UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA Assistência técnica e promoção comercial da linha de produtos Ihara na cultura do arroz irrigado Rafael Fascin Schons Trabalho apresentado como requisito parcial para a obtenção de grau de Engenheiro Agrônomo no Curso de Agronomia, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis / SC 2009

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA Assistência técnica e promoção comercial da linha de produtos Ihara na cultura do arroz irrigado Relatório de estágio de conclusão do Curso de Agronomia Rafael Fascin Schons Orientador: Marciel João Stadnik Supervisor: Edegar Loch Empresa: Santerra S/A Comércio e Distribuição de Produtos Agropecuários Florianópolis / SC 2009/2 s 1

3 Agradecimentos Agradeço primeiramente à Universidade Federal de Santa Catarina que disponibilizou a oportunidade, a infra-estrutura e os professores para fomentar meu conhecimento. À Iharabrás S/A Indústrias Químicas pela oportunidade e acolhimento. Ao professor Dr. Marciel João Stadnik, pela orientação, paciência, atenção e principalmente pela oportunidade que me deu de atuar no laboratório de fitopatologia. A todos os colegas e amigos deste mesmo laboratório. A todos os colaboradores da empresa SANTERRA S/A Comércio e Distribuição de Produtos Agrícolas, em especial ao Ronald, Pablo e Edson. Aos colegas Danilo e Rodrigo. A todas as revendas atendidas por mim. Aos meus colegas e amigos do Centro de Ciências Agrárias. Ao grupo Padrão (André Baldissera, Felipe Francisco e Rafael Schons), ao qual devo grande parte da minha formação. Aos meus pais, João Raimundo Schons e Julcéia Fascin Schons e ao meu irmão Gustavo, pelo incentivo e apoio incondicional durante toda a minha vida. E a todos os meus amigos de verdade. ii 2

4 Sumário Agradecimentos...ii Sumário...iii Lista de Figuras...v Lista de Tabelas......vi Apresentação Introdução e Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Revisão Bibliográfica A Cultura do Arroz Plantas Daninhas Arroz-vermelho (Oryza sativa) Capim-arroz (Echinochloa ssp. ) Capim-macho ou caneta (Ischaemum rugosum) Grama-boiadeira (Luziola peruviana, Leercia hexandra) Cuminho (Fimbristylis miliaceae) Tiririca (Ciperus difformes) Sagitária (Sagitária montevidensis) Aguapé (Heteranthera renifformis) e Angiquinho (Aeschynomene spp.) Métodos de Manejo e Controle de Plantas Daninhas Controle Preventivo Controle Cultural Controle Biológico Controle Físico ou Mecânico Controle Químico Método de aplicação Aplicação em Pré-semeadura Aplicação em Pós-emergência Herbicidas Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas iii 3

5 3.4 Tecnologia de Aplicação Empresas Envolvidas Santerra S/A Comércio e Distribuição de Produtos Agropecuários Iharabrás S/A Indústrias Químicas Atividades Desenvolvidas Integração e Treinamento na Iharabrás S/A Indústrias Químicas Curso de Arroz Irrigado - Centro de Treinamento da Epagri de Itajaí Divulgação de Produtos Através de Assistência Direta Manejo Integrado de Plantas Daninhas Identificação e Quantificação de Espécies Daninhas Escolha e Indicação de Produtos para o Controle Químico Sonora Sirius 250SC Grascarb Satanil Aplicação de Herbicidas Campos Demonstrativos Palestras Técnicas e Comerciais Cafés de Negócios Considerações Finais Referências Bibliográficas Anexos iv

6 Lista de Figuras Figura 1. Utilização de marrecos-de-pequim para o controle de plantas daninhas Figura 2. Preparo do solo, na cultura do arroz irrigado Figura 3: Aplicação de herbicidas em pulverização e benzedura Figura 4. Sede da Iharabrás S/A Indústrias Químicas, em Sorocaba/SP Figura 5. Identificação das espécies daninhas presentes na área Figura 6. Calibragem de pulverizador, com a utilização de copo graduado Figura 7. Equipamentos de Proteção Individual Figura 8: Placas de propaganda instaladas, em Joinvile, na propriedade do senhor Jaime Backman Figura 9. Palestra realizada na cidade de Rio Dos Cedros, juntamente com a Agropecuária Fênix v

