POLÍTICAS PÚBLICAS NA ENGENHARIA

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1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA ENGENHARIA

2 POLÍTICAS PÚBLICAS SÃO AÇÕES INTEGRADAS DAS TRÊS ESFERAS DE PODER: GOVERNOS: FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL EM CONJUNTO COM A SOCIEDADE CIVIL GERANDO ESFORÇOS ESPECÍFICOS PARA CONSTRUÇÃO DO INTERESSE COMUM COM MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO.

3 ENCONTROS REGIONAIS E EIXOS DE AÇÕES DEFINIDOS NOS ENCONTROS

4 EIXOS IDENTIFICADOS NAS AÇÕES DOS ENCONTROS REGIONAIS FORAM ELENCADOS OS SEGUINTES EIXOS DE AÇÃO: RODOVIAS ALIMENTOS; MEIO AMBIENTE; IMPACTO DAS CHUVAS E URBANICIDADE. EM 2012 E 2013 FORAM REALIZADOS 12 ENCONTROS GERANDO 11 CADERNOS NAS DIVERSAS REGIONAIS NO ESTADO COM A PARTICIPAÇÃO DE MAIS DE 6500 PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA FORAM GERADAS 1248 PROPOSTAS A NIVEL ESTADUAL

5 EIXO RODOVIAS

6 Eixo Rodovias A relação das rodovias Federais e Estaduais, com as cidades é bastante conflituosa conforme identificados: Estradas que atravessam cidades produzindo aumento significativo no trânsito urbano; Conexões inadequadas das estradas com as cidades; Utilização inadequada do solo nas área lindeiras as estradas; Congestionamentos nas articulações das rodovias com a malha urbana;

7 Eixo Rodovias Prever nos planos diretores dos municípios e nos planos de mobilidade, as rodovias como papel importante na ligação regional, de longas distâncias e ao desenvolvimento econômico; Não permitir que a expansão das cidades utilizem rodovias estaduais e federais como vias urbanas, obrigando periodicamente a construção de vias de contorno; Minimizar os impactos da degradação ambiental; Segregação das faixas das rodovias (Entradas e Saídas)

8 EIXO ALIMENTOS (Agronomia)

9 EIXO ALIMENTOS Fortalecimento da EMATER e ampliação do atendimento, e INCRA no Geo-referenciamento; Programas de capacitação aos produtores; Estimulo a organização de produtores em associações e cooperativas; Melhoria da transferência de tecnologia de assistência técnica (Emater e Epamig) Plano Diretor Rural;

10 Diversificação da Produção agropecuária de acordo com as peculiaridades de cada região (Emater e Epamig); Intensificação e maior rigor na fiscalização do uso de agrotóxicos; Melhor orientação aos agricultores e acompanhamento técnico efetivo da aplicação dos recursos financiados; Estradas rurais, principal problema no escoamento das produções, busca junto as prefeituras na manutenção; Melhorar a legislação para trabalhadores rurais temporários; Implantação de Galpões tipo CEASA em cidades polos em apoio a agricultura familiar, e feiras livres; Maior investimento na tecnologia e mão de obra qualificada, na produção de leite, melhoramento genético, e pastagens;

11 EIXO MEIO AMBIENTE

12 EIXO MEIO AMBIENTE Plano de Gerenciamento de Recursos Hídricos nos municípios e bacias hidrográficas; Conter poluição nos cursos d água causadas por industrias, esgotamento sanitário das cidades e resíduos solidos; Melhorar a permeabilidade dos solos nas cidades; Recuperar Áreas Degradadas; controle de erosões e do solo; Revitalizar matas Ciliares, implantar projetos de reflorestamento, nas margens curso d água; Ampliar a conscientização ambiental da população; Criar consórcios intermunicipais para gerenciar resíduos e a correta utilização dos aterros sanitários;

13 EIXO MEIO AMBIENTE Elaborar planos municipais de Saneamento e de Resíduo Sólidos em cumprimento as leis; Ampliar e melhorar o abastecimento de água para atender o crescimento demográfico populacional; Tratar os esgotos na Zona Urbana e Rural; Eliminar os lixões e implantar aterros sanitários e coleta seletiva; Criar consórcios intermunicipais para superar as carências de equipe técnica para apoiar os Conselhos Municipais de Conservação e Defesa do Meio Ambiente; Ampliar a participação de representantes do CREA-MG nos diversos conselhos, como COPAM E CODEMA.

