ROTEIRO PARA FINALIZAÇÃO E ENTREGA DE OBRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROTEIRO PARA FINALIZAÇÃO E ENTREGA DE OBRA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO E ESTRUTURAS ROTEIRO PARA FINALIZAÇÃO E ENTREGA DE OBRA HUGO SANTOS D'OLIVEIRA SANTOS JOÃO PEDRO DE QUEIRÓS SANTOS PABLO ZUMAÊTA COSTA SOLANGE MARIA GUEDES VIEIRA NEIVA Salvador Dezembro 2003

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO E ESTRUTURAS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE OBRAS ROTEIRO PARA FINALIZAÇÃO E ENTREGA DE OBRA Hugo Santos D Oliveira Santos João Pedro de Queirós Santos Pablo Zumaêta Costa Solange Maria Guedes Vieira Neiva Trabalho de conclusão apresentado ao curso de especialização em gerenciamento de obras da UFBA como requisito parcial para a obtenção de título de especialista. Professor Orientador: Sônia Medeiros de Oliveira Salvador Dezembro de

3 RESUMO Este trabalho consiste na elaboração de um roteiro prático para aumentar a performance na finalização, assistência técnica, garantias e legalização de uma obra e facilita a identificação de responsabilidades diversas decorrentes da execução. Toda a pesquisa foi elaborada tomando por base a vivência de profissionais da construção civil somada às novas demandas administrativas para o setor. O material aqui descrito aborda, de uma forma sucinta, questões como Habite-se, CDN, Escritura, Averbação, ligações definitivas, convenção de condomínio, minutas de convenção, desmobilização, clientes diretos e indiretos, entrega de obras públicas e particulares, entrega de áreas comuns e individuais, check lists, vistorias internas e finais, balancete, curva S, plano de qualidade, termos de garantia entre outras questões pertinentes a finalização e entrega de um empreendimento. 2

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVO METODOLOGIA 05 2 REVISÃO DE LITERATURA 06 3 PROPOSTA DO TRABALHO 06 4 ANÁLISE DOS DADOS E ROTEIRO QUESTÕES LEGAIS CLIENTE INDIRETO DESMOBILIZAÇÃO ENTREGA DA OBRA 16 5 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 22 6 CONCLUSÃO 22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 24 ANEXOS 25 3

5 1 INTRODUÇÃO O processo de finalização de obra requer a compatibilização de várias questões fundamentais para sua conclusão. A analise que foi feita abrange questões legais e operacionais que devem ser resolvidas em curto espaço de tempo, e que na maioria das vezes foge do controle de seus gestores. Então, buscou-se o controle das tarefas envolvidas em todo o processo com a função de orientar os gestores de obras a planejar as ações necessárias para a conclusão da mesma. Assim pode-se por exemplo prevenir problemas futuros com a antecipação de algumas das tarefas envolvidas cujos prazos serão indicados a seguir. 1.1 JUSTIFICATIVA Diante de constantes problemas vivenciados por gestores de obras na finalização e entrega das mesmas, e objetivando minimizar a improvisação diante dos obstáculos legais e operacionais, é que foi elaborado este roteiro, com abordagem o mais próximo possível de todos os aspectos envolvidos no processo final de entrega de obras. 4

6 1.2 OBJETIVO O modelo proposto pretende ajudar os gestores de obras a finalizar de uma forma mais ampla e previdente, a maioria das obras de edificação, minimizando os problemas legais, quebra de prazos contratuais ou de documentação, posicionamento no relacionamento com seus clientes (diretos e indiretos e evitar possíveis prejuízos financeiros em decorrência do não cumprimento de algumas das etapas que serão aqui citadas. 1.3 METODOLOGIA Foi realizada uma pesquisa, através de entrevistas e consultas literárias, guiadas por parâmetros que permitiram analisar a prática laboral dos gestores de construtoras em Salvador, tabulando-se de encontro à legislação pertinente onde foi visto os entendimentos e reflexos de suas práticas. As entrevistas aqui citadas foram feitas com profissionais e representantes de classe envolvidos diretamente com as dificuldades vivenciadas ao longo da obra para a sua conclusão. 5

7 2 REVISÃO BIBLIOGRÀFICA Todo trabalho está baseado principalmente em experiências pessoais de gestores de obras e documentação não publicada pelas construtoras, ou seja, documentos internos de trabalhos individuais para aprimoramento de seus métodos. A pouca ou quase nenhuma bibliografia disponível, que relata mais diretamente esse assunto ficou restrita a ADEMI - BA (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia com seu Manual do Proprietário, cartilhas da SUCOM (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município, e o livro Controle do Processo de Projeto na Construção Civil da autora Margaret Souza, isso posto, fica o registro do ineditismo do roteiro proposto que contou com grandes dificuldades. 3 PROPOSTA DE TRABALHO Estabelecer um roteiro com os principais assuntos abordados quando da finalização de uma obra. Este roteiro não se encontra necessariamente em ordem cronológica ou de importância por considerar-se que se trata de um conjunto de medidas interdependentes e que pela própria variabilidade de obras e situações vividas por cada gestor, preferiu-se então alertar para os assuntos mais pertinentes. 6

8 4 ANÁLISE DOS DADOS E ROTEIRO Foi feita uma análise de todas as tarefas envolvidas para a conclusão de uma obra que foram colocadas como dados do roteiro aqui proposto. 4.1 QUESTÕES LEGAIS Neste item são abordadas todas as questões legais pertinentes a condução de um empreendimento até a sua fase de conclusão e entrega HABITE-SE Os parâmetros legais para conclusão de uma obra, têm como ponto culminante, a solicitação de alvará de habite-se, que é emitido pela Prefeitura Municipal; todos os documentos necessários para obtenção do mesmo foram pesquisados, para que as dificuldades sejam amenizadas e os prazos sejam obedecidos. Este trabalho descrimina todas as condicionantes para sua obtenção. O alvará de habite-se é concedido pela Prefeitura, pode ser solicitado através de requerimento elaborado pelo representante legal do empreendimento, dentro do prazo de validade do alvará de licença, tendo em mãos os seguintes documentos: petição comunicando a conclusão da obra, cópia do alvará de licença, anuência do autor quanto à observância do seu projeto aprovado, prova de quitação do imposto territorial urbano, escritura registrada do terreno, projeto de modificação na forma do art. 24 do código de obras de Salvador e documentos de anuência das concessionárias de serviço publico. O prazo para vistoria e manifestação da autoridade fiscalizadora será de no máximo 15 dias a contar da data de protocolo. Após a 1 a vistoria na obra, se ficar constatado algum problema na inobservância do projeto, a prefeitura concede um prazo para ajustes no mesmo quanto às disposições legais ou deverá ser aplicada multa pela modificação, condicionada à sua quitação para obtenção do alvará. As observações feitas pela prefeitura na vistoria, para obtenção do alvará, são as seguintes: o projeto deve estar integralmente executado conforme o aprovado pela mesma; tem que estar adequadamente pavimentado, todo o passeio adjacente 7

