ENERGIA. Projetos e ideias que movimentam o cotidiano de indivíduos, comunidades e nações. # 157 ano XXXIX NOVEMBRO/DEZEMBRO 2011

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1 # 157 ano XXXIX NOVEMBRO/DEZEMBRO 2011 Clairton Gadonski, integrante da Braskem no Polo Petroquímico de Triunfo (RS), com uma luminária LED, solução adotada pela empresa ENERGIA Projetos e ideias que movimentam o cotidiano de indivíduos, comunidades e nações I

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5 ENERGIA Foto de capa: Ricardo Chaves & NOTÍCIAS PESSOAS CAPA Ilustração de Rico Lins #157 Braskem investe na diversificação da sua matriz e na eficiência energética Braskem adota a iluminação a LED mais econômica, mais eficiente, mais ecológica Nova sede da Petrobras em Vitória utiliza recursos energéticos inovadores Com a implantação de uma PCH, Foz torna-se autossuficiente em Cachoeiro de Itapemirim Complexo formado por três fábricas em Suape dá força ao setor têxtil nacional Henrique Valladares fala da atuação da Odebrecht como investidora no setor de energia Teles Pires: as novidades na mobilização de pessoas para uma obra no Brasil profundo Em parques no Sul e no Nordeste, Odebrecht estreia no segmento de geração de energia eólica Os esforços de Angola para levar energia elétrica a uma parcela maior de sua população Da mina ao porto, o longo e essencial caminho do carvão produzido em Moçambique Luz para Todos: as histórias comoventes de quem acende uma lâmpada pela primeira vez Um exemplo de projeto simples, criativo e eficaz vindo de La Candelaria, na Argentina Em La Plata, a estratégica ampliação da capacidade de produção de uma refinaria da YPF José Luiz Alquéres e as perspectivas do setor de energia no Brasil e no mundo COPA 2014 HABITAÇÃO TRANSPORTES GENTE PERFIL CULTURA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL HISTÓRIA SABERES 3 foto: Carlos Júnior

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7 EDITORIAL A energia dos sonhos e das realizações Com sua trajetória no setor de energia iniciada na década de 1950, como construtora de barragens no Nordeste brasileiro, a Odebrecht, hoje, além de prestadora de serviços de engenharia e construção, também é produtora e investidora. Por meio de suas equipes espalhadas pelo mundo, faz valer o acúmulo e o compartilhamento de experiência e conhecimento para levar às comunidades o que de melhor pode oferecer. Lopes Sebastião e Dilma Marçal. Ele vive na província de Uíge, em Angola; ela, no interior de Minas Gerais. Ambos, recentemente, passaram a contar com energia elétrica em suas casas. As comunidades onde moram foram beneficiadas por iniciativas governamentais que têm a participação da Odebrecht. Gustavo Checcucci e Fernando Chein. O primeiro trabalha na Braskem e lidera a equipe responsável pela gestão da energia utilizada pela empresa. Fernando atua na Odebrecht Energia e está entre os protagonistas da estreia da empresa no segmento de energia eólica. Além deles, nas páginas desta edição de Odebrecht Informa estão José Piquitai, de Moçambique, Julio Romano, da Argentina, Pablo Andreão e José Dalvi, do Espírito Santo, e muitas outras pessoas que, de uma forma ou de outra, tiveram suas vidas transformadas pelo trabalho da Odebrecht no setor de energia. Eles são beneficiários ou responsáveis diretos pela concretização dos benefícios, e suas histórias de trabalho e de vida comprovam como o espírito de servir e a esperança são elementos que se complementam, se integram e se tornam vitais um para o outro. Com sua trajetória no setor iniciada na década de 1950, como construtora de barragens no Nordeste brasileiro, a Odebrecht, hoje, além de prestadora de serviços de engenharia e construção, também é produtora e investidora. Por meio de suas equipes espalhadas pelo mundo, a Organização Odebrecht faz valer o acúmulo e o compartilhamento de experiência e conhecimento, para levar às comunidades o que de melhor pode oferecer. Da colocação de uma tomada, um interruptor e uma lâmpada até a implantação de um parque eólico ou a construção de um complexo industrial, porque o que importa, mais que tudo, é a diferença que isso faz na vida das pessoas estejam onde estiverem, sejam quantas forem, com seus sonhos e sua realidade cotidiana, iluminados pela crença de que a vida existe para ser desfrutada com alegria, persistência e paixão.