14 IMPACTO DAS CHUVAS

15 IMPACTO DAS CHUVAS Implantar a Proteção e Defesa Civil em cumprimento a Lei Federal 12608/2012 e apoiar a comissão municipal de Defesa Civil (COMDEC) programa resgate; Estabelecer dispositivos obrigatórios de detenção/retenção e infiltração de água e taxa de máxima de impermeabilização; Planejar limpeza e reconstrução de espaços públicos; Elaborar Carta Geotécnica para áreas sujeitas a escorregamentos e manchas de inundação;

16 IMPACTO DAS CHUVAS Relocar população assentada em área de risco; Elaborar e implementar um plano de Drenagem, como tema do Plano de Saneamento e de Resíduos Sólidos; Ampliar e melhorar a fiscalização urbana do uso do solo, coibindo ocupações em áreas de risco; Celebrar convênios entre o CREA-MG e municípios para assessoria técnica em projetos públicos, exemplo: Associação Técnica Local, conhecedora dos problemas da região;

17 EIXO URBANICIDADE

18 EIXO URBANICIDADE

19 EIXO URBANICIDADE Grande desafio: Implantar o desenvolvimento urbano com planejamento e eficiência; Normalmente as administrações municipais focam sua gestão em problemas pontuais; Carência de planejamento ou de sua implementação inadequação do Plano Diretor e da legislação urbana;

20 EIXO URBANICIDADE A política urbana através do estatuto das cidades, definem os arranjos de gestão regional: Plano diretor de regiões metropolitanas; Habitação de interesse social, (Minha Casa Minha vida); Saneamento e resíduos sólidos; Mobilidade e Acessibilidade; Leis sobre desenvolvimento urbano.

21 desafios dos planos municipais A partir da Lei Federal /2001 mais conhecida como Estatuto das Cidades é a regulamentação dos artigos 182 e 183 da constituição tornou-se obrigatório para cidade com mais de habitante a elaboração de Plano Diretor, é uma lei municipal elaborada pelas Prefeituras Desafios Municipais, dos com a Planos participação Municipais das Câmaras Municipais e da Sociedade Civil e visa estabelecer normas, organizar o crescimento, funcionamento e planejamento da cidade, deve assegurar as condições gerais para o desenvolvimento da produção, do comércio e dos serviços, e, particularmente, para a plena realização dos direitos dos cidadãos, como o direito à saúde, ao saneamento básico, à educação, ao trabalho, à moradia, ao transporte coletivo, à segurança, à informação, ao lazer, à qualidade ambiental e à participação no planejamento.

22 A vida Urbana, sedia 85% da População nacional; Desigualdade Sócioterritoriais; Favelização do perímetro dos grandes centros e ocupações áreas de risco; Desenvolvimento predatório na relação ao meio ambiente; Grandes avanços área rural e históricos atrasos (mobilidade, saneamento, habitação, preservação de mananciais, etc.); Lei de uso e ocupação do solo; Monitoramento dos planos, fazer cumprir as leis votadas e estabelecidas; Proteger a ocupação irregular em áreas de risco (encostas e beira de cursos d água. Regularização fundiária em ocupações irregulares, favelas;

23 Elaborar e/ou revisar: Plano Diretor Plano de Mobilidade Urbana Plano de Saneamento. (NÃO APENAS PARA CIDADES ACIMA DE Habitantes)

24 ATRIBUIÇÕES DO CREA-MG ENCAMINHAMENTOS GERAIS: Fomentar a participação dos profissionais do Sistema nas discussões e encaminhamentos nos diversos eixos: Alimentos; Impacto das Chuvas; Meio Ambiente; Rodovias e Urbanicidade.

25 APOIO DO CREA-MG Promover Curso de Capacitação em Captação de Recursos; Capacitar e/ou apoiar capacitação para elaboração de Planos Municipais (Diretor, Saneamento e Mobilidade); Apoiar elaboração de Convênios e Consórcios Públicos; Apoiar Planos Municipais de Redução de Riscos; Promover fiscalização das obras, verificando sua regularidade; Promover Workshops para desenvolvimento sustentável; Apoiar ações junto ao Ministério Público para cumprimento da legislação Urbana. Participar com seus profissionais dos mais diversos conselhos de políticas públicas Hoje o CREA-MG mantém representantes em 200 Conselhos que discutem, formulam e fiscalizam a execução de políticas públicas. ;

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28 FIM Engº Civil José do Carmo Dias Gerencia de Políticas Públicas Superintendência de Assuntos Estratégicos CREA-MG

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