9 ao terreno edificado, quando houver meios-fios assentados; todo sistema de esgoto deve estar ligado à rede pública; se não houver, deverá estar ligado à fossa séptica e sumidouro ou estação de tratamento, conforme projetos específicos; deverá conter o projeto aprovado de drenagem das águas pluviais do terreno edificado e tem que apresentar certificado de perfeito funcionamento dos elevadores, quando for o caso, expedido pela empresa fabricante do equipamento; no caso de obras horizontais (conjuntos habitacionais, condomínios fechados, etc., deverão ainda ser acrescentados os seguintes documentos: projetos aprovados de pavimentação das vias, rede elétrica, projetos aprovados com anuência da concessionária de água e esgoto, projeto de paisagismo aprovado pelo órgão competente (SPJ - Superintendência de Parques e Jardins, projeto de iluminação pública aprovado com anuência da Prefeitura assumindo os custos de consumo após a entrega da obra e numeração métrica definitiva das unidades e logradouros. A prefeitura da Cidade de Salvador - Ba, através da SUCOM, órgão oficial que é responsável pela emissão dos Alvarás, oferece uma cartilha com praticamente todos os custos e documentos necessários para as construtoras adquirirem seus Habite-ses. Quando da entrada da petição pelo construtor no setor de protocolo, com a comunicação de conclusão da obra, os nomes dos condôminos deverão ser indicados por escrito, para expedição do alvará. Esta condição depende do regime de incorporação na qual foi realizada a obra; caso não seja informado o nome dos proprietários, o alvará será expedido exclusivamente em nome do requerente, no caso o representante legal. A prefeitura municipal poderá, em alguns casos, conceder estando a obra liberada para uso, o alvará parcial, liberando a moradia quando a mesma não oferecer riscos para os usuários da edificação, cujas unidades deverão ser independentes umas das outras. De maneira alguma a concessora expedirá alvará de habite-se quando: as fachadas da edificação não estiverem concluídas; o acesso às partes concluídas estiver sem condições de uso ou for indispensável à utilização da parte concluída para acesso ao restante da obra; obra ainda em construção ou por construir. O prazo para os pedidos de alvará de habite-se são de no máximo 20 dias a partir da data de protocolo da entrada do pedido na prefeitura; este prazo pode ser prorrogado em até o dobro do tempo, quando não se completarem as diligências que o processo exigir. A prefeitura emitirá convites caso necessite o processo. O representante não comparecendo no prazo de 20 dias a contar da data de publicação no diário oficial 8

10 do Município, o processo será indeferido imediatamente, encerrando o processo de alvará de habite-se CND INSS Após a solicitação do alvará de habite-se, o empreendedor deverá solicitar a certidão negativa de debito CND do INSS ( Instituto Nacional de Seguridade Social. Este documento será emitido pela previdência social, para comprovar a regularidade de contribuições com a Seguridade Social. Ela só é válida quando emitida eletronicamente, e não serão assinadas ou carimbadas por servidor da previdência. O CND da construção é exigido quando da averbação da obra no cartório de registro de imóveis ou por ocasião da inscrição ou revalidação do memorial de incorporação no registro de imóveis. A previdência social fará um cálculo (ARO do valor dos recolhimentos totais da obra tendo como base o CUB (Custo Unitário Básico, fornecido pelo SINDUSCON (Sindicato da Indústria da Construção Civil. Se o valor calculado for igual ou superior a 70% do recolhimento a certidão negativa será fornecida. No caso de valores inferiores, a parte interessada, pode recorrer junto a fiscalização com a demonstração da contabilidade da obra ou optar pôr pagar a diferença do cálculo estabelecido pelo INSS. O prazo de validade da CND será de 90 (noventa dias contados a partir data de sua emissão. O seu pedido deverá ser feito pela Internet, nas agências da previdência social ou através do previfone, com fornecimento pelo próprio interessado, do numero de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, CPF (Cadastro de Pessoa Física ou CEI da referida obra. Será necessária a solicitação da sua baixa (cancelamento junto ao INSS, para que não haja problemas no futuro AVERBAÇÃO DA CONSTRUÇÃO Após a emissão do alvará de habite-se pode-se averbar a construção no cartório de registro de imóveis. O interessado deverá apresentar o título a ser registrado ou averbado ao cartório competente, de acordo com a localização do imóvel. O cartório emitirá o DAJ (Documento de Arrecadação Judiciária com o valor das custas correspondentes ao registro. O prazo para entrega do respectivo registro estará definido na guia de protocolo. Após o registro, o cartório poderá fornecer as seguintes certidões: positiva ou negativa de propriedade; positiva de 9

11 propriedade, com negativa ou positiva de ônus, de cadeia sucessória ou vintenária ou de inteiro teor ESCRITURA O proprietário deverá lavrar sua escritura de valor declarado (compra e venda para validar sua propriedade; para isso deverá providenciar os seguintes documentos: qualificação das partes (CPF, identidade, dados pessoais ou promessa de compra e venda entre as partes; certidão de quitação do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano; certidão do distribuidor do foro (em nome do vendedor; certidão da justiça federal (em nome do vendedor; certidão da justiça do trabalho (em nome do vendedor; declaração do síndico (com firma reconhecida que o condomínio está quitado; guia do ITIV (Imposto de Transmissão Intervivos. A escritura pronta deverá ser registrada no cartório de registro de imóveis no qual está inscrito, passando a ter validade como documento LIGAÇÕES DEFINITIVAS Quando da solicitação do alvará de habite-se, o construtor deverá estar com todas as ligações definitivas estabelecidas pelos serviços públicos. A ligação definitiva de energia é solicitada por telefone ou carta protocolada contendo os dados da obra. A concessionária realizará vistoria para verificar se o projeto que ela aprovou no início da obra está conforme. Não havendo problemas e a depender do caso, ela ativa as unidades individualmente. Na utilização das áreas comuns, a ligação será em nome da construtora, pois no período de ligação definitiva o condomínio ainda não estará estabelecido. A concessionária emitirá carta de liberação para ser entregue quando da entrada da solicitação do alvará de habite-se. Os nomes dos proprietários das unidades deverão ser informados à concessionária para facilitar as ligações definitivas individuais, que só serão feitas após a entrega do imóvel para cada proprietário. A concessionária de telefonia, após solicitação do construtor, pode ser feita por telefone ou por documento protocolado, contendo os dados da obra. Deverá ser 10

12 realizada vistoria para verificar se há conformidade com o projeto aprovado no início da obra, verificando na caixa de entrada se há uma tabela com identificação dos pares de linhas telefônicas e suas respectivas unidades. Ela expede carta de liberação para o alvará de habite-se. Cada proprietário solicita, conforme capacidade de projeto, a ligação de linha telefônica, que também só poderá ser realizada após a entrega do imóvel. A interligação das instalações hidráulicas do imóvel à rede pública de abastecimento, assim como a conexão da rede interna de esgoto do imóvel ao coletor público de esgoto, será estabelecida após solicitação do construtor, podendo ser por telefone ou por carta protocolada pela concessionária; dentro do período interno da empresa, ela realiza vistoria técnica ao empreendimento para verificação de não conformidade com o projeto aprovado pela mesma. Estando tudo de acordo com o projeto, a concessionária emite sua carta de liberação para o alvará de habite-se. Todas as cartas de liberação das concessionárias de serviços públicos serão parte integrante da documentação exigida pela Prefeitura Municipal para obtenção do Alvará de Habite-se CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO Nos empreendimentos residenciais outros documentos deverão ser providenciados; um deles é a convenção de condomínio, que previamente já foi registrada em forma de minuta no registro de incorporação do empreendimento. A convenção é o contrato social do condomínio, está prevista no código Civil, é obrigatória a sua existência para estabelecer um condomínio (art o assim como a elaboração do regulamento interno, que faz parte integrante da convenção. Para tornar-se legal deverá ser aprovada por no mínimo 2/3 dos representantes que compõem o condomínio e deverá ser registrada no cartório de registro de imóveis. A convenção determinará: a cota proporcional e o modo de pagamento das contribuições dos condôminos para atender as despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio; sua forma de administração; a competência das assembléias, forma de sua convenção e quorum exigidos para as deliberações. 11

