Integração On-line com Sharepoint

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1 Integração On-line com Sharepoint 2004 / José Miguel de Bessa Carvalho Departamento de Engenharia Informática

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3 Integração On-line com Sharepoint 2004 / José Miguel de Bessa Carvalho Departamento de Engenharia Informática 2004 Orientador ISEP: Eng.º Paulo Proença Supervisor mypartner: Eng.º Rui Cardoso

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5 À minha família v

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7 Agradecimentos Começo por agradecer a todos os professores que tive, desde a primária à faculdade, pois sem eles, não poderia ter adquirido os conhecimentos que me foram fundamentais para o curso, para o estágio e para a vida. Quero dar todo o meu apreço a toda a equipa da mypartner, a empresa que me acolheu nos últimos cinco meses e me fizeram sempre sentir em casa. A toda a minha família, à minha namorada, e aos meus amigos, pela paciência, ajuda e compreensão dadas. Ao supervisor da mypartner, Eng.º Rui Cardoso, por me ter acompanhado e ajudado imenso em todas as situações, mas principalmente por me ter dado esta oportunidade. Ao Carlos Alberto e ao Eduardo Nogueira, por todo o desafio a que me sujeitaram e por todas as oportunidades dadas. Ao estagiário José Miguel Oliveira pela entreajuda que existiu durante este estágio. A toda a equipa da mypartner, pela simpatia e boa disposição mostrada todos estes cinco meses passados e por terem tido a disponibilidade para mesmo nas situações mais básicas me poderem ajudar. Ao meu orientador de estágio, Eng.º Paulo Proença, pela disponibilidade demonstrada. Quero também dar um agradecimento especial ao ISEP Instituto Superior de Engenharia do Porto, por me ter posto ao dispor o Laboratório.NET. A todos um muito obrigado, Miguel Carvalho 2005 vii

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9 Resumo O objectivo deste projecto consiste no estudo da aplicação Microsoft Windows Sharepoint Services, e no desenvolvimento de várias soluções/aplicações possíveis de realizar dentro do mesmo, tendo sido desenvolvida a integração entre aplicações distintas, neste caso entre o próprio Sharepoint, o Microsoft Business Solutions Navision, e o Microsoft Office 2003, integração com Infopath e Excel. O ponto fulcral do estágio centra-se na análise exaustiva do Microsoft Windows Sharepoint Services. Para a integração com Microsoft Business Solutions - Navision, foi necessário desenvolver vários WebServices que servissem de intermediário entre as duas aplicações. Foram também desenvolvidos vários sites e aplicações dentro do Sharepoint, capazes de satisfazerem as necessidades pretendidas por vários clientes a que a mypartner quis apresentar o produto. Finalmente, é de salientar a satisfação do estagiário relativamente ao trabalho desenvolvido, tendo sido alcançados os requisitos inicialmente previstos. ix

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11 Índice Agradecimentos...vii Resumo... ix Índice... xi Índice de Figuras...xv Notação e Glossário... xvii 1 Introdução Enquadramento Apresentação do estágio Tecnologias utilizadas Apresentação da Empresa Organigrama: Localização da mypartner: Contributos deste trabalho Organização do relatório Contexto O que é o Sharepoint? História do Sharepoint Windows Sharepoint Services (WSS) Arquitectura IIS Segurança Autenticação de utilizador Autenticação Anónima Autenticação Básica Autenticação Integrada Windows...20 xi

12 2.6.5 SSL Grupo de Administração do Sharepoint Grupos de Site Segurança da porta de administração Segurança da ligação SQL Server Protecção Firewall Funcionalidades Listas Bibliotecas Quadros de Discussão Surveys Customização de um site SharePoint WebParts Sharepoint Portal Server (SPS) WSS vs SPS Requisitos Mínimos Windows Server Segurança Flexibilidade Serviços WEB Microsoft.NET Framework Common Language Runtime CLR Arquitectura Bibliotecas Microsoft Visual Studio.NET C# Microsoft Business Solutions-Navision Sobre a Microsoft Business Solutions...42 xii

