O que Fazer - Como Fazer E o que não Fazer

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1 O que Fazer - Como Fazer E o que não Fazer 11 PARTIDO

2 O que Fazer - Como Fazer E o que não Fazer

3 índice apresentação Apresentação orientações gerais Convenções CNPJ Importante Conta Bancária Conta Bancária - Documentos necessários Conta Bancária - Candidato Prazo Não tem cobrança de taxa Somente depósito identificado Movimentação da conta Comitês Prazos para os diretórios arrecadação Só pode arrecadar e gastar quando Limites de gastos Gastar Recibos eleitorais Onde retirar os recibos eleitorais Comitês financeiros Quantos membros Coligação partidária Atribuições do comitê Importante recursos de campanha O que são recursos de campanha Bens estimáveis Internet doações Doações

4 Doações - limitações Empresa nova Doações acima do limite Doações entre candidatos Empréstimos Realização de gastos pelo eleitor Arrecadação - Até quando Quitação de dívidas Não pode receber doação Recibo eleitoral - obrigação Origem não identificada Comercialização de bens gastos eleitorais O que são gastos eleitorais Gastos de pequeno valor Pequeno valor Material impresso Propaganda conjunta Atenção Responsabilidade do candidato Efetivação dos gastos eleitorais Atividade voluntária Comprovação de arrecadação Comprovação - canhoto - prova Contas sem movimentação Brindes Material impresso Responsabilidade do candidato Instalação de comitê financeiro prestação de contas Aviso Candidato Candidato que renuncia Se o candidato falecer Comitê x Diretório municipal Obras Públicas Prestação de contas parciais Prazo da prestação de contas parciais Prestação de contas final Conservação de documentos

5 SObras de campanha Sobras de Campanha processamento da prestação de contas Processamento da prestação de contas propaganda eleitoral Quando começa Quando encerra Propaganda na internet Propaganda intrapartidária Propaganda antecipada Propaganda lícita É necessário Nome do Vice É permitido É proibido Comícios Proibido - distribuir - showmício Dia que antecede a eleição Olha a multa Aqui também Cuidado com as árvores Cavaletes Bens particulares Vedado pagamento de espaços Santinhos Porém Calúnia, difamação e injúria Candidato sub judice Outdoor Internet - Propaganda Veiculação proibida na internet Redes Sociais Cadastro eletrônico Atenção Na Imprensa Divulgação de opinião Programação normal - rádio e televisão Apresentador de programa Trucagem

6 Montagem Debates Propaganda gratuita no rádio e televisão Inserções Dia da eleição Atenção Aglomeração Recinto das Seções Fiscais condutas vedadas Das condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral Terminantemente proibido Agente Público Publicidade de órgãos públciso Inaugurações Inaugurações de obras públicas Disposições penais É crime Fatos inverídicos Caluniar Difamar Injuriar Promessas Cidadão Representação Cassação de mandato Conduta ilícita Sanções Simulador de urna eletrônica Telefones Correios Remoção anexos Anexo I - Modelo - Recibo Eleitoral Anexo II - Modelo - Registro de Comitê Financeiro Anexo III - Modelo - Abertura de Conta - candidato Anexo IV - Modelo - Abertura de Conta -partido

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8 APRESENTAÇÃO Caro Candidato, As leis eleitorais no Brasil se adequam a cada campanha. A opinião pública pede eleições mais limpas, o Congresso aprova novas leis e o Poder Judiciário estabelece novas regras. Mesmo políticos com carreiras longas precisam estudar as Resoluções que o Tribunal Superior Eleitoral publica a cada ciclo eleitoral. Torna-se necessário, portanto, que os partidos políticos façam chegar, de forma oficial, na melhor apresentação possível, todas as informações necessárias para que seus candidatos possam se conduzir dentro da lei. Para se lançarem em suas campanhas, os candidatos precisam de tranqüilidade na hora de decidir sobre sua propaganda e de organizar financeiramente a sua eleição. No Brasil, muitas vezes o rigor dos tribunais pune não a intenção de quebrar a eleição, mas a mera desinformação sobre os procedimentos corretos. Em todas as eleições recentes, o Partido Progressista tem assumido com seriedade a missão de oferecer a seus candidatos a melhor informação possível. Por meio de manuais e coleções de legislação, tem oferecido sua contribuição para facilitar a vida dos que defendem o seu programa nas ruas do país. Neste ano de 2012, não será diferente. Este volume é um exemplo do trabalho de orientação e consultoria que será oferecido a todos os nossos candidatos. Trata-se de um resumo executivo, bem desenhado e preciso, das regras de financiamento e condução de sua campanha. Leia com atenção e boa sorte. Senador Francisco Dornelles Presidente Nacional do PP Francisco Turra Presidente da Fundação Milton Campos 7