13 4.1.7 QUADRO DE DOCUMENTOS CERTIDÃO/ ALVARÁ DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PRAZO VALIDADE Habite-se - Petição comunicando a conclusão - Cópia do alvará de licença - Certidão negativa do IPTU - Escritura registrada do terreno - Anuência de serviços públicos (água, esgoto, luz e telefone - Pagamento das Taxas IPTU - Número da inscrição do terreno - Comprovante de pagamento dos últimos 05 anos. - Pagamento da solicitação. CND INSS - CPF ou CNPJ do solicitante. - Numero do CEI da obra. - DISO - Formulário de declaração e informação sobre a obra em 2 vias. - Apresentação das guias GPS. - Apresentação das guias de recolhimento do FGTS e informações a previdência social. AVERBAÇÃO - Requerimento constando o número da matrícula no cartório. - Alvará de Habite-se. - CND do INSS. ESCRITURA - Qualificação das partes (CPF, dados pessoais ou promessa de compra e venda. - Certidão de quitação do IPTU. - Certidão do distribuidor do 20 dias N/A 10 dias N/A 10 dias Úteis 90 dias 05 dias Indeterminado 05 dias indeterminado 12

14 ITIV foro (em nome do vendedor. - Certidão da justiça do Trabalho - Declaração de quitação do síndico (com firma reconhecida. - Guia do ITIV Imposto de transmissão intervivos. - No caso de terrenos foreiros, paga-se laudêmio. - 3 vias assinadas pelas partes e cartório. - Promessa de compra e venda ou qualificação das partes. 03 dias N/A DEFINITIVA DE ENERGIA DEFINITIVA DE ÁGUA DEFINITIVA DE TELEFONE - Solicitação contendo os dados da obra. - Conta de energia da ligação provisória. - A ligação definitiva quando em casos especiais necessita de ampliação ou modificação de rede requer um prazo maior para execução. - Solicitação contendo os dados da obra. - Conta de água da ligação existente no local. - Pode haver necessidade de ampliação de rede, em casos especiais. - Solicitação contendo os dados da obra. 30 dias ou mais 15 dias ou mais N/A N/A 15 dias N/A 13

15 4.1.8 MINUTA DE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO (ANEXO 1 Um modelo de Minuta de Contrato pode ser visto no anexo 1 deste roteiro. 4.2 CLIENTE INDIRETO Podem ocorrer dois tipos de Clientes Indiretos, que são os Clientes Indiretos Externos e os Clientes Indiretos Internos. Os Clientes Indiretos Externos são aqueles que estão atrelados em relação direta com o contratante dos serviços. Podemos citar como exemplo Obras Públicas financiadas e/ou contratadas por agente do governo (CEF Caixa Econômica Federal que contratam as construtoras para a realização da obra e depois administram os seus clientes finais ( Ex.: Arrendatários do PAR - Plano de Arrendamento Residencial, gerido pela CEF ; esse arrendatário seria para a construtora o Cliente Indireto Externo, pois haverá a relação de Assistência Técnica no pós-entrega da obra entre a construtora e o arrendatário através do agente financiador do Governo, essa mesma relação se aplica a obra públicas tipo Hospitais, Parques, etc. Vamos nos concentrar nos Clientes Indiretos Internos, que seriam na verdade os Diretores e Acionistas da empresa. Para esta análise é preciso primeiro criar as ferramentas de controle dos empreendimentos, para que assim possam ser acompanhados os resultados financeiros das obras, gerar estratégias de Marketing promocional (vendas, financiamentos, facilidades, etc. para o antes e depois da obra, visando novos lançamentos, sem esquecer é claro do nível de qualidade de execução da obra. Todo processo passa pelo Planejamento Inicial, onde serão definidas todas as regras e especificações da obra, objetivos, métodos, cronogramas, equipes e responsabilidades. Desse plano maior podemos extrair algumas ferramentas que podem ajudar no controle e acompanhamento de qualidade, prazo e resultado financeiro, respectivamente o SAR - Sistema de Avaliação de Qualidade (ANEXO 02, Curva "S" (ANEXO 03 e Balancete Mensal (ANEXO 04, com os indicadores gerados a partir daí os diretores / acionistas poderão tomar atitudes gerencias com 14

16 maior rapidez e menos risco, evitando possíveis prejuízos e/ou aumentando lucros. Outro ponto de influência que esses indicadores podem exercer está na consolidação da marca da empresa no mercado imobiliário, visto que quanto mais eficaz o obra se torna através de seus controles e medidas, mais clientes finais satisfeitos serão atraídos. 4.3 DESMOBILIZAÇÃO Para retratar esse assunto devemos lembrar que a Desmobilização de um Empreendimento começa antes mesmo da limpeza do terreno, pois deverá fazer parte do Planejamento Executivo da obra. Dentro desse Planejamento Executivo elaboramos um Plano de Qualidade ( ANEXO 05 onde relatamos as diretrizes gerais e as definições de responsabilidades. Existem alguns tipos de desmobilização que podem ser considerados como parte integrante das obras, mais vamos nos ater aqui a três tipos deles : 1- Desmobilização de Materiais para Bota-Fora (Entulhos. 2- Desmobilização de Materiais Não Usados e / ou Reutilizáveis. 3- Desmobilização de Equipamentos. No Item 1 (ANEXO 5 ITEM 8.6, os entulhos gerados no canteiro de obras devem atender as exigências das Legislação Local, bem como as normas de segurança para acondicionamento e remoção dos diversos materiais, segundo a Norma Regulamentadora NR-18 (Norma Regulamentadora nº 18 sobre as Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção no item de número Ordem e, onde esse tema é abordado nos sub-itens de a No Item 2, estão aí relacionados todos os materiais considerados "sobras" e que podem ainda ser utilizados, por exemplo temos o material de pintura, fios e cabos de redes provisórias, madeiramento dos barracões e silos, telhas, entre outros 15

17 e também estão os materiais que não chegaram a ser utilizados, tais como PVC, argamassas industrializadas, pisos, etc. Para esses grupos de materiais há uma destinação específica, que na maioria dos casos vistos nas empresas é feito através de negociação interna entre os responsáveis diretos das obras sob supervisão em alguns casos da diretoria ou conduzidos a um local pré-determinado para estocagem e futura reutilização. No item 03, os equipamentos podem ser classificados em próprios e não próprios no caso de aluguéis, com a desmobilização definida muitas vezes através do cronograma físico da obra (Ex: Gruas, Torres Hércules, etc.. Todos os materiais e equipamentos do barracão de escritórios, tais como computadores, aparelhos de ar condicionado, Fax, movelaria, instalações especiais e outros, terão o mesmo tratamento dado no item 2, negociação e/ou guarda para futura utilização. Essas medidas quando aplicadas nas empresas e com o tempo se tornem filosofia na gestão dos materiais, visam auxiliar os responsáveis pela obra (engenheiros, equipes, diretores, no pós-entrega das obras evitando passivos financeiros (alugueis ou situações desagradáveis com o cliente final, pois o que ocorre com grande facilidade nos canteiros de obra é a improvisação no trato dos diversos materiais que entram e saem, como os restos de equipamentos danificados que são guardados e os entulhos em áreas ditas "perdidas" nas garagens, ou terrenos baldios vizinhos, que podem vir acarretar multas, custo para retirada com a obra pronta e consequentemente insatisfação do Cliente. 4.4 ENTREGA DA OBRA Neste item são abordados assuntos referentes a explicações e procedimentos para entrega da obra propriamente dita QUESTÕES OPERACIONAIS - CLIENTE DIRETO UNIDADES AUTÔNOMAS Os Clientes diretos podem ser devido a obras públicas ou particulares. 16