13 Microsoft Business Solutions Navision Developer s Toolkit C/SIDE NAS Microsoft FrontPage 2003 SP Microsoft InfoPath 2003 SP Web Services SOAP WSDL Estrutura de um documento WSDL XML XSL (Etensible Stylesheet Language) XSD (XML Schema Definition) XML DOM Microsoft Message Queuing (MSMQ) Descrição Técnica Desenho da Aplicação Ligação InfoPath Web Service Ligação Navision Web Service Web Service Web Methods Message Queues Navision Relatório de Despesas mypartner Web Part EEE (Linha de Encomendas) Conclusões Objectivos realizados Outros trabalhos realizados Limitações e trabalho futuro xiii

14 4.4 Apreciação final Bibliografia...88 ANEXOS...89 Anexo 1 Calendarização do Estágio Anexo 2 Aspecto Básico do WSS Anexo 3 Site desenvolvido para a EEE Anexo 4 Fórum de Discussão (EEE) Anexo 5 Galeria de Fotos (EEE) Anexo 6 Site desenvolvido para Bulhosa Livreiros Anexo 7 Questionários (Surveys) Anexo 8 Estatísticas de Questionário Anexo 9 Desenvolvimento C# para CRM xiv

15 Índice de Figuras Figura 1 - Organigrama da Empresa mypartner...6 Figura 2 Localização da mypartner...7 Figura 3 Windows Sharepoint Services...11 Figura 4 Arquitectura do Windows Sharepoint Services(WSS)...12 Figura 5 - Configuração Web Farm...13 Figura 6 Diferentes tipos de Bases de Dados...14 Figura 7 Colecção de sites num servidor virtual...15 Figura 8 Estrutura da Framework.NET...34 Figura 9 Arquitectura genérica NAS...45 Figura 10 Esquema da comunicação entre aplicações...49 Figura 11 Estrutura do protocolo SOAP...50 Figura 12 Lógica da tecnologia MSMQ...55 Figura 13 Formulário de Encomendas Bulhosa Livreiros...58 Figura 14 Comunicação InfoPath Web Service...60 Figura 15 - Processo de comunicação entre Navision e web service...61 Figura 16 Relatório de Despesas mypartner...83 Figura 17 Webpart de linhas de encomeda (EEE)...84 Figura 18 - Calendarização do Estágio...90 Figura 19 - Gráfico de Gantt...90 Figura 20 - Site base Windows Sharepoint Services...91 Figura 21 - Site EEE...92 Figura 22 - Fórum de Discussão (EEE)...93 Figura 23 - Galeria de Fotos EEE...94 Figura 24 - Site Bulhosa Livreiros...95 Figura 25 - Questionário Bulhosa...96 Figura 26 - Estatísticas do questionário...97 Figura 27 - Aplicação desenvolvida para integração em CRM...98 xv

16 Índice de Tabelas Tabela 1 Comparação entre WSS e SPS...30 Tabela 2 Requisitos Mínimos...31 Tabela 3 Módulos e secções do Navision...41 Tabela 4 Utilização da tecnologia XML, pelo InfoPath...48 Tabela 5 Objectos XML DOM...54 xvi

17 Notação e Glossário WSS Windows Sharepoint Services SPS Sharepoint Portal Server STS Sharepoint Team Services ERP Enterprise Resource Planning IIS Internet Information Service XML extensible Markup Language HTML Hypertext Markup Language SMTP Simple Mail Transfer Protocol HTTP Hypertext Transfer Protocol SQL Structured Query Language MSDN Microsoft Developer Network SOAP Simple Object Access Protocol URL Uniform Resource Locator xvii