8 máximo APROVEITAMENTO, mínimo DESPERDÍCIO 6

9 Usuária de cerca de 2% de toda a energia consumida no Brasil, a Braskem investe na diversificação das fontes e na sua capacidade de autoprodução Unidade da Braskem no Polo de Camaçari: busca de eficiência energética nos processos produtivos texto Thereza Martins fotos Dario de Freitas Acervo Odebrecht

10 Para movimentar os equipamentos de suas fábricas em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, a Braskem utiliza cerca de 2% de toda a energia consumida no Brasil. Na comparação com o consumo do parque industrial do país, esse percentual chega a quase 5%. E mais: quando se analisa a indústria química, na qual a Braskem está inserida, a demanda da companhia ultrapassa os 50% do total, evidenciando a relevância da empresa no cenário energético nacional. A indústria química e a petroquímica são grandes usuárias de insumos energéticos, juntamente com a mineração, a siderurgia e os produtores de vidro, explica o engenheiro eletricista Gustavo Checcucci, Responsável pela Gestão de Energia Elétrica na Braskem. Com características heterogêneas de tecnologias e processos, as 28 unidades industriais da empresa no Brasil utilizam fontes de energia diversificadas. Gás natural, óleo combustível, carvão mineral, energia elétrica e combustíveis residuais (óleo e gás gerados no processo industrial das fábricas) compõem a matriz energética da Braskem. Para gerir esse mix de insumos há uma diretoria específica: a Diretoria de Energia, com três gerências, uma dedicada à regulação e comercialização de energia elétrica; outra, focada em combustíveis e eficiência energética; e uma terceira, que gere o programa voltado à autoprodução de energia. Gustavo Checcucci, à frente, com integrantes de sua equipe (Mauro Koiti Kumahara, Lucas Garcia Nishioka, Fabio Yanaguita e Kelly Sayuri Yamaki): responsáveis pela gestão da energia que a Braskem utiliza. Abaixo, movimentação de carvão em Triunfo: matriz diversificada medida mês a mês pelo fornecedor, e o usuário recebe a fatura no fim de cada período. Como ocorre em qualquer outro tipo de transação comercial, os preços no mercado livre oscilam de acordo com a oferta e a demanda. Em épocas de Desempenho monitorado A gestão do uso de energia elétrica na Braskem é integrada a partir do 25º andar do edifício onde está a sede da empresa, em São Paulo. Ali funciona a Mesa de Operações de Energia, um ambiente interligado às plantas industriais via rede, no qual trabalham três engenheiros liderados por Gustavo Checcucci. Atentos às telas de televisores e computadores, eles acompanham em tempo real o consumo e as necessidades de suprimento de cada uma das fábricas da companhia, para melhor atendê-las. A equipe é responsável, também, pela compra do insumo no mercado livre, uma opção ao chamado mercado cativo (Ambiente de Contratação Regulada), ao qual a grande maioria dos consumidores está habituada. Nessa modalidade, a energia utilizada é Foto: Mathias Kramer 8

11 chuva, por exemplo, quando os reservatórios de água estão cheios, os preços caem, e sobem na estiagem. Da mesma forma, o custo é mais elevado em horários de ponta de demanda por exemplo, das 18h às 21h. Para adquirir energia elétrica a preços mais competitivos é preciso conhecer a necessidade futura da operação nas fábricas e planejar o seu suprimento com antecedência, afirma Gustavo. Ele acrescenta: Nesse sentido, o mercado livre nos favorece com a possibilidade de escolha. Em 2010, as negociações da Mesa de Operações de Energia geraram uma economia de R$ 23,5 milhões para a Braskem. O custo anual do insumo para a empresa é de aproximadamente R$ 750 milhões. A participação da energia elétrica comprada na matriz energética da Braskem é de 10% e, no segundo semestre de 2011, representou 3,2% do custo do produto vendido. A busca por melhores preços, prazos, contratos, condições de pagamento e parceiros é um exercício diário. Mas ainda há outros campos a serem explorados. O da regulamentação de mercado é um deles. Com esse objetivo, a Braskem participa da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace) e acompanha discussões sobre temas como possibilidades de redução tarifária, um dos fatores que oneram o custo do insumo. 9