18 OBRA PARTICULAR As obras particulares podem ser divididas de maneira simplificada em obras de Incorporação e obras em Regime de Condomínio. a. OBRAS POR INCORPORAÇÃO A entrega da unidade de uma obra de incorporação é a finalização de uma sequência de serviços efetuadas durante o prazo da edificação; foi separada a entrega em dois tipos: - entrega técnica; - entrega oficial das chaves; Segundo informações coletadas em algumas empresas o procedimento para a dita entrega técnica requer que todos os serviços estejam completamente executados e de acordo com o padrão de qualidade e especificações definidos pela construtora no seu Plano de Qualidade (ANEXO 5, esses serviços executados deverão estar "pagos", ou seja não deve haver nenhum tipo de pendência física / financeira na sua execução. Para verificar esta situação, começou-se com a aferição dos serviços (medição executados que devem obedecer rigorosamente o que está definido na instrução de serviço constante no manual de qualidade da empresa e no plano de qualidade da obra (ANEXO 5, independentemente de a empresa trabalhar com mão de obra terceirizada ou do seu próprio quadro de operários, essa aferição no campo é de vital importância para o acompanhamento dos serviços, sua qualidade e o cumprimento de metas e prazos. Estando com todos os serviços prontos, em um prazo determinado pela gerencia da obra, inicia-se a vistoria interna. A vistoria interna, que também faz parte do plano de qualidade da obra, contém a relação de todos os cômodos da unidade e também dos serviços executados nos mesmos, com a pergunta conforme ou não conforme e um espaço para colocar algum tipo de observação (ANEXO 6, feita esta vistoria, este documento retorna para a equipe de produção para fazer as correções necessárias juntos aos responsáveis pela unidade. Feitas as correções, o documento volta para 17

19 o vistoriador para última verificação, e se tudo estiver atendido a contento, dá como pronta a unidade. O próximo passo é convidar o proprietário para receber a unidade, para isto existe outro documento específico que deverá ser preenchido e assinado durante a visita do proprietário (ANEXO 7. No caso da existência de alguma não conformidade relatada na vistoria, será feita a correção e remarcada outra visita para efetuar a segunda vistoria e assim até a entrega técnica da unidade. Os serviços relatados na vistoria com o cliente serão corrigidos desde que as solicitações sejam procedentes e dentro do padrão de qualidade especificado para a obra. Feita a entrega técnica ao cliente, que assina um documento aceitando a unidade (ANEXO 8, enviamos todas as chaves do imóvel ao setor de incorporação da empresa, que convida o proprietário para fazer a entrega oficial. A entrega oficial das chaves, feita pelo setor de incorporação da empresa somente acontece após a entrega técnica. Para se proceder a entrega oficial é necessário que o cliente esteja rigorosamente em dia com as obrigações financeiras frente a empresa, e assinar os documentos necessários para este fim. b. OBRA EM REGIME DE CONDOMÍNIO A entrega das unidades de uma obra de condomínio segue as mesmas sequências de procedimentos utilizadas para uma obra de incorporação; as únicas diferenças são: - Quem faz as vistorias internas das unidades é o engenheiro fiscal contratado diretamente pelos condôminos ao longo da execução da obra. - A entrega definitiva das chaves é feita imediatamente a aceitação na vistoria com o cliente, desde que o mesmo esteja adinplente com suas obrigações financeiras, frente o condomínio, fato que é checado pela própria administração da obra. 18

20 OBRA PÚBLICA Neste tipo de obra existem as vistorias internas durante o decorrer da obra feita por um fiscal residente ou que acompanha a obra com visitas periódicas, solicitando a correção de todos os serviços não conformes. Isso se dá através de formulário especifico que pode sofrer variações de orgão para orgão fiscalizador. Após a conclusão dos serviços da obra, constante no escopo do contrato, o fiscal dá como finalizada a obra, passando assim ao orgão contratante para fornecer a construtora o documento de recebimento da obra CLIENTE DIRETO - ÁREAS COMUNS Os procedimentos adotados para a entrega das áreas comuns dos empreendimentos são basicamente os mesmos que contemplam as unidades autônomas. Nas obras particulares tanto de Incorporação como de Condomínio, as empresas construtoras estimulam a formação de uma comissão de proprietários com ou sem o engenheiro fiscal contratado (no caso de condomínio, para que após todo o processo de vistorias internas feitas pela construtora, essa comissão, em data combinada venha executar sua vistoria nas diversas áreas e equipamentos. Pode-se citar que é uma prática comum em quase todas as construtoras, cada qual com seus formulários e procedimentos na hora da vistoria, mas vale aqui ressaltar alguns itens que são indispensáveis para atender a entrega destas áreas. A comissão deve ser orientada no formulário a verificar alguns itens e documentos que a maioria das pessoas leigas em construção desconhecem; como exemplo podemos citar: 1- Check List de equipamentos hidráulicos, elétricos e telefônicos. 2- Check List de Redes em Funcionamento (Água, Esgoto e Pluvial 19

21 3- Manual de uso e manutenção de equipamentos para ser entregue ao síndico (piscina, bar, salão de festas, ginástica, jogos, quadra de esportes, sauna, etc.. 4- As Built dos projetos executados. O mesmo se aplica para as áreas comuns das obras públicas. A entrega de obra é parte integrante do planejamento e processo de projeto de um empreendimento imobiliário e necessita de especial atenção desde o início do empreendimento. Os termos de garantia e manual do proprietário são entregues no ato do recebimento do imóvel. Deverão constar nesses documentos informações, sobre prazos de garantia e manutenções preventivas necessárias de itens de serviços e materiais, relativas à unidade autônoma e às áreas comuns. Após serem feitas as vistorias internas pela empresa e no momento em que for terminada a obra, será feita a vistoria da área comum com o cliente externo (síndico e/ou seus representantes, utilizando-se o Termo de Vistoria das Áreas Comuns verificando se as especificações constantes no memorial descritivo foram atendidas, e se há vícios aparentes de construção. Também serão testados as instalações e equipamentos constantes na obra. Dessa forma será feito o recebimento por parte do cliente apontando pontos de pendências a serem reparadas pelo construtor, caso houver vícios, para sua aceitação. Nesse momento, será entregue ao síndico, a versão definitiva do Manual de Áreas Comuns com a indicação dos principais fornecedores, com relação de projetos, as built e relação de documentos, objetivando especificar a correta utilização e a manutenção das áreas comuns de acordo com os sistemas construtivos e materiais empregados, esclarecendo quanto aos riscos de perda de garantia devido ao mau uso pela falta de conservação e manutenção preventiva adequadas. Para que a manutenção preventiva obtenha os resultados esperados de conservação, objetivando o prolongamento da vida útil do imóvel, deve ser elaborado um programa de manutenção preventiva baseados na norma NBR 5674 Manutenção de Edificações e nas informações contidas no Manual do Proprietário e no Manual das Áreas Comuns onde as atividades e recursos são planejados e executados de acordo com as especificações e peculiaridades de cada 20

Sumario. 1. Contrato 1.1 Assinatura 1.2 Recebimento 1.3 Cessão de Direitos Transferência 1.4 Distrato Reincidir

Sumario. 1. Contrato 1.1 Assinatura 1.2 Recebimento 1.3 Cessão de Direitos Transferência 1.4 Distrato Reincidir CARTILHA DO CLIENTE 1. Contrato 1.1 Assinatura 1.2 Recebimento 1.3 Cessão de Direitos Transferência 1.4 Distrato Reincidir Sumario 2. Planta e Acabamento 2.1 Opções de planta 2.2 Opções de Kit de Acabamento

Leia mais

ARTILHA DO SÍNDICO CARTILHA DO SÍNDICO

ARTILHA DO SÍNDICO CARTILHA DO SÍNDICO ARTILHA DO SÍNDICO CARTILHA DO SÍNDICO 1. Função do Síndico O síndico é aquele eleito pelos condôminos, por um período de até dois anos, para administrar e representar o condomínio, seja judicialmente

Leia mais

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos.

Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum dos condôminos. Lei do Condomínio 10.406/2002 CAPÍTULO VII Do Condomínio Edilício Seção I Disposições Gerais Art. 1.331. Pode haver, em edificações, partes que são propriedade exclusiva, e partes que são propriedade comum

Leia mais

MANUAL DO COMPRADOR DE IMÓVEIS INFORMAÇÕES BÁSICAS AO COMPRADOR DE IMÓVEL

MANUAL DO COMPRADOR DE IMÓVEIS INFORMAÇÕES BÁSICAS AO COMPRADOR DE IMÓVEL MANUAL DO COMPRADOR DE IMÓVEIS INFORMAÇÕES BÁSICAS AO COMPRADOR DE IMÓVEL Este manual foi produzido com o objetivo de oferecer informações básicas sobre negócio imobiliário ao interessado na compra de

Leia mais

Condomínio Via Bella Residence Service. Atribuições 1. CONSELHO FISCAL 2. SÍNDICO

Condomínio Via Bella Residence Service. Atribuições 1. CONSELHO FISCAL 2. SÍNDICO Atribuições 1. CONSELHO FISCAL Pode - Auditar e fiscalizar as contas do condomínio. - Alertar o síndico sobre eventuais irregularidades. - Dar pareceres, aprovando ou reprovando as contas do síndico. Esses

Leia mais

a) BLOCO A : MINUTA DE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO Os apartamentos do Bloco A conterão: 2 dormitórios cada, sendo um suíte, W.C.

a) BLOCO A : MINUTA DE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO Os apartamentos do Bloco A conterão: 2 dormitórios cada, sendo um suíte, W.C. a) BLOCO A : MINUTA DE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO Os apartamentos do Bloco A conterão: 2 dormitórios cada, sendo um suíte, W.C. social, área de serviço, cozinha, sala de estar e varanda. CAPÍTULO I DO EMPREENDIMENTO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MARIA MADALENA Rua Beija-flor, 103 Bombas Bombinhas/SC.

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MARIA MADALENA Rua Beija-flor, 103 Bombas Bombinhas/SC. ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO CAPÍTULO I Do nome, da Sede, Duração e Objetivo. Art. 1º A Associação de Moradores do Condomínio Residencial Maria Madalena, é uma associação sem fins

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

CURSO ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIO ESTUDO DIRIGIDO DA LEGISLAÇÃO E QUESTÕES PRÁTICAS

CURSO ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIO ESTUDO DIRIGIDO DA LEGISLAÇÃO E QUESTÕES PRÁTICAS CURSO ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIO ESTUDO DIRIGIDO DA LEGISLAÇÃO E QUESTÕES PRÁTICAS Público alvo: síndicos, condôminos, administradores de condomínio, gerentes de condomínio, advogados e quaisquer pessoas

Leia mais

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 25-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 01-08-2002,

Leia mais

Parabéns! Agora que a sua cota já está contemplada e você já recebeu sua CARTA DE CRÉDITO, você poderá concretizar o seu projeto.

Parabéns! Agora que a sua cota já está contemplada e você já recebeu sua CARTA DE CRÉDITO, você poderá concretizar o seu projeto. Orientações para aquisição de Bens Imóveis Parabéns! Agora que a sua cota já está contemplada e você já recebeu sua CARTA DE CRÉDITO, você poderá concretizar o seu projeto. Lembrando que a análise do seu

Leia mais

GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS. FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC

GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS. FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO CEARÁ CRC-CE CE GESTÃO CONTÁBIL PARA CONDOMÍNIOS FACILITADOR: José Martins Castelo Neto Contador CRC/CE nº. 19.235 Mestrando em Controladoria - UFC FORTALEZA-CE

Leia mais

Bradesco Administradora de Consórcios Ltda.

Bradesco Administradora de Consórcios Ltda. Prezado(a) Consorciado(a), Para melhor atendê-lo, elaboramos este Guia Prático de Contratação de Imóvel destacando as modalidades de aquisição, fases do processo, documentos necessários, emissão e registro

Leia mais

ESTATUTO ELEITORAL INTERNO

ESTATUTO ELEITORAL INTERNO ESTATUTO ELEITORAL INTERNO Disciplina e regulamenta o processo eleitoral interno do Condomínio Parque Saint Germain para composição de sua administração composta pelo síndico e demais conselheiros e dá

Leia mais

MANUAL DE ATENDIMENTO AO CLIENTE

MANUAL DE ATENDIMENTO AO CLIENTE MANUAL DE ATENDIMENTO AO CLIENTE LOTEAMENTO GOLF GARDENS 1 INTRODUÇÃO VOCÊ É NOSSO CLIENTE ESPECIAL. Na parceria estabelecida entre as três empresas, caberá a CONSURB o relacionamento com os clientes.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano

PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano PREFEITURA MUNICIPAL DE GRAVATÁ Secretaria de Planejamento e Orçamento Secretaria Executiva de Planejamento Urbano 2014 CONCEITOS GERAIS DOS SERVIÇOS E Lei nº 3401/06 ( Plano Diretor), Lei nº 3420/07 (Código

Leia mais

c)praticar os atos que lhe atribuírem as leis, a convenção e o regimento interno;

c)praticar os atos que lhe atribuírem as leis, a convenção e o regimento interno; 3) CONTRATO: SÍNDICO PESSOA JURÍDICA Ser síndico de um condomínio requer compromisso, conhecimento das leis vigentes e disponibilidade de tempo, e é por isso, que nossa empresa é capacitada a assumir as

Leia mais

NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS

NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS NORMA DE PRÉ - QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NO PORTO DE ILHÉUS APROVADA NA REUNIÃO REALIZADA EM 18/02/2011, DO CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS. SUMÁRIO 1. Objetivo... 3 2. Âmbito

Leia mais

U N I R P A R A F O R T A L E C E R REGIMENTO INTERNO

U N I R P A R A F O R T A L E C E R REGIMENTO INTERNO Artigo 1 - A Associação de Reflorestadores do Estado de Mato Grosso AREFLORESTA-MT, reger-se-á pelo seu ESTATUTO e por este REGIMENTO INTERNO. Finalidade Artigo 2 - O presente Regimento Interno tem por

Leia mais

ESCRITURA DE COMPRA E VENDA

ESCRITURA DE COMPRA E VENDA RGI N: ESCRITURA DE COMPRA E VENDA VENDEDOR: COMPRADORA: IMÓVEL: VALOR DA VENDA E COMPRA: R$ VALOR VENAL DE REFERÊNCIA: R$ INSCRIÇÃO CADASTRAL: S A I B A M quantos esta pública escritura virem aos ----