18 1 Introdução Este documento apresenta um relatório sucinto do trabalho desenvolvido pelo aluno José Miguel de Bessa Carvalho, enquanto estagiário na empresa mypartner Consultoria Informática Lda., no desenvolvimento do estágio realizado no âmbito da cadeira de Projecto/Estágio do 3º ano do Bacharelato em Engenharia Informática do Instituto Superior de Engenharia do Porto, no segundo semestre do ano lectivo de 2004/ Enquadramento A realização do estágio envolveu uma análise exaustiva sobre as diferentes soluções que iriam ser implementadas, pelo que a maior parte do tempo dispendido durante o mesmo, focou-se na execução da tarefa de análise. Foram desenvolvidas diversas aplicações, sites, relatórios, entre outros nomeadamente para a própria empresa mypartner, para a EEE Empresa de Equipamento Eléctrico, para a Bulhosa Livreiros. Para a mypartner, foi desenvolvido um portal que pudesse ser funcional dentro da própria empresa, funcionando como uma intranet. Relatórios de despesas a serem preenchidos pelos colaboradores e aprovados pelos directores, questionários, livrarias de documentos, imagens entre outros. Para a EEE e para a Bulhosa, foram desenvolvidos portais semelhantes que pudessem de certa forma mostrar às empresas as funcionalidades e potencialidades do Sharepoint. Desde toda a gama de templates existentes, à integração com Navision, para tal desenvolveram-se, para além dos templates existentes, várias webparts capazes de integrarem o Sharepoint e serem funcionais em função do pretendido. José Miguel de Bessa Carvalho 1

19 1.2 Apresentação do estágio No decorrer do estágio, foram asseguradas ao Estagiário todas as condições normalmente disponibilizadas aos funcionários da empresa. Em particular, foi-lhe concedido um acesso à rede interna da mypartner, com integral partilha de recursos, o que lhe permitiu ter acesso à Intranet e acesso ilimitado à Internet. Foi-lhe, também, concedida uma conta de correio electrónico e todos os programas necessários, que se revelaram essenciais na evolução do projecto desenvolvido. Adoptando a política interna da empresa, foi criada uma pasta específica para o projecto, localizada no servidor da empresa. Foram ainda oferecidos, ao Estagiário, todos os recursos logísticos indispensáveis à sua ocupação, como acesso a impressoras, consumíveis de escritório e posto físico de trabalho. Todas estas facilidades contribuíram de forma significante para a rápida integração no ambiente de trabalho. O estágio foi desenvolvido utilizando várias ferramentas, algumas desconhecidas à partida pelo Estagiário como é o caso do próprio Microsoft Windows Sharepoint e do Microsoft Virtual PC A análise da tecnologia foi sem dúvida o ponto fulcral do estágio, tornando-se numa grande componente didáctica, tendo sido necessário despender de bastante tempo para a realização do trabalho de pesquisa e de investigação, permitindo, assim, aprofundar os conhecimentos. Na comunicação com o gestor do projecto (supervisor da mypartner) foi utilizado o Microsoft Project 2003, onde desde o início do Projecto, foi delineado um Planeamento com etapas muito minuciosas e com prazos devidamente estipulados. José Miguel de Bessa Carvalho 2

20 1.3 Tecnologias utilizadas Microsoft Windows Sharepoint Services Microsoft Windows Server 2003 Microsoft Virtual PC 2004 Microsoft SQL SERVER 2000 Microsoft Business Solutions Navision 4.0 Navision 4.0 WebServices XML desenvolvidos no Microsoft Visual Studio.NET 2003 Microsoft Office 2003 Microsoft Visual Studio.NET 2003 José Miguel de Bessa Carvalho 3

