CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

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1 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de 04 de dezembro de 1997, reger-se-á pelo presente regimento, observadas as normas e disposições fixadas em Lei. Art. 2.º- As atribuições e composição do Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa são fixadas pela Lei Municipal citada no artigo 2.º e 3.º, respectivamente. CAPÍTULO II DA PRESIDÊNCIA E VICE-PRESIDÊNCIA Art. 3.º O Conselho Municipal de Educação terá um presidente e um vice-presidente eleitos por seus pares na primeira reunião do ano, por maioria de votos e terão mandato de um ano, podendo ser reconduzido apenas uma vez. Art. 4.º Compete ao Presidente: a) convocar e presidir as reuniões Ordinárias e Extraordinárias do Conselho; b) aprovar a pauta de cada reunião e a ordem do dia, para prévio conhecimento dos demais conselheiros; c) encaminhar processos para os conselheiros ou para as comissões, designando um relator quando constituída comissão especial; d) resolver juntamente com os Conselheiros, as questões de ordem levantadas pelos mesmos, nas reuniões plenárias; e) exercer nas reuniões plenárias o direito de voto e usar o voto de qualidade no caso de empate; f) cumprir e fazer cumprir este Regimento;

2 g) elaborar anualmente o relatório do Conselho, para conhecimento e aprovação dos demais membros e encaminhamento ao Conselho Estadual de Educação e ao Poder Executivo Municipal; h) tomar as providências necessárias para o regular desempenho do Conselho; i) elaborar orçamento anual do Conselho, com aprovação dos demais membros, para encaminhar aos órgãos municipais competentes; j) representar o Conselho e delegar representações; l) manter contato quando necessário e de interesse do Conselho, junto aos órgãos municipais, solicitando as providências e recursos necessários aos serviços do mesmo. m) manter intercâmbio com os demais Conselhos Municipais de Educação; n) conceder licença de afastamento a membros do Conselho; o) exercer outras atribuições pertinentes ao cargo e compatíveis com a finalidade do Conselho. Art. 5º. - O Vice-Presidente substituirá o presidente nas suas faltas ou impedimentos. Quando a vacância de presidência ocorrer nos últimos (6) seis meses do mandato, o Vice-Presidente assumirá a presidência em caráter efetivo, até o final do mandato, elegendo-se novo Vice apenas para os meses restantes. Parágrafo único. O Vice-presidente presidirá uma das Comissões Permanentes. CAPÍTULO III SEÇÃO I DAS COMISSÕES Art. 6.º- O Conselho Municipal de Educação manterá duas Comissões Permanentes: I Comissão de Educação Infantil; II Comissão de Ensino Fundamental e Médio. Parágrafo único. Todas as tarefas executadas pelas Comissões serão sempre acompanhadas pela Presidência. Art. 7.º A Presidência pode constituir Comissões Especiais Temporárias, dentre as Permanentes que, são dissolvidas, quando concluídas as tarefas para as quais foram constituídas.

3 Art. 8.º - O relator das Comissões a que se reportam os artigos anteriores é designado pelo Presidente do Conselho Municipal de Educação, escolhido pelos seus pares. Art. 9.º Cada Comissão Especial compõe-se de no mínimo, 03 (três) membros, e a escolha do Presidente fica a cargo de cada Comissão. Art. 10 Sempre que houver necessidade ou conveniência poderão realizar-se reuniões conjuntas de até duas Comissões. Art. 11 Cada Comissão terá o controle de presença em livro próprio na Secretaria do Conselho Municipal de Educação. Art. 12 As decisões das Comissões, após assinadas pelos membros, serão sempre submetidas à deliberação do plenário, pela Presidência ou por quem deu origem a convocação. Parágrafo único. As deliberações co Conselho Municipal de Educação serão tomadas por maioria, tendo o Presidente o voto de qualidade no caso de empate. SEÇÃO II DAS REUNIÕES Art. 13 O Conselho Municipal de Educação reunir-se-á em Sessão Ordinária, mensalmente, de março a dezembro e, em Sessão Extraordinária, sempre que convocada pelo Presidente ou 1/3 dos conselheiros, em horário previamente fixado. 1.º A Sessão do Conselho somente realizar-se-á com a presença de 2/3 de seus membros. 2.º Não havendo quórum para deliberar, até 15 minutos após a hora fixada, a sessão será suspensa. 3.º De cada sessão plenária será lavrada ata pelo Secretário. Art. 14 As reuniões plenárias constarão de duas partes: I expediente; II ordem do dia.

