HORÁRIA: 160 horas JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS O estado de Rondônia está vivendo

Leia mais

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Folha: 1 de 17 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Este curso faz parte do portfólio de cursos do SENAI RO e tem como objetivo oportunizar capacitação profissional básica com competência em executar serviços na

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Segurança do Trabalho

Leia mais

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Folha: 1 de 31 CÓDIGO DA PASTA SGE: QUA.00073 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS As Escolas SENAI de Rondônia em atendimento ao Governo Federal realizará o Programa PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino)

Leia mais

Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores

Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia Fundação de Apoio a Escola Técnica Plano de Curso de Montador e Reparador Computadores Título do Curso Montador e Reparador

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição e do Programa Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO GERÊNCIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA PLANO DO CURSO

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO GERÊNCIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA PLANO DO CURSO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DO ESPÍRITO SANTO GERÊNCIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA PLANO DO CURSO OPERADOR DE EMPILHADEIRA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL BÁSICA

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Farmácia

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Farmácia Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código:136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM

Leia mais

Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S):

Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S): Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: Nos últimos anos, o cenário econômico mundial vem mudando significativamente em decorrência dos avanços tecnológicos, da globalização, das mega

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Plano de Curso Não Regulamentado - Qualificação Profissional

Plano de Curso Não Regulamentado - Qualificação Profissional PERFIL PROFISSIONAL / IDENTIFICAÇÃO DA OCUPAÇÃO: Ocupação: Operador de Empilhadeira CBO: 7822-20 Educação Profissional: Nível da Qualificação: Área Tecnológica: Competência Geral: Requisitos de Acesso:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS SUMÁRIO INTERATIVO ENTENDENDO SOBRE O PROGRAMA TELECURSO TEC... 3 ÁREAS DE ESTUDO DO TELECURSO

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2015 Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM INFORMÁTICA EtecMONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA EE: Eixo

Leia mais

Especificações Técnicas

Especificações Técnicas ANEXO IV Referente ao Edital de Pregão nº. 010/2015 Especificações Técnicas 1. OBJETIVO 1.1. A presente licitação tem como objeto a prestação de serviços para realização de cursos para os colaboradores

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO Missão do Curso Formar profissionais de nível superior, com atuação na área de Tecnologia em Gestão Financeira, a partir da articulação das teorias que fundamentam

Leia mais

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL CURSO: GESTÃO AMBIENTAL OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental tem por objetivo formar profissionais capazes de propor, planejar, gerenciar e executar ações

Leia mais

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec

Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC: DE MAIRIPORÃ Código: 271 Município: MAIRIPORÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM CONTABILIDADE Qualificação:

Leia mais

FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE CONTROLADOR E PROGRAMADOR DE PRODUÇÃO

FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE CONTROLADOR E PROGRAMADOR DE PRODUÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE CONTROLADOR E PROGRAMADOR DE

Leia mais

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para:

Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subseqüente ao Ensino Médio, na modalidade a distância, para: INSTITUIÇÃO: IFRS CAMPUS BENTO GONÇALVES CNPJ: 94728821000192 ENDEREÇO: Avenida Osvaldo Aranha, 540. Bairro Juventude. CEP: 95700-000 TELEFONE: (0xx54) 34553200 FAX: (0xx54) 34553246 Curso de Educação

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Ambiente, Saúde e Segurança Componente Curricular: Meio Amb.

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Segurança

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012 SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2º Semestre de 2012 COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenadoria Geral de Estágios Prof. Ricardo Constante Martins Coordenador

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenador Geral de Estágio: Prof. Ricardo Constante Martins

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO Licenciaturas em: - Geografia - História - Informática - Letras

MANUAL DE ESTÁGIO Licenciaturas em: - Geografia - História - Informática - Letras MANUAL DE ESTÁGIO Licenciaturas em: - Geografia - História - Informática - Letras Rio de Janeiro Julho/2013 1. Apresentação O presente Manual foi reorganizado pelos membros do Colegiado dos Cursos de Licenciatura

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores (Resolução CNE/CEB 5154/04) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Metalmecânica

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC DR. FRANCISCO NOGUEIRA

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, SEQUENCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 201 Ensino Técnico ETEC DR. FRANCISCO NOGUEIRA DE LIMA Código: 0059 Município: Casa Branca Área Profissional: Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional:

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: MECÂNICO DE AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO - PRONATEC 200 horas ÁREA: AUTOMOTIVA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014.