21 1.4 Apresentação da Empresa O Projecto Empresarial da mypartner: A mypartner Consultoria Informática está vocacionada para a oferta de soluções globais de sistemas de informação, com foco em soluções de software de gestão. A missão da empresa centra-se no sistema de informação como factor diferenciador do negócio das empresas e em dotar os gestores de meios que reforcem o conhecimento e a capacidade de decisão. A mypartner tem para oferecer: Soluções Software Gestão (ERM Navision) o Soluções de Parceiros; o Soluções Verticais; o Soluções de Mobilidade; o Business Intelligence (Cognos); Serviços de Consultoria o Consultoria de gestão e de negócio (Melhoria de processos, Aumento de eficiência e Redução de custos); o Serviços de implementação e desenvolvimento de soluções software de gestão (Formação, Implementação, Suporte continuado e Desenvolvimento aplicacional); o Desenho de projectos de sistemas de informação (Elaboração de cadernos de encargos, apoio à selecção de soluções e avaliação de ROI dos Investimentos); o Outsourcing (Global ou parcial, Gestão operacional e Gestão Estratégica); Tecnologias de Sistemas de Informação o Redes e infra-estruturas locais e alargadas; o Equipamento de Micro-Informática; o Armazenamento de dados e backup & recovery; o Soluções de Segurança; José Miguel de Bessa Carvalho 4

22 Serviços de Tecnologias de Sistemas de Informação o Serviços de instalação e configurações de tecnologias e infraestruturas informáticas (Instalação e configuração de soluções e Formação na utilização de tecnologias); o Desenho de projectos de sistemas de informação (Diagnóstico de infra-estruturas tecnológicas, Recomendações e Desenho de soluções); o Outsourcing (Global ou parcial, Gestão operacional e Gestão Táctica); Ao nível das soluções de gestão, o principal parceiro é a Microsoft. A mypartner desenvolveu competências para a implementação do ERP Navision e para a implementação do MS CRM, como solução de gestão de relacionamento com clientes, baseada em Outlook. Da mesma forma, tem disponível uma solução de Mobilidade para ERP Mobile, 100% integrada com o ERP Navision e com o Outlook. Ao nível da informação de gestão, e no sentido de levar as soluções ao maior número possível de empresas, a mypartner tem como escolha preferencial as soluções da Cognos, para a qual há um importante apoio da Sinfic, que representa a Cognos em Portugal. Tem também algumas parcerias especializadas, orientadas para mercados verticais ou nichos de mercado, complementando a oferta com soluções e capacidade de implementação amplamente comprovadas. Por exemplo, para a área de recursos humanos, para a indústria têxtil, para redes de lojas de retalho ou restauração que necessitem de soluções de front-office e backoffice integradas. Na área das tecnologias os principais parceiros são a HP e a IBM, assim como a Microsoft. José Miguel de Bessa Carvalho 5

23 O mais recente parceiro, a Sybari, é o líder do mercado de fornecimento de soluções inovadoras contra as ameaças de vírus e para a segurança dos programas de utilização em rede. Esta parceria é fruto da procura constante de soluções tecnológicas com valor acrescentado adequadas às necessidades dos clientes Organigrama: Eduardo Nogueira Marketing & Vendas Tecnologias SI Carlos Gonçalves Soluções e Serviços Gestão Executiva Marketing & Vendas (4 colaboradores) Tecnologias de SI ( 3 colaboradores) Soluções Empresariais (16 colaboradores) Marketing Projectos de TSI Consultoria de Aplicações Soluções Empresariais Serviços de Suporte Área Técnica e de Desenvolvimento Tecnologias de SI Serviços de Suporte Figura 1 - Organigrama da Empresa mypartner José Miguel de Bessa Carvalho 6

24 1.4.2 Localização da mypartner: Figura 2 Localização da mypartner 1.5 Contributos deste trabalho A característica primordial do projecto desenvolvido, foi o facto de este se tratar do estudo de uma aplicação recente, com vista a ser implementada na empresa e nos seus clientes. Este tipo de aplicações começa a ganhar cada vez mais destaque no nosso quotidiano. Este projecto vai ser posteriormente integrado totalmente na empresa, permitindo uma facilidade na consulta de diferentes tipos de relatórios, contactos da empresa, relatórios de despesas, questionários a funcionários, entre outras funcionalidades, em qualquer lugar e a qualquer momento, satisfazendo de uma forma mais rápida e eficiente os funcionários e clientes da empresa. José Miguel de Bessa Carvalho 7