9 ORIENTAÇÕES GERAIS CONVENÇÕES: - As convenções deverão ser realizadas no período de 10 a 30 de junho de 2012, obedecidas as normas estabelecidas no estatuto partidário. Convenções e Registro de Candidatos (consulte o Manual das Convenções já distribuído). CNPJ: - Somente com o CNPJ o candidato ou Comitê Financeiro poderá abrir conta bancária, acompanhado do Requerimento de Abertura de Conta Bancária Eleitoral (RACE), disponível no site dos Tribunais Eleitorais (vide modelo no final). IMPORTANTE: - É importante que o CNPJ seja solicitado imediatamente após a convenção que escolheu os candidatos. Poderá ser requerido no site CONTA BANCÁRIA: É obrigatória para candidatos, comitês financeiros e partidos políticos, em todos os níveis de direção, a abertura de conta bancária específica, na Caixa Econômica Federal, no Banco do Brasil ou em outra instituição financeira com carteira comercial reconhecida pelo Banco Central do Brasil, para registrar o movimento financeiro de campanha eleitoral, vedado o uso de conta bancária preexistente. CONTA BANCÁRIA - DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: - A conta bancária deverá ser aberta mediante a apresentação dos seguintes documentos: - Para candidatos e comitês financeiros: requerimento de Abertura de Conta Bancária Eleitoral (RACE), disponível no site dos Tribunais Eleitorais (modelo no final); comprovante de inscrição no CNPJ para as eleições, disponível no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil ( certidão de composição partidária, disponível no site do TSE ( CONTA BANCÁRIA - CANDIDATO: - No caso de candidato, a conta bancária aberta para a campanha eleitoral deve ser 8

10 identificada com a denominação ELEIÇÕES 2012, seguida do nome do candidato, do cargo ao qual concorrerá, do Município e da UF. PRAZO: - Prazo para abertura da conta - 10 dias a contar da data da concessão da inscrição no CNPJ. É obrigatória mesmo que não ocorra arrecadação de recursos. NÃO TEM COBRANÇA DE TAXA: - Os bancos são obrigados a acatar, no prazo de 3 dias, o pedido de abertura de conta do candidato ou comitê e não poderão condicioná-la a depósito mínimo e cobranças de qualquer tipo de taxa e/ou outras despesas de manutenção. SOMENTE DEPÓSITO IDENTIFICADO: - Esta conta é do tipo que restringe depósitos não identificados. A conta-corrente serve para permitir o controle da origem e destinação dos recursos pela Justiça Eleitoral. - A conta bancária somente poderá receber depósitos/créditos de origem identificada pelo nome ou razão social e respectivo número de inscrição no CPF ou CNPJ. MOVIMENTAÇÃO DA CONTA: - Toda a movimentação financeira deve ser feita por meio de cheque cruzado e nominal, transferência eletrônica ou depósitos em espécie, devidamente identificados, inclusive se for usar recursos próprios. COMITÊS: - No caso de comitê financeiro, a conta bancária específica de campanha eleitoral deve ser identificada com a denominação ELEIÇÕES 2012 COMITÊ FINAN- CEIRO, seguida da denominação cargo eletivo, ao qual se destinarão os recursos, ou da expressão ÚNICO, do Município e da UF, quando os recursos se destinarem a todos os cargos eletivos, e da sigla do partido. - Em se tratando de partido político, a conta deve ser identificada com a denominação ELEIÇÕES 2012, seguida da sigla do partido político e da identificação do seu órgão nacional, estadual ou municipal. PRAZO PARA OS DIRETÓRIOS: - Os partidos políticos, em todas as esferas de direção, deverão providenciar, até 5 de julho de 2012, a abertura da conta específica, utilizando o CNPJ próprio já existente. 9

11 ARRECADAÇÃO SÓ PODE ARRECADAR E GASTAR QUANDO: - A arrecadação de recursos de qualquer natureza e a realização de gastos de campanha por partidos políticos, candidatos e comitês financeiros só se iniciam quando verificados os seguintes requisitos: requerimento do registro de candidatura ou do comitê financeiro; inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); comprovação da abertura de conta bancária específica destinada a registrar a movimentação financeira de campanha; emissão de recibos eleitorais. LIMITE DE GASTOS: - Se até o dia 10 de junho de 2012 o Congresso Nacional não editar Lei fixando o limite máximo de gastos de campanha para os cargos em disputa, caberá ao Partido fazê-lo no momento do registro das candidaturas. GASTAR: - Gastar mais que o limite fixado pelo Partido sujeita o candidato a pagar multa no valor de 5 a 10 vezes a quantia em excesso. RECIBOS ELEITORAIS: - Toda e qualquer arrecadação de recursos para a campanha eleitoral, financeira ou estimável em dinheiro, só poderá ser efetivada mediante a emissão do recibo eleitoral. ONDE RETIRAR OS RECIBOS ELEITORAIS: - Os candidatos, os comitês financeiros e os partidos políticos deverão imprimir recibos eleitorais diretamente do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), disponível no site da Justiça Eleitoral. COMITÊS FINANCEIROS: - Até 10 dias úteis após a escolha de seus candidatos em convenção, o partido político deverá constituir comitês financeiros, com a finalidade de arrecadar recursos e aplicá-los nas campanhas eleitorais, podendo optar pela criação de: um único comitê que compreenda todas as eleições de determinado município; 10