7 Lista de Tabelas Tabela 1: Principais plantas daninhas do arroz irrigado no estado de Santa Catarina Tabela 2: Nome comum e correspondente produto comercial dos principais herbicidas utilizados em pós-emergência na cultura do arroz irrigado em Santa Catarina Tabela 3: Nome comum e correspondente produto comercial dos principais herbicidas utilizados em pré-emergência na cultura do arroz irrigado em Santa Catarina Tabela 4: Mecanismos de ação, grupos químicos e nomes comerciais dos principais herbicidas utilizados em arroz irrigado Tabela 5: Áreas demonstrativas, instaladas na região do no Vale do Itajaí, por ordem de instalação Tabela 6: Palestras técnicas e comerciais, oferecidas no Vale do Itajaí, por ordem de realização vi 6

8 Apresentação Este relatório refere-se ao estágio supervisionado de conclusão do curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Catarina realizado junto a Iharabrás S/A Indústrias Químicas vinculado a Santerra S/A Comércio e Distribuição de Produtos Agrícolas. As atividades foram desenvolvidas nas regiões do Baixo, Médio e Alto Vale do Itajaí, no estado de Santa Catarina. O trabalho foi conduzido no período compreendido entre o dia 3 de agosto de 2009 e 30 de outubro de 2009, sendo supervisionado pelo empresário Edegar Loch (Santerra S/A) e orientado pelo professor Marciel João Stadnik (Universidade Federal de Santa Catarina). Dentre as atividades desenvolvidas durante o estágio estão: a realização de campos demonstrativos na cultura do arroz irrigado, a divulgação da linha de produtos junto a produtores da região, o auxílio na execução de palestras e tardes de negócios e a atuação como suporte técnico juntamente com um Administrador Técnico de Vendas (ATV) da empresa. Neste relatório estão descritas as atividades acima, sendo o principal tema abordado o controle de plantas daninhas, uma vez que o período de estágio coincidiu com a fase inicial de manejo da cultura do arroz irrigado. O Estágio de Conclusão de Curso é requisito obrigatório para complementação do curso e obtenção do título de Graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. 7

9 1. Introdução e Justificativa A cultura do arroz é destaque em todo o mundo, tanto pela sua grande produção e área ocupada, como também pelo papel socioeconômico que exerce (EMBRAPA, 2005). No Brasil a situação apresenta-se de maneira semelhante. O país ocupa a 9ª posição entre os maiores produtores mundiais, com aproximadamente 12,5 milhões de toneladas, em uma área cultivada de 2893 mil hectares. O arroz está entre as principais fontes alimentares da dieta da população, sendo consumidos aproximadamente 12,9 milhões de toneladas de grãos por ano (ICEPA, 2009). Entre os estados brasileiros, Santa Catarina encontra-se como o segundo maior produtor nacional de arroz, com 8,4% da produção, atingindo aproximadamente 1 milhões de toneladas. O estado ocupa ainda a segunda colocação em termos de produtividade, com aproximadamente 6,7 toneladas de grãos por hectare (ICEPA, 2009). Esta produtividade alcançada pode ser considerada elevada, quando comparada à média nacional, no entanto, ainda se encontra muito abaixo do potencial produtivo das atuais cultivares (FLECK et al., 2008). A infestação de plantas daninhas é tida como o principal fator limitante da produtividade da cultura do arroz irrigado. Tal que em situações de ausência total do controle, as perdas estimadas podem ser superiores a 85% da produção de grãos (FLECK et al., 2004). Como principal método de controle das espécies daninhas está o sistema de controle integrado. Este sistema é baseado no uso de forma conjunta de diferentes métodos de controle complementares, como: o preventivo, o cultural, o biológico, o mecânico e o químico (EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). Este último é amplamente utilizado nos cultivos catarinenses, sendo realizada pelo menos uma aplicação de herbicidas durante a safra em praticamente todas as lavouras (NOLDIN et al., 2003). Certamente, o método químico apresenta inúmeras vantagens como a eficiência e a praticidade (CONCENÇO et al., 2006), entretanto este pode também acarretar em muitos malefícios quando utilizado de maneira equivocada. Entre tais malefícios, estão: o controle ineficiente das invasoras, a ocorrência de danos e perdas 8