25 1.6 Organização do relatório No primeiro capítulo será feita uma apresentação do trabalho, o seu enquadramento, onde foi realizado, os contributos e as tecnologias utilizadas. No segundo capítulo será descrito o trabalho realizado, o estudo e desenvolvimento das aplicações. Para cada aplicação será feita uma análise dos objectivos e seguidamente descrito o seu desenvolvimento. Da análise constará a informação essencial para a compreensão do projecto e das aplicações. Conterá ainda toda a informação relevante reunida até a altura como as diferentes tecnologias usadas, o porquê da sua escolha e a sua implementação. Na descrição do desenvolvimento serão mencionadas as principais funcionalidades das aplicações e como foram implementadas. As figuras que mostram o interface gráfico com o utilizador permitirão ao leitor ficar com uma ideia das aplicações e do seu funcionamento. No terceiro capítulo será feita uma conclusão final que tentará reflectir o balanço do estágio. Haverá lugar a uma lista de possíveis melhoramentos e alterações ás aplicações a serem realizadas no futuro. Ainda neste capítulo será mencionado o trabalho realizado na empresa que não tenha estado directamente ligado ao projecto. José Miguel de Bessa Carvalho 8

26 2 Contexto No actual mundo empresarial, é essencial existir uma forma eficiente de partilhar o conhecimento, colaborar e coordenar. A ferramenta Sharepoint da Microsoft disponibiliza, sob a forma uma plataforma de última geração para uma intranet/extranet, um sistema que potencia a inter conectividade, as equipas e o conhecimento de uma maneira intuitiva e altamente eficiente. 2.1 O que é o Sharepoint? A oferta Sharepoint, é composta por duas aplicações (Windows Sharepoint Services e Sharepoint Portal Server) que permitem às organizações a implementação de ferramentas de colaboração e a partilha de informação. É desde já indispensável, fazer uma pequena distinção entre os dois diferentes tipos do dito Sharepoint, Sharepoint Portal Server e Windows Sharepoint Services. 2.2 História do Sharepoint Organizar e gerir, informação e actividades, são questões com que todas as empresas se deparam. Na tentativa de satisfazer as necessidades de um pequeno departamento, um grupo dentro da Microsoft criou um portal que satisfizesse estes problemas. Visto que os criadores deste produto eram responsáveis pelo Office, este foi construído com base em FrontPage Server Extensions 1. 1 FrontPage Server Extensions - Conjunto de programas e scripts que suportam o FrontPage e extendem a funcionalidade do servidor Web. José Miguel de Bessa Carvalho 9

27 Esta aplicação tornava a criação de sites locais mais rápida, menos custosa e mais fácil de manter. Este produto mais tarde denominou-se Sharepoint Team Services (STS), foi desenvolvido usando extensões, de proprietário, ISAPI 2. Devido a um conjunto limitado de ferramentas, customizar e extender STS sites tornava-se difícil. O Windows Sharepoint Services é uma versão aperfeiçoada desta primeira versão, que foi construído tendo como base a framework.net. Isto permitiu ter uma melhor extensibilidade e customizabilidade, devido ao facto de ser possível criar Web Parts 3 utilizando o Visual Studio.NET, com as linguagens C# ou Visual Basic, e poder, criar novos sites com as mesmas. Outro problema resolvido na nova versão do Sharepoint foi a escalabilidade, podendo assim ter um ambiente (Web Farm) que suporta vários utilizadores e vários sites Web. Curiosamente o WSS é incompatível com as FrontPage Server Extensions. 2 Internet Server API API usada no IIS, aplicações desenvolvidas usando ISAPI são mais rápidas do que as desenvolvidas usando CGI, pois tira melhor partido de apontadores de memória e não precisa de ser reiniciada para processar novos pedidos de dados. 3 WebPart - Unidade de informação modular consituída por uma barra de título, uma frame e conteúdo. Web Parts são as fundações de uma página de Web Parts. Todo o site Sharepoint é constituído por estas Web Parts. Uma Web Part é a combinação de um ficheiro de descrição (.dwp) e um ficheiro assembly (.dll), sendo todas as Web Parts baseadas em Web Custom Controls. José Miguel de Bessa Carvalho 10

