CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

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1 2009 PROGRAMA NACIONAL DE CAPACITAÇÃO DE GESTORES AMBIENTAIS PNC/PR Elias Araujo Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos CONSTRUINDO O PLANO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE Texto de apoio pedagógico para as oficinas do Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais PNC/PR

2 Sumário 1. O que é? O que contém? Quais programas compõem o Plano? Quais os passos metodológicos da construção do Plano?... 5 Primeiro Passo: Capacitação da equipe técnica, para:... 5 Segundo Passo: Criação do Fórum para o Plano Municipal do Meio Ambiente, envolvendo:... 5 Terceiro Passo: Diagnósticos, para:... 6 Quarto Passo: Estratégia de implementação, para:... 6 Quinto Passo: Implementação da agenda, com:... 6 Sexto Passo: Validação e Avaliação, para: Com quais instrumentos se relaciona? Matriz ou Marco Lógico de Planejamento do Plano Municipal do Meio Ambiente Referência bibliográfica:

3 1. O que é? O Plano Municipal do Meio Ambiente é um instrumento de participativo de planejamento, gestão e fiscalização ambiental que identifica os principais desafios sócio-ambientais do município, define as ações do governo e da sociedade civil a serem desenvolvidas de forma transversal ao conjunto das políticas públicas, orienta a adoção e implementação de normas legislativas e administrativas, bem como prevê a alocação de recursos institucionais, técnicos, logísticos e financeiros necessários à promoção do desenvolvimento sustentável. 2. O que contém? O Plano Municipal de Meio Ambiente, enquanto instrumento dinâmico e flexível, observando o ordenamento jurídico de meio ambiente, recursos hídricos, de saneamento e desenvolvimento urbano, articulando-se com o Plano Diretor e/ou outros instrumentos equivalentes, contém ao menos os seguintes documentos: Fundamentação político-administrativa; Diagnósticos, impactos e zoneamento ambiental; e Programas ambientais Estes documentos reúnem os seguintes elementos: Diagnóstico e prognóstico sócio-econômico e ambiental do município, com base no zoneamento econômicoecológico, abrange as percepções sobre cenários e tendências; a identificação dos principais riscos e oportunidades, incluindo a visão coletiva de futuro e as responsabilidades e compromissos dos diversos atores públicos e privados; Missão e Finalidade, com base no diagnóstico participativo, estabelece a razão de ser do Plano e seu alcance de longo prazo para o município; Princípios, diretrizes, prioridades e objetivos da gestão ambiental, com vistas à conservação e uso racional dos recursos naturais; à promoção de um meio ambiente com qualidade, saudável e equilibrado; à proteção da 3

4 biodiversidade e do patrimônio ambiental e cultural; e ao desenvolvimento sustentável; Marco jurídico e institucional, incluindo as atribuições e responsabilidades dos três poderes no âmbito municipal, bem como a articulação das normas legislativas e dos procedimentos administrativos, especialmente daqueles relacionados à implementação das políticas nacionais de meio ambiente, de recursos hídricos, de saúde, de desenvolvimento urbano e saneamento no âmbito municipal; Indicadores da Gestão Ambiental municipal, construídos de forma participativa, a partir do diagnóstico sócio-econômico e ambiental, e que permitam o monitoramento e avaliação do alcance do conjunto de objetivos do Plano; Programas, Ações, Atividades e Projetos, necessários ao alcance dos objetivos do Plano, e que se inscrevam nos instrumentos da gestão pública (PPA, LDO e LOA); Estratégia de implementação, incluindo a definição de temáticas (ex. qualidade ambiental, conservação da biodiversidade, uso e ocupação do solo, etc.), e a matriz de planejamento, relacionando objetivos, programas, ações, indicadores, meios de verificação, responsáveis, prazos e pressupostos (recursos institucionais, técnicos, logísticos e financeiros). 3. Quais programas compõem o Plano? O Plano Municipal do Meio Ambiente deve organizar-se em programas relacionados ao enfrentamento dos principais desafios da gestão ambiental no município, relacionados aos riscos mais prováveis, bem como ao aproveitamento das potencialidades sócio-econômicas e ambientais, enquanto oportunidades para se promover o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, o Plano deve contemplar programas que garantam a coordenação das ações e recursos necessários para a observação das prioridades e o alcance dos objetivos propostos, articulando-se, para tanto e sempre que possível, com os programas federais e estaduais, de modo a permitir a sinergia das ações e a otimização dos recursos. Os programas, atendendo sempre as especificidades locais, podem ser: I - Monitoramento de Controle da Poluição e Qualidade Ambiental; II - Monitoramento de Transporte e Armazenamento de Cargas Perigosas; 4

5 III - Coleta, Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos (Domésticos, Hospitalares e Industriais); IV - Proteção da Biodiversidade e dos Ecossistemas: Planos de Manejo e implantação de estruturas de visitação nas Unidades de Conservação do Município; V - Educação Ambiental; VI - Uso e Conservação do Solo e da Água; VII - Proteção de Mananciais: conservação e recuperação de matas ciliares e áreas de recarga hídrica. 4. Quais os passos metodológicos da construção do Plano? Primeiro Passo: Capacitação da equipe técnica, para: Levantar os dados e informações existentes e elaborar a proposta de diagnóstico; Preparar os materiais didático-pedagógicos que servirão de apoio aos processos internos e externos de elaboração do Plano; Realizar os contatos com as instituições lideranças locais que participação dos processos de mobilização e tomada de decisão sobre o Plano Segundo Passo: Criação do Fórum para o Plano Municipal do Meio Ambiente, envolvendo: Órgãos municipais vinculados à área ambiental; Conselho e fundo municipal de meio ou congêneres; Órgãos federais e estaduais responsáveis pela gestão ambiental; Técnicos da área ambiental, inclusive os das instituições de pesquisa e assistência técnica; 5