12 ou um comitê para cada eleição em que o partido político apresente candidato próprio, sendo um para eleição de prefeito e outro para eleição de vereador. QUANTOS MEMBROS: - Os comitês financeiros serão constituídos por tantos membros quantos forem indicados pelo partido político, sendo obrigatória a designação de, no mínimo, um presidente e um tesoureiro. COLIGAÇÃO PARTIDÁRIA: - Não será admitida a constituição de comitê financeiro de coligação partidária. ATRIBUIÇÕES DO COMITÊ: - O comitê financeiro do partido político tem por finalidade: arrecadar e aplicar recursos de campanha eleitoral; fornecer aos candidatos orientação sobre os procedimentos de arrecadação e aplicação de recursos e sobre as consequentes prestações de contas de campanhas eleitorais; encaminhar ao Juízo Eleitoral a prestação de contas de candidatos a prefeito, que abrangerá a de seu vice, caso eles não o façam diretamente; encaminhar ao Juízo Eleitoral a prestação de contas dos candidatos a vereador, caso eles não o façam diretamente. IMPORTANTE: - Pagamento de gastos eleitorais não efetuados por meio da conta bancária poderá ocasionar a desaprovação das contas. Responderá o candidato por abuso de poder econômico e poderá ter cassado o registro ou o diploma se tiver sido outorgado e outras sanções. 11

13 RECURSO DE CAMPANHA O QUE SÃO RECURSOS DE CAMPANHA: - Os recursos destinados às campanhas eleitorais, respeitados os limites legais previstos, são os seguintes: recursos próprios dos candidatos; recursos e fundos próprios dos partidos políticos; doações, em dinheiro ou estimáveis em dinheiro, de pessoas físicas ou de pessoas jurídicas; doações por cartão de débito ou de crédito; doações de outros candidatos, comitês financeiros ou partidos políticos; repasse de recursos provenientes do Fundo de Assistência Financeira aos Partidos Políticos Fundo Partidário de que trata o art. 38 da Lei nº 9.096/95; receita decorrente da comercialização de bens e/ou serviços e/ou da promoção de eventos, bem como da aplicação financeira dos recursos de campanha. BENS ESTIMÁVEIS: São considerados bens estimáveis em dinheiro fornecidos pelo próprio candidato apenas aqueles integrantes do seu patrimônio em período anterior ao pedido de registro da candidatura. INTERNET: - Para arrecadar recursos pela internet, o candidato, o comitê financeiro e o partido político deverão tornar disponível mecanismo em página eletrônica, observados os seguintes requisitos: identificação do doador pelo nome ou razão social com CPF/CNPJ; emissão obrigatória de recibo eleitoral para cada doação realizada; efetivação do crédito na conta bancária específica de campanha até a data da realização do pleito; fixação de data de vencimento do boleto de cobrança até o dia da eleição; utilização de terminal de captura de transações para as doações por meio de cartão de crédito e de cartão de débito. 12

14 DOAÇÕES DOAÇÕES: - As doações, inclusive pela internet, feitas por pessoas físicas e jurídicas em favor de candidato, comitê financeiro e/ou partido político, serão realizadas mediante: cheques cruzados e nominais, transferência bancária, boleto de cobrança com registro, cartão de crédito ou cartão de débito; depósitos em espécie, devidamente identificados com o CPF/CNPJ do doador; doação ou cessão temporária de bens e/ou serviços estimáveis em dinheiro. DOAÇÕES LIMITAÇÕES: - As doações de que tratam esta seção ficam limitadas: a 10% dos rendimentos brutos auferidos por pessoa física, no ano-calendário anterior à eleição, declarados à Receita Federal do Brasil, excetuando-se as doações estimáveis em dinheiro relativas à utilização de bens móveis ou imóveis de propriedade do doador, desde que o valor da doação não ultrapasse R$ ,00 (cinquenta mil reais), apurados conforme o valor de mercado, bem como a atividade voluntária, pessoal e direta, do eleitor em apoio à candidatura ou partido político de sua preferência; a 2% do faturamento bruto auferido por pessoa jurídica, no ano-calendário anterior à eleição, declarado à Receita Federal do Brasil; ao valor máximo do limite de gastos estabelecido em lei, caso o candidato utilize recursos próprios. EMPRESA NOVA: - É vedada a realização de doações por pessoas jurídicas que tenham iniciado ou retomado as suas atividades no ano-calendário de DOAÇÕES ACIMA DO LIMITE: - A doação de quantia acima dos limites fixados sujeita o infrator ao pagamento de multa no valor de 5 a 10 vezes a quantia em excesso, sem prejuízo de responder o candidato por abuso do poder econômico. DOAÇÕES ENTRE CANDIDATOS: - As doações entre candidatos, comitês financeiros e partidos políticos deverão ser realizadas mediante recibo eleitoral. 13