10 produtivas na cultura comercial e ainda problemas ambientais e de saúde pública (RODRIGUES & ALMEIDA, 1995; SOSBAI, 2007). A fim de se diminuir a ocorrência de tais situações, deve-se ter em mente que o uso do controle químico é uma prática complementar aos demais métodos de controle, devendo ser utilizado somente em caso de real necessidade e sempre com a orientação de um técnico competente (EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). Ao técnico, cabe a indicação de todos os parâmetros relativos à aplicação, como: o correto estádio de desenvolvimento da planta daninha alvo, as condições ambientais favoráveis, o modo de aplicação, o volume de calda a ser utilizado, o produto a ser utilizado e ainda a dosagem deste último (ANDEF, 2004; EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). Respeitando todos estes parâmetros, o uso de herbicidas pode ser considerado como uma eficiente e segura prática para o controle de plantas daninhas (BASSO, 2007). 9

11 2. Objetivos 2.1 Objetivo Geral Assistir tecnicamente produtores e promover o correto uso dos produtos da linha Ihara, na cultura do arroz irrigado. 2.2 Objetivos Específicos Coordenar o correto manejo dos produtos em clientes e regiões estratégicas. Atuar como suporte técnico juntamente com um Administrador Técnico de Vendas (ATV) da empresa. Desenvolver campos demonstrativos/comerciais na cultura do arroz irrigado, envolvendo produtos e clientes de interesse da empresa. Divulgar a linha de produtos junto a produtores da região, através de palestras e assistência direta. Auxiliar na execução de palestras e dias de campo. 10

12 3. Revisão Bibliográfica 3.1 A Cultura do Arroz O arroz (Oryza sativa L.) é caracterizado como sendo uma espécie anual, herbácea, monocotiledônea, pertencente à família Poaceae, classificada no grupo das plantas C-3 e adaptada ao cultivo em ambiente aquático (EMBRAPA, 2005; GALE & DEVOS, 1998; SOSBAI, 2007). Tal adaptação, conferida pela presença de aerênquima no colmo e nas raízes, possibilita a passagem de oxigênio do ar para a camada da rizosfera e assegura a sobrevivência das plantas em solos alagados (SOSBAI, 2007). Muitas são as hipóteses existentes sobre a origem e o início do processo de domesticação do arroz. No entanto, a maioria dos historiadores e cientistas aponta o sudeste do continente asiático como sendo o local de origem da espécie. Duas formas silvestres são mencionadas na literatura como as precursoras do arroz cultivado: a espécie Oryza rufipogon, procedente da Ásia, originando a O. sativa; e a O. barthii (= Oryza breviligulata), derivada da África Ocidental, dando origem à O. glaberrima. Já no continente americano o Brasil é citado por muitos autores como o primeiro país a cultivar esse cereal. O arroz era o "milho d'água" cultivado pelos indígenas muito antes da chegada dos portugueses à região (EMBRAPA, 2006). Atualmente, a cultura do arroz está difundida por todo o mundo, sendo esse cultivado e consumido em todas as regiões, tendo um grande destaque quanto à sua produtividade, área ocupada e ainda pelo papel socioeconômico que exerce (EMBRAPA, 2005), sendo segundo a FAO (2004), um dos alimentos mais consumidos no mundo, compondo a base da alimentação de quase metade da população mundial. Essa importância é salientada também pelo Instituto de Planejamento em Economia Agrícola de Santa Catarina ICEPA (2008), que coloca o arroz como o segundo produto agrícola mais importante em volume, perdendo apenas para o milho. Na última safra, a produção mundial de arroz chegou à casa dos 627 milhões de toneladas de grãos. Os principais países produtores encontram-se no continente asiático, sendo os detentores das maiores produções: a China, responsável por 30,8% do arroz produzido no mundo; seguida pela Índia, com 11