6 Representantes dos diversos seguimentos da sociedade civil (organizações de classe, movimentos sociais, organizações não-governamentais, religiosas, etc.) Terceiro Passo: Diagnósticos, para: Identificar problemas, potencialidades, riscos e oportunidades; Oferecer opções estratégicas e apontar alvos específicos; Construir visão de futuro; e Definir Programas e Projetos prioritários. Quarto Passo: Estratégia de implementação, para: Estabelecer da agenda de atividades, incluindo: definição do sistema de gestão e acompanhamento; definição das opções estratégicas, objetivos, programas e projetos, e instrumentos necessários. Identificar a agenda local, com a participação dos diferentes atores; Definir o Sistema de Gestão. Quinto Passo: Implementação da agenda, com: Elaboração da Matriz ou Marco Lógico de Planejamento, incluindo os Programas, Projetos e ações prioritárias, os indicadores, meios de verificação e pressupostos; Coleta e sistematização de dados e informações necessárias ao Plano; Mobilização e articulação dos órgãos e instituições parceiras, incluindo definição de responsabilidades e compromissos; Definição de metas e cronograma de atividades; e Identificação e alocação de recursos logísticos, técnicos e financeiros. 6

7 Sexto Passo: Validação e Avaliação, para: Pactuar a aprovação do plano e comprometer os atores envolvidos para a sua implementação; Publicar e divulgar o plano, para conseguir novas adesões; Avaliar, com participação e controle social, e proceder aos ajustes necessários. 5. Com quais instrumentos se relaciona? O Plano Municipal do Meio Ambiente, a rigor, se relaciona com quase todos os instrumentos normativos, de gestão e implementação das políticas públicas, nas áreas de infra-estrutura, economia, saúde, educação, desenvolvimento urbano, agricultura, turismo, etc. A fim de evitar sombreamentos e otimizar o máximo possível os esforços e recursos, observando-se a intersetorialidade das atribuições e garantindo-se a transversalidade das ações, recomenda-se que a elaboração do Plano observe e incida sobre os demais instrumentos de planejamento e gestão, quais sejam: O Plano Diretor Municipal (para os municípios acima de 20 mil habitantes). A Agenda 21 (caso exista); O Código Municipal de Meio Ambiente; O Zoneamento Ecológico-Econômico O Plano Municipal de Saneamento Ambiental; A Política Nacional e Estadual de Meio Ambiente; A Política Nacional e Estadual de Recursos Hídricos; O Plano de Bacia Hidrográfica; O Plano Plurianual do município (PPA); A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO); e A Lei do Orçamento Anual (LOA). 7

8 6. Matriz ou Marco Lógico de Planejamento do Plano Municipal do Meio Ambiente ESTRATÉGIA INDICADORES MEIOS DE VERIFICAÇÃO PRESSUPOSTOS Ex.: Qualidade Ambiental Serviços públicos de Saneamento e de recuperação de áreas degradadas implementados. Quantidade e qualidade dos recursos hídricos fluviais no âmbito do município Aprovação de Programa no PPA 2009/2012 Objetivo Promover a qualidade ambiental nos meios urbano e rural do município, mediante a recuperação de áreas degradadas, incluindo a proteção dos recursos hídricos. Recuperação de áreas degradadas nas nascentes e margens do Rio Tibagi Matas ciliares protegidas e/ou recuperadas no âmbito do município Aprovação de previsão orçamentária na LDO 2010 Resultados Nascentes e matas ciliares do Rio Tibagi protegida e/ou recuperadas 100 hectares de matas ciliares recuperadas % de hectares de matas ciliares recuperadas em relação a meta previstas Alocação de recursos orçamentários e financeiros efetivada no exercício de 2010 Programa Proteção de Mananciais: conservação e recuperação de matas ciliares e áreas de recarga hídrica Matas ciliares protegidas e ou recuperadas % de matas ciliares protegidas e recuperadas em relação às áreas degradadas Programa aprovado e implementado no âmbito da SEMA 8

9 7. Referência bibliográfica: Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais. Cadernos de Formação. Vol. 3: Planejando a intervenção ambiental no município. Ministério do Meio Ambiente. Brasília: MMA, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais. Cadernos de Formação. Vol. 4: Instrumentos da Gestão Municipal Ambiental. Ministério do Meio Ambiente. Brasília: MMA, MAGLIO. Ivan Carlos. Plano Municipal de Meio Ambiente. Política Ambiental e Cidadania. 4ª Conferência Municipal de Meio Ambiente. PPA Política e Planejamento Ambiental LTDA. Juiz de Fora: Ministério das Cidades. Organização Pan-Americana dasaúde. Política e plano municipal de saneamento ambiental: experiências e recomendações. Organização Panamericana da Saúde; Ministério das Cidades, Programa de Modernização do Setor de Saneamento. Brasília: OPAS, Banco do Nordeste do Brasil S.A. Banco Interamericano de Desenvolvimento. Plano Municipal de Turismo Modelo I. PRODETUR NE/II. Regulamento Operacional. Apêndice G 3. Fortaleza:

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