SUMÁRIO. Apresentação à edição brasileira... V Marcela Dohms, Gustavo Gusso. Introdução e plano da obra...13

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1 SUMÁRIO Apresentação à edição brasileira... V Marcela Dohms, Gustavo Gusso Introdução e plano da obra...13 Capítulo 1. Iniciar uma relação terapêutica Ideias-chave Habilidades básicas na primeira entrevista com um paciente Antes de começar a consulta Estabelecer uma relação terapêutica Exemplo prático: prevenção de demandas aditivas Erros a evitar Erros por falta de controle do ambiente assistencial Erros no início da entrevista Galeria de situações O paciente que se apresenta com agressividade latente O paciente que chega com a expectativa de curas milagrosas Estabelecer uma relação com a criança-paciente Conceitos avançados Trabalhar com comodidade O modelo emotivo-racional. Conceitos fundamentais Cordial ou empático? A importância de acolher o paciente O estresse Prevenir demandas aditivas Conhecer as emoções negativas A importância de uma boa relação assistencial Como os pacientes nos veem? Resumo Referências Capítulo 2. Escutar o paciente Ideias-chave Habilidades básicas para a escuta Estabelecer uma relação: a imagem do outro Parte exploratória: entrevista semiestruturada A importância do primeiro minuto... 45

2 VIII SUMÁRIO Delimitar o motivo da consulta. Mapa de demandas e mapa de queixas. Patobiografia Para além da demanda aparente Escuta ativa: ponto de fuga da entrevista e técnica de puxar a linha Técnica de leitura textual e técnica de adição sugerida Enquadramento e reenquadramento da entrevista. Resistências Erros a evitar Erros de atitude...53 Erros de técnica...56 Galeria de situações Quando escutar é doloroso O paciente com múltiplas demandas O acompanhante invasivo Quando é necessário um intérprete Conceitos avançados Tipos e propósitos da escuta Emoções e escuta Comunicação em fluxo versus comunicação turbulenta Comprometimento terapêutico A boa escuta A importância da paralinguagem Gerenciamento do tempo Resumo Referências Capítulo 3. Dados de qualidade para bons diagnósticos Ideias-chave Habilidades básicas para obter dados de qualidade Investigar e completar dados. Na hora de perguntar: pacotes de habilidades de anamnese Técnicas básicas para obter dados reais, confiáveis e válidos Importância da anamnese focal. Cronologia e sintomas associados Resumo da informação obtida Exame físico, se necessário Exemplo prático: um paciente estourado Erros a evitar Entrevistadores intuitivos e dependentes-de-campo Entrevistadores que focalizam Pacientes bloqueados e entrevistadores que perguntam muito, mas... com perguntas fechadas! Ir muito depressa no plano psicológico Galeria de situações O paciente pouco concreto Dificuldades para o salto ao psicossocial Começar do zero! Exame pélvico A anamnese de hábitos sexuais e de risco

3 SUMÁRIO IX Conceitos avançados Desenhos na cabeça Plano de entrevista básico e avançado Três dificuldades para elaborar os dados semiológicos. Conceito de tensão crítica Dar sentido ao relato do paciente. Condições de suficiência para um diagnóstico Ancoragem diagnóstica Pensamento por critério versus pensamento intuitivo Uma primeira aproximação às regras (heurísticas) de decisão Regulagem ótima da zona de trabalho Seguro de perícia Profundidade de um diagnóstico, enunciação do diagnóstico e modelo biopsicossocial Resumo Referências Capítulo 4. Informar e motivar o paciente Ideias-chave Habilidades básicas na resolução de uma entrevista Entrevista semiestruturada para a parte resolutiva Prescrição de um fármaco: elementos de segurança Técnicas de informação Vender adequadamente a opção terapêutica escolhida. Criar confiança Explicar a evolução previsível Educar e motivar para a adesão terapêutica (cumprimento) Aplicar técnicas de motivação Como dar más notícias Erros a evitar Erros de tipo formal Erros conceituais Galeria de situações O paciente fibromiálgico que não entende em que consiste sua doença O paciente imaturo que está bravo com sua doença O paciente que acaba de perder um familiar ou alguém próximo O paciente que ainda não tem um diagnóstico ou que não sabemos orientá-lo sobre a etiologia da doença Conceitos avançados Modelo de influência interpessoal A arte de persuadir A pirâmide da mudança O modelo de mudança de Prochaska Pacientes pré-contemplativos e pacientes resistentes à mudança Confrontar ou motivar? A técnica da ancoragem indireta O que nos torna abertos ou fechados para a mudança? É ético influenciar os pacientes? Resumo Referências