28 2.3 Windows Sharepoint Services (WSS) O WSS permite criar sites próprios de colaboração para centralizar e partilhar documentos. Figura 3 Windows Sharepoint Services Para tal, fornece os componentes necessários para a elaboração de sites em equipa intranets/extranets dedicados à partilha de informações e de documentos, e enriquece também as aplicações de serviço (entre outras) facilitando o trabalho em grupo. José Miguel de Bessa Carvalho 11

29 2.4 Arquitectura O WSS faz parte do sistema operativo Windows Server 2003, e fornece uma framework para a construção de sites, de uma forma relativamente simples, que possibilitam a partilha de documentos e informação entre equipas, departamentos e organizações. O WSS tem total integração com o Microsoft Office 2003, sendo assim possível guardar, editar e criar qualquer documento Office 2003 a partir de um site Sharepoint. A framework do WSS está construída em cima do Windows Server 2003, do IIS e do ASP.NET. A figura 3 mostra a forma como os componentes da framework do Windows Sharepoint Services, se encadeiam. Figura 4 Arquitectura do Windows Sharepoint Services(WSS) Ao contrário do Sharepoint Team Services, cuja arquitectura era baseada em servidores Web de estado, no Windows Sharepoint Services toda a informação de um site Web é armazenada numa base de dados em Microsoft SQL Server. Desta forma é possível fazer a distribuição de servidores Web José Miguel de Bessa Carvalho 12

30 WSS, havendo assim uma expansão eficiente num ambiente de Web Farm e resolvendo o problema de escalabilidade do STS. Figura 5 - Configuração Web Farm Existem dois tipos de base de dados usados pelo Windows Sharepoint Services. Uma base de dados de configuração, única para cada distribuição, que contém toda a informação de configuração para cada servidor Web físico, servidor virtual IIS e site WSS, e outra base de dados, de conteúdo, que armazena todos os dados relativos a sites WSS. A constituição de uma base de dados de distribuição pode variar entre, um único servidor a correr os componentes do servidor Web WSS e o SQL Server com ambas as bases de dados, e um cenário de Web Farm com múltiplos servidores Web e/ou múltiplos servidores de bases de dados. 4 IIS - Internet Information Server servidor Web usado pela família de sistemas operativos servidores da Microsoft. José Miguel de Bessa Carvalho 13

31 Figura 6 Diferentes tipos de Bases de Dados Por defeito o WSS usa a conta NT AUTHORITY\NETWORK SERVICE para correr aplicações IIS. É necessário conceder permissões a esta conta de modo a poder criar e configurar bases de dados no SQL Server, caso contrário irão verificar-se erros na instalação e configuração do WSS. No interior de um servidor virtual é possível a criação de colecções de sites, que não passam de um conjunto de sites cujo proprietário é o mesmo. Como o conteúdo e configuração dos sites Sharepoint são armazenados em bases de dados em SQL Server, as colecções de sites podem ser usadas como unidades de backup e restauração do sistema, sendo assim possível restaurar ou distribuir colecções de sites, no mesmo servidor Web ou em servidores diferentes. Uma colecção é constituída por um site de alto nível, que é criado automaticamente, cujo URL é o mesmo que a própria colecção. Esta pode conter outros sites secundários, que se relacionam com o primeiro de uma forma pai-filho, como é possível ver na figura 5. Todos os sites de uma colecção são armazenados na mesma base de dados. José Miguel de Bessa Carvalho 14