15 EMPRÉSTIMOS: - Os empréstimos contraídos pela pessoa física do candidato serão considerados doação de recursos próprios se aplicados na campanha eleitoral. REALIZAÇÃO DE GASTOS PELO ELEITOR: - É permitida aos eleitores a realização de gastos com a finalidade de apoiar o seu candidato até o valor de R$ 1.064,10, valor este não sujeito à contabilização, desde que não reembolsado. Obs.: Não são inseridos nessa regra os bens e serviços entregues ao candidato. ARRECADAÇÃO - ATÉ QUANDO: - Os candidatos e comitês financeiros poderão arrecadar recursos e contrair obrigações até o dia da eleição. QUITAÇÃO DE DÍVIDAS: Excepcionalmente, poderá arrecadar recursos após a eleição exclusivamente para quitação de despesas já contraídas e não pagas até a eleição, as quais deverão ser quitadas até a entrega da prestação de contas. NÃO PODE RECEBER DOAÇÃO: É vedado a partido político, comitê financeiro e candidato receberem, direta ou indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de: entidade ou governo estrangeiro; órgão da administração pública direta e indireta ou fundação mantida com recursos provenientes do poder público; concessionário ou permissionário de serviço público; entidade de direito privado que receba, na condição de beneficiária, contribuição compulsória em virtude de disposição legal; entidade de utilidade pública; entidade de classe ou sindical; pessoa jurídica sem fins lucrativos que receba recursos do exterior; entidades beneficentes e religiosas; entidades esportivas; organizações não governamentais que recebam recursos públicos; organizações da sociedade civil de interesse público; 14

16 sociedades cooperativas de qualquer grau ou natureza, cujos cooperados sejam concessionários ou permissionários de serviços públicos ou que estejam sendo beneficiados com recursos públicos. RECIBO ELEITORAL - OBRIGAÇÃO: - Toda doação a candidato, partido ou comitê financeiro, inclusive a utilização de recursos próprios, deverá fazer-se mediante o fornecimento do Recibo Eleitoral. ORIGEM NÃO IDENTIFICADA: - Recursos de origem não identificada (sem identificação do doador, CPF ou CNPJ) não poderão ser utilizados pelo candidato ou comitê financeiro e deverão ser transferidos ao Tesouro Nacional. COMERCIALIZAÇÃO DE BENS: - Para a comercialização de bens e/ou serviços e/ou a promoção de eventos que se destinem a arrecadar recursos para campanha eleitoral, o comitê financeiro, o partido político ou o candidato deverão: comunicar a sua realização, formalmente e com antecedência mínima de 5 dias úteis, ao Juízo Eleitoral, que poderá determinar a sua fiscalização; manter à disposição da Justiça Eleitoral a documentação necessária à comprovação de sua realização. 15

17 GASTOS ELEITORAIS O QUE SÃO GASTOS ELEITORAIS: - São gastos eleitorais, sujeitos a registro e aos limites fixados: confecção de material impresso de qualquer natureza e tamanho; propaganda e publicidade direta ou indireta por qualquer meio de divulgação; aluguel de locais para a promoção de atos de campanha eleitoral; despesas com transporte ou deslocamento de candidato e de pessoal a serviço das candidaturas; correspondências e despesas postais; despesas de instalação, organização e funcionamento de comitês financeiros e serviços necessários às eleições; remuneração ou gratificação de qualquer espécie paga a quem preste serviços às candidaturas, aos comitês financeiros ou aos partidos políticos; montagem e operação de carros de som, de propaganda e de assemelhados; realização de comícios ou eventos destinados à promoção de candidatura; produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, inclusive os destinados à propaganda gratuita; realização de pesquisas ou testes pré-eleitorais; custos com a criação e inclusão de páginas na internet; multas aplicadas, até as eleições, aos partidos políticos ou aos candidatos por infração do disposto na legislação eleitoral; doações para outros candidatos, comitês financeiros ou partidos políticos; produção de jingles, vinhetas e slogans para propaganda eleitoral; GASTOS DE PEQUENO VALOR: Os gastos eleitorais de natureza financeira só poderão ser efetuados por meio de cheque nominal ou transferência bancária, ressalvadas as despesas de pequeno valor: Para o pagamento de despesas de pequeno valor, poderão o candidato, o comitê financeiro e o partido político constituir reserva individual rotativa em dinheiro (Fundo de Caixa), por todo o período da campanha eleitoral, observado o trânsito prévio desses recursos na conta bancária específica, devendo ser mantida a documentação correspondente para fins de fiscalização e respeitados os seguintes critérios: nos municípios com até (quarenta mil) eleitores, o montante da reserva 16