4 Art. 15 O expediente abrangerá: I leitura, discussão e votação da ata da reunião anterior; II leitura e encaminhamento das correspondências recebidas e expedidas e demais comunicações de ordem geral. Art. 16 A ordem do dia abrangerá assuntos de interesse exclusivo do Conselho Municipal de Educação, discussão e votação da matéria incluída. Parágrafo único Em todas as reuniões deverão os Conselheiros apor em livro próprio suas assinaturas, mencionando as suas entidades. Art. 17 Relatada a matéria, será colocada em discussão. 1.º A qualquer Conselheiro que não se julgar esclarecido sobre a matéria a ser votada, será aberto um espaço para esclarecimentos de dúvidas. A eleição somente ocorrerá após todos os conselheiros estarem devidamente aptos para votar. Art. 18 Poderá qualquer Conselheiro, atendendo as finalidades do Conselho, apresentar matéria a ser deliberada, após esgotada a ordem do dia. Parágrafo único O Presidente do Conselho, ad referendum do plenário julgará da conveniência de formação de processo, que passará a ter tramitação regulamentar. Art. 19 As deliberações de qualquer natureza, em sessão plenária, serão tomadas por maioria absoluta dos conselheiros presentes. Parágrafo único A votação será simbólica, salvo quando requerida e aprovada outra forma de pronunciamento. CAPÍTULO IV DA SECRETARIA E DA ASSESSORIA Art. 20 O Secretário será de escolha do Conselho. Art. 21 Compete ao Secretário: a) comparecer às sessões plenárias e elaborar as atas respectivas;

5 b) protocolar os processos encaminhados ao Conselho Municipal de Educação; c) submeter a despacho e assinatura do Presidente, toda documentação que deva por ele ser assinada; d) desincumbir-se de todas as tarefas relativas à função. Art. 22 O Conselho disporá de assessoria técnica para realizar estudos e pesquisas necessárias ao embasamento dos pareceres dos membros do Conselho, com a finalidade de prover o órgão de apoio técnico necessário à execução de suas atividades. CAPÍTULO V DOS CONSELHEIROS Art. 23 Os membros do Conselho são nomeados pelo Chefe do Poder Executivo de acordo com a Lei Municipal vigente e sua posse deverá ocorrer imediatamente após a nomeação, na 1ª reunião do CME. Art. 24 Perderá o mandato, o Conselheiro que faltar a três reuniões Ordinárias ou Extraordinárias, consecutivas, ou cinco intercaladas, no prazo de um ano, sem se fazer representar. Neste caso, o Presidente comunicará ao Prefeito Municipal e à entidade representada. Parágrafo único Em caso de vacância por perda de mandato ou desligamento pedido, o suplente assumirá como membro titular e, na sua impossibilidade o Presidente do Conselho Municipal de Educação solicitará à entidade que este representava, a indicação de um representante que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. Art. 25 Os suplentes dos Conselheiros poderão participar das reuniões do Conselho sem direito a voto. Parágrafo único Em caso de vacância por substituição do membro titular ou afastamento por perda de mandato ou desligamento a pedido, o Presidente do Conselho Municipal de Educação solicitará à entidade que este representava, a indicação de um novo representante que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. Art. 26 O Conselheiro que, convocado, não puder comparecer à reunião deverá comunicar a impossibilidade ao respectivo suplente, para os devidos fins, tendo o suplente direito a voto. Art. 27 Qualquer Conselheiro poderá participar, sem direito a voto, nos trabalhos das comissões de que não seja membro.

6 Art. 28 Os membros que compõem o Conselho Municipal de Educação devem exercer suas atividades no município de Carlos Barbosa. CAPÍTULO VI DO ANDAMENTO DOS PROCESSOS Art. 29 À medida que forem protocolados os processos na Secretaria do Conselho, estes serão distribuídos, pelo Presidente, em ordem cronológica, aos membros do Conselho, para estudo ou parecer, ficando na Secretaria os devidos registros. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 30 Este Regimento Interno só poderá ser alterado com a concordância de 2/3 (dois terços) dos membros do Conselho Municipal de Educação, em reunião especialmente convocada para tal deliberação. Parágrafo único As alterações, após aprovadas pela plenária, serão encaminhadas ao Poder Executivo Municipal, que, após aceitas, as homologará através de Decreto, passando a fazer parte integrante do Regimento Interno do Conselho Municipal de Educação. Art. 31 Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência, ouvidos os membros que integram o Conselho Municipal de Educação. Art. 32 Este Regimento Interno foi aprovado pelo Conselho Municipal de Educação e entrará em vigor a partir da publicação do Decreto do Chefe do Poder Executivo Municipal. Carlos Barbosa, 29 de Outubro de Presidente do Conselho Municipal de Educação

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