13 22,2%; Indonésia, com 8,3%; Vietnã, com 5,4%; Tailândia, com 4,4% e as Filipinas, com 2,4% (USDA, 2009). O Brasil contribui com 1,9% desta produção (USDA, 2009), sendo segundo o ICEPA (2009) o 9º produtor mundial de arroz com aproximadamente 12,5 milhões de toneladas, em uma área cultivada de 2893 mil hectares e produtividade média de quilogramas por hectares. Já o estado de Santa Catarina, com 100% da área de cultivo irrigada e cultivada no sistema de semeadura com sementes pré-germinadas, destaca-se como o segundo maior produtor nacional, sendo responsável por aproximadamente 8,4% do volume produzido. O estado ocupa ainda a segunda colocação, entre os detentores das maiores produtividades nacionais, com 6700 quilogramas por hectare (ICEPA, 2009). Apesar de relativamente alta, em virtude do cultivo irrigado, essa produtividade média está ainda aquém daquelas das lavouras que adotam alto nível tecnológico e do potencial obtido nas áreas experimentais. Entretanto, isso pode ser facilmente explicado pela existência de áreas de cultivos em que o manejo é feito de forma inadequada, onde alguns fatores contribuem para a redução na produção como: a alta severidade de doenças (CELMER, 2007), o ataque de insetos praga (SILVA et al., 2004 ) e principalmente o controle insatisfatório das plantas daninhas (GALON et al., 2007; AGOSTINETTO et al., 2008). 3.2 Plantas Daninhas Muitos são os fatores que podem comprometer a produtividade de uma lavoura arrozeira. Dentre esses, a presença de plantas daninhas aparece como um dos principais, podendo causar uma redução na produção de até 90% (ANDRES & MACHADO, 2004). Segundo a Sociedade Brasileira de Arroz Irrigado - SOSBAI (2005) as plantas daninhas ou invasoras, como também são conhecidas, competem com as plantas de arroz por luz, água, nutrientes e espaço, constituindo-se em um dos principais obstáculos para o cultivo do arroz irrigado no sul do Brasil. A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI (2005), além dos fatores já mencionados, ressalta que as 12

14 plantas daninhas comprometem o sucesso do cultivo por também serem hospedeiras de pragas e doenças, favorecerem o acamamento do arroz, reduzirem a qualidade comercial do produto e ainda por contribuírem para o aumento dos custos da colheita. Nos cultivos de arroz irrigado, em Santa Catarina, existe uma grande diversidade de espécies invasoras que causam prejuízos à cultura. A maior ou menor competitividade entre estas espécies daninhas e as cultivadas é determinada pela interação de fatores relacionados à comunidade infestante (composição específica, densidade e distribuição) e à própria cultura (gênero, espécie ou cultivar, espaçamento entre plantas e densidade de semeadura). Além disso, podem-se mencionar também fatores relacionados às condições edáficas, climáticas e aos tratos culturais (época de semeadura, sistema de irrigação) (PITELLI, 1985; SILVA & DURIGAN, 2006). Ainda se falando da influência da comunidade infestante sob a cultura comercial, algumas características específicas de cada espécie daninha influem diretamente no grau de competição desta com as plantas de arroz, como o porte e a arquitetura; a velocidade de germinação e estabelecimento da plântula; a velocidade do crescimento e extensão do sistema radicular; a suscetibilidade às intempéries climáticas; e a capacidade de produção e liberação de substâncias químicas com propriedades alelopáticas (RIZZARDI et al., 2008; TIRONI et al. 2009). Em meio à grande variedade de espécies daninhas existentes, as de maior importância para a cultura do arroz irrigado no estado de Santa Catarina, segundo a EPAGRI (2005), estão listadas na tabela 1. Tabela 1: Principais plantas daninhas do arroz irrigado no estado de Santa Catarina. Nome comum Nome científico Arroz-vermelho (pé-de-galinha) Oryza sativa Capim-arroz (jaú, gervão) Echinochloa crus-galli Echinochloa colona Capim-macho (capim-caneta) Ischaemum rugosum Grama-boiadeira (capim veludo) Luziola peruviana, Leersia hexandra 13