18 deverá ser de até R$ 5.000,00 (cinco mil reais); nos municípios com mais de (quarenta mil) até (cem mil) eleitores, o montante da reserva deverá ser de até R$ ,00 (dez mil reais); nos municípios com mais de (cem mil) até (duzentos mil) eleitores, o montante da reserva deverá ser de até R$ ,00 (quinze mil reais); nos municípios com mais de (duzentos mil) até (quinhentos mil) eleitores, o montante da reserva deverá ser de até R$ ,00 (vinte mil reais); nos municípios com mais de (quinhentos mil) até (novecentos mil) eleitores, o montante da reserva deverá ser de até R$ ,00 (trinta mil reais); nos municípios acima de (novecentos mil) eleitores, o montante da reserva deverá ser de até R$ ,00 (cinquenta mil reais). PEQUENO VALOR: Consideram-se de pequeno valor as despesas individuais que não ultrapassem o limite de R$ 300,00 (trezentos reais). MATERIAL IMPRESSO: Todo material impresso de campanha eleitoral deverá conter o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou, e a respectiva tiragem. PROPAGANDA CONJUNTA: Quando o material impresso veicular propaganda conjunta de diversos candidatos, os gastos relativos a cada um deles deverão constar da respectiva prestação de contas ou apenas daquela relativa ao que houver arcado com as despesas. ATENÇÃO: Os gastos efetuados por candidato, em benefício de outro candidato, comitê financeiro ou partido político constituem doações estimáveis em dinheiro e serão computados no limite de gastos de campanha. RESPONSABILIDADE DO CANDIDATO: O pagamento dos gastos eleitorais contraídos pelos candidatos será de sua responsabilidade, cabendo aos comitês financeiros e aos partidos políticos responderem apenas pelos gastos que realizarem. 17

19 EFETIVAÇÃO DOS GASTOS ELEITORAIS: Os gastos eleitorais efetivam-se na data da sua contratação, independentemente da realização do seu pagamento, momento em que a Justiça Eleitoral poderá exercer a fiscalização. ATIVIDADE VOLUNTÁRIA: A atividade voluntária, pessoal e direta, do eleitor em apoio à candidatura ou a partido político de sua preferência não será objeto de contabilidade das doações à campanha, sem prejuízo da apuração e punição de eventuais condutas indevidas e excessos que configurem abuso do poder econômico ou qualquer outra infração à lei. COMPROVAÇÃO DE ARRECADAÇÃO: - Toda e qualquer arrecadação de recurso deverá ser formalizada mediante a emissão de recibo eleitoral, o qual deverá ser integralmente preenchido. COMPROVAÇÃO CANHOTO - PROVA: - A comprovação dos recursos financeiros arrecadados será feita mediante a apresentação dos canhotos de recibos eleitorais emitidos e dos correspondentes extratos bancários da conta. CONTA SEM MOVIMENTAÇÃO: - A comprovação da ausência de movimentação de recursos financeiros deverá ser efetuada mediante a apresentação dos correspondentes extratos bancários ou de declaração firmada pelo gerente da instituição financeira. BRINDES: - É terminantemente proibido confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor. MATERIAL IMPRESSO: - Todo o material impresso de campanha eleitoral deverá conter o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou o nº de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou e a respectiva tiragem. 18

20 RESPONSABILIDADE DO CANDIDATO: - O pagamento dos gastos eleitorais contraídos pelos candidatos será de sua responsabilidade, cabendo aos comitês financeiros responder apenas pelos gastos que realizarem. INSTALAÇÃO DE COMITÊ FINANCEIRO: - Os gastos destinados à instalação física de comitês financeiros de candidatos e de partidos políticos poderão ser contratados a partir de 10 de junho de 2012, desde que devidamente formalizados e quando inexistente desembolso financeiro. 19

21 PRESTAÇÃO DE CONTAS AVISO: Candidato, tenha sempre a orientação de um profissional para realizar a prestação de contas. As orientações do procedimento estão elencadas nos art. 40 a 43 da Resolução TSE nº , de Guarde cuidadosamente os documentos de arrecadação e de gastos durante a campanha e os recibos eleitorais emitidos. Deverá haver confrontação entre a arrecadação, gastos e recibos eleitorais. Deverão prestar contas à Justiça Eleitoral: I o candidato; II os comitês financeiros; III os partidos políticos, em todas as suas esferas. CANDIDATO: O candidato fará, diretamente ou por intermédio de pessoa por ele designada, a administração financeira de sua campanha. O candidato é solidariamente responsável com a pessoa por ele indicada pela regularidade de sua campanha. O candidato elaborará a prestação de contas, que será encaminhada ao respectivo Juízo Eleitoral, diretamente por ele ou por intermédio do comitê financeiro ou do partido político. O candidato deverá assinar a prestação de contas, admitida a representação por pessoa por ele designada. CANDIDATO QUE RENUNCIA: O candidato que renunciar à candidatura, dela desistir, for substituído ou tiver o seu registro indeferido pela Justiça Eleitoral deverá prestar contas correspondentes ao período em que participou do processo eleitoral, mesmo que não tenha realizado campanha. SE O CANDIDATO FALECER: Se o candidato falecer, a obrigação de prestar contas, referente ao período em que realizou campanha, será de responsabilidade de seu administrador financeiro ou, na sua ausência, no que for possível, da respectiva direção partidária. 20