12 Apoio ao cliente Se as negociações no mercado livre trazem benefícios para a Braskem, elas também podem agregar valor aos negócios de clientes. Com essa lógica e apoiada em premissas do programa Visio, as áreas de Polímeros (Comercial) e de Energia estão levando sua experiência à Borealis Brasil, companhia da qual a Braskem detém 20% de participação por meio de uma joint venture. Assim como a TEO (Tecnologia Empresarial Odebrecht), o programa Visio, específico para a Braskem, tem por princípio construir e manter relações de parceria com o cliente, afirma Octávio Pimenta, Líder Comercial no segmento de compostos, que participou das negociações com a Borealis. Na parceria para a aquisição de energia elétrica, estamos colocando em prática o espírito de servir e de inovar para ajudar o cliente a vencer desafios. Há tempos, a Borealis via na migração para o mercado livre uma alternativa competitiva. Não tínhamos certeza se a mudança seria viável, por exigir um trabalho adicional de gestão e planejamento para o qual não tínhamos uma equipe especializada, Laudemir Sarzeta da Silva, engenheiro químico, Diretor de Operações da empresa. Agora podemos contar com a parceria da Braskem e teremos prazo para avaliar a experiência, acrescenta. Contando com uma comercializadora parceira, a Braskem comprou energia elétrica para a Borealis. O acordo é válido por um ano, tempo para a empresa decidir se segue em frente com a parceria ou se volta ao mercado cativo. O insumo destina-se à unidade da Borealis em Itatiba (SP), com capacidade produtiva de 24 mil t anuais de compostos de polipropileno, matéria-prima para a indústria automotiva e para a de linha branca (eletrodomésticos). A Borealis mantém outra fábrica no Brasil, integrada ao Polo Petroquímico de Triunfo (RS), que já se beneficia de uma energia competitiva. Em Itatiba, o consumo de energia da Borealis é da ordem de kw por mês. De acordo com as normas regulatórias desse mercado, empresas com demanda de 500 kw a até kw podem participar do mercado livre, desde que o suprimento provenha de fontes renováveis de energia, como pequenas usinas hidrelétricas, usinas de cogeração de energia elétrica a partir de biomassa e usinas eólicas. Para nós, esse é um incentivo a mais. Além de obter energia mais competitiva, Ludemir Sarzeta da Silva, da Borealis: parceria garante aquisição de energia estamos optando pelo caminho da sustentabilidade, afirma Laudemir. Hoje, a Borealis gasta até R$ 6 milhões por ano com o insumo e espera fazer uma economia de aproximadamente R$ 400 mil a partir da migração para o mercado livre. Eficiência energética A energia térmica gerada por gás natural, carvão mineral, óleo combustível e combustíveis residuais representa 90% da matriz energética da Braskem. Os insumos energéticos são queimados em fornos e caldeiras da área de Utilidades das fábricas e transformados em vapor, para movimentar os processos produtivos da petroquímica. A contratação de insumos, a gestão desses energéticos e a observância de normas regulatórias estão entre as atribuições da equipe liderada pelo engenheiro Marcelo Wasem, responsável pela área de combustíveis e eficiência energética da Diretoria de Energia. 10