32 Figura 7 Colecção de sites num servidor virtual O objectivo fundamental de um site é ser um contentor de informação. No WSS esta informação é armazenada em forma de listas, bibliotecas de documentos e sites filho. Esta informação pode ser restringida ou disponibilizada a um conjunto, configurável, de utilizadores. Estas configurações podem ser herdadas de um site pai, ou podem ser únicas para cada site. Cada utilizador de um site utiliza uma conta Windows definida no domínio da Active Directory 5, numa base de dados de contas local. Existe um conjunto de grupos e permissões que definem o nível de acessibilidade de cada utilizador a listas ou bibliotecas de documentos de um site. Ao nível do interface é possível, de acordo com o nível de permissões do utilizador, alterar o aspecto e estrutura de navegação usando o browser ou o FrontPage Os proprietários ou Web designers, podem customizar um site adicionando ou removendo Web Parts. Programadores podem também criar novas Web Parts, usando o Visual Studio.NET 2003, de modo a extender as potencialidades do Sharepoint, sendo estas Web Parts guardadas na base de dados de conteúdo. José Miguel de Bessa Carvalho 15

33 Em cada site, o WSS suporta a criação de 3 tipos diferentes de páginas Web: Basic Page cria uma nova página simples com a capacidade de adicionar texto, imagens e tabelas, usando o browser; Web Part Page cria uma página Web Part que possibilita ter uma ou mais Web Parts na mesma página; Sites and Workspaces cria um site ou workspace filho sob o site inicial. As permissões podem ser herdadas do site pai ou podem ser únicas. Existem vários templates para criação destes sites: o Team Site cria um site que inclui uma biblioteca de documentos, e listas do tipo Announcements, Events, Contacts, Links, e correspondentes hyperlinks de acesso. o Blank Site cria um site em branco. o Document Workspace este template providencia uma biblioteca de documentos, uma lista do tipo Task e uma lista do tipo Links. o Basic Meeting Workspace contém uma biblioteca de documentos e listas do tipo Objectives, Attendees e Agenda. o Blank Meeting Wrokspace cria um espaço em branco. o Decision Meeting Workspace contém o mesmo conteúdo que uma Basic Meeting Workspace com a adição da lista Decisions. o Social Meeting Workspace cria um espaço onde é possível encontrar listas do tipo Attendees, Directions, Things To Bring, tal como uma biblioteca de imagens e uma Web Part que contém uma imagem ou logotipo da empresa. o Multipage Meeting Workspace este template é baseado no template Basic Meeting Workspace, podendo-se no entanto ter mais duas páginas de reunião para customização. A nível técnico um workspace é um site normal, no entanto tem um objectivo mais focado em reuniões. Embora a reunião em si seja conduzida 5 Active Directory Base de dados que armazena informação sobre utilizadores, grupos, passwords, segurança, entre outros, em plataformas Windows Server 2000 ou Windows José Miguel de Bessa Carvalho 16

34 por pessoa, telefone, ou através de um programa de conferência via Internet, numa Meeting Workspace é possível acompanhar o progresso da reunião, visualizar objectivos, documentos necessários para a reunião, conceder permissões a utilizadores para participarem, podendo também, funcionar como um registo completo de uma reunião para futura referência. Visto estes sites terem capacidade para ser completamente alterados, é possível criar templates a partir de um site. 2.5 IIS 6.0 O IIS é um servidor Web que suporta páginas ASP, Web Services XML, ISAPI e tecnologias ASP.NET. Na sua instalação é criado um Web site IIS (Default Web Site), que se encontra à escuta de pedidos HTTP na porta 80, é possível modificar as portas de escuta, nomes de sites e criar novos sites. É neste ponto que começa a configuração de um site WSS, podendo-se assim definir que utilizadores têm acesso aos sites, tempo de time out, formato de logging, endereço IP, entre outras funcionalidades encontradas em programas de servidor Web. Cada site IIS é visto pelo Sharepoint como um servidor virtual. Para que um site WSS possa correr é necessário extender, com WSS, o servidor virtual correspondente, sendo também possível extender o WSS para outro servidor virtual, usando o site de administração, (Sharepoint Central Administration). Ao contrário do ASP.NET o WSS não cria um directório virtual IIS para cada site, em vez disso, é criada uma nova entrada na base de dados de configuração e na base de dados de conteúdo apropriada. Desta forma o IIS não necessita de saber se uma extensão WSS contém um ou mais sites, obtendo-se assim uma melhor escalabilidade e manutenção. Existe a possibilidade de se querer correr sites WSS e aplicações ASP e ASP.NET no mesmo servidor virtual. O WSS torna isto possível usando um filtro ISAPI que, intercepta cada pedido enviado para o servidor virtual onde Server José Miguel de Bessa Carvalho 17