22 COMITÊ X DIRETÓRIO MUNICIPAL: A prestação de contas dos comitês financeiros será feita conjuntamente com a prestação de contas da direção municipal do partido político que o constituiu. OBRAS PÚBLICAS: - 3 de julho de data a partir do qual é vedado a candidato comparecer às inaugurações de obras públicas. PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAIS: Os candidatos e os partidos políticos são obrigados a entregar, no período de 28 de julho a 2 de agosto e 28 de agosto a 2 de setembro, os relatórios parciais, com a discriminação dos recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro que tenham recebido para financiamento da campanha eleitoral e os gastos que realizarem, no site da Justiça Eleitoral, exigindo-se a indicação dos nomes dos doadores e os respectivos valores doados somente na prestação de contas final. PRAZO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAIS: - Os relatórios parciais de prestações de contas devem ser entregues à Justiça Eleitoral nos seguintes períodos: de 28 de julho a 2 de agosto; de 28 de agosto a 2 de setembro. PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL: - O último dia do prazo para os candidatos encaminharem as prestações de contas finais para a Justiça Eleitoral é O prazo para a prestação de contas dos candidatos que concorrem no segundo turno é CONSERVAÇÃO DOS DOCUMENTOS: - Até cento e oitenta dias após a diplomação, os candidatos ou partidos conservarão a documentação concernente as suas contas. 21

23 SOBRAS DE CAMPANHA Constituem sobras de campanha: a diferença positiva entre os recursos arrecadados e os gastos realizados em campanha; os bens e materiais permanentes. As sobras de campanhas eleitorais serão transferidas ao órgão partidário, na circunscrição do pleito, devendo o comprovante de transferência ser juntado às respectivas prestações de contas partidárias. As sobras financeiras de recursos oriundos do Fundo Partidário deverão ser restituídas ao partido político para depósito na conta bancária destinada à movimentação de recursos dessa natureza. PROCESSAMENTO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS Para a elaboração e o encaminhamento à Justiça Eleitoral das peças e documentos, deverá ser utilizado o Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE), disponibilizado no site da Justiça Eleitoral. No SPCE deverão ser registradas as arrecadações e aplicações de recursos que o diretório partidário movimentar na campanha eleitoral, inclusive os originados do Fundo Partidário, ainda que convertidos em bens e/ou serviços estimáveis em dinheiro 22

24 PROPAGANDA ELEITORAL QUANDO COMEÇA: - A propaganda eleitoral só será permitida a partir de 6 de julho de QUANDO ENCERRA: É vedada, desde 48 horas antes até 24 horas depois da eleição, a veiculação de qualquer propaganda política no rádio ou na televisão incluídos, entre outros, as rádios comunitárias e os canais de televisão que operam em UHF, VHF e por assinatura e, ainda, a realização de comícios ou reuniões públicas, ressalvada a propaganda na internet. PROPAGANDA NA INTERNET: - É livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores - internet, assegurado o direito de resposta, nos termos das alíneas a, b e c do inciso IV do 3º do art. 58 e do art. 58-A da Lei nº 9.504/97. PROPAGANDA INTRAPARTIDÁRIA: - Ao postulante à candidatura a cargo eletivo é permitida a propaganda, na quinzena anterior à escolha pelo partido político, de propaganda intrapartidária com vista à indicação de seu nome, inclusive mediante à fixação de cartazes e faixas em local próximo à convenção, com mensagens aos convencionais, vedado o uso de rádio, televisão e outdoor. PROPAGANDA ANTECIPADA: - Não será considerada propaganda eleitoral antecipada: a participação de filiados a partidos políticos ou de pré-candidatos em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, inclusive com a exposição de plataformas e projetos políticos, desde que não haja pedido de votos, observado pelas emissoras de rádio e de televisão o dever de conferir tratamento isonômico; a realização de encontros, seminários ou congressos, em ambiente fechado e a expensas dos partidos políticos, para tratar da organização dos processos eleitorais, planos de governos ou alianças partidárias visando às eleições; 23