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014. CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA O Curso Técnico de Nível Médio em Eletrotécnica, Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais são organizados em 3 módulos de 400 horas. Ao final do curso, 400 horas

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA

INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA INSTITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA CAMPUS CEILÂNDIA PROJETO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC EMPREENDEDORISMO E FINANÇAS NA TERCEIRA IDADE Brasília/DF JANEIRO/2014 PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Estabelece Normas Operacionais Complementares em conformidade com o Parecer CNE/CEB nº 06/2010, Resoluções CNE/CEB nº 02/2010

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 NOVEMBRO/2012 1) CURSOS OFERTADOS: Automação Industrial Eletrônica Eletrotécnica* Informática Informática para Internet* Mecânica* Química* Segurança do Trabalho* * Cursos

Leia mais

Curso de Especialização em POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS

Curso de Especialização em POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS Curso de Especialização em POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração. Serviço social. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Políticas

Leia mais

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE, DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração Meio Ambiente. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Meio

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

Curso de Especialização em ENSINO DE QUIMICA

Curso de Especialização em ENSINO DE QUIMICA Curso de Especialização em ENSINO DE QUIMICA ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Ensino de Química. OBJETIVO DO CURSO: O curso de especialização

Leia mais

Integrar o processo de ensino, pesquisa e extensão;

Integrar o processo de ensino, pesquisa e extensão; REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE AGRONOMIA DO IFES CAMPUS ITAPINA O Estágio Curricular constitui um momento de aquisição e aprimoramento de conhecimentos e de habilidades essenciais ao

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada de Trabalhadores (Resolução CNE/CEB 5154/04) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Metalmecânica

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA Das

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html Novos Cursos O SENAI criou 40 novos cursos a distância, sendo 10 cursos

Leia mais

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS 135 ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Curso: PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Objetivo: Capacitar profissionais para atuarem no segmento de Logística de Eventos,

Leia mais

PLANO DE ENSINO Projeto Pedagógico: 2008

PLANO DE ENSINO Projeto Pedagógico: 2008 PLANO DE ENSINO Projeto Pedagógico: 2008 Curso: Administração Disciplina: Economia I Turma: Aulas/Semana: 02 Termo Letivo: 3 1. Ementa (sumário, resumo) Conceitos de Economia. Papel do Governo. Fundamentos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, [email protected] RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

Programa SENAI Programa Estadual de Qualificação (Contrato SENAI SERT) PLANO DE CURSO

Programa SENAI Programa Estadual de Qualificação (Contrato SENAI SERT) PLANO DE CURSO Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Programa SENAI Programa Estadual de Qualificação (Contrato SENAI SERT) PLANO DE CURSO Área Profissional: INDÚSTRIA Qualificação

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EMENTAS

GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EMENTAS GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EMENTAS CULTURA RELIGIOSA O fenômeno religioso, sua importância e implicações na formação do ser humano, da cultura e da sociedade. As principais religiões universais: história

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGOCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES Das

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR FUNÇÃO: Proteção e prevenção SUBFUNÇÃO: SEGURANÇA NO TRABALHO E BIOSSEGURANÇA

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente 2013

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Plano de Trabalho Docente 2013 Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr. Francisco Nogueira de Lima Código:059 Município: CASA BRANCA Área Profissional: SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO Qualificação:

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE [email protected] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Elias S. Assayag [email protected] Universidade do Amazonas, Departamento de Hidráulica e Saneamento da Faculdade

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS QUALIFICAÇÃO Folha: 1 de 22 AREA (EIXO TECNOLÓGICO): INFRAESTRUTURA JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS As Escolas SENAI de Rondônia em atendimento ao Governo Federal realizará o Programa PRONATEC (Programa Nacional