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA DE BEM IMÓVEL

INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA DE BEM IMÓVEL INSTRUMENTO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA DE BEM IMÓVEL Por meio deste instrumento de contrato particular pelo qual: De um lado NOME PROPRIETÁRIO(OS), brasileiro, comerciário, solteiro, RG SSP/SP, CPF,

Leia mais

Cartilha Entrega de Chaves

Cartilha Entrega de Chaves Cartilha Entrega de Chaves Plano Associativo Você que optou pelo Plano de Financiamento Associativo irá percorrer o seguinte caminho até receber suas chaves: Aquisição do Imóvel com o Banco Pagamento de

Leia mais

Incorporação Imobiliária

Incorporação Imobiliária Incorporação Imobiliária Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 Incorporação Imobiliária Incorporação imobiliária é a atividade exercida pela pessoa física ou jurídica, empresário ou não que se compromete

Leia mais

Ao Conselho Deliberativo, como órgão que estabelece as diretrizes de atuação da ASBERGS competem:

Ao Conselho Deliberativo, como órgão que estabelece as diretrizes de atuação da ASBERGS competem: Regimento Interno Objeto Composição e Competência Presidência Reuniões Ordem dos Trabalhos Disposições Gerais Capítulo I Objeto Art. 1.º - Em cumprimento ao Estatuto Social da Associação dos Funcionários

Leia mais

Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação!

Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação! Prezado (a) Consorciado (a), Parabéns pela contemplação! Para realizar sua contemplação providenciar a documentação solicitada abaixo e levar até uma loja do Magazine Luiza ou representação autorizada

Leia mais

NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU

NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU NORMA DE PRÉ-QUALIFICAÇÃO PARA OPERADOR PORTUÁRIO NOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU SALVADOR BA APROVADA NA REUNIÃO DE 16/02/2006 S U M Á R I O 1 - Objetivo 2 - Âmbito de aplicação 3 - Competências 4 - Definições

Leia mais

1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1

1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1 1. COMPRA E VENDA OBJETO DE DIREITO CIVIL 1 1.1 COMPROMISSO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA (Modelo 1) Pelo presente instrumento particular, entre partes, como promitentes vendedores, doravante denominados

Leia mais

Prefeitura de José Bonifácio SP

Prefeitura de José Bonifácio SP Fls. 020 LEI n. 3781/2015. DISPÕE SOBRE O PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE JOSÉ BONIFÁCIO - PRODE - JB, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. AUTOR DO PROJETO DE LEI: PODER EXECUTIVO Dr. EDMILSON PEREIRA ALVES,

Leia mais

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o 5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS AVENÇAS PARTES CONTRATANTES COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o n.... e no RG sob o n...., residente

Leia mais

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, Faço saber que a Câmara Legislativa do Distrito Federal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO LEI COMPLEMENTAR Nº (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre loteamento fechado e alienação de lotes ou parcelas de terras públicas no território do Distrito Federal e dá outras providências.

Leia mais

TIRE SUAS DÚVIDAS AQUI:

TIRE SUAS DÚVIDAS AQUI: TIRE SUAS DÚVIDAS AQUI: 1. O que é Convenção de Condomínio? É o conjunto de normas que regem o condomínio. São elaboradas por escrito e registrada no cartório de registros de imóveis para que tenha validade

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA

MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA 1 PROJETO Nº 013/2014 Solicitação: MEMORIAL DESCRITIVO Tipo da Obra: PINTURA MURETA, POSTES, BRINQUEDOS DO PARQUE INFANTIL E TROCA PISO SALAS DE AULA Reforma: local indicado em planta Local: EMEI CRIANÇA

Leia mais

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS Uma análise sob a ótica contratual LEI ESPECIAL LEI Nº. 4.591, de 16 de dezembro de 1964 (com alterações da Lei nº. 10.931/04) Dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes

FAQ Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes Índice 01. Incorporação Imobiliária...3 02. Contrato...4 03. Pagamento e Boletos...5 04. Financiamento...6 05. Distrato e Transferência...8 06. Documentações...9 07. Instalação

Leia mais

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos

CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos CAPÍTULO VI - Do Condomínio Geral Seção I - Do Condomínio Voluntário Subseção I - Dos Direitos e Deveres dos Condôminos Art. 1.314. Cada condômino pode usar da coisa conforme sua destinação, sobre ela

Leia mais

GUIA DO COMPRADOR. Rua Irineu Ferlin, 301 Marau RS Fone (54) 3342 3448 www.marodimimoveis.com.br. Pag 1

GUIA DO COMPRADOR. Rua Irineu Ferlin, 301 Marau RS Fone (54) 3342 3448 www.marodimimoveis.com.br. Pag 1 Pag 1 CRECI J 23 004 Rua Irineu Ferlin, 301 Marau RS Fone (54) 3342 3448 www.marodimimoveis.com.br 1 - QUAL A VANTAGEM DE SE COMPRAR UM IMÓVEL NO SEU LANÇAMENTO? 2 - O QUE SIGNIFICA COMPRAR UM IMÓVEL NA

Leia mais

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput).

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput). MODELO DE ESTATUTO DE FUNDAÇÃO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Fundação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos 1, com autonomia administrativa

Leia mais

160945 Agrupamento de Escolas de Esgueira ÍNDICE

160945 Agrupamento de Escolas de Esgueira ÍNDICE ÍNDICE Artigo 1.... 4 Finalidades... 4 Artigo 2.... 4 Composição... 4 Artigo 3.... 4 Competências do Conselho Geral... 4 Artigo 4º... 5 Duração do Mandato... 5 Artigo 5º... 5 Perda do Mandato... 5 Artigo

Leia mais

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras No ano de 2012 o Londrina Country Club atualizou o plano de contas de sua demonstração de resultado. O objetivo é atualizar a nomenclatura das contas permitindo

Leia mais

DICAS PARA CONDÔMINOS

DICAS PARA CONDÔMINOS DICAS PARA CONDÔMINOS Área Privativa: É a unidade de cada proprietário incluindo a vaga de garagem. Áreas Comuns: São utilizadas por todos os moradores, como playground, jardins, elevadores, corredores,

Leia mais

O Feirão DA SUA CASA.

O Feirão DA SUA CASA. O Feirão DA SUA CASA. Tudo o que você queria saber sobre o financiamento da CAIXA para comprar, construir ou reformar sua casa. E tudo sobre o Programa Minha Casa Minha Vida para quem ganha até R$ 4.900,00.

Leia mais

Manual da Construção. Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico

Manual da Construção. Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Manual da Construção Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico APRESENTAÇÃO A presente cartilha é uma contribuição da Prefeitura Municipal de Viana, através da Secretaria de Planejamento

Leia mais

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO Art. 1 o. Sob a denominação APA de Jaboticabal - Associação Protetora dos Animais de Jaboticabal - fica fundada nesta cidade, onde terá sua sede,

Leia mais

EDITAL DE LICITAÇÃO. C o n d o m í n i o Ouro Vermelho. Brasília, 15 de setembro de 2010.