15 Tabela 1. Continuação. Cuminho (pelunco) Aguapé (capelete, hortelã-do-brejo) Sagitária (chapéu-de-couro) Angiquinho (pinheirinho, cortiça) Cruz-de-malta (flor-amarela) Tiririca, junquinho (tiriricas, tiriricão) Fimbristylis miliacea Heteranthera reniformis Sagittaria montevidensis Aeschynomene spp. Ludwigia spp. Cyperus difformis, Cyperus laetus, Cyperus esculentus, Cyperus iria Arroz-vermelho (Oryza sativa) O arroz vermelho ou pé de galinha, como também é conhecido, é uma das mais importantes espécies daninhas da cultura. Esta grande importância se deve ao fato de que, além de causar grandes perdas produtivas e qualitativas, o controle desta invasora é muito difícil (AGOSTINETTO et al., 2001). Esta dificuldade de controle pode ser entendida quando se nota que o arroz vermelho está enquadrado na mesma espécie do arroz cultivado, sendo ambos muito semelhantes geneticamente, o que compromete o controle químico com o uso de herbicidas seletivos (BALBINOT JR. et al., 2003). Desta forma, o seu principal controle é tido com a realização de práticas culturais adequadas. Entre estas práticas podem-se mencionar: o uso de sementes certificadas, a utilização de uma lâmina de água adequada no cultivo, o arranquio de plantas remanescentes, a utilização do aplicador de corda (lambelambe), a rizipiscicultura e a utilização de marrecos de Pequim na entressafra (EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). Ainda como opção para o controle, surgiu o método clearfield. Para este método, cultivares de arroz foram obtidas através de programas de melhoramento que envolveram técnicas de mutação induzida, obtendo-se cultivares de arroz com os genes de resistência aos herbicidas do grupo das imidazolidonas. Com isso, é possível realizar a aplicação de herbicida para o controle de arroz-vermelho sem que o arroz cultivado seja comprometido (VILLA et al., 2006) 14

16 3.2.2 Capim-arroz (Echinochloa ssp. ) O capim-arroz é tido como uma das mais importantes plantas daninhas das lavouras de arroz irrigado, pois além de causar grandes perdas produtivas, ocorre com grande freqüência e distribuição nas regiões produtoras do cereal (RAMÍREZ et al., 2001; ANDRES et al., 2007). Entre as plantas tidas como capim-arroz, existe uma grande diversidade morfológica (muitas espécies), sendo que na maioria dos casos as plantas possuem porte elevado e ciclo longo. Dessa forma, e por essas características, os principais fatores danosos da espécie para o arroz cultivado são o sombreamento e a competição por nutrientes (ANDRES & MACHADO, 2004; CONCENÇO et al., 2009). Como formas básicas de controle, recomendam-se a realização de tratos culturais corretos e a utilização de herbicidas seletivos (GALON et al., 2007) Capim-macho ou caneta (Ischaemum rugosum) Esta espécie é tardia e causadora de grandes perdas, podendo ser confundida com o capim-arroz devido à semelhança nos estádios iniciais de desenvolvimento. No entanto, esta dúvida pode ser sanada facilmente com a observação da presença da lígula (ausente no capim-arroz) (EMBRAPA, 2005). A forma de controle é semelhante às Echinochloas, no entanto o herbicida a ser utilizado deve ser escolhido com mais critério (EPAGRI, 2005) Grama-boiadeira (Luziola peruviana, Leercia hexandra) A grama-boiadeira é uma planta perene, estolonífera, cuja ocorrência tem aumentado gradualmente nas áreas de arroz irrigado. Sua proliferação tem sido mais intensa em áreas com drenagem deficiente na entressafra e/ou em áreas onde predomina o preparo de solo sob inundação. Além do grande prejuízo causado, esta espécie se destaca pelo fato de ser dificilmente controlada (NOLDIN et al., 2002). Isso se deve principalmente à ausência de herbicidas registrados para aplicação em pós-emergência. Assim, o que se 15

17 recomenda é a utilização de controle (mecânico e químico) em pré-plantio e na entressafra (EPAGRI, 2005) Cuminho (Fimbristylis miliaceae) O cuminho é uma planta que apresenta ciclo longo, afetando todo o ciclo da cultura do arroz. O principal prejuízo ocasionado é o acamamento, onde plantas de arroz deitam tendo sua produção e colheita comprometidas. O controle básico da espécie é genérico, no entanto devemos ficar atentos para casos de resistência aos herbicidas inibidores da ALS, fato decorrente no estado de SC (NOLDIN et al., 2002; VIDAL & WINKLER, 2002) Tiririca (Ciperus difformes) Esta ciperácea de ciclo curto causa danos consideráveis quando em grande infestação, afetando principalmente o perfilhamento do arroz, o que compromete o número de panículas formadas. Entretanto, pesquisas têm demonstrado que em baixas infestações os prejuízos causados são mínimos. Para o controle, deve-se estar atento quanto à existência de grupos resistentes a herbicidas, mesmo caso da situação anterior (GALON et al., 2008) Sagitária (Sagitária montevidensis) A sagitária (Sagittaria montevidensis) é umas das principais plantas daninhas infestantes da cultura do arroz no estado de Santa Catarina, tendo grande destaque pelo alto grau de infestação e redução da produtividade. Ainda que essa espécie seja considerada pouco competitiva em culturas de arroz pré-germinado (EBERHARDT & NOLDIN, 2002), a ausência do seu controle pode acarretar no desenvolvimento de um amplo banco de sementes, contribuindo para o aumento na população de sagitária da safra subseqüente (CASSOL et al., 2008). As formas de controle recomendadas são: a utilização de altas densidades de semeadura, o uso de sementes com alto vigor, o correto manejo 16