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Mário Antônio Verza Código: 164 Município: Palmital Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Logística

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Professor GILBERTO MARTIN

Plano de Trabalho Docente 2013. Professor GILBERTO MARTIN 1 Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr. Francisco Nogueira de Lima Código:059 Município:CASA BRANCA - SP Área Profissional: SAÚDE, AMBIENTE E SEGURANÇA Habilitação Profissional: TÉCNICO

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça - SP Eixo Tecnológico: Controle e Processo Industrial Habilitação

Leia mais

P r o j e t o PREPARANDO A TRANSFORMAÇÃO DE FAMÍLIAS GERANDO RENDA E DIGNIDADE

P r o j e t o PREPARANDO A TRANSFORMAÇÃO DE FAMÍLIAS GERANDO RENDA E DIGNIDADE P r o j e t o PREPARANDO A TRANSFORMAÇÃO DE FAMÍLIAS GERANDO RENDA E DIGNIDADE Melhor do que dar é ensinar a fazer, este é o sentido da Cidadania HISTÓRICO A Diocese de Abaetetuba, localizada na região

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Técnico

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Dr. José Luiz Viana Coutinho Código: 073 Município: Jales Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Habilitação Profissional

Leia mais

Ensino Médio Integrado ao Técnico

Ensino Médio Integrado ao Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Médio Integrado ao Técnico Código: 262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Inst. e Manut. De Computadores Eixo Tecnológico:

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa GESTÃO EDUCACIONAL INTEGRADA: Oferecendo 04 Habilitações: supervisão de ensino, orientação educacional, inspeção de ensino e administração escolar. JUSTIFICATIVA O Curso de Especialização em Gestão Educacional

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP REGULAMENTO DO LABORATÓRIO INTEGRADO DE DESIGN E ENGENHARIA DE PRODUTO - LIDEP A Coordenadora da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: ELETRICISTA INSTALADOR PREDIAL DE BAIXA TENSÃO - PRONATEC 224 horas ÁREA: ENERGIA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento ético

Leia mais

Manual do Estagiário 2008

Manual do Estagiário 2008 Manual do Estagiário 2008 Sumário Introdução... 2 O que é estágio curricular... 2 Objetivos do estágio curricular... 2 Duração e carga horária do estágio curricular... 3 Requisitos para a realização do

Leia mais

Portaria Inep nº 190 de 12 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13

Portaria Inep nº 190 de 12 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13 Portaria Inep nº 190 de 12 de julho de 2011 Publicada no Diário Oficial de 13 de julho de 2011, Seção 1, pág. 13 A Presidenta do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Especialização Profissional Técnica de Nível Médio

Especialização Profissional Técnica de Nível Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Especialização Profissional Técnica de Nível Médio Etec: Paulino Botelho Código: 091 Municipio: São Carlos Eixo Tecnológico: AMBIENTE e SAÚDE Habilitação Profissional: Habilitação

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA MONTES CLAROS - MG SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Obrigatoriedade das atividades complementares 5 3. Modalidades de Atividades Complementares

Leia mais

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE

PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE PROGRAMA DE SUSTENTABILIDADE NAS UNIDADES DE SAÚDE 118 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012 Programa de Sustentabilidade nas Unidades de Saúde O Programa de Sustentabilidade promove

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico de Técnico

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GUARUJÁ 2013 REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Artigo 1º - O Estágio

Leia mais

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem Trilhas de desenvolvimento Foco no desenvolvimento de competências Foco no desenvolvimento de carreiras O Sebrae O Serviço

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Estágio, pela sua natureza, é uma atividade curricular obrigatória,

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição Universidade Federal de Viçosa - Campus UFV Florestal Central de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÂ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

PROJETO INFORMÁTICA E CIDADANIA

PROJETO INFORMÁTICA E CIDADANIA PROJETO INFORMÁTICA E CIDADANIA 1. HISTÓRICO A Diocese de Abaetetuba, através de sua Associação Obras Sociais, sentindo a necessidade de dar resposta aos anseios das crianças e adolescentes empobrecidas

Leia mais

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE Curso de Especialização em EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Leia mais