25 a realização de prévias partidárias e sua divulgação pelos instrumentos de comunicação intrapartidária; ou a divulgação de atos de parlamentares e debates legislativos, desde que não se mencione a possível candidatura ou se faça pedido de votos ou de apoio eleitoral. PROPAGANDA LÍCITA: - Na propaganda, qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionar sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais. É NECESSÁRIO: - Em todas as propagandas para a eleição majoritária, em caso de coligação, é obrigatória a inclusão, sob a sua denominação e de modo legível, das legendas de todos os partidos políticos que a integram; para a eleição proporcional, cada partido político usará apenas sua legenda sob o nome da coligação. NOME DO VICE: - Da propaganda dos candidatos a prefeito, deverá constar, também, o nome do candidato a vice-prefeito, de modo claro e legível, em tamanho não inferior a 10% (dez por cento) do nome do titular. É PERMITIDO: - É assegurado aos partidos políticos e às coligações o direito de, independentemente de licença da autoridade pública e do pagamento de qualquer contribuição: fazer inscrever, na fachada de suas sedes e dependências, o nome que os designe pela forma que melhor lhes parecer; fazer inscrever, na fachada dos seus comitês e demais unidades, o nome que os designe, da coligação ou do candidato, respeitando o tamanho máximo de 4 m²; instalar e fazer funcionar, no período compreendido entre o início da propaganda eleitoral e a véspera da eleição, das 8 às 22 horas, alto-falantes ou amplificadores de som nos locais referidos, assim como em veículos seus ou à sua disposição, em território nacional, e dentro do limite dos volumes sonoros; comercializar material de divulgação institucional, desde que não contenha nome e número de candidato, bem como cargo em disputa. 24

26 É PROIBIDO: - Instalação e uso de alto-falantes ou amplificadores de som em distância inferior a 200 metros: das sedes dos Poderes Executivos e Legislativo da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; dos hospitais e casas de saúde; das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento. COMÍCIOS: - Pode ser utilizada a aparelhagem de sonorização fixa e o trio elétrico durante a realização de comícios no horário compreendido entre as 8 horas e as 24 horas. PROIBIDO - DISTRIBUIR - SHOWMÍCIO: É proibido, na campanha eleitoral, confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor. É proibido realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos e apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral. A proibição acima se estende aos candidatos profissionais da classe artística - cantores, atores e apresentadores - durante todo o período proibido com finalidade de animação de comícios ou atividades políticas. DIA QUE ANTECEDE A ELEIÇÃO: - Até as 22 horas do dia que antecede a eleição, será permitido distribuição de material gráfico, caminhada, carreata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos. OLHA A MULTA: - Nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é vedada a veiculação de propaganda de qualquer natureza, inclusive pichação, inscrição à tinta, fixação de placas, estandartes, faixas e assemelhados. 25

27 AQUI TAMBÉM: - Bens de uso comum para fins eleitorais são aqueles definidos pelo Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada. CUIDADO COM AS ÁRVORES: - Em árvores e jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios, não é permitida a colocação de propaganda eleitoral de qualquer natureza, mesmo que não lhes causem danos. CAVALETES: - É permitida a colocação de cavaletes, bonecos, cartazes, mesas para distribuição de material de campanha, bandeiras ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento de trânsito de pessoas e veículos. Horário permitido: das 6 às 22 horas. BENS PARTICULARES: - Em bens particulares, independe de obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral a veiculação de propaganda eleitoral por meio de fixação de faixas, placas, cartazes, pinturas ou inscrições, desde que não excedam a 4 m 2 (quatro metros quadrados) e não contrariem a legislação eleitoral. VEDADO PAGAMENTO DE ESPAÇOS: - A veiculação de propaganda eleitoral em bens particulares deve ser espontânea e gratuita, sendo vedado qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para esta finalidade. SANTINHOS: - Independe da obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral a veiculação de propaganda eleitoral pela distribuição de folhetos, volantes e outros impressos, os quais devem ser editados sob a responsabilidade do partido político, coligação ou candidato. PORÉM: Todo o material impresso da campanha eleitoral deverá conter o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou o número de 26

28 inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou e a respectiva tiragem. CALÚNIA, DIFAMAÇÃO E INJÚRIA: - Todo ofendido por calúnia, difamação e injúria, sem prejuízo e independentemente da ação penal competente, poderá demandar, no juízo cível, a reparação do dano moral, respondendo por este o ofensor e, solidariamente, o partido político deste, quando responsável por ação ou omissão, e quem quer que, favorecido pelo crime, haja de qualquer modo contribuído. CANDIDATO SUB JUDICE: - O candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à sua campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito para sua propaganda, no rádio e na televisão. OUTDOOR: - É vedada a propaganda eleitoral por meio de outdoors. Obs.: Não caracteriza outdoor a placa afixada em propriedade particular, cujo tamanho não exceda a 4 m². INTERNET - PROPAGANDA: - Após 5 de julho de 2012, é permitida a propaganda eleitoral na internet da seguinte forma: em sítio do candidato com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no país; em sítio do partido ou da coligação com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet estabelecido no país; por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação; por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantânea e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural. Nota - Na internet, é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga. 27