18 na entressafra e o uso de herbicidas com modo de ação eficaz (sem resistência) (FIORILLO, 2007) Aguapé (Heteranthera renifformis) e Angiquinho (Aeschynomene spp.) O aguapé e o angiquinho são daninhas consideradas secundárias em SC. O primeiro causa poucos danos por ser uma espécie rasteira, já o segundo pode comprometer a produtividade e a qualidade do produto colhido quando em grande infestação. 3.3 Métodos de Manejo e Controle de Plantas Daninhas Em um sistema ideal de manejo, o controle das espécies daninhas deve ser efetuado de forma integrada, de maneira que sejam utilizadas conjuntamente diversas formas de controle complementares. Basicamente, existem cinco métodos para o controle de plantas daninhas em cultivos de arroz irrigado: o preventivo, o cultural, o biológico, o mecânico e o químico (EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007) Controle Preventivo O controle preventivo é tido como o conjunto de práticas adotadas com o objetivo de impedir a infestação e a disseminação de plantas daninhas nas áreas de lavoura em que as mesmas sejam economicamente indesejáveis (EPAGRI, 2005). Para tanto, o método é fundamentado em características reprodutivas e de disseminação das espécies envolvidas, buscando-se com isso interromper seus ciclos de multiplicação e de disseminação (SOSBAI, 2007). Desta forma, segundo a EPAGRI (2005) e SOSBAI (2007), as principais práticas de manejo relacionadas ao controle preventivo são: Fazer uso de sementes de arroz certificadas (livres de daninhas). Evitar que as plantas daninhas cheguem à fase reprodutiva e produzam sementes. 17

19 Realizar a limpeza de maquinário e de implementos agrícolas após a utilização em áreas infestadas. Realizar o controle periódico de invasoras presentes em áreas próximas ao cultivo, como: estradas, taipas, canais e terrenos vizinhos. Evitar o trânsito de animais de pastoreio entre as áreas cultivadas Controle Cultural Entende-se por controle cultural o realizado através de uma série de procedimentos agrícolas que visam ao favorecimento da lavoura de arroz em relação às plantas infestantes (SOSBAI, 2007) e/ou contribuem para a supressão destas espécies (EPAGRI, 2005). A escolha de densidade de semeadura adequada é uma destas práticas. Trabalhos têm demonstrado (NOLDIN & EBERHARDT, 2002) que em situações onde são utilizadas maiores densidades de plantas por hectare, a competitividade do arroz sobre as plantas daninhas é favorecida. A correta escolha da época de semeadura também é uma medida importante para o controle das plantas daninhas. Com a realização da semeadura de maneira antecipada e/ou com cultivares inapropriadas, em épocas mais frias, as plantas de arroz têm seu desenvolvimento inicial mais lento o que contribui para um maior estabelecimento das espécies espontâneas na área (EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). A rotação de culturas talvez seja um dos principais métodos de controle de plantas invasoras, representando uma alternativa muito interessante principalmente em áreas onde se têm problemas com altas infestações de espécies como o arroz-vermelho (AGOSTINETTO et al., 2001). A manutenção de uma lâmina de água sobre a área de cultivo, após a semeadura, pode ser uma excelente ferramenta para o controle de plantas daninhas não aquáticas como o arroz-vermelho, o capim-arroz e as espécies ciperáceas, principalmente no momento de estabelecimento da cultura (NOLDIN et al., 2004; EPAGRI, 2005; SOSBAI, 2007). A presença da lâmina de água, segundo Machado et al. (2006), além de proporcionar uma cobertura eficiente do solo, permite a eliminação do oxigênio disponível às raízes das plantas daninhas e com isso inibe o desenvolvimento das mesmas. 18