13 as iniciativas desenvolvidas na Braskem relacionadas à eficiência energética, a fim de buscarmos a melhor maneira de apoiar as equipes que estão à frente dos projetos, afirma. Em breve, todo projeto seja de inovação, seja de produtividade ou qualidade apresentado por integrantes deverá contemplar, também, ções sobre possível impacto em eficiência energética. A empresa vem investindo em projetos para aumentar sua capacidade de autoprodução energética e melhorar a eficiência dos insumos que consome, Marcelo. Por eficiência, entenda-se aproveitamento máximo e desperdício mínimo, qualidade, custos, competitividade e redução de impactos ambientais negativos, entre outros atributos. Estamos trabalhando para desenvolver uma visão sistêmica de eficiência energética, ou seja, mapear as unidades produtivas, entender como funciona cada equipamento e cada rotina, aproveitar o máximo de seu potencial, identificar gargalos, oferecer soluções, estabelecer indicadores de monitoramento e compará-los aos de mercado, diz Marcelo. Para apoiar essas atividades será contratada uma consultoria até o final de 2011, visando o alcance de resultados em Marcelo Wasem explica que hoje, os ganhos obtidos em eficiência energética são decorrentes de projetos pontuais das equipes de Manutenção e Produtividade. Queremos ter uma visão de todas Opção sustentável Por uma questão de logística, a Unidade de Insumos Básicos da Braskem (Unib), instalada no Polo de Triunfo, é a única que utiliza carvão mineral como fonte de energia. Mais de 90% das reservas de carvão do Brasil estão localizadas na região Sul, a maior parte delas, no Rio Grande do Sul, Marcelo Wasem. E a Braskem utiliza uma parte significativa desse insumo, em função de seu custo competitivo, enfatiza. O carvão brasileiro, porém, gera grande quantidade de cinzas (35% do volume total). As cinzas leves (secas) são vendidas para a indústria cimenteira. Mas para as pesadas (úmidas), retiradas das caldeiras após o processo de queima, não há ainda uma destinação sustentável que substitua as bacias de decantação. Uma opção viável poderá surgir como resultado do projeto piloto, já em curso, para o aproveitamento desses resíduos na fabricação de blocos de tijolos. O projeto é de autoria do empresário Mauro Pezzi Parode, que utilizou uma tecnologia desenvolvida há quase 30 anos pela Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) do Rio Grande do Sul. Com o apoio da Prefeitura de Triunfo, que cedeu um galpão na zona industrial da cidade, e da Braskem, que o orientou em questões legais, ambientais e de segurança do trabalho, Mauro Parode já está produzindo em escala piloto. Equipei a fábrica com recursos próprios, contratei e treinei pessoas para o trabalho e, hoje, nossa capacidade de produção é de até 4 mil unidades diárias, afirma. A produção ainda não está à plena carga, porque Mauro busca um parceiro interessado em utilizar os blocos de tijolos na construção de casas populares. As cinzas, matéria-prima do processo, são fornecidas gratuitamente pela Braskem. Os estudos da Cientec mostram que as cinzas pesadas podem ser utilizadas, também, na fabricação de dormentes para projetos ferroviários e como base para a pavimentação de estradas. 11

14 12 A LUZ DE UMA idei Braskem decide instalar iluminação a LED em todas as suas dependências texto Luciana Móglia fotos Ricardo Chaves Neste caso, é mais apropriado dizer que, quando a ideia veio, a lâmpada se apagou. E, em seu lugar, acendeu-se a iluminação a LED (Light Emitting Diode ou Diodo Emissor de Luz). Tecnologicamente avançada, ela possibilita redução no consumo de energia e mais durabilidade em relação às outras soluções, além de não conter mercúrio. Motivos mais que suficientes para que a Braskem decidisse investir em uma das suas unidades do Rio Grande do Sul, o que a levou à condição de empresa pioneira no uso desse tipo de iluminação em escala industrial. Uma ação deflagrada em 2009 para melhorar as condições de iluminação da Unidade de Petroquímicos Básicos, no Polo de Triunfo (RS), foi o primeiro passo. Quinze mil lâmpadas tubulares fluorescentes serão substituídas por LED até o final de 2012, significando a conclusão da primeira fase do projeto. O investimento totalizará R$ 1,8 milhão. O payback (retorno do investimento) projetado é de 12 meses. O projeto deverá ser multiplicado para outras unidades da Braskem em breve. O grupo formado para sugerir melhorias aproveitou o momento de mudança para buscar uma solução sustentável. As lâmpadas de descarga, que eram as mais utilizadas, têm mercúrio em sua composição e geram mais resíduos por usarem reatores e terem baixa vida útil, afirma Clairton Gadonski, integrante da área de Manutenção Elétrica e responsável pela formação do grupo. A primeira etapa do trabalho da equipe multidisciplinar, composta de representantes das áreas de Elétrica, Instrumentação e Suprimentos e da empresa parceira em elétrica da Braskem, foi fazer uma pesquisa sobre as soluções disponíveis. Entre as avaliadas, estavam as lâmpadas LED, fluorescentes T5 e vapor de sódio. As principais características testadas foram temperatura, fluxo luminoso, eficiência, grandezas elétricas, aceitação dos usuários, custo-benefício e impacto no meio ambiente. De cinco a 70 vezes mais durável A LED levou vantagem em praticamente todos os pontos. Sua duração é de cinco a 70 vezes maior, de- 12