4 X SUMÁRIO Capítulo 5. O paciente opina Ideias-chave Habilidades básicas na persuasão e na negociação Quando o paciente não concorda Conceitos iniciais relativos à participação da pessoa que procura uma consulta Interagir com as crenças e emoções do paciente Usar o medo. Exemplo prático Negociação por deslizamento e negociação explícita Dizer que não, dizer que sim Nível e campo de negociação Encaminhamento do paciente a outros profissionais da saúde Gestão do tempo e fechamento da entrevista Erros a evitar Ceder no significado da doença Não escutar. Ficar irritado: Se não gosta do que estou sugerindo, poderá procurar outro profissional Interpretar as intenções do paciente, como se tentasse descobrir razões ocultas : Aonde quer chegar com tudo isto? Questionar ou castigar o comportamento do paciente Assumir riscos desnecessários Não assumir responsabilidade, limitar o acesso Influenciar o paciente a trocar de profissional Galeria de situações Não quero falar sobre esse assunto O paciente que não confia no clínico O paciente depressivo que não aceita o diagnóstico O paciente que não quer aceitar o fim da licença médica Conceitos avançados O Health Belief Model Modelo de influência interpessoal: campo de busca e locus de controle Conflito e mudança. Uma discussão mais aprofundada sobre as bases do modelo E ainda assim, realmente negociamos nas consultas? Trabalhar com as emoções e os sentimentos de quem nos consulta Negociar a natureza dos sintomas: pacientes apreensivos Pacientes difíceis, ou a honra em jogo Elasticidade dos acordos e das divergências E quando o paciente escolhe a pior opção possível? Resumo Referências Capítulo 6. Avaliar nosso perfil de entrevistadores Ideias-chave Como os pacientes me veem? Qualidades de superfície Qualidades profundas

5 SUMÁRIO XI Modalidades de entrevista, perfil de entrevistador e modelo relacional Modalidades de entrevista Perfil de entrevistador/comunicador Modelos relacionais Qual é meu perfil de entrevistador? Sugestões para o autodidata Você é um observador sagaz, mas... de que forma tirar proveito disso? Competência em comunicação e competência emocional Como determinar o perfil do entrevistador? Sugestões para o pesquisador Avaliação curricular Alguns aspectos práticos na gravação de entrevistas Reações, reticências e resistências à gravação de entrevistas Grandes síndromes disfuncionais Entrevistador de baixa eficiência Entrevistador de baixa empatia Entrevistador de alto controle Entrevistador com projeção excessiva O entrevistador emocionalmente reativo Trabalhar em equipe: valores de grupo e sua influência Resumo Referências Capítulo 7. Docência e pesquisa em entrevista clínica Ideias-chave Docência em entrevista clínica Enfoque curricular Entrevista clínica e graduação Entrevista clínica e pós-graduação Enfoque por competências Conteúdos pedagógicos mínimos Habilidades de comunicação para ensinar comunicação Quem pode ser um bom professor? O guia de sessão Técnicas docentes concretas Materiais docentes Proporcionar feedback Outras estratégias didáticas Dinâmica do grupo que aprende Algumas síndromes disfuncionais do professor Enfoque centrado no discente. Gravação de entrevistas Entrevista clínica e pesquisa Breve revisão histórica Áreas de pesquisa e tipos de estudo Métodos e instrumentos para o estudo da entrevista clínica e da relação assistencial Se a relação assistencial é a resposta, qual era a pergunta?

6 XII SUMÁRIO O paradigma centrado no paciente, ou as dificuldades de uma definição Em que ponto se está na relação assistencial? Os problemas dos serviços nacionais de saúde Para onde vamos? Resumo Referências Epílogo Apêndices Apêndice 1. Tipos de anamnese e revisão por sistemas Apêndice 2. Um exemplo de guia de sessão Apêndice 3. Guia do grupo comunicação e saúde para a condução de grupos pequenos de aprendizado Glossário de termos, técnicas e habilidades de comunicação Referências comentadas Índice...337

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