EDITAL DE LICITAÇÃO. C o n d o m í n i o Ouro Vermelho. Brasília, 15 de setembro de 2010. Brasília, 15 de setembro de 2010. EDITAL DE LICITAÇÃO ALIENAÇÃO DE IMÓVEL NA MODALIDADE CONCORRÊNCIA PÚBLICA POR VENDA DIRETA CONCORRÊNCIA No 01 / 2010 TIPO: Maior Oferta para pagamento de igual ou maior

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO II

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - AMMAR CAPÍTULO II ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃQ, SEDE, OBJETIVOS E DURAÇÃO Art.1 - Sob a denominação de AMMAR - Associação dos Moradores da Marina Porto

Leia mais

EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. ESTATUTO SOCIAL

EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. ESTATUTO SOCIAL EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I Denominação, Sede, Prazo e Objeto Artigo 1º EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. é uma sociedade por ações regida pelo presente Estatuto Social e pelas disposições

Leia mais

Guia Rápido do Cliente

Guia Rápido do Cliente Guia Rápido do Cliente Seja bem-vindo! Está chegando a hora de viver a vida em Alphaville. Para nós, é um grande prazer recebê-lo e poder compartilhar esse momento de realização com você. Nesse Guia Rápido,

Leia mais

LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010

LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010 LEI Nº 382/2010 DE 05 DE JULHO DE 2010 Disposição sobre a consignação em folha de pagamento O MUNICÍPIO DE BOA ESPERANÇA faz saber que a CÂMARA MUNICIPAL DE BOA ESPERANÇA decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo

Leia mais

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia

Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Instrução Normativa 004 de 16 de maio de 2005 da Bahia Publicado no D.O.E. de 17 de maio de 2005. Orienta os órgãos da Administração Pública do Poder Executivo Estadual, quanto à incorporação de imóveis

Leia mais

Deliberação da Indicação de Administração Condominial da Mérito Consultoria de Imóveis S.C. Ltda

Deliberação da Indicação de Administração Condominial da Mérito Consultoria de Imóveis S.C. Ltda Apresentação Institucional da Construtora Tarjab e da Incorporadora Meritor; Apresentação Geral do Empreendimento; Informações sobre o status do Processo de Vistoria das Unidades e Área Comum; Deliberação

Leia mais

MANUAL DO CONDÔMINO. O edital de convocação deve indicar com clareza os assuntos a serem debatidos, a data, horário e local.

MANUAL DO CONDÔMINO. O edital de convocação deve indicar com clareza os assuntos a serem debatidos, a data, horário e local. MANUAL DO CONDÔMINO REGULAMENTO INTERNO Cada prédio possui as suas próprias necessidades e, por isso, tanto a convenção como o regulamento interno devem ser redigidos especialmente para a edificação em

Leia mais

EVENTO. Centro de Educação Tecnológica

EVENTO. Centro de Educação Tecnológica EVENTO Centro de Educação Tecnológica Nossa Atuação Palestra: Os Direitos e os Deveres dos Locatários dentro da Sociedade Condominial Professor: Dr. Rudnei Maciel Conteúdo 1) Diferenças conceituais entre

Leia mais

manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras

manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras manual DE uso, OPERAÇÃO E manutenção DAS EDIFICAÇõES Orientações para Construtoras e Incorporadoras O U T U B R O/2013 CENÁRIO fotografi a: Erivelton Viana A Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO VILLAGIO I DA DENOMINAÇÃO

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO VILLAGIO I DA DENOMINAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PROPRIETÁRIOS DO LOTEAMENTO VILLAGIO I DA DENOMINAÇÃO Art. 1º - A Associação dos Moradores e Proprietários do Loteamento VILLAGIO I, com o nome de fantasia ASSOCIAÇÃO

Leia mais

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Estatuto da Associação de Pais e Professores do CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO LEI Nº 1552, DE 18 DE AGOSTO DE 2011. Disciplina a dação em pagamento de obras, serviços e bem móvel como forma de extinção da obrigação tributária no Município de Codó, prevista no inciso XI do artigo

Leia mais

MEMORIAL DE INCORPORAÇÃO

MEMORIAL DE INCORPORAÇÃO MEMORIAL DE INCORPORAÇÃO (Art 2º do Decreto 55.815, de 8 / 3 / 65) 1. Localização e Identificação Um terreno situado na Rua Maestro Lisboa s/n, Urucunema - Eusébio, e que é objeto da matrícula nº 623,

Leia mais

ESCLARECIMENTO: O modelo de CARTA a seguir é uma SUGESTÃO, cuja aplicabilidade deverá ser avaliada pelo Internauta.

ESCLARECIMENTO: O modelo de CARTA a seguir é uma SUGESTÃO, cuja aplicabilidade deverá ser avaliada pelo Internauta. ESCLARECIMENTO: O modelo de CARTA a seguir é uma SUGESTÃO, cuja aplicabilidade deverá ser avaliada pelo Internauta. CARTA PROTOCOLADA - NOTIFICAÇÃO DE CONDÔMINOS REPRESENTADOS CT. Nº. 000/20XX Cidade,

Leia mais

Atenção esta lei foi complementada pela lei federal Nº 10.406 (Novo Código Cívil).

Atenção esta lei foi complementada pela lei federal Nº 10.406 (Novo Código Cívil). Lei 4.591/1964 - Código Cívil Atenção esta lei foi complementada pela lei federal Nº 10.406 (Novo Código Cívil). LEI Nº 4.591 16 DEZEMBRO DE 1964 Título I DO CONDOMÍNIO Capítulo I DO CONDOMÍNIO Art 1.

Leia mais

Manual de Orientações de Regularização de Obra de Construção Civil de Pessoa Jurídica CND DE OBRAS

Manual de Orientações de Regularização de Obra de Construção Civil de Pessoa Jurídica CND DE OBRAS Manual de Orientações de Regularização de Obra de Construção Civil de Pessoa Jurídica CND DE OBRAS 1 2 Manual de Orientações de Regularização de Obra de Construção Civil de Pessoa Jurídica CND DE OBRAS

Leia mais

Modelo de estatuto de Associação

Modelo de estatuto de Associação Modelo de estatuto de Associação CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO DOC IV Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social

Leia mais

1 Introdução. antes de mudar

1 Introdução. antes de mudar Introdução 1 Introdução antes de mudar Recebendo as chaves do imóvel, o proprietário deverá providenciar junto as concessionárias, as ligações de alguns serviços indispensáveis ao funcionamento de sua

Leia mais

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Capítulo 1. Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1º A Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS RELACIONADOS COM A IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DAS REDES DE ENERGIA ELÉTRICA EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PERMISSIONÁRIOS DA VILA MILITAR DO BACACHERI - (APVMB) ÍNDICE. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidade...

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PERMISSIONÁRIOS DA VILA MILITAR DO BACACHERI - (APVMB) ÍNDICE. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidade... ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PERMISSIONÁRIOS DA VILA MILITAR DO BACACHERI - (APVMB) ÍNDICE CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Finalidade...02 CAPÍTULO II Dos Sócios...02 CAPÍTULO III Dos Direitos, Deveres

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL OS AMIGOS DA LANDEIRA

ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL OS AMIGOS DA LANDEIRA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL OS AMIGOS DA LANDEIRA CAPITULO I NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJETO Artigo 1º Denominação e natureza jurídica A Associação de Solidariedade Social Os Amigos da Landeira

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL

FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL FUNCASAL REGIMENTO INTERNO CONSELHO FISCAL dezembro/2008 Capítulo I Da competência do Conselho Fiscal Art. 1º Como órgão de controle interno da EFPC, compete ao Conselho Fiscal, na forma estabelecida no

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL DOC I CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social

Leia mais

MODELO DE CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL

MODELO DE CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL Sugestão de Contrato de Promessa de Compra e Venda de Imóvel MODELO DE CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL Pelo presente instrumento de promessa de compra e venda, de um lado como promitente