15 a Clairton Gadonski, integrante da Braskem em Triunfo: LED gera menos resíduos pendendo da tecnologia comparada, gera economia de energia de 20% a 80% e apresenta menor impacto no meio ambiente, afirma Flávio Dieterich, pesquisador da tecnologia e integrante do grupo. No entanto, havia um entrave: o preço era muito alto. O grupo não desistiu. À medida que o tempo foi passando, os valores foram reduzidos e a qualidade melhorou, de forma que a tecnologia tornou-se competitiva perante as outras opções, afirma Thiago Oliveira, representante da área de Suprimentos. Ele lidera a negociação com fornecedores das lâmpadas e luminárias. Os fornecedores perceberam que a Braskem poderia ser um parceiro de grande porte e uma vitrine para o uso dessa alternativa, diz. A Philips, uma das principais fabricantes mundiais, foi a fornecedora escolhida pela Braskem para a primeira negociação de grande porte em iluminação a LED para lâmpadas tubulares. A troca de lâmpadas começou em janeiro de O projeto da Braskem para a substituição de lâmpadas por LED ocorre em quatro frentes. Uma delas é a troca de lâmpadas da área administrativa, casas de controle e subestações da Unib. Duas mil lâmpadas fluorescentes tubulares já foram substituídas por LED. Apresentaram, nos pilotos realizados, fluxo luminoso 35% maior e redução de 40% no consumo de energia. A substituição de luminárias LED em postes de arruamentos está em fase piloto. Já foram instaladas 20 luminárias LED, que passaram a iluminar a área operacional e as ruas das unidades. A próxima etapa será José Eduardo: substituir todas as 500 luminárias de lâmpada aprendizados a vapor de mercúrio usadas para esse fim. precisam se converter em As áreas operacionais que receberão a iluminação incluem as caldeiras, nas quais está sendo feita a adequação para LED. Nos fornos, será aplicada luminária específica, utilizando-se a tecnologia LED. Por fim, a substituição nos galpões e oficinas: o investimento realizado até agora na Unib foi de R$ 800 mil, com payback projetado para um ano, considerando-se todos os benefícios da troca do sistema. Em paralelo ao projeto de substituição, a Braskem já definiu que a planta de butadieno, com entrada em operação prevista para 2013, no Rio Grande do Sul, será toda iluminada com LED. 13

16 teto A CRIATIVIDADE BATEU NO Modelo de sustentabilidade, a nova sede da Petrobras em Vitória utiliza recursos de alta ciência energética texto OEspírito Santo é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil e deverá alcançar, até o fim do ano, uma produção de 400 mil barris por dia. As primeiras atividades petrolíferas em terras capixabas foram realizadas pela Petrobras em De lá para cá, diversos campos foram descobertos e, em 2001, a empresa estabeleceu sua sede administrativa em Vitória. Com o cresci- 4 mento da produção, sobretudo na década de 2000, a Petrobras decidiu construir uma nova sede. O Fabiana Cabral fotos Lívia Aquino Consórcio OCCH, formado por Odebrecht Infraestrutura, Camargo Corrêa e Hochtief, foi o escolhido para tirar do papel o projeto, um modelo de sustentabilidade e eficiência energética. O local escolhido foi o alto do morro do bairro conhecido como Barro Vermelho, com entrada principal pela Avenida Nossa Senhora da Penha. Em uma área construída de 95 mil m 2, o complexo compreende duas torres de escritórios ligadas por um edifício central, Centro de Realidade Virtual, Centro de Processamento de Dados, restaurante e prédio de utilidades. Cerca de 600 profissionais trabalham no local, que deverá ser ocupado por 2 mil pessoas. O complexo foi projetado para utilizar as riquezas naturais da região, como a energia do sol e a circulação dos ventos, e para receber siste- A nova sede da Petrobras em Vitória e, na página ao lado, parte das tubulações usadas para manter a água gelada circulando entre os andares: sistema moderno de climatização