29 VEICULAÇÃO PROIBIDA NA INTERNET: - É vedada, ainda que gratuitamente, a veiculação de propaganda eleitoral na internet: de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos; oficiais ou hospedadas por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. REDES SOCIAIS: - É livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores internet e por outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica, assegurado o direito de resposta. - As mensagens eletrônicas enviadas por candidato, partido ou coligação, por qualquer meio, deverão dispor de mecanismo que permita seu descadastramento pelo destinatário, obrigando o remetente a providenciá-lo no prazo de 48 horas. CADASTRO ELETRÔNICO: - Pessoas ou entidades públicas ou privadas impedidas de fazer doações não poderão utilizar, doar ou ceder cadastro eletrônico de seus clientes em favor de candidatos, partidos ou coligações. ATENÇÃO: - Será punido quem realizar propaganda eleitoral na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a terceiro, inclusive a candidato, partido ou coligação. NA IMPRENSA: - São permitidas, até a antevéspera das eleições, a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso, de até 10 (dez) anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, para cada candidato, no espaço máximo, por edição, de 1/8 (um oitavo) de página de jornal padrão e 1/4 (um quarto) de página de revista ou tabloide. Importante: deverá constar do anúncio, de forma visível, o valor pago pela inserção. 28

30 DIVULGAÇÃO DE OPINIÃO: - Não caracteriza propaganda eleitoral a divulgação de opinião favorável a candidato, a partido político ou à coligação pela imprensa escrita, desde que não seja matéria paga. Eventuais abusos serão punidos. PROGRAMAÇÃO NORMAL - RÁDIO E TELEVISÃO: - A partir de 1º de julho de 2012, é vedado às emissoras de rádio e televisão em sua programação normal e noticiário: transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados; veicular propaganda política; dar tratamento privilegiado a candidato, partido político ou coligação; veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente, exceto programas jornalísticos ou debates políticos; divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com o nome do candidato ou o nome por ele indicado para uso na urna eletrônica, e, sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro. APRESENTADOR DE PROGRAMA: - A partir do resultado da convenção, é vedado, ainda às emissoras, transmitir programa apresentado ou comentado por candidato escolhido em convenção. TRUCAGEM: - Entende-se por trucagem todo e qualquer efeito realizado em áudio ou vídeo que degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação, ou que desvirtuar a realidade e beneficiar ou prejudicar qualquer candidato, partido político ou coligação. MONTAGEM: - Entende-se por montagem toda e qualquer junção de registros de áudio ou vídeo que degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação, ou que desvirtuar a realidade e beneficiar ou prejudicar qualquer candidato, partido político ou coligação. 29

31 DEBATES: - Os debates serão realizados segundo as regras estabelecidas em acordo celebrado entre os partidos políticos e a pessoa jurídica interessada na realização do evento, dando-se ciência à Justiça Eleitoral. PROPAGANDA GRATUITA NO RÁDIO OU NA TELEVISÃO: - A propaganda gratuita no rádio e na televisão restringir-se-á ao horário gratuito, vedada a veiculação de propaganda paga, respondendo o candidato, o partido político e a coligação pelo seu conteúdo. Início: 21 DE AGOSTO a 4 DE OUTUBRO Eleições para prefeito: - Nas eleições para prefeito e vice-prefeito, às segundas, às quartas e às sextas-feiras: a) das 7h às 7h30 e das 12h às 12h30, no rádio; b) das 13h às 13h30 e das 20h30 às 21h, na televisão. Eleições para vereador: - Nas eleições para vereador, às terças, às quintas-feiras e aos sábados, nos mesmos horários previstos para as eleições majoritárias. INSERÇÕES: - As emissoras de rádio, inclusive as rádios comunitárias, as emissoras de televisão que operam em VHF e UHF e os canais de televisão por assinatura sob a responsabilidade das Câmaras Municipais reservarão, ainda, 30 minutos diários, inclusive aos domingos, para a propaganda eleitoral gratuita, a serem usados em inserções de até 60 segundos, a critério do respectivo partido político ou coligação, assinadas obrigatoriamente pelo partido político ou coligação e distribuídas ao longo da programação veiculada entre as 8 e as 24 horas, obedecido o seguinte: destinação exclusiva do tempo para a campanha dos candidatos a prefeito e vice-prefeito; a distribuição levará em conta os blocos de audiência entre as 8 e as 12 horas; as 12 e as 18 horas; as 18 e as 21 horas; as 21 e as 24 horas, de modo que o número de inserções seja dividido igualmente entre eles; na veiculação das inserções, é vedado utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais e veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação. 30

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