Leia mais

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO

REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO REGISTRO DE LOTEAMENTO / DESMEMBRAMENTO (Lei 6.766/79 alterada pela Lei 9.785/99 e Lei Estadual 7.943/2004) Lei 6.766/1979 - Art. 2º.: 1º - Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados

Leia mais

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos

Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Estatutos da Caixa Geral de Depósitos Conforme aprovado em Assembleia Geral de 22 de julho de 2011 e posterior alteração pela Deliberação Unânime por Escrito de 27 de junho de 2012. CAPÍTULO I Natureza,

Leia mais

CONTRATO DE LOCAÇÃO LOCADOR:-

CONTRATO DE LOCAÇÃO LOCADOR:- CONTRATO DE LOCAÇÃO Pelo presente instrumento, as pessoas abaixo nomeadas e qualificadas contratam a locação do bem imóvel descrito e caracterizado, adiante designado simplesmente Objeto, com a finalidade,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 153, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1967 Cria a Sociedade Beneficente da Assembléia Legislativa do Estado do Acre. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a

Leia mais

Define os procedimentos para a operacionalização do programa Carta de Crédito Municipal, nos termos da Resolução CMH n 02, de 11 de novembro de 2003.

Define os procedimentos para a operacionalização do programa Carta de Crédito Municipal, nos termos da Resolução CMH n 02, de 11 de novembro de 2003. INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2OO4/SEHAB.G Publicada em 14/09/2004, D.O.M. páginas 22 e 23. Define os procedimentos para a operacionalização do programa Carta de Crédito Municipal, nos termos da Resolução CMH

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG Companhia de Saneamento de Minas Gerais REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA MG Adequado conforme Estatuto Social aprovado pela AGE de 28/03/2011 2 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COPASA

Leia mais

ESTATUTOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO JARDIM FLORENÇA

ESTATUTOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO JARDIM FLORENÇA CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Foro, Prazo de Duração e Área de Atuação Artigo 1º - Sob a denominação de Associação de Moradores do Jardim Florença, fica constituída, nos termos da legislação em vigor,

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL Nota: Os documentos abaixo relacionados deverão ser apresentados na forma original ou por cópia autenticada em cartório. DOCUMENTOS DO COMPRADOR

Leia mais

Comprar: Deixe-se guiar!

Comprar: Deixe-se guiar! Está prestes a comprar um imóvel e tem numerosas perguntas bem legítimas. Quais as diferentes etapas e as formalidades a efetuar, antes, durante e após a compra? Siga o guia! Antes da compra Se está a

Leia mais

COMPRA SEGURA LUA NOVA

COMPRA SEGURA LUA NOVA COMPRA SEGURA LUA NOVA ALGUMAS COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE COMPRAR UM IMÓVEL SELECIONANDO UM IMÓVEL É importante levar em consideração alguns pontos na hora da escolha do seu imóvel. O primeiro,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE CAPÍTULO I

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE CAPÍTULO I CAPÍTULO I SEÇÃO I Denominação e Características Art. 1 ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE, neste estatuto denominado GTC, é uma sociedade civil, fundada em 25 de Agosto de 2013, com personalidade distinta

Leia mais

ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIOS

ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIOS ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIOS A participação das administradoras e das fornecedoras de mão de obra e serviços especializados em condomínio é, hoje em dia, um elemento essencial na administração moderna,

Leia mais

Condomínios & Associações: principais diferenças

Condomínios & Associações: principais diferenças Condomínios & Associações: principais diferenças Por Mariangela Iamondi Machado CNPJ Despersonalizado Condomínio Associação de Proprietários em Loteamentos CNPJ idêntico a de empresas Não pode adquirir

Leia mais

CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PROMITENTES VENDEDORES:

CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA. PROMITENTES VENDEDORES: <identificação dos vendedores, nome endereço cpf cgc etc> CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA PROMITENTES VENDEDORES: PROMITENTES COMPRADORES:

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO Artigo 1º - Sob a denominação de "ABEL - Associação Brasileira

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade

Leia mais

LEI Nº 3.601 DE 11 DE AGOSTO DE 2009

LEI Nº 3.601 DE 11 DE AGOSTO DE 2009 LEI Nº 3.601 DE 11 DE AGOSTO DE 2009 ALTERA dispositivos da Lei Municipal nº 3.194, de 03 de janeiro de 2006, que dispõe sobre a política habitacional de interesse social do Município, voltada para a população

Leia mais

Curso de Atualização em Instituição, Convenção de Condomínio e Incorporação Imobiliária. Diovani Santa Bárbara diovanisb@gmail.com

Curso de Atualização em Instituição, Convenção de Condomínio e Incorporação Imobiliária. Diovani Santa Bárbara diovanisb@gmail.com Curso de Atualização em Instituição, Convenção de Condomínio e Incorporação Imobiliária Diovani Santa Bárbara diovanisb@gmail.com Condomínio - definição: Dar-se-á condomínio quando a mesma coisa pertencer

Leia mais

A Convenção deve determinar o critério de divisão de despesas. Se não o fizer, o critério fica sendo o da divisão por frações ideais.

A Convenção deve determinar o critério de divisão de despesas. Se não o fizer, o critério fica sendo o da divisão por frações ideais. O que é fração ideal Significado e como é calculada Fração ideal é a parte indivisível e indeterminável das áreas comuns e de terreno, correspondente à unidade autônoma de cada condômino. Veja o que diz

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO Art. 1º - O presente Regimento tem por finalidade estabelecer normas para o funcionamento do Conselho Deliberativo da Associação Atlética Banco do Brasil São

Leia mais

CONDOMÍNIO EDIFÍCIO ATLÂNTICO SUL

CONDOMÍNIO EDIFÍCIO ATLÂNTICO SUL CONVENÇÃO CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, FINALIDADE E CONSTITUIÇÃO Art. 1º - O EDIFÍCIO ATLÂNTICO SUL, situado a Avenida Doutor Arthur Costa Filho, nº 735, Centro, na cidade de Caraguatatuba, Estado de São

Leia mais

MANUAL DO CONSTRUTOR

MANUAL DO CONSTRUTOR 1. SOLICITAÇÕES PARA INÍCIO DA OBRA 01 jogo do projeto de arquitetura aprovado; Autorização para Construção emitida pelo CONDOMÍNIO RESIDENCIAL JARDINS COIMBRA. 2. IMPLANTAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRA 2.1 Fechamento

Leia mais

SINDUSCON OESP. Presidente. Aurélio Luiz de Oliveira Júnior

SINDUSCON OESP. Presidente. Aurélio Luiz de Oliveira Júnior SINDUSCON OESP Fundado em 1991, o Sinduscon OESP é a entidade que representa a indústria da construção civil na região de Araçatuba/SP, abrangendo 42 municípios. Sua tarefa básica é representar e defender

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 850 DE 06 DE NOVEMBRO DE 2014.

LEI MUNICIPAL Nº. 850 DE 06 DE NOVEMBRO DE 2014. LEI MUNICIPAL Nº. 850 DE 06 DE NOVEMBRO DE 2014. Dispõe sobre a implementação do Distrito Industrial na localidade denominada de Ouro Branco do Sul, no Município de Itiquira/MT e estabelece normas para

Leia mais

CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL COM SEGURO FIANÇA

CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL COM SEGURO FIANÇA CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL RESIDENCIAL COM SEGURO FIANÇA Por este instrumento particular, de um lado como proprietário (a) Locador(a), o Sr.(a) (nome, qualificação, endereço e número do CPF), ora representado

Leia mais