17 mas voltados para a ecoeficiência do local. A sede é um showroom de processos sustentáveis e de alta tecnologia, entre eles o uso de energia solar e de vidros de baixa absorção de calor, o tratamento de 100% do esgoto e reúso da água para irrigação do jardim e utilização nos vasos sanitários, além do sistema de ar condicionado econômico, explica Sidney dos Passos Ramos, Diretor de Contrato na Odebrecht. Pensando na eficiência energética do empreendimento, a Petrobras e o Consórcio OCCH optaram por um moderno sistema de climatização que utiliza a água para resfriar os ambientes. O sistema de ar condicionado Teto Radiante foi instalado nos escritórios e no edifício central. É o primeiro empreendimento no Espírito Santo com esse tipo de tecnologia, destaca Sidney. Segundo Antônio Morais Telesforo, Gerente de Instalações Eletromecânicas e Utilidades no consórcio, a água é mais eficiente que o ar na troca de calor e utiliza menor quantidade de energia para resfriar o local. O Teto Radiante reduz em cerca de 30% o consumo de energia elétrica e de água, não gera vento e barulho, homogeneiza a temperatura e controla a umidade, o que proporciona mais conforto aos usuários, esclarece. O sistema é um circuito fechado, composto de 5 km de tubulações isoladas termicamente, que mantêm 200 mil litros de água gelada circulando entre os andares e o chiller, responsável pelo resfriamento do líquido. É nessa máquina, localizada no prédio de utilidades, que o processo começa. A Central de Água Gelada da nova sede conta com quatro chillers, de três tipos: elétrico, onde o calor é lançado para fora (semelhante ao processo de refrigeração da geladeira); de absorção, que utiliza reações químicas para absorver o calor; e de ar, para emergências, com 12 ventiladores. A água sai a 5ºC e retorna com 15ºC, comenta Edimauro Conde Arouca, Coordenador de Projetos da Eleven Systems, parceira do consórcio. Depois de resfriada, a água é bombeada, por meio das tubulações, até as serpentinas acopladas nas placas metálicas do teto radiante. As serpentinas irradiam o frio para a superfície da placa, que o lança no ambiente, explica Edimauro. O líquido retorna ao schiller, mais quente, para ser resfriado novamente. Para controlar a umidade e o índice de CO2 no ar, o Teto Radiante também utiliza um sistema de ar resfriado. Como não há troca de ar com o ambiente externo, por meio de um equipamento chamado fan-coil, o ar frio e sujo sai e o ar novo e limpo entra, conta Antônio Morais. Os ambientes foram divididos em zonas de conforto para manter a homogeneidade da temperatura e, com isso, economizar energia. O usuário não percebe que o local tem ar condicionado, completa. 15

18 UMA REFERÊNCIA cachoei CHAMADA Construção de uma pequena central hidrelétrica fortalece a condição do município capixaba como modelo na superação de desafios de abastecimento de água e esgotamento sanitário texto Irene Vucovix fotos Bruna Romaro 16 A PCH da Foz no Rio Itapemirim: marco para a empresa e para a cidade