35 se encontram o(s) site(s), e após a inspecção do URL do pedido e a base de dados de configuração, determina quem deverá processar o pedido, se o WSS ou o IIS. Estes URLs são especificados nas configurações de servidores virtuais (managed paths), se os URLs se encontrarem nos caminhos incluídos (included paths) são processados pelo WSS, caso se encontrem nos caminhos excluídos (excluded paths) são processados pelo IIS. Ao ser extendido num servidor virtual, o Windows Sharepoint Services adiciona um ficheiro de configuração, web.config, ao directório raíz do servidor virtual anfitrião. Este ficheiro proporciona opções de configuração para todas as aplicações ASP.NET e sites WSS, podendo-se assim definir o nível de segurança usado para correr o código das aplicações. 2.6 Segurança Ao ser criado um novo site, é possível atribuir diferentes permissões por utilizador, podendo-se notificar cada utilizador, via , dos seus novos direitos. Num mesmo site, cada biblioteca de documentos, lista, quadros de discussão ou surveys podem conter permissões diferentes. Existem quatro tipos diferentes permissões possíveis: Reader tem apenas acesso de leitura; Contributor pode adicionar conteúdo a bibliotecas de documentos e listas; Web Designer pode criar listas e bibliotecas, e customizar páginas Web no site; Administrator tem controlo completo do site. No WSS o acesso a sites é controlado através de um sistema de membros, pelo qual cada utilizador é, directa ou indirectamente, associado com uma permissão que controla as acções específicas que este pode efectuar. Este controlo é feito através de autenticação de utilizadores, grupo de José Miguel de Bessa Carvalho 18

36 administradores do Sharepoint, grupos de sites, segurança da porta de administração, segurança de ligação de SQL Server e protecção da Firewall Autenticação de utilizador A autenticação para o Windows Sharepoint Services é baseada nos métodos de autenticação do IIS. Existem quatro tipos de autenticação, autenticação anónima, básica, Windows ou SSL. A escolha do método é feita no próprio IIS, não podendo ser alterada pelas ferramentas de administração do Sharepoint Autenticação Anónima Este tipo de autenticação providencia acesso a utilizadores que não tenham contas Windows NT server no servidor, como é o caso de visitantes Web. O IIS cria uma conta anónima denominada IUSR_nomecomputador, e ao receber um pedido anónimo, personifica uma conta anónima. O acesso anónimo pode ser configurado para um servidor virtual em particular ou para um site situado neste. Para um site Sharepoint permitir acesso anónimo é necessário primeiro configurar o IIS para permitir este tipo de acesso, e posteriormente configurar o próprio site no Sharepoint Autenticação Básica A autenticação básica é um protocolo de autenticação suportado pela maioria dos browsers e servidores Web. Embora transmita utilizadores e passwords em texto facilmente descodificado, tem algumas vantagens em relação a métodos mais seguros pelo facto de, funcionar através de uma firewall de um servidor proxy e assegurar que o site é acessível pela maioria dos browsers. A combinação da autenticação básica com autenticação SSL, pode no entanto ajudar a tornar a informação do utilizador mais segura. José Miguel de Bessa Carvalho 19

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