20 3.3.3 Controle Biológico Este método é caracterizado pelo uso de organismos vivos para o controle das espécies daninhas. Como exemplos bem sucedidos deste tipo de controle, têm-se a utilização de marrecos-de-pequim (Figura 1) e da rizipiscicultura (EPAGRI, 2005). Segundo Pettine & Ribeiro (2005), a criação de marrecos em lavouras de arroz na entressafra possibilita um excelente controle de plantas invasoras, principalmente o arroz vermelho. Isso, pois os marrecos comem as sementes superficiais das espécies infestantes, o que possibilita a diminuição do banco de sementes existente. No entanto, a produção dos filhotes destes marrecos ainda aparece como um limitante para esta prática em Santa Catarina. A prática de criação de peixes na lavoura arrozeira, durante ou entre os cultivos, é denominada de rizipiscicultura (EPAGRI, 2005). Segundo Cotrim (2000) e Sato (2002), a utilização de peixes em sistema de consórcio com o cultivo do arroz, além de auxiliar no preparo do solo e reciclagem da matéria orgânica, contribui para a redução da infestação de espécies daninhas na área. Isso ocorre, pois os peixes se alimentam de sementes de plantas invasoras contidas no solo, como arroz vermelho, capim arroz, ciperáceas e outras plantas aquáticas. Figura 1. Utilização de marrecos-de-pequim para o controle de plantas daninhas. 19

21 3.3.4 Controle Físico ou Mecânico O controle físico ou mecânico consiste na utilização de implementos manuais ou tratorizados (Figura 2) para a eliminação ou supressão de espécies invasoras. Os implementos manuais têm sua utilização restrita apenas para pequenas propriedades, devido a sua pouca praticidade e agilidade. Já a utilização de implementos acoplados a um sistema autopropelido está muito difundida no cultivo do arroz irrigado, sendo utilizada na grande maioria das áreas (SOSBAI, 2007). Como recomendação, sugere-se a realização do preparo do solo de maneira antecipada com a utilização de grades, rotativas ou implementos semelhantes. Este revolvimento do solo deve ser feito de maneira periódica para que se consiga eliminar as plantas daninhas já estabelecidas e reduzir o banco de sementes existente no solo (EPAGRI, 2005). O preparo do solo, além de influenciar no controle de espécies invasoras pela ação física dos equipamentos, tem um grande papel na manutenção de uma lâmina de água uniforme na área. Essa lâmina contribui para a supressão de espécies invasoras não aquáticas, como o arroz-vermelho e o capim arroz. Desta forma, recomenda-se que o nivelamento e alisamento do terreno sejam feitos corretamente, para que o manejo da água seja favorecido (NOLDIN et al., 2004). Figura 2. Preparo do solo, na cultura do arroz irrigado. 20

22 3.3.5 Controle Químico O método de controle químico é baseado no uso de substâncias químicas chamadas herbicidas. Atualmente, esse método é amplamente utilizado para o controle de espécies daninhas, na cultura do arroz, devido a sua alta eficiência, praticidade de uso (ANDRES & MACHADO, 2004; CONCENÇO et al., 2006) e economicidade (ERASMO et al., 2004). No estado de Santa Catarina, a grande maioria dos produtores realiza pelo menos uma aplicação de herbicida na cultura do arroz irrigado (NOLDIN et al., 2003). Realmente, esse método é um importante aliado ao produtor rural, entretanto muitos agricultores têm se limitado apenas ao uso de herbicidas para o controle de invasoras, o que pode ocasionar baixa eficiência ou insucesso do controle, comprometendo a produtividade do arroz e ainda causando danos ambientais. Para que se evite tal situação o ideal, segundo a EPAGRI (2005), é que o método químico seja utilizado sempre de forma complementar e integrada a outros métodos de controle, como os já citados anteriormente Método de aplicação De acordo com a EPAGRI (2005), a aplicação de herbicidas, no sistema de cultivo pré-germinado, pode ser realizada em dois momentos: antes da semeadura do arroz ( pré-semeadura) ou após a emergência das plantas de arroz e das plantas daninhas (pós-emergência). Cabe ser ressaltado ainda que para a escolha de um dos métodos de aplicação, alguns fatores devem ser considerados, como: as plantas daninhas alvo, o herbicida utilizado e os equipamentos disponíveis (EPAGRI, 2005) Aplicação em Pré-semeadura Neste método a aplicação é realizada antes da semeadura do arroz. Para tanto a pulverização é conduzida com a utilização de herbicidas de ação total (não seletivo) (FERREIRA et al., 2006; SOSBAI, 2007). 21

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