19 ro Das janelas de seu escritório, Pablo Andreão, Diretor da Foz Unidade de Cachoeiro de Itapemirim (ES), tem vista privilegiada do Rio Itapemirim e de boa parte de uma obra pioneira. Construída na Ilha da Luz, uma pequena central hidrelétrica (PCH) começou a operar no início de novembro, tornando a concessionária municipal dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário autossuficiente em energia. A PCH é um marco para a Foz e para Cachoeiro de Itapemirim, a Princesa do Sul dos capixabas. Para a empresa, porque reforça seu papel de polo de excelência na prestação de um serviço essencial, com o uso cada vez mais eficiente da energia. Para o município, porque resgata a história da Ilha da Luz, que ganhou esse nome em 1903, quando começou a operar a usina de força motriz que tornou Cachoeiro de Itapemirim a primeira cidade do Espírito Santo e a terceira do Brasil a ter um sistema de iluminação pública baseado em eletricidade. Passados 108 anos, os R$ 30 milhões investidos pela Foz na construção da PCH incluíram a recuperação de parte da estrutura criada na época da usina motriz, o que também valoriza uma história cujo resgate orgulha toda a comunidade. Além disso, a Ilha da Luz volta a justificar seu nome, com um empreendimento que gera 500 vezes mais energia que a antiga usina do início do século passado. A potência da PCH é de 3,8 MW, um acréscimo de 36% sobre os 2,8 MW previstos no projeto inicial, e o suficiente para abastecer de energia uma cidade de 40 mil habitantes. A energia elétrica é o maior custo de uma concessionária de saneamento básico, explica Pablo Andreão. A operação comercial da PCH faz da empresa de soluções ambientais da Odebrecht um exemplo de eficiência energética, com sustentabilidade. Isso terá reflexos muito positivos na comunidade local, na parceria com os fornecedores, na geração de valor para os acionistas e no negócio de saneamento em todo o Brasil. Andreão assumiu em junho a direção da Foz em Cachoeiro de Itapemirim. Há 10 anos na empresa, participou de todo o processo de implantação da PCH, iniciado em 2003 com os primeiros estudos de viabilidade. Mais tarde, em 2005, acompanhou o 17

20 processo de licenciamento e, a partir de junho de 2010, a obra da usina realizada dentro da cidade, o que exigiu muito diálogo com a comunidade e um intenso trabalho de educação socioambiental. A grande beneficiada com a operação comercial da usina será a população da área urbana, que concentra mais de 90% dos 190 mil habitantes de Cachoeiro de Itapemirim. A Foz abastece com água potável 99,5% dos imóveis dessa região, que também tem 92,5% atendidos por sistema de esgotamento sanitário. Andreão afirma: A PCH dará mais segurança ao conjunto da operação da concessionária, cujos serviços demandam funcionamento contínuo de instalações e equipamentos posicionados não apenas ao longo da área urbana da sede de Cachoeiro, mas também na dos outros nove distritos que compõem o município. A economia de Cachoeiro também será beneficiada intensamente com a operação da PCH, pois ela permitirá que a Foz deixe de consumir do sistema público local o total de energia utilizado pela concessionária, que é uma das 10 maiores compradoras de eletricidade no município. Assim, como esse insumo é fundamental para as indústrias, a infraestrutura local fica ainda mais atraente para a chegada de novos e expressivos empreendimentos geradores de mais emprego e renda. A PCH vai fortalecer a posição de referência que Cachoeiro de Itapemirim conquistou com seu sistema de saneamento básico, que tornou nossa cidade uma das primeiras no Brasil a solucionar as questões de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por meio de uma parceria entre a iniciativa privada e o poder público, salienta Pablo Andreão. Padrão internacional A Foz detém a concessão do serviço de água e esgoto até 2035 e tem a obrigação de operar, manter, modernizar e ampliar a rede de saneamento básico de Cachoeiro de Itapemirim. A meta é desenvolver, de maneira contínua, o que já era bom, potencializar os valores e a filosofia da Organização Odebrecht, diz Mário Amaro da Silveira, ex-diretor Operacional da Foz em Cachoeiro e atualmente Diretor da Companhia de Saneamento de Tocantins (Saneatins), a mais recente conquista da Foz, que passou, em outubro, a participar do bloco privado da empresa (76,52%). 18

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